Grupo português planeja construir complexo hoteleiro com três prédios na Praia de Iracema/Centro

Grupo português planeja construir complexo hoteleiro com três prédios na Praia de Iracema/Centro

Na esquina perpendicular ao inacabado Acquario, o conjunto com um hotel e dois apart-hotéis com mais de 20 andares está defronte ao mar, a poucos metros do Dragão do Mar e da Caixa Cultural Fortaleza (prédio histórico da antiga Alfândega).

Tramita na Prefeitura de Fortaleza um projeto para a construção de um grande complexo turístico do grupo português Dom Pedro Hotels & Golf Collection, proprietária do Eco-Resort Aquiraz Riviera. Batizado de Iracema, o complexo é composto de três prédios, sendo um hotel e dois apartamentos turísticos (apart-hotéis).

O empreendimento será localizado no terreno de 6.120 m2 onde funcionou a boate Alfândega, na esquina perpendicular à área do Acquario, cujas obras estão há anos paradas. Situado no lado esquerdo da avenida Almirante Tamandaré, tecnicamente a faixa de terreno não está localizada na Praia de Iracema, mas sim no Centro. Os fundos da área dão para a comunidade Poço da Draga e a frente para o Pavilhão Atlântico Fortaleza. O conjunto ficará a poucos metros do Dragão do Mar e da Caixa Cultural Fortaleza (prédio histórico da antiga Alfândega).

O empreendimento foi oficialmente anunciado no último dia 12 de fevereiro, em Lisboa, durante o evento de comemoração do aniversário de 50 anos do grupo Dom Pedro. O anúncio foi feito por Stefano Saviotti, o proprietário do grupo. Por se tratar de projeto especial, “o processo de licenciamento do complexo está na Comissão de Avaliação da Prefeitura de Fortaleza que vai calcular o valor da outorga da alteração de uso do solo”, disse ao Focus a secretária Águeda Muniz (Seuma).

Ou seja, os empreendedores terão que pagar ao município para uso do que os técnicos chamam de “solo criado”. Para se ter uma ideia, a outorga de construção do prédio residencial no terreno que abrigou o hotel Esplanada custou R$ 26 milhões de reais. O dinheiro foi usado em projetos de drenagem e urbanização de bairros da Regional 5.

Após feitos os cálculos, caso a empresa aceite a avaliação, o processo é encaminhado à Comissão de Avaliação do Plano Diretor, que aprecia o projeto em reunião pública do conselho composto por representantes do Poder Público e Sociedade Civil. Após essa apreciação e possível aprovação, assina-se o Termo de Compromisso (contrato entre as partes pública e privada, onde se prevê as condições de pagamento da outorga). Por fim, publica-se a decisão em Diário Oficial para posterior emissão do alvará de construção.

Os três prédios vão ter uma área total construída de aproximadamente 38.500 metros quadrados. Um dos prédios ocupará faixa de 2.392 m2 e terá área total construída de 15.257 m2. O segundo ocupará 2.348 m2 do terreno e abrigará 13.823 m2 de construção. O terceiro ocupará uma área de 1.379 m2 com previsão de 9.377 m2 de área construída.

O grupo Dom Pedro Hotels & Golf Collection construiu sua primeira unidade hoteleira há 50 anos na Ilha da Madeira. De lá para cá, formou-se uma coleção de oito hotéis e resorts, e seis campos de golfe. Entre eles, o Dom Pedro Laguna Beach Resort & Golf, no litoral do Ceará. Inaugurado em 2011 e integrado ao Eco-resort Aquiraz Riviera, o equipamento tem 200 metros de frente para o mar e o único campo de golfe profissional do Ceará.

Fonte: Focus em 26.02.20

Apesar de novo vírus, indústria e agronegócio podem se beneficiar

Apesar de novo vírus, indústria e agronegócio podem se beneficiar

Bolsa brasileira e câmbio reagem negativamente à confirmação do primeiro caso do novo coronavírus no Brasil, mas especialistas apontam que situação pode impulsionar o mercado interno e alguns setores da economia nacional

O novo coronavírus chegou ao Brasil, e a previsão de que a economia nacional pode ser afetada começa a ser discutida pelos analistas de mercado. Mas especialistas ouvidos pela reportagem ponderaram que as reações à nova doença nas bolsas asiáticas podem acabar representando uma janela de oportunidades ao agronegócio e à indústria cearense e nacional.

Com a redução da produção chinesa, as exportações brasileiras podem acabar aumentando para suprir o mercado do país asiático. Ainda assim, será preciso cautela para impedir que o vírus tenha efeito semelhante no País ao registrado na economia da China.

Após dois dias de fechamento e da confirmação do primeiro caso de contaminação no País, a Bolsa de Valores Brasileira (B3) despencou 7%. Outro fator de preocupação, o câmbio também apresentou uma flutuação desfavorável, com o dólar se valorizando 1,3% frente ao real. Mas para Lauro Chaves, conselheiro federal de economia e Ph.D em desenvolvimento regional pela Universidade de Barcelona, ainda é cedo para fazer uma avaliação precisa do impacto do novo coronavírus.

Contudo, a situação pode gerar boas oportunidades para o agronegócio e para a indústria cearense. Se a China mantiver níveis baixos de produção, explica Chaves, ela poderá buscar expandir as importações para suprir a ausência de produtos importantes. Entre os fatores para a escolha da origem desses itens estará, por exemplo, a análise sobre os pontos de contágio do vírus. Negociar com empresas de países onde o coronavírus ainda não gerou pontos de contágio pode evitar a reentrada da doença nas cidades chinesas.

“A produção agropecuária talvez consiga abrir novos mercados. Talvez, quem vai ganhar são o agronegócio ou a indústria brasileira que terão oportunidades com a redução do nível de atividades na China”, disse Chaves. “Muitas cidades lá estão em toque de recolher porque o risco de contaminação é muito alto, e o índice de mortalidade é muito severo. Quando há esse risco, as pessoas ficam em casa sem trabalhar”, completou.

Mercado local

Outra preocupação relacionada ao coronavírus é como o impacto da economia asiática pode se refletir nas atividades da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), já que a empresa conta duas acionistas da Coreia do Sul – Posco Inc. E Dongkuk E&C. Desde o início do surto da nova doença, em janeiro, as bolsas internacionais têm registrado sucessivas quedas. E a situação não é diferente para as duas empresas coreanas que atuam no Ceará.

Entre os dias 2 de janeiro e 25 de fevereiro, as ações da Posco e da Dongkuk tiveram quedas de 14,41% e 18,55%, respectivamente. Apesar do baixo rendimento, Chaves projetou que as operações da CSP não devem ser tão impactadas. Os principais motivos para a análise são o fato de que o minério de ferro utilizado para a produção da siderúrgica vem da Vale, empresa brasileira, e que boa parte dos produtos gerados tem destinos muito variados, incluindo América do Norte, Europa e Ásia.

“Na CSP, não devemos ter muito impacto. A Vale fornece o minério, e temos vários locais para onde essas placas são enviadas, então esse não é o principal problema. O que nós temos que ver é o tamanho desse impacto no mercado chinês. Corre o risco da China zerar o crescimento e entrar em recessão e isso seria um problema”, disse Chaves.

Previsão

Já para o vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Ceará (Ibef), Raul Santos, o efeito do coronavírus no Brasil deve ser contornado no médio ou longo prazo. Segundo ele, a queda na Bolsa e a valorização do dólar são reflexos do primeiro baque sentido pelo mercado a partir da incerteza gerada pela chegada da nova doença. Contudo, considerando que o novo coronavírus não se desenvolve tão bem em regiões mais quentes e de clima tropical, a situação no País deverá ser controlada logo.

“No primeiro momento, o vírus preocupa, até porque, na pauta de exportações, o mercado brasileiro está muito mais ligado à China do que aos Estados Unidos e à Europa, atualmente. Como somos exportadores de commodities, já temos uma perspectiva não muito boa. Mas sobre o vírus, esse tipo não se desenvolve muito bem em regiões de climas tropicais, então devemos controlar a situação”, disse.

Santos ainda ponderou, no entanto, que o mercado brasileiro terá, talvez, de se voltar para dentro para conseguir contornar os impactos iniciais no mercado internacional pelas incertezas geradas pela epidemia de Covid-19.

O vice-presidente do Ibef argumentou que, além do agronegócio e da indústria, o turismo local pode acabar sendo impulsionado pelo medo dos brasileiros de viajar para fora. A movimentação mais conservadora pode gerar bons números para as empresas de turismo dentro do País, mas também deverá gerar reduções nas vendas de companhias aéreas internacionais, com menos brasileiros indo à Europa, por exemplo, e menos europeus vindo ao Brasil.

“A economia local não vai entrar em descontrole. Mas o Brasil vai ter de se voltar para dentro ou buscar outros mercados. A China importa soja, petróleo, então esse mercado de commodities pode ser impactado. Mas o turismo nacional pode ser que se beneficie, com as pessoas deixando de viajar para fora”, disse Raul.

O vice-presidente do Ibef ainda disse que, apesar do novo coronavírus, a principal agenda do País precisa ser a continuidade da agenda das reformas estruturais, como a administrativa e a tributária, e o controle das tensões entre os poderes Executivo e Legislativo, que podem ser problemas à administração pública.

Fonte: Diário do Nordeste em 27.02.20

Banco Central quer criação de fundo para projetos de tecnologia

Banco Central quer criação de fundo para projetos de tecnologia

Os recursos virão de valores pagos pelos bancos ao BC, para uso de sistemas tecnológicos. Só em 2019 as cifras arrecadadas chegaram a R$ 274,4 milhões

Enquanto o Ministério da Economia luta para extinguir 248 fundos públicos, em um esforço para eliminar o chamado “dinheiro carimbado” do orçamento, o Banco Central reivindica um fundo somente seu. No projeto de autonomia do BC, que tramita na Câmara, foi incorporado artigo que prevê a criação de fundo para custear “investimentos e projetos estratégicos” da autarquia.

Os recursos virão de valores pagos pelos bancos ao BC, para uso de sistemas tecnológicos. Só em 2019 as cifras arrecadadas chegaram a R$ 274,4 milhões, mas ainda não está definido quanto disso irá efetivamente para o fundo.

Enviado no ano passado pelo governo de Jair Bolsonaro ao Congresso, o Projeto de Lei Complementar n.º 112, que trata da autonomia do BC, foi incorporado a outra proposta que estava na Câmara desde 1989, de n.º 200, para facilitar a tramitação.

Um dos principais pontos do texto estabelece mandatos fixos de quatro anos para o presidente do BC e os oito dirigentes da autarquia. A relatoria da matéria ficou a cargo do deputado federal Celso Maldaner (MDB-SC).

A reportagem apurou que a inclusão do artigo foi um pedido do próprio BC. A intenção é “carimbar” o dinheiro para uso, principalmente, em projetos de tecnologia, uma das prioridades do atual presidente do BC, Roberto Campos Neto.

O artigo prevê que o BC vai administrar os recursos em conformidade com regulamentação a ser editada pelo próprio BC, a partir de diretrizes do Conselho Monetário Nacional (CMN). Não há clareza sobre como serão usados os recursos nem sobre quanto o fundo terá à disposição. Conforme o BC, a regulamentação a ser editada pelo CMN determinará qual porcentual do que é pago todo ano pelos bancos irá para o fundo.

A proposta prevê ainda que o BC prestará contas do uso do dinheiro apenas ao CMN – que é formado pelo presidente do BC, pelo ministro da Economia e pelo secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia.

A criação do fundo vai na contramão da Proposta de Emenda à Constituição n.º 187, que começou a tramitar em 2019 no Senado e conta com patrocínio do Ministério da Economia, e prevê a extinção de todos os 248 fundos infraconstitucionais (não previstos na Constituição), que concentram cerca de R$ 220 bilhões em recursos.

Em nota sobre o fundo proposto, o BC defendeu que, “conforme substitutivo do relator, o referido fundo será utilizado apenas para custear investimentos e projetos estratégicos do BC relacionados ao desenvolvimento técnico e tecnológico e à promoção da estabilidade do sistema financeiro”. O BC também ressaltou que a aplicação dos recursos será definida a partir das diretrizes do CMN. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Diário do Nordeste em 25.02.20

Lufthansa e United Airlines se unem para comprar 45% da TAP

Lufthansa e United Airlines se unem para comprar 45% da TAP

Um dos atrativos da portuguesa é sua forte presença no Brasil, que tem Fortaleza como rota de destaque

A alemã Lufthansa e a norte-americana United Airlines se unirão para fazer uma oferta por 45% da portuguesa TAP. O percentual é referente à participação acionária do consórcio Atlantic Gateway, formado por David Neeleman e Humberto Pedrosa. O Governo português detém 50% da empresa e os funcionários, os outros 5%.

Para as empresas, a forte presença da TAP no Brasil, que tem Fortaleza com uma das principais rotas, é ponto forte do ativo. O avanço da ideia foi publicado nesta quarta-feira (26) pelo jornal alemão Sueddeutsche Zeitung e pela agência de notícias francesa Reuters.

Ambas as publicações, no entanto, informam que as negociações podem se arrastar. Um dos fatores a serem considerados pela Lufthansa e pela United é o prejuízo de 105 milhões apresentado pela TAP em 2019.

A portuguesa voa para mais de 85 destinos mundiais.

Fonte: O Otimista em 26.02.20

Porto do Pecém tem movimentação de longo curso 109% maior em janeiro

Porto do Pecém tem movimentação de longo curso 109% maior em janeiro

Em todo o mês de janeiro foram movimentados 4025 TEUs (unidade equivalente a 1 contêiner de 20 pés) entre o Pecém e outros portos do mundo. O número é 109% maior em comparação ao mesmo mês do ano passado, quando 1923 TEUs passaram pelo terminal portuário cearense. “Esse crescimento de mais de 100% mostra o quanto o Pecém está sendo cada vez mais percebido no cenário internacional. A nossa localização equidistante e estratégica em relação aos portos norte-americanos e europeus é um diferencial para players de todos os tamanhos. Assim nossa participação global aumenta e o mercado reconhece”, diz Danilo Serpa, presidente do Complexo do Pecém.

De acordo com o gerente de Negócios Portuários do Complexo do Pecém, Raul Viana, o aumento na movimentação de contêineres nas rotas de longo curso é resultado também da nova linha, iniciada em setembro do ano passado, entre o Porto do Pecém e alguns portos espanhóis e italianos.

“Hoje, o Pecém está conectado semanalmente aos terminais de Valência e Barcelona, na Espanha, além dos portos de Gênova, Livorno e Gioia Tauro, na Itália. Estamos operando essa nova linha há apenas cinco meses, mas em pouco tempo já estamos colhendo resultados satisfatórios, principalmente por conta do serviço de exportação de frutas”, afirma Raul Viana.

Principais Produtos
Os principais produtos movimentados no Porto do Pecém são: enxofre; terras e pedras; gesso, cal e cimento; frutas, cascas de frutos cítricos e de melões; plásticos e suas obras; ferro fundido, ferro e aço; papel e cartão; obras de pasta de celulose e de papel; calçados, polainas e artefatos semelhantes; obras de ferro fundido, ferro ou aço; bebidas, líquidos alcoólicos e vinagres.

Este tema será debatido no 10º ENLP – Encontro de Negócios em Língua Portuguesa que acontece nos dias 29 e 30 de abril de 2020 na FIEC – Federação das Indústria do Estado do Ceará
Para mais informações acesse: www.cbpce.org.br/10enlp, Inscreva-se na rodada de negócios.

Fonte: Diário do Nordeste em 19.02.20

M. Dias Branco mostra produtos na Gulffood, em Dubai

M. Dias Branco mostra produtos na Gulffood, em Dubai

Nos últimos três anos, a M. Dias Branco, sócia da CBPCE tem investido fortemente em exportação, visando fortalecer ainda mais as suas marcas globalmente, além de diversificar a atuação internacional.

Exportando para 37 países, a cearense M. Dias Branco – líder do mercado brasileiro de massas e biscoitos – mantém a estratégia de intensificar suas vendas externas.

Neste momento, a empresa participa do Gulffood, maior feira de alimentos e bebidas do mundo, que se realiza em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Seu estande nessa feira mostra lançamentos de produtos, inovações e tendências mundiais do segmento de massas e biscoitos.

Nos últimos três anos, a M. Dias Branco tem investido fortemente em exportação, visando fortalecer ainda mais as suas marcas globalmente, além de diversificar a atuação internacional.

Na Goodfood – que atrai clientes de todo o Oriente Médio e Norte da África – a M. Dias Branco está levando também as massas e biscoitos das marcas Richester, Isabela e Piraquê.

A feira terminará amanhã, quinta-feira, 20.

Fonte: Egídio Serpa/Diário do Nordeste em 19.02.20

Ceará é destaque no Turismo em 2019

Ceará é destaque no Turismo em 2019

O Estado apresentou crescimento de 4,8% no volume de atividades turísticas em 2019, segundo maior crescimento do País

O índice de atividades turísticas no Ceará em 2019 apresentou alta de 4,8% na comparação com 2018. O resultado faz parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e mostra que o Estado foi destaque entre as outras unidades da Federação no segmento.

Apenas em São Paulo (5,1%) o índice de atividades turísticas ficou acima do resultado do Ceará. Outros estados que se destacaram no volume de atividades turísticas em 2019 foram Minas Gerais (2,8%) e Rio de Janeiro (2,4%).

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, ressaltou a relevância do turismo para alavancar a economia brasileira. “Os dados mostram que o nosso trabalho está surtindo efeito. Estamos no caminho certo, levando o país para um desenvolvimento econômico sustentável, sempre com o objetivo de potencializar o turismo e gerar renda e emprego para a população”.

Dezembro
No mês de dezembro do ano passado, as atividades turísticas no Brasil cresceram 3,4% ante igual período de 2018, impulsionadas pelo aumento de receita das empresas de locação de automóveis e de transporte aéreo de passageiros.

Em dezembro de 2019, as maiores altas foram nos estados de Minas Gerais (6%), São Paulo (5,9%) e Rio de Janeiro (3,1%). No Ceará, o crescimento mensal foi de 1,3%.

Em contrapartida, os impactos negativos mais importantes vieram de Pernambuco (-3,9%) e da Bahia (-2,1%).

Fonte: Diário do Nordeste em 18.02.20

Elea Digital vai instalar novo data center no Ceará

Elea Digital vai instalar novo data center no Ceará

O Estado do Ceará vai ganhar a instalação de mais um data center – centro de processamento de dados. O investimento, de R$ 100 milhões, é do grupo Elea Digital S/A, formado pela Titan Venture Capital LTDA e a Piemonte Holding. Representantes do grupo reuniram-se, ontem, com o governador Camilo Santana para assinatura do Memorando de Entendimento. Também estiveram presentes o secretário do Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet), Maia Junior, e o executivo de Comércio, Serviços e Inovação da Sedet, Júlio Cavalcante.

Este será o quarto data center do Ceará. Atualmente, o Estado possui três centros de processamento de dados instalados: Angola Cables, Centurylink e Hostweb. Durante a assinatura do memorando, o governador Camilo Santana destacou o hub tecnológico do Estado. “Não tenho dúvida que vocês vão encontrar aqui todas as condições viáveis para o novo negócio. Já somos o segundo ponto mais conectado do mundo com nossos cabos submarinos e temos a estratégica de fortalecer o hub Tecnológico. A vinda da Elea Digital é muito importante para nós. Sejam muito bem-vindos ao Ceará”, afirmou o governador.

O sócio diretor (CEO) da Elea Digital, Alteredo Gonçalves Filho, destacou que, vista a estrutura de cabos que o Estado já possui, identificou oportunidade de investimento. “Queremos fazer isso de forma transparente e clara”, afirmou. “Estamos investindo aqui porque entendemos que o Ceará é um estado conectado com o mundo graças aos cabos submarinos. Vimos potencial enorme com a diminuição da distância entre os outros continentes”, ressaltou o sócio investidor, Alessandro Lombardi.

Na ocasião, o secretário da Sedet lembrou que o governo pretende se tornar digital até 2022. “Das 21 secretarias de Estado, 14 já estão trabalhando seus processos em nuvem. Isso significa redução de custos, maior controle e informações online”, destacou Maia Júnior.

Implantação
Com investimento previsto para realização em duas fases, a Elea Digital S/A deve implantar o data center na Capital Fortaleza em uma área de 2.000 m² na Fase I, projetado para operar em Nuvem Orquestrada Pública, Privada ou Híbrida, devidamente equipado para prestação de serviços de Colocation.

Na Fase II, o grupo pretender expandir 2.000m ² em 36 meses. O Investimento total projetado para o empreendimento é de R$ 100 milhões, sendo R$ 60 milhões na Fase I e R$ 40 milhões na Fase II.

Fonte: O Jornal O Estado do Ceará em 18.02.20

Pecuária puxa expansão do PIB do agro de janeiro a novembro de 2019

Pecuária puxa expansão do PIB do agro de janeiro a novembro de 2019

Nos 11 meses no ano passado, o setor teve crescimento de 17,19%

O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio cresceu 2,4% de janeiro a novembro de 2019, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/USP).

Em nota, as entidades dizem que o resultado foi impulsionado pelo segmento de insumos (+6,42%), seguido por agrosserviços (4,57%) e agroindústria (3,93%). A atividade primária foi a única com desempenho negativo (-4,12%).

De acordo com a CNA, a pecuária continuou puxando a expansão do PIB do agro. No acumulado de 11 meses no ano passado, o setor teve crescimento de 17,19%, com resultado positivo em todos os elos da cadeia produtiva.

“Ao longo de 2019, os preços dos produtos do ramo pecuário tiveram alta significativa, refletindo a aquecida demanda por carne no mercado externo em decorrência da peste suína africana (PSA). Além disso, registrou-se bom desempenho das produções de bovinos, suínos, ovos e leite no País”, diz o estudo CNA/Cepea.

Já o ramo agrícola teve queda de 3,06% no período de janeiro a novembro. “O elevado custo de produção em 2019 pressionou significativamente o PIB do segmento primário agrícola. Somada à elevação do custo de produção, 2019 foi marcado por queda de preço de produtos como algodão, mandioca, café e soja, comparativamente ao ano anterior”, explica a publicação.

Em novembro, o PIB do agronegócio cresceu 1,27%, com expansão de todos os segmentos: insumos (0,12%), primário (0,86%), agroindustrial (1,17%) e agrosserviços (1,71%).

Fonte: Portal DBO em 11.02.20

Ceará participa de Feira Internacional de Turismo na Itália

Ceará participa de Feira Internacional de Turismo na Itália

O Ceará chegou agora em Milão!

Em menos de um mês, nossa Terra do Sol, está em sua terceira feira internacional!

O Ceará, através da Secretaria de Turismo do Estado, está participando da quadragésima edição da Borsa Internazionale Del Turismo de Milão, BIT 2020.

O Secretário da Pasta, Arialdo Pinho, está na Itália para mais uma etapa do projeto de internacionalização do destino Ceará. São oportunidades que o turismo pode contribuir para impulsionar a economia cearense.

De acordo com o Secretário Arialdo Pinho, o projeto visa aumentar a logística na capacidade de trazer turistas estrangeiros para o Estado.

Arialdo destaca que “sem muitos voos um destino não consegue ser um mercado forte no mundo do turismo, por isso fomos em busca de companhias globais. Nossa luta era fazer com que o destino tivesse conexões para fortalecer o Ceará no mercado mundial. O primeiro passo foi conseguir a concessão do Aeroporto de Fortaleza. Com a Fraport assumindo, garantimos investimentos e ampliação do terminal.”

O Secretário de Turismo do Estado ainda ressalta que “depois disso, conquistamos o hub da Air France/KLM/GOL, novos voos da Latam, TACV (Cabo Verde Air Lines) e agora Air Europa. Triplicamos nossos voos internacionais e nacionais. Tivemos o maior aumento de passageiros internacionais no ano de 2019, conforme dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Foram 40% mais passageiros. Isso garantiu ao Aeroporto de Fortaleza passar do terceiro para o primeiro lugar no Nordeste. O Ceará é o destino que mais cresce no Brasil.”

Para todo o Estado do Ceará, é gerado um forte impacto na economia. Na rede hoteleira, no setor de transporte, nos restaurantes, supermercados e no comércio em geral.

Tudo isso é sentido. E com o aumento na quantidade de visitantes – nacionais e estrangeiros – a expectativa é que haja um incremento no campo de capacitação e oportunidades de negócio para os cearenses.

De forma planejada e estratégica, forma-se a segunda etapa do projeto, uma busca de cadeias internacionais de hotelarias. A promoção na parceria entre empresários cearenses e cadeias de renome internacional é fundamental. Com certeza esses voos – que são acessos mais rápidos ao Ceará – facilitam esses negócios.

Estar presente nas maiores feiras de turismo do mundo com estande próprio, mostrando o Ceará para o público especializado e também para o consumidor final ressalta a importância do projeto.

A Prefeitura de Fortaleza também marcou presença, na pessoa do Secretário Alexandre Pereira. O vice presidente da ABIH-CE e Fortaleza Convention Bureau, Régis Medeiros, também está presente na BIT 2020.

O Ceará, mais uma vez, está numa feira internacional com estande próprio, com demonstrativos de riquezas e diversidades naturais das praia, serras e sertão local, além de apresentar sua rede hoteleira, artesanato, população e gastronomia.

A BIT Milão acontece na Fiera Milano, um dos Centros de Convenções mais importantes do mundo. Lembrando, que, Milão é conhecida internacionalmente por ser a capital da moda, por marcas e estilistas famosos como Prada, Versace, Armani, entre outros, o que tem grande influência com o turismo e economia.

Fonte: Revista VemTambém em 11.02.20