Condução & Condição nas Organizações, por Yunare Marinho

Condução & Condição nas Organizações, por Yunare Marinho

Em física, “condução” refere-se à transferência de calor através de contato direto entre moléculas de um corpo, enquanto “condição” pode referir-se a uma situação ou circunstância, ou em direito, a uma cláusula acessória num negócio jurídico que depende da ocorrência de um evento futuro e incerto.

A condução de equipes é um processo de transferência de valores, posturas e atitudes que proporcionam evolução na jornada de transformação nas organizações. Pergunto-me sempre , como proporcionar ou conduzir um momento que marque ou torne a experiência em algo inesquecível? Sim, falamos dos momentos onde conduzimos temas, formas e sintonias.

A condição é uma situação/circunstância ou fator básico que buscamos mensurar em evento que origina um resultado positivo ou abaixo do esperado nas organizações. E assim sempre penso nos “6 fatores M” na relações que busco investigar.a sua origem.

E depois de tantos momentos experenciados e capturados em dados cada vez mais através da digitalização que nos torna mais ágeis e completos, em nossas ações assertivas.

Sendo assim, a chave para conduzir as condições ou correlações no dia a dia, trata-se de uma maestria fantástica de aprendizados e com momentos ricos em diálogos com equipes para vibrarem em alta performance. Sim o momento GENTE ou SER que conduz a condição existente na cadeia de processos que origina o alcance da performance nas operações.

Bem, vindo a Gestão Classe Mundial nas Operações ou seria WCOM.

Por Yunare Marinho
Sócio pessoa física da CBPCE, Gerente Corporativo de Processos Industriais | Excelência Operacional & Melhoria Contínua | China Experience IA – Inteligência Artificial | Green Belt | Luso-Brasileiro | Autor e Escritor

Portugueses no exterior já podem se preparar para votar nas Eleições Legislativas de 2025

Portugueses no exterior já podem se preparar para votar nas Eleições Legislativas de 2025

As Eleições Legislativas para a Assembleia da República de Portugal acontecerão no dia 18 de maio de 2025, e os cidadãos portugueses residentes no exterior já podem se organizar para exercer seu direito de voto.

O ato de votar é mais do que um direito – é um dever cívico. Por isso, a Embaixada de Portugal em Brasília disponibiliza diferentes modalidades de votação para atender aos eleitores que se encontram fora do território nacional.

Modalidades de Voto:
Voto Antecipado: Para eleitores recenseados em território nacional que estejam temporariamente no estrangeiro, é possível votar antecipadamente nos dias 6, 7 e 8 de maio, entre 9h e 16h, na Embaixada de Portugal em Brasília. É necessário apresentar documento de identificação válido.

Voto Presencial no Estrangeiro: Os cidadãos recenseados no estrangeiro e que tenham manifestado, até 18 de março, a intenção de votar presencialmente, poderão votar nos dias 17 de maio (das 8h às 19h) e 18 de maio (das 8h às 16h), também na Embaixada de Portugal em Brasília.

Voto Postal: Os eleitores recenseados no estrangeiro que não manifestaram intenção de votar presencialmente deverão receber o boletim de voto via postal.

Para confirmar sua situação no recenseamento eleitoral, o eleitor pode acessar o portal oficial: www.recenseamento.pt, inserindo os dados do cartão de cidadão e data de nascimento.

Mais informações sobre o processo eleitoral no estrangeiro estão disponíveis no site da Comissão Nacional de Eleições: www.cne.pt

Dúvidas adicionais podem ser encaminhadas para o e-mail da Secção Consular da Embaixada de Portugal em Brasília: sconsular.brasilia@mne.pt

Com informações da Embaixada de Portugal em Brasília

CBPCE discute oportunidades no agronegócio em reunião com a Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Ceará

CBPCE discute oportunidades no agronegócio em reunião com a Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Ceará

A Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE) realizou, na última terça-feira, 15 de abril, uma reunião institucional com a Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Estado do Ceará. O encontro teve como foco as oportunidades estratégicas para o agronegócio cearense, com vistas a fortalecer as relações comerciais entre Brasil e Portugal.

Representando a CBPCE, estiveram presentes o presidente Raul Santos, a diretora jurídica Patricia Campos e o associado Daniel Furlani. A comitiva foi recebida pelo Secretário Executivo do Agronegócio do Ceará, Silvio Carlos, em um encontro que reafirmou a importância da cooperação entre iniciativa privada e poder público na identificação de oportunidades e na construção de parcerias estratégicas para o setor.

Durante a reunião, foram discutidas iniciativas voltadas à inserção do agronegócio nas futuras ações estratégicas da CBPCE, aproveitando o crescente interesse do mercado português por produtos brasileiros.

O encontro também destacou o potencial do Ceará como hub logístico para o escoamento de produtos agrícolas com destino à Europa, graças à localização estratégica e à infraestrutura do Porto do Pecém. Além disso, o estado vem se consolidando como referência nacional na produção de frutas, mel e aquicultura — segmentos de alto interesse para o mercado europeu.

A CBPCE reforça, com esta agenda, seu compromisso com o desenvolvimento de pautas bilaterais sustentáveis, atuando como elo entre empresários, instituições e o setor público para a promoção de novas cadeias produtivas e atração de investimentos internacionais.

“O agronegócio é prioridade. A colaboração é o caminho.”

Fonte: CBPCE em 16.05.2025

Diretores da CBPCE assinam artigos no jornal O Povo e abordam temas estratégicos para o Brasil e Portugal

Diretores da CBPCE assinam artigos no jornal O Povo e abordam temas estratégicos para o Brasil e Portugal

Diretores da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE) participaram recentemente de uma edição do jornal O Povo, assinando artigos de opinião sobre temas que dialogam diretamente com o presente e o futuro das relações econômicas e institucionais entre Brasil e Portugal, além dos desafios globais de inovação.

Rômulo Alexandre Soares, diretor de Relações Institucionais da entidade, destacou em seu artigo as novas fronteiras marítimas do Brasil no Atlântico, resultado de uma importante decisão da ONU e seus impactos estratégicos. Já Patrícia Campos, diretora Jurídica da CBPCE, abordou as oportunidades que Portugal oferece para além dos vínculos afetivos, apresentando o país como um ambiente promissor e seguro para negócios brasileiros na Europa. E, por fim, Décio Simões, diretor de Inovação e Tecnologia, analisou o avanço da Inteligência Artificial no setor de serviços em Portugal, evidenciando como a transformação digital está redesenhando modelos operacionais e criando vantagens competitivas.

Confira, a seguir, a íntegra dos artigos publicados

Novas fronteiras do Brasil no atlântico, por Rômulo Alexandre Soares Diretor de Relações Institucionais da CBPCE

A história da construção territorial do Brasil é, em grande parte, uma narrativa terrestre, após uma grande epopeia marítima portuguesa e sequências de importantes bandeiras. ​ Desde o Tratado de Tordesilhas, passando pela genialidade de Alexandre de Gusmão e o Tratado de Madrid de 1750, o país consolidou-se como potência continental. ​ O século XXI, porém, convida a revisitar essa trajetória sob nova perspectiva: a marítima. ​

Essa reflexão surge da decisão da Comissão de Limites da Plataforma Continental (CLPC), órgão da ONU, que reconheceu ao Brasil soberania sobre 360 mil km² adicionais na Margem Equatorial — área que vai da foz do Oiapoque ao norte do Rio Grande do Norte. ​ Esse marco resulta de décadas de trabalho técnico da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), via Plano de Levantamento da Plataforma Continental Brasileira (Leplac), iniciado nos anos 1980. ​

A conquista da Margem Equatorial é novo capítulo da saga territorial brasileira, agora em sua “dimensão azul”. ​ Reafirma a soberania sobre uma zona estratégica, rica em biodiversidade e recursos como petróleo e minerais marinhos. ​ Também projeta o Brasil no Atlântico Sul, região cada vez mais relevante frente aos novos corredores logísticos e às mudanças climáticas. ​

Tal como Alexandre de Gusmão projetou interesses lusos no século XVIII, o Brasil hoje o faz por meio da diplomacia científica e do direito internacional. ​ Nesse contexto, cresce a importância de integrar a mentalidade oceânica às políticas públicas, à pesquisa científica e à educação nacional, reconhecendo o papel estratégico do mar para o futuro do país. ​

Mas a jornada não terminou. ​ Segue pendente o pleito sobre a Elevação do Rio Grande, cadeia submersa no Atlântico Sul que o Brasil reivindica como extensão natural de seu território. ​

Essa ampliação da soberania marítima impõe dilemas. ​ A exploração de hidrocarbonetos na Margem Equatorial traz alertas ambientais e exige equilíbrio entre desenvolvimento e conservação. ​

A nova fronteira do Brasil é azul. ​ E sua conquista dependerá, mais uma vez, menos da força e mais da inteligência. ​

Portugal para além do afeto, por Patrícia Campos, Diretora Jurídica da CBPCE

Brasil e Portugal compartilham uma história rica, entrelaçada por laços linguísticos, culturais, emocionais e institucionais. ​ No entanto, mais do que a afinidade que une nossos povos, Portugal representa hoje uma das mais sólidas e acessíveis portas de entrada para o mercado europeu, oferecendo um ambiente fértil para empresas e investidores brasileiros. ​

Ambos os países têm explorado oportunidades bilaterais com foco em inovação, sustentabilidade e expansão internacional, impulsionando novas conexões econômicas. ​ Com localização estratégica na Península Ibérica, Portugal é o ponto de conexão com mais de 450 milhões de consumidores da União Europeia. ​ Sua estabilidade política, a segurança pública de alto padrão e a excelente qualidade de vida o tornam um destino altamente atrativo para negócios de médio e longo prazo. ​ É o 7º país mais seguro do mundo, de acordo com o Global Peace Index, e um dos líderes em proteção digital, ocupando a 4ª posição global em cibersegurança. ​

Além disso, Portugal conta com uma infraestrutura moderna e eficiente, com cabos submarinos de dados, rede logística internacional, aeroportos conectados aos principais centros financeiros globais e sistemas tecnológicos avançados. ​ Soma-se a isso uma força de trabalho qualificada, com universidades de excelência e o 3º maior número de engenheiros diplomados da Europa, atraindo empresas inovadoras e startups de base tecnológica. ​ Sua economia diversificada abrange setores como turismo, energias renováveis, tecnologia da informação, agronegócio, imóveis, biotecnologia, indústria de base e mineração. ​ O potencial de cooperação com empresas brasileiras é enorme. ​

A Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (Aicep) atua como facilitadora da internacionalização, oferecendo consultoria, inteligência de mercado e apoio técnico à instalação de negócios estrangeiros no país. ​

É o momento ideal para fortalecer os laços entre Brasil e Portugal, ampliando fronteiras com segurança, inovação e visão estratégica. ​ Portugal não é apenas uma ponte para a Europa, mas um parceiro estável e confiável para crescer. ​

Automação dos serviços em Portugal, por Décio Simões, Diretor de Inovação e tecnologia da CBPCE

A Inteligência Artificial (IA) está a transformar profundamente o setor de serviços em Portugal, reconfigurando desde o atendimento ao cliente até os processos operacionais mais complexos. ​ Trata-se de uma mudança estrutural, impulsionada pela aceleração digital e pela necessidade crescente de competitividade, escalabilidade e eficiência. ​

Entre os exemplos mais visíveis, está o uso de chatbots e assistentes virtuais, amplamente adotados por empresas como NOS e EDP. ​ Essas soluções, baseadas em IA, oferecem atendimento contínuo, 24 horas por dia, com alto grau de precisão, reduzindo custos com call centers tradicionais e melhorando substancialmente a experiência do cliente, ao mesmo tempo em que garantem escalabilidade sem comprometer a qualidade do serviço. ​

Nos bastidores, a combinação de IA com RPA (Automação Robótica de Processos) tem revolucionado rotinas administrativas. ​ Instituições como o Banco BPI já automatizam tarefas repetitivas — como processamento documental, reconciliações e análises de dados — permitindo que os colaboradores se concentrem em decisões mais estratégicas, analíticas e orientadas ao futuro. ​

Na saúde, a inovação também avança. ​ Startups, como a Sword Health, aplicam IA para aprimorar diagnósticos, personalizar terapias e otimizar recursos hospitalares. ​ O resultado é a entrega de melhores desfechos clínicos com maior eficiência e menores custos, além da redução de falhas humanas em processos críticos. ​

Segundo estudos recentes, empresas que integram IA de forma estruturada alcançam, em média, uma redução de até 30% nos custos operacionais, enquanto observam ganhos de produtividade superiores a 40%. A IA deixou de ser promessa tecnológica para se tornar um vetor real de vantagem competitiva. ​

Nesse cenário de transformação acelerada, ferramentas inteligentes estão cada vez mais acessíveis e integradas aos processos corporativos, permitindo decisões mais estratégicas. ​ Num mercado cada vez mais exigente, investir em IA é investir no futuro. ​O setor de serviços será liderado por quem souber aliar inteligência tecnológica à criação de valor tangível e duradouro. ​

Fonte: CBPCE em 16.04.2025

O saldo da Acelera+, por André Arruda, diretor da Termaco Logística

O saldo da Acelera+, por André Arruda, diretor da Termaco Logística

No último mês, vivemos um momento inesquecível ao lado de colaboradores e parceiros: a 1ª Convenção de Vendas do Grupo Termaco, realizada em Fortaleza. Foi uma celebração da nossa trajetória, das conquistas que alcançamos juntos e, principalmente, do futuro que estamos construindo. Tive a honra de compartilhar com todos um resultado que nos enche de orgulho: em 2024, a Termaco Logística superou 330 milhões de reais em receitas. Esse é um feito que vai muito além dos números; é a prova do empenho coletivo, da dedicação de nossa equipe e do compromisso com a excelência operacional. Crescer dessa forma só é possível quando todos remam na mesma direção. Outro momento importante foi o anúncio feito por nosso CEO, Bertrand Boris, sobre a expansão da unidade de Recife.

A filial está prestes a se tornar a 2ª maior do Grupo, atrás apenas de São Paulo. É um sinal claro da nossa confiança no potencial do Nordeste e da nossa vontade de gerar oportunidades e fortalecer nossa presença em uma região tão estratégica. A Convenção também foi palco de reconhecimentos especiais. A cerimônia de premiação emocionou ao valorizar quem fez a diferença ao longo do ano. Quero parabenizar nossas filiais de João Pessoa, Recife, Aracaju, Imperatriz, Itabuna e Barreiras pelo destaque em Performance. Um reconhecimento especial vai para Marcela Almeida e Nathalia Vieira, que dividiram o prêmio Destaque Vendas, e para Marcelo Guirão e Elaine Santana, destaques em Evolução em Vendas.

E, claro, meu aplauso sincero à Adriana Gouveia, nossa Destaque 2024, exemplo de dedicação e inspiração. Acima de tudo, essa convenção foi sobre pessoas. Sobre o valor de construir juntos, de celebrar o presente sem perder de vista o futuro. Em 2025, nossos desafios serão maiores, mas estamos prontos para enfrentá-los com a mesma energia e determinação que nos trouxe até aqui. Acredito que grandes conquistas só são possíveis quando somos guiados pelo entusiasmo e pelo compromisso. Quero deixar agradecimento especial a cada colaborador, cliente e parceiro que faz parte dessa história. Vamos juntos, sempre em frente!

Artigo publicado no O Otimista

Pinheiro Neto, advogado e sócio da CBPCE lança curso completo sobre ação monitória e compartilha experiência na área processual

Pinheiro Neto, advogado e sócio da CBPCE lança curso completo sobre ação monitória e compartilha experiência na área processual

O advogado Pinheiro Neto, sócio da Pinheiro Neto Advocacia, acaba de lançar um curso completo dedicado ao tema Ação Monitória, ferramenta jurídica importante para a cobrança de dívidas em juízo de forma rápida e eficiente. Reconhecido pela atuação estratégica no contencioso cível, Neto reúne sua experiência de anos de atuação para capacitar advogados e estudantes de Direito que buscam aprimorar conhecimentos sobre essa modalidade processual.

O curso, disponível online, oferece 20 videoaulas organizadas de forma didática e objetiva, cobrindo desde os conceitos fundamentais da Ação Monitória até a sua aplicação prática nos tribunais brasileiros. Além disso, os participantes têm acesso a atualizações, suporte técnico e material de apoio exclusivo.

“Nosso objetivo é democratizar o conhecimento e orientar profissionais para que atuem de maneira segura e assertiva na cobrança de débitos judiciais. A Ação Monitória é um recurso processual valioso e, quando bem utilizada, entrega excelentes resultados aos clientes”, destaca Pinheiro Neto.

O conteúdo aborda questões práticas como requisitos legais, elaboração de petições, defesa do réu e recursos cabíveis, permitindo que o aluno domine o procedimento de ponta a ponta. Segundo o advogado, a proposta surgiu da carência de materiais atualizados e acessíveis sobre o tema.

O curso está disponível no site oficial do escritório Pinheiro Neto Advocacia e se consolida como uma excelente oportunidade para profissionais que desejam se aprofundar no tema e ampliar suas possibilidades de atuação.

Sobre Pinheiro Neto Com sólida trajetória no Direito Processual Civil, Pinheiro Neto é referência na área de cobranças judiciais e recuperação de créditos. À frente da Pinheiro Neto Advocacia, o advogado atua em demandas de alta complexidade e é reconhecido pela condução estratégica de processos, além de manter forte atuação na produção de conteúdos voltados à capacitação de profissionais do setor jurídico.

Para conhecer mais acesse o link: https://www.pinheironetoadvocacia.adv.br/acao-monitoria/

Josbertini Clementino, sócio da CBPCE, mediou painel no evento sobre o papel das relações governamentais no desenvolvimento econômico

Josbertini Clementino, sócio da CBPCE, mediou painel no evento sobre o papel das relações governamentais no desenvolvimento econômico

O sócio da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE) e Diretor da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (ABRIG) no Ceará, Josbertini Clementino, foi o mediador de um dos painéis do III AMCHAM BR-US, promovido pela Amcham Brasil em Fortaleza, no último dia 10 de abril. O evento teve como tema central “O Papel das Relações Governamentais no Desenvolvimento Econômico” e reuniu especialistas e lideranças do setor para um importante debate sobre o assunto.

Durante a mediação, Josbertini Clementino conduziu as discussões ao lado de profissionais de destaque, como Roseane Medeiros, Águeda Muniz e Mario Holanda. O painel abordou a importância estratégica das Relações Institucionais e Governamentais (RIG) para a construção de um ambiente de negócios mais previsível, competitivo e atrativo para investimentos.

“Eventos como este reforçam a necessidade de fortalecer as conexões entre o setor público, privado e a sociedade civil, por meio de uma escuta ativa, articulação técnica e ética institucional. O diálogo transparente e qualificado é essencial para a formulação de políticas públicas eficazes e para o avanço da diplomacia empresarial no país”, destacou Josbertini.

O III AMCHAM BR-US contou com a condução de Frederico Sampaio, head da Amcham Brasil no Ceará, e o apoio de toda a equipe da entidade, representada também por Victoria Valente. A programação proporcionou um espaço de reflexão sobre os desafios e oportunidades para o ambiente corporativo diante do atual cenário político e econômico.

Com informações de Josbertini Clementino

Fonte: CBPCE em 16.04.2025

Juliana Miranda, da Acqua Vero, sócia da CBPCE, realizará live sobre Investimentos para Iniciantes

Juliana Miranda, da Acqua Vero, sócia da CBPCE, realizará live sobre Investimentos para Iniciantes

A sócia da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE) e diretora da Acqua Vero, Juliana Miranda, será uma das convidadas de uma live especial sobre investimentos que acontece no próximo dia 7 de maio, às 19h. Com quase duas décadas de atuação no mercado financeiro, Juliana vai compartilhar sua experiência e orientações práticas para quem deseja começar a investir com segurança e inteligência.

Ao lado da empresária Germana Mapurunga, que acumula 20 anos de trajetória no setor empresarial, Juliana conduzirá um bate-papo descontraído e informativo, voltado especialmente para o público que deseja organizar sua vida financeira e dar os primeiros passos no mundo dos investimentos.

A iniciativa tem como objetivo desmistificar o universo financeiro e apresentar caminhos acessíveis para quem busca rentabilizar seu patrimônio e planejar o futuro de forma estratégica.

Serviço:
Live “Como começar a investir com segurança e inteligência”
📅 07 de maio (terça-feira)
🕖 19h
📱 Transmissão ao vivo pelas redes sociais

Fonte: CBPCE em 16.04.2025

MNE: “via verde” para imigrantes vai funcionar melhor do que sistema anterior

MNE: “via verde” para imigrantes vai funcionar melhor do que sistema anterior

Foto: Agência Incomparáveis

O ministro português dos Negócios Estrangeiros afirmou que hoje é um “grande dia” para quem defende a imigração regulada e que a “via verde” para a contratação de imigrantes, que entrou em vigor, é um sistema melhor que o anterior.

“Eu queria dizer que hoje é um grande dia para quem defende a imigração regulada, isto é, a ideia de que nós não podemos estar no sistema em que estivemos até agora, nos últimos anos, que é um sistema de portas escancaradas, que levou, de facto, a muitas complicações, até para a vida daqueles que querem trabalhar em Portugal, que tão necessários são”, disse Paulo Rangel a jornalistas após a tomada de posse do XVI Governo Regional da Madeira, novamente chefiado pelo social-democrata Miguel Albuquerque.

O ministro defendeu que é “muito importante” que haja regulação, que as pessoas cheguem ao país “já com contrato de trabalho, com capacidade de habitação” e não estarem em situações precárias como acontece hoje “em particular nos grandes centros”, com casas sobrelotadas.

Paulo Rangel reforçou que esta “via verde” que hoje entrou em vigor “é uma política que regula, que controla, que também é profundamente humanista, que quer devolver a integridade dos direitos àqueles que vêm ajudar a economia, especialmente a alguns setores muito necessários”, elencando, entre outros, o turismo, a agricultura e a construção civil.

O ministro dos Negócios Estrangeiros disse ainda que não gosta do termo “via verde”, argumentado que “pode dar a ideia” de que o país está “a despachar pessoas”, não sendo “disso que se trata”.

O governante realçou também que este é um trabalho de vários ministérios, assim como das empresas, sublinhando que, na área da integração, a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) tem um papel relevante.

“Portanto, sinceramente, eu acho que é uma experiência, é um novo sistema, mas eu acho que ele vai, com certeza, funcionar muito melhor que o anterior”, asseverou.

Sobre as declarações do Sindicato dos Trabalhadores Consulares (STC) de que não há recursos humanos para executar e cumprir os prazos previstos na “via verde” para a contratação de imigrantes, Paulo Rangel disse que foram contratados mais 50 peritos de visto que iniciam funções em maio e que “nunca houve tanta gente a trabalhar na Direção-Geral dos Assuntos Consulares”.

Os serviços consulares comprometem-se a dar resposta no prazo de 20 dias aos pedidos de vistos de trabalho, no âmbito da “Via Verde” para a contratação de imigrantes pelas empresas portuguesas, de acordo com o protocolo assinado com as principais entidades patronais.

Esta medida permite a contratação direta no exterior pelas empresas, depois de o fim das manifestações de interesse (um recurso jurídico que permitia a regularização em território nacional de quem chegava com visto de turismo) ter sido decretado pelo Governo no verão passado.

Os subscritores do protocolo reconhecem que a “imigração laboral desempenha um papel fundamental no desenvolvimento económico de Portugal” e que, “ao longo dos anos, os imigrantes têm contribuído significativamente para vários setores da economia portuguesa, trazendo consigo uma variedade de competências, experiências e conhecimento que enriquecem o mercado de trabalho e impulsionam o crescimento do país”.

No documento, é reconhecido que “uma parte relevante da mão-de-obra em setores específicos, como agricultura, pescas, construção, turismo e serviços ou indústria provém do estrangeiro, sendo que os cidadãos estrangeiros consubstanciam, neste desiderato, um inestimável contributo para estas áreas económicas, preenchendo lacunas no mercado de trabalho e garantindo a continuidade das operações das diversas atividades económicas”.

As empresas fazem o pedido de agendamento dos pedidos de visto, reunindo toda a documentação necessária, “subscrevendo o necessário termo de responsabilidade pelo(s) trabalhador(es)”, de acordo com o protocolo que hoje entra em vigor.

Fronteiras

O Governo também promete voltar a propor polícia de fronteiras na PSP. “O país fica muito melhor, quer no controlo das fronteiras externas quer na fiscalização no território nacional, se a existência de uma polícia de fronteiras propriamente organizada dentro da PSP for criada”, afirmou o ministro Leitão Amaro, recandidato nas listas eleitorais PSD/CDS, responsabilizando mais uma vez a oposição pelo chumbo da proposta apresentada pelo executivo.

O ministro da Presidência e a ministra da Administração Interna visitaram hoje o aeroporto de Lisboa e acompanharam a implementação do novo Sistema de Entradas e Saídas (SES), um modelo europeu integrado de controlo fronteiriço que deverá entrar em vigor em outubro.

Admitindo que este projeto pode ser implementado pelas forças de segurança sem a necessidade de uma unidade especial, Leitão Amaro salientou que o modelo ficaria completo com recursos dedicados.

“O Conselho de Ministros aprovou, foi ao parlamento e chumbou, como sabem (…). Acho que ainda hoje ninguém percebe porque é que o Partido Socialista e o Chega votaram contra a criação de uma polícia de fronteiras, a Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras na PSP”, afirmou.

“O Governo continua convencido que é importante criar a polícia de fronteiras na PSP. Voltaremos logo que pudermos a insistir nessa possibilidade”, disse.

“Acho que o país hoje já percebe a política do governo de uma imigração regulada, de uma abordagem de política de segurança com maior proximidade, sempre respeitando os direitos humanos, sempre respeitando as regras e os direitos de cada uma das pessoas portuguesas ou estrangeiras que aqui estejam em território nacional”, salientou o governante.

Fonte: Mundo Lusíadas em 15.04.2025

CBPCE promove debate sobre Acordo Mercosul-UE e destaca papel das relações luso-brasileiras nos investimentos

CBPCE promove debate sobre Acordo Mercosul-UE e destaca papel das relações luso-brasileiras nos investimentos

A força e o potencial da relação comercial entre Brasil, Portugal e União Europeia ficaram em evidência mais uma vez durante a palestra “Acordo Mercosul & União Europeia: Oportunidades de Negócios na Ambiência Luso-Brasileira”. O evento aconteceu na manhã do dia 7 de abril, no Auditório Luis Esteves da FIEC, em Fortaleza.

Promovido pela Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), o encontro contou com o apoio da AICEP, do Vice-Consulado de Portugal em Fortaleza, do Centro Internacional de Negócios – CIN, da FIEC, da Câmara de Comércio Exterior & Investimento Estrangeiro do Ceará, do escritório APSV Advogados e da QAIR Brasil.

O evento reuniu empresários, diplomatas, investidores, representantes do setor industrial e instituições, com o objetivo de discutir os impactos e as oportunidades que o acordo entre Mercosul e União Europeia pode trazer, com um olhar especial para os negócios entre Brasil e Portugal.

Um dos momentos mais aguardados foi a apresentação do Dr. Paulo Rios, membro do Conselho de Administração da AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal. Ele compartilhou uma visão estratégica sobre o cenário comercial e as possibilidades de cooperação entre os blocos.

Durante sua fala, Rios ressaltou o papel de Portugal como um ponto estratégico para negócios globais, destacando sua localização privilegiada, estabilidade econômica e forte perfil exportador. Em 2024, o país teve crescimento expressivo em setores como turismo (+8,8%), agricultura (+10,8%) e indústria química (+13,8%). As exportações de produtos farmacêuticos (+25,9%) e de aeronaves (+23,0%) também apresentaram alta.

“A ambiência luso-brasileira se consolida como uma ponte natural entre América do Sul e Europa, com o Ceará despontando como uma promissora porta de entrada, especialmente em energia, infraestrutura, inovação e agroindústria”, destacou o especialista. Ele também apontou os diferenciais de Portugal, como talento, inovação, segurança e sustentabilidade. O país tem a terceira maior taxa de formados em engenharia da Europa, lidera investimentos em energia renovável e ocupa posição estratégica no tráfego global de dados graças à sua rede de cabos submarinos. Atualmente, é o 7º país mais seguro do mundo e está entre os sete principais destinos europeus para Investimento Direto Estrangeiro (IDE), com um ecossistema vibrante de startups e empresas inovadoras, incluindo unicórnios.

O evento ainda contou com um momento de networking durante o welcome coffee e uma sessão de perguntas e respostas, onde o público pôde trocar ideias, esclarecer dúvidas e aprofundar o debate. A iniciativa reforça o compromisso das instituições com a ampliação da cooperação econômica entre Brasil, Portugal e União Europeia, criando conexões valiosas e abrindo novas portas para negócios e investimentos.

Confira aqui as fotos do evento: https://news.cbpce.org.br/fotos-ue-mercosul

Fonte: CBPCE em 09.04.2025