Presidente da EDP Brasil assume nova posição global no grupo

Presidente da EDP Brasil assume nova posição global no grupo

Miguel Setas deixa liderança executiva no país para o português João Marques da Cruz e vai tocar plataforma de redes de Transmissão e Distribuição da companhia

A EDP Portugal confirmou que Miguel Setas, até então presidente da EDP Brasil, tocará a plataforma global de Distribuição e Transmissão da empresa, que conta com operações em Portugal, Espanha, no Brasil e em Macau. O anúncio foi feito na manhã desta terça-feira, 19 de janeiro, após a eleição dos membros que irão compor o Conselho de Administração Executivo (CAE) global para o mandato 2021-2023.

A nova composição inclui Miguel Stilwell de Andrade como Presidente do CAE, além de Miguel Setas, Rui Manoel Rodrigues Lopes Teixeira, Vera Pinto Pereira e Ana Paula Garrido Pina Marques. Setas também assumirá a presidência do Conselho da subsidiária brasileira, com nomeação a ser deliberada em Assembleia Geral de Acionistas da EDP Brasil prevista para 19 de fevereiro.

Na mesma ocasião, também será deliberada a nomeação do executivo português João Marques da Cruz para o cargo de CEO no país, profissional que acumula mais de 15 anos de trajetória como membro do Conselho de Administração Executivo da companhia.

Além disso, integrarão o Conselho, Rui Teixeira, Vera Pinto Pereira e Ana Paula Garrido. Caso as propostas sejam aprovadas, o conselho da EDP Brasil, que já conta com a participação de Juliana Rozenbaum, terá 33% de representação feminina, o triplo da média nacional, mantendo a meta de paridade entre gêneros.

Fonte: Canal Energia

Flow Desenvolvimento Integral: O tripé do engajamento

Flow Desenvolvimento Integral: O tripé do engajamento

Você se sente engajado no trabalho que realiza? E você que é líder, quantas vezes já se perguntou o que precisa fazer para gerar engajamento da sua equipe? A sua empresa promove uma cultura de engajamento?

“Engajamento no trabalho é um estado mental positivo de investimento de energia e esforço em atividades com as quais o trabalhador se identifica, se realiza profissionalmente e sente elevado prazer em executar.” (Schaufeli, Salanova, González-Romá e Bakker, 2002).

E o engajamento contempla 3 pilares:

* VIGOR que é a energia e força persistentes que colocamos no nosso trabalho;
* DEDICAÇÃO que é o significado e propósito que atribuímos ao trabalho e que nos realiza profissionalmente e
* CONCENTRAÇÃO que é um estado de imersão quando realizamos uma tarefa, em que perdemos a noção do tempo e nos vinculamos plenamente e com muito prazer ao trabalho que estamos executando.

Resumindo, quando estamos engajados no trabalho vemos significado nas atividades que realizamos, colocamos energia nelas e sentimos prazer no que fazemos. E os resultados disso? Melhoramos nossa saúde no trabalho e aumentamos o desempenho.

Fonte: Flow Desenvolvimento Integral

VemTambém saber o por quê de escolher o Ceará em sua próxima viagem!

VemTambém saber o por quê de escolher o Ceará em sua próxima viagem!

O Ceará é um dos destinos brasileiros cheios de cultura, história, aventura e entretenimento para turistas do país e turistas estrangeiros. O estado reúne uma série de motivos para receber a sua visita!

A VemTambém reuniu diversos deles para conhecer em qualquer época do ano, levando em consideração sua segurança, conforto e diversão.

Ficou curioso (a)? Clique abaixo e confira o conteúdo especial:

Ceará atrai oportunidades de investimento em inovação urbana

Ceará atrai oportunidades de investimento em inovação urbana

O planejamento de tecnologias urbanas sustentáveis é tendência para inovação e melhoria da gestão das infraestruturas e qualificação dos serviços urbanos para os cidadãos. O Ceará tem potencial no desenvolvimento de cidades inteligentes

Desafios para governos, empresas e universidades crescem com o aumento da população urbana e trazem a necessidade de novas formas de geração de energia, preservação de recursos naturais, transportes eficientes, educação e saúde, segurança e alimentação.

Diante desse cenário, a construção de smart cities tem se tornado uma tendência no uso de tecnologia de modo estratégico, como soluções sustentáveis com foco na qualidade de vida dos cidadãos.

Segundo a Comissão Europeia, as cidades inteligentes são aquelas que usam as tecnologias da informação e da comunicação (TIC) para tornar mais eficientes e sustentáveis as redes de transporte público e os sistemas de iluminação, calefação e abastecimento de água no espaço urbano.

Além de garantir espaços públicos mais seguros e mais adequados às necessidades da população.

Leia a matéria completa no site TrendsCE

 

Hermes Monteiro: A falta dos pequenos negócios no comércio exterior

Hermes Monteiro: A falta dos pequenos negócios no comércio exterior

Porto do Pecém, Porto do Mucuripe e Aeroporto de Fortaleza, juntos, formam uma arrojada infraestrutura para escoar a produção da indústria e da agropecuária cearense – e também nordestina – para o exterior. São equipamentos que, tendo recebido grandes volumes de investimento, já têm capacidade para transportar bem mais cargas do que fazem hoje. O que falta, portanto, para o Ceará crescer mais em termos de logística?

O diretor da Nova Era Aduaneira e sócio da CBPCE, Hermes Monteiro, explica: demanda. O parque industrial do Estado, ainda que tenha crescido substancialmente nos últimos anos, ainda é pequeno. Uma única empresa, a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), é responsável por mais da metade das exportações cearenses – o que sim, demonstra a grandiosidade do empreendimento, mas também o ainda relativamente pequeno volume de exportação do setor produtivo local.

Uma das missões do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp), inclusive, é justamente o de atrair novas indústrias para se instalar na Zona de Processamento e Exportação (ZPE Ceará), incrementando a movimentação de cargas e gerando mais riquezas. Mas a resposta não se limita à atração de grandes negócios: um desafio do Estado é estimular que as pequenas e médias empresas também passem a exportar suas mercadorias.

“Nós já temos uma estrutura portuária e aeroportuária que tem capacidade de atender mais. O que nós não temos de fato são empresas que tenham cargas suficientes para botar para exportar. Essa é uma realidade. Isso gera o entendimento que nós ainda não temos uma cultura exportadora. Os micro e pequenos empresários não conseguiram entender que o mercado já não é mais o mercado do bairro, da cidade. Não há mais fronteiras. Mas esse é um processo que requer um preço, uma preparação”, reflete Monteiro.

Pequenas e médias empresas
Segundo dados da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), no ano passado, somente cerca de um terço das exportações brasileiras (32%) foi realizado por micro ou pequenas empresas. Em termos gerais, no ano, o volume exportado pelo Ceará entre janeiro e novembro de 2020 (US$ 1,7 bilhão) foi o terceiro do Nordeste, bem atrás da Bahia (US$ 7 bilhões) e do Maranhão (US$ 3 bilhões).

No contexto da pandemia, exportar pode ser inclusive uma alternativa para que os pequenos negócios aumentem o faturamento. O processo envolve uma análise de mercado para identificar onde se tem maior potencial para fazer negócio – e o Mapa Estratégico Apex-Brasil de Oportunidades Comerciais é um bom caminho -, a avaliação dos custos logísticos e um apoio jurídico para entender as leis de outros países e elaborar contratos.

Há um esforço conjunto de órgãos como Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Federação do Comércio do Ceará (Fecomércio-CE), juntamente com a Academia, para incentivar a internacionalização das empresas e impulsionar o volume de negócios do Estado, que tem potencial para ser bem maior. O caminho envolve identificar gargalos das empresas e a criar uma ambiência de negócios – mas ainda é preciso mais para alavancar, de fato, a participação das pequenas e médias empresas.

Ligações diretas
O aumento de volume das exportações é também um trunfo para ampliar a conectividade de rotas de transporte de cargas aos portos e aeroporto cearense, beneficiando toda a cadeia produtiva. Sem uma expressiva quantidade de mercadorias para transporte, menos atrativa se torna a localidade.

“Hoje, a gente tem uma dificuldade de navio. Os navios passam obrigatoriamente em Santos, depois sobem em cabotagem. Precisamos ligar o Brasil à China, aos Estados Unidos. Não adianta vir aqui por 10, 20, contêineres, tem que ter volume. O Pecém tem capacidade de trazer cargas de todo o Nordeste, mas falta intermodalidade. A rodovia ainda é ruim, a malha ferroviária ainda não tem”, pondera Monteiro.

Fonte: Diário do Nordeste

Economia verde e digital no primeiro ato oficial da presidência portuguesa na UE

Economia verde e digital no primeiro ato oficial da presidência portuguesa na UE

“Temos seis meses de intenso trabalho para reforçar a União Europeia e termos uma recuperação econômica que seja justa, verde e digital”, disse o Primeiro-Ministro António Costa em conferência de imprensa com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, após uma reunião de trabalho que foi o primeiro ato oficial da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia.

O Primeiro-Ministro referiu que «com a visita do presidente do Conselho Europeu Charles Michel começa a presidência portuguesa da União Europeia. Esta é a quarta presidência, mas é a primeira sob a vigência do tratado de Lisboa e, por isso, diferente das outras».

Nesta presidência «queremos trabalhar de forma muito estreita com todas as instituições, mas muito em especial com o presidente do Conselho Europeu», com qual António Costa tem «o gosto de trabalhar há cinco anos».

Economia e proteção social
Na reunião que precedeu a conferência de imprensa, «delineámos o calendário dos temas até junho e reafirmámos as três grandes prioridades da presidência portuguesa», disse ainda.
A primeira prioridade é a recuperação econômica: “Depois do extraordinário trabalho da presidência alemã, agora é tempo de agir para assegurar a recuperação justa, verde e digital, sendo fundamental garantir que os Parlamentos nacionais aprovem o aumento do teto dos recursos próprios da União Europeia, que o Parlamento Europeu aprove o regulamento do Fundo de Recuperação, e a aprovação dos 27 planos nacionais de recuperação”.

António Costa disse que «a recuperação assentará em dois pilares: a transição climática e a transição digital, que não devem ser vistas como obstáculos, mas como oportunidades ao desenvolvimento das economias europeias. A aprovação da lei do clima e o avanço no pacote dos serviços digitais que a Comissão Europeia apresentou», são dois passos importantes.

A segunda prioridade «é desenvolver o pilar social da União Europeia: Precisamos de uma base sólida para dar confiança a todos, para enfrentarmos os desafios da transição climática e da transição digital, o que significa investir nas qualificações, na inovação, garantir proteção social para que estas transições sejam uma oportunidade para todos e ninguém fique para trás», sublinhou.

Europa no mundo
A terceira prioridade «é aumentar a autonomia estratégica de uma Europa aberta ao mundo, uma Europa que se afirma como ator global, que pode estar mais presente nas diferentes cadeias de valor, mas que recusa o protecionismo e continua aberta ao mundo», disse.

“Essa abertura ao mundo, deve fazê-la de uma forma plural, desenvolvendo as parceiras oriental e sul, a parceira estratégica com o continente africano, estreitando os laços transatlânticos, com a eleição do novo presidente dos EUA, reforçando as relações transatlânticas com a América Latina, e abrindo-se também ao Oriente, desde logo com a cimeira com a Índia, mas também avançando na negociação de acordos comercias com outra atores fundamentais da região indo-pacífica, como a Austrália e a Nova Zelândia”, acrescentou.

O Primeiro-Ministro afirmou que «a União Europeia é uma maratona que se desenvolve em forma de estafeta e em que, de seis em seis meses, recebemos o testemunho, conduzimos esse testemunho durante seis meses e passamos à presidência seguinte».

“É, para nós, uma enorme honra ter recebido este testemunho da Chanceler Angela Merkel e será uma enorme honra entregá-lo à presidência eslovena daqui a seis meses”, referiu.

Crise reforçou União Europeia
O presidente do Conselho Europeu (a reunião dos Chefes de Estado ou de Governo dos 27 países), Charles Michel, afirmou-se «otimista, à imagem do emblema da presidência, o Sol».

Charles Michel referiu, contudo, que «ainda não saímos da crise da Covid-19, que será abordada numa conferência dos Chefes de Estado e de Governo para coordenar as políticas a aplicação de todos os instrumentos que à disposição para combater a pandemia».

Todavia, «a crise que nos atingiu e abalou foi também a ocasião de afirmar a União através da unidade», referindo a forma como a União está a assumir o combate à pandemia e os meios para a recuperação.

O presidente do Conselho Europeu referiu que os objetivos da presidência portuguesa se conjugam perfeitamente com os objetivos de longo prazo da União Europeia, apontando o que foi conseguido em termos de meios para a recuperação das economias e a ambição de neutralidade climática em 2030, que faz da UE um líder mundial, bem como a transformação no digital, no qual Portugal tem muita experiência e muita ambição que serão úteis à União.

Projeto de bem-estar para os europeus
Charles Michel lembrou que o início do projeto europeu foi por, em primeiro lugar, o bem-estar e a qualidade de vida, pois a Europa é mais do que um projeto financeiro, é um projeto fundado sobre princípios, sendo este um momento para dar esse sinal muito concretamente, demonstrando o valor acrescentado do projeto europeu para a dignidade e o modelo de vida os 450 milhões de cidadãos europeus.

Isto traduz-se nos direitos sociais, na educação, na não discriminação, na luta contra as desigualdades, defendeu, acrescentando que este será um momento importante para o projeto europeu.

A Europa deve tomar o seu destino em mãos, disse, apontando que dispõe de um mercado de 450 milhões de cidadãos, de força econômica, comercial, de pesquisa, de capacidade de inovação, e de capacidade de expressar posições no plano internacional e trabalhar para tentar garantir mais segurança, sendo um parceiro comprometido no multilateralismo, com a convicção de que a cooperação permite enfrentar melhor os problemas, disse ainda.

Após a conferência de imprensa, o Primeiro-Ministro acompanhou Charles Michel ao Mosteiro dos Jerónimos, onde teve lugar a assinatura do acordo de adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia. Ao final da tarde realiza-se o concerto inaugural da presidência portuguesa da União Europeia.

Fonte: Mundo Lusíada

Investimentos em energias renováveis no Ceará são esperados pelo setor em 2021

Investimentos em energias renováveis no Ceará são esperados pelo setor em 2021

Os investimentos e fomentos mais esperados para 2021 estão relacionados às energias limpas. Para isso, é necessária ambiência favorável aos negócios, com estratégias assertivas para atração de capital e geração de emprego e renda

Após estagnação imposta pelas dificuldades da pandemia, o setor elétrico no Ceará espera volta do crescimento já em 2021. Assim como outros segmentos industriais, reinvenção e adaptações foram imperativas às empresas.
O Sindicato das Indústrias de Energia e de Serviços do Setor Elétrico do Estado do Ceará (Sindienergia) destaca que foram agregados investimentos em ações de prevenção e, principalmente, adotados protocolos de saúde e segurança para que a energia pudesse ser fornecida sem interrupções de qualquer ordem.
“Sentimos o impacto da pandemia, como todos os segmentos e toda a sociedade. Tivemos retração de novos negócios e investimentos. Porém, como um todo, conseguimos manter nossas atividades por sermos essenciais, independente da situação”, analisa o presidente do Sindienergia, Luís Carlos Queiroz.
Ele acrescenta que as empresas de infraestrutura de redes buscaram melhoria da produtividade para manter o atendimento, principalmente aos consumidores residenciais, cujo consumo cresceu e demandou mais estrutura de atendimento. O consumo anual de energia elétrica no Brasil em 2019 foi de cerca de 482 TWh. Se o crescimento médio próximo a 1% ao ano for mantido em 2020, o número deve chegar a impressionantes 487 TWh.

Projetos
Além dos investimentos contínuos do setor em energias renováveis, são esperados projetos de infraestrutura de redes de interligação e aumento na demanda de energia em 2021. “Estamos confiantes na retomada da atividade produtiva e com isso voltamos a expectativa para novos investimentos e melhoria no crescimento. A perspectiva para os próximos anos é, portanto, positiva”, completa Luis Carlos.

Ele mira ainda a ampliação da entidade, atraindo novos associados para somar aos atuais 60 empresários. “Acredito que o papel de auxiliar na condução desse processo no Ceará será bastante desafiador, estratégico e nos provoca a apoiar esse crescimento com celeridade, utilizando as muitas ferramentas já existentes em favor do trabalho das empresas”, finaliza.

Avanços
Com o controle da pandemia e a consequente retomada da confiança do mercado, devem ser restabelecidos os investimentos, as atividades das cadeias produtivas, o ritmo industrial e o crescimento tão almejado. Os investimentos e fomentos mais esperados para 2021 estão relacionados às energias limpas, ou seja, as fontes renováveis. Para isso, é necessária ambiência favorável aos negócios, com estratégias assertivas para atração de capital e geração de emprego e renda.

O Brasil usa três vezes mais energia limpa do que a média mundial. A energia solar cresceu 92% em 2019 no país e deve quadruplicar nos próximos 10 anos. Só em outubro de 2020, o setor de energia solar no país alcançou 305 mil empreendimentos de energia solar fotovoltaica em operação, beneficiando pelo menos 400 mil unidades operadoras.

No Ceará, o cenário de ascensão do setor não é diferente: 13,3% da potência eólica instalada no Brasil, com 2,054 GW; 8,8% da potência solar fotovoltaica instalada, com 218 MW, já considerando as usinas em Aquiraz (Região Metropolitana de Fortaleza); e por 5,2% da potência termelétrica instalada no país, com 2,158 GW. Os números são da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Entre eólicas e solares, a promessa é que o estado adicione 1,368 GW à matriz energética nos próximos anos.

Fonte: O Otimista

Dom Pedro Hotéis: “Foi o corporate das empresas nacionais o primeiro segmento a responder em termos de procura”

Dom Pedro Hotéis: “Foi o corporate das empresas nacionais o primeiro segmento a responder em termos de procura”

Um dos convidados da GEA Web Conference 2020 para debater as “mudanças previsíveis na cadeia de valor na era pós-covid” foi Pedro Ribeiro, diretor de Marketing e Vendas do Dom Pedro Hotéis. O orador descreveu o cenário previsto para cada um dos destinos operados pelo Grupo em Portugal, nomeadamente, em relação aos seus principais segmentos: corporate, MICE e o golfe.

O profissional atenta que em Lisboa “foi o corporate das empresas nacionais o primeiro segmento que respondeu em termos de procura do nosso hotel”, durante a pandemia, e também “no Algarve é um segmento no qual temos estado a registar um crescimento até em relação aos números do ano passado”. Pedro Ribeiro justifica-o pelo facto da “oferta estar mais reduzida” – com mais de metade dos hotéis portugueses fechados -, o que resulta numa “concentração” e que “a procura esteja a crescer em alguns segmentos em alguns dos hotéis abertos”, como os Dom Pedro.

O caso do MICE é bastante diferente e o responsável considera que “antes do 2.º semestre de 2021 será muito difícil que consigamos operar grupos de incentivos e conferências” pois “a maior parte das empresas vai aguardar mais pelo desenrolar do controlo da pandemia” para o voltar a fazer. Ainda assim, Pedro Ribeiro dá conta de um recente inquérito feito a 400 event planners ingleses cujo um dos resultados foi que em 65% dos casos “a política da sua empresa é operar em grupos durante 2021” o que leva o diretor a colocar a hipótese de poder “haver uma forte concentração da procura a partir de setembro”, depois das férias de verão.

“O ALGARVE PODERÁ A PARTIR DA PÁSCOA TER UMA RECUPERAÇÃO SIGNIFICATIVA”
Nos destinos onde o Dom Pedro opera em Portugal, o responsável adianta que a capital lisboeta ver-se-á confrontada com um “período complicado” uma vez que “50% do negócio da cidade, de forma transversal, está ligado à área dos grupos de lazer e corporate” e “os grupos de lazer também antes de junho não irão recomeçar a ter uma procura significativa”, pelo que a “recuperação será muito lenta”.

Já o Algarve poderá beneficiar do segmento de golfe, “muito importante” para o Dom Pedro e para a região, que tem a sua época alta a partir de 15 de março: “O cliente golfista, existindo condições regulatórias em termos do governo inglês para viajar, viajará a partir de meados de março ou início de abril”, sustenta Pedro Ribeiro. Em suma, “o Algarve poderá a partir da Páscoa ter uma recuperação rápida e significativa” embora com “ocupações não ‘normais’ mas já bastante interessantes”.

No destino Madeira, o diretor prevê “alguns problemas na área dos voos” com a “falta de ligações aéreas de muitos mercados para o destino”. Mas o destino insular será, na sua opinião, de “forte aposta” do setor para o próximo ano junto do mercado nacional pelo seu “fácil acesso”.

“CRIEM PRODUTOS PARA VENDER PORTUGAL AOS PORTUGUESES”
Segundo Pedro Ribeiro, esta é uma boa altura para que “os canais de distribuição, as agências de viagens e os operadores nacionais criem produtos para vender Portugal aos portugueses”. Não nos podemos esquecer que “o mercado nacional é um dos maiores, senão o maior, em Lisboa e o segundo maior no Algarve” e “temos de fazer com que o cliente se lembre da agência quando quer marcar produtos nacionais”, defende.

O Dom Pedro Hotéis tem procurado “criar uma série de produtos com parcerias locais”, por exemplo, com a produtora Everything is New, que organizou o festival “Santa Casa Portugal ao Vivo”, no Campo Pequeno, no sentido de oferecer “preços mais competitivos para quem fora de Lisboa queira vir assistir a um concerto, ficasse alojado no Dom Pedro Lisboa”. O responsável comenta que “este género de produtos tem que ser inserido na distribuição normal e temos de criar condições de venda por parte das agências de viagens.”

Por fim, Pedro Ribeiro afirma que “a digitalização teve um crescimento muito acentuado nos últimos meses” com ferramentas, entre as quais o Zoom e o Microsoft Teams, que “irão ficar no relacionamento entre as pessoas no futuro” pelo que “importa que as agências as consigam implementar”. Em seu entender, “vai ser muito normal um cliente que queira falar com o seu agente de viagens via Zoom e queira ter a apresentação de um destino ou produto”. Também “os eventos híbridos vão continuar” apesar de ser “impensável que venham a substituir completamente um evento presencial”.

Fonte: Ambitur em 17/12/20

Joaquim Cartaxo: Futuro e Futurismo

Joaquim Cartaxo: Futuro e Futurismo

Por múltiplos fatores, o século XXI começou e segue com incertezas políticas, socioambientais, culturais e tecnológicas. Todos os contextos presentes e futuros agravaram-se pela inesperada pandemia mundial da Covid-19. Daí acentua-se a importância de examinar as possibilidades de tais cenários, exercício analítico tocante à produção do conhecimento que congrega renomados pesquisadores em todo o mundo, denominado futurismo.

O futurismo é uma profissão. Todavia, ela não lê o futuro misticamente e sim, usa elementos reais para vislumbrar tendências quanto aos futuros prováveis. Sobre isso, Jim Dator, diretor do Centro de Estudos de Futuros da Universidade do Havaí, esclarece: “não existe apenas um futuro para ser previsto. Há vários futuros alternativos para serem antecipados e pré-experimentados em algum nível”.

Consegue-se encontrar antecipação do futuro em todos os ramos de atividades, porém achamos na literatura as referências mais inventivas. Mostram isso as obras de Ievguêni Zamiátin, Nós; de George Orwell, 1984; de Isaac Asimov, Eu Robô; de Aldous Huxley, Admirável Mundo Novo; de Ray Bradbury, Fahrenheit 451; de Anthony Burgess, Laranja Mecânica; e mais atual a distopia de Veronica Roth, Divergente.

Outro exemplo, foi o alerta de Bill Gates durante a palestra “A próxima epidemia?”, em 2015, ao conjecturar que “hoje, o maior risco de catástrofe global não se parece com uma bomba, mas sim com um vírus. Investimos muito em armas nucleares, mas bem pouco em um sistema para barrar uma epidemia. Não estamos preparados”.

Gates argumentava com base nos estudos sobre o ebola. Acertou na advertência sobre a catástrofe global provocada por um vírus e despreparo para enfrentá-la. Caso Covid-19.

O futurismo nos ensina relativamente aos sinais dos futuros. Inócuo bater-se contra o futuro. Caso não o compreendamos, o futuro nos atropelará. Assim, planejar é apostar qual futuro podemos antecipar diante dos cenários plausíveis; é capacidade de adaptação rápida, ao longo do trajeto, quanto ao enfrentamento e superação dos desafios e aproveitamento das oportunidades portadoras de futuros.

7 Coworking é a nova sócia da CBPCE

7 Coworking é a nova sócia da CBPCE

O espaço foi inspirado nos novos modos de trabalho, que foram acelerados e adotados em maior escala ao longo da quarentena. “Temos salas individuais, de reuniões e espaços coletivos confortáveis, que respeitam as normas de segurança, conforme os órgãos de saúde responsáveis”, afirma o Diretor-presidente, João de Sá. O preço varia conforme os serviços prestados: coworking meio período ou dia inteiro; utilização do local como endereço comercial (para receber correspondências) ou como endereço virtual (com serviço telefônico ou sala de reunião por cinco dias); e atendimento telefônico.

“Muitas empresas precisaram se reinventar quanto à modalidade de trabalho durante a pandemia, afinal, os serviços deixaram de ser presenciais por algum tempo. Com isso, o home office foi adotado por grande parte das empresas. Porém, os coworkings e os escritórios compartilhados, mostraram-se uma das alternativas mais viáveis para o momento atual. Os profissionais autônomos têm a oportunidade de realizar networking com pessoas das mais diversas áreas. Desse contato, podem surgir ideias inovadoras, negócios que geram negócios, uma verdadeira cultura colaborativa. Aqui pode nascer um novo case de sucesso”, pontua a Ceo do , Priscila Priscila de Sá.

O Seven Coworking contém o maior número de estações de trabalho, e é o único coworking de Fortaleza com heliponto, possui localização privilegiada, com a melhor vista da cidade: fica no prédio WSTC, na avenida Washington Soares, nº 3663, torre 2, 15º andar. Com uma arquitetura moderna, o WSTC se situa próximo a shopping centers, bancos e outros empreendimentos que movimentam a região. Conta com vagas para estacionamento, bicicletário, acessibilidade para pessoas com deficiências e segurança interna.

Contatos:
85 9 9719-0555
contato@7coworking.com.br | misael.barbosa@7coworking.com.br
Av. Washington Soares, 3663 – 15º andar – Fortaleza/CE
www.7coworking.com.br