Raul Santos promoveu na última terça-feira(06) reunião da Diretoria Geral da CBPCE

Raul Santos promoveu na última terça-feira(06) reunião da Diretoria Geral da CBPCE

Foto: divulgação

O encontro aconteceu na sede do Grupo Cidade de Comunicação, ocasião que contou a presença e apresentações de Miguel Dias Filho (presidente do Grupo) e Edson Ferreira (Diretor Executivo).

Foram apresentadas ações realizadas e futuras da instituição e na ocasião o Grupo Cidade foi anunciado como um dos sócios parceiros da CBPCE, fato que foi bastante enaltecido por Miguel Dias, também cidadão português.

Participaram da reunião os diretores: Raul Santos (Presidente), Anya Ribeiro (Turismo), Benedito Simões (Compliance), Clivânia Teixeira (Diretora Executiva), Décio Simões (Inovação e tecnologia), Denise Melo (Educação e cultura), Igo Apolinário (Novos negócios), Irineu Guimarães (Desenvolvimento Imobiliário), José Carlos Escobar (Conselheiro tesoureiro), José Wahnon (Eventos), Patrícia Campos (Conselheira jurídica), Ricarte Urbano (Conselheira Fiscal) e Erica Arruda (Investimentos).

Acesse as fotos da reunião clicando aqui

Fonte: CBPCE em 07.08.2024

O futuro!!! A baixa densidade é o seu luxo. Por Ana Correia, Presidente na Câmara do Comércio da Região das Beiras

O futuro!!! A baixa densidade é o seu luxo. Por Ana Correia, Presidente na Câmara do Comércio da Região das Beiras

Foto: divulgação

No mundo atual, olhamos com esperança e expectativa para um futuro melhor, mais próspero e sustentável. A ideia de um futuro luxuoso muitas vezes está associada a elementos materiais, como riqueza e ostentação. Mas o verdadeiro luxo do futuro reside em algo muito mais valioso: viver em regiões de baixa densidade populacional com a inerente qualidade de vida.

Para uma região, a baixa densidade populacional pode ser um fator de desenvolvimento, ainda que pareça um paradoxo. É que se tor- na um destino apetecível para as famílias. Mas como convencer as pessoas a deixarem as grandes cidades e a deslocarem-se para as regiões de baixa densidade, como as Beiras? E o que pode ser feito para mostrar o potencial dessas regiões aos jovens? Esta é uma escolha pessoal. Cada indivíduo, cada família, tem as suas próprias motivações e necessidades. No entanto, é possível destacar alguns aspetos que tornam essas regiões atrativas.

Um dos principais pontos é, repito, a qualidade de vida. Em regiões com baixa densidade populacional, as pessoas podem desfrutar de mais espaço, ter mais mobilidade, mais tempo para lazer, ar puro, tranquilidade e contacto com a natureza. Além disso, esses locais geralmente oferecem um custo de vida mais baixo, o que pode ser atrativo para muitos. Os incentivos dados têm um papel preponderante nas empresas, sendo estes incentivos muitas vezes determinantes para que as empresas se desloquem. Para divulgar o potencial das Beiras e atrair pessoas, é necessário investir em estratégias de comunicação e ‘marketing’. É importante mostrar os atrativos da região, como paisagens deslumbrantes, património histórico e cultural, oportunidades de negócios e qualidade de vida.

O turismo pode desempenhar um papel importante nesse sentido, promovendo os encantos das Beiras e despertando o interesse das pessoas em conhecer e viver na região.

Quanto aos jovens, é fundamental mostrar as oportunidades que as Beiras podem oferecer em termos de estudo, trabalho e empreendedorismo. É necessário investir na criação de centros de formação profissional e universidades, que ofereçam cursos nas áreas de maior demanda e potencial da região. Além disso, é importante incentivar o empreendedorismo e a criação de empresas locais. Os jovens têm um espírito inovador e estão cada vez mais interessados em construir carreiras com propósito. É necessário promover a cultura empreendedora, oferecer apoio e incentivos para que eles possam desenvolver os seus negócios nas Beiras, fortalecendo a economia local e gerando empregos.

Enquanto presidente da Câmara de Comércio da Região das Beiras, tenho desenvolvido ações e projetos que promovem o desenvolvimento económico e social da região. Estas ações estão a incluir parcerias com instituições de ensino, entidades governamentais, associações empresariais e outras organizações, visando atrair investimentos, divulgando as potencialidades da região e criando condições favoráveis para os negócios.

A Câmara de Comércio da Região das Beiras, tem no seu Plano de Atividades algumas ações que vão ser implementadas. Por exemplo, a criação de um programa de divulgação das Beiras, com ações de ‘marketing’ e comunicação para mostrar as vantagens de se viver e investir na região.

A criação de Workshops, seminários, fóruns, eventos, feiras e encontros empresariais que possam atrair investidores e empresários interessados em conhecer mais sobre as oportunidades das Beiras e para isso a CCR Beiras está a trabalhar. Estas ações abrangem vários sectores e está no nosso horizonte, porque as Beiras são mesmo Regiões de Oportunidades. Para poderem participar ativamente, fica o convite para serem associados da Câmara de Comércio da Região das Beiras.

Sem dúvida que a CCRB tem desempenhado um papel vital no impulsionamento do comércio e desenvolvimento económico na região ao longo destes quatro anos e reconhecemos a importância de estabelecer parcerias estratégicas com empresas inovadoras.

A nossa dinâmica também passa por uma série de iniciativas e ações internacionais que visam promover as empresas associadas e proporcionar oportunidades de visibilidade em mercados globais. Ao associarem-se à CCRB, terão os benefícios de uma estrutura dedicada à promoção empresarial, oportunidades de networking e ações que visam expandir a visibilidade da vossa marca a nível internacional. Acreditamos que a vossa participação seria uma mais-valia para a nossa câmara, e vice-versa.

Além disso, destacamos que a presença das empresas como associados na CCRB poderá ser uma excelente oportunidade para se destacar em eventos internacionais, trocar experiências com outros membros e fortalecer as relações comerciais na Região das Beiras e além-fronteiras.

Neste presente e no futuro, a Câmara de Comércio da Região das Beiras vai continuar a desempenhar um papel fundamental na promoção e desenvolvimento da região. É necessário estar atentos às demandas da sociedade, ouvir as necessidades das empresas e trabalhar de forma colaborativa para impulsionar o potencial das Beiras como um destino atrativo para se viver, trabalhar e investir. Com ações estratégicas e o envolvimento de todos os sectores da sociedade, é possível construir um futuro promissor para as Beiras.

Nesse contexto, a Câmara de Comércio da Região das Beiras desempenha um papel crucial. Como presidente desta organização, estou empenhada em impulsionar iniciativas que promovam estas regiões de baixa densidade populacional e todos os benefícios que ela proporciona. Isso pode ser feito através do estímulo ao desenvolvimento sustentável, à preservação do meio ambiente e à diversificação económica.

Outro aspeto importante é a diversificação económica. Uma região com baixa densidade não pode depender apenas de um único sector para garantir o seu desenvolvimento. É necessário fomentar a criação de novas oportunidades de negócios, fortalecendo sectores como agricultura, turismo, tecnologia e indústria criativa, por exemplo. A equipa da Câmara de Comércio está a identificar essas potencialidades e está simultaneamente à procura de parcerias que impulsionem o crescimento desses sectores, contribuindo para a geração de emprego e aumento da economia.

Outro papel importante é o de promover a sustentabilidade. A baixa densidade populacional oferece ainda a oportunidade de preservar o meio ambiente de forma mais efetiva. É crucial que a Câmara de Comércio da Região das Beiras assim como toda a sua direção, trabalhem em conjunto com as autoridades locais e organizações ambientais para implementar políticas e projetos que garantam a proteção de áreas naturais e a promoção de práticas sustentáveis, daí existir um protocolo com o BMV Global e a CCRB ter o selo “Eu Preservo”.

Em suma, o futuro luxuoso está intimamente relacionado às regiões com menos população e mais área natural. É necessário estimular a diversificação económica, preservar o meio ambiente e garantir que as gerações futuras possam desfrutar de uma região próspera e sustentável. O futuro está nas nossas mãos, e é através de ações conscientes e responsáveis que iremos construir um amanhã melhor para todos.

Por Ana Correia
Presidente na Câmara do Comércio da Região das Beiras

Negócios entre Ceará e Portugal crescem e tendência é aumentar a cada ano

Negócios entre Ceará e Portugal crescem e tendência é aumentar a cada ano

Foto: Shutterstock

Depois de amargar alguns desalinhamentos com governos anteriores, os negócios entre Brasil e Portugal agora navegam em mares tranquilos, inclusive com o restabelecimento de acordos bilaterais. O comércio entre os dois países tem crescido em percentuais expressivos e a tendência é de que aumente a cada ano. O Ceará tem participado ativamente do processo e os investimentos no estado recaem no setor de turismo, com excelentes perspectivas para as energias renováveis.

O ponto de vista é de Raul Santos, presidente da Câmara Brasil Portugal do Ceará (CBPCE) e vice-presidente da Federação das Câmaras Portuguesas no Brasil, explicando que o desalinhamento ocorreu por conta de questões ideológicas nos governos de Temer e Bolsonaro. Em 2023, depois de seis anos de intervalo, as cúpulas anuais entre Brasil e Portugal foram retomadas, com desdobramento em 13 instrumentos de parceria entre as duas nações.

Durante o encontro foram fechados acordos bilaterais contemplando as áreas de educação, proteção de testemunhas, promoção e defesa dos direitos de pessoas com deficiência, energia, geologia e minas, cooperação espacial, produção audiovisual, turismo, comunicação e saúde. “Os negócios internacionais entre os dois países nos últimos anos tem crescido. Em percentuais bem expressivos” – frisa.

O Ceará é o 14º no ranking dos estados exportadores do Brasil em 2024 (janeiro a abril) em relação a 2023, com uma participação de 3% (US$ 6,7 milhões) do total exportado pelo Brasil (US$ 820,4 milhões). Já com relação as importações, o Ceará ocupa, em 2024, o 13º lugar, com participação de 1% (US$ 4,5 milhões) em relação aos US$ 435,7 milhões do Brasil no período de janeiro a abril de 2024. Os dados são do Centro Internacional de Negócios do Ceará (CIN/CE) da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec).

“O que mais o Brasil exporta para Portugal são produtos alimentares, veículos, materiais de transporte e produtos metalmecânicos. O português olha para ao Brasil atualmente muito interessado na parte do agronegócio, nas questões envolvendo energias renováveis e no turismo. Esses são os principais segmentos de oportunidades. Já o Brasil em relação a Portugal tem interesse na parte de tecnologia, agro e logística, pois Portugal serve como ponto de apoio para o restante da Europa, e também nas energias renováveis.” Raul Santos, presidente da CBPCE

Ele observa que existem desafios que necessitam ser superados por empresas brasileiras que querem investir, fazer negócios com Portugal. “Primeiramente, é dimensionar o tamanho do investimento, porque ou a empresa somente vai olhar o mercado português, que é pequeno, de dez milhões de habitante, ou ela vai estar de olho na Europa, que é um mercado consumidor de mais de 500 milhões de habitantes”.

O presidente da CBPCE defende a necessidade de um planejamento de investimento muito bem feito, inclusive na definição de linhas de crédito mais linhas adequadas. Atualmente – informa – Portugal tem linhas de desenvolvimento de longo prazo pra determinados projetos, observando, claro, as zonas de investimentos, ou seja, aquelas que tem mais aptidão para receberem mais recursos, como, por exemplo, a região do Alentejo, muita conhecida pela produção de vinhos e pelo turismo, mas que também oferece uma série de oportunidades em outros segmentos.

Outra questão levantada por Raul Santos diz respeito aos desafios enfrentados pelas empresas portuguesas que querem investir no Brasil, sobretudo ligados a questão da instabilidade financeira, decorrentes de constantes mudanças de regras tributárias e formas de comercialização. “Enfim, isso traz um pouco de insegurança, bem como as questões que envolvem contratos. O nosso mercado brasileiro é muito desafiador para os portugueses porque é um país quase equivalente à metade da Europa, em termos populacionais. Outro ponto é a logística, que é algo muito complicado, complexa até. Mas é possível perceber que o português, hoje, está bem interessado em investir no Brasil”.

Câmara Brasil Portugal: ligando pontas de relacionamento
Raul Santos afirma que a Câmara Brasil Portugal exerce, no cenário das negociações, papel de facilitador, justamente por ter uma gama de informações, já que possui network diferenciado, tendo condições de auxiliar no processo de internacionalização de empresas. É bem verdade que a Câmara pactua de uma forma mais intelectual no processo, ligando pontas de relacionamentos estratégicos – frisa, acrescentando que, inclusive, a Câmara tem intensificado a base de associados, verificando os setores e tentando trazer alguns segmentos onde não temos uma representatividade tão forte, como o setor de saúde.

Especificamente em relação ao território de Portugal – informa – a Câmara tem tentado abranger mais regiões, pois normalmente o brasileiro, quando olha para Portugal, centra muito em Lisboa e Porto e as circunvizinhanças. Em parceria com as agências de desenvolvimento português, a Câmara tem buscado outras regiões, como o Alentejo e região do Rio Douro, que tem procurado investimentos. “Estamos tentando sair um pouco da linha do óbvio e vendo onde existem novas oportunidades para que o empresário consiga ter maior efetividade no seu negócio, no seu investimento”.

Investimentos no Ceará chamam atenção, sobretudo no setor turístico
O que chama mais atenção de investimentos portugueses no Ceará é que a maioria está ligado ao setor turístico, o que pode ser constatado com, por exemplo, o Vila Galé, o hotel Dom Pedro e o Luzeiros, isso sem contar com uma série de outros investimentos em pousadas e hotéis de pequenos portes ao longo do litoral cearense. Temos também a parte de energias renováveis, mas o setor principal, mais representativo, é do turismo. Aliás, os investimentos no turismo por parte de empresários portugueses também ocorrem em outros estados do Nordeste.

No entanto, o Presidente da CBPCE acredita que os investimentos ainda são baixos, pois existe espaço para crescer muito, principalmente em dois segmentos: turismo e em energias renováveis. A região do Porto de Pecém é muita parecida com uma região em Portugal, que fica em torno do Porto de Sines e tem grande potencial. Outro investimento importante diz respeito a logística, aqui fazendo menção da TAP, que é “a companhia estrangeira que mais faz ligações entre o Brasil e o exterior. No Nordeste mantém voos para várias capitais brasileiras initerruptamente e vem sinalizando com a possibilidade de ampliar os números de voos”.

“No Ceará já houve uma ampliação de voos. Agora, é necessário crescer também na marítima, com rotas entre os portos portugueses e os brasileiros, sobretudo no Nordeste. Para finalizar, os cabos de fibra ótica, da parte de comunicação, de tecnologia, onde os mais modernos estão no Ceará a saem com direção a África, Europa e América do Norte. Neste setor existe espaço também para empresário português e europeu de forma geral investirem no estado no setor de tecnologia e de dados.” Raul Santos, presidente da CBPCE

Ceará e Portugal querem ampliar parcerias na área de energias renováveis
As parcerias entre Portugal e Ceará, principalmente em áreas estratégicas como o desenvolvimento de energias renováveis, por meio do Hub do Hidrogênio Verde, além de outras frentes de cooperação, foram os principais assuntos abordados no encontro do governador do Ceará, Elmano de Freitas, no Palácio da Abolição, com o embaixador de Portugal no Brasil, Luís Faro Ramos, ano passado.

Na ocasião, o governador Elmano de Freitas destacou a longa, forte e próspera parceria entre Ceará e Portugal durante o encontro, além dos investimentos que o Governo do Ceará vem realizando na área de energias renováveis, por meio do desenvolvimento de projetos ligados ao hidrogênio verde (H2V), e também o marco da produção da primeira molécula de H2V no estado, pela empresa portuguesa EDP em sua planta no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP).

O embaixador Luís Faro Ramos ressaltou que o Ceará sempre foi inovador na produção de energias renováveis e agora avança ainda mais. “É uma grande satisfação para nós, portugueses, fazer parte deste projeto ousado e pioneiro de produção de Hidrogênio Verde e também termos uma empresa nacional, como a EDP, participando e desenvolvendo essa tecnologia no Ceará”, destacou o embaixador. O embaixador estava acompanhado de executivos da EDP Brasil – o CEO, João Marques da Cruz, e o diretor de Comunicação, Marketing e Stakeholders, Nuno Rebelo -, e do presidente da CBPCE, Raul Santos.

Balança comercial entre Ceará e Portugal cresce em 2024
O levantamento Relações Comerciais Portugal, realizado pelo Centro Internacional de Negócios do Ceará (CIN/CE) da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), revela que, até abril de 2024, os resultados no comércio bilateral entre Ceará e Portugal consolidam o país europeu como importante parceiro comercial. No acumulado deste ano, setores e produtos tradicionais mantiveram e impulsionaram seus desempenhos, “contribuindo, assim, para uma corrente de comércio de US$ 23,5 milhões, com vantagem para o estado brasileiro”.

O estudo mostra que as exportações cearenses se mantiveram constantes, registrando alta de 3% no acumulado do ano e totalizando US$ 6,7 milhões. No ranking dos setores que mais exportaram para o país, todos os segmentos registraram crescimento. Um ótimo destaque foi o setor de frutas, que, mantendo seu histórico de desempenho positivo, aumentou suas vendas em 40% nos meses de janeiro a abril de 2024, totalizando US$ 368 mil. Seguindo a tendência nacional, o setor de combustíveis liderou as vendas para o país, representando 66% do total exportado.

No que diz respeito às importações de produtos portugueses, foi observado um acentuado aumento de 166% no acumulado de 2024, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Esse incremento – conforme o documento do Cin/Fiec – se deu pelo impulsionamento nas aquisições de setores tradicionais, além do advento de novos produtos. O setor de máquinas e aparelhos elétricos, líder da pauta importadora, obteve um crescimento de 163% no ano.

Da mesma forma – observa o estudo –, houve um aumento significativo nas importações de produtos do setor de gorduras e óleos animais ou vegetais, totalizando US$ 1,8 milhão, um aumento expressivo de 199% em relação ao mesmo período de 2023, com o azeite de oliva extravirgem destacando-se como o principal produto importado desse setor.

A economia portuguesa registrou um crescimento de 0,7% no primeiro trimestre de 2024 em relação ao quarto trimestre de 2023, de acordo com dados preliminares divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Na comparação anual, o PIB português expandiu-se em 1,4% entre janeiro e março deste ano, conforme informado pelo INE. Esses números indicam uma recuperação gradual da economia portuguesa, embora moderada, após os impactos da pandemia.

O documento afirma que a análise econômica enfatiza a importância da diversificação das exportações brasileiras para o mercado português como uma estratégia crucial para impulsionar o desenvolvimento econômico bilateral. Com a demanda crescente por produtos sofisticados e sustentáveis em Portugal, há uma oportunidade significativa para o Brasil expandir sua presença nesse mercado. No entanto, atualmente, as exportações brasileiras para Portugal permanecem centradas em commodities, destacando a necessidade de explorar mais esse mercado com produtos de maior valor agregado.

A abertura de um escritório da APEX-BRASIL em Lisboa e o apoio financeiro do BNDES às empresas brasileiras são passos positivos nesse sentido. Para fortalecer ainda mais as relações econômicas entre Brasil e Portugal, é fundamental adotar uma abordagem colaborativa e estratégica, visando maximizar as oportunidades comerciais mútuas e promover um crescimento econômico sustentável para ambos os países – conclui o levantamento.

Fonte: Trends CE e 10.07.2024

Excelente notícia para os participantes da Missão Web Summit 2024

Excelente notícia para os participantes da Missão Web Summit 2024

Foto: divulgação

A Federação das Câmaras Portuguesas, a Atlantic Hub e a No Gap, realizadoras da Missão Web Summit 2024, informam que já concluíram as tratativas com o Web Summit, e a partir de hoje 17/07/24 já estão disponíveis para aquisição em condição especial, os tickets de acesso ao maior evento de tecnologia do mundo.

O que é o Web Summit?
É reconhecida como a “principal conferência de tecnologia do mundo”, e em um momento de grande incerteza para muitos setores e, na verdade, para o próprio mundo, o Web Summit reunirá formuladores de políticas, chefes de estado e fundadores e CEOs de empresas de tecnologia e startups de rápido crescimento para fazer uma pergunta simples: Para onde vamos agora?” Para essa edição o tema principal é “Where the future goes to be born”

Os participantes da Missão Web Summit 2024 poderão adquirir o ticket de acesso ao evento com 20% de desconto em relação ao preço oficial do site do evento. Condição válida por tempo limitado.

Desconto especial para o Web Summit 2024
A participação na Missão garante um desconto especial para o ingresso do Web Summit 2024, que ocorrerá de 10 a 15 de novembro, em Lisboa.

Clique no link (https://bit.ly/mws-lis-ccepara comprar os pacotes da Missão Web Summit 2024.

Para comprar o pacote, acesse o link abaixo e insira o código de desconto: mws-lis-cce

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Missão Web Summit 2024 Lisboa:
– Data: 10 a 15 de novembro
– Site oficial: http://www.missaowebsummit.com.br
– Programa da Missão: https://bit.ly/programa-mws24
– Informações: secretariace@cbpce.org.br

Fonte: CBPCE em 17.07.2024

Corretora PrevSaúde é a nova sócia CBPCE

Corretora PrevSaúde é a nova sócia CBPCE

Foto: divulgação

A PrevSaúde, corretora especializada em benefícios médicos e odontológicos, acaba de se tornar a nova sócia da CBPCE. A empresa é liderada por Humberto Carneiro, executivo com mais de 30 anos de experiência no setor de saúde. Humberto atuou em grandes empresas como Hapvida, Amil e OdontoSystem. Ele é responsável pelas alianças estratégicas, relacionamento com o mercado, governo e entidades de classe.

A PrevSaúde destaca-se por oferecer treinamentos personalizados, recrutamento contínuo para equipes, treinamentos sobre produtos e sistemas, além de fornecer informações detalhadas sobre regras, campanhas e condições gerais. A empresa busca construir uma relação transparente e próxima com seus clientes, compreendendo suas necessidades e oferecendo soluções sob medida.

Para mais informações, entre em contato:
Telefone: (85) 99135-7878
E-mail: humbertohcj1111@yahoo.com.br

Fonte: PrevSaúde em 17.07.2024

Construindo parcerias estratégicas entre setor público e privado: Lições e desafios, por Josbertini Clementino

Construindo parcerias estratégicas entre setor público e privado: Lições e desafios, por Josbertini Clementino

Foto: divulgação

A colaboração entre o setor público e o setor privado é fundamental para o desenvolvimento sustentável e a inovação. Construir parcerias estratégicas não é uma tarefa simples e exige atenção a diversos fatores críticos.

Para uma parceria seja bem-sucedida é fundamental que os objetivos do setor público e privado estejam alinhados. Ambos devem compartilhar uma visão comum sobre os resultados desejados e trabalhar juntos para alcançar metas específicas, requerendo uma comunicação clara e uma compreensão mútua das expectativas e limitações de cada parte. A transparência é a base de qualquer parceria sólida, devendo tanto o setor público quanto o privado estarem abertos sobre suas capacidades, recursos e desafios.

Um planejamento detalhado é indispensável para antecipar riscos e definir responsabilidades. No entanto, a flexibilidade é igualmente importante, pois permite que as parcerias se adaptem a mudanças no ambiente econômico ou regulatório.

A capacidade de ajustar estratégias conforme necessário é uma característica das parcerias bem-sucedidas. A inclusão das partes interessadas, como a comunidade local, ONGs e outros grupos relevantes, pode enriquecer o processo de tomada de decisão e garantir que as necessidades e preocupações de todos sejam consideradas. O envolvimento ativo das partes interessadas aumenta a legitimidade e a aceitação dos projetos.

Estabelecer mecanismos de monitoramento e avaliação é imprescindível para medir o progresso e corrigir desvios. Indicadores de desempenho claros e relatórios periódicos ajudam a garantir que a parceria esteja no caminho certo e permita ajustes tempestivos.
Por outro lado, a complexidade burocrática e a rigidez das regulamentações podem ser obstáculos. Simplificar processos e criar um ambiente regulatório favorável é essencial para facilitar a colaboração. O setor público e o privado operam em ambientes culturais e organizacionais distintos. Superar essas diferenças exige um esforço contínuo para entender e respeitar as práticas e valores de cada setor.

O financiamento de projetos em parcerias pode ser desafiador, especialmente em tempos de restrições orçamentárias. Identificar fontes de financiamento sustentáveis e compartilhar riscos de maneira equitativa é importante para a viabilidade dos projetos. Nem todas as instituições possuem a capacidade técnica e gerencial necessária para implementar parcerias complexas. Investir em capacitação e desenvolvimento institucional pode ajudar a superar essa barreira.

A resistência à mudança é uma barreira comum em qualquer processo de inovação. É importante promover uma cultura de colaboração e inovação, onde as mudanças sejam vistas como oportunidades de crescimento e melhoria.

Embora existam lições valiosas a serem aprendidas e desafios significativos a serem superados, o potencial de parcerias entre setor público e o privado é imenso. Com alinhamento de objetivos, transparência, planejamento adequado e uma abordagem flexível, essas parcerias podem gerar benefícios substanciais para a sociedade como um todo.

A chave para o sucesso reside na construção de uma base sólida de confiança e cooperação mútua, garantindo que todos os envolvidos estejam comprometidos com um objetivo comum de progresso e inovação.

Por Josbertini Clementino
Sócio pessoa física CBPCE | Especialista em Relações Governamentais | Relações Institucionais | Políticas Públicas | Assuntos Governamentais | Mentor | Gestão de Projetos | Gestão Executiva | Terceiro Setor | Membro Open Mind Brazil.

Arrais e Rocha Sá Advogados: Soluções ágeis e eficazes em mediação e arbitragem

Arrais e Rocha Sá Advogados: Soluções ágeis e eficazes em mediação e arbitragem

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Descubra o poder da Mediação e Arbitragem: soluções ágeis e eficazes para conflitos complexos. No escritório da Arrais e Rocha Sá Advogados, são valorizados métodos que promovem o diálogo e preservam relações. Com a Mediação, pontes são construídas entre as partes, buscando acordos mutuamente satisfatórios. Já a Arbitragem oferece uma via rápida e especializada para resolver disputas, sem burocracia excessiva.

A equipe acredita que cada conflito pode ser uma oportunidade para crescer e aprender. Confie na expertise deles para guiar você pelo caminho da conciliação e da justiça. Conte com eles para transformar desafios em soluções, sempre com ética e eficiência.

Saiba mais sobre Arrais e Rocha Sá Advogados
A Arrais e Rocha Sá Advogados é composta por um corpo técnico dotado de sólida qualificação e experiência profissional que, a partir de um conceito moderno de prestação de serviços jurídicos, tem por missão viabilizar soluções jurídicas seguras e inovadoras com sigilo, agilidade, ética e eficiência de modo a possibilitar tomada decisão mais adequadas à realidade de cada cliente colaborando, assim, com a expansão de seus negócios.

Áreas de Atuação:
Cível, Consumidor, Trabalhista, Societário, Penal Empresarial, Tributário e Licitações e Contratos Públicos

Contatos:
ALEXANDRE ARRAIS (OAB/CE nº 13.149)
E-mail: alexandre@arslaw.adv.br

ALINE ROCHA SÁ (OAB/CE nº 19.650)
E-mail: aline@arslaw.adv.br

Fonte: Arrais e Rocha Sá em 16.07.2024

Tendências Globais nos M&As na Indústria de Construção, por Célio Fernando

Tendências Globais nos M&As na Indústria de Construção, por Célio Fernando

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Nos últimos anos, a indústria de construção tem passado por um intenso processo de fusões e aquisições.

Entre 2013 e 2018, o número de transações quase dobrou, passando de 273 para 484 negócios.

Esse aumento é notório nas regiões da América do Norte, Europa e Ásia, especialmente na China.

Mas, embora o número de transações tenha crescido, o valor médio dos negócios caiu de US$ 222 milhões em 2017 para US$ 203 milhões em 2018.

Vamos analisar alguns insights:

Um ponto interessante é a crescente concentração no mercado local. Em 2018, apenas 23% dos negócios foram internacionais, contra 29% em 2016. Esse é um movimento que reflete uma busca das empresas por oportunidades mais seguras e próximas de suas bases operacionais.

A pressão para melhorar as margens de lucro levou muitas empresas a diversificarem suas operações. O número de negócios de diversificação aumentou de 75 em 2013 para 172 em 2018. Essa estratégia ajuda a reduzir riscos e a explorar novos mercados.

Outro ponto é que a inovação está transformando a construção. Tecnologias como BIM, robótica, impressão 3D, inteligência artificial e IoT estão sendo cada vez mais adotadas. São avanços que melhoram a eficiência, reduzem custos e abrem novas oportunidades de negócios.

Na América do Norte, a atividade de fusões e aquisições cresceu significativamente, com um foco em negócios locais. O número de transações quase dobrou, de 66 em 2013 para 131 em 2018. A atividade de private equity também tem mostrado um crescimento constante.

Na Europa, a atividade de fusões e aquisições se estabilizou, com 197 negócios em 2018. A região enfrenta desafios como a alta nos custos de materiais e mão de obra, além da escassez de trabalhadores qualificados. Para lidar com esses desafios, muitas empresas estão investindo em diversificação.

E já na América Latina, a atividade de fusões e aquisições se manteve estável, com um foco nos mercados locais. A região enfrenta desafios econômicos e políticos, mas há expectativas de crescimento moderado nos próximos anos, impulsionado por investimentos em infraestrutura.

Fusões e aquisições são estratégias corporativas importantes para empresas que buscam expandir suas operações e torná-las sustentáveis econômicamente.

A adoção de novas tecnologias e a diversificação serão fundamentais para garantir a sustentabilidade e o crescimento da indústria de construção nos próximos anos.

Leia o artigo na integra clicando aqui.

Por Célio Fernando
Economista | Partner Astor BFA IB | M&A Advisor | Finanças Corporativas | Board Member | Diretor de ESG CBPCE | Economia Azul | Palestrante

Comércio entre Brasil e CPLP: relatório da FUNCEX revela dinâmicas econômicas

Comércio entre Brasil e CPLP: relatório da FUNCEX revela dinâmicas econômicas

Foto UN News/Alexandre Soares

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) continua a desempenhar um papel vital na economia brasileira, conforme revela relatório divulgado pela Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX), do Brasil. Segundo a análise do comércio entre o Brasil e os países membros da CPLP, há uma concentração significativa das atividades comerciais em Portugal, Angola e Moçambique, que, juntos, representam mais de 98% do fluxo comercial com o Brasil entre 2021 e 2023.

Em 2023, o valor das exportações brasileiras para a CPLP atingiu 4.242 milhões de dólares. Os principais produtos exportados incluem óleos brutos de petróleo, soja e aviões, totalizando 63% do valor exportado. O setor dos produtos alimentares e da agricultura também mostrou força, representando 71,2% do valor total das exportações. No entanto, o estudo indica uma reversão na tendência de crescimento das exportações brasileiras para a CPLP, que começou em 2020, registrando uma queda em 2023.

As importações brasileiras provenientes da CPLP somaram 1.774 milhões de dólares em 2023. Os produtos com maior participação foram óleos brutos de petróleo, azeite de oliva virgem e partes e peças de veículos aéreos, concentrando 61% do valor importado. O comércio de bens não industriais e de baixa intensidade tecnológica dominou as importações, com 40% e 34%, respetivamente.

Higor Ferro Esteves, diretor-geral da FUNCEX Europa, com sede em Portugal, comentou sobre a importância das relações comerciais entre Brasil e Portugal enquanto “países com uma relação comercial amigável e estável”.

Aliás, nos últimos anos, disse, “o Brasil tem aumentado as suas exportações para Portugal, posicionando-se como o sétimo maior fornecedor para o mercado português. Apesar da concentração no sector do petróleo, há um crescimento significativo nos produtos agrícolas, metais comuns e madeira”, afirmou Esteves.

“A FUNCEX, que ocupa a vice-presidência da Confederação Empresarial da CPLP, tem sido fundamental na facilitação dessas relações econômicas. A FUNCEX Europa tem desenvolvido uma agenda ativa desde a sua instalação em Portugal em 2022. Temos aproximado empresas brasileiras do mercado europeu e dos países da CPLP, realizando acordos de cooperação e participando de discussões comerciais importantes, como o acordo Mercosul-União Europeia”, explicou este responsável.

Para este diretor geral, a importância da aproximação entre os empresários dos dois lados do Atlântico revela que “essas conexões são essenciais para fomentar o crescimento e a inovação nos mercados envolvidos”.

Além disso, a FUNCEX Europa tem estabelecido parcerias estratégicas com entidades como a Fundación Euro-América, a Casa da América Latina, Câmara de Comércio e Indústria Luso-Francesa, além de colaborar com câmaras municipais em Portugal para fomentar o investimento brasileiro.

Face à situação, Esteves destacou que “estas ações têm sido fundamentais para o incremento e desenvolvimento das relações econômicas, com destaque para a interação de proximidade com a Câmara Municipal de Cascais, que tem atraído um fluxo significativo de investidores brasileiros”.

O empresário brasileiro destaca o papel de Portugal como um ponto de entrada para o mercado europeu, assinalando que o país “serve como uma base estratégica para as empresas brasileiras que desejam expandir para a África lusófona”, isto porque Esteves avalia existir um grande potencial na relação Brasil-África, com Portugal servindo como uma base de referência e apoio.

“Portugal possui um grande know-how nas relações comerciais com a África, o que pode ser de grande valia para empresários brasileiros que desejam criar relações com os PALOP”, afirmou, lembrando que “o conhecimento e a experiência de Portugal em negociar com mercados africanos podem facilitar a entrada de empresas brasileiras nesses países, criando novas oportunidades de negócios”.

Por fim, Higor Ferro Esteves ressaltou que a FUNCEX Europa mantém também relações e ações intensas no Sudeste Asiático via CPLP, “onde contamos com Timor-Leste”, que é, de acordo com este executivo, “um país com uma geografia estratégica para o fortalecimento econômico da CPLP e apresenta, na sua própria economia, muitas oportunidades”.

Fonte: Mundo Lusíada em 10.07.2024

Sócios CBPCE têm desconto na Missão Web Summit 2024

Sócios CBPCE têm desconto na Missão Web Summit 2024

Foto: divulgação

Vendas iniciadas para a maior oportunidade de conexão do Brasil ao ecossistema empreendedor de Portugal.

A Missão Web Summit 2024 é uma iniciativa conjunta da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil, Atlantic Hub e No Gap Ventures. Este evento visa fortalecer os laços entre startups, empresários, empreendedores e investidores brasileiros com o vibrante ecossistema empreendedor de Portugal, um dos mais avançados da Europa.

O Web Summit é a maior conferência de tecnologia da Europa, realizada anualmente desde 2009. Reunindo participantes que vão desde empresas da Fortune 500 até pequenas startups de tecnologia, o evento é um marco no calendário de inovação global.

Os associados da CBPCE usufruem de condições especiais. Se ainda não é sócio, esta é mais uma oportunidade. Entre em contato pelo email: secretariace@cbpce.org.br.

As missões são cuidadosamente planejadas para atender aos interesses específicos dos participantes, com uma curadoria minuciosa realizada pelos organizadores e especialistas.

Oportunidades de Networking e Matchmaking
As visitas técnicas proporcionam aos participantes a oportunidade de conhecer os principais atores do ecossistema português e obter informações detalhadas sobre como fazer negócios em Portugal, incluindo abertura de empresas, apoios e programas de incentivo ao investimento estrangeiro.

A Missão oferece oportunidades exclusivas de networking, promovendo encontros entre participantes e representantes de entidades governamentais, institucionais e empresariais através de happy hours e outras atividades.

Durante e após a missão, toda a equipe trabalha em conjunto com os participantes para estabelecer conexões, gerar negócios, parcerias e investimentos.

Participação de Destaque
A Missão Web Summit 2024 atrai participantes de vários estados do Brasil, incluindo CEOs, empresários, investidores, membros do governo e presidentes de instituições. A missão oferece uma curadoria especializada para que empresários e startups brasileiros possam explorar o ecossistema de tecnologia e inovação de Portugal. Além disso, os participantes têm acesso a visitas técnicas focadas em networking e matchmaking, apresentando oportunidades de negócios em Portugal.

Desconto especial para o Web Summit 2024
A participação na Missão garante um desconto especial para o ingresso do Web Summit 2024, que ocorrerá de 10 a 15 de novembro, em Lisboa.

Clique no link (https://bit.ly/mws-lis-cce) para comprar os pacotes da Missão Web Summit 2024.

Para comprar o pacote, acesse o link abaixo e insira o código de desconto: mws-lis-cce

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Missão Web Summit 2024 Lisboa:
– Data: 10 a 15 de novembro
– Site oficial: http://www.missaowebsummit.com.br
– Programa da Missão: https://bit.ly/programa-mws24
– Informações: secretariace@cbpce.org.br

Fonte: CBPCE em 10.07.2024