M. Dias Branco fecha parceria com a Fiec para alavancar negócio no exterior

M. Dias Branco fecha parceria com a Fiec para alavancar negócio no exterior

A parceria trabalhará com Data Science para subsidiar decisões da empresa de massas e biscoitos no mercado internacional

A M. Dias Branco fechou uma parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) para avançar na internacionalização da marca.

O Observatório da Indústria e o Centro Internacional de Negócios estão trabalhando em uma solução com base em Data Science para subsidiar os novos passos da empresa de massas e biscoitos em novos países.

Hoje, a M. Dias Branco já exporta produtos para 42 países de todos os continentes. A empresa utilizará as informações extraídas pela Fiec para basear decisões e conseguir potencializar resultados no mercado internacional.

DADOS EM INFORMAÇÕES ESTRATÉGICAS
A solução criada pela Fiec parte da coleta de informações de uma ampla base de dados do comércio internacional global, com mais de um trilhão de registros de todas as relações comerciais mundiais.

O projeto, que funciona com técnicas de Big Data e outras metodologias emergentes, ajudará a empresa a identificar países com maior potencial para os produtos da M. Dias Branco. A cada etapa de finalização a empresa terá acesso a informações importantes para tomada de decisão.

No fim do trabalho, a M. Dias Branco receberá um painel analítico que possibilitará visualizar os dados processados e a metodologia desenvolvida conjuntamente.

A solução em desenvolvimento foi idealizada com uso de design thinking e contou com a participação da equipe técnica da M. Dias Branco, Observatório da Indústria e Centro Internacional de Negócios.

EQUIPE MULTIDISCIPLINAR
Conforme o gerente do Observatório da Indústria da Fiec, Guilherme Muchale, a parceria permitirá à empresa identificar mercados prioritários e auxiliará no plano de expansão.

Ele afirma que a Fiec uniu a expertise da equipe multidisciplinar do Observatório, composta por economistas, designers, analistas de BI, cientistas e engenheiros de dados com as metodologias maduras do Centro Internacional de Negócios para cocriar uma solução inovadora e exclusiva com a M. Dias Branco.

“A empresa tem avançado ao longo dos últimos anos com a implantação de sua cultura Data Driven. Ou seja, a gestão e as tomadas de decisão são cada vez mais orientadas por informações estratégicas”, diz.

CRESCIMENTO NO MERCADO INTERNACIONAL
O diretor de Exportações da M. Dias Branco, César Reis, ressalta que a M. Dias Branco tem intensificado nos últimos anos os investimentos no comércio internacional, registrando crescimento de faturamento em exportações mesmo na pandemia.

Para ele, as informações sobre os países a serem entregues pela Fiec irão auxiliar a resolver a dificuldade da empresa de priorizar mercados.

“São muitos países, muitos produtos e a gente tem recursos limitados. Então, contar com uma ferramenta de priorização, que contenha informações de uma maneira visualmente fácil de compilar e de assimilar pode nos trazer mais agilidade na tomada de decisão”, considera.

Fonte: Diário do Nordeste em 17.07.2021

Portos com eólicas offshore são modelos preferidos para hidrogênio verde no Brasil

Portos com eólicas offshore são modelos preferidos para hidrogênio verde no Brasil

Os investimentos anunciados para construção de usinas produtoras de hidrogênio verde (H2V) no Brasil já somam mais de US$ 22 bilhões, todos concentrados em portos — Pecém, no Ceará, Suape, em Pernambuco, e Açu, Rio de Janeiro.

Esses portos combinam uma série de fatores estratégicos para o desenvolvimento da nova cadeia do H2V, como logística para exportação, proximidade de polos industriais e de fontes de energia renovável — utilizada na eletrólise para sintetização do H2V.

Com destaque para os novos parques eólicos offshore que, assim como no caso do hidrogênio verde, estão em fase embrionária no país e aguardam definições regulatórias.

“O Pecém possui localização super estratégica, além de uma ZPE com incentivos tributários diferenciados. E o estado do Ceará um enorme potencial de geração de energias renováveis”, explica Duna Uribe, diretora executiva do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP).

Considerado um dos combustíveis do futuro, o H2V é apontado como uma das soluções para descarbonização da economia mundial, substituindo até mesmo combustíveis fósseis em automóveis e em setores difíceis de descarbonizar, como transportes pesados.

Seu uso como insumo é uma demanda de indústrias de cimento, siderurgia e mineração, e até mesmo como matéria-prima de fertilizantes para o agronegócio.

O Hydrogen Council calcula que, em 2050, o mercado de hidrogênio verde deverá ser de US$ 2,5 trilhões, sendo responsável por cerca de 20% de toda a demanda de energia no mundo.

Hub de Hidrogênio no Pecém

Saindo na frente, o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), no Ceará, já fechou quatro dos sete memorandos de entendimento assinados no país para implantação de unidades produtoras de H2V na sua Zona de Processamento de Exportação (ZPE).

Além dos projetos solares e de eólicas onshore já em operação no estado, há 5.000 MW em parques eólicos offshore sendo licenciados no Ibama, quase o dobro da capacidade em operação (2.394 MW) e outorgada (238 MW) em terra.

São projetos da Neoenergia (Jangada), BI Energia (Camocim e Caucaia) e Eólicas do Brasil (Asa Branca).

Para Duna Uribe, isso revela o potencial natural para a implementação de um hub de hidrogênio verde no Pecém, a princípio com uma capacidade anual de eletrólise de 5 gigawatts e 900 mil toneladas de H2V.

O volume inicial é tímido se comparado às ambições de uma das empresas que já começou estudos para operar no local.

Com investimento de US$ 6 bilhões, a Fortescue Future Industries (FFI), subsidiária da mineradora australiana Fortescue Metals, espera iniciar as operações no porto cearense em 2025 e produzir 15 milhões de toneladas de H2V até 2030.

Além dela, a Qair Brasil também oficializou suas intenções de instalar um planta para produção de H2V e um parque eólico offshore no estado, com investimento total de US$ 6,95 bilhões.

A White Martins e a australiana Enegix também já possuem memorandos de entendimento para investimentos no Hub de Hidrogênio do Pecém.

O governo do Ceará vem se antecipando ao lançamento do Programa Nacional do Hidrogênio, cujas diretrizes estão em fase de definição pelo governo federal, e fechando parcerias para o desenvolvimento de uma cadeia de valor para o hidrogênio verde.

Conexão com Roterdã
Além da grande disponibilidade de energia renovável barata, o Pecém conta com outro trunfo, que é a sua conexão com o Porto de Roterdã, na Holanda – o maior porto marítimo da Europa –, que detém 30% de partição acionária no CIPP. Os outros 70% são do governo do Ceará.

“O porto de Roterdã avaliou vinte portos no mundo com potencial de produção de hidrogênio verde, e o Pecém foi um dos escolhidos, e o único no Brasil”, conta a diretora do CIPP à epbr.

Segundo Duna, a ideia é que haja um corredor logístico entre o Pecém e Roterdã, onde o primeiro seja a porta de saída para o H2V produzido no Brasil e o segundo a porta de entrada na Europa.

A expectativa de especialistas é que 20 milhões de toneladas de hidrogênio verde entrem no noroeste da Europa via Porto de Roterdã até 2050.

“Eles estão na vanguarda da transição energética, e como um grande polo da indústria de combustíveis, precisam de adotar medidas de descarbonização o quanto antes. Para o porto de Roterdã, o hidrogênio verde é uma questão de sobrevivência”, destaca.

O hidrogênio produzido no Brasil será transportado em navios na forma de amônia verde para depois ser reconvertido em H2V no continente europeu.

Para isso, o porto holandês já conta com projetos de implementação de eletrolisadores para produção de hidrogênio verde pelas petroleiras Shell e bp.

França e Alemanha serão, incialmente, os principais mercados consumidores do hidrogênio verde brasileiro.

Dobradinha com hidrogênio azul

No Rio de Janeiro, o Porto do Açu pretende utilizar sua expertise e infraestrutura na indústria de óleo e gás para se tornar um grande player na produção de hidrogênio azul e verde.

Produzido a partir de uma fonte fóssil, em geral o gás natural, o hidrogênio azul tem o carbono que é emitido no processo capturado e armazenado (CCS) para neutralizar as emissões.

E na transição para o verde, deve ocupar um papel estratégico.

“Encontramos a solução de trabalhar em paralelo o hidrogênio verde junto com o hidrogênio azul. Não sabemos qual vai ganhar. Tem empresas apostando firmemente no azul, outras no verde. Poucas estão apostando nos dois”, diz José Firmo, CEO do Porto do Açu.

Por enquanto, a mineradora australiana Fortescue foi a única a anunciar publicamente o interesse na instalação de uma usina produtora de amônia verde, 100% para exportação.

Mas segundo Firmo, outras anúncios devem acontecer em breve.

Até 2023, o porto espera receber R$ 16,5 bilhões em investimentos para implantação de termelétricas, gasodutos, oleodutos, parque de tancagem de óleo e UPGN (unidade de processamento de gás natural), entre outros.

Além disso, o Açu está localizado bem próximo a futuros parques eólicos offshore, nos mares do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.

O Rio de Janeiro concentra quatro dos seis maiores projetos offshore em desenvolvimento no país.

O projeto da Ventos do Atlântico — o segundo maior do país — com 371 aerogeradoes e pouco mais de 5 GW de potência. Em seguida vem o parque Aracatu, da Equinor, com 3,8 GW de capacidade e 320 turbinas.

No Espírito Santo, o parque da Votu Winds prevê 1.440 MW de potência, a partir da instalação de 144 torres com potência de 10 MW cada.

“A logística da eólica offshore é mesma do óleo e gás. Como o Açu hoje já representa a maioria da capacidade logística para óleo e gás da região é natural que seja a melhor e mais eficiente opção para logística da implementação dos parques eólicos também”, explica Firmo.

O CEO acredita que outro diferencial do porto está na sua possibilidade de escala, e que esse foi o fator que atraiu a Fortescue.

“Hoje estamos falando na produção de 200 mil toneladas de amônia verde, o que é muito pouco se comparada a 80 milhões de toneladas de petróleo que transportamos. Temos que imaginar um substituto com a mesma escala, e o Açu tem essa capacidade de escalabilidade nos projetos “, afirma.

Entre as ambições do Açu também está a integração do hidrogênio verde para viabilizar a implantação de um hub de aço verde.

“Casa muito bem (o hidrogênio verde) com a indústria de minério de ferro, que chega via minerioduto de Minas Gerais. Temos um projeto de desvio para industrialização do minério e produção de aço de baixo carbono, que nos permite sonhar com o green steel hub”, explica Firmo.

Suape de olho na indústria nacional

Também de olho no abastecimento das indústrias nacionais, o Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco, vê o hidrogênio verde e o azul com entusiasmo.

O porto abriga uma das principais refinarias do Brasil, a de Abreu e Lima (RNEST).

“A ideia principal é o hidrogênio verde, mas o mercado sinaliza que irá começar a produzir o hidrogênio azul passando para o verde”, conta Carlos André Cavalcanti, diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade do porto.

Diferente dos outros dois portos, a principal fonte de energia dos projetos no Suape seria a solar. Pernambuco possui em 3GW de capacidade solar em outorga, mas apenas 167 MW em operação.

“O objetivo é conseguir até 2022 ter a primeira célula de hidrogênio verde aqui no Suape”, afirma.

Cavalcanti diz que foi feito um mapeamento das mais de 150 indústrias que atualmente ocupam o complexo portuário, incluindo setores petroquímico, alimentício, cimenteiro e siderurgia.

“Queremos nos posicionar como exportador, tanto na parte da amônia como para hidrogênio verde, e também suprir a demanda interna de empresas já instaladas no porto”.

Dois memorandos foram assinados, um com a Qair, que prevê investimentos de quase US$ 4 bi numa planta de H2V, e outro com a Neonergia, para o desenvolvimento de um projeto piloto.

A área escolhida para construção dos projetos está fora da ZPE.

“Outras empresas nacionais de capital estrangeiro, e um pool de empresas europeias, principalmente pela indicação que nós temos do mercado da Alemanha, França e Estados Unidos, estão em negociação”, conta.

O governo de Pernambuco irá realizar um leilão teste para hidrogênio verde ainda este ano, segundo Cavalcanti. O estado foi o primeiro a realizar leilão de energia solar do Brasil.

“Faremos um leilão experimental. Estamos chamando de plataforma propulsora do hidrogênio verde em Pernambuco. Vamos simular dados com validade real para que a gente possa visualizar como seria essa prospecção das empresas, setores, transporte, indústria e agricultura, e entender as demandas, trazendo o futuro para o presente”.

O diretor destaca a vantagem geográfica do Suape na região Nordeste. O porto, segundo ele, está próximo às principais capitais nordestinas, o que facilitaria o escoamento interno da produção H2V, em especial de amônia verde para o agro.

“Estamos a 300 km de Maceió, João Pessoa, Natal, Aracaju, e cerca de 800 km de Fortaleza, e Salvador (…). A amônia produzida pode ser escoada para o mercado de agricultura de baixo carbono, podendo ser utilizada na região de Petrolina, reconhecida pela produção de frutas, e de soja em Matopiba”.

Matopiba é um anagrama referente ao cinturão agrícola, formado pelos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, que se destaca principalmente pela produção de de grãos e fibras, especialmente soja, milho e algodão.

Fonte: EPBR em 16.07.2021

CBPCE lança lives/podcasts semanais, o primeiro está marcado para amanhã as 11h

CBPCE lança lives/podcasts semanais, o primeiro está marcado para amanhã as 11h

A Câmara Brasil Portugal no Ceará vai passar a transmitir lives toda quinta-feira a partir das 11 horas no Brasil e às 15 horas em Portugal, com transmissão simultânea no Facebook, YouTube e estará disponível no Spotify em formato Podcast.

A estreia está marcada para o dia 15 de julho com a presença do presidente Eugênio Vieira e ex-presidentes, que apresentarão relatos sobre os 20 anos da história da Câmara no Ceará.

As lives serão conduzidas pelo Jornalista Marcos Gomide da 2Go Digital(Sócia CBPCE) – agência voltada à criação e à estratégia para internet.

Para acessar os conteúdos, se inscreva no canal da Câmara no YouTube.

Clique no link: https://bit.ly/liveCBPCE, e ative o sininho para receber as notificações das lives.

Fórum Brasil Portugal debate Agronegócio, Turismo, Alimentos e Economia do Mar

Fórum Brasil Portugal debate Agronegócio, Turismo, Alimentos e Economia do Mar

Em dois dias de evento, empresários, investidores e especialistas brasileiros e portugueses discutiram potencialidades de negócios e o futuro de diferentes segmentos econômicos

Na última semana (4 e 5) foi realizado de forma online o Fórum Brasil Portugal – Fortalecendo Negócios, iniciativa da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Portugal do Ceará, com apoio da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil e patrocínio do SEBRAE. O evento trouxe painéis, conduzidos por empresários e especialistas, que discutiram desafios, possibilidades e futuros caminhos nas áreas de Turismo & Eventos, Agronegócio, Setor de Alimentos e Economia do Mar.

A abertura do evento contou com a fala de Armando Abreu, presidente da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil. “O objetivo principal da Federação e de suas Câmaras é de serem dinamizadores de negócios, colocando empresários brasileiros em contato com portugueses. Consideramos esses quatro setores dos painéis como setores que possuem uma sinergia muito grande entre empresas do Ceará e de Portugal, que permitem fazer negócios tanto no ramo de investimentos, quanto no de importação e exportação”, declarou o presidente.

O primeiro painel teve como tema “O ambiente digital das feiras no setor de Turismo e Eventos”, mediado por Anya Ribeiro, vice-presidente de Turismo da Câmara de Comércio Brasil Portugal do Ceará e com as participações de João Estevão Cocco, presidente da J. Coco Comunicação e Marketing e de Romano Pansera, CEO da Promovisão.

Eles abordaram o avanço do online e as perspectivas de mantê-lo em um mundo sem fronteiras, cada vez mais globalizado como o que vivemos. Os convidados pontuaram sobre as feiras digitais que têm potencial para ser bem maiores do que as feiras presenciais, que acabam tendo uma perspectiva mais local. Produtos e serviços se disseminam muito mais facilmente no ambiente digital, com isso há maior valorização do merschandising existente nos eventos, o que é uma boa oportunidade para a área.

No segundo painel do Fórum, discutiu-se “O setor de alimentos e as oportunidades de negócios Brasil-Portugal”. O mediador foi Raul Santos, vice-presidente da Câmara de Comércio Brasil Portugal do Ceará. Participaram do debate o investidor Igo Apolinário, a empresária portuguesa que comanda o Restaurante Marquês da Varjota, Berta de Castro Lopes, e a empresária brasileira fundadora da Cacao Saudável, Barbara Saunders.

Os convidados compartilharam suas opiniões sobre o futuro do setor de alimentos após a pandemia, concordando com um cenário otimista para os restaurantes e para o mercado de varejo alimentício. A digitalização foi apontada como um fator essencial para a sobrevivência dos negócios na pandemia, com o aumento do uso de delivery que ajudou os estabelecimentos. Comentaram também sobre as dificuldades para crescer no Brasil, apontando principalmente a escassez de mão-de-obra qualificada, a burocracia e os caros impostos como fatores que prejudicam o empreendedorismo.

O segundo dia de evento foi aberto pelo painel “A sustentabilidade do Agronegócio”, que foi mediado pelo atual presidente da Câmara de Comércio Brasil Portugal no Ceará, Eugênio Vieira. Os empresários João Teixeira, presidente da UNIVALE e Luiz Roberto Barcelos, fundador da Agrícola Famosa participaram do painel. O outro convidado para o debate foi o secretário-executivo do Agronegócio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho do Ceará, Silvio Carlos Ribeiro.

Eugênio Vieira questionou os participantes sobre como manter o desenvolvimento econômico sem esgotar os recursos para o futuro, considerando principalmente o aumento da população e a necessidade do aumento da produção de alimentos nos próximos anos. Os debatedores apontaram a adoção de novas tecnologias como a maneira de abrir novos potenciais de produtividade e minimizar impactos ambientais. Foi citada também a importância da otimização da utilização dos recursos hídricos, tão importantes no nosso país.

O último painel do evento foi “Cenários e tendências da Economia do Mar”, mediado por Rômulo Alexandre, conselheiro da Câmara de Comércio Brasil Portugal do Ceará. Foram convidados a participar Miguel Marques, economista da Blue Economy International Advisor, André Gamelas, gerente de animação da rede de hotéis Vila Galé e Paulo Gonçalves, sócio-diretor da Compex Pescado.

O especialista português Miguel Marques apontou que o Ceará tem potencial para ser uma liderança continental na “economia do mar” na próxima década, considerando sua localização estratégica e investimentos em infraestrutura, como a rede de ligações de cabos submarinos, que já é a maior da América Latina. Ainda foram citados no debate as energias oceânicas renováveis como um potencial a ser explorado no estado, como as usinas eólicas construídas, e a produção de hidrogênio verde, um investimento recente firmado pelo Governo do Estado em parceria com a iniciativa privada.

Fonte: AD2M Engenharia de Comunicação

Atitude no Ecossistema Corporativo e Cooperativo nas Organizações por: Yunare Marinho, sócio CBPCE

Atitude no Ecossistema Corporativo e Cooperativo nas Organizações por: Yunare Marinho, sócio CBPCE

O corporativo é exatamente o que o nome diz: UM ECOSSISTEMA. E por isso mesmo está cheio de oportunidades para quem quer entrar no mercado de trabalho. São tantos os setores de uma organização que às vezes pode ser difícil pensar por onde começar no ecossistema que podem se multiplicar de acordo com o tamanho e a área de atuação da companhia. Complicado? Depois é apostar cada vez mais na qualificação para subir na carreira, afinal, você deve ser sempre o seu melhor investimento.

Representar uma organização muitas vezes não é tarefa fácil, por isso quem acha que entrar nela é difícil, deve se preparar bastante para se manter lá dentro. A retenção de talentos tem sido uma das principais preocupações do corporativismo moderno, mas só para quem tem algo especial para oferecer em troca, um diferencial – ainda que seja a dedicação e a força de vontade, sempre acompanhadas de qualificação. É preciso compreender que a empresa produz um valor que é ofertado ao consumidor, portanto você deve ser capaz de colaborar de forma eficiente na criação desse valor, caso contrário quem não terá valor para a empresa é você.

A melhor atitude é compreender como a empresa funciona como um todo e a melhor forma de se encaixar em uma das partes, criando um valor para a corporação que será refletido na sua carreira. A estratégia é uma das mais importantes para que todos os demais se harmonizem, funcionando como as engrenagens de um relógio que não deixam os ponteiros pararem nem atrasarem. É de lá que parte o planejamento, a organização e o gerenciamento de toda a estrutura empresarial, envolvendo vários aspectos e dando suporte para que outras áreas funcionem perfeitamente.

A orientação sempre será participar e envolver-se ativamente de tarefas e decisões que mantêm a estrutura organizacional – mas estar preparado é imprescindível com a trilha de competências para o seu desempenho (empenho) rumo ao seu propósito profissional e estar atento em pontos essenciais:

1) No mundo corporativo, você conhece milhares de pessoas, mas conta nos dedos aqueles que realmente pode chamar de amigos. Não existe esse negócio de amigos na vida pessoal e amigos no trabalho. Amigos são amigos e ponto final, no trabalho ou fora dele. Tenha colegas, evite inimigos.

2) O ser humano é indissociável, portanto, as emoções da relação pessoal e profissional estão intimamente ligadas. Procure equilibrar os dois lados, pois ambos precisam de você.

3) Mais importante do que a pressão exercida no trabalho, acredite, existe vida fora dele. A família espera em casa de braços abertos, desde que você adote na íntegra o conceito de família; para onde você corre quando perde o emprego? Eu corri para os braços da minha esposa e dos meus filhos quando aconteceu comigo e fui muito bem recebido.

4) Não deixe que a fama lhe suba à cabeça. Quanto maior o cargo, maior o tombo e mais difícil a recuperação. Poucos estão preparados para recomeçar a caminhada depois de perder o crachá, o plano de saúde, o vale-refeição e, principalmente, o sobrenome da empresa; no fim das contas, o que conta mesmo é o sobrenome de nascença.

5) Trate bem as pessoas, independentemente do nível hierárquico, o seu e o delas. Em cargos de liderança, se tiver que demitir alguém, seja direto, gentil e transparente, mas não tripudie, é um momento difícil para ambos, a menos que você seja desprovido de hormônios.

6) O fato de não ser reconhecido não significa que o trabalho não foi feito a contento, portanto, enquanto o reconhecimento não vem, continue trabalhando da melhor maneira possível. A vitória conta, mas a batalha também. A vida é uma experiência e quanto mais experiências você tiver, melhor.

7) Pare de se comparar o tempo todo, a menos que lhe sirva de inspiração. É como ler sites ou livros bestsellers e descobrir que todo mundo está bem, menos você: cada um tem a sua própria história, portanto, olhe para frente e não perca o objetivo de vista.

8) Nunca vi alguém ser promovido nem ganhar aumento por reclamar e conspirar contra o chefe no corredor, aliás, a conspiração serve apenas para reforçar o seu modelo mental negativo em vez de direcioná-lo para um objetivo maior.

9) Haja o que houver, você tem sempre opções: 1) se não estiver contente, procure o chefe, seja direto, abra o coração, questione; tem coragem? 2) pare de reclamar e continue trabalhando.

10) Felizmente, o mundo corporativo sobrevive sem você, portanto, não o carregue nas costas nem se deixe escravizar por uma quantia de dinheiro que nunca será suficiente para compensar o tempo e a saúde que você perde enquanto tenta provar para a família e para o chefe o quanto você é capaz; contudo, lembre-se, quando estiver a serviço de alguém, dê o melhor de si, seja leal e íntegro ou crie vergonha e vá ser feliz em outro lugar.
 
Aja diferente e fortaleça o seu desempenho em acordo com o seu Propósito e construa o seu lugar!

Fonte: yunaretargino.com.br

Portugal investindo no Brasil: Vila Galé Hotéis celebra 20 anos de operações no Pais

Portugal investindo no Brasil: Vila Galé Hotéis celebra 20 anos de operações no Pais

Para celebrar vinte anos de operações no mercado brasileiro, na última sexta-feira (9), o grupo hoteleiro português “Vila Galé”, que possui 37 hotéis (27 em Portugal e 10 no Brasil) lançou, além de um selo comemorativo, uma campanha promocional que, a cada semana, dará 20% de desconto para um dos hotéis Vila Galé no Brasil. A oferta é válida para reservas que utilizarem o promocode “20ANOSBRASIL”, e tiverem check-out em até 30 dias – a contar do início da promoção do respectivo hotel.

Por exemplo: nesta primeira semana (9 a 15 de julho), reservas para o Vila Galé Eco Resort de Angra que utilizarem o promocode “20ANOSBRASIL”, e tiverem check-out até 9 de agosto, terão 20% de desconto. Os hotéis em promoção serão divulgados nos perfis oficiais da Vila Galé no Instagram e Facebook, além do site e demais canais de comunicação.

O selo comemorativo traz cores e elementos que fazem referência ao pilar de sustentabilidade da empresa, que cada vez mais vem intensificando suas iniciativas em prol do turismo sustentável, e ao turismo de “sol e mar”, especialmente na região nordeste, onde está concentrada a maior parte dos empreendimentos da Vila Galé no Brasil. Em uma campanha transversal, a data será assinalada em todos os hotéis e resorts, tanto na programação esportiva e de entretenimento, como no Satsanga SPA & Wellness, e até mesmo nos bares e restaurantes de todos os empreendimentos no Brasil.

O primeiro empreendimento inaugurado no país foi o Vila Galé Fortaleza, em outubro de 2001. De lá para cá, a rede manteve um robusto plano de expansão. “Somos a maior rede de resorts no Brasil. Em 2019 tivemos 1,5 milhões de dormidas, o que equivale a mais de 500 mil hóspedes. Temos 3.180 quartos no País. Apesar do cenário desafiador, estamos felizes com este importante marco e pretendemos crescer ainda mais, consolidando uma expansão sustentável e fortalecendo nossa posição no mercado brasileiro de hotelaria”, diz Jorge Rebelo de Almeida, fundador e presidente do Grupo Vila Galé.

O último hotel inaugurado foi o Vila Galé Paulista, em agosto de 2020. Em outubro, a Vila Galé completa 20 anos em território brasileiro. E a próxima abertura já tem data marcada. Será o Vila Galé Alagoas, na praia do Carro Quebrado, em julho de 2022. Um investimento de R$ 150 milhões de reais que irá alavancar o turismo e a economia local gerando 400 empregos diretos. “Vamos celebrar estes importantes marcos com nossos colaboradores. Eles são parte do nosso crescimento e sucesso”, afirma o presidente. “Nossas pessoas são as grandes responsáveis por estes vinte anos e pelos próximos que virão”, completa.

Ao longo das próximas semanas, diversas curiosidades sobre a rede serão anunciadas. A Vila Galé avalia, também, a possibilidade de realizar um evento especial no dia 5 de outubro, data que marcará os exatos 20 anos de presença da marca no País.

Sobre a Vila Galé

A Vila Galé é o segundo maior grupo hoteleiro em Portugal e está no ranking das maiores empresas de hotelaria do mundo. O grupo é composto por diversas sociedades, das quais se destaca, pela sua dimensão e importância, a Vila Galé – Sociedade de Empreendimentos Turísticos, S.A. A rede de hotéis Vila Galé conta atualmente com 37 unidades hoteleiras: 27 em Portugal (Algarve, Beja, Évora, Elvas, Alter do Chão, Oeiras, Cascais, Sintra, Ericeira, Estoril, Lisboa, Coimbra, Serra da Estrela, Porto, Braga, Douro e Madeira) e 10 no Brasil (Rio de Janeiro, Fortaleza, Cumbuco, Salvador, Guarajuba, Pernambuco, Touros, Angra dos Reis e São Paulo), com um total de 8.064 quartos.

Fonte: Wscom Inovação e Credibilidade em 12.07.21

Prática Eventos promove encontro do comitê técnico da Expolog nesta quarta

Prática Eventos promove encontro do comitê técnico da Expolog nesta quarta

A Prática Eventos e seus parceiros realizarão nesta quarta-feira (14), um encontro online do Comitê Técnico para discutir uma série de ações relativas à realização da edição deste ano da “Expolog – Feira Internacional de Logística e do Seminário Internacional de Logística”.

O evento acontecerá a partir das 14h20 e será restrito à equipe que compõe o comitê. Apesar disso, haverá a participação especial do diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Adalberto Tokarski, que falará sobre o Processo para Arrendamentos Portuários Simplificado e seus benefícios para as cargas regionais e Portos Organizados.

“Decidimos trazer sempre um convidado para cada encontro desses, a fim de torná-lo ainda mais enriquecedor. Na ocasião apresentaremos os resultados da pesquisa aplicada para coleta de sugestões para a 16ª edição do evento, que acontecerá de forma online, nos dias 24 e 25 de novembro deste ano”, afirmou Enid Câmara, organizadora da Expolog.

A Feira Internacional de Logística se posiciona entre os mais renomados eventos de logística do Brasil e é uma importante ferramenta para alavancar a economia do Estado, sendo este o porto para quem procura inovação, incremento de seus negócios e novas tecnologias, ficando por dentro de tudo que acontece no setor.

Fonte: Baladain em 12.07.2021

Parente Patrocínio Advocacia é o novo sócio da CBPCE

Parente Patrocínio Advocacia é o novo sócio da CBPCE

No mundo dos negócios não há fronteiras, mas é preciso conhecer bem as peculiaridades de cada país e isso vai muito além dos costumes e oportunidades que eles oferecem.

Dessa forma, o conhecimento da legislação internacional e específica das regiões, a definição da melhor logística frente aos diferentes modais existentes e a elaboração de instrumentos jurídicos capazes de dar suporte aos diversos tipos de relações comerciais entre sócios e investidores, sejam eles estrangeiros ou brasileiros, são apenas alguns dos principais pontos que farão a diferença no momento de escolher um parceiro para orientação jurídica.

Com essa missão nasceu o escritório Parente Patrocínio Advocacia, um escritório inovador, arrojado e com o conhecimento necessário para oferecer a melhor solução para o seu investimento.

O escritório foi fundado por Júlio César Parente Patrocínio, advogado com experiência na área de Direito Internacional, com MBA em Gestão Jurídica Aduaneira e Internacional. Pós-Graduação em Direito Internacional pela UNIFOR (Universidade de Fortaleza) e Pós-Graduando em Direito Societário e Negócios Empresariais. É também membro efetivo de Comissões da OAB-CE, tais como de Direito Internacional, Direito Administrativo e Direito Marítimo, Portuário, Aeroportuário e Aduaneiro.

Parente Patrocínio Advocacia possui o foco em Direito Internacional Privado, em seus diferentes sub-ramos: contratos internacionais, planejamento tributário internacional, arbitragem internacional, organizações societárias internacionais e fluxos internacionais de capitais, bens e serviços.

Contatos
+55 (85) 9 9421.2670
+55 (85) 3393.5571
info@parentepatrocinio.com
Rua Vicente Linhares, Nº 500 – Cj 1510, Aldeota Fortaleza – Ceará (BR)
www.parentepatrocinio.com

Eng. Ricardo Parente é o novo sócio da CBPCE

Eng. Ricardo Parente é o novo sócio da CBPCE

Ricardo Parente é engenheiro civil, pós graduado em gerenciamento de projetos e é profissional Senior atualmente exercendo a função de Gerente Geral de Relações Institucionais, Comunicação e Relações com Comunidades na Companhia Siderúrgica do Pecém – CSP.

Ricardo Parente idealizou, articulou e liderou diversas iniciativas com foco no desenvolvimento do complexo do Pecém, das empresas associadas e do seu entorno.

Ceará e Qair Brasil assinam memorando para usina de hidrogênio de US$ 6,95 bi

Ceará e Qair Brasil assinam memorando para usina de hidrogênio de US$ 6,95 bi

O empreendimento vai gerar 2.000 empregos durante a construção das plantas e 600 empregos diretos quando da plena operação dos projetos

O governador Camilo Santana assinou Memorando de Entendimento entre o Governo do Ceará e a multinacional Qair Brasil para o desenvolvimento de planta de produção de hidrogênio verde com energia elétrica gerada através do Complexo Eólico Marítimo Dragão do Mar e de um parque de energia eólica offshore (dentro do mar). O acordo foi celebrado nesta terça-feira, 6.

O investimento total previsto é de US$ 6,95 bilhões, com geração de 2.000 empregos durante a construção das plantas e 600 empregos diretos quando da plena operação dos projetos.

O presidente da Qair Brasil, Armando Abreu, garantiu que, com o apoio do Governo do Ceará, e das instituições, vai concretizar todos esses investimentos previstos. “Realmente é um momento muitíssimo importante para Qair; é mais um passo na continuação dos investimentos e da estratégia de desenvolvimento da Qair no Brasil, e no Ceará, onde fica nossa sede no Brasil, e vamos continuar aqui e concretizar todos esses investimentos”, informou.

Para Cândido Albuquerque, reitor da UFC, o Ceará será uma referência como produtor de energia limpa no mundo. “Estamos hoje aqui fazendo um contributo, dando uma contribuição de energia limpa para todas as gerações do mundo”, disse.

Fonte: Focus.jor