Fusão entre Solis e CDP consolida soluções completas em FIDCs

Fusão entre Solis e CDP consolida soluções completas em FIDCs

Foto: divulgação

Nova empresa já nasce como referência no setor ao atuar desde a originação, modelagem, estruturação, implementação, até o investimento e monitoramento de FIDCs

A Solis Investimentos, gestora especializada em Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs), e a CDP Capital, estruturadora e originadora de FIDCs, concretizaram no começo de agosto a sua fusão. A operação consolida a capacidade da Solis de oferecer soluções completas em crédito estruturado, tanto para empresas buscando alternativas de captação, quanto para investidores buscando se beneficiar dos diferenciais de proteção, rentabilidade e baixa volatilidade dessa classe de ativo.

A nova Solis surge com números robustos. Como gestora, tem R$ 14 bilhões de recursos sob gestão, em mais de 80 fundos ativos, e mais de 16 mil cotistas. As operações originadas na parceria com a CDP Capital viabilizam a concessão de mais de R$ 500 milhões em créditos mensais, para mais de 450 mil CNPJs e CPFs. As empresas, agora combinadas, apresentaram crescimento acima de 100% em 2022, e devem manter uma expansão importante neste ano, atingindo uma receita esperada de mais de R$ 60 milhões em 2023.

Os sócios da Solis e CDP trabalham com FIDCs desde 2005, nos anos iniciais dessa modalidade de fundos no mercado brasileiro. Ao longo dos últimos 18 anos, eles adquiriram vasta experiência na gestão e estruturação de FIDCs. “Nesse período, participamos da implementação de mais de 150 FIDCs. É o tipo de conhecimento e experiência que só se conquista com o tempo e com a prática”, afirma Delano Macêdo, que juntamente com Ricardo Binelli, é um dos sócios-diretores da nova organização.

Solis (como gestora) e CDP (como estruturadora e operadora) atuavam em parceria em vários fundos reconhecidos pelo mercado desde 2016, o que permitiu uma integração rápida de equipes e processos.

“Trabalhamos com FIDCs em conjunto há muito tempo, as equipes se conhecem bem. Nossos pontos de vista sobre crédito se combinam e se complementam”, comenta Binelli. “Por atuarmos em todos os aspectos do processo, podemos oferecer melhores resultados aos investidores e tomadores de recursos, com uma estrutura completa para expandir as possibilidades com FIDCs”.

Com a fusão das duas empresas, “a nova Solis se torna mais completa para atender à nova regulação de FIDCs que entrará em vigor em outubro deste ano”, reforça Macêdo. Assim, a empresa conta com toda a estrutura necessária para cumprir da melhor forma as novas exigências do regulador, e, principalmente, as novas oportunidades que surgirão no mercado”.

Dessa forma, a nova Solis amplia seu ferramental, oferecendo aos investidores e tomadores de recursos expertise de ponta a ponta, desde o entendimento das oportunidades de negócio, passando pela estruturação, análises de crédito, gestão de riscos e implementação de FIDCs, até a entrega de retornos consistentes por meio de uma gestão ativa, utilizando tecnologia desenvolvida ao longo dos anos pelas duas empresas.

“Utilizamos tecnologia para avaliar o comportamento, identificando quais variáveis representam riscos de inadimplência. Também realizamos modelagens detalhadas antes de criar um novo fundo”, detalha Macêdo. “Monitoramos continuamente a qualidade dos ativos, com orientação ao crédito, identificando padrões de risco nas transações. Isso nos coloca um passo à frente”.

Com a união das empresas, a Solis agora conta com 64 colaboradores, entre sócios e funcionários, nos seus escritórios de São Paulo (SP), onde o foco está na gestão de FIDCs, e de Fortaleza (CE), onde o foco é na estruturação e gestão de crédito e risco dos FIDCs investidos.

A entrada em vigor da nova regulação para a indústria de fundos promete impulsionar o mercado. A partir de outubro, o acesso aos FIDCs não será mais exclusivo para investidores qualificados. O público em geral também poderá investir nesse produto, permitindo uma diversificação eficaz de seus investimentos, considerando que a rentabilidade dos FIDCs está acima da média da renda fixa, com baixa volatilidade e alto nível de proteção pela natureza de sua estruturação, que minimiza o efeito de oscilações na inadimplência.

O FIDC também tem a característica de facilitar o acesso ao crédito de forma consistente e com custo adequado para empresas de todos os portes e setores. É uma modalidade de captação de recursos que está ganhando cada vez mais representatividade no mercado, especialmente em momentos de crédito bancário mais restrito e maior disponibilidade de recursos via mercado de capitais, o que beneficia tanto o tomador de recursos quanto o investidor, além de apoiar o desenvolvimento econômico e financeiro do país.

Enquanto o FIDC se torna uma opção cada vez mais vantajosa de investimento, mesmo com a possível queda na taxa básica de juros esperada para os próximos meses, Binelli avalia que a renda fixa em geral continuará atrativa. “E os FIDCs, em particular, permanecerão como uma ferramenta estratégica para compor carteiras que otimizem a relação entre retorno e risco”.

Após a fusão com a CDP Capital, a Solis fortalecerá sua atuação na estruturação de FIDCs, apoiando a captação de recursos para negócios de todos os tipos e tamanhos em todo o Brasil, e oferecendo oportunidades para investidores institucionais e individuais, através de fundos disponibilizados nas principais plataformas de investimento.

Fonte: Valor Econômico

Alltech assume a segurança eletrônica da CasaCOR Ceará por mais uma edição

Alltech assume a segurança eletrônica da CasaCOR Ceará por mais uma edição

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A próxima edição da CasaCOR Ceará iniciará no próximo mês de setembro na Rua Tibúrcio Cavalcante, 607, no bairro Meireles. A exposição deste ano celebrará a marca dos 25 anos nas terras alencarinas e contará com a presença dos equipamentos de alta tecnologia da Alltech Segurança.

Por mais um ano, o empresário Alberto Pinheiro firma parceria com Neuma Figueiredo e assume toda a segurança eletrônica da CasaCOR Ceará.

Sobre a ALLTECH
No mercado cearense desde 2001, a Alltech tem como propósito proteger o bem-estar dos seus clientes com alta tecnologia com padrão israelense.

Fundada pelo empresário Alberto Pinheiro, a empresa oferece os serviços de Portaria Remora, Alarme Monitorado 24h, Câmeras com Inteligência Artificial e Rastreamento Veicular.

Sempre se atualizando, a Alltech conta com os últimos equipamentos certificados no mundo e pronta resposta com profissionais especializados no ramo da segurança.

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Fonte: Jornal Comércio

Vila Galé Contrata novo diretor de marketing e vendas

Vila Galé Contrata novo diretor de marketing e vendas

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O grupo Vila Galé contratou Pedro Ribeiro como novo diretor de Marketing e Vendas.

Assumindo funções a partir de 1 de setembro, Pedro Ribeiro foi até recentemente diretor comercial na Dom Pedro Hotels & Golf Collection, rede onde anteriormente tinha também liderado o departamento de Vendas e Marketing do Dom Pedro Laguna, no Brasil, e a área de vendas em Portugal.

Detendo um curso superior em Gestão Hoteleira e formação em Strategic Marketing for Hotel & Restaurants e Revenue Management pela Cornell University, Pedro Ribeiro soma ainda várias distinções ao longo da sua carreira. Em 2019, conquistou o Prémio Networking Empresarial em Portugal e no Brasil, que premeia a excelência e empreendedorismo. Já em 2018, foi considerado Personalidade Líder de Turismo no Brasil. E em 2016 e 2013 ganhou o galardão de melhor diretor comercial, de Marketing e Vendas de Portugal, atribuído pela Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal.

Pedro Ribeiro é ainda membro da administração da Fundação Luso Brasileira e fundador e coordenador da Portugal United, associação de promoção turística lançada em 2005, que hoje reúne mais de 15 empresas.

“É uma honra e um desafio assumir a Direção Geral das áreas de Marketing e Vendas do Grupo Vila Galé. Tratando-se da segunda maior rede hoteleira de Portugal e da maior rede de resorts do Brasil, ainda com planos de abertura em outros destinos, será motivador contribuir para o desenvolvimento e notoriedade de uma marca portuguesa nos mercados internacionais, sem esquecer os dois maiores mercados do Grupo Vila Galé, o português e o brasileiro aos quais continuaremos a dar muita atenção”, afirma Pedro Ribeiro.

Fonte: Vila Galé

Expedição luso-brasileira refaz caminhos percorridos por Dom Pedro I

Expedição luso-brasileira refaz caminhos percorridos por Dom Pedro I

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Começou nesta terça-feira (29), no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte (MG), a expedição luso-brasileira que vai refazer os passos do príncipe regente Dom Pedro I. A expedição resultou na proclamação da Independência do Brasil de Portugal, em 7 de setembro de 1822, às margens do Rio Ipiranga, em São Paulo.

Refazendo os caminhos de Dom Pedro I, a comitiva, integrada por dez pessoas dos dois países, passará por 24 cidades nos estados de Minas Gerais, São Paulo e do Rio de Janeiro. O final da expedição ocorrerá no dia 7 de setembro próximo, no Museu do Ipiranga, na capital paulista. A comitiva é coordenada pela Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil, idealizadora do projeto Heróis Portugueses do Brasil, e celebra os 200 anos da Independência, completados no ano passado.

O coordenador do projeto, Vittorio Lanari, disse à Agência Brasil que o plano foi concebido entre 2013 e 2014, com a ideia de resgatar nomes de cidadãos portugueses que foram importantes para a concepção do Estado brasileiro na forma como é hoje. O primeiro homenageado foi Pedro Teixeira, responsável por ampliar as divisas da Amazônia brasileira para além do Tratado de Tordesilhas da época. Seguiu-se o capitão mor português Martins Soares Moreno, que ajudou a expulsar os franceses e holandeses do Nordeste do país e foi fundador do estado do Ceará. O terceiro é Dom Pedro I, responsável pela Independência do Brasil, “que nós estamos comemorando com um ano de atraso”, afirmou Lanari.

A expedição 200 anos – Os caminhos da Independência do Brasil vai refazer os passos de Dom Pedro, não só em agosto e setembro, quando ele foi do Rio de Janeiro para São Paulo. “A gente começa por Ouro Preto, porque entre março e abril de 1822, Dom Pedro I fez a primeira viagem para o interior do Brasil, a fim de conter uma possível rebelião separatista que podia ocorrer naquela província de Ouro Preto. Esse foi o primeiro passo”, disse o coordenador.

Em maio, ocorreu uma rebelião em São Paulo, devido à morte de alguns militares. “A coisa começou a piorar e aí ele resolveu fazer uma viagem também para aquele estado, com o mesmo motivo, de neutralizar uma possível rebelião, e acabou declarando a Independência”. Segundo o coordenador, “esse é o grande objetivo da expedição: resgatar a memória desses portugueses que foram importantes para o Brasil”.

Novas demandas
Já existem várias demandas de nomes de cidadãos portugueses que agiram em favor do Brasil. Elas procedem do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Centro-Oeste do país. Vittorio Lanari explicou que será feita uma análise histórica do que cada um dos nomes sugeridos tem de importante. “Acredito que todos estarão na mesma balança, com o mesmo peso, e aí deverá ser por sorteio”. A tendência, porém, é que seja escolhido um nome do Sul brasileiro. Apesar de a região ter colonização europeia, com destaque para alemães e poloneses, tem também uma colônia açoriana muito grande, explicou.

A decisão será dada pelo conselho da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil, entidade que idealizou o projeto. A expectativa é que, até o fim do ano, será conhecido o nome do quarto homenageado, quando historiadores iniciarão um trabalho de pesquisa mais aprofundado, examinando os roteiros que foram importantes para aquela pessoa, para que possa ser preparada toda a logística da próxima expedição luso-brasileira. Os patrocinadores são empresários dos dois países.

Livros
A cada expedição, são publicados dois livros diferentes. Um, de cunho didático, conta a história do que ocorreu de foma lúdica e é destinado para crianças e alunos do ensino fundamental. Os livros são doados para a comunidade por meio das secretarias municipais de Educação e bibliotecas públicas. Em algumas cidades, é feita uma performance, contextualizando o livro e a expedição para as crianças do local.

Em uma segunda etapa, é publicado o livro da expedição que, além de abordar a parte histórica do evento, inclui o diário de bordo da comitiva e sua relação com as comunidades por onde passa. A ideia é fazer também um documentário cinematográfico sobre a expedição de Dom Pedro I que, além de proclamar a Independência do Brasil, outorgou a primeira Constituição em 1824.

A terceira jornada tem liderança de Raul Penna, vice-presidente do Conselho Consultivo da Câmara Portuguesa de Minas Gerais, e por Fernando Meira Ribeiro Dias, presidente do Conselho Consultivo da Câmara Portuguesa do estado.

O roteiro histórico com todas as localidades visitadas por D. Pedro inclui Belo Horizonte, Ouro Preto, São João Del Rei, Tiradentes, Fazenda Borda do Campo, Barbacena, Juiz de Fora, Fazenda São Mateus – todas em Minas Gerais – Sebollas, Petrópolis, Rio de Janeiro, Fazenda Imperial de Santa Cruz – no Rio de Janeiro – e Fazenda 3 Barras, em Bananal, Fazenda Pau d’Alho, em São José do Barreiro, Areias, Silveiras, Cachoeira Paulista, Lorena, Guaratinguetá, Aparecida, Pindamonhangaba, Taubaté, Jacareí, Mogi das Cruzes, Santos (e São Paulo em São Paulo.

Fonte: Agência Brasil

Novo estudo da Apex aponta Portugal como “maior destino das exportações” do Brasil no cenário CPLP

Novo estudo da Apex aponta Portugal como “maior destino das exportações” do Brasil no cenário CPLP

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A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) lançou o Perfil CPLP, um estudo que traz análises e informações sobre comércio, questões de acesso a mercado e investimentos entre os países que fazem parte desta Comunidade. O anúncio foi feito durante a XIV Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que teve lugar no último dia 27 de agosto, em São Tomé e Príncipe.

A seguir a publicação dos perfis bloco Mercosul, União Europeia e BRICS, a Inteligência da ApexBrasil lançou esta semana o Perfil CPLP, com informações sobre o cenário do comércio internacional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e os seus nove países-membros.

Comércio exterior

O estudo aponta que entre os desafios a serem superados na relação comercial entre os países da CPLP está a questão da logística para possibilitar “maior circulação de produtos e pessoas”. Outro desafio identificado é a “promoção de uma maior integração de negócios entre os diversos países e ainda a possibilidade da criação de um banco de fomento”.

Hoje, a CPLP é o 14° principal destino das exportações brasileiras, e os dados mostram que “há espaço para crescimento”. O Mapa de Oportunidades da ApexBrasil identificou 1451 oportunidades comerciais para empresas brasileiras nos países-membros da Comunidade, com destaque para óleos brutos de petróleo, tubos de ferro ou aço, produtos laminados, produtos alimentícios e máquinas e equipamentos de transporte.

Exportações brasileiras

As exportações do Brasil para a CPLP ainda concentram-se em bens de menor valor agregado. Óleos brutos de petróleo, soja e milho não moído representam 62% das exportações. Outros produtos com destaque são laminados de ferro ou aço, açúcares, carnes de aves e preparações de carne, que contam com exportações acima de US$ 100 milhões.

Entre os parceiros comerciais do Brasil na CPLP, Portugal aparece destacadamente como o maior destino das exportações, com participação de 84,3% em 2022, expressivamente maior que o segundo destino, Angola, com 12,6%.

Segundo o Perfil, o comércio brasileiro com a CPLP mostra tendência de crescimento. Entre 2018 e 2022, as exportações brasileiras para os países da Comunidade apresentaram um crescimento médio anual de 26,6%. Para o biénio 2022-2024, é esperado crescimento médio anual de 3,6%.

Importações de países da CPLP

As importações brasileiras provenientes da CPLP também são relativamente concentradas: os cinco principais grupos de produtos representam cerca de 75% da pauta, com destaque para Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos crus (28,8%), Gorduras e óleos vegetais, “soft”, bruto, refinado ou fracionado (17,8%), no segmento de commodities, e no segmento de produtos com maior valor agregado: aeronaves e outros equipamentos, incluindo as suas partes (7,1%), e Bebidas alcoólicas (3,7%).

Em 2022, Portugal foi também a maior origem das importações brasileiras, com participação de 56,3%. Entre os principais produtos estão azeite de oliva e partes e peças de aeronaves, sendo estes últimos devido à operação de subsidiária da Embraer naquele país. Após Portugal, Angola segue como a segunda maior origem de importações, com 43,6%, com, basicamente, Óleos brutos de petróleo.

Entre os principais fornecedores para o mercado brasileiro, os Estados Unidos concorrem com os países da CPLP em Óleos brutos e Óleos combustíveis de petróleo.

Acesso a mercados

Segundo informações de entidades ligadas ao governo do Brasil, “não existe acordo de comércio entre todos os membros da CPLP. Da mesma forma, nenhum dos países da CPLP possui acordo comercial com o Brasil. No entanto, Mercosul e União Europeia concluíram, em 2020, as negociações para a criação de uma área de livre comércio. Atualmente, os textos do acordo estão em fase de revisão jurídica para posterior assinatura e processo de internalização”.

Entre os grupos de produtos mais protegidos, destacam-se alíquotas incidentes nos grupos “bebidas e tabaco” com tarifas variando entre 15,8% e 56,6%, considerando cinco dos noves países analisados. O grupo “vestuário” aparece como um dos mais protegidos em quatro dos nove países analisados, com variação tarifária entre 20% e 35%. Dentre os países da CPLP, Timor-Leste é o que possui menor tarifa simples NMF, média de 2,5%.

Em termos comparativos, a CPLP, como um conjunto, ocuparia a 18ª posição no ranking de stock de investimento estrangeiro direto (IED) no Brasil em 2021.Entre 2012 e 2015, o stock de IED da CPLP no Brasil teve uma redução, voltando a crescer a partir de 2016. Em 2021, alcançou US$ 11,9 mil milhões, impulsionado pelo crescimento do stock de IED português no país.

Pela ótica do número de empresas que operam no Brasil, houve um aumento significativo da quantidade de empresas portuguesas entre 2010 e 2020, com redução do número de empresas angolanas. Além destes, entre os membros da CPLP, apenas Cabo Verde tem empresa operando no Brasil. No total, o número de empresas de países da CPLP que atuavam no país em 2020 era de 796.

Na perspectiva dos investimentos greenfield anunciados, destacam-se os vários investimentos da EDP (Portugal) no Brasil entre os quais a fábrica de hidrogênio verde em São Gonçalo do Amarante-CE (2022), e a abertura do Data Center da Angola Cables em Fortaleza-CE, em 2023.

Quanto aos investimentos do Brasil em países da CPLP, o stock de IED brasileiro cresceu 38% entre 2020 e 2021, registando US$ 6,97 mil milhões em 2021, distribuídos entre Portugal (US$ 5,6 mil milhões), Angola (US$ 1,2 mil milhões), Moçambique (US$ 68,4 milhões) e Guiné Equatorial (US$ 39,5 milhões).

Em termos comparativos, o conjunto dos países da CPLP ficaria na 13ª posição no ranking de destino do stock de IED brasileiro em 2021. Essa posição já chegou a ser a décima entre 2012 e 2013.

Na perspectiva dos investimentos greenfield anunciados, destacam-se o anúncio da fábrica de motores elétricos da WEG em Santo Tirso, Portugal, estimada em US$ 27 milhões em 2022; a abertura da sede regional da TV Miramar (Record) em Maputo, Moçambique em 2023, estimada em US$ 65 milhões, e a sede regional da Transdata em Luanda, Angola em 2023, estimada em US$ 27 milhões.

“Os estudos Perfil País oferecem visão panorâmica e análises sucintas sobre os principais mercados mundiais, permitindo às empresas brasileiras rápido acesso aos aspetos mais relevantes para comércio e investimentos. Estão disponíveis informações como oportunidades para negócios brasileiros no país, macroeconomia, balança comercial, principais concorrentes e fornecedores, governança, investimentos e acordos em comércio internacional, entre outras”, informou a ApexBrasil.

Aposta da FUNCEX Europa

Em maio deste ano, a nossa reportagem revelou que o espaço económico da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) vai contar com o maior banco de dados de comércio exterior alguma vez já produzido. Foi o que assegurou, na altura, Higor Ferro Esteves, diretor geral da FUNCEX Europa, entidade localizada em Portugal, e que serve de base de atuação, no velho continente e na África, da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior – FUNCEX, com sede no Brasil. Nelma Fernandes, presidente da Confederação Empresarial da CPLP (CE-CPLP), é uma das impulsionadoras desta solução que promete dar “maior qualidade” às conexões comerciais das nações lusófonas.

O projeto foi anunciado no último dia 24 de abril em Lisboa, durante um evento que discutiu as “Relações Comerciais – Brasil – CPLP” e que foi organizado pela FUNCEX, em parceria com a CE-CPLP e o banco português Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Torres Vedras. Esta iniciativa decorreu no âmbito da Cimeira Luso-Brasileira e teve como intuito “fortalecer as relações comerciais e de cooperação entre o Brasil e a CPLP”.

Segundo apurámos, o banco de dados vai surgir fruto de um protocolo assinado entre a FUNCEX e a CPLP e vai possibilitar cruzar os dados comerciais dos nove países aderentes à CPLP. A ideia é fomentar o comércio dos Estados-membro da CPLP entre si e com outros países.

António Pinheiro, presidente da FUNCEX, disse que a parceria com a Confederação Empresarial da Comunidade de Países de Língua Portuguesa é “fundamental” no processo de internacionalização da Fundação que preside e que um dos objetivos da entidade é “estabelecer conexões ainda mais profundas com a CPLP, tendo como parceira fundamental a CE-CPLP, uma organização fundada em Lisboa em 2004 e que visa incentivar a cooperação económica entre os Estados-membros com foco nos seis espaços económicos onde estão inseridos”.

Entenda a CPLP

A CPLP destaca-se por ser um foro multilateral de cooperação entre os países de língua portuguesa, integrado por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Portugal e Timor-Leste. Criado em 1996, o grupo procura “fomentar a concertação política entre os seus membros, a cooperação em todos os domínios e a difusão da língua portuguesa”.

O ponto de partida para a formação da CPLP foi a língua portuguesa e o seu significado como herança cultural partilhada. A partir destes laços culturais, os países membros articularam crescente cooperação multitemática, na qual as questões económicas ganham crescente importância.

Fonte: Mundo Lusíada

CBPCE realiza evento sobre soluções de crédito em parceria com o BNB: Confira a Programação Completa

CBPCE realiza evento sobre soluções de crédito em parceria com o BNB: Confira a Programação Completa

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A Câmara Brasil Portugal no Ceará em parceria com o Banco do Nordeste, realiza amanhã (24) quinta-feira o evento de lançamento “Parcerias BNB-CBPCE, soluções de crédito”.

O evento acontece amanhã, quinta-feira, dia 24, no Auditório da Superintendência Estadual do Ceará do BNB, com início marcado para às 9h da manhã.

A programação do evento é a seguinte:

  • 08h30: Recepção e Café da Manhã
  • 09h00: Abertura, com as ilustres presenças de Eliane Brasil, Superintendente do BNB no Ceará, e Raul Santos, Presidente da Câmara Brasil Portugal no Ceará.
  • 09h15: Assinatura do Acordo de Cooperação entre o BNB e a Câmara Brasil Portugal no Ceará.
  • 09h20: Apresentação especial intitulada “A Notável Atuação da Câmara Brasil Portugal no Ceará”.
  • 10h00: Palestra enriquecedora sobre o tema “Banco do Nordeste: Impulsionando o Desenvolvimento por Meio de Linhas de Crédito”.
  • 10h40: Intervalo para Perguntas e Esclarecimentos Adicionais.
  • 10h45: Encerramento, selando este evento promissor.

Aos interessados em participar do evento, é necessário preencher formulário de inscrição neste link. https://bit.ly/cbpce-bnb

Fonte: CBPCE

Câmara Brasil Portugal participa do Atlantic Connection, em São Paulo

Câmara Brasil Portugal participa do Atlantic Connection, em São Paulo

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Parte da Diretoria da Câmara Brasil-Portugal participou, na última semana, em São Paulo, da 7ª edição do Atlantic Connection. O evento, realizado pela Atlantic Hub, contou com apoio institucional da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil, e participação das câmaras filiadas.

Presente, a Câmara Brasil Portugal no Ceará representada pelo presidente Raul dos Santos Neto, pela diretora jurídica Karyna Gaya, pela diretora de compliance Patrícia Campos, Benedito Simões (Campos Advocacia), pela executiva da CBPCE Clivânia Teixeira e pelo diretor de aduanas, Hermes Monteiro, Câmara Brasil Portugal Rio Grande do Sul, com presidente Marco Borba, Maria Cândida (Executiva), Guilherme Colombo (Marketing), Câmara Portuguesa de São Paulo, representada por Nuno Rebelo de Sousa e a Federação das Câmaras Portuguesas, pelo presidente Armando Abreu.

“A nossa viagem buscou ampliar network da Câmara Brasil Ceará com a de São Paulo, buscando uma troca de experiências com a câmara que é referência nacional, tentando aprender novas práticas de mercados. Foi um encontro muito interessante. Visitamos associados em São Paulo, buscando valorizá-lo, estar pessoalmente, entender como funciona, além de participar do evento Atlantic Conection, que tratou de diversos temas, dentre eles tecnologia, turismo, imobiliário, serviços, saúde, vestuário, entre outros. Um evento muito prestigiado e que nos trouxe muitos conhecimentos”, avalia o presidente da Câmara Brasil- Portugal. Clique aqui e acesse as fotos do evento.

Fonte: Frisson

Onnibank é o novo sócio mantenedor da CBPCE

Onnibank é o novo sócio mantenedor da CBPCE

Foto: divulgação

Onnibank é um banco digital especializado no pagamento de salários e benefícios para empresas, trazendo mais agilidade para empresas e colaboradores.

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Fonte: CBPCE

Sanit Engenharia se associa a CBPCE como sócia mantenedora

Sanit Engenharia se associa a CBPCE como sócia mantenedora

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A Sanit Engenharia foi fundada em 1989 com o intuito de contribuir no campo da Engenharia Civil especialmente nos métodos não destrutivos. Com a necessidade emergente de alternativas para serviços especializados na área de saneamento de tubulações dos grandes centros urbanos e regiões industriais, a Sanit pesquisou, nacionalizou, desenvolveu e aprimorou serviços e técnicas por Métodos Não Destrutivos – MND.

Sendo pioneira no Brasil em quase todas as áreas em que atua, a Sanit domina as técnicas para inspeção, limpeza, detecção, proteção, recuperação e reabilitação, inserção e substituição de tubulação por métodos não destrutivos, além de tratamento de efluentes e gerenciamento informatizado de sistemas de saneamento. Atua também no setor de construção civil, notadamente na área habitacional, reforma de presídios, escolas e prédios tombados pelo Patrimônio Histórico.

Contatos:
Rua São Sebastião, 820 – Sala 42
Chácara Santo Antonio
Fonte: +55(11) 3638-5600
Site: www.sanit.com.br
Email: sanit@sanit.com.br

Fonte: Sanit Engenharia

IA e a proteção de dados, por Karyna Gaya

IA e a proteção de dados, por Karyna Gaya

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Nos últimos meses, o assunto da Inteligência Artificial (IA) tem ocupado posição de destaque. Para muitos, era uma realidade distante, relacionada apenas aos robôs e ao futuro repleto de tecnologias, com a total substituição do ser humano por máquinas. Todavia, para a segurança cibernética, a Inteligência Artificial é uma importante aliada, pois possui potencial para auxiliar a proteção dos dados pessoais e mitigar os riscos associados à sua exposição indevida, sendo importante, assim, para o cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

É importante ressaltar que a proteção de dados não é um desafio estático. Os cibercriminosos estão constantemente desenvolvendo novas formas de ataque e violação. A IA pode ajudar a lidar com essa evolução contínua, adaptando-se aos padrões e comportamentos detectados.

No entanto, é essencial equilibrar a utilização da IA na proteção de dados com preocupações legais e éticas. É necessário garantir que as decisões tomadas pelos algoritmos de IA sejam transparentes e justas, respeitando a privacidade e os direitos dos indivíduos, bem como o disposto na LGPD.

Além de todo esse debate sobre a importância da utilização da IA, há também uma discussão sobre a regulamentação de seu uso. O Projeto de Lei nº 21/2020, em tramitação na Câmara dos Deputados, define o marco legal do uso e desenvolvimento da IA no Brasil, tendo como um dos objetivos o desenvolvimento da IA ética e livre de preconceitos, observando a dignidade humana, a privacidade e a proteção de dados pessoais. Além disso, existe o Projeto de Lei nº 5.051/2019, que tramita no Senado Federal e dispõe que a disciplina do uso da Inteligência Artificial no Brasil tem como um de seus fundamentos a supervisão humana. Com o avanço dos Projetos de Lei nas Casas do Congresso Nacional, podem surgir atualizações na regulamentação da IA no Brasil.

Karyna Gaya é DPO da Golden Cloud Technology

Fonte: Diário do Nordeste