M. Dias Branco é a companhia mais lembrada pelos cearenses, de acordo com Anuário Datafolha Top of Mind

M. Dias Branco é a companhia mais lembrada pelos cearenses, de acordo com Anuário Datafolha Top of Mind

Foto: divulgação

Pelo terceiro ano consecutivo, a companhia alcança o 1º lugar no ranking “Marca que Representa o Ceará”

Fundada em 13 de maio de 1953, no Ceará, a M. Dias Branco chega aos seus 70 anos consolidando-se como líder nacional de massas e biscoitos. Evidenciando sua posição no país, a companhia foi eleita pelo terceiro ano consecutivo como a “Marca que representa o Ceará”, segundo o Anuário Datafolha Top of Mind 2023.

Desde 1991, a pesquisa anual Top of Mind traz as marcas mais lembradas pelos brasileiros em diversas categorias de produtos e serviços. Na atual edição, ao perguntar para os conterrâneos “Qual a marca que vem à sua cabeça quando se fala em a marca que representa o Ceará?”, 13,5% responderam “M. Dias Branco”. Já no recorte das classes A e B, o percentual aumenta para 14,9%. O estudo feito com os cearenses contemplou nove setores e 25 categorias.

Com um portfólio amplo de massas, biscoitos, torradas, farinhas e margarinas, a companhia possui 20 marcas de produtos que mantêm uma relação de confiança com os consumidores de diversas regiões do Brasil. A gerente de marketing da marca Fortaleza, Mariana Chiappetta, acredita que o resultado é fruto de uma jornada. “A M. Dias Branco nasceu no Ceará com a sua primeira marca, Fortaleza, que carrega o nome da capital cearense. Desde então, buscamos estar presentes nos mais diversos momentos do dia, fazendo parte da memória afetiva dos consumidores cearenses”, comenta a executiva.

História

A M. Dias Branco e sua primeira marca, Fortaleza, nasceram para mudar a história da capital do Ceará. Completando 70 anos em 2023, ambas seguem transformando as vidas de milhares de colaboradores e consumidores.

Tudo começou com a Padaria Imperial, fundada pelo imigrante português Manuel Dias Branco, que contou com o apoio de seu filho Ivens, na época com apenas 17 anos, para iniciar a produção de biscoitos. Em pouco tempo foi necessário ampliar a produção, e a nova padaria ganhou o nome de Fortaleza para homenagear a cidade que havia acolhido a família com tanto carinho.

Hoje, a M. Dias Branco conta com mais de 17 mil colaboradores, distribuídos em 16 unidades industriais no Brasil e uma no Uruguai, obtendo um lucro de R$ 217,9 milhões somente no segundo trimestre de 2023.

Expandindo seu portfólio, a companhia adquiriu, no ano passado, a Jasmine, especializada em alimentos integrais, orgânicos, sem glúten, sem lactose e zero açúcar, e Las Acacias, marcando sua entrada no segmento de massas super premium e em outras categorias, como conservas e molhos.

Sobre a M. Dias Branco

Fundada em 1953, a M. Dias Branco é uma multinacional brasileira do setor de alimentos, signatária do pacto global da ONU e com ações negociadas no segmento do Novo Mercado na B3. Sua história começou na década de 40, com a Padaria Imperial, uma iniciativa de Manuel Dias Branco em Fortaleza (CE). Hoje, as suas operações geram mais de 17 mil empregos diretos em diferentes regiões, refletindo o seu compromisso com o desenvolvimento econômico e social do país. A Companhia possui 17 indústrias ou complexos industriais, sendo que sete deles possuem estruturas de moinho de trigo, além de 30 filiais comerciais, que favorecem a distribuição de seus produtos em todo o Brasil e para mais de 40 países

Sediada em Eusébio (CE), a M. Dias Branco é líder brasileira em biscoitos e massas. A partir da aquisição da Jasmine Alimentos, concluída em agosto de 2022, assumiu a liderança também em cookies integrais, granolas e pães sem glúten. É referência em produtos orgânicos, funcionais, integrais, sem glúten, sem lactose e zero açúcar. Em outubro de 2022, anunciou sua primeira aquisição internacional, a LasAcacias, do Uruguai, focada no segmento de massas, mas que também tem no portfólio misturas para bolos e molhos.

A Companhia detém marcas líderes, como Vitarella, Piraquê, Adria, Fortaleza, Richester e Isabela, produzindo biscoitos, massas, farinhas, margarinas, snacks e torradas. Em novembro de 2021, foi feita a aquisição da marca FIT FOOD, a primeira iniciativa da Companhia no mercado de healthy food, com produtos como biscoitos de arroz, pasta de amendoim, chocolates e massas feitas de milho. Destacam-se ainda as marcas Frontera, de snacks, e Smart, de temperos e condimentos.

Fonte: M. Dias Branco

A2it Cloud Backup, a solução integrada da A2IT Tecnologia

A2it Cloud Backup, a solução integrada da A2IT Tecnologia

Foto: divulgação

É a forma mais fácil e segura de garantir que não corre o risco de perder a informação vital da sua empresa. O serviço possibilita efetuar cópias de segurança automáticas dos dados gravados nos servidores para uma infraestrutura remota gerida pela A2it. Assim em caso de desastre existe um backup fiável sempre disponível.

Os DataCenters da A2it Tecnologia tem todas as normas de segurança e cumprem normas como a ISO/27001.

O Backup é um dos recursos mais efetivos para assegurar a continuidade do negócio.

Backup as a Service (BaaS) é uma abordagem para fazer backup de dados de Servidores físicos/virtuais e aplicações, que envolve serviços de backup e recuperação. Em vez de realizar o backup com o departamento de TI local e centralizado, o A2it Cloud Backup interliga os sistemas de backup a uma “Cloud” privada, pública ou híbrida gerida pela A2it Tecnologia.
O A2it Cloud Backup proporciona Cópia e Restauro de forma segura.

Fonte: O A2it Tecnologia

XI Encontro de Escritores de Língua Portuguesa na cidade da Praia

XI Encontro de Escritores de Língua Portuguesa na cidade da Praia

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A “Língua Portuguesa, Expressão de Liberdade, Democracia e Desenvolvimento Municipal” é o tema que irá assinalar a XI edição do Encontro de Escritores de Língua Portuguesa que decorrerá na cidade da Praia, de 19 a 22 de outubro.

O Encontro de Escritores de Língua Portuguesa (EELP) é uma iniciativa da UCCLA e da Câmara Municipal da Praia (CMP), em parceria com a Empresa de Mobilidade e Estacionamento da Praia (EMEP).

Nesta edição haverá uma homenagem a Amílcar Cabral, com uma mesa redonda alusiva ao centenário do seu nascimento sobre o tema “Atualidade do pensamento de Amílcar Cabral e a Defesa da Identidade e da Cultura Nacional”.

Esta edição contará com a presença dos seguintes escritores:
– Angola: Jacques dos Santos;
– Brasil: André Bazzoni Bueno (vencedor ex aequo da 8.ª edição do Prémio de Revelação Literária UCCLA-CMLisboa – Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa) e Domício Proença Filho;
– Cabo Verde: António Baptista, Fátima Fernandes, Felisberto Vieira, José António dos Reis, José Maria Semedo, Lúcia Cardoso, Madalena Neves, Odair Varela, Vera Duarte e Vlademiro Furtado;
– Galiza: Pedro Casteleiro;
– Guiné-Bissau: Amadú Dafé;
– Moçambique: Sheila Khan;
– Portugal: José Pedro Castanheira, José Pires Laranjeira e Leonel Barbosa (vencedor ex aequo da 8.ª edição do Prémio de Revelação Literária UCCLA-CMLisboa – Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa);
– São Tome e Príncipe: Olinda Beja.

No âmbito do programa do encontro haverá, também, visita a escolas, visita ao Tarrafal e à Cidade Velha.

Clique aqui e acesse o Programa completo

Fonte: UCCLA

Economia do mar vai representar 7% do PIB até 2030

Economia do mar vai representar 7% do PIB até 2030

Foto Lusa

O mar representa atualmente a terceira maior área econômica em Portugal, cerca de 5% do produto interno bruto (PIB) e das exportações, número que deverá subir 40% no peso da economia nacional até 2030, segundo o Governo.

“A Economia do Mar é, hoje, a terceira maior área econômica em Portugal, ultrapassada apenas pela saúde e pela educação. Este tecido econômico, que compreende quer as indústrias tradicionais quer os novos setores como a biotecnologia ou a aquacultura, já representa cerca de 5% do PIB e das exportações, bem como 4% do emprego nacional, ultrapassando, ao contrário do que muitos pensam, produtos como o vinho, a cortiça ou a agropecuária”, revelou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho.

Estes números, são “mais do triplo do que no continente europeu [1,5% do PIB]” e objetivo será que a economia do mar “contribua em cerca de 7% do PIB e 5% do emprego nacional até 2030”, adiantou o governante, que falava na sessão de encerramento do II Sustainable Blue Economy Investment Fórum (SBEIF), no Estoril.

O encontro reuniu mais de 30 oradores de todo o mundo, mais de 460 empresas e investidores e um universo de mais de 500 participantes inscritos, de quase 60 países.

Na sua intervenção, o chefe da diplomacia portuguesa defendeu que uma “economia azul, sustentável e inclusiva” só pode ser alcançada com base em três pilares: financiamento, governança e cooperação.

Quanto ao financiamento, Gomes Cravinho deu o exemplo do acordo com Cabo Verde, que permitiu redirecionar a dívida daquele país africano para um fundo climático a ser criado pelo governo cabo-verdiano, uma iniciativa que o executivo português está disposto a alargar a outros parceiros, nomeadamente outros membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Sobre a governação, destacou o Tratado do Alto Mar, recentemente assinado, “um instrumento crítico e juridicamente vinculativo”, e que mostra que “a comunidade internacional pode unir-se e encontrar novos modelos de governação que coloquem o oceano e o planeta no centro de forma abrangente e inclusiva”.

O ministro disse que Portugal vai aprovar rapidamente o tratado, a nível interno, e apelou aos parceiros “para que também o façam”.

Gomes Cravinho defendeu “um elevado nível de cooperação”, dando o exemplo do Grupo de Estratégia África-Europa sobre Governação dos Oceanos e Economia Azul.

“Este esforço conjunto África-Europa é um excelente modelo do que podemos e devemos fazer juntos em todos os continentes”, comentou.

Entre África e União Europeia, a economia azul gerou, por ano, nos últimos anos, cerca de mais de um bilião de euros, empregando cerca de 50 milhões de pessoas.

Fonte: Mundo Lusíada com Lusa

CBPCE e Federação das Câmaras recepciona Missão da Região de Tâmega e Sousa

CBPCE e Federação das Câmaras recepciona Missão da Região de Tâmega e Sousa

Foto: divulgação

A Rede Global da Diáspora Portuguesa, a Fundação AEP e a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, com o apoio da AICEP – Portugal Global, do Vice-Consulado de Portugal em Fortaleza, das Comunidades Portuguesas, da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil e Câmara Brasil Portugal no Ceará, realizaram na última segunda-feira(02) o evento de apresentação da Região Douro, Tâmega e Sousa.

Apresentação da Região Douro, Tâmega e Sousa
O evento contou com a apresentação da Região Douro, Tâmega e Sousa. Esta área geográfica é uma sub-região integrante da região Norte de Portugal. Ela é delimitada ao norte pelas sub-regiões do Ave e do Alto Tâmega, ao sul por Viseu Dão Lafões, a leste pelo Douro e a oeste pela Área Metropolitana do Porto. A região compreende os municípios de Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Penafiel e Resende.

Com uma extensa área de 1.831 km², correspondendo a 8,6% da região Norte, o Tâmega e Sousa é composto por 11 municípios. No entanto, o que realmente se destaca nesta região é a sua vibrante comunidade, com uma população de cerca de 410.000 habitantes. Essa densidade populacional de 223 habitantes por quilômetro quadrado representa 4% da população residente em Portugal e 11,4% da região Norte. Isso faz do Tâmega e Sousa uma das regiões mais jovens e dinâmicas do país.

Oportunidades de Investimento e Facilidades Empresariais
Durante o evento, a comitiva do Douro, Tâmega e Sousa compartilhou informações importantes sobre as oportunidades de investimento na região e as facilidades disponíveis para empresários que desejam se estabelecer lá. Essa apresentação detalhada ressaltou o ambiente propício para negócios e o potencial de crescimento econômico que a região oferece.

Empreendedores e investidores presentes puderam explorar as diversas áreas em que o Tâmega e Sousa se destaca, desde setores tradicionais até inovações tecnológicas. Com um ambiente favorável aos negócios, incentivos fiscais e mão de obra qualificada, a região é um destino atraente para empresas nacionais e internacionais.

A Comitiva segue para mais duas capitais brasileiras, São Paulo, hoje e amanhã e Rio de Janeiro nos dias 06 e 07 de outubro apresentando as oportunidades do Douro, Tâmega e Sousa.

Acesse agora para saber mais sobre essa região em crescimento:
https://www.cimtamegaesousa.pt/

Acesse as fotos do evento clicando aqui

Fonte: FCPCB

Braselco: Sinônimo de Qualidade e Sustentabilidade em Projetos de Torres

Braselco: Sinônimo de Qualidade e Sustentabilidade em Projetos de Torres

Foto: divulgação

Braselco, líder em soluções de infraestrutura, reforça seu compromisso com a qualidade e a conformidade técnica em todos os seus projetos. A empresa é reconhecida por sua dedicação à segurança, eficiência e desempenho excepcionais, que são a chave para o sucesso de cada empreendimento.

Para garantir a excelência em suas torres, a Braselco segue normas técnicas nacionais e internacionais mais rigorosas. Esse compromisso com a conformidade é o alicerce sobre o qual a empresa construiu sua reputação.

A empresa não apenas atende aos requisitos técnicos mais exigentes, mas também compartilha a visão de um futuro mais limpo e sustentável.

A Braselco está sempre à frente, estabelecendo o padrão para um setor mais seguro, eficiente e ecológico.

Atualmente, a Braselco é capaz de atender a todas as fases de desenvolvimento e instalação de parques eólicos, desde a identificação de sítios e concepção da planta até a sua entrada em operação comercial. Oferecemos, em conjunto com nossas parcerias, soluções técnicas que atendem a todas as necessidades do investidor.

Contatos
www.braselco.com.br
R. Gilberto Studart, S. 7108 T2 – Cocó Fortaleza/CE

Com informações da Braselco.

Fonte: CBPCE

Retificação de documentos para Portugal: dupla cidadania sem erro, por Nacionalidade Portuguesa

Retificação de documentos para Portugal: dupla cidadania sem erro, por Nacionalidade Portuguesa

Foto: divulgação

No processo de obtenção da nacionalidade portuguesa é fundamental ter toda a documentação correta. No reconhecimento da cidadania é comum haver erros de transcrição, isso porque antigamente os registros eram feitos à mão.

Por isso, a retificação de documento para Portugal é importante, pois se houver erros nos documentos e eles não forem corrigidos, o seu pedido de cidadania pode não ser deferido.

Se você é descendente de português e se deparou com erros nas certidões, calma! A boa notícia é que existe solução e vamos explicar para você tudo sobre a retificação de documento para Portugal.

O que é retificação de documento para Portugal?
Em Portugal, até o ano de 1911, as pessoas eram batizadas nas paróquias das igrejas católicas das cidades apenas com o primeiro nome e, então, sem sobrenome. Essa certidão de batismo servia como documento de registro de nascimento. Tal registro era realizado à mão. Esse fato, fora a ocorrência de registros no Brasil através da mera declaração do interessado, podem justificar os equívocos cometidos no momento da elaboração das certidões brasileiras.

Então, são muitos os casos em que o cidadão português chegava no Brasil com a certidão de batismo ou mesmo sem certidão nenhuma e declarava livremente o nome, local de nascimento, etc. Quando casava no Brasil e registrava um filho, por exemplo, esses registros acabavam sendo realizados com alguns erros. Mas, é possível que isso seja corrigido através da retificação de certidão no Brasil, mesmo que o português já tenha falecido.

Assim, a retificação de documento para Portugal nada mais é do que a correção de algum tipo de documento. O processo é feito para reparar dados incorretos que constam nas certidões de registros civis.

Quais os documentos que em geral são retificados?
Em geral a retificação trata-se dos seguintes documentos:

  • Certidão de nascimento;
  • Certidão de casamento;
  • Certidão de óbito.

Podemos citar também alguns problemas que costumam aparecer nas certidões e precisam de retificação:

  • Inconsistência em nomes e sobrenomes;
  • Datas divergentes;
  • Locais divergentes;
  • Nacionalidade e naturalidade das pessoas que aparecem nos registros divergentes;
  • Os números de livros, páginas e termos dos registros com erros de um documento para o outro.

Leia a matéria completa aqui

Fonte: Nacionalidade Portuguesa

Mercado de FIDCs chega a momento de virada no Brasil, por Solis Investimentos

Mercado de FIDCs chega a momento de virada no Brasil, por Solis Investimentos

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Empresa referência nestes fundos, que em outubro passam a estar disponíveis para todos os perfis de investidores, Solis Investimentos oferece soluções completas, da originação e estruturação até a gestão de FIDCs

Outubro vai marcar um novo momento na história dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs). A partir deste mês, o produto não será mais de acesso exclusivo para os investidores qualificados, que têm mais de R$ 1 milhão investido, e poderão ser acessados por todos os níveis e perfis de investidores. A autorização foi anunciada ainda em dezembro de 2022 pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e entrará em vigor agora, em um momento de franca expansão deste produto financeiro no mercado nacional.

FIDCs são investimentos de renda fixa, com rendimento atrelado a um benchmark estimado – os donos das cotas têm a rentabilidade do seu capital atrelada a créditos que uma empresa tem a receber. Trata-se de um ativo com rentabilidade potencial maior do que a dos fundos de renda fixa em geral. Também proporciona um grau elevado de proteção por sua estrutura, na mesma medida em que a volatilidade do retorno é relativamente baixa.

“Cada vez mais investidores e empresas utilizam o FIDC como veículo estratégico para investir e captar recursos. A mudança nas regras para o acesso foram acompanhadas de um novo posicionamento da CVM, que exige que o gestor cumpra um novo papel, muito mais ativo na estruturação e na gestão destes fundos”, aponta Ricardo Binelli, sócio-diretor da Solis Investimentos, empresa referência em gestão, originação e estruturação de FIDCs.

Afinal, em um país em que o sistema bancário é muito concentrado, a dificuldade para obtenção de crédito tem fomentado uma crescente desbancarização e empresas de todos os portes e setores têm encontrado nos FIDCs uma alternativa segura e eficaz de financiamento.

Vantagens e cuidados
Antes mesmo da ampliação do acesso, estes produtos seguem em alta, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), nos últimos cinco anos, o patrimônio líquido dos FIDCs no Brasil triplicou, enquanto a média da indústria de fundos cresceu 77%.

Binelli lembra que, com o acesso a esta modalidade de fundos, o investidor pessoa física ganha mais uma forma de otimizar a rentabilidade, sem perder a proteção de patrimônio. “Com esta opção, é possível diversificar ainda mais a composição da carteira, reduzindo os riscos em relação a fatores de mercado que costumam afetar de forma mais expressiva outros produtos”, afirma ele.

É possível aplicar em FIDCs de diferentes formas: por meio de fundos dedicados exclusivamente a esse tipo de ativo, em fundos que têm os FIDCs como componentes de políticas de investimento mais abrangentes, como fundos de crédito diversificados, ou ainda por meio da alocação direta em um FIDC. “Em todos estes casos, é importante entender as especificidades de cada opção” aponta Delano Macêdo, sócio-diretor da Solis Investimentos.

“É fundamental avaliar os critérios de elegibilidade de cada fundo com o rigor com que o setor financeiro em geral analisa a concessão de crédito. É importante verificar a viabilidade no longo prazo, as premissas, o compliance, os riscos”, explica Macêdo. “Com este trabalho diligente, é possível encontrar as melhores soluções para os investidores”.

Para quem vai entrar neste mercado agora, ou pretende reforçar sua posição em FIDCs, é aconselhável procurar um gestor especializado e qualificado para uma orientação mais personalizada, de acordo com os objetivos do investidor. É esta precisamente a proposta da Solis Investimentos.

Gestão qualificada
Empresa de referência em FIDCs, a Solis desenvolveu ao longo dos anos tecnologia e sistemas de controle proprietários que permitem monitorar estes produtos com rigor, trabalhando desde a etapa de estruturação até a entrega consistente e robusta de rentabilidade=. E, desta forma, proporcionar resultados a investidores e tomadores de recursos, sejam eles os novos participantes deste mercado ou os que já o utilizavam o FIDC para investimento ou captação.

A opção por ser uma gestora ativa de FIDCs acompanha a Solis desde a sua fundação. “Ainda que em muitos FIDCs exista a figura do originador dos recebíveis, nós sempre fizemos um trabalho rigoroso de análise, assim como acompanhamos o dia a dia da carteira da forma mais granular possível, na maior parte das vezes olhando título a título”, reforça Delano Macêdo.

Com um banco de dados que conta com mais de meio bilhão de linhas de informações dos FIDCs geridos e investidos pela Solis, a gestora consegue monitorar um grande universo de indicadores e tomar atitudes preventivas em qualquer situação em que a performance de crédito destoe do esperado.

Além de permitir que os FIDCs sejam acessíveis ao investidor de varejo, uma mudança importante que o início da nova norma trará é justamente promover o gestor à condição de participante essencial dos fundos. Esse upgrade implica na assunção de uma série de responsabilidades que antes estavam distribuídas por outros prestadores de serviço do fundo. “Ao nosso ver a tendência é que a gestão ativa de FIDCs seja cada vez mais valorizada pelos investidores, que vão poder enxergar o quanto uma atuação assertiva agrega benefícios, seja em termos de retorno, seja em termos de segurança”, pontua Binelli.

A Solis entende que a nova norma de fundos será um divisor de águas para os FIDCs e seus gestores, que tendem a ganhar grande visibilidade e seguir crescendo acima da média da indústria de fundos. Com a fusão realizada com a CDP Capital, a gestora se posiciona como uma estrutura completa para expandir possibilidades com FIDCs, pronta para oferecer soluções, seja para investidores seja para tomadores de recursos. “Somos especializados em FIDCs desde nossa origem, o que nos qualifica para continuar liderando este mercado”, explica Binelli. “Estamos preparados para atender a todas as demandas dos mais diversos perfis de investidores e tomadores”, finaliza Macêdo.

Fonte: Valor Econômico

Tem uma empresa com o mesmo nome que a minha. o que fazer? Por Pereira e Chayb Advogados

Tem uma empresa com o mesmo nome que a minha. o que fazer? Por Pereira e Chayb Advogados

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É cada vez mais comum descobrir empresas com o mesmo nome e sim, isso pode causar alguns problemas futuros e cuidar dessa questão logo é importante.

Nesses casos, a primeira medida é checar a situação do nome perante a Junta Comercial do estado e perante o INPI, onde teremos informações oficiais se o nome está registrado por alguma empresa.

Em seguida, buscar no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), que é o órgão responsável pelo registro de marcas, patentes e desenhos industriais.

O processo de registro acompanhado por um escritório de advocacia proporciona maior eficácia, acompanhamento com base nas leis e comodidade para o empresário, já que o escritório cuida de todo o processo, principalmente o mais burocrático.

Para saber um pouco mais, entre em contato com nossa equipe!
(85) 99854.9750
contato@pereiraechayb.adv.br

Fonte: Pereira e Chayb Advogados

Com foco na transição energética, Expolog 2023 terá nomes internacionais

Com foco na transição energética, Expolog 2023 terá nomes internacionais

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Feira será realizada em novembro com o tema Governança e Logística para a Transição Energética

A Expolog 2023, a ser realizada nos dias 22 e 23 de novembro, no Centro de Eventos, em Fortaleza, contará com especialistas nacionais e internacionais do setor logístico.

Entre as presenças confirmadas, está Carlos Augusto Salcedo Zaldivar, Ministro Conselheiro para Assuntos Agropecuários do Panamá.

Salcedo já foi vice-ministro do Ministério do Desenvolvimento Agrícola e tem participação ativa na legislação sobre dos AgroParques, segurança alimentar, uso de etanol e área econômica especial de água doce.

Sob o tema “Governança e Logística para a Transição Energética”, o evento discutirá as tendências, desafios e oportunidades no cenário logístico global. Além disso, o programa incluirá o 4º Seminário Logística no Agronegócio.

O evento terá um acréscimo de 37% no número de estandes em comparação com o ano anterior, totalizando 186. Espera-se um aumento de 20% nas negociações iniciadas durante o evento em relação a 2022, com previsão de ultrapassar a marca de R$ 11 milhões em transações comerciais.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do evento.

Serviço
18ª EXPOLOG – Feira Internacional de Logística
Data: 22 e 23 de novembro de 2023
Local: Centro de Eventos do Ceará
Mais informações em feiraexpolog.com.br/
Evento gratuito

Fonte: Diário do Nordeste