CBPCE promove debate sobre potencial da Economia Azul para o desenvolvimento do Ceará

CBPCE promove debate sobre potencial da Economia Azul para o desenvolvimento do Ceará

Primeira edição dos Diálogos Estratégicos reuniu especialistas, empresários, pesquisadores e instituições para discutir oportunidades, desafios e propostas para o mar cearense

Foto: Robyson Alves

A Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE) realizou, na tarde desta terça-feira, 1º de setembro, no Lounge APSV, a primeira edição dos Diálogos Estratégicos CBPCE, iniciativa criada para reunir diferentes setores da sociedade em torno de temas estratégicos para o desenvolvimento do Ceará. Com o tema “Economia Azul: Conexões e Oportunidades para o Mar do Ceará”, o encontro foi conduzido pela presidente da CBPCE, Patrícia Campos, pelo diretor da CBPCE e presidente da Câmara Setorial da Economia do Mar, Rômulo Alexandre, e pela diretora Clivânia Teixeira.

A pergunta que orientou as discussões foi: “Que oportunidades, desafios e propostas devem integrar uma agenda estratégica para o desenvolvimento sustentável do mar do Ceará?”. A proposta foi transformar o mar em uma agenda estratégica de desenvolvimento, considerando atividades tradicionais, como pesca, turismo e operações portuárias, além de segmentos em expansão, como energias renováveis offshore, inovação, tecnologia, bioeconomia, infraestrutura, formação profissional e conservação ambiental.

Para Patrícia Campos, os Diálogos Estratégicos foram concebidos como um ambiente de escuta e construção coletiva. “Mais do que uma programação baseada em palestras, os Diálogos Estratégicos foram estruturados como um espaço de escuta, troca e construção coletiva. Os participantes foram convidados a apresentar experiências, desafios, oportunidades, reflexões ou propostas que possam contribuir para uma agenda de desenvolvimento sustentável do mar cearense”, destacou.

Rômulo Alexandre Soares ressaltou que a Economia Azul envolve uma agenda ampla, que passa por governança do mar, financiamento, investimentos, conservação ambiental, mudanças climáticas, portos, logística, recursos marinhos, pesca, aquicultura, turismo, esportes náuticos, inovação, tecnologia, formação profissional e inserção internacional. “Os Diálogos Estratégicos CBPCE surgem como uma tentativa de aproximar diferentes visões e transformar conhecimentos e experiências dispersos em uma agenda comum para o futuro do mar cearense”, afirmou.

A força do Ceará na pesca e na aquicultura foi um dos pontos destacados durante o encontro. O engenheiro de pesca Felipe Goyanna, mestre e doutor em Ciências Marinhas, lembrou que o Estado ocupa posição estratégica no setor pesqueiro nacional. “O Ceará ocupa uma posição de destaque no setor pesqueiro nacional. Somos o maior produtor de lagosta, um dos principais produtores de atum e o maior exportador de pescados do Brasil, respondendo por cerca de 25% a 30% do valor das exportações brasileiras do setor.”

Felipe também chamou atenção para a carcinicultura. “Também temos uma posição muito forte na carcinicultura. Mais da metade da produção brasileira de camarão cultivado está concentrada no Ceará. Do ponto de vista da pesca e da aquicultura, o Estado está muito bem posicionado no cenário nacional.”

A preservação ambiental e o combate à poluição marinha também entraram na pauta. Rômulo Alexandre Soares destacou que grande parte dos resíduos encontrados nas praias tem origem nas cidades e nos rios. “Hoje, cerca de 80% do plástico que encontramos nas praias vem dos rios e das cidades. Fortaleza despeja aproximadamente 1.400 toneladas de plástico por ano no mar do Ceará, e esse é um problema ambiental que precisa ser enfrentado na origem.”

Ele também apresentou uma iniciativa de mobilização internacional ligada aos esportes náuticos. “Nosso desafio é mobilizar kitesurfistas do mundo inteiro em prol do oceano. Para cada quilômetro velejado, buscamos retirar um quilo de resíduo de ambientes costeiros. Já retiramos cerca de 470 toneladas de resíduos dos rios e acumulamos mais de 300 mil quilômetros velejados. Nossa meta, até 2030, é alcançar um milhão de quilômetros e, consequentemente, retirar um milhão de quilos de resíduos do meio ambiente.”

A logística foi abordada como um eixo estruturante da Economia Azul. Edna Câmara, da Prática Eventos, realizadora da Expolog, destacou o papel estratégico do setor. “A logística é uma mola propulsora para diferentes setores da economia e ocupa um papel central na Expolog. A partir dela, o evento conecta temas como portos, agronegócio, inovação, economia e macroeconomia, ampliando o debate e as oportunidades de negócios.”

Segundo ela, o desafio é manter a logística no centro das discussões sobre desenvolvimento. “O grande desafio é manter essa discussão cada vez mais atual e atrativa, mostrando que a logística não é um tema isolado, mas um elemento estratégico para o desenvolvimento econômico e para a integração entre diferentes cadeias produtivas.”

O empresário Ricardo Parente defendeu uma mudança de paradigma sobre o papel do mar na economia. “Mais do que olhar para a economia azul, precisamos de um novo olhar sobre ela. O mundo passa por profundas mudanças geopolíticas e tecnológicas, e energia, infraestrutura e agronegócio são pilares fundamentais para a sociedade. O mar está diretamente inserido nesse contexto.”

Para ele, o mar deve deixar de ser visto apenas como limite geográfico ou espaço de extração primária. “Essa mudança representa um novo paradigma: o mar deixa de ser visto apenas como limite geográfico ou área de extração primária e passa a ocupar o centro de uma economia baseada em tecnologia, sustentabilidade ambiental e integração global, abrindo também oportunidades para o Ceará ampliar sua liderança nesse setor.”

A relação entre o Ceará e a Margem Equatorial foi destacada por Jamiro Dias, da NML Tankers. “O Ceará tem uma posição privilegiada para ser protagonista na Margem Equatorial. Com quase 600 quilômetros de costa, os portos do Mucuripe e do Pecém e infraestrutura ligada ao setor naval, o Estado reúne condições estratégicas para aproveitar as oportunidades que podem surgir com a exploração offshore.”

Jamiro também alertou para a necessidade de preparação. “O desafio é estar preparado para esse movimento, que pode gerar empregos e demandar mão de obra qualificada. O Ceará precisa se antecipar, investir em capacitação e estrutura e buscar um papel de protagonismo, e não apenas de coadjuvante, nesse processo.”

Os esportes náuticos foram apresentados como plataforma de desenvolvimento econômico. Renner Fortunato, da Associação de Stand Up Paddle do Ceará, afirmou que o setor pode movimentar diversas cadeias. “O esporte náutico pode ser muito mais do que uma atividade esportiva. Ele pode funcionar como uma plataforma de desenvolvimento da economia azul, movimentando turismo, hospedagem, gastronomia, transporte, equipamentos, serviços, formação profissional e geração de emprego e renda.”

Ele também defendeu a integração entre eventos náuticos, sustentabilidade e pesquisa. “O Ceará reúne condições privilegiadas para ampliar esse potencial. A proposta é integrar eventos náuticos à sustentabilidade, à pesquisa e ao monitoramento ambiental, transformando essas iniciativas em verdadeiros laboratórios da economia azul e fortalecendo também as conexões com Portugal.”

A criação de um cluster marítimo foi apontada como caminho para articular empresas, governo, academia e demais atores ligados ao mar. A almirante de esquadra Elis Treidler Öberg avaliou que o Ceará vive um momento decisivo. “O Ceará vive um ponto de inflexão, com novas oportunidades ligadas à energia, à Margem Equatorial e às eólicas offshore. Para que essas oportunidades não se percam, é fundamental manter um diálogo permanente entre empresas, governos, academia e todos os atores envolvidos com o mar.”

Segundo ele, a Economia Azul precisa incorporar sustentabilidade desde a origem. “A proposta é criar um cluster marítimo que reúna esses setores e fortaleça essa articulação. Mais do que desenvolver a economia do mar, é preciso garantir que essas atividades incorporem a sustentabilidade, transformando esse crescimento em uma verdadeira economia azul.”

A dimensão cultural da Economia Azul também foi lembrada. Célio Fernando, da BFA, destacou a importância do pertencimento ao mar. “Quando a gente fala de arte e cultura, a gente fala também de inovação, de criatividade e de currículo azul. É ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática, mas também é entender a nossa relação com o mar por meio da cultura.”

“​A gente tem que ter coração e querer primeiro pertencer ao mar. Não adianta qualquer coisa que a gente queira fazer, seja em energia ou em tudo isso que a gente vem falando, se não houver esse pertencimento, essa arte e essa cultura”, acrescentou.

Para Anya Ribeiro, sócia e vice-presidente de Turismo e Serviços da CBPCE, o mar também deve ser compreendido como elo entre o litoral e o interior. “Quando eu olho o mar, não consigo vê-lo dissociado da linha de costa. Eu vejo esse mar associado ao interior e ao benefício que ele leva para esses territórios, pelos rios, pelas comunidades e por todas essas conexões.”

Ela defendeu que empresários podem atuar como agentes de transformação. “A minha mensagem é que, através do mar, que conecta a costa litorânea e o interior, nós, empresários, podemos promover uma mudança de chave no desenvolvimento sustentável do Ceará.”

O ex-presidente da Câmara Setorial da Economia Azul e atual vice-presidente da entidade, Beto Gradvohl, classificou a Economia Azul como uma agenda transformadora. “A economia azul é uma economia transformadora. Quando estiver plenamente implantada, acredito que teremos uma mudança enorme na vida de todos nós. Ela pode, inclusive, superar o agronegócio e passar a ocupar uma posição de prioridade.”

Ele ressaltou, no entanto, que a consolidação da agenda depende de ações estruturantes. “Para desenvolver uma economia azul saudável no Ceará, precisamos da participação do poder público, com saneamento básico, especialmente nos municípios costeiros, boas estradas, segurança e projetos estruturantes. O grande desafio é transformar os projetos e ideias que já existem em ações concretas.”

O professor Eduardo Fontenele, da Universidade Federal do Ceará, coordenador do Núcleo de Pesquisa em Economia do Mar, destacou a importância de avaliar os impactos econômicos de forma mais ampla. “Quando se fala em pesca artesanal, a preocupação não pode ser apenas com a produção. É preciso olhar também para o pós-captura, para o acondicionamento, o transporte e a perda de valor por parte dos pescadores. Essa baixa rentabilidade ajuda a explicar o envelhecimento da atividade e o desinteresse dos jovens.”

Para ele, também é necessário compreender como a riqueza gerada permanece no território. “Quando se fala em economia azul, não basta saber quanto o PIB cresce. É importante entender quanto desse valor fica no território, como essa renda é distribuída, quem ganha, quem perde e quais encadeamentos produtivos são gerados na nossa economia.”

A economista em formação Marina Rocha, entusiasta da Economia Azul, reforçou a importância de conectar os diferentes atores do ecossistema. “O Ceará tem um grande potencial na economia azul, mas o desafio é transformar esse potencial em oportunidade e desenvolvimento. E a resposta para isso passa pela conexão entre o setor público, o setor privado, a sociedade civil e a academia.”

Ela também apresentou a proposta da Blue Ceará como plataforma de articulação. “A Blue Ceará nasce com esse propósito: ser uma plataforma de conexão do ecossistema da economia azul no Estado, permitindo o compartilhamento de ideias, conhecimentos, eventos e perspectivas entre os diferentes atores.”

A advogada Fabíola Rocha, sócia da CBPCE, chamou atenção para a necessidade de governança, segurança jurídica e repartição de benefícios. “O Ceará tem condições muito favoráveis para avançar na economia azul, mas é preciso definir qual arranjo de governança, financiamento e repartição de benefícios deve ser adotado para que esse desenvolvimento gere reindustrialização local e inclusão socioeconômica, e não apenas exportação.”

Segundo ela, o avanço da Economia Azul também deve observar critérios ambientais e sociais. “Também precisamos conciliar a expansão da economia azul com segurança jurídica e ambiental, proteção das comunidades pesqueiras e dos povos do mar e indicadores ESG críveis, evitando o bluewashing e garantindo competitividade e acesso a mercados como o da União Europeia.”

A formação das novas gerações foi destacada por Thais Pileggi, coordenadora nacional do programa Escola Azul. “Se a gente quer um futuro com economia azul, a gente tem que falar de educação. O Programa Escola Azul trabalha justamente a cultura oceânica, mostrando de que maneira as nossas ações afetam o oceano e de que maneira o oceano nos afeta.”

Ela também ressaltou o potencial de expansão do programa no Ceará. “Hoje temos mais de 760 escolas participantes no Brasil, mas apenas 16 no Ceará. O Estado já é referência em educação e pode se tornar também referência em Escolas Azuis, ampliando essa rede e aproximando cada vez mais os estudantes da cultura oceânica.”

O ex-petroleiro André Aski defendeu que a Economia Azul extrapola os limites do oceano e deve estar conectada às comunidades. “Eu entendo que a economia azul extrapola os limites do oceano e precisa estar conectada também às comunidades. Foi justamente essa relação entre economia azul e interação com as comunidades que despertou ainda mais o meu interesse pelo tema.”

Ele também destacou a importância de rodadas de negócios e articulação entre empresas e tecnologias. “A questão do cluster é muito importante. A experiência com o cluster tecnológico naval e com rodadas de negócios mostra como essa articulação pode aproximar empresas, tecnologias e iniciativas que têm relação direta com a economia azul.”

Para Luiz Eugênio, o debate precisa gerar resultados práticos. “Tudo o que foi falado aqui mostra quanta coisa o mar proporciona para o Ceará. Energia renovável, hidrogênio verde, turismo, pescado, são muitas oportunidades e uma riqueza enorme de ideias e possibilidades.”

“Mas, se a gente não tratar isso de forma concreta, com projetos e com um plano bem feito, vai ficar uma coisa romântica. Uma discussão como essa precisa gerar entregáveis e resultados para que a sociedade entenda a importância da economia azul”, afirmou.

A sócia da CBPCE Cibele Gaspar, da Nexxi Assessoria, relacionou o debate sobre o mar à experiência brasileira com o pré-sal e à necessidade de planejamento para a Margem Equatorial. “O Brasil já passou pela experiência de construir riqueza a partir da exploração do pré-sal, mas o fundo social criado com esses recursos não tem contribuído como deveria para a riqueza do país. Com a Margem Equatorial, precisamos pensar desde já em como essa exploração pode trazer benefícios concretos para as regiões envolvidas.”

Segundo ela, é fundamental assegurar que os recursos gerados permaneçam no território. “É preciso definir a utilização desses recursos da melhor forma no território e estabelecer quais organismos podem fazer isso, evitando desvios e o escoamento de recursos. Precisamos mobilizar nossa inteligência, nosso apoio e nossa força para fazer com que essa riqueza fique na região.”

Para Clivânia Teixeira, o encontro gerou conexões que ultrapassam a programação do evento, aproximando empresas, pesquisadores, investidores, instituições públicas e comunidades em torno da construção de projetos e parcerias. “As contribuições apresentadas durante o encontro foram registradas e serão posteriormente organizadas pela CBPCE. O objetivo é que não se limite à identificação de problemas ou à apresentação de oportunidades, mas contribua para apontar prioridades e caminhos de cooperação”, concluiu.

O evento contou com o patrocínio da BLD Urbanismo, Ricarte Urbano Contabilidade, Hotel Sonata de Iracema, Caix Pescados, Destinos Objetivos, Nova Era Aduaneira, Qair Brasil, Cenergias Participações, Termaco Logística, Prática Eventos e Tecer Terminais Portuários, além do apoio da APSV Advogados, Câmara Setorial da Economia Azul, Câmara Brasil Argentina no Ceará, Câmara Brasil-Canadá, Amcham e Câmara Ceará-Israel.

Confira as fotos: https://news.cbpce.org.br/fotos-dialogos1
Conheça o projeto Diálogos Estratégicos: https://news.cbpce.org.br/lp.dialogos-estrategicos

Fonte: Cenários Comunicação, 2 de setembro de 2026.

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Qair prevê iniciar data center no Pecém em 2027

Qair prevê iniciar data center no Pecém em 2027

Empresa francesa desenvolverá o Grand Réseau na região da ZPE do Pecém, com energia fornecida por plantas renováveis próprias

Foto: divulgação

A Qair Brasil, subsidiária da multinacional francesa de energias renováveis Qair e empresa sócia patrocinadora da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), prevê iniciar no primeiro semestre de 2027 as obras de um data center de grande porte na região da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Pecém, na Grande Fortaleza. A informação foi divulgada pelo Diário do Nordeste, com base em entrevista do presidente da companhia, Armando Abreu.

O empreendimento, batizado de Grand Réseau, está em desenvolvimento pelo grupo Qair e será implantado em fases. A primeira etapa contará com 150 megawatts (MW) de capacidade instalada, enquanto a segunda fase deverá acrescentar outros 415 MW ao projeto.

Embora o valor do investimento ainda não tenha sido divulgado, Armando Abreu afirmou ao Diário do Nordeste que o empreendimento poderá representar um dos maiores investimentos pontuais da história do Ceará. A companhia também não revelou, até o momento, potenciais clientes para a operação.

Segundo a reportagem, o projeto já possui licença prévia da primeira fase e viabilidade de conexão emitidas. O licenciamento de instalação ainda está pendente, mas, de acordo com o presidente da Qair Brasil, o processo está em fase avançada junto aos órgãos competentes.

Um dos diferenciais do Grand Réseau será o fornecimento de energia a partir de plantas renováveis da própria Qair. A empresa também mantém interesse em projetos ligados ao hidrogênio verde, em uma estratégia que aproxima energia limpa, infraestrutura digital e novos investimentos industriais no Ceará.

Somente no Ceará, a Qair já conta com 650 MW em projetos, incluindo plantas solares e eólicas. Outros 2 mil MW estão no planejamento da empresa, envolvendo data center, sistemas de armazenamento de energia por baterias, hidrogênio verde e projetos eólicos offshore.

A chegada do Grand Réseau reforça o movimento de consolidação do Pecém como polo estratégico de infraestrutura digital. Com o projeto da Qair, sobe para três o número de data centers em execução na região, que também concentra empreendimentos de hiperescala voltados à exportação de serviços digitais.

O avanço desses investimentos evidencia o potencial do Ceará como hub de energia renovável, conectividade, tecnologia, logística e novos negócios industriais. A combinação entre localização estratégica, infraestrutura portuária, cabos submarinos e disponibilidade de energia limpa fortalece a posição do Estado na nova economia de dados.

Como sócia da CBPCE, a Qair Brasil integra o ecossistema empresarial que contribui para impulsionar agendas estratégicas ligadas à transição energética, inovação, internacionalização de investimentos e desenvolvimento econômico do Ceará.

Fonte: Diário do Nordeste, 2 de setembro de 2026, com informação complementar da CBPCE.

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Braselco destaca importância do estudo de viabilidade em energia renovável

Braselco destaca importância do estudo de viabilidade em energia renovável

Empresa sócia da CBPCE aponta análise técnica como primeiro passo para projetos eólicos e solares bem-sucedidos

Foto: divulgação

A Braselco, empresa sócia da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), destaca a importância do estudo de viabilidade como etapa inicial para o desenvolvimento de projetos de energia renovável, especialmente nas áreas eólica e solar.

Antes da instalação de torres, da compra de equipamentos ou da busca por financiamento, a análise técnica busca responder a uma pergunta essencial: se determinado terreno possui, de fato, potencial para gerar energia renovável de forma eficiente e economicamente viável.

O estudo de viabilidade permite avaliar fatores decisivos para o sucesso de um empreendimento, como o potencial eólico, a incidência solar, a topografia, as condições de acesso e a existência de infraestrutura próxima, incluindo subestações e linhas de transmissão.

No caso da energia eólica, a análise considera se os ventos apresentam intensidade e regularidade suficientes para sustentar a geração. Já nos projetos solares, o estudo observa a constância da radiação ao longo do ano e as condições locais para instalação dos sistemas.

A Braselco também aponta a relevância da avaliação econômica, com estimativas de custos, geração de energia e retorno sobre o investimento. Esse diagnóstico contribui para reduzir riscos, orientar decisões e indicar se o projeto tem condições técnicas e financeiras para avançar.

O processo envolve levantamento preliminar com dados de satélite e reanálises, recomendação da melhor estratégia de medição, que pode incluir torres, LiDAR ou a combinação dos dois métodos, além da análise de viabilidade econômica.

Com mais de 350 torres instaladas, a empresa reúne experiência técnica no suporte a projetos de geração renovável. A atuação envolve equipe multidisciplinar composta por engenheiros, meteorologistas e analistas, com visão integrada desde a fase de avaliação até etapas posteriores de operação.

A pauta reforça a importância do planejamento técnico em um setor estratégico para o Ceará, estado reconhecido pelo potencial em energias renováveis e por sua posição relevante na agenda de transição energética.

Fonte: Braselco em 01.09.2026

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Sócia da CBPCE, M. Dias Branco conquista prata nacional

Sócia da CBPCE, M. Dias Branco conquista prata nacional

Case “Estratégia para Todos” foi reconhecido na categoria Excelência Organizacional do Prêmio Ser Humano 2026, promovido pela ABRH Brasil

Foto: divulgação

A M. Dias Branco, empresa sócia da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), conquistou o 2º lugar nacional na categoria Excelência Organizacional do Prêmio Ser Humano 2026, promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH Brasil). O reconhecimento foi anunciado durante o CONARH 2026, em São Paulo.

A premiação nacional reconheceu o case “Estratégia para Todos”, iniciativa desenvolvida para tornar a estratégia corporativa mais acessível, compreendida e vivenciada no dia a dia dos colaboradores da Companhia.

A conquista nacional veio após uma trajetória iniciada no Ceará. O mesmo case havia conquistado o 1º lugar na etapa cearense do Prêmio Ser Humano 2026, promovida pela ABRH-CE, também na categoria Excelência Organizacional. Como representante do Ceará na etapa brasileira, a iniciativa disputou com projetos vencedores de outras seccionais da entidade.

O projeto conecta mais de 17 mil colaboradores à estratégia da Companhia, utilizando governança, comunicação interna, desenvolvimento de lideranças e recursos de gamificação para ampliar o entendimento dos direcionadores estratégicos em diferentes níveis da organização.

Criado em 1993 pela ABRH Brasil, o Prêmio Ser Humano reconhece iniciativas em gestão de pessoas que valorizam inovação, talento humano, desenvolvimento organizacional e impacto positivo nas empresas e na sociedade.

Na categoria Excelência Organizacional, são destacadas práticas que elevam a qualidade, a eficiência e a estrutura da gestão de pessoas, com impacto positivo para colaboradores e demais públicos envolvidos.

A conquista reforça a atuação da M. Dias Branco na valorização das pessoas e no fortalecimento da cultura organizacional. O reconhecimento também evidencia a importância de aproximar os colaboradores da estratégia empresarial, transformando objetivos corporativos em práticas compreendidas e aplicadas no cotidiano da organização.

Fonte: M. Dias Branco em agosto de 2026.

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Solis Investimentos participa de debate sobre crédito privado em Fortaleza

Solis Investimentos participa de debate sobre crédito privado em Fortaleza

Empresa sócia da CBPCE esteve no 30º EPINNE & 28º EPB, com participação de Delano Macêdo em painel sobre previdência complementar e mercado de crédito

Foto: divulgação

A Solis Investimentos, empresa sócia da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), participou do 30º EPINNE & 28º EPB, realizado em Fortaleza, em uma programação voltada ao debate sobre o futuro do mercado de previdência complementar e ao fortalecimento de conexões com parceiros do ecossistema de Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPCs).

Durante os dois dias de evento, a Solis marcou presença em debates, encontros institucionais e momentos de relacionamento com profissionais, investidores e representantes do setor. A participação reforçou a atuação da empresa em temas estratégicos para o mercado financeiro, especialmente no campo de crédito privado, alocação de ativos e soluções para investidores institucionais.

Um dos destaques da programação foi a participação de Delano Macêdo, sócio da Solis Investimentos, no painel “Crédito privado: onde está o verdadeiro prêmio?”. O debate contou também com a presença de Alexandre Coutinho, do Patria Investimentos Brasil.

A discussão abordou pontos relevantes sobre a dinâmica de risco e retorno no atual cenário macroeconômico, estratégias eficientes de alocação em ativos de crédito e o papel dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) nas carteiras de investidores institucionais.

O tema ganha relevância diante da busca por instrumentos capazes de combinar análise criteriosa de risco, previsibilidade, diversificação e geração de valor em carteiras de longo prazo, especialmente no ambiente das entidades de previdência complementar.

Além da participação no painel, a Solis também recebeu visitantes em seu estande, promovendo conversas com parceiros, gestores e representantes do mercado. As interações contribuíram para ampliar conexões, fortalecer parcerias e discutir soluções voltadas ao desenvolvimento de estratégias sólidas para o setor.

A presença da Solis Investimentos no evento reforça o protagonismo de empresas associadas à CBPCE em agendas nacionais e regionais ligadas ao mercado financeiro, à previdência complementar, à gestão de investimentos e à inovação em soluções para investidores institucionais.

Fonte: Solis Investimentos em 29.08.2026

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Eusébio lidera ranking de competitividade no Nordeste

Eusébio lidera ranking de competitividade no Nordeste

Município cearense avançou 56 posições no ranking nacional e se destacou em Educação, Telecomunicações, governança e inovação pública

Foto: divulgação

O município de Eusébio, no Ceará, foi apontado como a cidade mais competitiva do Nordeste na 7ª edição do Ranking de Competitividade dos Municípios, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com a Gove Digital. A informação foi publicada pelo jornal O POVO na edição de sexta-feira, 28 de agosto.

Ao todo, o levantamento analisou 423 municípios brasileiros. No ranking geral, Eusébio avançou 56 posições e alcançou o 58º lugar nacional, consolidando-se como o município nordestino mais bem colocado na avaliação.

O desempenho coloca Eusébio ao lado de Recife, São Cristóvão, em Sergipe, e Teresina, no Piauí, como um dos quatro representantes nordestinos entre os 100 municípios mais competitivos do País.

Entre os principais destaques do município estão os pilares de Educação e Telecomunicações. Na área educacional, Eusébio subiu duas posições e chegou à 3ª colocação nacional, com avanços em indicadores relacionados à oferta de alunos em tempo integral na educação infantil e no ensino fundamental.

Em Telecomunicações, o município ocupa a 5ª posição nacional, sendo a única cidade fora do litoral paulista a figurar no top 5 do pilar. O resultado é impulsionado pela cobertura de telefonia móvel e pelo avanço nos acessos de banda larga.

Para Michel Araújo, sócio e diretor de Interiorização da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), a liderança inédita de Eusébio no Nordeste está relacionada a pilares claros de governança, estratégia e inovação.

Segundo ele, o avanço de 56 posições no ranking nacional não ocorre por acaso. O resultado reflete a continuidade de políticas públicas estruturantes ao longo de sucessivas gestões, iniciadas com o Dr. Acilon e agora conduzidas pelo Dr. Júnior, em seu primeiro ano de mandato.

Michel destaca que os investimentos sustentados em áreas fundamentais, como educação básica e integral, saúde resolutiva, conectividade e ambiente de negócios, contribuíram para a consolidação de Eusébio como referência regional em competitividade.

Outro ponto ressaltado é a construção de um ambiente favorável aos negócios, com segurança jurídica, atração de empresas de tecnologia, polos farmacêuticos, condomínios de alto padrão e novos serviços. Esse conjunto, segundo a análise, fortalece um círculo virtuoso de geração de receita própria, empregos qualificados e renda, sem comprometer a responsabilidade fiscal.

A infraestrutura tecnológica também aparece como diferencial estratégico. O 5º lugar nacional em Telecomunicações demonstra que Eusébio possui uma base digital capaz de apoiar a economia do conhecimento, o trabalho remoto, a modernização da gestão pública e a expansão de serviços digitais.

Na avaliação de Michel Araújo, o avanço do município também se conecta ao programa Inova Eusébio, conduzido pela gestão do prefeito Dr. Júnior como uma das frentes estratégicas da administração municipal.

Entre os fatores apontados estão a virada de chave na cultura da gestão pública, com digitalização de processos, simplificação de fluxos e foco na experiência do cidadão e do empreendedor; a articulação do ecossistema de inovação, aproximando poder público, setor produtivo e academia; e a tomada de decisões baseada em evidências, com uso de dados e inteligência para orientar investimentos de maior impacto.

O ranking também destacou o desempenho de Sobral, que manteve a liderança nacional em Qualidade da Educação. O município aparece em 7º lugar no ranking geral do País e lidera indicadores educacionais relacionados ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nos anos iniciais e finais do ensino fundamental.

Por outro lado, a matéria aponta desafios para municípios cearenses em áreas específicas. Sobral figura entre os cinco menores desempenhos no pilar de Segurança Pública, enquanto Fortaleza, na 104ª posição nacional, apresentou desempenho desfavorável no comparativo entre as capitais brasileiras.

O resultado de Eusébio reforça o protagonismo do município no cenário regional e evidencia a importância de políticas públicas voltadas à competitividade, infraestrutura, educação, conectividade, inovação, planejamento urbano e qualidade de vida.

Com o avanço no ranking, o município consolida sua posição como uma das referências do Nordeste em gestão pública, ambiente favorável ao desenvolvimento e capacidade de atrair novas oportunidades econômicas e sociais.

Fonte: Jornal O POVO, 28 de agosto de 2026

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SM Consultoria destaca coexistência de duas alíquotas de RET no mesmo CNPJ

SM Consultoria destaca coexistência de duas alíquotas de RET no mesmo CNPJ

Sócia da CBPCE analisa entendimento da Receita Federal que permite aplicação simultânea das alíquotas de 1% e 4% em empreendimentos imobiliários mistos

Foto: divulgação

A SM Consultoria, empresa sócia da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), destacou em conteúdo publicado no LinkedIn um novo entendimento da Receita Federal sobre a aplicação do Regime Especial de Tributação (RET) em incorporações imobiliárias.

Por meio da Solução de Consulta COSIT nº 132/2026, a Receita Federal esclareceu que incorporadoras imobiliárias podem aplicar simultaneamente as alíquotas de 1% e 4% do RET em empreendimentos vinculados ao mesmo CNPJ e patrimônio de afetação, desde que observados os requisitos legais aplicáveis.

A alíquota reduzida de 1% é destinada às unidades habitacionais enquadradas na Faixa Urbano 1 do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV). Já a alíquota de 4% permanece aplicável às demais unidades abrangidas pelo RET, incluindo imóveis sujeitos à tributação regular no âmbito do patrimônio de afetação. A Receita Federal também informa que a alíquota de 1% se aplica a incorporações ou construções de imóveis residenciais de interesse social da Faixa Urbano 1 do Minha Casa, Minha Vida, enquanto a alíquota de 4% alcança as incorporações sujeitas ao patrimônio de afetação.

Na prática, o entendimento elimina a necessidade de abertura de novos CNPJs apenas para separar as alíquotas em empreendimentos mistos. Segundo orientação da Receita Federal, quando há unidades habitacionais tributadas por alíquotas diferentes no mesmo empreendimento, devem ser transmitidos dois requerimentos, um para cada código de benefício, sendo que os dois regimes utilizarão o mesmo número de CNPJ do empreendimento.

Para operacionalizar a tributação diferenciada, os pedidos devem ser realizados por meio do Sistema de Concessão Eletrônica de Isenção (Sisen). A Receita Federal indica o código 099 para incorporação com alíquota de 4% e o código 100 para incorporação com alíquota de 1% voltada à Faixa Urbano 1 do Minha Casa, Minha Vida.

O esclarecimento representa um avanço relevante para incorporadoras que desenvolvem projetos imobiliários com unidades de interesse social e imóveis sujeitos à tributação regular no mesmo empreendimento. A medida tende a simplificar a gestão tributária, reduzir a necessidade de estruturas societárias adicionais e trazer maior segurança jurídica à apuração do RET.

De acordo com a análise da SM Consultoria, o ponto central para aplicação correta do entendimento está na observância dos requisitos legais de enquadramento dos compradores e das unidades habitacionais. A coexistência das alíquotas não dispensa a segregação adequada das receitas, o correto enquadramento no benefício fiscal e a documentação necessária para comprovar a conformidade do empreendimento.

Para o setor imobiliário, a orientação pode facilitar a estruturação de projetos mistos, especialmente aqueles que combinam unidades enquadradas no Minha Casa, Minha Vida com outras unidades sujeitas ao regime regular do RET.

Como sócia da CBPCE, a SM Consultoria contribui para o debate técnico sobre temas tributários relevantes para empresas, investidores, incorporadoras e profissionais que atuam em áreas estratégicas da economia.

Fonte: SM Consultoria em 26.08.2026

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Diálogos que constroem desenvolvimento

Diálogos que constroem desenvolvimento

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O desenvolvimento de um Estado não se constrói apenas a partir das decisões do poder público. Ele também se fortalece quando o setor produtivo, a academia, as entidades representativas e outros segmentos da sociedade civil participam da reflexão sobre pautas relevantes, compartilhando conhecimento, experiências e perspectivas que contribuem para o desenvolvimento econômico e social.

Foi a partir dessa percepção que idealizamos o Diálogos Estratégicos, como espaço de reflexão, conexão e construção de oportunidades em torno de pautas relevantes para o Ceará.

A proposta parte da compreensão de que aproximar conhecimentos, experiências e diferentes olhares amplia a reflexão sobre temas estratégicos e favorece conexões capazes de gerar oportunidades.

Nesse contexto, câmaras de comércio e entidades empresariais podem exercer um papel que ultrapassa a representação institucional. Pela capacidade de articulação e pela diversidade de seus ecossistemas, podem aproximar conhecimento, experiências, instituições e oportunidades.

É nessa perspectiva que a Câmara Brasil-Portugal no Ceará (CBPCE) protagoniza a primeira realização do Diálogos Estratégicos, incorporando à sua atuação um modelo de encontros sistematizados e autossustentáveis, concebidos para reunir especialistas e diferentes atores em torno de temas relevantes. Mais do que realizar eventos, a proposta é criar ambientes nos quais o conhecimento gere conexões e as conexões abram caminhos.

A edição inaugural, “Economia Azul: Conexões e Oportunidades para o Mar do Ceará”, realizada em parceria com a Câmara Setorial da Economia Azul, traduz bem esse conceito. A transversalidade do tema conecta logística, portos, pesca, indústria, energia, turismo, tecnologia, inovação, sustentabilidade e comércio exterior.

A Economia Azul, porém, é apenas o primeiro diálogo. Outras pautas poderão ocupar esse espaço, orientadas pela mesma lógica: reunir competências, compartilhar conhecimento e favorecer conexões que contribuam para o desenvolvimento.

Em tempos de desafios complexos, construir pontes entre quem conhece, quem realiza, quem pesquisa, quem decide e quem empreende é também uma estratégia de desenvolvimento.

A iniciativa conta com o patrocínio da BLD Urbanismo, Ricarte Urbano Contabilidade, Hotel Sonata de Iracema, Qair Brasil, Prática Eventos, Tecer Terminais Portuários, Termaco Logística, Cenergias Participações, Nova Era Aduaneira, Destinos Objetivos e Caix Pescados, além do apoio da APSV Advogados e da Câmara Setorial da Economia Azul, Câmara Ceará-Israel, Câmara Brasil-Argentina no Ceará e da Câmara Brasil-Canada.

Conheça o projeto
https://news.cbpce.org.br/lp.dialogos-estrategicos

Clivânia Teixeira
Idealizadora do projeto Diálogos Estratégicos
insightconexaoenegocios@gmail.com

Glória Ribeiro é a mais nova associada da CBPCE

Glória Ribeiro é a mais nova associada da CBPCE

Profissional chega à Câmara Brasil Portugal no Ceará com mais de três décadas de atuação em eventos, projetos e captação de recursos

Foto: divulgação

Glória Ribeiro passa a integrar a rede de associados da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), somando sua experiência em eventos, grandes projetos, atuação comercial, relacionamento institucional e captação de recursos ao ambiente de conexões promovido pela entidade.

Com mais de três décadas de trajetória profissional, Glória construiu uma atuação sólida no desenvolvimento de projetos e na estruturação de iniciativas voltadas ao setor de eventos. Sua experiência envolve áreas estratégicas para a articulação institucional, o relacionamento com parceiros e a viabilização de projetos por meio de captação de recursos.

Sua formação acadêmica inclui especialização em Marketing e Gestão de Serviços e Licenciatura Plena em Letras – Línguas Portuguesa e Inglesa e Respectivas Literaturas, ambas pela Universidade Federal do Ceará (UFC).

Em constante busca por atualização profissional, Glória Ribeiro também complementou sua formação por meio de programas de desenvolvimento empresarial, entre eles o EMPRETEC.

A chegada de Glória Ribeiro à CBPCE reforça a diversidade de experiências presentes na Câmara e amplia a capacidade da instituição de conectar profissionais, empresas e lideranças em torno de oportunidades comerciais, institucionais e estratégicas.

Contatos
gloriapratica@gmail.com

Fonte: CBPCE em 26.08.2026

“Esta newsletter realiza curadoria de conteúdos publicados por terceiros. Os resumos apresentados são elaborados pela equipe e direcionam o leitor às fontes originais, responsáveis pelo conteúdo integral e pelas imagens eventualmente associadas às matérias.”

Atlantic Hub promove encontro sobre negócios em Portugal

Atlantic Hub promove encontro sobre negócios em Portugal

Sócia da CBPCE realiza evento presencial em São Paulo para empresários brasileiros interessados em acessar o mercado europeu

Foto: divulgação

A Atlantic Hub, empresa sócia da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), realiza no dia 3 de setembro de 2026, às 9h, o encontro “Oportunidades e Desafios para Empresas Brasileiras em Portugal”, na Casa de Portugal, em São Paulo.

O evento será presencial e voltado a empresários e empresárias interessados em compreender os caminhos para internacionalizar negócios a partir de Portugal, ampliando conexões com o mercado europeu. A proposta é reunir conteúdo prático, cases de sucesso, networking e troca de experiências em um ambiente executivo.

Com o tema “Portugal para negócios brasileiros”, o encontro pretende apresentar como empresas brasileiras podem acessar o mercado europeu com apoio estratégico direto de Portugal. A programação também prevê uma manhã de relacionamento empresarial, conteúdo e oportunidades para quem deseja avançar em negócios internacionais.

A escolha de Portugal como foco está relacionada ao papel estratégico do país como porta de entrada para a internacionalização de empresas brasileiras. A atuação em território português pode facilitar a expansão para outros mercados europeus, especialmente pela integração ao espaço econômico europeu e pelo uso da mesma moeda em diversos países do bloco.

A Atlantic Hub foi fundada em 2016 e atua como empresa global, criada por brasileiros, com sede em Lisboa, em Portugal, e em São Paulo, no Brasil. A companhia é especializada em fomentar negócios e parcerias no ecossistema de empresas e startups luso-brasileiras, apoiando empresários brasileiros em processos de internacionalização a partir de Portugal.

A programação contará com a participação de Benicio Filho, Country Manager Brasil e cofundador da Atlantic Hub, e Thiago Matsumoto, CMO e cofundador da empresa. O encontro será realizado em grupo reduzido, com previsão de participação de até 20 empresários e empresárias.

Entre os benefícios previstos para os participantes estão visita à Casa de Portugal, acesso às palestras de conteúdo, café da manhã de relacionamento e networking com empresários e executivos.

A realização do encontro reforça a atuação da Atlantic Hub na aproximação entre Brasil e Portugal, especialmente no apoio a empresas brasileiras que buscam estruturar sua presença internacional, entender oportunidades de mercado e construir conexões estratégicas no ambiente luso-brasileiro.

Como sócia da CBPCE, a Atlantic Hub também fortalece a agenda de integração empresarial entre os dois países, contribuindo para ampliar oportunidades de negócios, cooperação e internacionalização entre Brasil, Portugal e Europa.

Serviço

Evento: Oportunidades e Desafios para Empresas Brasileiras em Portugal
Data: 3 de setembro de 2026
Horário: 9h, horário de Brasília
Local: Casa de Portugal
Endereço: Av. da Liberdade, 602, Liberdade, São Paulo/SP
Formato: presencial
Organização: Atlantic Hub
Observação: vagas limitadas.
Inscreva-se: https://materiais.atlantichub.com/0309-empresas-casadeportugal

Fonte: Atlantic Hub, 2026.

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