A crise do coronavirus vai quebrar minha empresa, e agora? Como se transformar em 4 passos

A crise do coronavirus vai quebrar minha empresa, e agora? Como se transformar em 4 passos

Me chamo Igor. Sou Empreendedor, futurista e arquiteto, fundei minha primeira iniciativa mais inovadora em 2010, um dos primeiros coworkings do Brasil, chamado Elephant, e de lá para cá participei de diversas iniciativas de inovação como aceleradoras de startups, co-fundei mais de 5 hubs de inovação pelo Brasil e mais atualmente um dos principais festivais de tecnologia socioambiental da America Latina, chamado Winds for Future.

Já estou em quarentena a mais de 10 dias, e todo dia minha cabeça muda um pouco, mas tenho uma hipótese que dificilmente irá mudar, a de que o mundo não é o mais o mesmo, e nunca mais será após a pandemia do corona.

A era corona talvez traga para o presente, o que só aconteceria apenas em 2025, 2030.. não sabemos, mas a verdade é, muito do que está acontecendo, já iria acontecer, está apenas sendo MUUUUITO MAIS acelerado, do que já era previsto.

Mesmo que a “cura”, ou tratamento contra o vírus, fossem descobertos HOJE, o mundo demoraria uns 3 a 4 meses para voltar ao normal (todos livres para sair de casa, exceto a 3a idade) e a economia, talvez 1.5 ou 2 anos… mas independente, o caminho não será o mesmo, não voltaremos para o mesmo estagio de um dia antes do corona. Muitos hábitos da sociedade vão mudar, outros que estavam a caminho, serão acelerados, por isso digo, o mundo já mudou, e não tem mais volta.

No Brasil, vamos sofrer ainda mais, pois a nossa mão de obra é muito carente de especialistas, e nossas empresas, mesmo as maiores, detêm pouca, ou nenhuma tecnologia autoral (de nível internacional). Nossos primeiros unicórnios (startups com valor de mercado de 1BI U$) , são principalmente empresas fintechs que conseguiram aproveitar a ruptura de um mercado monopolizado por 4 ou 5 bancos a décadas, e mesmo que já sejam startups gigantes, atuam na sua maioria nacionalmente, ainda precisando comprovar poder internacional de produto e expansão, para assim poderem competir num mercado tão monopolizado que é o mercado digital.

Mas, enfim, e nós? pequenas e micro empresas, nesse universo tão complexo, o que podemos fazer para se transformar e continuar com nossos negócios não apenas vivos, mas crescendo?! (opa, essa hora você deve ta me achando maluco).
Primeiramente, gostaria de enfatizar que meu intuito aqui é escrever um MAP (Mínima adaptação Viável) para micro e pequenos empreendedores, e não uma solução ou programa completo de re-invenção a-jato para todas as empresas. Cada empresa precisará analisar sua realidade e avaliar se é possível uma adaptação rápida ou mais lenta. A boa notícia nesse momento é que quanto menor sua empresa for, mais leve e rápido você poderá se mover e se adaptar.

Vamos aos próximos passos!

Passo 1: Você e sua família

Sua empresa perderá muitos ativos (físicos e recursos financeiros), mas não pode se dar ao luxo de perder você. Além da sua empresa, familia, amigos e entes queridos vão precisar de ajuda, e como as coisas ficaram “um pouquinho” mais difícil, você precisará esta 100% para enfrentar esse momento de transformação.
Comece em manter sua imunidade (física e psicológica) no mais alto padrão possível, da forma mais simples e barata.
– Durma de 7 a 8 horas por dia.
– Beba de 2.5 a 3 litros de água. Se não puder comprar ou não tiver filtro em casa, lembre-se da alternativa de ferver.
– Meditação (vai ajudar a manter você no controle, além de diminuir stress)
– Exercícios (existem muitas formas de se exercitar em casa, pesquise por “como se exercitar em casa” no google). (até essa etapa o gasto foi ZERO)
– Você precisará de menos energia, então avalie comer menos, mas de forma balanceada. (lembre que você estará menos ativo, e que não sabemos quanto tempo essa crise irá demorar, então melhor se adaptar agora).
– Cuide dos outros ao seu redor, lhe ajuda a manter um senso de propósito e passar por essa fase (alem de saber que se alguém precisar de ajuda, todos terão que cuidar daquela pessoa).

Passo 2: Seu ESPAÇO mudou, Sua ROTINA também

Entenda sua nova realidade e prepare sua nova infra-estrutura e rotina.
– Defina um lugar de trabalho tranquilo e ventilado.
– Prepare sua mesa com o que você mais gosta (plantas, porta retratos, objetos de decoração etc)
– Pense na ergonomia como uma todo; altura do computador, cadeira confortável (eu trouxe a mesa e cadeira do meu coworking).
– Escolha o ponto da casa onde a internet wifi seja mais veloz, ou mude o roteador de lugar.
– Reduza sua rotina de trabalho para 4 a 6 horas/dia (Sua rotina mudou completamente, entenda sua realidade e se adapte, pois você terá que economizar recursos que costumava utilizar para terceirizar vários serviços em casa, tais como preparação dos alimentos, lavar roupas, pratos, limpar a casa, cuidar de pessoas ou crianças próximas a você, sendo você agora, a pessoa responsável por isso, precisará de mais tempo, não adianta se iludir)
– Estude !!! mais do que nunca. Sugiro no mínimo 2 horas por dia, tem tempo sim, tire das redes sociais e Netflix. (vou começar sugerindo aprender outras línguas, quanto mais idiomas, maior sua capacidade de alcançar novos mercados, vamos lembrar (temos a vantagem do custo nesse momento, 1U$ = 5R$) ou seja, se nos capacitarmos e concorrermos com outros países, nossa proposta de serviço/produção já começa 5x mais barata. O inglês é falado por praticamente 1/3 do mundo, eu começaria por ai. (no final do artigo coloquei alguns mercados e tendências que serão aceleradas nesse momento).
– Corte custos! Priorize um bom plano de saúde, alimentos que tragam energia, e qualquer custo para manter sua casa funcionando e em segurança.

Passo 3: Mantendo sua “nova” EMPRESA

Controle emocional é a principal habilidade agora. Sugiro que a partir de agora, seu planejamento seja mensal, pois todos os dias, tudo pode mudar.
– Faça um planejamento mensal de Receita, por ex: abril, seja pessimista.
– Procure estancar o sangue! Equalize os custos para igualar as receitas, eu sei, é quase impossível, você terá que negociar desde aluguel, fornecedores, pedalar contratos que não possam ser quebrados, fazer o que for, lembre de quando você começou sem nem 1 real, é por ai.
– Para que você possa manter mais pessoas no time, mais talento e gente pensando, e reduzir o impacto de desemprego de forma generalizada, o ideal também é reduzir a carga de trabalho de todos, de 8 para 4 ou no máximo, 6 horas. Para as pessoas que não poderem ficar, eu não chamaria isso de demissão, e sim de “congelamento” de relação, pois nunca sabemos o dia de amanhã e tudo pode voltar ao normal em 2 ou 3 meses… Já que ninguém irá sair de casa, também não precisa pagar vale transporte.
– A partir do time de abril planejado, defina os horários de trabalho que todos possam estar de forma simultânea, e que canais de comunicação irão utilizar (indico o slack para mensagens e google hangouts para video conferências).
– De novo, evite sangramento e perca do caixa, você vai precisar dele no próximo capitulo dessa história.

Passo 4: Crie a empresa que vai destruir a sua. Foque TODA a sua energia e recursos em DESMATERIALIZAR, DESMONETIZAR E DEMOCRATIZAR SEUS PRODUTOS E SERVIÇOS

Se você já tiver produtos ou serviços digitais que geram alguma receita, AGORA é hora de focar neles, mas existe uma diferença, a desmonetização do mundo será grande e você precisa estar preparado para precificar bem o seu produto. Eu imagino que serviços que ja tem preços baixos, com a alta demanda e novo potencial de escala, deverão ficar ainda mais baratos, pois o potencial de crescimento nesse momento é gigante.

E se você NÃO tiver produtos ou serviços digitais? junte as pessoas mais inovadoras da sua empresa, e faça um brainstorming para digitalizar todo o seu negócio, produtos e serviços, pensando com a seguinte lógica:

Praticamente todos os serviços e produtos, podem, de alguma forma, digitalizar sua forma, e levar isso até o cliente de um jeito diferente. Seja um software, atendimento remoto, vender apenas delivery ou por e-commerce… enfim. Mas se você tem muita experiência e entende que seu mercado irá colapsar completamente, considere avaliar o potencial de capital “conhecimento” que existe dentro da sua empresa sobre outros mercados, pode ser que você possa testa-los.

Vamos aos 3 conceitos para transformação digital:
Desmaterialização: Lojas de atacado e varejo, consultórios, encontros físicos, escolas, tudo isso pode ser desmaterializado. Sim, quase tudo pode ser online: Sites, softwares, algoritmos, videos, webinars, venda online etc. Feche imediatamente suas lojas físicas ou escritórios, mude para um endereço virtual (nosso coworking oferece isso! https://elephantcoworking.com.br/endereco-fiscal/) ou negocie uma carência de aluguel até a crise passar, mantendo talvez, apenas um estoque para distribuição, seja por um site, seja por whatsapp.

Desmonetização: O mundo estará com uma grande crise de liquidez, as pessoas, mês a mês priorizarão o essencial para a vida e saúde, muitos estarão desempregados e todos precisarão se adaptar a uma nova forma de consumo.
Antes do corona, talvez você cobrasse 150 reais numa consulta, num serviço ou produto, agora com a crise, talvez você poderá cobrar a metade, mas também gastará a metade, pois seus custos estão reduzidos. O mais importante é continuar gerando valor para a sociedade, e se manter ativo, eu não pensaria em lucro no primeiro momento, antes faturar algo, do que não faturar nada (lógica de manter o cliente) e de acordo com a volta do mercado e a procura for crescendo, os valores vão se ajustando.

Democratização: Nisso as startups e serviços digitais tradicionais são bons, em cobrar barato ou até oferecer de graça (ps: quando você utilizar um produto gratuito, você é o produto) com o plano de vender seus dados ou potencializar outro negócio da rede.
Porque democratizar? porque é onde está a maior parte da população do mundo, e agora, com capital cada vez mais reduzido, e por isso que aqui entra a fase mais difícil, crescer, ganhar escala, reduzir ainda mais os preços, nessa fase você irá ter que utilizar todo o capital da sua empresa para investir de tecnologia, inteligência e marketing para crescer. Foi para isso, que lá atrás (hoje), no começo da crise, você estancou todo o seu recurso, aqui é a hora de investir, aqui é a hora de construir um novo futuro para sua empresa e todos que ajudarão ela a crescer e impactar o mundo.

Mercados e tendências:
Coloco aqui apenas algumas ideias e mercados que já percebo com alto potencial para os próximos meses. Aluguel residencial, agro, varejo online, saúde, logística, educação e claro tecnologia, são alguns dos mercados que devem ser exponencializados nesse momento.
aluguel residencial: Muitas famílias e pessoas idosas devem dividir moradia nesses próximos meses, criando necessidade de uso de novas residências.

Agro e alimentação:
Pessoas mais ansiosas, acumulando alimentos e com menos poder aquisitivo, necessitarão “cortar” intermediários para baixar o valor dos bens. Levar o alimento direto da fazenda até a porta do cliente com certeza terá muitos benefícios, deverão surgir diversos clubes de assinaturas.
Restaurante que já estavam no delivery devem estar focados nisso nesse momento, que não estava, ta virando agora. As famosas cloud/dark kitchens devem pipocar nesses próximos semestres.
Empresas de entrega de doces como um todo, receberam um aumento brutal na demanda mundial nas ultimas semanas.

Varejo online:
A necessidade das pessoas pelo consumo continuará e o e-commerce será uma das únicas alternativas do momento, que mesmo que o mercado volte, muitas pessoas vão testar isso pela primeira vez, o que deve impulsionar novos hábitos.

Educação:
A necessidade de se qualificar para um mundo digital, além de novas profissões que devem surgir, deve alavancar o mercado de capacitação profissional a distancia. Home schooling é uma tendência para os pais (educar as crianças em casa), então programas e metodologias para essa modalidade também deverão crescer bastante.

Saúde:
Esse nem se fala, telemedicina, exames clínicos online, digitalização dos atendimentos pelas secretarias de governo, planos de saúde mais acessíveis, e bem estar físico e mental serão a prioridade numero 1. Solução de home care digitais devem bombar.

Logística:
Solução de porta a porta que não utilizam processo humanos devem ser aceleradas no brasil (entregas feitas por drones, robôs etc), além de uma grande aumento das entregas já feitas por meios tradicionais.

Entretenimento:
Games, Realidade Virtual, tvs por assinatura, musicas, plataformas de streaming, tudo que estiver online e sob demanda, nesse momento esta decolando e são essenciais para manter a qualidade de vida e entretenimento para as pessoas isoladas.

Fonte: Igor Joaçaba

Economia do Mar é um dos debates de destaque do 10°ENLP

Economia do Mar é um dos debates de destaque do 10°ENLP

O mar é um potente aliado da economia do Brasil e especialmente do estado do Ceará. As novas perspectivas apontam para o desenvolvimento de uma Economia do Mar robusta nos próximos anos.

O assunto será debatido em um dos painéis do 10° Encontro de Negócios na Língua Portuguesa, que será realizado em Fortaleza nos dias 29 e 30 de abril na Federação das Indústrias do Ceará (Fiec).

Estudo da Pricewaterhouse Coopers apresentado neste mês na sede da entidade demonstra a escalada do Ceará à liderança no país por possuir todos os setores da economia azul, que passa por portos, alimentos, turismo, dentre outros.

Outros países com saída para o mar já possuem um amplo horizonte de Economia do Mar. O 3° vice presidente de Relações Institucionais da Câmara Brasil Portugal, Rômulo Alexandre, fala da importância de o Brasil observar o exemplo de Portugal.

“A agenda portuguesa é um bom exemplo das melhores práticas mundiais, pois trata o mar como uma prioridade nacional.”

O painel sobre Economia do Mar do 10° Encontro de Negócios na Língua Portuguesa promete mostrar possibilidades que os países participantes do evento possuem de desenvolver políticas e negócios nesse setor.

SERVIÇO
10º Encontro de Negócios na Língua Portuguesa
Dias 29 e 30 de abril de 2020
Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec): av. Barão de Studart, 1980, Aldeota
Entrada gratuita
http://www.cbpce.org.br/10enlp

RODADA DE NEGÓCIOS
Dia 29 de abril, das 14 horas às 18 horas
Inscrições gratuitas até 10 de abril pelo endereço http://bit.ly/rodadaenlp

Vagas limitadas

Fonte: Engaja Comunicação em 11.03.20

Encontro vai orientar micro e pequenas empresas para internacionalização

Encontro vai orientar micro e pequenas empresas para internacionalização

O 10º Encontro de Negócios em Língua Portuguesa terá espaço para intercâmbio de oportunidades entre empresas locais e internacionais

As micro e pequenas empresas representam uma fatia relevante no volume de exportações do Brasil. Dados do Sebrae mostram que esses negócios representavam 40,8% das empresas exportadoras nacionais em 2017.

Devido a essa expressividade no mercado internacional, o 10º Encontro de Negócios em Língua Portuguesa, promovido pela Câmara Brasil Portugal no Ceará, pretende ser um espaço importante para alcançar empresas de pequeno porte que queiram fazer parte dessa estatística.

“As câmaras de comércio portuguesas são desenhadas para dar apoio a essas empresas e o contato com diversos países permite identificar oportunidades de internacionalização, assim como participar da fase de preparação desses negócios para a atividade exportadora. É importante abrir o horizonte das micro e pequenas empresas e fazer com que acreditem que podem alcançar mercados internacionais”, ressalta o presidente da Câmara Brasil Portugal no Ceará, Wandocyr Romero.

Já estão confirmadas as presenças de representantes de 20 países no encontro, que será realizado nos dias 29 e 30 de abril na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec). O contato direto com empresários interessados em importar e exportar será potencializado pela Rodada de Negócios, que será realizado no dia 30 de abril.

SERVIÇO
10º Encontro de Negócios em Língua Portuguesa
Dias 29 e 30 de abril de 2020
Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec): av. Barão de Studart, 1980, Aldeota
Entrada gratuita
Inscrições: http://www.cbpce.org.br/10enlp

Rodada de negócios
Dia 30 de abril, das 14 horas às 18 horas
Inscrições gratuitas até 10 de abril pelo endereço http://bit.ly/rodadaenlp
Vagas limitadas

Fonte: Engaja Comunicação em 04.03.20

 

Setor logístico foca debate em demandas do agronegócio

Setor logístico foca debate em demandas do agronegócio

Maior evento do setor logístico do Norte e Nordeste e um dos principais do País, a Expolog – Feira Internacional de Logística 2020, irá tratar da importância do tema para o agronegócio, do papel dos jovens no setor logístico, dos desafios dos modais ferroviário, rodoviário e portuário, dentre outros. A temática da edição deste ano foi definida na tarde de ontem (2) durante o encontro de Planejamento da Expolog 2020. A feira será realizada nos dias 25 e 26 de novembro, no Centro de Eventos do Ceará (CEC).

Segundo Enid Câmara, diretora da Prática Eventos, organizadora da feira, os debates e seminários irão abordar ainda a relação entre a conectividade e o setor.

“Além da feira, a Expolog irá contar com 23 eventos paralelos, onde serão discutidos desde a empregabilidade dos jovens do setor logístico até as demandas do agronegócio”, aponta a diretora.

Para o economista e consultor internacional Alcântara Macêdo, a Expolog deverá contribuir com a melhoria da infraestrutura logística do Estado como um todo, principalmente a rodoviária e ferroviária.

“O Pecém hoje é um dos principais portos da América Latina e a tendência é que ele se torne cada vez mais importante, atendendo o mercado da China e dos Estados Unidos. Mas vejo que a gente precisa melhorar as nossas rodovias e aumentar a malha de ferrovias. Então, essa é uma discussão muito proveitosa para o Estado”.

Potencial
Macedo destaca ainda que, pela posição geográfica, o Porto do Pecém, principal equipamento logístico do Estado, ainda apresenta um grande potencial para escoar a produção de estados como Piauí e Rio Grande do Norte. “Esses são estados muito fortes no agronegócio. Mas o nosso porto também pode atender o Maranhão e o norte de Goiás. Mas tudo isso depende de uma melhoria do modal ferroviário e rodoviário, que pode ocorrer investimentos do setor privado”, conta.

Fonte: Diário do Nordeste em 03.03.20