Movimentação de cargas no Pecém cresceu 15% em janeiro
Movimentação de cargas no Pecém cresceu 15% em janeiro
Nos desembarques de cabotagem, os principais produtos movimentados foram minérios, cereais, ferro fundido e alumínio
O Terminal Portuário do Pecém acumulou bons números no mês de janeiro. Isso porque foi registrado 15% de crescimento na movimentação de cargas em janeiro (1.367393t) desse ano em comparação a janeiro (1.193,641t) de 2020.
Destaque para os desembarques que cresceram 30%, de 784.316t em jan/2020 para 1.016,352t em jan/2021.
Nos desembarques de cabotagem, os principais produtos movimentados foram minérios, cereais, ferro fundido e alumínio.
Já nos desembarques de longo curso, combustíveis minerais, ferro fundido e adubos foram os principais produtos desembarcados procedentes de outros portos do mundo. Ou seja, mais cargas chegaram ao Ceará, ao Brasil em janeiro de 2021 através dos píeres do Porto do Pecém.
Fonte: Focus
Sem oferta de voos internacionais por quase cinco meses devido às restrições para conter a pandemia, exportadores apostam no transporte marítimo entre portos brasileiros para escoar produção por voos em outros estados




Sem oferta de voos internacionais por quase cinco meses devido às restrições para conter a pandemia, exportadores apostam no transporte marítimo entre portos brasileiros para escoar produção por voos em outros estados
O Ceará de destaca com a estrutura moderna do Porto do Pecém, um enorme parque industrial e uma Zona de Processamento e Exportação
Neste contexto, encontra-se o Ceará e, em destaque, o Porto do Pecém com vinte anos de história e com uma estrutura moderna, um enorme parque industrial e uma Zona de Processamento e Exportação em funcionamento. Trata-se de uma infraestrutura conectada ao mundo com parcerias na China, Coreia, EUA e Europa, caracterizando um Hub Portuário de potencial enorme para o recebimento e distribuição, com a PL 4199/2020, de produtos no Brasil.
Com o programa, o governo quer ampliar em 40% a capacidade da frota marítima dedicada à cabotagem nos próximos três anos, excluindo as embarcações dedicadas ao transporte de petróleo e derivados