Solis Investimentos se planeja já pensando em 2024

Solis Investimentos se planeja já pensando em 2024

Foto: divulgação

O planejamento estratégico anual é um momento especial para todos que fazem a Solis Investimentos.

A Solis Invesitmentos se reúne com toda a liderança no escritório de Fortaleza para pensar o próximo ano, definir todos os objetivos, metas e os próximos passos para chegar até eles.

Em 2023, a Solis viveu uma fase desafiadora para o mercado de crédito como um todo. Apesar disso, o trabalho de qualidade de toda a equipe, com gestão ativa e monitoramento minucioso das carteiras, tem continuado a propiciar um crescimento saudável.

Com sinais de melhora genuína no setor, a Solis enxerga perspectivas ainda mais positivas para 2024. A mudança normativa da CVM, abrindo o FIDC para o investidor de varejo, vem como uma bem-vinda adição a esse cenário positivo.

A Solis quer ser reconhecida cada vez mais como uma referência em FIDCs e sabendo que sustentar essa posição envolve um trabalho contínuo, com o apoio a clientes, investidores, parceiros, a imprensa e o público em geral na jornada de aprendizado pelo universo do crédito estruturado.

O ano de 2024 tem tudo para ser excelente. Para a Solis, tudo será feito para tornar essa excelência uma realidade para todos!

Sobre a Solis Invesitmentos
Solis é uma gestora de recursos brasileira referência em FIDCs Fundos de Investimento em Direitos Creditórios. Seus premiados e reconhecidos fundos de crédito estruturado são geridos por profissionais com profundo conhecimento do mercado, que avaliam e monitoram de perto as operações.

A Solis traz credibilidade e experiência para que investidores e tomadores possam aproveitar essas oportunidades sem perder de vista os seus objetivos.

Contatos:
Av. Santos Dumont, 2.828, sala 1.901
60150-162 – Aldeota – Fortaleza/CE
Tel. +55 85 3535 3520
www.solisinvestimentos.com.br
contato@solisinvestimentos.com.br

Fonte: CBPCE

M. Dias Branco lucra R$ 259 milhões no trimestre; aumento de 32,8%

M. Dias Branco lucra R$ 259 milhões no trimestre; aumento de 32,8%

Foto: divulgação

A M. Dias Branco (MDIA3) registrou lucro líquido de R$ 259 milhões no terceiro trimestre de 2023. O desempenho supera em 32,8% o resultado do mesmo período do ano passado e reflete forte geração de caixa, melhora no resultado financeiro e lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) trimestral recorde.

Entre julho e setembro, a M. Dias Branco viu seu Ebitda crescer 32,3%, para R$ 440,7 milhões. Já a receita da companhia encolheu 8,1% e fechou o terceiro trimestre do ano em R$ 2,73 bilhões.

O resultado líquido e o Ebitda expressam o resultado da estratégia financeira adotada pela companhia. Ao longo dos últimos meses, a M. Dias Branco alongou os prazos de financiamento junto a fornecedores e encurtou os prazos dos clientes.

A consequência foi uma geração de caixa recorde no terceiro trimestre, de R$ 973,3 milhões. Assim, a empresa reverteu o cenário de caixa negativo de R$ 90,8 milhões no terceiro trimestre do ano passado.

“Depois de alguns trimestres perseguindo uma recuperação de margem [Ebitda], chegamos a 16,1%. Assim, conseguimos voltar a operar com a margem esperada pelo mercado, que é entre 15% e 20%”, disse ao IM Business, Fabio Cefaly, diretor de relações com investidores e de novos negócios da M. Dias Branco.

Sobre a queda na receita trimestral, Cefaly diz não enxergar uma retração de demanda dos consumidores. Em sua avaliação, o varejo tem reduzido seus pedidos junto à indústria, em uma estratégia de proteção de caixas contra os juros e a inflação.

O resultado são estoques mais baixos. Dados da M. Dias Branco mostram que, no terceiro trimestre, o estoque de biscoitos das marcas da companhia no varejo eram suficientes para 34 dias. O nível é 19% menor que os 42 dias registrados no mesmo período do ano passado.

No caso das marcas de massas, o estoque do varejo era capaz de atender à demanda de 39 dias, posição 11,4% menos que no terceiro trimestre do ano passado. “Para o varejo, o pior cenário é haver demanda e não ter o produto e temos dado esse alerta”, disse Cefaly.

Com uma situação de caixa confortável e um baixo nível de alavancagem (0,3 vez a dívida líquida/Ebitda), a M. Dias Branco tem aproveitado para ganhar market share. Segundo o executivo, a companhia tem negociado com os clientes medidas que geram maior volume de vendas.

O executivo citou ainda que, durante a manhã desta sexta-feira, o conselho de administração da companhia aprovou um aumento nos dividendos pagos aos acionistas, já válidos para o exercício 2023. O payout (dividendo em relação ao lucro) anual passou de 60% para 80%, enquanto os pagamentos fixos trimestrais subiram de R$ 0,05 para R$ 0,06 por ação.

Fonte: Infomoney

Lançada em Lisboa, Plataforma Brasil Exportação vai facilitar a vida das empresas brasileiras no exterior

Lançada em Lisboa, Plataforma Brasil Exportação vai facilitar a vida das empresas brasileiras no exterior

Foto: Fernando Donasci

Nesta terça-feira (14), o Sebrae, ApexBrasil, Ministério das Relações Exteriores (MRE), Confederação Nacional da Indústria e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) – com o apoio do governo britânico – lançaram a Plataforma Brasil Exportação, idealizada para simplificar e democratizar o acesso das empresas brasileiras às exportações.

O evento aconteceu, no Pavilhão Brasil instalado no Web Summit Lisboa 2023, considerada a maior conferência de tecnologia do mundo, decorre até quinta-feira e conta com 70.236 participantes de 153 países, com 2.608 ‘startps’, o maior recorde de sempre, anunciou a organização.

A plataforma Brasil Exportação é uma ferramenta digital que vai permitir que exportadores brasileiros possam se conectar, de forma rápida e fácil, com empresas prestadoras de serviço de apoio ao comércio exterior. Participam da solenidade de lançamento o presidente do Sebrae Nacional, Décio Lima; o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana; o presidente do Serpro, Alexandre Gonçalves de Amorim; o secretário de Promoção Comercial, Ciência, Tecnologia, Inovação e Cultura do MRE, embaixador Laudemar Gonçalves de Aguiar Neto; e o embaixador do Brasil em Lisboa, Raimundo Carreiro Silva.

A nova plataforma permite aos empreendedores encontrarem serviços diversos em um só local. A Brasil Exportação fará a divulgação dos serviços prestados pelos mais de 100 Setores de Promoção Comercial e Investimentos (SECOMs) do Itamaraty instalados em países dos cinco continentes. A ferramenta também divulga serviços de apoio à exportação para empresas de todos os portes e de todos os setores da economia brasileira.

A comunidade divulgará, ainda, produtos de toda a cadeia da exportação, desde a capacitação e promoção até o financiamento e logística. Em um ambiente digital, a empresa pode pesquisar, avaliar e favoritar serviços de sua preferência, além de interagir com os prestadores para tirar dúvidas sobre os serviços oferecidos, confira mais no site: brasilexportacao.com.br.

Pavilhão Brasil

O pavilhão Brasil na maior conferência de inovação, tecnologia e empreendedorismo do mundo é sempre muito aguardado pelos investidores. No ano passado, a lista das “trending companies” publicada no aplicativo do festival, atualizada em tempo real, mostrava que o pavilhão da ApexBrasil estava na 16ª posição entre os expositores mais buscados. Neste ano, com uma delegação ainda maior, a Agência quer destacar a crescente centralidade que a agenda de sustentabilidade ambiental tem para o país.

Esse espaço inovador e sustentável vai receber intensa programação, com foco em bioeconomia e sustentabilidade, ambiente de inovação e negócios no Brasil e mulheres e tecnologia. A abertura oficial do Pavilhão ocorre no dia 14 com a presença dos presidentes do Sebrae, da ApexBrasil, do Serpro, do embaixador do Brasil em Lisboa e do secretário de Promoção Comercial, Ciência, Tecnologia, Inovação e Cultura do Ministério das Relações Exteriores. Durante os três dias do evento, o palco do Brasil receberá palestrantes brasileiros para tratar de oportunidades de investimentos em inovação, sustentabilidade e diversidade.

De acordo com a Web Summit, 43% dos participantes da edição deste ano em Lisboa são mulheres e que 38% (maior número de sempre) dos oradores são do gênero feminino. Das 2.608 ‘startups’ presentes na cimeira tecnológica, “quase um terço” foram fundadas por mulheres.

Presente na delegação, a deputada federal Ana Paula Lima (PT/SC) destacou a importância da participação feminina no evento: “Vivemos em um mundo onde somos a maioria, mas em alguns espaços, a mulher ainda tem de trabalhar muito para ser notada. Na política, na inovação, na tecnologia, mas isso falta oportunidade. O Brasil voltou e chegou agora a Portugal, com uma grande delegação. O governo brasileiro está abrindo portas. Somos um celeiro de talentos, que precisam de oportunidades, como esta, no Web Summit de Lisboa”.

Convênio

O Sebrae e a Apex Brasil anunciaram ainda nesta terça-feira (14), um plano de promoção de exportações para as startups e os pequenos negócios brasileiros, convênio já assinado entre as instituições. A informação foi divulgada na inauguração do Pavilhão Brasil no Web Summit, e a formalização deste plano, que está terminando de ser estruturado, acontecerá no Brasil, na presença do presidente Lula.

O presidente do Sebrae destacou a importância de envolver diversos atores da sociedade, do Congresso Nacional à academia e sociedade civil.

Já Jorge Viana, presidente da Apex, citou que, entre os programas englobados no convênio, está o “Exporta Mais Amazônia”, que busca levar competitividade aos produtos da região e promover essas exportações: “Estamos, por orientação do Presidente Lula, negociando com o Sebrae o maior convênio para a promoção do comércio exterior do Brasil. O Sebrae é especialista em criar e desenvolver empresas e startups. Já a Apex, é especialista em apoiar empresas na internacionalização. Será o maior convênio da história do setor”.

Também no Web Summit Lisboa, nesta terça-feira, o Sebrae fechou duas importantes parcerias para ajudar startups brasileiras a receberem investimentos estrangeiros para atuar em escala. Uma delas com a 351, associação portuguesa de startups com mais de 1.600 membros, e outra com o COREangels Atlantic, fundo de investimento português que apoia empresas interessadas em expandir para outros países. Na presença de Bruno Quick; diretor-técnico do Sebrae; do presidente e da vice da 351, Fernando Jardim e Elisa Tarzia; e de Maurizio Calcopietro, do COREagels Atlantic.

O embaixador Laudemar de Aguiar Neto, secretário de Promoção Comercial, Ciência, Tecnologia, Inovação e Cultura do Ministério de Relações Exteriores, elogiou o nível das startups brasileiras presentes no Web Summit 2023. “Todos querem fazer negócio, todos querem ganhar dinheiro, todos querem virar unicórnio, mas é muito importante melhorar a qualidade de vida das pessoas e induzir o mesmo avanço nos outros países estivermos. Temos que aproveitar essa ponte entre Brasil e Portugal”.

Com informações de agências

Fonte: Mundo Lusíada

Brasil e Portugal de mãos dadas, numa parceria em que o céu é o limite

Brasil e Portugal de mãos dadas, numa parceria em que o céu é o limite

Foto: divulgação

Neste ano, em que celebramos um tão esperado relançamento da relação entre Brasil e Portugal, com a realização, em abril passado, da XIII Cimeira Bilateral, depois de um hiato de seis anos, publiquei alguns artigos na imprensa portuguesa sobre a importância desse marco, os resultados alcançados na Cúpula e o potencial de nossa histórica parceria. Ao aproximar-se o final do ano, gostaria de dedicar algumas linhas ao relacionamento económico-comercial entre nossos países.

No dia 24 de abril de 2023, no contexto da visita de Estado a Portugal do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, desembarquei no Aeródromo de Alverca do Ribatejo, juntamente com autoridades dos dois Governos, após um voo realizado a bordo do avião cargueiro KC-390 da Embraer, cuja primeira unidade adquirida por Portugal havia sido recentemente incorporada à Força Aérea Portuguesa. Foi um momento carregado de emoção, que celebrava uma parceria de quase 20 anos entre o Grupo Embraer e a OGMA (Indústria Aeronáutica de Portugal), culminando, naquela ocasião, com o voo de uma aeronave fruto da sociedade luso-brasileira, num momento repleto de simbolismo.

A OGMA, sociedade do Grupo Embraer com a Plataforma das Indústrias de Defesa Nacionais (idD) de Portugal, é hoje uma das principais empresas no mercado internacional de manutenção de aeronaves, fabricação de aeroestruturas e engenharia aeronáutica. Atende as forças aéreas de 28 países e mais de 40 empresas de aviação comercial e executiva, atuando nos ramos de defesa, aviação civil, motores, componentes e aeroestruturas. Além de desenvolver essas atividades, a OGMA é responsável pela produção de partes do KC-390 e pelo processo de adaptação da aeronave de ataque leve e treinamento avançado da Embraer, o Super Tucano, às necessidades dos países da NATO. Definitivamente, uma parceria que deu certo!

A sociedade entre nossos setores aeronáuticos gerou conhecimento e experiência em benefício da indústria portuguesa. As mais de 650 mil horas de engenharia que o Centro de Engenharia e Desenvolvimento (CEiiA), um dos principais polos de pesquisa e desenvolvimento em Portugal, dedicou ao desenvolvimento e à certificação de partes do KC-390 hoje habilita aquele Centro a comandar o desenho e a produção da primeira aeronave de fabricação praticamente integral portuguesa, o Lus 222.

A Embraer não é o único grupo brasileiro que aposta em Portugal. Desde 2003, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), por meio de sua subsidiária Lusosider, com sede no Seixal, é responsável pela principal indústria portuguesa do setor siderúrgico, que produz aços planos, com aplicação em vários segmentos da cadeia produtiva de Portugal, como a indústria automobilística e a construção civil.

A sociedade estratégica que Brasil e Portugal mantêm na indústria aeronáutica e a presença brasileira na indústria siderúrgica portuguesa são duas, entre muitas, histórias de sucesso em nosso relacionamento económico-comercial.

A área de energia é outro ponto forte da nossa relação, em função do alto-componente renovável de nossas matrizes energéticas, do enorme potencial do Brasil para tornar-se um dos principais hubs climáticos do mundo e da presença de dois atores-chave de Portugal no mercado brasileiro, a EDP e a Galp.

A EDP figura como uma das estrelas da relação económica bilateral, pela capilaridade da presença mantida no Brasil há mais de duas décadas, sendo uma das maiores empresas privadas do setor elétrico, que opera em toda cadeia de valor (geração, transmissão, distribuição, comercialização e soluções em energia), com presença em 12 estados brasileiros. Os números da Galp também impressionam: maior investidor externo português, terceira maior empresa de petróleo e gás e maior comercializador de gás natural no Brasil, responsável por mais da metade do comércio bilateral em 2022.

Nos últimos anos, EDP e Galp, que juntas respondem por mais de 70% do investimento direto estrangeiro português no Brasil, vêm se posicionando estrategicamente no mercado brasileiro de energia renovável, com investimentos expressivos em projetos eólicos e solares. Por meio desses investimentos, contribuem para aumentar ainda mais a componente renovável da matriz elétrica brasileira (hidráulica, eólica, solar e biomassa), hoje da ordem de 87,9%, comparados com 39,4% na União Europeia e 28,6% no mundo.

A EDP anunciou, em 2022, a produção da primeira molécula de hidrogénio verde em sua nova unidade de geração localizada no Estado do Ceará. A planta de hidrogénio verde conta com uma usina solar com capacidade de três megawatts (equivalente ao porte de uma central apta a abastecer cerca de 1000 casas diariamente) e um módulo eletrolisador capaz de produzir 250 metros cúbicos por hora do gás renovável. Trata-se de um primeiro passo numa longa caminhada, que, esperamos, possa contribuir para que Brasil e Portugal se tornem grandes produtores e exportadores de gases renováveis.

Ao lado desses gigantes – Embraer, CSN, EDP e Galp -, multiplicam-se casos de sucesso. O grupo português Vila Galé conta atualmente com dez unidades hoteleiras no Brasil, sendo o maior operador no mercado brasileiro de resorts de praia em regime “all inclusive”. Recentemente, ao anunciar a abertura de dois hotéis em Cuba, Jorge Rebelo de Almeida, fundador do Vila Galé, declarou, em referência à presença já consolidada do grupo português no mercado brasileiro: “Em Cuba, quiseram-nos porque também somos brasileiros”. Mais um exemplo de parceria de sucesso!

Menos visíveis para o público geral, mas com potencial igualmente promissor, são os muitos contatos que testemunho regularmente entre agentes económicos de nossos países dos mais variados segmentos, por meio de missões de internacionalização, feiras comerciais, visitas técnicas, seminários, “roadshows” e outras iniciativas de aproximação de lado a lado. Nesse processo, nosso idioma comum atua como potente indutor de negócios.

Empresários brasileiros em processo de internacionalização sentem-se mais à vontade para apostar no mercado europeu tendo como base Portugal, não apenas pelo idioma comum, mas também em função do ambiente de negócios, da qualidade de vida, da segurança e de outros fatores que tornam este país extremamente atrativo.

O número crescente de empreendedores brasileiros que integram missões de internacionalização ao Web Summit em Lisboa, ano após ano, é apenas um entre muitos exemplos. O setor de tecnologia e inovação, aliás, é uma das grandes promessas da nossa relação.

A interação entre nossos vibrantes ecossistemas de inovação é cada vez maior. Para citar apenas dois exemplos, recentemente, a startup portuguesa Zenklub, que atua no Brasil na prestação online de cuidados de saúde mental, e a Conexa, empresa brasileira líder na prestação de serviços de telemedicina, anunciaram uma fusão que irá criar a maior empresa digital de saúde da América Latina.

No hub de inovação do Município do Fundão, em Portugal, já são mais de 200 os empreendedores e técnicos brasileiros atuando em diferentes áreas, entre elas no segmento das “agritechs”, startups que empregam tecnologias inovadoras para aumentar a sustentabilidade e a produtividade da agricultura.

Outro ator central na dinâmica do relacionamento económico-comercial entre Brasil e Portugal é a companhia aérea TAP. Maior empresa estrangeira a operar em aeroportos brasileiros, a TAP e seu hub em Lisboa são responsáveis por quase um terço de todo o fluxo de passageiros entre o Brasil e a Europa e vice-versa. Nos primeiros 10 meses de 2023, a companhia aérea já transportou de ou para o Brasil mais de 1,6 milhões de passageiros, 23% a mais do que no mesmo período de 2022. As mais de 80 frequências semanais que a TAP mantêm para as capitais de vários estados brasileiros são algumas das mais rentáveis da companhia, tendo o mercado brasileiro atuado como um dos principais motores da recuperação financeira da empresa no pós-pandemia. A importância da companhia aérea portuguesa para a mobilidade, o turismo, o comércio e os investimentos entre nossos países é indiscutível.

Não posso deixar de mencionar o Acordo Mercosul – União Europeia, que acredito ser um dos elementos com maior potencial para atuar como divisor de águas em nossa relação comercial e de investimentos. Também nesse plano, Brasil e Portugal caminham de mãos dadas. Entre os países europeus, Portugal tem sido um dos maiores defensores do acordo.

Além da convicção em torno dos benefícios económicos esperados do acordo, nossos países compartilham a visão de que ele terá relevantes consequências geopolíticas, ao fortalecer a histórica relação entre a Europa e a América Latina, contribuindo para um sistema internacional baseado em regras.

Nossa promissora parceria se desenvolve num contexto em que os dois países continuam a trabalhar para promover reformas e um quadro de estabilidade fiscal, fundamental para alavancar investimentos públicos e privados, sem descuidar da dimensão social.

O Brasil estabeleceu um arcabouço fiscal sustentável, que aumentou a confiança do mercado e permitiu o início da queda dos juros, aprovou no Senado Federal, no último dia 8, a reforma tributária, que voltou para a Câmara e esperamos promulgar ainda este ano, e retomou programas sociais históricos como o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida.

Atribui-se a Santos Dumont, pai da aviação e patrono da Aeronáutica do Brasil, a ideia de que o avião não foi uma invenção, mas uma descoberta, uma vez que sempre foi possível voar. É inevitável associar a reflexão do célebre brasileiro com os feitos dos grandes navegadores, que eternizaram Portugal na História como ator fulcral no período dos descobrimentos.

A associação também suscita a visão de que talvez tenhamos muito mais em comum do que costumamos perceber e de que, juntos, nosso aporte à Humanidade poderá ser muito maior do que nossos antepassados e nós jamais imaginaríamos.

Embaixador do Brasil em Portugal

CBPCE participa da Missão Websummit Lisboa 2023

CBPCE participa da Missão Websummit Lisboa 2023

Foto: divulgação

A delegação da CBPCE está em Lisboa para participar da Missão Websummit 2023. O grupo é composto por Raul Santos (Presidente), Anya Ribeiro (Diretora de Turismo) e Clivânia Teixeira (Diretora Executiva).

Ontem, quarta-feira(08), A Câmara de Comércio da Região das Beiras promoveu uma reunião de trabalho entre sua congênere, a Câmara Brasil Portugal no Ceará que foi representada por Raul Santos (Presidente), Anya Ribeiro(Diretora de Turismo) e Clivânia Teixeira (Diretora Executiva) e o Secretário de Estado do Mar, José Maria Costa. Durante o encontro, foram debatidos diversos temas relevantes para ambos os países e regiões.está uma breve explicação dos pontos mencionados:
Contextualização da ambiência de negócios do Ceará e correlações com ações desenvolvidas pela Secretaria com apoio da AICEP: Foi apresentada pelo Secretário de Estado do Mar,  as ações da Secretaria e o apoio da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal).

Falou-se no enquadramento das ações da Economia do Mar alinhadas com as políticas públicas da União Europeia. Nessse ponto, discutiram-se como as ações relacionadas à economia marítima estão alinhadas com as políticas da União Europeia, que podem incluir regulamentos e iniciativas relacionadas ao setor marítimo. foi falado também na apresentação do Corredor de conexões com Sines e Pecém onde se falou da  apresentação sobre o Corredor de Conexões, que provavelmente poderá envolver conexões logísticas entre os portos de Sines (Portugal) e Pecém (Ceará, Brasil).

Falou-se também na abertura do primeiro parque eólico offshore com uma capacidade de 10 gigawatts de energia eólica gerada a partir do mar e no protagonismo da implantação dos cabos submarinos:

Isso sugere que a região ou o estado do Ceará está desempenhando um papel proeminente na implantação de cabos submarinos, que são essenciais para as comunicações globais, incluindo internet e telecomunicações.

A reunião  centrou-se em questões relacionadas a negócios, economia marítima, energia renovável e infraestrutura de comunicação submarina, com ênfase nas relações entre as regiões envolvidas e a União Europeia e foi muito profícua. 

O corredor também está aberto entre a Câmara do Ceará e a Câmara do Comércio da Região das Beiras para várias acçóes que vão aproximar ainda mais estas duas Câmara de Comércio.

Hoje quinta-feira (09), pela manhã, a delegação se reuniu com o CEO da Atlantic Hub, Eduardo Migliorelli, e à tarde, terá uma reunião com o presidente do IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação, Luís Filipe Pratas Guerreiro.

Nos próximos dias, sexta-feira e sábado, a delegação partirá para visitas técnicas à região do Douro, Tâmega e Sousa, onde se encontrará com Paulo Dinis, Diretor Executivo da Fundação AEP. No sábado à tarde, retornarão a Lisboa, onde, no domingo (12), a delegação se reunirá com os demais participantes da Missão Websummit 2023.

Para conferir a programação completa da Missão Websummit 2023, basta acessar o seguinte link: https://materiais.atlantichub.com/missaowebsummit

Fonte: CBPCE

SÁLawtech Tecnologia e Consultoria é a nova associada da CBPCE

SÁLawtech Tecnologia e Consultoria é a nova associada da CBPCE

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Na jornada de crescimento de uma startup, contar com orientação especializada faz toda a diferença. E a SÁLawtech Tecnologia e Consultoria entra em cena, oferecendo uma gama abrangente de serviços desde a concepção inicial até a expansão. Com abordagens que inclui mentoria, assessoria e consultoria estratégica, atendendo às necessidades de startups em todas as fases de desenvolvimento.

Mentoria Personalizada
A empresa conta com especialistas prontos para orientar empreendedores desde a fase pré-embrionária de suas ideias, ajudando a moldar conceitos em planos de negócios sólidos e viáveis.

Assessoria Especializada em Licitações
Muitas startups desejam participar de licitações, mas navegar pelo complexo ambiente regulatório pode ser desafiador. A SÁLawtech simplifica o processo, oferecendo orientação sobre requisitos e o enquadramento necessário para que startups possam competir com sucesso em licitações.

Workshops de Alto Nível
Além disso, a SÁLawtech, promove workshops informativos e práticos, compartilhando insights valiosos sobre o ecossistema das startups e como atender às demandas específicas desse setor.

Se é uma startup em busca de apoio sólido e direcionamento especializado, a SÁLawtech Tecnologia e Consultoria é o parceiro ideal para impulsionar seu crescimento e sucesso. Estamos comprometidos em ajudar sua startup a atingir novos patamares e prosperar no cenário tecnológico em constante evolução.

Contatos:
Linkedin: http://linkedin.com/in/sálawtech
Instagram: https://www.instagram.com/salawtech/
Email: salawtech@gmail.com
Telefone: 87 99953.9762

EDP prevê mais 100 a 200 ME no lucro que tinha estimado para 2023

EDP prevê mais 100 a 200 ME no lucro que tinha estimado para 2023

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A EDP disse hoje esperar um lucro entre 1.200 e 1.300 milhões de euros em 2023, mais 100 a 200 milhões do que o estimado anteriormente, devido à evolução positiva do mercado e da produção hidroelétrica.

A revisão em alta da previsão de lucros foi anunciada pelo presidente executivo da elétrica, Miguel Stilwell de Andrade, durante a teleconferência com analistas sobre os resultados dos primeiros nove meses do ano.

Na quinta-feira, a EDP reportou um lucro de 946 milhões de euros até setembro, um crescimento de 83% em termos homólogos, graças, em parte, à recuperação da produção hídrica em Portugal.

Em julho, a EDP previa um lucro de 1.100 milhões de euros em 2023.

Segundo as explicações aos analistas, a revisão em alta do lucro anual deve-se também ao bom desempenho da rotação de ativos e a consolidação da EDP Brasil, depois da oferta pública de aquisição (OPA) anunciada em março.

O grupo mantém as previsões de cerca de 5.000 milhões de euros de EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) para este ano, bem como uma dívida líquida de cerca de 15.000 milhões de euros.

Questionado sobre a tarifa social da eletricidade, Stilwell de Andrade lembrou que o Governo aprovou alterações ao modelo de financiamento do apoio, mas os detalhes ainda não são conhecidos.

“Esperamos que, para a EDP, os custos com a tarifa social da eletricidade sejam mais baixos do que no passado, mas ainda aguardamos os detalhes”, apontou o responsável, sublinhando que o problema do grupo não é com a tarifa em si, mas “como e por quem é financiada”.

O Conselho de Ministros aprovou, em 12 de outubro, o novo modelo de financiamento da tarifa social da eletricidade, passando a ser comparticipada também pelos comercializadores e restantes agentes no mercado de consumo de energia elétrica.

A tarifa social de energia garante um desconto de 33,8% sobre as tarifas de venda a clientes finais para agregados com dificuldades financeiras, tendo sido alargada, em 2020, às situações de desemprego.

A EDP anunciou, em 29 de outubro de 2020, que ia pedir à Comissão Europeia (CE) uma análise sobre o mecanismo de financiamento da tarifa social a cargo dos produtores, uma vez que, desde 2011 até então, foi imputado à elétrica um custo superior a 460 milhões de euros.

Em novembro do ano passado, a EDP disse à Lusa que a CE confirmou o caráter discriminatório do modelo de financiamento da tarifa social de energia, em resposta ao pedido de verificação feito pela empresa em 2020.

Com informações da Lusa

Fonte: Mundo Lusíada

Hidrogênio de baixo carbono, financiamento já! Por Cibele Gaspar

Hidrogênio de baixo carbono, financiamento já! Por Cibele Gaspar

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A Comissão Especial de Transição Energética e Produção de Hidrogênio da Câmara Federal, presidida pelo competente Deputado Federal Arnaldo Jardim, publicou recentemente Relatório Preliminar de Projeto de Lei para o Marco Regulatório do Hidrogênio de Baixo Carbono, que recebeu contribuições de melhoria da Sociedade Civil e organizações até o último dia 24.10.23

O relatório propõe a construção de um arcabouço regulatório e jurídico consistente, transparente e alinhado com as melhores práticas, inclusive internacionais, trazendo a desejada segurança jurídica aos agentes produtivos da cadeia do hidrogênio de baixo carbono e seus derivados. Dentre as propostas, há a importante previsão de equalização dos preços do hidrogênio de baixo carbono, fundamental para a competitividade mundial do produto brasileiro. Contudo, percebe-se uma lacuna importante num quesito fundamental para as decisões de investimento dos empreendedores – o financiamento.

A coordenação regional do Instituto Nacional de Energia Limpa no Ceará, para relação com financiadores, trabalhou em conjunto com a equipe nacional do Instituto na formulação de proposta que pudesse fechar essa lacuna e apresentar uma solução viável para discussão e incorporação ao marco regulatório proposto.

O INEL – Instituto Nacional de Energia Limpa e Sustentável é um centro de inteligência para apoiar os esforços em prol das fontes de energia limpa e sustentável. Localizado em Brasília, que atua desde 2020 , promovendo a democratização do acesso à energia limpa e mais barata, a toda a sociedade.

A proposição encaminhada pelo INEL consiste em estabelecer uma previsão de recursos estáveis para financiamento necessário à implantação dos projetos que propiciarão a implantação de uma cadeia produtiva robusta e eficiente de produção de hidrogênio de baixo carbono e seus derivados, priorizando a redução das desigualdades regionais e mitigação dos riscos climáticos.

A proposta define percentuais do valor arrecadado pelo Programa de Desenvolvimento do Hidrogênio de Baixo Carbono (PDHBC) , a partir das receitas oriundas do petróleo , proposto no relatório preliminar , alocando 70%(setenta) por cento para fins de equalização de preços e/ou subvenção econômica na comercialização e os demais 30%(trinta por cento) para fins de financiamento à cadeia produtiva do hidrogênio de baixo carbono, especificamente para as regiões do Brasil que apresentam maiores situações de desigualdade, para que os recursos alocados tenham o sentido de propiciar uma transição energética limpa, inclusiva e justa e sejam aplicados através dos Fundos Constitucionais de Financiamento já existentes.

Os países desenvolvidos se mobilizam para apoiar financeiramente as iniciativas que viabilizem a transição energética. Vale citar, em particular , programas como o INFRASTRUCTURE INVESTMENT AND JOBS ACT – IIJA e o Inflaction Reduction Act – IRA , dos Estados Unidos, que tem previsão de aplicação de recursos financeiros superiores a U$ 2,5 trilhões nos próximos oito anos, para viabilizar a infraestrutura necessária para a transição energética, implantação de hubs de hidrogênio em diversos estados , subvencionar o preço do hidrogênio e financiar os empreendimentos .

A União Europeia também se mobiliza com o seu GREEN DEAL, com volumes superiores a € 1 trilhão, entre financiamentos e subvenções, e com o Banco Europeu de Hidrogênio, com cerca de € 800 bilhões, demonstrando a firme decisão desses blocos em não só subvencionar os custos de produção, como também apoiar financeiramente o setor privado na implantação dos empreendimentos.

As mais diversas e renomadas consultorias mundiais colocam o Brasil como o país de maior potencial competitivo em termos de preços para o hidrogênio e seus derivados até 2030 e 2050. Contudo, da mesma forma reiteram que tais condições podem ser alteradas sensivelmente, a depender do volume de subsídios e intervenções realizadas pelos demais países, que podem alcançar competitividade semelhante à brasileira e mantê-la por tempo indefinido artificialmente.

Entendemos então fazer sentido promover as condições para que as vantagens comparativas brasileiras não sejam subjugadas por ações externas. Cremos que a subvenção dos preços é ação estratégica fundamental até o estabelecimento maduro da cadeia produtiva e complementá-la com disponibilização de recursos estáveis de financiamento tornará mais atrativo ainda desenvolver a atividade no Brasil.

Por essa razão, a proposta do Instituto Nacional de Energia Limpa – INEL prevê a destinação de , no mínimo, 30% (trinta por cento) dos recursos do PDHBC arrecadados anualmente para repasse aos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, constituindo-se desta forma em fonte regular de recursos de tais fundos, destinados exclusivamente ao financiamento das atividades produtivas relacionadas à transição energética e ao hidrogênio de baixo carbono , sua cadeia produtiva e seus derivados.

A proposta cuida ainda de sugerir que os encargos financeiros a serem praticados nas operações de crédito realizadas pelas instituições financeiras operadoras dos fundos constitucionais fiquem limitados à remuneração pela Taxa Referencial (TR) , acrescida de spread a ser definido por cada Instituição Financeira, limitados a 3%(três) por cento ao ano, de forma a equalizar condições com o recém-criado programa BNDES Mais Inovação.

Definir um percentual mínimo de aplicação de recursos captados pelo Programa, oriundos principalmente das receitas da atividade fóssil, além de ser uma ação reconhecidamente justa em prol da transição energética, ao utilizar as receitas de quem emite CO2 para financiar quem mitiga os riscos climáticos, é uma ação importante para assegurar recursos relativamente estáveis para o volume de empreendimentos que se vislumbra para o Brasil.

As regiões sugeridas para aporte de recursos para financiamento ( Norte, Nordeste e Centro Oeste) são as regiões do país reconhecidamente mais desiguais, para as quais se faz necessário construir opções diferenciadas de financiamento , de forma que o desenvolvimento se espraie pelo País de uma forma mais rápida, justa e inclusiva.

Por: Cibele Gaspar
Mestra em Administração e Gestão Estratégica pela Universidade de Fortaleza-UNIFOR. Especialista em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Especialista em Financiamentos Internacionais pelo Banco Mundial e Universidade de Brasília. Atualmente é coordenadora regional para o Estado do Ceará, para relações com financiadores, do Instituto Nacional de Energia Limpa – INEL e Diretora de Novos Projetos da Câmara Brasil Portugal no Ceará.

Réveillon Portugal 2024: Viva Novas Experiências com a Naja Turismo

Réveillon Portugal 2024: Viva Novas Experiências com a Naja Turismo

Foto: divulgação

Preparando-se para a virada do ano em grande estilo? A Naja Turismo, sócia da CBPCE, tem uma oferta incrível para tornar o seu Réveillon Portugal 2024 inesquecível!

Saída de Fortaleza – 26 de Dezembro. Esta é a sua chance de viver novas experiências em terras portuguesas. O pacote inclui:

Passagem aérea em voo exclusivo;
06 noites de acomodação com café da manhã buffet;
Traslados de chegada e saída para maior comodidade;
Visita panorâmica em Lisboa, para explorar a beleza desta cidade deslumbrante;
Seguro viagem GTA EuroMax para uma jornada tranquila.
E a melhor parte? A Naja Turismo, em parceria com a Câmara Brasil Portugal no Ceará, oferece este pacote a partir de R$ 9.810* por pessoa, em acomodação dupla, e você pode dividir em até 10 vezes sem juros, com todas as taxas inclusas.

Não perca esta oportunidade única de celebrar o Réveillon Portugal 2024 em grande estilo e com a confiança de quem está ao seu lado, proporcionando experiências memoráveis. Mas atenção, os preços são válidos somente até 30/11/23, e as vagas são limitadas.

Mais Informações e Reservas:
(85) 41020010
(85) 99906-5334
(85) 99986-3272
(85) 99727-0006

Lembramos que as tarifas e condições estão sujeitas a alterações sem aviso prévio, então não deixe para depois e garanta o seu lugar nesta incrível viagem de Réveillon. Prepare-se para receber o ano novo em grande estilo com a Naja Turismo.

Fonte: CBPCE

M. Dias Branco marca presença na 3ª edição do ESG Fórum

M. Dias Branco marca presença na 3ª edição do ESG Fórum

Foto: divulgação

Nos dias 23 e 24 de outubro aconteceu em São Paulo a 3ª edição do ESG Fórum. O evento contou com diversos painéis abordando temas relacionados ao ESG, e seu principal objetivo foi promover discussões maduras e objetivas através da experiência de empresas com práticas avançadas. A M. Dias Branco, participou e compartilhou o case – Estratégia de descarbonização para uma economia de baixo carbono, que foi apresentado por Sidney Leite, Diretor Executivo de Operações Técnicas e Daniella Pessoa, Gerente de Estratégia Climática e Ambiental.

Sobre o Grupo M. Dias Branco
A Mdias Branco atua nos seguintes segmentos: Biscoitos, Massas, Farinhas e farelo de trigo, Misturas para bolos, Margarinas e cremes vegetais, Bolos, Snacks de milho e de trigo, Torradas, Cobertos de chocolate (biscoitos), Bits de cereais e Refresco em pó.

A indústria possui um moderno parque industrial com equipamentos de última geração, seguindo os mais rigorosos padrões de qualidade na produção de alimentos e operando com um modelo de integração vertical que permite a produção de nossas mais importantes matérias-primas.

Conta com centros de distribuição estrategicamente localizados, que permitem o atendimento de uma grande variedade de clientes, desde grandes redes de supermercados, até pequenos comércios em uma ampla região geográfica.

CONTATO:
Telefone: 0800 702 5509
E-mails: sac@mdiasbranco.com.br
Site: www.mdiasbranco.com.br

Com Informações de M. Dias Branco

Fonte: CBPCE