Indústria de massas e biscoitos deve crescer de 3% a 5% em 2021

Indústria de massas e biscoitos deve crescer de 3% a 5% em 2021

Em 2020, a indústria faturou 40,5 bilhões de reais, alta de 9% no comparativo anual, e as vendas subiram 5,37% para 3,55 milhões de toneladas, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos

A indústria de produtos feitos com farinha de trigo espera crescer de 3% a 5% em faturamento e 2% em volume de vendas em 2020, mesmo com o aumento do preço do cereal.

Em 2020, a indústria faturou 40,5 bilhões de reais, alta de 9% no comparativo anual, e as vendas subiram 5,37% para 3,55 milhões de toneladas, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi).

De acordo com a entidade, a comercialização do primeiro bimestre de 2021 foi prejudicada, sobretudo, pela falta dos recursos do auxílio emergencial.

Além disso, o setor vem sofrendo com a alta do preço do trigo somado à alta do dólar. O trigo negociado em Nova York acumula alta de 30% nos últimos 12 meses, enquanto o dólar subiu 12% ante o real no mesmo período.

A Abimapi diz que o repasse de despesas já foi iniciado neste ano, com reajuste médio de 2% a 3% sobre o portfólio de produtos do setor, mas que o aumento tende a ser gradual, uma vez que não há espaço para uma elevação abrupta de preços.

As estimativas da entidade devem impactar diretamente empresas cearenses como M. Dias Branco, detentora da marca Fortaleza, e J. Macedo, fabricante dos biscoitos Dona Benta. O trigo representa entre 40 e 45% do custo dos produtos da M Dias Branco, líder nacional em massas e biscoitos.

“Diante de um ano atípico, a matéria-prima atingiu valores históricos em plena colheita (de 2020), os produtores de trigo vêm negociando a safra atual com uma margem de lucro muito acima da média histórica, o que retraiu as negociações no mercado da farinha, em um cenário em que os reajustes nas precificações são imprescindíveis”, disse em nota, Claudio Zanão, presidente da Abimapi.

Fonte: Focus.jor

EDP obtém o melhor resultado de sua história pelo terceiro ano consecutivo

EDP obtém o melhor resultado de sua história pelo terceiro ano consecutivo

A EDP, empresa que atua em todos os segmentos do setor elétrico brasileiro, registrou o melhor resultado de sua história pelo terceiro ano seguido. A Companhia alcançou Lucro Líquido de R$ 1,5 bilhão em 2020, um aumento de 12,7% em comparação com 2019.

O EBITDA (lucro antes de taxas, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 3,4 bilhões, uma alta de 16% em relação ao exercício anterior. Considerando-se apenas o quarto trimestre, o lucro líquido foi de R$ 700 milhões, um crescimento de 40,2% em relação ao mesmo intervalo de 2019, e o EBITDA chegou a R$ 1,4 bilhão, uma elevação de 60%.

O desempenho, que marca o fim do mandato de Miguel Setas como CEO da EDP no Brasil e o início de suas atividades como presidente do Conselho da Companhia e membro do Conselho global do Grupo EDP, reflete o sucesso da estratégia adotada em 2020 para mitigar os efeitos econômicos decorrentes da pandemia – o chamado Plano 3R (Reagir, Recuperar e Reformular).

Este trabalho envolveu, numa primeira fase, uma agenda de proteção aos colaboradores, continuidade da operação e ajudas à sociedade; a subsequente adoção de mais de 50 medidas de recuperação de receitas; e, finalmente, a busca por novas oportunidades e alternativas de negócios diante do novo cenário. Em 2020, a Companhia investiu R$ 1,9 bilhão no País, com destaque para o segmento de Distribuição, que recebeu R$ 752 milhões para melhorias e expansão da rede – um aumento de 16,2% frente a 2019.

Foi o terceiro ano consecutivo em que o Capex da Empresa no Brasil superou a marca de R$ 1 bilhão, ou cerca do dobro da média histórica da EDP em anos anteriores.

“É motivo de muito orgulho para nós encerrar este ciclo de sete anos dedicados à presidência da EDP no Brasil com um resultado histórico. E o fazemos após um ano marcante, que exigiu da Companhia enorme capacidade de planejamento, reação e adaptação.

Deixo aqui o meu profundo agradecimento a toda a equipe e parceiros de negócio que contribuíram para que este desempenho fosse possível”, afirma Miguel Setas, presidente do Conselho de Administração da EDP no Brasil.

Crescimento em Transmissão
Apesar das restrições à circulação de pessoas e da suspensão temporária de algumas atividades laborais em 2020, a EDP concluiu as obras do seu Lote 11 de linhas de transmissão de energia, localizado no estado do Maranhão e 203 quilômetros de extensão. Com isso, antecipou em 12 meses o início da operação do empreendimento.

O primeiro trecho, a LT SE Coelho Neto/SE Chapadinha II, já estava em operação comercial desde janeiro, com 19 meses de antecipação em relação ao calendário da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

E a Companhia segue aumentando sua participação no segmento. Na última semana, a EDP comunicou a assinatura de contrato para adquirir no mercado secundário a Mata Grande Transmissora de Energia LTDA, do grupo IG e, por conseguinte, o contrato de concessão do Lote 18, localizado no Maranhão. O investimento é de R$ 88,5 milhões, valor que inclui todos os custos de execução da obra. O projeto já possui licença de instalação e está pronto para construir.

Com esta operação, a EDP Brasil passa a ter sete lotes, totalizando 1.554 quilômetros de linhas de transmissão em seu portfólio.

A EDP já investiu R$ 3,3 bilhões em obras e projetos de Transmissão desde 2016, representando 80% de execução do CAPEX total.

Serão R$ 4,1 bilhões até o final de 2021 para a construção de mais de 1,5 mil quilômetros de linhas e de seis subestações nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Maranhão e Espírito Santo.

Novos negócios
Em 2020, a EDP concluiu nove iniciativas de Soluções em Energia e encerrou o ano com 65,3 MWp de energia solar em seu portfólio – 34,5 MWp em projetos já entregues a clientes como Banco do Brasil, TIM, Claro, e Johnson & Johnson, e 30,8 MWp em projetos em desenvolvimento.

Em dezembro, a Companhia assinou um acordo de investimento na Blue Sol Participações S.A., com o objetivo de adquirir participação de até 40% na empresa, que opera no segmento de geração solar fotovoltaica B2C, com um modelo que inclui soluções completas desde a concepção do projeto, fornecimento de equipamentos, instalação e trâmites documentais para viabilizar a conexão com a concessionária de energia local.

A Blue Sol conta com uma rede de 34 franquias distribuídas por 16 estados. Com a concretização do negócio, a EDP busca obter maior capilaridade de vendas no segmento de energia solar B2C.

A postura pioneira da Companhia – refletida em ações como a parceria com a Embraer na pesquisa do avião elétrico, e a inauguração do primeiro posto de carregamento de veículos elétricos do Brasil – fez com que a EDP fosse reconhecida no ano passado como a empresa mais inovadora do setor com o prêmio Valor Inovação Brasil.

Alavancagem
Por fim, a EDP encerrou o ano com alavancagem consolidada, excluindo os efeitos não caixa, em 2,4 vezes Dívida Líquida/EBITDA, em linha com o ajuste de sua Política de Dividendos e Estrutura de Capital anunciado no último trimestre, que prevê pagamento mínimo de R$ 1,00 por ação e alavancagem entre 2,5 e 3 vezes, com um limite mínimo de 2 de vezes. Além disso, a Companhia propôs o pagamento de R$ 598,6 milhões em Dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio).

Enfrentamento da pandemia
Antes mesmo da confirmação do primeiro caso de Covid-19 no Brasil, a EDP e colocou em marcha um plano de contingência cujas prioridades eram: proteger os colaboradores, assegurar a continuidade da operação e ajudar a sociedade.

Na primeira e na segunda frentes, como presta um serviço essencial, a Empresa implantou o home office para todo o quadro administrativo, mas precisou manter em campo profissionais como eletricistas e leituristas das suas distribuidoras de energia.

Para garantir sua segurança, esses colaboradores foram descentralizados em diversas bases operacionais ao longo da área de concessão, com as demandas sendo enviadas por smartphone e rádio.

Nas usinas de geração de energia, foram adotadas medidas extraordinárias, com o chamado isolamento operacional, em que os times foram divididos e passaram a se revezar entre 15 dias trabalho em confinamento em alojamentos nas usinas ou em pousadas próximas, e 15 dias de descanso em casa.

Na frente de ajudas à sociedade, a EDP destinou mais de R$ 10 milhões à compra de respiradores e EPIs para a rede pública de saúde, à realização de obras elétricas de hospitais de campanha e à doação de 350 toneladas de alimentos e kits de higiene pessoal a comunidades carentes, idosos e povos indígenas por meio do edital EDP Solidária Covid-19, beneficiando mais de 400 mil pessoas em nove estados brasileiros.

Após essa etapa de reação, a EDP iniciou o Plano de Recuperação de Resultados, composto por 57 iniciativas destinadas à neutralização dos efeitos da crise do coronavírus em sua operação. Essas medidas permitiram recuperar um total de R$ 745 milhões.

Agenda ESG
Ao longo de 2020, a EDP intensificou sua agenda de compromissos de ESG. Em junho, tornou-se uma das 13 empresas brasileiras adeptas do pacto Business Ambition for 1,5ºC – Our Only Future, da ONU, pelo qual se comprometeu a garantir que, até 2020, 100% energia que gera sejam provenientes de fontes renováveis, dando sua contribuição para o controle do Aquecimento Global.

A Empresa também foi a primeira do setor de energia na América Latina e de grande porte no Brasil a ter a sua meta de redução de emissões de CO₂ aprovada pela Science Based Targets (SBTi), iniciativa composta por composta pelas entidades internacionais Carbon Disclosure Project (CDP), Pacto Global das Nações Unidas, World Resources Institute (WRI) e World Wildlife Fund (WWF). Miguel Setas, por sua vez, tornou-se porta-voz da Rede Brasil do Pacto Global para o ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis.

Além disso, por meio de seu Programa de Inclusão e Diversidade, a Empresa firmou uma série de compromissos. O Programa de Estágio passou a contar com uma meta de equidade racial, com reserva de 50% das vagas para estudantes negros e a Companhia se comprometeu a garantir que, até 2022, 50% de todas as novas contratações venham de grupos sub-representados no quadro geral de colaboradores, haja 20% de mulheres na liderança, e ao menos 30% de mulheres no quadro geral de colaboradores.

Nesse sentido, a EDP dá um novo e importante passo com a criação de uma vice-presidência de ESG, focada em reforçar a integração das pautas de sustentabilidade, responsabilidade social e governança ao negócio, aumentando sua representatividade nos processos de tomada de decisão.

“A criação desta cadeira sinaliza a relevância que dedicamos a esta agenda e demonstra nosso comprometimento com a construção de uma companhia cada vez mais sustentável”, afirma Miguel Setas.

Sobre a EDP no Brasil
Com mais de 20 anos de atuação, a EDP é uma das maiores empresas privadas do setor elétrico a operar em toda a cadeia de valor.

A Companhia, que tem mais de 10 mil colaboradores diretos e terceirizados, possui seis unidades de geração hidrelétrica e uma termelétrica, além de atuar em Transmissão, Comercialização e Serviços de Energia.

Em Distribuição, atende cerca de 3,5 milhões de clientes em São Paulo e no Espírito Santo, além de ser a principal acionista da Celesc, em Santa Catarina.

Foi eleita em 2020 a empresa mais inovadora do setor elétrico pelo ranking Valor Inovação, do jornal Valor Econômico, e é referência em Governança e Sustentabilidade, estando há 15 anos consecutivos no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3.

Fonte: EDP

APSV: Os desafios da implantação de startups

APSV: Os desafios da implantação de startups

Nos últimos anos o Brasil vem se tornando referência em todo mundo no mercado de startups, mas mesmo assim ainda existem diversos desafios na implantação desse modelo de negócio.

Tudo começa no desafio de transformar uma ideia em produto, entender a burocracia e conhecer os documentos e autorizações que são necessários para a abertura da empresa. Além disso existe a dificuldade para conseguir investidores e crédito no mercado.

Os desafios para a implantação de startup são muitos, mas com organização é possível superar todos eles.

Quer saber como está a segurança jurídica da sua startup? Acesse, de forma gratuita, o nosso CHECK UP jurídico para startups no site do APSV Connect: http://apsvconnect.com.br/

Fonte: APSV

Termaco Logística adota tecnologias para monitorar e rastrear entregas

Termaco Logística adota tecnologias para monitorar e rastrear entregas

Empresa fechou 2020 com crescimento de 10% no faturamento em comparação a 2019 e estima crescer até 15% este ano

Neste mês de março entra em operação uma das tecnologias para monitorar e rastrear entregas adotadas pela Termaco Logística: um Transport Management System (TMS). Além disso, um aplicativo para uso de todos os motoristas em rotas de entregas fortalece a estratégia de ter mais controle e visibilidade em tempo real das operações.

TMS – Segundo a empresa, o TMS trata maior controle das informações e rapidez na execução das atividades, aumentado a qualidade e a produtividade da operação, devido ao seu monitoramento completo. A ferramenta disponibilizará dados como: custos de frete; roteiro de viagem; volume de entregas; rastreamento de cargas; documentos fiscais; performance de motoristas e veículos, além de fazer a gestão dos volumes de ponta a ponta da cadeia com uso de código de barras e coletores em 100% das operações, entre outros.

Aplicativo – Com a ferramenta as entregas e coletas serão roteirizadas, com integração ao sistema de gestão da empresa, otimização da frota e agilidade na operação. Pelo app, os motoristas recebem a rota ideal, com possibilidade de análise do tempo de atendimento e correções de rota em tempo real e fazer a confirmação da entrega de forma imediata. Isso permite que os clientes consigam rastrear as entregas realizadas, além de proporcionar redução de custos e ganho de produtividade dos entregadores.

“Para atender as demandas que o setor exige, as transportadoras têm cada vez mais investido em tecnologia e gestão com o objetivo de alcançar lugar de destaque no mercado e garantir entregas cada vez mais seguras e rápidas”. – André Arruda, diretor geral da Termaco.

Vale destacar que a empresa fechou 2020 com um saldo de 10% na receita em comparação a 2019 e estima crescer entre 12 e 15% em 2021.

Modernização de filiais
Paralelo aos investimentos em tecnologia, em 2021, a Termaco Logística pretende R$ 2,5 milhões na modernização de quatro das suas unidades no Nordeste, ampliando a capacidade para atender os diversos segmentos na área de soluções logísticas. Em fevereiro, a empresa entregou as novas unidades de Maceió (AL) e João Pessoa (PB) e até agosto, a previsão é que as filiais de Teresina (PI) e São Luís (MA) estejam prontas.

“Para atender a demanda que vem crescendo, estruturamos espaços mais modernos alinhados a um layout que nos permita produzir mais e, consequentemente, entregar mais para os nossos clientes.”

Fonte: Revista Mundo Logística

Saiba como a integração de sistemas e a internet das coisas revolucionam o transporte

Saiba como a integração de sistemas e a internet das coisas revolucionam o transporte

Em um certo sentido, a pandemia permitiu vislumbrar o futuro. Com a aceleração do comércio eletrônico durante o confinamento, cenários que pareciam distantes já estão batendo à porta. A mudança de escala da demanda online detonou uma reação em cadeia, pressionando transporte e logística por mais eficiência.

As soluções que vêm despontando são fortemente baseadas em convergência tecnológica. Trata-se de uma realidade com uso extensivo de dados, alto grau de conectividade entre dispositivos e emprego de mão de obra robótica.

“A covid-19 tornou irreversível a revolução digital também dos transportes. Apostaria que novas tecnologias digitais avançarão mais rápido do que a entrada de novos equipamentos. As novas tecnologias já melhoram os produtos, os serviços existentes e a tomada de decisão.

Elas otimizam processos e promovem a criação de novos negócios, que exigirão mais e diferentes postos de trabalho”, aponta o economista e professor José Roberto Afonso, sócio-fundador da consultoria Finance.

“Por exemplo, as tecnologias embarcadas já contemplam, inclusive, o uso de técnicas de inteligência artificial para lidar com grandes conjuntos de dados e obter previsões com mais assertividade.

Entre outras coisas, é possível saber qual o melhor motorista do dia ou qual o motorista que está próximo de cometer um acidente”, ilustra o especialista.

Sobre a velocidade em que as mudanças estão ocorrendo, Afonso faz um alerta às empresas: “Não se iludam de que haveria o momento certo para pensar o assunto no futuro. A decisão certa é mergulhar na questão desde já”.

Embora as ferramentas disponíveis aqui e agora já sejam muito sofisticadas, há a percepção de que a entrada em funcionamento da rede 5G elevará ainda mais as possibilidades de inovação nos próximos anos.

“Superada de vez a questão da pandemia, o setor transportador terá pela frente o desafio de implementar a inteligência de dados em todos os níveis da operação. Cada vez mais, veículos e sistemas estarão integrados, o que trará maior agilidade e oportunidades de negócio. Manter-se na vanguarda é de suma importância”, comenta o presidente do Sistema CNT, Vander Costa.

TECNOLOGIA EMBARCADA DE PONTA
Para aqueles que sonham com veículos autônomos circulando em rodovias, há notícias promissoras. Em março do ano passado, a startup Locomation anunciou um programa-piloto com a Wilson Logistics.

Em setembro, finalmente, os resultados foram revelados. A empresa norte-americana decidiu equipar 1.120 caminhões de sua frota com uma tecnologia que os torna autônomos de nível 4. Em breve, eles estarão rodando na Costa Oeste do país, pela Pacific Nothwest, partindo de Portland.

Batizada de ARC (autonomous relay convoy), a operação é engenhosa. Os caminhões circulam em duplas. O veículo líder, que vai à frente, conta com um motorista e um copiloto, que se revezam ao volante. Isso ajuda a atender à legislação dos EUA, que permite um máximo de 11 horas de serviço, intercalado por, no mínimo, dez horas de descanso.

Já o caminhão-satélite, que faz o acompanhamento a uma distância de sete metros, não tem motorista. Isso é possível graças à plena coordenação entre os equipamentos, munidos de sensores. Darrel Wilson, CEO da empresa, garante que a dinâmica reduz em 8% o gasto com combustível e que os motoristas ganham qualidade de vida.

A popularização dessa tecnologia, porém, ainda deve demorar. Os especialistas apontam, como entraves, a necessidade de uma regulamentação específica para esses veículos e a instalação de uma rede 5G que garanta um fluxo robusto de dados.

O fato é já existem soluções capazes de entregar o que esperamos do futuro, garante Daniel Schnaider, CEO da Pointer by Powerfleet Brasil, empresa especializada em IoT de frotas.

Mais especificamente, eles atuam em quatro frentes: redução de custos; prevenção de acidentes; segurança contra roubo de cargas; e monitoramento da qualidade do produto transportado. Seus clientes são de grande porte, a exemplo da Ambev, Claro, BRF e JSL.

“Não é o veículo autônomo, mas a gente brinca dizendo que é o semiautônomo”, afirma o CEO, referindo à frota equipada com o DFT (drive feedback device).

Grosso modo, trata-se de telemetria interativa e responsiva, com algoritmos constantemente aperfeiçoados pelo envio de dados e que fala diretamente com o motorista.

“Em média, uma frota nossa gasta 26% a menos de combustível. Temos 16% a menos de custo de manutenção. Conseguimos uma melhora mínima de 400% na qualidade de direção”, detalha.

A inteligência, explicita o CEO, não está apenas em cruzar distâncias e fazer entregas de A até B. Há mais sutilezas. “A inteligência artificial pega os dados do veículo e pode inferir sobre o futuro: tem 70% de chances de quebrar nas próximas duas semanas. Então, nós já corrigimos e o colocamos na estrada”, exemplifica.

Isso permite tomadas de decisão do tipo: comprar veículos com suspensão mais robusta, ainda que sejam mais caros, pois isso compensará no longo prazo. “A conta não é só de tempo e combustível. Se você transporta ovos, precisa saber quantos chegarão quebrados do outro lado. Então, utiliza o dado da telemetria relativo ao nível de trepidação da rota”, conclui.

Fonte: CNT

Mega Imóveis é a mais nova sócia CBPCE

Mega Imóveis é a mais nova sócia CBPCE

Desde 1991, A Mega Imóveis atua no mercado imobiliário cearense. Hoje a sua credibilidade reconhecida em todo o território nacional, por executar com eficiência e transparência a prestação de serviços de intermediação no segmento de imóveis, requisitada por clientes diversos interessados no atendimento personalizado e de credibilidade, tendo como foco a administração, compra e venda de casas, apartamentos, terrenos, salas comerciais, lojas, flats, sítios e demais bens do gênero.

A empresa faz uso dos mais modernos e acessíveis meios de divulgação dos imóveis de sua carteira, disponíveis, tanto para aluguéis como para vendas, através dos jornais de grande circulação local, internet, placas confeccionadas com o melhor padrão de qualidade, colocadas de forma imediata quando do ingresso dos imóveis nos seus setores competentes, e dispõe de acompanhamento jurídico qualificado para a obtenção de visto permanente, abertura de empresa e toda atividade necessária ao suporte do investidor estrangeiro.

“A Mega Imóveis, motivada pelo desejo incessante de estreitar suas relações socioeconômicas entre empreendedores cearenses e estrangeiros, especialmente portugueses e de países de língua portuguesa, associa-se a Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), e agora integra com satisfação a maior rede brasileira de negócios em língua portuguesa. Estando disposta a contribuir para o fortalecimento do relacionamento empresarial da CBPCe.” Em um futuro próximo deseja instalar-se fisicamente na cidade de Lisboa.

Contatos:
MEGA IMÓVEIS
85 3055-1111 – Mega Aldeota
85 98613-1111 – Whatsapp
www.megaimoveis.com

Qair Brasil investe R$ 750 milhões em complexo eólico no RN

Qair Brasil investe R$ 750 milhões em complexo eólico no RN

Empresa concretou a primeira base do empreendimento na semana passada e prevê comissionar os aerogeradores no segundo semestre deste ano

A Qair Brasil, subsidiária do grupo Qair International, está investindo cerca de R$ 750 milhões na implantação do complexo eólico Afonso Bezerra, no Rio Grande do Norte. Na última sexta-feira (26/02), foi realizada a concretagem da primeira base, formada por cerca de 58 toneladas de aço, que darão suporte a aerogeradores de 125 metros de altura, com 150 metros de diâmetro.

Localizado nos municípios de Afonso Bezerra e Macau, o complexo eólico será formado por 38 aerogeradores modelo V150, da fabricante dinamarquesa Vestas, sendo distribuídos em seis parques eólicos com capacidade total instalada de 159,6 MW. A energia que será produzida no empreendimento está contratada no mercado livre, informou ao EnergiaHoje a Qair Brasil.
Do início das escavações até a conclusão da concretagem de uma base são aproximadamente 15 dias de trabalho, envolvendo cerca de 60 trabalhadores, de acordo com a Qair Brasil.

As próximas etapas da obra incluem a montagem das demais torres; a energização da subestação do complexo e o comissionamento dos aerogeradores, previsto para o segundo semestre de 2021.

Atuando no Brasil desde o início de 2018, a companhia operava inicialmente com o nome de Quadran Brasil. A empresa possui sede administrativa em Fortaleza (CE) e desenvolve projetos em diferentes estados da região Nordeste.

Fonte: Editora Brasil Energia

APSV celebra parceria com o Praia, programa de coaceleração de startups

APSV celebra parceria com o Praia, programa de coaceleração de startups

O PRAIA é um programa de coaceleração de startups que visa apoiar boas ideias e ajudá-las a superar os principais desafios, crescer de forma acelerada e ganhar escala, oferecendo uma rede de mentores, conexões com o mercado e potenciais investidores.

Em 2020, a APSV formou a parceria, prestando assessoria para que 3 startups fossem aceleradas com segurança jurídica!

E a colaboração continua este ano. As inscrições já estão abertas e a seleção 2021.1 vai começar.

Se você tem um projeto com a capacidade de impactar o ecossistema local, acesse o site www.vemserpraia.com.br, saiba mais e se inscreva!

Fonte: APSV

Eu e o meu terninho roxo: endureci, adoeci e renasci: Por Adriana do Carmo, sócia e diretora da CBPCE

Eu e o meu terninho roxo: endureci, adoeci e renasci: Por Adriana do Carmo, sócia e diretora da CBPCE

Ontem partilhei um pouco da minha vida profissional numa live do projeto Partilha Flow, da Flow Desenvolvimento Integral, quando falei do quanto endureci e adoeci vestida no meu terninho roxo, para anos depois renascer.

Cada vez mais nós mulheres ocupamos espaços no mercado de trabalho e na sociedade, assumindo cargos de liderança nas empresas, em instituições públicas, na política, empreendendo e trilhando carreiras brilhantes. Sem dúvida, tudo isso é motivo de alegria e muito orgulho.

Porém, quando estamos no mundo corporativo, tão particularmente competitivo, nos deparamos com os mais variados desafios e, muitas vezes, acabamos endurecendo, criando formas rígidas para nos impor, para demonstrar competência e alcançar os resultados desejados. Claro que isso não é regra, mas acontece e aconteceu comigo, vestida rigidamente no meu terninho roxo, minha elegante armadura para me defender de mim mesma.

No meu caso, esse endurecimento chegou disfarçado de extrema responsabilidade assumida inicialmente pelo cargo executivo e depois pela sociedade na minha primeira empresa, pelo compromisso com os números que deveria entregar, pela competência, pela agenda lotada de reuniões, viagens, conferências, tarefas das mais diversas ordens, decisões urgentes, importantes e impactantes, perfeccionismo, centralização. O alto grau de exigência me impôs uma “doce” obrigação de controlar, de entender dos detalhes, de revisar tudo antes de liberar, me levando a uma jornada exaustiva, angustiante e ilusória de perfeição.

E para dar conta de tanta carga, a correria e agitação se instalaram, o “modo piloto automático” foi acionado com o seu radar hipervigilante, levando para o final da fila de prioridades o meu autocuidado e desequilibrando vida pessoal e profissional. Ah, o endurecimento tem 1001 faces que se disfarçam aproveitando-se das armadilhas de uma mente alerta, porém, sem atenção.

Devagarinho passei a olhar muito mais para o futuro (e se acontecer isso…), criando (pre)ocupações baseadas nos medos escondidos no passado (foi horrível quando aquilo aconteceu…). Comecei a brigar internamente diante de cada situação: “se acontecer isso eu digo aquilo”, “se fizerem isso eu faço aquilo” e por aí ia enchendo a mente com ruminações mirabolantes, fantasiosas, mas repletas de sentido para quem não vivia na Presença, o aqui e agora, único lugar real, concreto e possível de ser vivido.

Sorrateiramente, os valores de aparência, aqueles de fora pra dentro, também começaram a tomar mais e mais espaço e a essência quase se esvaziava pelas mãos, perdida por trás de máscaras e armaduras que acreditava me protegerem da vulnerabilidade que habitava em mim.

O resultado de tudo isso? Desconexão! Estresse, esgotamento, exaustão, adoecimento. A falta de autocuidado me desconectou de mim, dos outros e do mundo. E foi preciso o meu coração acelerar desesperado, pedindo socorro, para eu PAUSAR e num lapso de lucidez escutar o seu apelo.

O meu primeiro ímpeto foi de correr para reparar o prejuízo. Mas, ao invés disso eu pausei. Aprendi a meditar e comecei a praticar yoga. Aprofundei no autoconhecimento, meu grande aliado nessa jornada. Usei a psicologia (minha formação de base) a meu favor e identifiquei os meus padrões de rigidez, de onde vinham e porque eu os reproduzia (aliás, faço isso todos os dias com os padrões que me aparecem). Elenquei as minhas forças, potencialidades, habilidades e gaps. Aprendi a integrar melhor o meu pensar, sentir e agir, usando a mente, o coração e as mãos, além de todo o meu corpo como campo informacional.

Aos poucos fui me reconectando comigo. Com coragem e amorosidade, fui desenvolvendo mentalidades (isso mesmo, no plural), comportamentos e habilidades que foram transformando minhas realidades, internas e externas. Uma verdadeira aprendizagem transformacional!

Mergulhei nesse TAO (caminho) e dei mais um passo, deixando fluir o melhor que há em mim, para fazer fluir o melhor que há no outro.

Hoje, meu trabalho alimenta a minha vida de sentido, pois tenho como propósito facilitar a transformação de pessoas e empresas. Vejo que quanto mais nos conhecemos, seja enquanto indivíduos ou organizações, mais entendemos as nossas necessidades e por quais valores estamos sendo guiados, o que nos ajuda a ampliar a nossa visão de mundo e a entender que é possível ocupar qualquer lugar de poder sem se perder no poder do lugar.

Pense nisso. Sinta isso. Trasforme(se). E (re)nasça!

Texto: Adriana Bezerra do Carmo.

Créditos da ilustração Leon Silva. Instagram @reileon

João Marques da Cruz é o novo CEO da EDP no Brasil

João Marques da Cruz é o novo CEO da EDP no Brasil

O executivo João Marques da Cruz, que acumula nove anos de trajetória como membro do Conselho de Administração Executivo da EDP global, com atuação nos segmentos de Distribuição, Transmissão, Comercialização, Energias Renováveis e Mercado Livre, teve seu nome confirmado em reunião do Conselho de Administração da EDP Brasil realizada na sexta-feira (19).

Marques da Cruz assume a Companhia após a nomeação de Miguel Setas como responsável pela plataforma mundial de redes de Transmissão e Distribuição do Grupo. Setas também ficará na presidência do Conselho de Administração da EDP Brasil, que ainda ganhou a participação de Rui Teixeira, Vera Pinto Pereira e Ana Paula Marques, após Assembleia de Acionistas realizada no mesmo dia.

Assim, essa instância administrativa, que já contava com Juliana Rozenbaum, passa a ter 33% de representação feminina, o triplo da média nacional.

Também foi aprovada a criação de uma vice-presidência executiva de ESG, que será ocupada por Fernanda Pires atual codiretora de Pessoas, Digital e Sociedade.

João Marques da Cruz divulgou em uma rede empresarial que pretende dar continuidade da gestão do seu colega Miguel Setas.

“É com muita satisfação que hoje assumo a presidência da EDP no Brasil, uma geografia prioritária na estratégia do grupo EDP. Nesta posição, espero fazer um mandato de continuidade da gestão de Miguel Setas, mas com especial atenção aos investimentos relacionados à transição energética. Temos um grande potencial a explorar, principalmente na frente da geração solar distribuída e da chamada utility scale. Quero fazer um agradecimento especial à equipe da EDP Brasil, que tão bem tem me recebido, e com quem tenho a certeza de contar nesta nova etapa. Espero agregar conhecimentos para seguirmos alcançando resultados exitosos e cumprindo com o propósito de fazer da EDP uma empresa líder na transição energética no País.”

Por sua vez, Miguel Setas também comentou sobre seus 13 anos na direção e destacou que no seu período o valor de mercado da companhia quadruplicou.

“Tenho muita gratidão ao Brasil e à equipe da EDP Brasil. Juntos, ao longo desses 13 anos no País, sendo 7 de presidência executiva, ajudamos a construir uma Empresa cada vez mais respeitada no setor, destaque em inovação, sustentabilidade, governança corporativa, responsabilidade social e competência técnica. Entramos nos segmentos de Transmissão e Geração Distribuída. Ingressamos em Santa Catarina com a Celesc, no Mato Grosso, no Pará, no Amapá, no Maranhão, em Minas Gerais e Rio Grande do Sul, com hidrelétricas e empreendimentos de transmissão. A EDP Brasil cresceu e vale hoje quatro vezes mais do que quando abriu seu capital na Bolsa (2005), tendo dobrado seu valor de mercado entre 2016 e 2020 [de R$ 5,7 bilhões para R$ 12 bilhões]. Não tenho dúvida que seu futuro será de grande sucesso. Muito obrigado!”

Miguel Setas será agora responsável pela plataforma global de redes (Distribuição e Transmissão), com operações em Portugal, Espanha, no Brasil e em Macau, além da presidência do Conselho da subsidiária brasileira.

Fonte: Mundo Lusíada