Vila Galé inicia obras de resort em Alagoas

Vila Galé inicia obras de resort em Alagoas

O resort all inclusive ficará na praia de Praia de Carro Quebrado, no município de Barra de Santo António, a 40 quilômetros do Aeroporto Internacional de Maceió.

“O Vila Galé Alagoas será o maior hotel da história do estado. Com os nossos esforços, temos cada vez mais quebrado paradigmas e eu tenho certeza que a chegada dele será um sucesso total”, declara Rafael Brito, secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur) em entrevista exclusiva ao Brasilturis Jornal.

Brito ressalta ainda que a escolha de Praia de Carro Quebrado para a implementação do empreendimento partiu do estado, a fim de promover o desenvolvimento econômico na região. “Escolhemos essa região que é linda, mas com poucas oportunidades. A notícia da chegada desse resort é muito positiva e animou a população. Em parceria com a prefeitura, vamos oferecer cursos de capacitação para que quando o Vila Galé estiver funcionando, tenha pessoas qualificadas tecnicamente”, pontua.

O projeto avaliado em 150 milhões de reais será responsável por gerar 400 vagas diretas de emprego. Na estrutura, serão 518 quartos, além de piscina adulto e infantil, incluindo um parque aquático infantil, seis restaurantes, spa Satsanga, oito salas de reunião e salão de eventos para 1.500 pessoas.

“Alagoas ainda é muito carente de resorts. Hoje, nosso maior estabelecimento desse possui 288 acomodações. Rede é conhecida no mundo inteiro e trará para nós, os padrões europeus de qualidade”, enfatiza.

Atualmente, a Vila Galé possui dez unidades no Brasil, das quais cinco são resorts: Vila Galé Marés (Bahia), Cumbuco (Ceará), Touros (Rio Grande do Norte), Eco Resort do Cabo (Pernambuco) e Eco Resort Angra (Rio de Janeiro). Há ainda, um condomínio de aluguel por temporada, VG Sun Cumbuco (Ceará), e quatro são hotéis de cidade em Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo

Fonte: BrasilTuris

Portal Negócios Digitais da dicas de como usar links do WhatsApp da forma correta

Portal Negócios Digitais da dicas de como usar links do WhatsApp da forma correta

A Portal Negócios Digitais preparou algumas dicas para melhorar a forma com que você divulga os links através da plataforma, a primeira coisa que você precisa entender é que há uma diferença grande entre você entrar em contato ou você ser contatado.

Quem recebe o contato, tem sempre a possibilidade de denunciar e bloquear imediatamente o contato, o que pode ser prejudicial para a sua marca.

A sacada é você fazer com que sejam os seus clientes a entrar em contato com você.

E você tem duas formas de fazer isso:

Usando um link simples do WhatsApp para abrir um chamado
Usando um link complexo do WhatsApp com uma mensagem pré-definida

Depois disso, você só precisa usar esses links em suas comunicações.

Estes são alguns dos lugares onde se pode usar estes links:

  • E-mail Marketing
  • Website
  • Landing Pages de venda
  • Cursos Online
  • Messenger
  • Direct do Instagram
  • Telegram
  • Grupos de Facebook

É só copiar o link e enviar para um cliente iniciar uma conversação com você. E isso é super bacana por vários motivos.

Primeiro, porque é o cliente a iniciar a conversa, logo, você não será bloqueado de cara.

Segundo, porque facilita a vida do seu cliente, que com apenas um clique, está conversando com seu atendimento.

Etermar construirá o cais do Porto das Lajes na Ilha das Flores, nos Açores

Etermar construirá o cais do Porto das Lajes na Ilha das Flores, nos Açores

O consórcio liderado pela Etermar em conjunto com a Sacyr Somage e a Tecnovia-Açores venceu o concurso lançado pela Portos dos Açores para a construção do cais portuário

Há um ano, o furacão Lorenzo destruiu o porto mais ocidental da Europa.

Isso representa a primeira fase da reconstrução após os eventos de outubro de 2019.

Essa infraestrutura é fundamental para a economia da Ilha e a Etermar tem o orgulho de contribuir com este projeto.

M. Dias Branco é a Melhor empresa da categoria Alimentos de 2020

M. Dias Branco é a Melhor empresa da categoria Alimentos de 2020

A líder nacional em massas e biscoitos é reconhecida pela 17ª edição do prêmio Melhores da Dinheiro

A M. Dias Branco, líder nacional em massas e biscoitos, é reconhecida como a melhor empresa da categoria Alimentos pelo prêmio Melhores da Dinheiro, da revista IstoÉ Dinheiro. A iniciativa, que está na 17ª edição, reconhece as empresas que refletem o que há de melhor no universo produtivo brasileiro, a partir dos seus resultados e práticas de gestão, sobretudo diante de um cenário econômico ainda mais desafiador em função da pandemia de Covid-19.

A M. Dias Branco foi classificada em primeiro lugar entre as empresas do mercado de alimentos, considerando a avaliação de cinco dimensões de sua gestão: Sustentabilidade Financeira, Recursos Humanos, Inovação e Qualidade, Responsabilidade Social e Governança Corporativa. A pontuação obtida em cada parâmetro é originada a partir das inscrições das empresas, após o cruzamento de dados pelas consultorias Standard & Poor’s Global Market Intelligence e Economatica, que avaliam critérios fundamentais no negócio que vão além do desempenho financeiro.

A M. Dias Branco, que encerrou o ano de 2019 com faturamento líquido de R$ 6,1 bilhões, EBITDA de R$ 772,1 milhões e lucro líquido de R$ 556,9 milhões, implementou no ano passado um grande projeto focado em produtividade, a partir da revisão de praticamente todos os processos da companhia. Dentre as medidas adotadas, pode-se citar a introdução de robôs em plantas industriais, investimentos em inovação, revisão da estrutura logística, entre outros. A intenção do projeto foi capturar grandes oportunidades na redução de custo, a partir da implementação de ações que visam um melhor desempenho operacional e também o aperfeiçoamento de processos.

A iniciativa de produtividade, quando aliada às melhorias previstas na estratégia comercial (que englobam ações relacionadas à preços, embalagens e seus formatos, atendimento comercial por canais e investimentos em marketing), estimulou o crescimento da lucratividade da M. Dias Branco, que nos resultados do 2T20 atingiu o recorde trimestral em Receita Líquida, com crescimento de 22,2% em relação ao mesmo período de 2019, enquanto o lucro líquido subiu 51,5%.

“Do ponto de vista de resultados financeiros, a M. Dias Branco colheu ao longo do primeiro semestre de 2020 os resultados do programa de produtividade e manteve os investimentos previstos no planejamento estratégico de crescimento”, ressalta Gustavo Theodozio, Vice-Presidente de Investimentos e Controladoria da M. Dias Branco. Como resultado desse esforço, ao longo do segundo trimestre, a M. Dias Branco, a partir de suas 19 marcas, consolidou sua liderança em biscoitos, com 34,5% de participação de mercado, 1,2 p.p. superior ao 1T20. O volume total de vendas do segundo trimestre foi 19% superior ao mesmo período do ano passado.

Com os desafios postos pela pandemia de Covid-19, a companhia focou suas energias em manter o abastecimento dos supermercados com os seus produtos alimentícios, com a contratação de novos profissionais e oferta de incentivos financeiros. Os cuidados com os protocolos de higiene e de distanciamento social foram também uma prioridade para manter seu pleno funcionamento.

Ainda em função da pandemia, a companhia fortaleceu a relação com os consumidores e com a comunidade a partir de campanhas de incentivo à doação de sangue, pois os estoques dos hemocentros em todo o País estavam muito baixos. Com o projeto “Você Doa. A Gente Doa”, assinado por cinco marcas do seu portfólio (Fortaleza, Vitarella, Piraquê, Adria e Isabela), a M. Dias Branco destinou R$ 2,4 milhões para apoiar hemocentros, ajudar nas pesquisas em hematologia para o tratamento de pacientes de Covid-19 (coronavírus) e estimular a doação de sangue, respeitando as normas sanitárias e garantindo a segurança dos doadores. Para cada bolsa de sangue arrecadada, foram destinados 500 produtos de suas marcas a entidades de apoio social nos respectivos estados, somando mais R$ 2,6 milhões em massas e biscoitos para dezenas de entidades carentes em todo o País. Ao todo, a campanha totalizou R$ 5 milhões em recursos financeiros, tornando a M. Dias Branco uma das 100 maiores empresas doadoras do país, atingindo a 69ª posição em ranking publicado pela Forbes.

O prêmio Melhores da Dinheiro reconhece as melhores empresas em 30 setores diferentes. A premiação dá origem ao anuário “1000 Maiores da Dinheiro”, que leva em consideração a performance financeira das mil empresas mais bem posicionadas no mercado nacional.

Fonte: M. Dias Branco

Turismo no Ceará: as oportunidades de investimentos no setor

Turismo no Ceará: as oportunidades de investimentos no setor

Os aeroportos do Estado, os portos do Mucuripe e do Pecém e o Centro de Eventos do Ceará, além das belezas naturais, potencializam o Ceará como destino de recursos financeiros.

A conexão do Ceará com o Brasil e o mundo segue em franca expansão. A infraestrutura proporcionada pela ampliação do Aeroporto Internacional de Fortaleza, a atração de um hub aéreo, a implementação de aeroportos regionais, os portos do Mucuripe e do Pecém e as rodovias estaduais reforçam essa ligação.

Juntamente com os atrativos naturais do Estado, esses diferenciais, certamente, tornam o turismo um dos setores econômicos mais beneficiados. Não apenas pela maior circulação de turistas, mas também pelas oportunidades de investimentos que ainda se vislumbram no setor.

Ao lado da hotelaria, mais parques temáticos e o desenvolvimento do turismo náutico surgem, por exemplo, no leque de opções para quem pensa em investir no turismo cearense.

A atividade representa, hoje, quase 11% da economia do Ceará, índice que cresce acima da média nacional (10%).

Segundo Arialdo Pinho, secretário de Turismo do Ceará, embora todos esses segmentos signifiquem grandes oportunidades para os investidores, o turismo náutico é o que detém o maior potencial de expansão. Afinal, os 573 quilômetros de litoral e os fortes ventos sopram a favor do Estado.“E, mesmo assim, ainda exploramos muito pouco o turismo náutico, que vai muito além da prática de esportes como o kitesurfe e o windsurfe, já consolidados no Ceará.

Temos aí também a exploração de atividades turísticas, em toda a costa, envolvendo vários tipos de embarcações, como os barcos a vela. A receita turística seria ainda maior. Portanto, ainda há muito o que avançar”, revela.

Ao mesmo tempo, Pinho também destaca a prática de mergulho. Nesse sentido, a inclusão de Fortaleza no Programa de Recifes Artificiais da Embratur (Instituto Brasileiro do Turismo) só vem a corroborar o potencial dos verdes mares cearenses com indutor do turismo estadual. “Além de Fortaleza, nós temos, no Ceará, outros pontos de águas rasas, como Icapuí, o que facilitaria o afundamento dos equipamentos para a formação desses recifes artificiais, atraindo, assim, mais turistas interessados na atividade”, afirma.

Entre esses equipamentos, o programa da Embratur prevê, por exemplo, o afundamento de barcos e vagões de trens abandonados, dragas em desuso e tanques de guerra, respeitando os critérios e regras ambientais, a fim de que eles se tornem locais de acúmulo de peixes e virem santuários marinhos.

Em contrapartida, o maior fluxo de turistas de mergulho e interessados em atividades náuticas em todo o litoral, aponta o titular da Secretaria de Turismo do Ceará, aumentaria a demanda por outros investimentos no setor. A saber, hotéis, pousadas, restaurantes e uma gama de outros serviços que orbitam em torno da atividade turística, beneficiando diversos municípios. Um potencial e tanto, diante do fato de que o turismo pode movimentar cerca de 54 segmentos da economia, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Leia a matéria completa no site TrendsCE

Fonte: TrendsCE

Porto do Pecém realiza operação simultânea inédita

Porto do Pecém realiza operação simultânea inédita

O navio SFL DEE, com bandeira de Hong Kong, atracado no berço 6 do Terminal Portuário do Pecém, passou por uma operação diferente do habitual. A embarcação movimentou, simultaneamente, dois tipos de cargas nessa que já é considerada uma operação inédita.

Ao mesmo tempo foram descarregadas 21.600 toneladas de bobinas de aço, procedentes do Porto de Vitória, e embarcadas 28.700 toneladas de placas de aço, que seguirão para o Terminal Marítimo de Cubatão (SP). Na operação foram utilizados guindaste de bordo para descarga de bobinas e guindaste de terra (MHC) para embarque de placas.

Raio-X do Navio SFL DEE

Bandeira: Hong Kong
Ano de Construção: 2013
Comprimento total (LOA): 176,05 metros
Largura (Boca): 27,04 metros
Tonelagem Bruta: 31716 t

A operação, finalizada nesta sexta-feira (09), deixou uma marca positiva no histórico operacional do Porto do Pecém, por se tratar da primeira operação simultânea com exigência de maior rigor no planejamento e execução da movimentação das mercadorias com atenção ao sincronismo nos movimentos de carga e descarga.

“Nosso time operacional foi bastante exigido por conta da natureza da operação. Foi um desafio, a atenção teve que ser redobrada diante da simultaneidade na movimentação dessas cargas. O planejamento foi seguido e, com a disponibilidade de uma excelente infraestrutura de berço e prestadores de serviços qualificados conseguimos realizar essa operação, o que nos habilita a realizar outras similares”, pontua José Alcântara – Gerente de Operações do Complexo do Pecém.

Desembarque (Origem: Porto de Vitória/ES)
Bobinas de aço = 21.600 toneladas
Embarque (Destino: Terminal Marítimo Privativo de Cubatão/SP)
Placas de Aço = 28.700 toneladas

“Essa operação garantiu um grande diferencial competitivo para todos os envolvidos, uma vez que o porto conseguiu otimizar sua infraestrutura e ocupação de berços, fazendo uma maior movimentação de cargas e conseguindo ofertar aos seus clientes as programações antecipadas para que tais operações ocorressem de maneira menos onerosa para quem está efetivando o embarque e desembarque das mercadorias”, conclui Raul Viana – Gerente de Negócios Portuários do Complexo do Pecém.

Fonte: Informativo dos Portos

Portugal: Negócios Estrangeiros com 475 milhões, mais 12% que em 2020

Portugal: Negócios Estrangeiros com 475 milhões, mais 12% que em 2020

O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) prevê gastar 475,7 milhões em 2021, mais 51,1 milhões de euros (12%) que a despesa orçamentada para este ano, segundo a proposta de Orçamento do Estado entregue segunda-feira no parlamento.

Segundo o relatório que acompanha a proposta de OE2021, mais de metade daquele montante (299,4 milhões de euros) é financiada pela receita de impostos, sendo o restante proveniente de transferências da administração pública (83,7 milhões), receitas próprias (60,6 milhões) e fundos europeus (32 milhões).

O aumento em relação a 2020, ano em que a despesa consolidada foi de 424,6 milhões, deve-se “sobretudo ao aumento nas despesas com pessoal”, que representam quase metade da despesa do MNE e crescem 11,2%, “e o aumento de aquisição de bens e serviços”, mais 98,3%, aumento que é contudo compensado, face a 2020, pela “diminuição das contribuições e quotizações para organizações internacionais e a diminuição das transferências efetuadas pelo Camões”.

Nas despesas com pessoal (220,5 milhões) destacam-se os serviços internos e externos do ministério (139,9 milhões), o Instituto Camões (36,4 milhões) e a AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (28,3 milhões).

O aumento do montante para aquisições de bens e serviços, que passa de 58,2 milhões em 2020 para 115,4 milhões em 2021, é nomeadamente justificado pela organização da presidência portuguesa da União Europeia (29,8 milhões), da Conferência dos Oceanos (3 milhões) e da participação portuguesa na Expo Mundial do Dubai e promoção do Turismo de Portugal (9 milhões).

Para a presidência portuguesa da UE, que se exerce entre 01 de janeiro e 30 de junho de 2021, o MNE conta com uma verba total prevista de 41,375 milhões.

No capítulo das transferências correntes – 93,7 milhões, menos 27,2% que em 2020 -, a maior fatia (46,3 milhões) destina-se a contribuições e quotizações para organizações internacionais (contra 52,1 milhões em 2020), seguida do Instituto Camões, com 37,8 milhões, para o financiamento dos centros culturais e de cooperação no estrangeiro, transferências para as entidades com as quais o instituto tem protocolos de cooperação e para as organizações não governamentais para o desenvolvimento.

Entre as prioridades do MNE para 2021 estão a de “assegurar a Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia, promovendo as prioridades da Europa Social, Verde, Digital e Global”, “participar ativamente na construção europeia e na implementação das medidas destinadas à recuperação e reforço da resiliência das economias e sociedades europeias, defendendo os valores europeus e o Estado de Direito”, assim como “a convergência econômica e social, “a implementação do Pilar Europeu dos Direitos Sociais” e “o papel da Europa no Mundo”.

É ainda prioritário “intensificar a Cooperação para o Desenvolvimento”, com “foco principal na cooperação com os países africanos de língua portuguesa e Timor-Leste, mas alargando a sua geografia e parcerias e diversificando as modalidades de financiamento”.

“Continuar a apoiar a internacionalização da economia portuguesa, concretizando o Programa Internacionalizar 2030”, através do “fomento das exportações, de incentivos à promoção externa e de instrumentos de garantia de gestão de riscos à exportação, promoção do investimento no exterior e atração de investimento direto estrangeiro e da diáspora” é outra das prioridades previstas no documento.

Também o reforço da “ligação e a proteção das comunidades portuguesas no estrangeiro” figura entre as prioridades apontadas, com destaque para o acompanhamento das “comunidades portuguesas e lusodescendentes na Venezuela e na África do Sul e apoiar as pessoas e instituições mais severamente afetadas pelos efeitos da covid-19”.

O Governo compromete-se, ainda em relação às comunidades portuguesas, a “valorizar a importância estratégica da diáspora para a afirmação de Portugal no mundo”, a adaptar a organização diplomática e consular “às novas realidades da emigração portuguesa”, aumentando a “eficiência dos serviços prestados, colocando a tecnologia ao serviço da ação consular, através da implementação do Novo Modelo de Gestão Consular”.

Fonte: Mundo Lusíada

Indústria e comércio registram crescimento recorde em agosto

Indústria e comércio registram crescimento recorde em agosto

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, os setores apresentaram as maiores altas da série história para o mês de agosto, impulsionados pela demanda reprimida. Agronegócio também evolui

A demanda reprimida pela paralisação das atividades presenciais e a incerteza instaurada na economia em decorrência da pandemia de Covid têm contribuído para impulsionar os resultados do setor produtivo cearense nos meses pós-reabertura. Após registrarem resultados positivos em julho, a indústria e o varejo do Estado apresentaram crescimento de 5,7% e 9,5% em agosto, respectivamente.

Os dados representam os melhores resultados para o mês dentro da série histórica das pesquisas divulgadas ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Além da demanda reprimida que, sustentada consideravelmente pelo pagamento de recursos emergenciais à população, vem proporcionando uma visão menos nebulosa para a atividade econômica cearense neste fim de ano, o reforço das chuvas, mais generosamente distribuídas em 2020, parece arrematar as expectativas cada vez menos pessimistas. De acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), também divulgado ontem pelo IBGE, a estimativa é que a produção cearense de grãos cresça 42% neste ano em relação à safra obtida em 2019.

O diretor geral do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), João Mário França, avalia que os números positivos estão fortemente sustentados em dois fatores: pagamento do auxílio emergencial, permitindo que as famílias mais pobres consumissem o básico e que a economia conseguisse se manter aquecida, e o Plano de Retomada Gradual das Atividades Econômicas do Governo do Estado.

“Há dois fatores que devem ser destacados: o plano gradual de retomada das atividades, iniciado em junho e que vem seguindo sem nenhum tipo de retrocesso, como ocorreu em outras cidades brasileiras; e outro aspecto muito importante é o auxílio emergencial, que conseguiu sustentar a demanda. Sem o recurso, não seria possível consumir o básico. E, à medida que o comércio vai vendendo, vai crescendo a demanda da indústria, então toda uma cadeia vai sendo alavancada”, detalha o diretor geral do Ipece.

Ele reforça que a paralisação das atividades ocorreu justamente em um momento no qual “não adiantaria manter o funcionamento presencial”.


“As pessoas estavam com medo de sair para comprar, então era preciso controlar primeiro a questão de saúde para que a economia, posteriormente, retomasse”, destaca João Mário França, acrescentando que as perspectivas para o fim do ano são positivas. “Acreditamos que em outubro nós veremos novamente números positivos”, completa.

Já a produção industrial cearense apresentou crescimento de 5,7% em agosto na comparação com o mês de julho, na série com ajuste sazonal. Ante igual período do ano anterior, houve alta de 5,3%. O economista do Observatório da Indústria da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), David Guimarães, avalia o resultado como fundamental para a continuidade da trajetória de recuperação da economia.

“O quadro da indústria geral é animador, configurando a reverberação de perspectivas de controle epidemiológico do Estado no aquecimento do consumo e da produção, em que a diminuição das incertezas sobre novos investimentos toma caráter central”, detalha. Setorialmente ele destaca a fabricação de produtos alimentícios e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, que mantiveram uma trajetória de alta, com crescimentos expressivos de 36% e 26,3%, respectivamente, com relação a igual mês do ano anterior.

“Setores mais fortemente impactados pela pandemia, como ‘Têxteis’, ‘Couro e Calçados’ e ‘Máquinas, Aparelhos e Materiais Elétricos’, apesar de ainda distantes de recuperarem as perdas anteriores, apresentaram níveis superiores de funcionamento”, avalia o economista do Observatório da Indústria. Contudo, com o resultado de agosto, no ano, a produção industrial cearense ainda acumula queda de 14,8%. Nos últimos 12 meses, a retração é de 9%.

O crescimento de 9,5% observado no volume de vendas do varejo ampliado – que inclui as vendas de material de construção, veículos, motocicletas, partes e peças – em agosto considera a comparação com o mês imediatamente anterior na série com ajuste sazonal. Na comparação entre agosto deste ano com igual período de 2019, o resultado também foi positivo (8%). O reaquecimento ainda não é o suficiente para reverter, entretanto, a queda de 10,4% acumulada no ano e de 5,7% nos últimos 12 meses.

Material de construção

Assim como já havia ocorrido em julho, a venda de material de construção voltou a se destacar no mês passado. A categoria, após apresentar elevação de 23,6% no volume de vendas no sétimo mês de 2020, avançou 38,9% em agosto deste ano, considerando as comparações com iguais meses de 2019.

A diretora institucional da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio-CE), Cláudia Brilhante, pontua que a pandemia provocou mudanças no comportamento da população cearense. Com a paralisação das atividades e mais tempo em casa, cresceu a preocupação em relação ao ambiente doméstico, o que, na avaliação dela, alavancou as vendas de materiais de construção.

“Existe uma demanda reprimida. Com a pandemia, as pessoas passaram mais tempo em casa e foram percebendo que precisavam consertar, por exemplo, a parede da sala, algum outro cômodo. Isso ocasionou esse crescimento nas vendas de material de construção, assim como houve alta expressiva no segmento de decoração”, detalha Brilhante.

Agronegócio

Outro setor que aponta para um horizonte mais positivo no fim de 2020 é o agronegócio. De acordo com os dados divulgados pelo IBGE, a produção de 2020 deve chegar a 804,4 mil toneladas, crescimento de 42,4% ante a safra obtida em 2019 (564,6 mil toneladas) e alta de 73,8% na comparação com o primeiro prognóstico deste ano (462,6 mil t).

No caso das frutas, a produção esperada é de 1,02 milhão de toneladas, o que representa alta de 10% na comparação com a safra obtida em 2019 (928,5 mil toneladas). A supervisora estadual de Estatísticas Agropecuárias do IBGE no Ceará, Regina Dias, avalia que os resultados positivos estão ligados à distribuição de chuvas. No caso das frutas, Dias destaca que o crescimento na estimativa de produção está ligado ao crescimento da área de cultivo.

Fonte: Diário do Nordeste

CC3 Brazil, é a nova sócia da CBPCE

CC3 Brazil, é a nova sócia da CBPCE

A CC3 Brazil é dirigida por Carlos Augusto, que iniciou como sócio pessoa física da CBPCE e após um ano em Portugal Desenvolvendo parcerias com instituições portuguesas fez o upgrade para pessoa jurídica a fim de divulgar a CC3 Brazil.

A empresa trabalha na promoção e produção de eventos esportivos, treinamentos em desenvolvimento profissional e gerencial, serviços de organização de feiras, congressos e festas e atividade de condicionamento físico, também trabalha com consultoria em assuntos educacionais e intercâmbio de equipes esportivas, além de gestão de carreiras e muito mais.

Para saber mais sobre a CC3 Brazil acesse o site (www.cc3brazil.com.br)

Serviços:
CC3 Brazil
TELEFONE: (85) 99941-5045
E-MAIL: cc3brazil@gmail.com
ENDEREÇO: Av. Senador Virgílio Távora,999 – Loja 1 – Aldeota – Fortaleza
SITE: www.cc3brazil.com.br

 

 

Raul Santos Neto, diretor da CBPCE, explica sobre a cotação e valorização do ouro

Raul Santos Neto, diretor da CBPCE, explica sobre a cotação e valorização do ouro

Incertezas do mercado financeiro têm impulsionado valorização do metal. Apesar das altas, opção só é recomendada para investidores experientes e com conhecimento avançado para incluir nesta modalidade na carteira

Diante da baixa do dólar e da incerteza que paira no mercado financeiro, a cotação do ouro encerrou a sessão de ontem (5) com alta de 0,66%, a US$ 1.920,10 pela onça-troy, unidade equivalente a 31,1035 gramas. O resultado é o mais alto das últimas duas semanas.

O vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Ceará (Ibef-CE), Raul Santos, aponta que as incertezas são o motivo para as altas substanciais do metal nas últimas semanas e alerta para o risco de apostar no investimento dessa natureza.

“O ouro está muito valorizado, e não é para iniciantes ou pessoas de médio conhecimento. Ele chegou numa fase que está muito valorizado e, se as vacinas prometidas vierem, o ambiente de incerteza vai baixar e o ouro rapidamente vai voltar a se desvalorizar. Então, eu acho que teve um certo efeito manada. Muita gente começou a procurar, e o preço ainda pode subir mais um pouco, mas o risco é grande”, explica Santos.

Além dos títulos de ouro, o momento também é favorável para a venda de joias. A Ouro Minas, casa de câmbio que também realiza a transação, estava pagando R$ 220 por grama de ouro nessa segunda.

O vice-presidente do Ibef detalha que a compra do ouro é sempre baseada em expectativas, portanto, é importante buscar outras opções de investimento antes de alocar recursos nesta modalidade. “Primeiro, a pessoa precisa entender como funcionam os investimentos de renda fixa. Depois disso, pressupõe-se que já se tenha conhecido a poupança; em um segundo momento, os fundos multimercado, com maior volatilidade. E eu equipararia esse fluxo, não pelo grau de risco, mas por diversificação, ao próprio amadurecimento. Então, a pessoa vai chegar em um ponto que vai buscar diversificação e o ouro pode ser uma possibilidade”, aconselha Santos.

Perfil cearense

Apesar dos riscos, Santos considera o cearense um investidor mais ousado que a média nacional. Ainda assim, a parcela da população disposta a investir em títulos de ouro e que estaria apta a gerir uma aplicação desse tipo ainda é muito pequena, segundo ele.

“O que acontece é que as pessoas não possuem acesso e conhecimento dentro desse tipo de mercado. Mas eu digo que os jovens são mais adeptos às ações. O apetite de risco lá é muito maior. Eles se expõem muito a esse tipo de operação, mercado de futuros. Funciona muito com o mercado agrícola, por exemplo. O ouro é do mesmo jeito”, diz.

O vice-presidente do Ibef ainda orienta que, para os interessados, é importante buscar o máximo de conhecimento sobre o assunto e nunca concentrar os investimentos em um só ativo. “É entender que o ouro pode ser opção, mas nunca para se colocar 50%, 60%, 100% do dinheiro”, acrescenta.

Como investir

Santos detalha que, para investir em títulos de ouro, os interessados podem procurar corretoras, sempre verificando se a instituição possui inscrição na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Ainda é possível verificar nas plataformas de grandes bancos se eles possuem fundos de investimentos que aplicam em ouro.

Com alto índice de incertezas no mercado mundial, a cotação do ouro passou por uma forte valorização. Contudo, o vice-presidente do Ibef indica cuidado para entrar nesta modalidade de investimento.

Fonte: Diário do Nordeste em 06/10/2020