Juazeiro do Norte recebe convite para convênio com programa global de Cidades Inteligentes

Juazeiro do Norte deverá ser o 31º município do mundo e o quarto do Brasil a fazer parte do programa global de cidades inteligentes da Mastercard, o City Possible. O convênio está em análise na Procuradoria do Município. O programa foi lançado em novembro de 2018 com 16 cidades, entre elas, Atenas, Dubai, San Diego, Praga e Melbourne. No Brasil, as três cidades já conveniadas são Guarulhos-SP, Curitiba-PR e Madre de Deus-BA.

O convite para o convênio partiu da Mastercard. Foi feito ao Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação, Michel Araújo, durante o Smart City Business Brazil, que aconteceu em São Paulo, no mês passado. “Sermos convidados a trocar experiências com cidades globais comprova que, o que tem sido feito aqui, não deixa nada a desejar. Pelo contrário. Juazeiro do Norte tem muito a ensinar, como também a aprender”, afirmou o titular da SEDECI.

Com o City Possible, a Mastercard está estabelecendo um novo modelo de engajamento entre os setores público, privado e importantes instituições acadêmicas, a exemplo da Universidade de Harvard, para ajudar a resolver os desafios enfrentados pelas cidades, tornando-as mais inteligentes, inclusivas, sustentáveis e eficientes. 

O Secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação de Juazeiro do Norte enfatizou: “Inserir Juazeiro do Norte no mapa mundial da inovação vem sendo possível porque contamos com o apoio irrestrito do Prefeito Arnon Bezerra.” Michel Araújo ainda é o Vice-presidente de Soluções Inovadoras, do Fórum Nacional Inova Cidades. Ele é o único representante do interior na governança.

Fonte: Prefeitura de Juazeiro do Norte em 06.08.19

Com incentivo, Pecém pode ser principal ponto de cabotagem do NE

Projeto do Governo Federal, que pretende incentivar navegação entre portos brasileiros (cabotagem), deve beneficiar o Porto do Pecém. Operações do tipo no terminal avançaram 56% no primeiro semestre

Projeto do Governo Federal, BR do Mar, pretende incentivar a cabotagem – nome dado à navegação entre portos do mesmo país – e pode consolidar o Porto do Pecém, neste tipo de movimentação, tornando-o o principal terminal marítimo do Nordeste.

“O Porto do Pecém recebe com muita expectativa essa nova proposta do ministro Tarcísio (Gomes de Freitas, Infraestrutura). Já estamos entre os portos brasileiros que mais crescem na cabotagem”, comemora Danilo Serpa, diretor-presidente do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp).

Ele destaca que, no primeiro semestre de 2019, o Porto registrou um crescimento de 56% na cabotagem de contêineres em relação aos primeiros seis meses de 2018. No período, a operação correspondeu a 53% da participação da navegação pelo Porto. “Isso se deve a nossa localização extremamente estratégica. Temos hoje seis linhas semanais regulares de navegação que nos permitem desembarcar e embarcar mercadorias para portos de todo Brasil. E com esse incentivo da União, acreditamos que vamos conseguir mais rapidamente nos tornar o principal porto de entrada e saída de cargas da região Nordeste”, aponta Serpa.

Heitor Studart, presidente da Câmara Setorial de Logística (CSLog) e coordenador do Núcleo de Infraestrutura da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), diz que o incentivo à cabotagem deve alavancar as operações no Pecém.

“Eles querem financiar a aquisição de navios estrangeiros para aumentar a demanda. Eles também vão incentivar a parte de impostos e tributos sobre embarcações. A demanda já vem aumentando desde a greve dos caminhoneiros. A previsão de imediato, inclusive com a parceria com o Porto de Roterdã, é que essas rotas externas cheguem aqui e as cargas sejam distribuídas para outros portos. É no mínimo um aumento de 30% na demanda de contêiner aqui no Ceará”, acrescenta.

Segundo Studart, o projeto vai oferecer incentivos sobre a cobrança do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “Assim como na aviação, isso pode acontecer na cabotagem. É no mesmo molde. Isso é uma paridade e eles devem dar o incentivo conjunto como foi dado para o hub da aviação. Além disso, tem os incentivos na aquisição de embarcações usadas e tem também o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que eles querem reduzir”.

O presidente da CSLog também afirma que o preço final dos produtos para os consumidores deve ser reduzido com o programa. “O custo é bem menor para o consumidor e para o setor produtivo. O frete rodoviário paga por tonelada por quilômetro útil cerca de R$ 16. O frete do navio fica quatro vezes menor em relação ao rodoviário. Então, há uma redução para o consumidor”.

Eixos
Para Maria Fernanda Hijjar, sócia-executiva do Instituto Ilos, o programa deve alavancar o segmento de cabotagem tanto no País, como no Ceará. “A intenção da BR do Mar é muito boa. É aumentar o uso da cabotagem. O Brasil ainda usa muito pouco o potencial da cabotagem, o que é muito ruim para o País. O objetivo é colocar incentivos específicos sem colocar nenhum dinheiro em infraestrutura e aumentar a utilização da cabotagem para permitir o desenvolvimento econômico e reduzir a utilização de estradas e a dependência das empresas de transporte rodoviário, fazendo com que o País fique mais adequado em termos de modais”.

Segundo ela, o Governo colocou cinco frentes na BR do Mar que foram chamados de eixos temáticos. “Os eixos são frota, que é a disponibilização de navios; custos, que são os itens relacionais aos gastos para operar a cabotagem. Eles falam um pouco da praticagem, portos e indústria naval. O projeto possibilita que empresas que operam a cabotagem tenham mais navios disponíveis. Com maior frota, elas podem ofertar mais serviços de transporte. É permitir que as empresas fretem navios em maior quantidade”.

Para ela, o maior custo para operar a cabotagem no Brasil hoje está relacionado ao combustível naval (bunker). “O Governo está buscando tirar o ICMS que é cobrado das empresas de cabotagem quando elas compram o bunker. Não pagando isso, acaba ficando mais barato e elas ganham mais competitividade. Já existe uma legislação na qual as empresas de cabotagem deveriam pagar um bunker a preços internacionais”.

Hijjar explica que quando uma empresa estrangeira compra bunker no País, ela não paga ICMS porque a operação é considerada exportação. “A lei da cabotagem já diz que o preço do bunker vendido para a cabotagem deve ser equiparado ao preço vendido para as empresas de navegação internacional. O empenho é grande em fazer com que a cabotagem aumente sua participação na matriz modal”, avalia.

Indústria propõe que tabela deixe de ser obrigatória

A indústria apresentou ao Ministério da Infraestrutura uma proposta para que a tabela do frete deixe de ser impositiva e passe a servir como parâmetro para negociações entre empresas e caminhoneiros.

Assinada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) junto a associações e sindicatos empresariais, a proposta também traz o compromisso de estimular a contratação de caminhoneiros autônomos.

A tabela, que define piso mínimo a ser pago para caminhoneiros autônomos, foi criada pelo Governo Michel Temer (MDB) ao fim da paralisação do setor, ocorrida em maio de 2018.

Alvo de ações que questionam sua constitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF), inclusive da CNI, que é contra a fixação dos preços, ela se tornou motivo de mais disputas no mês passado, com ameaças de nova paralisação. O motivo era uma revisão dos pisos que deixou os caminhoneiros insatisfeitos, por considerarem que a análise, feita pela Esalq-Log (instituição ligada à USP) não contemplava uma margem de lucro para os trabalhadores. A atualização da tabela foi suspensa e, após reunião com representantes dos caminhoneiros, o Governo prometeu fechar acordos coletivos que passassem a contemplar a remuneração da categoria.

Em nota, a CNI afirma que as entidades empresariais acreditam que o melhor cenário é um entendimento direto entre produtores e transportadores por mecanismos de mercado, e que o setor industrial entende que o tabelamento prejudicou caminhoneiros autônomos, empresas industriais e consumidores.

Na última sexta-feira (2), a CNI recebeu do Governo proposta feita pelos caminhoneiros para resolver o impasse. O documento enviado ontem responde às demandas apresentadas.

Fonte: Diário do Nordeste em 07.08.19

Joaquim Cartaxo: Economia de Terreiro

Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento – UNCTAD classifica as indústrias criativas como ciclos de criação, produção e distribuição de produtos e serviços que utilizam criatividade e capital intelectual como insumos primários. Comumente, tais indústrias estão relacionadas em quatro grupos que reúnem atividades criativas de acordo com suas peculiaridades: patrimônio (expressões e locais culturais tradicionais), artes (visuais e cênicas), mídia (editoras, mídias impressas e audiovisuais) e criações funcionais (design, novas mídias e serviços criativos).

Valendo-se da capacidade humana abundante de criar, a economia criativa consolida-se e se expande, no século 21, como forma de trabalho e obtenção de renda em todo o mundo. Assim sendo, o Brasil dispõe de ativos e oportunidades imensuráveis de desenvolver esta economia, dado os diferentes povos e culturas que geraram o povo brasileiro. Grife-se aqui que é inconteste a densidade do povo africano para a constituição da matriz cultural e social brasileira.

As formas e as inteligências africanas estão presentes nas linguagens culturais de maneira múltipla: literatura, música, dança, moda, gastronomia, religiosidade. Tudo isso é matéria prima para a realização de inúmeros negócios criativos e culturais em setores diversos.

Os terreiros de candomblé possuem imenso vigor para formalização destes negócios, pois se estabelecem como polo mobilizador da economia local, além da religiosidade. Negócios relacionados com gastronomia, produção e comércio de roupas e adereços, instrumentos musicais, banhos de ervas, utensílios são constituídos para prover as atividades dos terreiros. Consequentemente, há geração de trabalho e circulação de dinheiro. 

Entidade das mais antigas do gênero no Ceará, a União Espírita Cearense de Umbanda anota mais de 5 mil terreiros no estado. Número que expressa o potencial dos negócios de terreiro, apesar de invisíveis, na economia cearense.

Investir no ambiente dos terreiros requer a organização das pessoas empreendedoras, escalar os negócios criativos e, ao mesmo tempo, desafiar e vencer os preconceitos religiosos e o racismo.

Joaquim Cartaxo – arquiteto urbanista e superintendente do Sebrae CE

Fonte: Sebrae-ce em 05.08.19

Flow, Associada da CBPCE lança a 3ª Turma do Lider de Si Mesmo

Estamos vivendo em um mundo acelerado, onde tudo parece estar na palma de nossas mãos.
Esta velocidade impacta o nosso estilo de vida, afetando as nossas emoções e provocando fadiga, estresse e muita ansiedade.

O Grupo de Aprofundamento em Gestão das Emoções e Enfrentamento do Estresse lhe convida a participar da Terceira Turma do Líder de Si Mesmo. 

Serão 08 encontros coletivos de 3hs e 02 individuais de 1h, cada participante terá a oportunidade de personalizar os seus objetivos e trabalha-los a partir de uma metodologia interativa que integra práticas e vivências, respaldadas por teorias que vão da psicologia à neurociência.

Inscrições e Informações: http://bit.ly/liderdesimesmoturma3

VAGAS LIMITADAS

contatos:
Adriana Bezerra do Carmo – (85) 98814.6118
(WhatsApp e telefone)

Fonte: Flow Desenvolvimento em 14.08.19

Ceará Global abordará nova política de investimentos

O subsecretário de Investimentos Estrangeiros, Renato Coelho Baumann das Neves, é um dos palestrantes já confirmados no Ceará Global 2019. Ele irá abordar a governança para atração de investimentos. Terá muito o que explicar, principalmente diante da nova política do governo. O evento será realizado no dia 22 de agosto, de 8 às 18 horas, no Centro de Negócios do Sebrae.

Para conhecer a programação completa do evento clique aqui http://bit.ly/prog-cearaglobal

Serviço:
Ceará Global 2019
Data: 22 de agosto de 2019
Local: Sebrae CE (Av. Monsenhor Tabosa, 777 – Praia de Iracema)
Inscrições: http://bit.ly/cearaglobal2019

Fonte: Neila Fontenele / O Povo Online em 12/08/19

CBPCE realiza dia 23 de agosto o workshop “Linkedin para Gerar Negócios”

A Câmara Brasil Portugal no Ceará realizará no próximo dia 23 de agosto, (sexta-feira) o workshop “Linkedin para Gerar Negócios“.

A facilitadora do Workshop é Carolina Dostal, formada em Administração de Empresas, Pós Graduada em Marketing de Serviços, Extensão universitária pela FGV e MIT em Empreendedorismo. Com especialização em Marketing Digital (Mídias Sociais) e formada pelo Instituto brasileiro de Coaching (6 certificações internacionais).
Mais informações sobre Carolina Dostal:  http://bit.ly/especialistalinkedin

O participante aprenderá como utilizar o Linkedin como uma ferramenta de negócios e network, prospecções de novos clientes, SSI (Social Selling Index, em português IVS que significa Índice de Vendas Sociais), como tornar seu perfil campeão, marketing de conteúdos, Inmails, hand ons e posts que engajam. São duas turmas de 20 participantes cada, com atendimento personalizado para cada inscrito.

O Workshop conta com o patrocínio das empresas: 
Albuquerque Pinto Advogados Associados, Portal Negócios Sustentáveis, SGS Investimentos, Tecer Terminais, TMC – Terminal Multimodal de Cargas, Flow Desenvolvimento Integral, Geoconsult e Naja Turismo.

PROGRAMAÇÃO:
– Porque usar o LinkedIn?
– Como se apresentar na maior rede social profissional do mundo
– Como criar uma rede de contatos de forma efetiva
– Como valorizar e potencializar o perfil
– O que não fazer

OBJETIVOS:
– Aprender a usar o LinkedIn para impulsionar a sua marca profissional;
– Promover seu negócio e tirar o máximo proveito do LinkedIn.

IMPORTANTE:
– É necessário que o participante tenha conta no Linkedin
– O curso necessita que o participante traga notebook.

PÚBLICO-ALVO:
Profissionais, empreendedores e estudantes de todas as áreas interessados em aprender a usar o LinkedIn

SERVIÇOS:
Inscrições: www.bit.ly/linkedinapratica
Data: 23 de agosto de 2019 (sexta-feira)
Hora: Turma 1 – 08h às 12h | Turma 2 – 14h às 18h
Local: Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC
Endereço: Av. Barão de Studart, 1980 Térreo – Auditório José Flávio Costa Lima
Informações: +55 85 3261-7423 / secretariace@cbpce.org.br
Investimentos: Sócio: R$ 300,00     Não Sócio: R$ 350,00
Formas de pagamento:
Sympla: www.bit.ly/linkedinapratica
Banco do Brasil: Depósito em Conta
Dados:
Agência: 8076-4 | Conta Corrente: 70077-0 | CNPJ: 04.549.837/0001-45

Fonte: CBPCE em 14.08.19

UTE Pecém, do grupo EDP é a nova sócia da CBPCE

A UTE Pecém, empresa do Grupo EDP, é responsável pela operação da usina termelétrica Porto do Pecém Geração de Energia S/A, situada no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), em São Gonçalo do Amarante (CE).

O empreendimento tem capacidade total de 720 MW e o objetivo relativo ao crescimento da demanda por energia elétrica do estado, da região Nordeste e do Sistema Interligado Nacional (SIN).

A primeira unidade geradora da UTE Pecém recebeu autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para iniciar a operação comercial em 2012 com capacidade instalada de 360 MW.

A segunda unidade geradora, também com capacidade instalada de 360 MW, recebeu a autorização da Aneel para iniciar a operação comercial em 2013.

A obra gerou um total de cinco mil empregos diretos e 11 mil postos de trabalhos indiretos criados para o desenvolvimento de novas tecnologias e negócios para a região. A operação da usina é responsável pela transformação do Ceará de estado importador para estado exportador da energia elétrica.

Hoje, a usina emprega cerca de 350 trabalhadores próprios e gera cerca de 700 empregos indiretos. Além disso, gera o equivalente a 45% da energia consumida no estado do Ceará, onde está localizada.

Contatos:
UTE Pecém
Rodovia CE 085, KM 40,5, S/N
São Gonçalo do Amarante/CE, Brasil – CEP: 62.670-000

Caixa postal: 39
55 85 3403-2065

Fonte: UTE Pecém em 13.03.19