FINIMP: Tenha mais prazo para pagar fornecedores no exterior

FINIMP: Tenha mais prazo para pagar fornecedores no exterior

Fonte: divulgação

O financiamento à importação é um instrumento que permite financiar a compra de mercadorias e serviços internacionais. Uma das principais vantagens do contrato é que a instituição financeira realiza o pagamento diretamente ao exportador, podendo ser acordado um prazo flexível para quitação do crédito adquirido.

Pode ser feito em moeda estrangeira ou nacional. A segunda opção se torna interessante para se proteger contra as variações cambiais existentes até o vencimento do contrato.

Outra característica que garante maior flexibilidade e respiro no fluxo de caixa das empresas é que além dos prazos para pagamento serem negociáveis, o frete, tributos e seguros internos relacionados à importação também são acordados no contrato.

A única restrição necessária é quando as operações excedem o prazo de 360 dias em que é preciso fazer o ROF (Registro de operações Financeiras).

Existem 2 modalidades de financiamento à importação:

FINIMP Direto: O financiamento é feito através de uma instituição de crédito no exterior para o importador brasileiro.

FINIMP Repasse: Diferentemente da anterior, uma instituição financeira brasileira repassa o crédito a uma no exterior e depois para o importador local.

Venha conhecer esse e outros instrumentos de financiamento que a Acqua Vero pode oferecer para sua empresa!

Fonte: Acqua Vero

Pulseira inovadora leva mosquitos a pensarem que somos plantas

Pulseira inovadora leva mosquitos a pensarem que somos plantas

Foto: divulgação

Filipa Fernandes, formada pela Escola de Engenharia da Universidade do Minho, criou uma pulseira odorífera que leva os mosquitos a julgar que os humanos são plantas. A tecnologia portuguesa previne picadas associadas a doenças como malária, dengue ou zika e pode ter impacto a nível sanitário, social, económico e turístico, sobretudo em países tropicais, continua a diretora de inovação da start-up Ooze Nanotech. O dispositivo está a ser alvo de patente e foi agora testado com 98% de sucesso em 300 pessoas no Brasil, prevendo-se para breve novo teste no Burkina Faso, com aval da Organização Mundial de Saúde, explica.

“Só sentimos um leve aroma ao colocar a pulseira, ao contrário dos mosquitos, que até se podem aproximar e pousar em nós, mas não vão picar, pois desta vez julgam estar sobre uma planta e irão procurar alimento [sangue] noutros animais”, frisa Filipa Fernandes. Cada pulseira tem um raio de ação de 60 centímetros e dura 30 dias. “É algo pioneiro, pois não danifica o ecossistema, não é um repelente e nem esse dura tanto tempo”, acrescenta a responsável, que dedicou cinco anos ao projeto.

A pulseira é feita de silicone medicinal e, no interior, de cera com compostos e derivados de plantas, que perante o calor corporal liberta de forma controlada um odor que confunde os insetos. As plantas aí utilizadas são citronela, neem e lavanda, “a combinação que se revelou mais eficaz” para confundir as espécies de mosquitos Anopheles e Aedes, transmissoras de doenças como malária, zika, dengue, febre amarela e chikungunha. Os testes laboratoriais tiveram apoio de Artur Ribeiro, do Centro de Engenharia Biológica (CEB) da UMinho.

Já os ensaios em contexto real arrancaram no Ceará, nordeste do Brasil, com 300 membros do Movimento Saúde Mental Comunitária do Bom Jardim e da empresa Larosy Lingerie, tendo o apoio da distribuidora Global Trading Company. “Foi um sucesso e com inúmeros relatos de felicidade, um jovem deu a sua pulseira à avó fragilizada para a proteger. Não é medicamento, mas claramente previne o contacto com mosquitos e doenças associadas e é uma esperança para quem vive nesses ambientes”, refere Filipa Fernandes. Prevê-se novo ensaio na Unidade de Investigação Clínica de Nanoro, no Burkina Faso, com supervisão do Vector Control Advisory Group da Organização Mundial de Saúde, e que aguarda financiamento da Fundação Bill & Melinda Gates.

A pulseira é produzida em Vila Verde, distrito de Braga e, começou a ser vendida este mês, em seis cores, em style-out.com e em farmácias do sul do país, mas o foco principal está nas regiões tropicais e subtropicais. “Podemos ajudar a diminuir a mortalidade destas doenças e quiçá a erradicar a propagação, além de permitir poupanças aos sistemas nacionais de saúde”, admite Filipa Fernandes, que procura levar a inovação ao maior número possível de pessoas. Citando estudos, nota que os mosquitos “custam” 410 milhões de euros por ano ao Governo do Brasil e a cada 30 segundos morre uma criança africana por malária. “Mortes são casos extremos, mas importa contar ainda todos os doentes e os milhões de pessoas picadas.”

Filipa Fernandes tem reforçado contactos com entidades públicas, privadas e embaixadas para mostrar a diferenciação e a importância da tecnologia da pulseira, chamada X-OCR. Outro desafio é o dispositivo poder camuflar também os humanos perante as espécies Culex, transmissoras da febre do Nilo, entre outras doenças. “Cada espécie de mosquito tem repulsa por plantas específicas, como quando gostamos ou não de um perfume, e estamos a apurar a equação certa neste caso”, descreve.

Nota biográfica

Filipa Fernandes nasceu há 37 anos em Guimarães e vive em Braga. Fez o mestrado integrado em Engenharia de Materiais na UMinho, na qual investigou desde 2010 em projetos do Centro de Física, do Centro de Ciência e Tecnologia Têxtil, do CEB e do Centro de Território, Ambiente e Construção. É diretora de inovação da Ooze Nanotech (Vila Verde) e investiga na Ribeiro & Matos (Guimarães). Estuda a funcionalização de superfícies, como têxteis, pavimentos, vidros e cerâmicas. Tem duas patentes em aprovação e trabalhos pioneiros sobre roupas que atenuam efeitos da menopausa, áreas autolimpantes e rodovias que mudam de cor com a temperatura. Pela UMinho, foi ainda capitã da equipa de futsal, que se sagrou campeã nacional e vice-campeã europeia universitária.

Fonte: Uminho.pt

Considerações a respeito das mudanças na lei dos Sefarditas, por William Santana

Considerações a respeito das mudanças na lei dos Sefarditas, por William Santana
A partir do dia 31 de agosto, entram em vigor para os descendentes de judeus sefarditas as mudanças promovidas no Regulamento e Lei de Nacionalidade Portuguesa por ocasião da promulgação do Decreto-Lei nº 26/2022, de 18 de março. É um passo extremamente relevante no curso de uma legislação introduzida pelo Decreto-Lei nº 30-A/2015, de 27 de fevereiro, que pretendeu reparar, ao menos em parte, os prejuízos ocasionados aos judeus e aos seus herdeiros que foram despojados de sua fé e de sua pátria quando Dom Manuel I expediu o édito de expulsão de 5 de dezembro de 1496.

Como tratarei em artigo que deve ser publicado ainda neste ano, as leis que garantem nacionalidade aos descendentes da diáspora sefardita nos países ibéricos são exemplo reparatório único no direito mundial: o Reino da Espanha, tanto na época de Primo de Rivera na década de 1920, quanto mais recentemente, de 2014 a 2019, e a República Portuguesa, desde 2015, fizeram a opção de acolher os descendentes de pessoas que já morreram há muitos séculos.

No caso português, os motivos são nobres, mas também são práticos: ao passo em que a tentativa de reparar os danos causados pela perseguição de um povo inteiro se fez presente através da concessão da nacionalidade perdida no passado (lembramos que falar de nacionalidade no século XV é um tanto complexo), a escassez de mão de obra, a falta de pessoas para manter a base da pirâmide econômica lusitana e a necessidade de atrair trabalhadores para o mercado decerto impediram que a lei fosse revogada por completo quando de sua última alteração.

Convenhamos que a lei dos sefarditas se mostrou, de certo modo, problemática em alguns aspectos. Em um primeiro momento, é evidente que é impossível mensurar a quantidade de pessoas ao redor do globo habilitada para requerer a nacionalidade portuguesa através desta via – indubitavelmente passa da casa de dezenas de milhões. Portugal conta com 10 milhões de cidadãos.

Desde 2015 já se esperava que algum tipo de rigidez iria atingir este ordenamento específico, talvez com requisitos como o domínio da língua de Camões ou ligação com o país e com a comunidade portuguesa. Ora, o Império Luso foi o primeiro império transoceânico global da história, e o édito de expulsão se deu exatamente na gênese desta expansão que se estendeu por todos os continentes; é natural que muitos latino-americanos (e não apenas brasileiros), israelenses e judeus que conservaram a religião de seus antepassados, chineses, indianos, médio-orientais, africanos – pessoas oriundas de locais em que os portugueses estabeleceram colônias e entrepostos comerciais no passado – busquem e descubram sua descendência de um sefardita.

Muitas críticas foram levantadas quanto à “venda” de passaportes portugueses levada a cabo por escritórios de advocacia que souberam aproveitar muito bem a leva de cidadãos estrangeiros que por vezes nunca foram a Portugal, que desconhecem por completo a cultura e a história lusitana, e que sequer falam português.

Pois bem, em meio à enxurrada de pedidos de certificação que as comunidades israelitas de Lisboa e do Porto experimentaram desde 2020, a atenção pública se voltou de um jeito especial para esta via de obtenção de nacionalidade, que já enfrentava críticas de setores da sociedade e da política. O ponto de ruptura, somado à explosão dos pedidos de análise de linhagem, foi o escândalo envolvendo Abramovich e a Comunidade Israelita do Porto (CIP).

Novamente convenhamos que este foi apenas um pretexto para restringir uma lei que potencialmente poderia conceder nacionalidade a quem não possui nenhum tipo de vínculo com a terrinha. Os capítulos que se sucederam, dramaticamente corroborados pela imprensa, coroaram o objetivo de muitos: ao passo em que não foi possível revogar a lei por completo (até devido ao risco de se sofrer acusações de antissemitismo), o que aconteceu, na realidade, foi a elitização do diploma e de sua cobertura.

Não parece razoável que uma legislação que busque reparar uma injustiça histórica passe apenas a privilegiar um seleto grupo de pessoas abastadas que tenham imóveis transmitidos para si por herança ou que tenham empresas em Portugal; talvez o ponto menos controverso da nova redação seja a questão das viagens frequentes a território nacional, mesmo que tal previsão também continue a ser discutível, posto que traz de volta um conceito jurídico genérico e indeterminado e, como tal, sujeito a interpretação e discricionariedade quantitativa por parte dos conservadores.

Não está em discussão a importância das pessoas que ainda se encaixam nos novos termos da lei, afinal de contas, Portugal há muito está angariando esforços para atrair empresários que geram emprego e renda – a criação do Golden Visa é simbólico quando o assunto é investimento externo. Todavia é de se estranhar que apenas essas pessoas acessem a nacionalidade de seus ascendentes.

A lei dos sefarditas não é perfeita; longe disso. Podemos indagar, por exemplo, onde estão os direitos reparatórios dos descendentes dos mouros que também foram expulsos ou forçados a se converter pelo mesmo édito de Dom Manuel.

A questão principal, a toda evidência, porém, continua sendo o fato de que não se pode corrigir uma injustiça com mais injustiça: requisitos vinculados à ordem socioeconômica do requerente não estão necessariamente associados ao seu nível de ligação cultural e histórica com a nação. Atributos como o domínio da língua, a existência de laços com Portugal e a promoção da comunidade nacional no estrangeiro nos parece atender muito mais o animus legis que o Regulamento de Nacionalidade carrega sobre si.

Muitos pareceres jurídicos, incluindo de jurisconsultos ligados à CIL, que chegou a publicar um comunicado a respeito do tema em seu sítio eletrônico, vão no trilho de entendimento de que “as normas introduzidas na nova da alínea d) do n.º 3 do art. 24.º – A do Regulamento da Nacionalidade Portuguesa serão inconstitucionais e consequentemente eventualmente não aplicáveis ou, se aplicadas, passíveis de reversão pelos Tribunais.” Certamente muita discussão ainda há de pairar sobre a questão.

Enquanto nada se resolve, milhares de pretendentes estão no limbo enquanto aguardam suas certificações na Comunidade Israelita de Lisboa (CIL) – a do Porto suspendeu a análise de linhagens – e sabem que não a receberão a tempo do término do prazo do dia 31. O IRN e o Ministério da Justiça não se posicionaram publicamente acerca de qual será a data considerada para efeitos de aplicação dos novos requisitos: se o dia de entrada na comunidade israelita ou a data de requerimento da nacionalidade perante a conservatória. Ademais, será possível protocolar o pedido de concessão da cidadania antes da certificação e, após a emissão do documento, apensá-lo ao processo posteriormente? Nada está suficientemente claro, e a judicialização em certos casos concretos parece ser inevitável.

Fato é que a lei, para o bem ou para o mal, se mantém e ainda representa uma boa oportunidade para aqueles que são contemplados nos requisitos novos, seja para quem busca empreender ou fixar residência em Portugal, utilizando-o como porta de entrada para a Europa e o mundo.

Independentemente do que aconteça, a reflexão que fica, por fim, é sobretudo de ordem política e cultural: enquanto a reparação para os herdeiros dos anussim é matéria extremamente cara aos verdadeiramente comprometidos com a justiça e é uma fonte de reencontro com a história e as raízes familiares para tantos que embarcaram nessa verdadeira odisséia, os ganhos econômicos e a manutenção de injustiças calcadas em sangue derramado no passado continuam sendo a prioridade para muitos, portugueses ou não, que encaram a reparação como mera esmola.

Contatos:
william.santana2002@gmail.com

Por William Santana
Genealogista

Marcelo Maranhão, Diretor da Fetranslog-NE recebe medalha de mérito do transporte – NTC 2022

Marcelo Maranhão, Diretor da Fetranslog-NE recebe medalha de mérito do transporte – NTC 2022

Foto: divulgação

Na noite da última sexta-feira (05), foi realizada a cerimônia da 34ª Medalha de Mérito do Transporte, desenvolvida pela NTC&Logística. A premiação homenageia pessoas físicas e jurídicas que se destacam pela atuação no setor de transporte rodoviário de cargas. Neste ano, a entidade agraciou dez personalidades relevantes para o segmento indicadas pelo Conselho da associação, formado por ex-presidentes, presidentes das Federações, membros efetivos e membros suplentes.

Iniciando a cerimônia, Francisco Pelucio agradeceu a presença de todos os convidados, destacou a importância de cada homenageado e demonstrou alegria de entregar o prêmio presencialmente após mais de 2 anos de pandemia. A entrega das homenagens ficou na responsabilidade do presidente e do vice-presidente, Eduardo Rebuzzi.

“Para mim, é uma alegria muito grande entregar a Medalha de Mérito do Transporte – NTC, pra quem trabalhou e ainda atua em prol do desenvolvimento do segmento que auxilia na movimentação da economia brasileira. Para quem não sabe, eu entreguei esse prêmio pela primeira vez a mais de 15 anos, quando ainda era tesoureiro da entidade. E agora, entregar novamente, depois de tanto tempo, é motivo de muita emoção para mim. Parabéns a todos os homenageados e espero que todos curtam muito essa noite”, declarou Pelucio.

Os agraciados com a 34 Medalha de Mérito – NTC 2022 foram: Silvio Ferreira de Carvalho Júnior, presidente do SINDICARGA-RJ, João Guimarães Bessa, presidente da TransJordano, Sérgio Mário Gabardo, presidente do SETCERGS, Markenson Marques, presidente o Grupo Cargolift e diretor da Fetranspar, Riberto Lima, presidente do SETRAM, Jerônimo Goergen, Deputado Federal, Marcelo de Holanda Maranhão, presidente do SETCARCE, José Maria Gomes, presidente da ABTLP, Hélio José Rosolen, presidente da WestCargo e Antônio Lauro Valdivia, assessor técnico da NTC&Logística.

Diante disso o diretor da Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste FETRANSLOG-NE e presidente interino do Sindicato das Empresas de transportes de Cargas e Logística no Estado do Ceará SETCARCE, Marcelo Maranhão, foi homenageado com a Medalha de Mérito do Transporte – NTC 2022, por seu intenso trabalho em prol do desenvolvimento do setor de transporte rodoviário de cargas no Brasil.

Na oportunidade, Marcelo de Holanda Maranhão agradeceu a homenagem.

“Receber essa homenagem é motivo de muito orgulho para mim. Gostaria de agradecer a minha esposa Valéria e meus filhos e especialmente ao meu parceiro Clóvis Bezerra, que me auxiliou na ampliação do segmento nas esferas estadual e nacional”.

Estiveram presente os nossos sindicatos associados, representando a categoria Regional do Transporte Rodoviário de Cargas e Logística do Nordeste.

Por fim, o presidente da NTC&Logística, Francisco Pelucio, parabenizou todos os homenageados da noite e agradeceu mais uma vez os presentes, patrocinadores e entidades que fizeram o evento se tornar uma realidade.

Fonte: Adaptável NTC&logística

CONENX 2022: Seminário Internacional sobre Construção Enxuta | Edição Portugal

CONENX 2022: Seminário Internacional sobre Construção Enxuta | Edição Portugal

Foto: divulgação

A tecnologia assumiu um papel fundamental em todo o ciclo de vida de diferentes tipos de produtos e serviços, no que está sendo chamado de indústria 4.0.

Surge assim um novo paradigma onde os limites entre o virtual e físico, homem e máquina são totalmente remodelados.

A construção civil está inserida nesse contexto e é exigido dos profissionais do setor a adoção de novas tecnologias. É assim mandatória a capacitação e a mudança do “mindset” dos profissionais do setor.

Transformação digital na construção civil
O Seminário Internacional sobre a construção enxuta é um evento que reúne a comunidade acadêmica e a iniciativa privada, atuantes na Construção Civil, com o objetivo de conhecer o que vem sendo desenvolvido de mais atual e inovador na área de gestão da construção.

Momento histório no CONENX 2022

Em 2022 acontecerá a décima edição do Conenx, evento bianual, realizado ininterruptamente desde 2004 que se transformou em um importante fórum de discussão de questões pertinentes à aplicação dos princípios da produção enxuta na construção civil no país e de integração/intercâmbio do conhecimento acadêmico com o setor produtivo.

Clique aqui e conheça mais sobre o evento

CONENX 2022
27 e 28 | OUT | 2022
FEUP – Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto – PORTUGAL

Fonte: Conenx 2022

Programe-se para participar do Web Summit2022, que terá presenças internacionais de diversas áreas

Programe-se para participar do Web Summit2022, que terá presenças internacionais de diversas áreas

Foto: divulgação

As organizações do evento estão a todo vapor para a edição do Web Summit Lisboa 2022, a maior conferência de negócios, tecnologia e inovação, que vai conectar startups e empresários brasileiros com o ecossistema empreendedor de Portugal, que figura entre os melhores da Europa. E mais uma vez a Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil (FCPCB), juntamente com a Atlantic Hub e a No Gap Ventures, estão à frente da Missão Web Summit 2022, que levará os brasileiros interessados para o Web Summit e para uma imersão nas terras portuguesas. A Missão acontecerá de 30 de outubro a 4 de novembro deste ano e os associados às Câmaras Portuguesas terão desconto especial e exclusivo na compra do lote. Para saber mais informações, procure a administração da sua Câmara.

“Estamos super empenhados, acredito que vai ser uma grande Missão este ano. Temos aí uma expectativa muito grande com o governo português e o Web Summit também está investindo muito, estamos à espera de uma Missão bastante diversificada, como em todos os anos. A agenda deste ano já está fechada e portanto ela vai ter conteúdo e informações bastante completas e com vários oradores”, destaca Armando Abreu, Federação das Câmaras Portuguesas e vice-presidente da Comissão Executiva da Rede das Câmaras de Comércio Portuguesas.

Ao longo de seis anos de realização, a Missão Web Summit tem o objetivo de maximizar as experiências durante o Web Summit, facilitar a busca de conteúdo relevante, aprimorar a obtenção de conteúdos e conexão com novas oportunidades, além do principal, proporcionar interações com os participantes, enriquecendo a experiência e o networking.

Os sócios das Câmaras de Comércio Portuguesas possuem um desconto exclusivo de 35% na compra do pacote da missão. para saber mais acesse https://bit.ly/missao-websummit-2022

Missão Web Summit Lisboa:
Data: 30 de outubro a 4 de novembro de 2022
Site oficial: www.missaowebsummit.com.br
Inscrições: https://bit.ly/missao-websummit-2022
Informações: contato@fcpcb.com.br ou pelo telefone (85) 3261-7423.

Fonte: AD2M Engenharia de Comunicação

CBPCE realiza evento com a TAGUSPARK, que apresentará oportunidades de negócios entre Brasil e Portugal

CBPCE realiza evento com a TAGUSPARK, que apresentará oportunidades de negócios entre Brasil e Portugal

Foto: divulgação

A Câmara Brasil Portugal no Ceará – CBPCE, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho do Estado do Ceará – SEDET, com o apoio da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil – FCPCB, Atlantic Hub e Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, convidam para o evento: “TAGUSPARK | Cidade do Conhecimento: Apresentação e Oportunidades de Negócios entre Brasil e Portugal.

O encontro é mais uma iniciativa decorrente da Missão Governamental e Empresarial SEDET, realizada em Portugal este ano e mostrará oportunidades de negócios entre Brasil e Portugal. O evento conta com o apoio da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil (FCPCB), que tem sede em Fortaleza, no Ceará, e é presidida por Armando Abreu, que também é vice-presidente da Comissão Executiva da Rede das Câmaras de Comércio Portuguesas.

Participarão do encontro Eduardo Baptista Correia, CEO do TAGUSPARK; Eugênio Vieira, presidente da Câmara Brasil Portugal no Ceará; Eduardo Migliorelli, CEO do Atlantic Hub e Julio Cavalcante Neto, Secretário Executivo do Comércio, Serviço e Inovação do Governo do Estado do Ceará.

A qualidade desta interface permite ao TAGUSPARK, às organizações , aos empresários e às startups desenvolver soluções comercializáveis e com capacidade de exportação e internacionalização. A Cidade do Conhecimento possui instalações de algumas das maiores empresas nacionais e internacionais em Portugal.

Os interessados devem fazer sua inscrição no link: bit.ly/apresentacao-taguspark

*Com informações da AD2M Engenharia de Comunicação

Fonte: CBPCE

HOZEN expande os seus negócios às maiores economias da América do Sul

HOZEN expande os seus negócios às maiores economias da América do Sul

Foto: divulgação

Com um negócio consolidado em Portugal e com projetos em vários países europeus, a HOZEN expande os seus serviços a países de economias sustentáveis e crescentes na América do Sul, com maior destaque para o Brasil, onde existe uma longa relação de proximidade e uma grande rede de parceiros. Tendo a iniciativa partido de empresas multinacionais com as quais trabalhamos na Europa, fomos desafiados a visitar várias unidades industriais de grande porte onde podemos acrescentar Valor, as quais nos convidaram a integrar variados projetos de otimização de processos, gestão, tecnologia, inovação e desenvolvimento de pessoas.

Segundo os gestores das empresas visitadas, a diferenciação do nosso posicionamento e a decisão de contarem com a HOZEN como um parceiro estratégico, deve-se essencialmente a 5 fatores:
– Metodologia inovadora na abordagem aos processos
– Foco na consolidação dos resultados
– Transformação de pessoas em 1º lugar
– Forte experiência da equipe técnica
– Abordagem personalizada em função do “ambiente” (Estratégia, Gestão, Pessoas, Processos e Tecnologia)

Comentários dos Gestores HOZEN:

“Estamos tratando de projetos de médio e grande portes, desde o desenvolvimento e implantação de tecnologias de Digitalização fabril à construção de uma nova fábrica do zero. Foi importante e muito positiva a recepção que as empresas tiveram em nossos encontros, principalmente pelo feedback em relação ao modelo de negócios em que operamos: o sucesso para nossos negócios é o sucesso do cliente, somos movidos pelos resultados e desafios que nos confiam”.
Ruan Ferreira
HOZEN – Strategy and Business Manager – América do Sul

“A América do Sul, com maior destaque para o Brasil, é estrategicamente importante para a HOZEN nos seus planos de expansão e internacionalização. Além da aproximação cultural e do idioma, o mercado está a retomar rapidamente os níveis de produção antes da pandemia e vemos perspectivas de forte crescimento em alguns setores específicos. Aliando o reconhecimento internacional do nosso trabalho, o extenso know-how que temos em ambientes multiculturais, a capacidade de execução, a nossa diferenciação e a complementaridade dos nossos serviços (Consultoria de Gestão, Inovação e Formação), certamente poderemos ajudar muitas empresas a serem muito mais eficientes e produtivas. Fomos desafiados por algumas empresas de referência a ajudá-los a atingir os mais altos níveis de excelência operacional. É essa a nossa vocação e o que sabemos fazer!”
Rui Silva
HOZEN – CEO

Fonte: Hozen

CSP, Um novo momento. Por Ricardo Parente

CSP, Um novo momento. Por Ricardo Parente

Foto: divulgação

Tenho muito orgulho de ser um “cearoca”, um cearense carioca, que desde 2002 tem vivenciado a hospitalidade, a atenção e a integração oferecidas por esta terra promissora do nordeste brasileiro, o Ceará.

Como pioneiro na missão no planejamento de obtenção da viabilidade, implantação e operacionalização da CSP com total harmonia em relação às dimensões primordiais de sustentabilidade em projetos, focamos em “Fazer o certo, certo da maneira certa”.

Neste caminho de desafios e oportunidades, trabalhamos com planejamento em equipe, persistência nos propósitos, desenvolvimento das melhores práticas e na parceria justa com Poderes Públicos, Entidades Privadas e a Sociedade Civil, quando concretizamos a implantação da primeira siderúrgica integrada do Nordeste brasileiro, a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), que integra o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP) no estado do Ceará, na 1a Zona de Processamento de Exportação – ZPE. A siderúrgica é o marco da alta escala de produção industrial no Nordeste, ao mesmo tempo que se apresenta atrativamente ao mundo da siderurgia, sendo também catalisadora para a nova ordem de aplicação de tecnologias em energia renovável, objetivando a eliminação de consumo de combustíveis fósseis. E o mercado mundial enxergou esta grande chance, conforme as disputas ocorridas agora em 2022 pela aquisição dos ativos da CSP.

O recente anúncio da assinatura do acordo vinculante entre os acionistas da CSP – Companhia Siderúrgica do Pecém, referências mundiais em tecnologia na produção de minério de ferro e aço, a Vale, a Dongkuk Steel e o Grupo Posco, três gigantes que se uniram fazer do Ceará um destaque na siderurgia mundial, com o Grupo ArcelorMittal, segundo maior conglomerado siderúrgico mundial, demonstra que construímos uma siderúrgica eficiente, moderna e com infraestruturas, que com certeza irá agregar valor na sinergia dos negócios da ArcelorMittal, bem como, irá elevar melhorias na economia cearense e na balança comercial brasileira.

Vivenciamos hoje um Ceará pujante, com elevado potencial e com grandes diferenciais aos olhos dos analistas nacionais e internacionais. Uma Arábia Saudita em solo brasileiro, que usufrui da intensidade do sol e dos ventos para gerar energia renováveis e impulsionar novos projetos. Terra de um povo perseverante, inteligente e criativo, capaz de alcançar conquistas cientificas e de fazer uma academia sintonizada com os desafios mundiais.

Temos empresários visionários, federações, associações, câmaras, sindicatos, ONG´s, entre outros atores dispostos a estabelecer um diálogo assertivo em prol do desenvolvimento, assim como um poder público que preza pela gestão estadista focada no planejamento de médio e longo prazo.

Esta ambiência vai trazer a nova referência brasileira de industrialização sob a égide das melhores práticas em todas as dimensões de sustentabilidade, multiplicando a criação de postos trabalho e renda, bem como agregando valores aos investidores, sociedade e aos entes públicos.

Todo este conjunto são mais de oportunidades do que desafios, principalmente com a valiosa contribuição do novo entrante na economia Cearense, o que eleva o orgulho de estar na terra certa, com a sociedade certa, no momento certo e fazendo o certo!

Contatos:
Ricardo Parente
E-mail: rsps26@gmail.com

Por: Ricardo Parente

Ceará Global 2022 ocorre neste mês em Fortaleza com o tema Negócios Sustentáveis

Ceará Global 2022 ocorre neste mês em Fortaleza com o tema Negócios Sustentáveis

Foto: divulgação

Evento ocorre nos dias 25 e 26 de agosto, em formato híbrido, no BS Design Corporate Towers, em Fortaleza, e também pela plataforma Metrópole Virtual

Tendo como tema principal Negócios Sustentáveis, Ceará Global 2022 será realizado nos dias 25 e 26 de agosto, em formato híbrido. O espaço presencial será no BS Design Corporate Towers, em Fortaleza, com disponibilização online por meio da plataforma Metrópole Virtual, criada para o evento, que tem apoio da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec).

A iniciativa terá palestras, workshops e exposição de empresas ligadas a negócios internacionais. A curadoria desta edição teve a participação do Núcleo ESG da Fiec, que também é uma das cofundadoras do evento.

A gerente do Centro Internacional de Negócios da Fiec, Karina Frota, destaca a importância do tema do evento. “Será uma experiência inédita, imersiva e gamificada para apresentar a internacionalização da economia no Ceará”, afirma.

“Estamos muito felizes em retornar o formato presencial, de compartilharmos, olho no olho, experiências imersivas para apresentar conexões entre o Ceará e o mundo, e de apoiar ações voltadas ao desenvolvimento sustentável do comércio internacional e do investimento estrangeiro”, diz a coordenadora geral do evento, Mônica Luz.

Impacto

Realizado desde 2017, o Ceará Global é desenvolvido pela Câmara Temática de Comércio Exterior e Investimento, vinculada à Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado do Ceará (Adece), ligada ao governo estadual, em associação com a Câmara Brasil Portugal no Ceará, Universidade de Fortaleza (Unifor), além de entidades públicas e privadas. A partir do tema desta edição do evento, serão debatidos os negócios de impacto voltados para a transição energética, economia criativa e economia do mar.

Inscreva-se: https://inscricao.gamifica.ai/cearaglobal

Fonte: O Otimista