Cearense M.Dias Branco registra receita líquida de 22,2% e bate recorde de R$ 1,8 bilhão
Cearense M.Dias Branco registra receita líquida de 22,2% e bate recorde de R$ 1,8 bilhão
Já o Ebitda atingiu R$ 225,6 milhões no segundo trimestre de 2020, com crescimento de 23,5% e aumento de margem. Empresa divulgou hoje, 7, os resultados financeiros do segundo semestre de 2020
A cearense M.Dias Branco registrou lucro líquido de 51,5% no segundo trimestre de 2020 em comparação ao mesmo período do ano passado. O montante saltou de R$ 100 milhões para R$ 152,4 milhões, conforme números apresentados hoje, 7, pela companhia.
A receita líquida saltou 22,2%, totalizando recorde de R$ 1,8 bilhão. “A continuidade do crescimento acelerado deve-se, sobretudo, à força de nossas 19 marcas, ao aprimoramento constante de nossa operação, à execução disciplinada e focada em resultados e ao conjunto de iniciativas que implantamos ao longo de 2019”, destaca a empresa em seu balanço.
Já o Ebitda atingiu R$ 225,6 milhões no segundo trimestre de 2020, com crescimento de 23,5% e aumento de margem. “O aumento da margem Ebitda deu-se pelo rígido controle das despesas e pela maior diluição dos custos fixos, compensando o aumento dos custos dos insumos cotados em dólar”, pontuou a empresa.
Outra boa notícia foi o aumento das vendas, que aumentou de R$ 450,4 milhões para R$ 536,1 milhões. O crescimento total registrado girou em 19%.
As vendas de massas também cresceram 37,4%, assim como a comercialização de biscoitos (44%). Destaque para o aumento dos volumes de Água e Sal/Cream Cracker e Maria/Maizena, que apresentaram crescimento de dois dígitos. Em relação às regiões, com exceção do Norte, todas apresentaram bons desempenhos com crescimento de volume de dois dígitos, com destaque para o Sudeste e Nordeste”, explica a companhia.
O relatório completo pode ser lido aqui: https://bit.ly/3knOXPs
Fonte: Focus em 07/08/2020





Autor de “O Tao da Física” relaciona desigualdade social, economia predatória e devastação ambiental ao surgimento do novo coronavírus
Entre os dias 23 de outubro e 1 de novembro, os supermercados e lojas do Brasil vão dedicar suas atenções aos vinhos de Portugal. Com a pandemia do novo coronavírus, as pessoas estão consumindo vinhos em casa e o varejo despontou como o principal local de compra dos apreciadores para abastecerem suas adegas.
Com o programa, o governo quer ampliar em 40% a capacidade da frota marítima dedicada à cabotagem nos próximos três anos, excluindo as embarcações dedicadas ao transporte de petróleo e derivados
O Complexo Industrial e Portuário do Pecém é um projeto que representa o melhor dos planos públicos estaduais de longo prazo dos últimos 30 anos, iniciado nos governos Fernando Henrique e Tasso e aprimorado nos governos federais e estaduais posteriores.
O Ceará tem investido nas últimas décadas para garantir uma posição de destaque no processo de desenvolvimento econômico regional e nacional. Diferenciais como a localização estratégica, educação pública, equilíbrio fiscal, os investimentos em infraestrutura, e as recentes conquistas dos hubs (portuário, aéreo e tecnológico) têm ajudado a desenvolver o estado, através da abertura de novos negócios e da geração de mais empregos.
A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) realizou ontem (4/8) reunião virtual de diretoria. O presidente Ricardo Cavalcante compartilhou com a diretoria, presidentes de sindicatos, empresários e gestores do Sistema FIEC as últimas reuniões, assuntos abordados e realizações da FIEC, SESI, SENAI e IEL.
Na ocasião também foi realizada a primeira operação simultânea de dois berços; o feito representa elevação de 300m na capacidade operacional do terminal.
Conforme Aneel e Absolar, o Estado figura em 1° lugar em geração distribuída e tem destaque em geração centralizada; 58 novas usinas devem operar nos próximos anos

Outras 58 usinas estão previstas, de acordo com a Aneel, com construção ainda não iniciada. Entre elas estão projetos do grupo canadense Brookfield Energia Renovável. O negócio envolve parques pré-operacionais em Limoeiro do Norte, na região jaguaribana, que pertenciam ao grupo de engenharia e construção Steelcons. Os ativos envolvidos fazem parte do complexo Alex, que também tem unidades em Tabuleiro do Norte. Por contrato, as usinas precisam começar a produzir energia em janeiro de 2022. É o primeiro investimento da companhia nessa fonte de geração no Brasil, segundo nota enviada à agência Reuters em janeiro deste ano.
As resoluções, de acordo com o titular da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), Carlos Alberto Mendes, estabeleceram procedimentos que deixaram mais claros os processos de licenciamento e ampliaram a segurança jurídica de empreendimentos. “Foram muitos e importantes, para a atração de investimentos no segmento das energias renováveis, os avanços da legislação. Hoje, nós temos uma legislação onde é definido o prazo de emissão das licenças, que pode ser de 45 dias, ou até de 60 dias”, explicou.
Fortaleza atingiu a nota máxima do Índice de Qualidade do Meio Ambiente (IQM) em 2020. A medição é feita pelo Governo do Estado.