Grupo Termaco participa da maior feira de equipamentos do mundo, em Xangai

Grupo Termaco participa da maior feira de equipamentos do mundo, em Xangai

Carlos Maia, vice-presidente do Grupo Termaco, e Laércio Tomé, da Tomé Equipamentos e Transportes, acionistas da Tecer Terminais, operadora portuária no Porto do Pecém, uniram-se a Jackson Guo, presidente da Socma — fabricante chinesa de guindastes e empilhadeiras de grande porte e parceira estratégica do grupo — para participar da Bauma Fair, realizada em Xangai, China. O evento, amplamente reconhecido como a maior feira mundial de máquinas de construção, reuniu os principais players do setor, servindo como palco para a apresentação de inovações tecnológicas e o fortalecimento de conexões estratégicas de negócios.

Carlos Maia destacou a importância da presença no evento: “Participar da Bauma Fair é fundamental para acompanhar as últimas tendências em tecnologias de movimentação e elevação. Esse ambiente nos permite identificar soluções que otimizem processos logísticos e promovam maior eficiência operacional, especialmente em projetos de grande escala. A troca de conhecimento com outros líderes do mercado fortalece nossa competitividade e visão estratégica”.

A feira, realizada de 26 a 29 de novembro, ocupou uma área impressionante de 330.000 metros quadrados, reunindo 3.542 expositores de 32 países e regiões. O evento atraiu um público estimado de mais de 200.000 visitantes globais de mais de 160 países, confirmando seu papel como um dos principais encontros internacionais do setor.

Sobre a Termaco Logística
Fundada no Ceará e com 38 anos de história, a Termaco Logística atende os segmentos de autopeças, material elétrico e de segurança patrimonial, alimentos, ferramentas, energia solar, eletrônicos, utilidades e confecções. Atualmente a empresa tem mais de 6,5 mil clientes ativos e está presente em todos os estados do Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe), e em São Paulo.

Considerada uma das maiores operadoras de logística integrada do Nordeste, a Termaco Logística possui quase 800 colaboradores e movimenta cerca de 1.200 toneladas/dia em carga fracionada, nos modais rodoviário e aéreo. Certificada com o selo de qualidade ISO 9001, a empresa garante aos clientes padronização nos processos logísticos desenvolvidos.

Contatos Termaco
Telefone: +55 85 3388-5600
Email: contato@termaco.com.br
Site: www.termaco.com.br

Fonte: Engaja Comunicação em 04.12.2024

Diretoria do Grupo Viper é homenageada com medalha de destaque no setor de segurança privada

Diretoria do Grupo Viper é homenageada com medalha de destaque no setor de segurança privada

A diretoria da Viperfort, representada por Flávio Patrício, recebeu um importante reconhecimento pelo Sindesp-CE (Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado do Ceará). A Medalha José Milton Pimentel Filho foi concedida em homenagem aos relevantes serviços prestados pela empresa no setor de segurança privada.

A honraria reflete o comprometimento e a excelência do Grupo Viper através da Viperfort em proteger vidas e patrimônios, resultado do esforço contínuo de sua equipe. “Esse prêmio é um incentivo para seguirmos trabalhando com a mesma paixão e determinação que nos trouxeram até aqui”, destacou a diretoria da empresa.

Com mais essa conquista, a Viperfort reafirma sua posição como referência em segurança privada no estado do Ceará, consolidando sua trajetória de sucesso e dedicação ao setor.

ContatosGrupo Viper:
R. Torres Câmara, Nº 40 – Aldeota, Fortaleza – CE, 60115-170
+55 (85) 3133.1313
grupoviper@grupoviper.com.br
www.grupoviper.com.br

Fonte: Grupo Viper em 03.12.2024

Restaurantes sócios da CBPCE são destaque no MT Indica 2024

Restaurantes sócios da CBPCE são destaque no MT Indica 2024

Dois renomados restaurantes associados à Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE) foram indicados ao MT Indica 2024, premiação organizada por Márcia Travessoni que celebra os melhores estabelecimentos de diversos segmentos. Os indicados são o Gingado Gastrobar e o Marquês da Varjota, ambos reconhecidos por suas propostas gastronômicas únicas e experiências marcantes.

Gingado Gastrobar: Gastronomia e alegria em harmonia
Localizado no coração da cidade, o Gingado Gastrobar tem conquistado o público com uma combinação irresistível de boa comida, ambiente vibrante e uma curadoria especial de bebidas. À frente do salão está Marco Gil, Chef talentoso que traz carisma e paixão para a experiência dos clientes, enquanto Lorena Machado, Chef de cozinha, cria pratos surpreendentes que despertam o paladar.

A dupla idealizou o Gingado como um espaço para celebrar a vida e a gastronomia, oferecendo um ambiente acolhedor e cheio de personalidade. Para quem busca sabores únicos e momentos memoráveis, o Gingado é a escolha perfeita.

Marquês da Varjota: O melhor da culinária portuguesa e nordestina
Com uma tradição que encanta os apreciadores da boa mesa, o Marquês da Varjota é um restaurante português climatizado que se destaca pelos pratos clássicos de frutos do mar, como bacalhau, arroz de marisco, polvo assado e mariscadas. Além disso, o cardápio apresenta opções da culinária nordestina brasileira, como galinha caipira, carne de sol e moquecas, atendendo aos mais variados gostos em um ambiente que remete a uma autêntica estalagem portuguesa.

Vote nos seus favoritos
Ambos os restaurantes disputam a preferência do público no MT Indica 2024. Para participar e votar na categoria “Restaurantes”, acesse o link: marciatravessoni.com.br/votacao-2024.

Fonte: CBPCE em 04.12.2024

CC3 Brazil, sócia da CBPCE lança pacote exclusivo para participação no MIC Cup 2025

CC3 Brazil, sócia da CBPCE lança pacote exclusivo para participação no MIC Cup 2025

A CC3 Brazil anunciou um pacote especial para jovens talentos que desejam vivenciar uma experiência completa no MIC Cup 2025, um dos mais prestigiados campeonatos de base internacional.

O pacote inclui um treinamento exclusivo na Moura Academy, em Portugal, onde os participantes terão a oportunidade de aprimorar suas habilidades técnicas e táticas sob a orientação de especialistas renomados. Além disso, os atletas disputarão o campeonato internacional de base, uma vitrine para mostrar seu talento e potencial a olheiros e clubes de renome.

Com foco em oferecer uma vivência imersiva e de alto nível no mundo do futebol, a CC3 Brazil reforça seu compromisso em apoiar o desenvolvimento de jovens atletas. “Nosso objetivo é proporcionar uma experiência que vai além do futebol, unindo aprendizado, competição e oportunidades únicas para o futuro,” destaca a equipe da CC3 Brazil.

As inscrições já estão abertas, e os interessados podem garantir sua vaga através do telefone (85) 99941-5045. Não perca a chance de fazer parte dessa jornada inesquecível e dar um passo importante na construção de sua carreira esportiva!

Contatos CC3 Brazil
TELEFONE: (85) 99941-5045
E-MAIL: cc3brazil@gmail.com
ENDEREÇO: Av. Senador Virgílio Távora,999 – Loja 1 – Aldeota – Fortaleza
SITE: www.cc3brazil.com.br

Fonte: CC3 Brazil em 03.12.2024

Boicote à carne do Mercosul, por Beatriz Sidrim, sócia da CBPCE

Boicote à carne do Mercosul, por Beatriz Sidrim, sócia da CBPCE

A decisão do Carrefour França de suspender a compra de carne do Mercosul trouxe à tona questões essenciais sobre equilíbrio comercial e reciprocidade econômica. Anunciada como um gesto para apoiar os agricultores franceses, a medida gerou indignação nos países do Mercosul, especialmente no Brasil, maior exportador da região. Para muitos, essa escolha soa mais como protecionismo disfarçado do que como uma legítima preocupação com o setor agrícola local.

A resposta brasileira foi imediata. Grandes fornecedores, como JBS e Marfrig, interromperam o abastecimento de carne para a rede Carrefour no Brasil, afetando suas operações nacionais. Essa retaliação escancara a interdependência das cadeias globais de suprimento e coloca em xeque a estratégia de separar as políticas da matriz francesa das subsidiárias internacionais. Além disso, reforça a necessidade de o Brasil adotar uma postura mais firme em relação à reciprocidade econômica, como sinalizou o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira.

No centro desse debate está a relação entre o protecionismo europeu e os interesses do Mercosul. A medida unilateral do Carrefour não apenas compromete os laços comerciais, mas também ignora a qualidade e a sustentabilidade da produção de carne no Brasil. É um lembrete de que o discurso ambiental pode, por vezes, servir de justificativa para práticas desleais que mascaram interesses econômicos e políticos.

Para o Carrefour, o impacto pode ser maior do que para os exportadores do Mercosul. A interrupção de fornecimento, associada à percepção negativa do público e às possíveis medidas legislativas, representa um desafio significativo à reputação da empresa. Para o Brasil, este é um momento de reafirmar seu papel como parceiro comercial estratégico, reforçando a necessidade de acordos internacionais que promovam um comércio mais justo e equilibrado.
O episódio destaca um dilema que ultrapassa as fronteiras da França e do Brasil: como equilibrar o protecionismo doméstico com a cooperação internacional? Nesse contexto, as políticas comerciais precisam ser norteadas pelo entendimento mútuo, evitando que decisões unilaterais gerem impactos globais desproporcionais. A diplomacia econômica deve atuar como mediadora, promovendo um equilíbrio que permita o avanço de todos os lados.

BEATRIZ SIDRIM
Jurista e CEO da Destinos Objetivos, empresa sócia da CBPCE

Contatos:

Beatriz Sidrim
+351 911 975 363

Email: geral@destinosobjetivos.com
Site: https://destinosobjetivos.com/

 

Expolog debate as principais tendências da logística, agronegócio, equidade de gênero e ESG, no Centro de Eventos do Ceará

Expolog debate as principais tendências da logística, agronegócio, equidade de gênero e ESG, no Centro de Eventos do Ceará

Com abertura hoje 27 de novembro, no Centro de Eventos do Ceará, a Expolog 2024 dá início à sua 19ª edição com painéis de destaque para o setor logístico. No primeiro dia, o evento terá em sua abertura a presença do embaixador do Panamá, Flavio Gabriel Méndez Altamirano, e palestra de Silvio Meira, pesquisador, cientista e escritor, especialista em tecnologia e inovação. A feira é gratuita através do site feiraexpolog.com.br, e com transmissão no canal oficial da Expolog no Youtube.

Ao longo da programação, a Expolog 2024 oferecerá uma série de painéis de relevância para o setor. Entre os destaques estão o painel sobre inovação no setor portuário, às 15h20, e uma discussão sobre os desafios e oportunidades na logística, às 16h30. A feira contará também com um espaço focado no agro, com o 5a Seminário Logistica no Agronegocio, que haverá palestras focadas no setor agro, como o tema “Como líderes no setor de laticínios otimizam a logística”, às 14h30, e a discussão sobre gestão de logística na carcinicultura, às 16h.

Outro ponto importante será o Evento Mulheres na Logística, com um painel dedicado à equidade de gênero no setor, discutindo o impacto econômico da maior participação feminina em toda a cadeia logística, com nomes importantes do setor, como Karina Frota, Presidente do Conselho de Relações Internacionais da Fiec e Gerente do CIN, Raquel Andrade, secretária executiva de direitos humanos do Ceará, Andrea Aquino, diretora regional da Wista Brazil, entre outros. O painel ocorrerá às 15h do dia 27.

Durante os dois dias de evento, a Arena Expolog receberá profissionais para uma programação intensa, que inclui debates, palestras e conteúdos inovadores sobre a logística do futuro, além das práticas ESG no setor. A Arena estará aberta a partir das 15h do dia 27 de novembro e, no dia 28, começará às 9h.

Entre outros destaques, os participantes poderão acompanhar o painel sobre “Sustentabilidade e Eficiência: Inovação na Logística Regional” às 9h, moderado por Ananda Arnaud, que trará insights sobre a transição para uma logística mais sustentável, com palestras sobre a digitalização e o uso da Inteligência Artificial (IA) na otimização da cadeia logística, e ainda sobre o futuro do Porto Seco de Quixeramobim, no Ceará.

Outro momento esperado é o painel sobre “Impactos da Descarbonização e das Energias Renováveis na Logística”, programado para às 15h40 do dia 28 de novembro, que contará com especialistas em transição energética e as novas práticas sustentáveis no setor logístico.

Além disso, o evento oferecerá aos participantes oportunidades para networking, com momentos reservados durante os intervalos e a visitação aos estandes, permitindo uma troca de experiências entre os profissionais presentes. Para fechar a programação, será realizada a premiação da 2ª ExpologHack, que reconhecerá as melhores soluções inovadoras para os desafios logísticos contemporâneos.

Confira programação completa:

27 de novembro de 2024 (quarta-feira)
8h às 9h
Credenciamento, Networking e Visitação aos Estandes
9h30 às 12h
Solenidade de Abertura
12h às 14h15
Intervalo para Almoço
Momento de networking e visitação aos estandes
14h15 às 15h15
Palestra Premium
Moderador: Angelino Caputo (Diretor Executivo da ABTRA)
Palestra: Plataformas, Estratégia, Inteligência Artificial e seus Impactos nos Negócios
Palestrante: Silvio Meira (Cientista, professor e empreendedor, Criador do Porto Digital)

15h20 às 16h20
Painel 01: Inovação no Setor Portuário Privado
Moderador: Murillo Barbosa (Presidente da ATP)
Palestrantes:
Projeto 01: Sistema de rastreabilidade de barcaças – Francisco Cortinas (Hidrovias do Brasil)
Projeto 02: Pioneirismo na Hidrografia – Complexo do Pecém
Projeto 03: Eletrificação dos RTGs – DPWorld

16h30 às 18h
Painel 02: Desafios e Oportunidades na Logística
Moderador: Carlos Alberto Nunes (Diretor Comercial da Tecer Terminais)
Painelistas:
Hugo Figueirêdo (Presidente do Complexo Industrial e Portuário do Pecém)
Antonio Gobbo (Diretor-Presidente da CODEBA)
Lucio Gomes (Diretor-Presidente da Companhia Docas do Ceará)
Jardel Rodrigues da Silva (Presidente da CDP)
Gilmara Temóteo (Diretora Executiva da ABEPH)
Hibernon Marinho (Diretor de Operações do Porto do Itaqui)

28 de novembro de 2024 (quinta-feira)

9h às 10h
Painel 03: Sustentabilidade e Eficiência: Inovação na Logística Regional
Moderadora: Ananda Arnaud (Coordenadora de Promoção de Negócios da SDE/CE)
Palestras:

Palestra 01: Neyrobson Vasconcelos (Secretário Executivo de Comércio, Serviço e Inovação – SDE do Ceará)
Palestra 02: A transição da logística tradicional para o 5PL: digitalização com IA e a correlação com a sustentabilidade – Luiz Policarpo (CEO & Founder da Einship)
Palestra 03: Transnordestina e o avanço da logística ferroviária no Nordeste – Alex Trevizan (Diretor Comercial e de Terminais da Transnordestina Logística)
Palestra 04: Futuro Porto Seco de Quixeramobim – Ricardo Azevedo (CEO da Value Global Group e Presidente da Value Port Terminais Multimodais Ltda)

10h10 às 11h10
Painel 04: Neoindustrialização
Moderador: Jurandir Picanço Júnior (Consultor de Energia da FIEC e membro da ACE)
Palestras:
Panorama Atualizado do Hidrogênio Verde no Ceará – Constantino Frate (Coordenador do Núcleo de Energia da FIEC)
O papel do SESI SENAI na qualificação profissional e na inovação para uma indústria sustentável – Paulo André Holanda (Diretor Regional Senai Ceará e Superintendente do SESI)
O uso do Hidrogênio Verde no Setor de Logística – Dra. Monica Panik (Consultora Internacional da FIEC)
Práticas Sustentáveis nas Atividades Logísticas – Alcileia Sena (Gerente do Núcleo ESG da FIEC)

11h20 às 11h50
Painel: ApexBrasil
Palestras:
Perspectivas e tendências do comércio exterior brasileiro – Gustavo Ribeiro (Coordenador de Acesso a Mercado da ApexBrasil)
Mulheres e Negócios Internacionais – Mariana Ramos (Analista da Coordenação de Marketing da ApexBrasil)

12h às 14h
Intervalo para Almoço
Momento de networking e visitação aos estandes

14h às 15h30
Painel 05: Multimodalidade e Plano Nacional de Logística 2050
Moderador: Mário Povia (Diretor-Presidente do IBI)
Painelistas:
Hélio Winston Leitão (Secretário de Infraestrutura do Estado do Ceará)
Guilherme Theo Sampaio (Diretor da ANTT)
Marcelo Maranhão (Presidente do SETCARCE e Diretor Institucional da FETRANSLOG-NE)
Tiago Fernandes Távora (Gerente Executivo de Desenvolvimento do Transporte da CNT)
Jorge Luiz Macedo Bastos (Presidente da INFRA S.A – a confirmar nome)
Danilo Veras (Head de Public Affairs da Maersk para a América Latina)

15h40 às 17h10
Painel 06: Impactos da Descarbonização e das Energias Renováveis na Logística
Moderador: Ricardo Molitzas (Presidente do Conselho Gestor do IBL)
Painelistas:
Beatriz Canamary (CEO/Founder da Sure Strategy Group)
Joaquim Rolim (Consultor de Energia da FIEC)
Isabela Maciel (Assessora do SENAI para Transição Energética)

18h às 18h30
Premiação da 2ª ExpologHack

Sobre a Expolog 2024
Realizado pela Prática Eventos e promovido por uma parceria robusta que inclui o Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Estado do Ceará (SETCARCE), o Instituto Future, o Diário do Nordeste e a Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBP/CE), o evento promete ser um divisor de águas para o setor logístico. A EXPOLOG 2024, acontece nos dias 27 e 28 de novembro, no Centro de Eventos do Ceará, sendo um encontro imperdível para todos que desejam estar na vanguarda das mudanças que moldarão o futuro da logística no Brasil e no mundo.

Serviço – Expolog 2024
Quando: 27 e 28 de novembro
Onde: Centro de Eventos do Ceará, Portão C
Entrada: Gratuita
Mais informações: https://feiraexpolog.com.br/

Fonte: Jornal do Comércio em 27.11.2024

Qair Brasil confirma presença na World Summit on Energy Transition em Fortaleza

Qair Brasil confirma presença na World Summit on Energy Transition em Fortaleza

A Qair Brasil confirmou a presença na World Summit on Energy Transition, evento internacional que ocorrerá nos dias 28 e 29 de novembro no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza. A cúpula reúne especialistas, empresas e autoridades para discutir o futuro da energia limpa e os desafios da transição energética.

O Embaixador da Transição Energética da Qair Brasil, Gustavo Silva, participará ativamente do evento, atuando como curador da programação, que promete abordar temas relevantes e inovadores para o setor.

A Qair também está incentivando a participação de interessados no tema, oferecendo convites gratuitos através do link.

A Cúpula Mundial sobre Transição Energética representa uma oportunidade única para profissionais e entusiastas do setor se conectarem e trocarem conhecimentos sobre o futuro sustentável da energia.

Fonte Qair Brasil em 27.11.2024

Grupo Termaco e Tecer Terminais comandam stand e painel especial na EXPOLOG 2024

Grupo Termaco e Tecer Terminais comandam stand e painel especial na EXPOLOG 2024

Evento ocorre entre 27 e 28 de novembro no Centro de Evento do Ceará

No contexto da 19ª EXPOLOG, o Grupo Termaco e a Tecer Terminais se uniram para apresentar suas soluções e inovações em um stand especial, destacando-se no evento que ocorre de 27 a 28 de novembro, no Centro de Eventos do Ceará. A programação inclui, no dia 27, o painel “Desafios e oportunidades na logística”.

Jorge Albuquerque, diretor de Novos Negócios do Grupo Termaco Logística, destaca o valor desse encontro para o setor: “Participar de um evento como a EXPOLOG é uma oportunidade fundamental para alinharmos estratégias e debatermos soluções práticas para os desafios que enfrentamos. A logística é um pilar essencial da economia, e reunir líderes de portos e empresas, como no painel que teremos aqui, nos permite aprofundar nossa visão sobre a integração e o desenvolvimento sustentável das operações. Vamos explorar novas formas de cooperação e inovação, que são determinantes para aumentar a competitividade do setor e entregar mais valor aos nossos clientes e parceiros.”

“Estamos orgulhosos em ver como a EXPOLOG 2024 está se consolidando como um espaço vital para a discussão e implementação de práticas sustentáveis e de governança dentro da logística”, complementa Enid Câmara, CEO da Prática Eventos.

19ª EXPOLOG
Realizado pela Prática Eventos e promovido pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Estado do Ceará (SETCARCE), Instituto Future e Diário do Nordeste, em parceria com a Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBP/CE), o evento é apoiado por um comitê técnico de 66 especialistas de entidades, instituições e empresas nacionais. Este comitê elaborou um conteúdo exclusivo para garantir uma experiência de aprendizado de alta qualidade.

Em um momento em que a sustentabilidade e a responsabilidade corporativa são mais importantes do que nunca, a EXPOLOG 2024 se apresenta como um evento essencial para profissionais e empresas que desejam liderar a transformação do setor logístico. Este é um encontro imperdível para todos que buscam estar na vanguarda das mudanças e inovações que definirão o futuro da logística global

Sobre a Termaco Logística
Fundada no Ceará e com 38 anos de história, a Termaco Logística atende os segmentos de autopeças, material elétrico e de segurança patrimonial, alimentos, ferramentas, energia solar, eletrônicos, utilidades e confecções. Atualmente a empresa tem mais de 6,5 mil clientes ativos e está presente em todos os estados do Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe), e em São Paulo.

Considerada uma das maiores operadoras de logística integrada do Nordeste, a Termaco Logística possui quase 800 colaboradores e movimenta cerca de 1.200 toneladas/dia em carga fracionada, nos modais rodoviário e aéreo. Certificada com o selo de qualidade ISO 9001, a empresa garante aos clientes padronização nos processos logísticos desenvolvidos

A transição energética para um Ceará justo e inclusivo. Por Rômulo Alexandre Soares

A transição energética para um Ceará justo e inclusivo. Por Rômulo Alexandre Soares

A transição energética é o grande desafio de uma sociedade global eletrointensiva. O aumento das temperaturas médias na terra, a maior frequência de eventos climáticos extremos e a elevação do nível do mar estão relacionadas à emissão de gases de efeito estufa, oriundos, em grande parte, da queima de combustíveis fósseis para a geração de energia.

O World Summit on Energy Transition (WSoET), que será realizado no Ceará nos próximos dias 28 e 29 de novembro no Centro de Eventos, reflete esse ponto de partida que demonstra a profunda conexão entre transição energética e mudanças climáticas. Aliás, o mesmo que guiou a recente reunião do G20, com o apoio do Pacto Global, que apontando os princípios que devem guiar os esforços globais, dentre eles, a erradicação da pobreza energética, o diálogo social e a promoção de soluções tecnológicas acessíveis.

Esta relação entre emergência climática e uso de fontes renováveis de energia coloca o Ceará numa posição privilegiada, fruto das suas óbvias vantagens locacionais e trajetória de aproveitamento do sol e vento há mais de três décadas. Como diz a nossa campeã de kitesurf Estefânia Rosa, “o Ceará tem vento para dar e para vender”.

Eu já era advogado, quando sai da faculdade de Direito há exatos 30 anos, para testemunhar essa oportunidade. Eram da antiga estatal Coelce os três aerogeradores implantados na ponta do Mucuripe, na segunda metade dos anos 1990, anunciando os bons ventos do Ceará. Poucos anos depois, o PROINFA, lançado na transição entre os governos de Fernando Henrique e Lula, atribuiria ao Ceará uma importante fração dos projetos eólicos contratados no início do milênio. Começava ali uma jornada bem-sucedida ligada à geração de energia limpa. Não demoraria muito para uma segunda vantagem locacional ser revelada: a produção de energia por fonte solar.

As energias renováveis não trouxeram para o Ceará apenas a oportunidade de gerar eletricidade, mas também de integrar o estado a uma rede de alcance global que abrange empresas líderes em outros mercados e que, fazendo negócios no estado, investiram capital. De fato, o Ceará não atraiu apenas empresas de geração de energia, mas também outros atores dessa cadeia produtiva, como fabricantes de pás eólicas, aerogeradores, softwares e outros serviços especializados. O cluster de energia do Ceará já nasceu global, com a atuação de multinacionais europeias que já investiam na geração de energia eólica e viram no Ceará uma oportunidade de aumentar a escala de seus negócios em um estado integrado a um país e mercado continentais.

É nesse contexto que, há cerca de dois anos, decidiu-se investir na proposta de tornar o Ceará o hub brasileiro do hidrogênio verde. Em dezembro de 2021, num trabalho realizado pela McKinsey, o estado foi o primeiro a reunir, no Brasil, o ecossistema de energias renováveis para elaborar um roadmap que permitisse — à terra que, em 1997, implantou sua primeira usina eólica, e, em 2011, sua primeira usina solar — produzir a primeira molécula de hidrogênio verde ainda em 2022.

Se hoje se fala de hidrogênio verde no Ceará como uma oportunidade associada à transição energética, é importante dizer que nada disso teria sido possível sem essa jornada de quase 30 anos, que pavimentou um ambiente e governança favoráveis à atração de novos investimentos para gerar energia limpa. A proposta de criação de um hub de hidrogênio verde no Pecém trará uma nova etapa no processo de internacionalização e amadurecimento desse cluster de energia, especialmente a partir da atração de outros investimentos em logística e transporte de amônia para a Europa, e da associação da produção de hidrogênio verde à geração eólica no mar.

No entanto, a ambição em se posicionar como um importante ator na transição energética, deve ser marcada pela adoção de uma abordagem que vá além da mera expansão das fontes renováveis. Como será discutido no WSoET por um seleto grupo de stakeholders que vem de mais de 20 países espalhados em quaro continentes, as estruturas sociais, econômicas e de governança precisam evoluir para sustentar essa posição e garantir que os benefícios da transição sejam amplamente distribuídos. A transição deve ser inclusiva, gerar empregos, fortalecer as cadeias produtivas locais e promover o desenvolvimento econômico regional de forma equitativa. A transição exige políticas públicas que assegurem justiça social, proteção aos mais vulneráveis e a criação de empregos de qualidade. O Ceará tem despontado como um exemplo de resiliência e inovação na transição energética. A instalação de parques eólicos e solares e a proposta de criação de um hub de hidrogênio verde reforçam a ambição em se tornar um cluster global de energia limpa.

Em outras palavras, é vital que a transição energética, que move empresas, governo estadual, entidades de classe e academia, tenha como propósito, além de produzir excelentes resultados para seus investidores e para o clima na terra, também promover uma transição energética justa. A transição não pode aprofundar o fosso entre parcela da sociedade que aproveita a eletricidade e a outra que sequestram carbono. Isso vale à escala subnacional, nacional e global. O recente lançamento no Ceará, do Programa Renda do Sol, que visa contribuir com a redução da pobreza por meio da geração de renda pela microgeração distribuída de energia solar residencial, é um bom exemplo dessa construção concertada entre diversos atores públicos e privados.

Para uma sociedade eletrointensiva, não há outros caminhos: agir para mitigar os impactos das mudanças climáticas, adaptar-se e se revelar, num horizonte de 25 anos, bem-sucedida em não exigir a todos um Planeta B — aliás, que ainda não existe.

Por Rômulo Alexandre Soares, advogado, sócio da firma APSV Advogados e co-fundador do Instituto Winds for Future

A transição energética para um Ceará justo e inclusivo. Por Rômulo Alexandre Soares

A transição energética para um Ceará justo e inclusivo. Por Rômulo Alexandre Soares

A transição energética é o grande desafio de uma sociedade global eletrointensiva. O aumento das temperaturas médias na terra, a maior frequência de eventos climáticos extremos e a elevação do nível do mar estão relacionadas à emissão de gases de efeito estufa, oriundos, em grande parte, da queima de combustíveis fósseis para a geração de energia.

O World Summit on Energy Transition (WSoET), que será realizado no Ceará nos próximos dias 28 e 29 de novembro no Centro de Eventos, reflete esse ponto de partida que demonstra a profunda conexão entre transição energética e mudanças climáticas. Aliás, o mesmo que guiou a recente reunião do G20, com o apoio do Pacto Global, que apontando os princípios que devem guiar os esforços globais, dentre eles, a erradicação da pobreza energética, o diálogo social e a promoção de soluções tecnológicas acessíveis.

Esta relação entre emergência climática e uso de fontes renováveis de energia coloca o Ceará numa posição privilegiada, fruto das suas óbvias vantagens locacionais e trajetória de aproveitamento do sol e vento há mais de três décadas. Como diz a nossa campeã de kitesurf Estefânia Rosa, “o Ceará tem vento para dar e para vender”.

Eu já era advogado, quando sai da faculdade de Direito há exatos 30 anos, para testemunhar essa oportunidade. Eram da antiga estatal Coelce os três aerogeradores implantados na ponta do Mucuripe, na segunda metade dos anos 1990, anunciando os bons ventos do Ceará. Poucos anos depois, o PROINFA, lançado na transição entre os governos de Fernando Henrique e Lula, atribuiria ao Ceará uma importante fração dos projetos eólicos contratados no início do milênio. Começava ali uma jornada bem-sucedida ligada à geração de energia limpa. Não demoraria muito para uma segunda vantagem locacional ser revelada: a produção de energia por fonte solar.

As energias renováveis não trouxeram para o Ceará apenas a oportunidade de gerar eletricidade, mas também de integrar o estado a uma rede de alcance global que abrange empresas líderes em outros mercados e que, fazendo negócios no estado, investiram capital. De fato, o Ceará não atraiu apenas empresas de geração de energia, mas também outros atores dessa cadeia produtiva, como fabricantes de pás eólicas, aerogeradores, softwares e outros serviços especializados. O cluster de energia do Ceará já nasceu global, com a atuação de multinacionais europeias que já investiam na geração de energia eólica e viram no Ceará uma oportunidade de aumentar a escala de seus negócios em um estado integrado a um país e mercado continentais.

É nesse contexto que, há cerca de dois anos, decidiu-se investir na proposta de tornar o Ceará o hub brasileiro do hidrogênio verde. Em dezembro de 2021, num trabalho realizado pela McKinsey, o estado foi o primeiro a reunir, no Brasil, o ecossistema de energias renováveis para elaborar um roadmap que permitisse — à terra que, em 1997, implantou sua primeira usina eólica, e, em 2011, sua primeira usina solar — produzir a primeira molécula de hidrogênio verde ainda em 2022.

Se hoje se fala de hidrogênio verde no Ceará como uma oportunidade associada à transição energética, é importante dizer que nada disso teria sido possível sem essa jornada de quase 30 anos, que pavimentou um ambiente e governança favoráveis à atração de novos investimentos para gerar energia limpa. A proposta de criação de um hub de hidrogênio verde no Pecém trará uma nova etapa no processo de internacionalização e amadurecimento desse cluster de energia, especialmente a partir da atração de outros investimentos em logística e transporte de amônia para a Europa, e da associação da produção de hidrogênio verde à geração eólica no mar.

No entanto, a ambição em se posicionar como um importante ator na transição energética, deve ser marcada pela adoção de uma abordagem que vá além da mera expansão das fontes renováveis. Como será discutido no WSoET por um seleto grupo de stakeholders que vem de mais de 20 países espalhados em quaro continentes, as estruturas sociais, econômicas e de governança precisam evoluir para sustentar essa posição e garantir que os benefícios da transição sejam amplamente distribuídos. A transição deve ser inclusiva, gerar empregos, fortalecer as cadeias produtivas locais e promover o desenvolvimento econômico regional de forma equitativa. A transição exige políticas públicas que assegurem justiça social, proteção aos mais vulneráveis e a criação de empregos de qualidade. O Ceará tem despontado como um exemplo de resiliência e inovação na transição energética. A instalação de parques eólicos e solares e a proposta de criação de um hub de hidrogênio verde reforçam a ambição em se tornar um cluster global de energia limpa.

Em outras palavras, é vital que a transição energética, que move empresas, governo estadual, entidades de classe e academia, tenha como propósito, além de produzir excelentes resultados para seus investidores e para o clima na terra, também promover uma transição energética justa. A transição não pode aprofundar o fosso entre parcela da sociedade que aproveita a eletricidade e a outra que sequestram carbono. Isso vale à escala subnacional, nacional e global. O recente lançamento no Ceará, do Programa Renda do Sol, que visa contribuir com a redução da pobreza por meio da geração de renda pela microgeração distribuída de energia solar residencial, é um bom exemplo dessa construção concertada entre diversos atores públicos e privados.

Para uma sociedade eletrointensiva, não há outros caminhos: agir para mitigar os impactos das mudanças climáticas, adaptar-se e se revelar, num horizonte de 25 anos, bem-sucedida em não exigir a todos um Planeta B — aliás, que ainda não existe.

Por Rômulo Alexandre Soares, advogado, sócio da firma APSV Advogados e co-fundador do Instituto Winds for Future