Enid Câmara, Empreendedora inspiração – Eventos com maestria e competência

Enid Câmara, Empreendedora inspiração – Eventos com maestria e competência

Enid Câmara tem uma importância histórica no segmento de eventos e turismo cearense. Com muita competência, já organizou mais de 1.500 eventos.

Sua trajetória, marcada pela maestria, ganhou destaque não apenas no Ceará, mas nacionalmente.

Entretanto, o começo se deu de uma forma bastante comum, em 1993, quando foi estagiária de uma empresa desse segmento tão importante para o nosso Ceará.

Além de ser a fundadora e diretora geral da Prática Eventos, em 2011, ela tomou posse como integrante da Academia Brasileira de Eventos e Turismo (ABEVT) e se tornou a primeira mulher nordestina e cearense a ocupar uma cadeira nessa academia.

Atualmente, Enid preside a Associação Brasileira de Empresas de Eventos (ABEOC Ceará) em gestão prorrogada até final de 2021); é diretora secretária do Fortaleza Convention & Visitors Bureau, vice-presidente do Sindieventos Ceará e Diretora Geral da Prática Eventos.

Confira seu exemplo inspirador como empreendedora em nossa minientrevista de hoje.

1. Sua trajetória profissional se confunde com os primeiros passos da profissionalização do setor de eventos e do turismo no nosso Estado. Nos conte como os seus caminhos se cruzaram com esses segmentos.

Tudo teve início em março de 1993, quando entrei como estagiária na Prática Empresarial, que era gerida por Roberto Matoso (In memoriam).

Eu nunca tinha organizado eventos antes e estou há 27 anos nesse setor. Quem entra nesse universo fantástico dos eventos, costuma gostar e permanecer por muito tempo. Eu sou assim.

2. Como surgiu a ideia de empreender com a Prática Eventos? Qual o trabalho mais desafiador que vocês já aceitaram realizar?

Em janeiro de 1997, transformamos a área de eventos da Prática Empresarial em uma empresa focada somente na promoção e organização de eventos (Prática Eventos), da qual me tornei sócia majoritária.

Sobre o trabalho mais desafiador, todos os eventos são únicos e têm em si particularidades e desafios próprios, mas acredito que o mais desafiador foi organizar um evento que precisaria de no mínimo seis meses para sua produção, e o cliente nos contratou para organizá-lo com o prazo de uma semana e com um feriado no meio.

Mas, graças ao emprenho de toda a equipe envolvida, o evento aconteceu com sucesso e nos trouxe inúmeros ensinamentos.

3. Quais são os principais desafios que tem se construído ao longo dos últimos dois anos, com tantas mudanças na política e na economia?

Ser empreendedor e pequeno empresário no Brasil é um desafio constante, mas acreditamos muito na força do setor produtivo. Precisamos de lideranças políticas que compreendam a dimensão do nosso setor e que nos ajudem a construir políticas públicas.

4. Qual a mulher mais admirável que você conhece? Por que?
Sou fã de muitas mulheres que nos inspiram diariamente, mas quero aproveitar este espaço e homenagear minha mãe Maria Ivani Lima Câmara de Vasconcelos, que me ajuda diariamente a vencer os desafios com fé e muita oração. Sou sua fã incondicional.

Uma mulher que era uma grande executiva e aos 20 anos casou com meu pai e, por amor, largou a cidade grande e se tornou uma empreendedora na zona rural.

(Transcrita da coluna Salete em Sociedade)

Fonte: Edgony Online

 

O sucessor do Portugal 2020 tem €24 mil milhões para aplicar no país entre 2021 e 2029

O sucessor do Portugal 2020 tem €24 mil milhões para aplicar no país entre 2021 e 2029

Bem mais do que os €14 mil milhões do Plano de Recuperação e Resiliência 2021-2026. E o governo já prometeu que, pelo menos, €5 mil milhões do Portugal 2030 serão canalizados diretamente para as empresas.

Fartos de números redondos, os investidores querem saber é se podem, como podem e quando podem aceder a estas verbas. E quem melhor do que a própria comissária europeia da coesão e reformas para responder às dúvidas dos empresários nacionais?

Para quem teme perder o acesso aos apoios comunitários por empregar 250 ou mais trabalhadores, Elisa Ferreira explica como as grandes empresas ainda podem aceder aos fundos.

E para quem está com dificuldades em executar o projeto aprovado no atual Portugal 2020, saiba se pode dividir o investimento em duas fases e transitar a segunda fase para o Portugal 2030.

Com as empresas tão descapitalizadas pela pandemia, até poderão surgir novos instrumentos de apoio, inclusive entradas temporárias no capital. Será que o governo vai seguir o apelo de Elisa Ferreira e tirar pleno partido do InvestEU? Este novo programa europeu pode vir a ser um verdadeiro “milagre da multiplicação” dos fundos à disposição de Portugal.

Apesar do atraso das negociações do governo português com Bruxelas quanto ao acordo de parceria Portugal 2030, a verdade é que nada impede o ministro do planeamento de cumprir a sua promessa e abrir os primeiros concursos aos empresários até ao final do ano. “Os países podem acumular, por antecipação, uma lista de projetos que serão depois candidatáveis aos fundos”, tranquiliza Elisa Ferreira.

Enquanto prepara o projeto a candidatar, saiba que a comissária promete tirar o máximo partido das novas tecnologias de inteligência artificial para combater a fraude nos fundos. E desta vez vai querer saber onde o dinheiro vai parar, ou seja, quem é, afinal, o beneficiário último das verbas europeias.

Prioridade ao PRR
Antes do Portugal 2030, a prioridade do governo português é fechar as negociações do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) com a Comissão Europeia.

A lista definitiva de projetos e reformas deve seguir para Bruxelas nas próximas semanas. Mas a polémica prossegue quanto à ambição e ao calendário da chamada “bazuca” para recuperarmos da crise pandémica de forma mais resiliente, verde e digital.

Cerca de metade dos países já ratificaram a chamada Decisão dos Recursos Próprios, mas são preciso 27 assinaturas para a Comissão poder finalmente ir aos mercados financiar o pacote de recuperação europeu. Resta saber se a suspensão ordenada pelo Tribunal Constitucional alemão não será um “balde de água fria” para as expetativas que Portugal tem em receber o primeiro “cheque” ainda este semestre.

Cá dentro, o ministério do planeamento continua a afinar a versão final do PRR. Mas o Banco de Portugal antecipou-se. E já estima que o PIB de 2026 seja 1,1% a 2,0% maior devido ao PRR. Isto no pressuposto de que dois terços dos subsídios serão mesmo canalizados para investimentos públicos.

A guerra instalada no PRR português entre público e privado não podia contrastar mais com a estratégia do país vizinho. Aqui pode ler como o governo espanhol se aliou às maiores empresas para multiplicar o poder de fogo da sua “bazuca”. Incluindo um grande consórcio público-privado com a Volkswagen e a Iberdrola, na ambição de instalar uma das primeiras fábricas de baterias para carros elétricos em Espanha.

Por cá, nem a burocracia se resolve em torno dos fundos europeus. Daí o destaque dado ao desabafo do próprio secretário de Estado do desenvolvimento regional, Carlos Miguel: “A Administração Central tem urdido uma teia de pareceres vinculativos que tudo emperra, trava, demora, chateia, na maior parte das vezes para satisfazer pequenos poderes instituídos”.

No Expresso, continuamos a discutir as prioridades do PRR neste ciclo de debates em parceria com a Deloitte. O próximo será dedicado à emergente fileira da saúde. E o mote para a discussão é se o PRR não terá público e passado a mais. E privado e futuro a menos.

Já o turismo foi o foco do último debate. E a secretária de Estado Rita Marques trouxe novidades a este sector tão fustigado pela pandemia: “Temos vindo a trabalhar para assegurar um conjunto de instrumentos de financiamento, e sobretudo de capitalização, que muito em breve, a muito curto trecho, será conhecido”.

Fonte: Expresso.pt

 

Reconhecimento oficial das Câmaras de Comércio Portuguesas é tema de sessão de esclarecimento online

Reconhecimento oficial das Câmaras de Comércio Portuguesas é tema de sessão de esclarecimento online

Em mais um encontro de troca de experiências e de demonstração da relevância das relações de negócios entre Brasil e Portugal, um grupo de representantes do Governo de Portugal e da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil e suas associadas debateu na manhã desta terça-feira, dia 23 de março, durante uma sessão de esclarecimento online, diversos aspectos referentes ao reconhecimento oficial das câmaras com sede e atuantes no Brasil por parte da autoridade governamental portuguesa.

Com moderação e condução do evento por parte da equipe da Secretaria de Estado da Internacionalização de Portugal e apresentações de temas como os procedimentos para o pedido de inscrição de representação permanente em Portugal e para a declaração de utilidade pública de pessoas coletivas estrangeiras com representação no país, os participantes puderam tirar dúvidas e entender aspectos legais, jurídicos e diplomáticos que envolvem o tema.

Para Armando Abreu, presidente da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil e que fez a abertura do evento, o potencial de atração de investimentos entre os dois países é uma das diversas justificativas para esse reconhecimento. “O Brasil tem uma situação peculiar, pois possui uma ampla rede de 18 câmaras de comércio e indústria portuguesas espalhadas por todas as regiões do país, com atuação forte na geração de negócios entre as duas nações. Daí a importância de contar com a validação oficial do governo português como uma chancela de legitimação dessas entidades como representantes da diplomacia econômica, o que ajudará bastante na conquista de novos investimentos”, destacou Abreu.

Redação: AD2M Engenharia de Comunicação. 23/03/2021

Engenheiro Yunare Marinho é o novo sócio CBPCE

Engenheiro Yunare Marinho é o novo sócio CBPCE

Yunare Marinho Targino é Cidadão Luso-Brasileiro, natural de Campina Grande – PB, graduado em engenharia mecânica e pós graduado em engenharia de segurança do trabalho e psicologia transpessoal, além de mestrado em concepção, gestão e ambiente.

Yunare também é constelador familiar e organizacional e terapeuta Reiki, além de co-autor do livro “Desenvolvendo Organizações: Uma abordagem transpessoal” e autor do livro “Alto Desempenho com Propósito: protagonizando a alta performance”.

Seu atual cargo é na M. Dias Branco, empresa também sócia da CBPCE, onde ocupa o cargo de Gerente Corporativo de Processos Industriais.

” Sou cidadão Luso-brasileiro e tenho interesse em somar com o desenvolvimento socio-econômico pessoal e profissional entre os negócios que possam fortalecer a relação Ceará-Portugal” destaca Yunare.

Fonte: CBPCE

APSV Advogados lança o seu primeiro programa em sintonia com Pacto Global

APSV Advogados lança o seu primeiro programa em sintonia com Pacto Global

O escritório APSV Advogados lançou no Dia Mundial da Água, comemorado nesta segunda-feira (22) o APSV Impact, programa de sustentabilidade voltado para uma transformação interna e relacionamento da empresa com clientes e mercado. Admitido recentemente pela ONU como signatário do Pacto Global, esta foi uma de suas primeiras ações de grande impacto.

Segundo a sócia e gestora da área de governança e direito societário, Mariella Rocha, a iniciativa é resultado de uma articulação transversal entre as áreas de prática jurídica, que já lidam no dia a dia com fatores ambientais, sociais e de governança, ESG (sigla em inglês para environment, social and governance). “Esse é um caminho natural para um escritório que possui equipes atuando juntas em Direito ambiental, urbanístico, trabalhista, digital, fiscal, regulatório e societário”, ressaltou.

O Pacto Global, segundo Igor Gonçalves, que integra a área de sustentabilidade do APSV, é uma iniciativa voluntária que fornece diretrizes para a promoção do crescimento sustentável e da cidadania, por meio de lideranças corporativas comprometidas e inovadoras. Segundo ele, no Ceará, também participam do Pacto Global, empresas como a Cimento Apodi, M. Dias Branco, Solar, Framework, entre outras.

Ao aderir ao Pacto Global o APSV Advogados compromete-se no dia a dia de suas atividades com dez princípios, derivados da Declaração Universal de Direitos Humanos, Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho, Meio Ambiente e Desenvolvimento e da Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção. Quem integra a iniciativa assume, também, a responsabilidade de contribuir para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A escolha do dia 22 teve a proposta de registrar um dos recursos naturais mais vitais para a humanidade e caro para o Ceará: a água, tratado no ODS 6. A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social, segundo a Declaração Universal dos Direitos da Água. Quem deseja conhecer o programa deve acessar o site: http://www.apsvimpact.com.br.

Fonte: BaladaIn

Ricardo Valente: Arrendamento portuário e a economia

Ricardo Valente: Arrendamento portuário e a economia

Em 2020, os granéis sólidos, cereais e não cereais tiveram um crescimento de 28,7% em relação a 2019, no Porto do Mucuripe, representando o maior crescimento de carga do Porto no ano passado.

A expectativa é que o Porto do Mucuripe arrende, neste ano, o seu Terminal de Trigo (MUC01), destinado à movimentação e armazenagem de granéis sólidos vegetais e o segundo desse tipo mais movimentado do Brasil.

Administrado pela Companhia Docas do Ceará, o Porto poderá ter uma retroárea destinada a combustível também licitada em 2021.

Estima-se que os investimentos serão de R$ 56,7 milhões, em 25 anos, além dos milhares de empregos gerados.

Nesse sentido, é válido destacar a Lei Federal nº 14.047/2020, que reafirma o caráter essencial da atividade portuária, prevê medidas de combate à Covid-19 e é apontada como importante instrumento na minirreforma do setor portuário, prevendo flexibilidade na gestão e exploração dos portos públicos, investimentos e ampliação do quantitativo movimentado de cargas.

A Lei prevê dispensa de licitação nos contratos de arrendamento portuário quando for comprovada a existência de um único interessado na exploração do bem, após ser realizado um chamamento público para identificar interessados e quando a exploração estiver em conformidade com o Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto.

Sobre isso, o Porto do Mucuripe está reelaborando o seu Plano, a fim de criar novas áreas para arrendamento, visto que 90% deste não é arrendado. O projeto se encontra no Tribunal de Contas da União.

Mecanismos legais devem ser vistos no Direito Portuário como instrumentos importantes para o desenvolvimento do setor e da economia nacional. Que mais iniciativas como esta sejam possíveis, contribuindo para dar novos rumos aos portos.

Autor: Ricardo Valente, advogado

Fonte: O Povo (Opinião)

Redes, paradiplomacia e negócios internacionais no Ceará

Redes, paradiplomacia e negócios internacionais no Ceará

Reescrevo e atualizo um artigo que preparei em setembro do ano passado para a Trends (veja aqui) e onde abordo um estudo que o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) realizou com o governo federal associado a uma série de reuniões no Brasil para debater a atuação dos governos locais na promoção do comércio exterior e atração de investimento estrangeiro. Tive a oportunidade de participar desse debate e tomar nota de alguns pontos que compartilho neste artigo.

É cada vez mais significativo o papel dos governos subnacionais na atração de investimentos e promoção do comércio exterior. É o que diz, por exemplo, um estudo da Universidade de Columbia. Existem cerca de 8 mil agências subnacionais de promoção de comércio e investimentos no mundo. Ou seja, 50 agências subnacionais para cada agência nacional. No Brasil, não é diferente. Estima-se que 22 Estados e 366 municípios possuem algum tipo de órgão que trata de relações internacionais.

Nada mais natural numa economia globalizada, onde algumas startups nascem para ser globais, o turismo se tornou uma importante fonte de poupança externa e as metrópoles avançam na concentração das populações e da economia. Com pouco mais de 84% da população brasileira vivendo em áreas urbanas, os governos estaduais e das regiões metropolitanas não podem ignorar essa tendência mundial nem subestimar as suas vantagens comparativas na promoção comercial e atração de investimentos.

Além do mais, estados e municípios estão melhor preparados para endereçar questões relevantes para o investidor, tais como licenciamento ambiental, fornecimento de utilities, site location, entre outros. Os governos locais também têm um bom histórico em trabalhar com o setor privado, já que algumas agências locais são diretamente financiadas e apoiadas por empresas a nível municipal.

Um bom exemplo desse fenômeno é a Greater Houston Partnership, organização que trabalha com o governo da cidade para representar as oportunidades econômicas de Houston, e é composta por 1.200 empresas. Trazendo nossa experiencia cearense associada a esse exemplo, saliento a articulação executada pelas Secretarias de Assuntos Internacionais do Estado e da Prefeitura de Fortaleza, bem como pela Câmara Setorial de Comércio Exterior e Investimentos Estrangeiros da ADECE/SEDET e por instituições como a Câmara Brasil Portugal no Ceará, o SEBRAE, FECOMÉRCIO e FIEC, e ainda a rede de consulados estrangeiros em Fortaleza e outras Câmaras de Comércio. Juntas, revelam bem as vantagens da associação público-privada na promoção do comércio exterior e atração de investimentos estrangeiros para o Ceará.

O projeto Ceará Global, criado há quatro anos numa concertação público-privada é melhor mostra disso, pois transcende a ação de governos, porque mantêm vínculos estratégicos e transversais e atua numa lógica de redes, conseguindo resultados onde a diplomacia de Estado, por ser uma instância formal, pode ter dificuldades de alcançar. A recente implementação da governança do Ceará Global permitirá ampliar o esforço de divulgação internacional do nosso ambiente de negócios através do LinkedIn e implementar a rede de ambassadors, formada por cearenses e amigos do Ceará distribuidos pelo mundo, seguindo o mesmo exemplo do que Portugal faz através da sua diáspora para chamar a atenção do capital estrangeiro para o novo Portugal.

Entretanto, o grande desafio é identificar a melhor estrutura e características para performar as melhores entregas. O BID apontou em sua análise sobre o ambiente da paradiplomacia brasileira, uma série de indicadores que podem revelar a melhor forma de exercício dessa atividade por parte de estados e municípios e que está basicamente fundada nos seguintes pressupostos:

  • Competências legais,
  • Existência de estratégias e programas em comércio e atração de investimentos,
  • Capacidade institucional,
  • Capacidade de adoção de mecanismos de promoção,
  • Nível de relacionamento com governos estrangeiros,
  • Disponibilidade de recursos humanos, e Capacidade orçamentária.

Além disso, o BID também aponta que pouco disso adianta se a avaliação da performance não for executada e se não forem medidos o impacto social e ambiental dos investimentos atraídos por estados e municípios.

Trazendo para a nossa realidade, se articulações como a Câmara Setorial de Comércio Exterior e IED e o Projeto Ceará Global são evidências positivas, a ausência de uma coordenação entre os municípios da grande Fortaleza é, sem dúvida, uma das mais visíveis ineficiências do nosso processo de desenvolvimento regional, qualquer que seja a perspectiva, visto que o corredor do desenvolvimento da Grande Fortaleza passa pela vital necessidade de sinergias entre, pelo menos, os municípios vizinhos do Eusébio, Aquiraz, Maracanaú, São Gonçalo do Amarante e Caucaia. A Autarquia da Região Metropolitana de Fortaleza – AUMEF, criada em 1975 e extinta em 1992, faz falta. Essa estrutura seria importante para debater e propor oportunidades para a grande Fortaleza, a principal metrópole de influência regional no norte-nordeste do Brasil, conectada à vida de mais de 20 milhões de brasileiros e estrategicamente situada à margem do Atlântico Sul, equidistante da América do Norte, Europa e África.

Uma última nota, ainda, sobre o que parece ser importante para promover uma melhor inserção internacional do Ceará: a compreensão do nosso ecossistema de negócios internacionais e suas conexões no exterior. Isso é vital para subsidiar uma estratégia de internacionaliza da economia do Ceará. Sobre isso, destaco uma iniciativa da Câmara Brasil Portugal que realiza anualmente sobre ingresso de IED no Ceará. A partir dela, é possível visualizar um cruzamento entre empresas cearenses com capital estrangeiro e empresas engajadas em comércio exterior. Essa coneção entre Comex e IED é estratégica. Numa visão ecossistêmica do nosso ambiente de negócios não basta perceber os elementos, é vitar perceber a relação entre esses elementos.

Mas falta ainda observação mais robusta envolvendo os próprios empreendedores, como sugerida na matriz difundida pelo modelo de Uppsala revisado, que destaca e valoriza as relações bilaterais do entrepreneur, e a interdependência entre empresa, a partir do momento em que o processo de internacionalização é visto como rede. O conhecimento gerado por meio desta conexão em rede causa um acúmulo de conhecimento que envolve desde recursos e capacidade estratégica, e, esta interação fornece a empresa uma fonte de informações comerciais relevantes.

Enfim, é isso. Precisamos avançar em governança e visão ecossistêmica.

Artigo Rômulo Alexandre Soares

Amanhã 25/03 acontece a quinta edição do Seven Talks

Amanhã 25/03 acontece a quinta edição do Seven Talks

A quinta edição do Seven Talks acontece nesta quinta, 25, às 13h07. O tema da conversa será “Como montar eventos corporativos online”, com transmissão no YouTube e no Instagram do Seven Coworking.⠀

A jornalista Mônika Vieira, será responsável pela mediação, e receberá Micheline Camarço, diretora da Ikone Eventos, e Carlos Coan, mentor executivo focado em Transformação Digital.⠀

Acesse o canal no youtube da 7 coworking clicando aqui

Francisco Ivens de Sá Dias Branco Júnior recebe medalha do Mérito Industrial da CNI

Francisco Ivens de Sá Dias Branco Júnior recebe medalha do Mérito Industrial da CNI

O Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Ricardo Cavalcante, indicou o Empresário Francisco Ivens de Sá Dias Branco Júnior (M. Dias Branco) para receber a mais alta comenda da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Medalha do Mérito Industrial. Em reunião realizada nesta terça-feira (23/03), a CNI aprovou a homenagem em referência ao valoroso trabalho prestado pelo Empresário, e à qualidade e competência da M. Dias Branco com relevância no Ceará e em todo o país.

Francisco Ivens de Sá Dias Branco Júnior se junta ao honroso hall de grandes empresários que receberam a comenda, entre eles seu pai, o saudoso Francisco Ivens de Sá Dias Branco.

Fonte: FIEC

Escritório de advocacia Porto Costa & Praça Advogados Associados é o novo sócio da CBPCE

Escritório de advocacia Porto Costa & Praça Advogados Associados é o novo sócio da CBPCE

Porto Costa & Praça Advogados Associados é uma sociedade constituída por profissionais graduados e de expressiva especialização na recuperação de créditos judiciais e extrajudiciais, oferecendo soluções customizadas voltadas às necessidades específicas de cada cliente, sejam empresas públicas ou privadas.

A Porto Costa & Praça Advogados Associados ocupa hoje uma posição de destaque no cenário jurídico nacional, mantendo canais variados de comunicação, como: cartas, atendimento web chat, contact center ativo e receptivo e atendimento presencial. Diversas outras ferramentas tecnológicas são utilizadas no intuito de trazer uma maior segurança jurídica na condução de suas operações.

Contatos:
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