É tempo de renovar: Por Regina Lopes , Sócia CBPCE

É tempo de renovar: Por Regina Lopes , Sócia CBPCE

Dezembro se apresenta com a esperança de uma frente energética muito positiva, uma configuração que trás uma fase mais fortalecida para enfrentar os desafios. Se pararmos para observar, dezembro fecha nove meses do início da COVID no Brasil, ou seja, estamos prestes a completar uma gestação para renascer numa era de mais amor e compreensão.

Para receber esta energética, com pico dia 21 de dezembro, precisamos soltar as dores, dramas e traumas dando um bom lugar em nossos corações, ou seja, compreender que as adversidades que vivemos foram grandes oportunidades de crescimento. Somente assim estaremos abrindo espaço ao novo, ao leve, ao fluxo contínuo e constante que já conseguimos sustentar.

Qual a chave para acessar esta nova consciência?
Em primeiro lugar organize sua casa física e mental, libere tudo o que já não tem mais utilidade;
Observe seus pensamentos, sentimentos e sensações físicas, pois ajuda muito a estar no presente, sem julgar, criticar, deprimir ou ansiar. “Quanto mais me ponho no aqui e agora, mais acesso minha fonte divina e me percebo enquanto ser espiritual vivendo uma experiência física”;

Orar, meditar e vigiar são três práticas fundamentais para nos manter conectados com as boas vibrações e fortalecidos para sustentar os desafios que podem surgir. Lembre-se que, quanto mais luz entra, mais enxergamos as “sujeiras” escondidas, então não esmoreça, mantenha-se firme e positivo;

O convite é “espiritualizar-se” olhando para sua essência divina e escolhendo seguir um caminho saudável e longevo para um envelhecimento com mais qualidade de vida. Experiencie esta nova fase de mais amor, vibre no positivo e atravesse este portal para um local mais fluídico, leve e abençoado.

Aceite o que se apresenta, entregue-se à fé, confie no porvir e agradeça ter escolhido estar aqui neste momento tão importante da Mãe Terra. Abra-se à cura e repita diariamente: “Mestre Jesus seja feita a vossa vontade”!
Bem-vinda Nova Era.

Autora: Msa. Regina Antunes Lopes
Gerontologia, Instrutora de Meditação e Terapeuta Holística/Espiritual
Projeto: EnvelheSER com qualidade de vida – viva mais e melhor

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Maria Ricarte Urbano, sócia da CBPCE participa de Talk Mulher Live

Maria Ricarte Urbano, sócia da CBPCE participa de Talk Mulher Live

Toda transformação exterior começa por uma transformação interior, ou seja, por um desejo profundo de mudança e evolução.
A palavra-chave para quem está desejando passar por uma transformação de grande dimensão é automotivação.

Aqui vamos conversar sobre transformação de vida real, e com uma Mulher muito forte, guerreira e muito mais muito querida por todos a que a rodeiam.

Ela nasceu no Sítio Agreste do Distrito de Carnaúba, município de Mombaça e veio colorir e encher de amor a nossa Capital.

RICARTE URBANO – Empresária/Contadora da Ricarte Urbano Serviços Contábeis. Profissional com vastos conhecimentos nas áreas: contábil, tributária, trabalhista e financeira de grandes empresas nacionais e multinacionais. Experiência na implantação de políticas e rotinas internas, além de sistema operacional integrado.

Inscreva-se em http://mundomulher.net.br/

Sócio da CBPCE, José Maria Zanocchi, será moderador do Colóquio Internacional: “Reforma Tributária Verde”

Sócio da CBPCE, José Maria Zanocchi, será moderador do Colóquio Internacional: “Reforma Tributária Verde”

No próximo dia 26/10, o advogado José Maria Zanocchi, do MZG Advogados, será moderador do Colóquio Internacional: “Reforma Tributária Verde”, com renomados tributaristas do Brasil, Espanha e Peru.

O objetivo do evento é discutir a inserção de instrumentos tributários na consecução de políticas ambientais e a necessidade da sua inclusão nos atuais processos de reforma tributária pelo mundo.

O evento é organizado pelo Grupo de Estudos de Tributação Ambiental da UFC, em conjunto com a Academia Internacional de Derecho Tributario – AIDET y Academia de Direitos Humanos.

Para participar basta acessar o link

Etermar Engenharia, sócia da CBPCE, passa para a fase final da expansão de Porto na Grécia

Etermar Engenharia, sócia da CBPCE, passa para a fase final da expansão de Porto na Grécia

O consórcio entre Etermar, o grego AVAX GROUP e o BESIX belga, passou para a fase final para a expansão do Porto de Tessalônica na Grécia.

De acordo com o comunicado de imprensa da Autoridade Portuária de Thessaloniki S.A. – ThPA S.A, os seis grupos de construtoras finalistas, apresentarão ofertas financeiras e técnicas vinculantes nesta etapa final.

Este projeto permitirá que o Porto de Tessalônica se beneficie mais de sua vantagem comparativa, como o principal porta de entrada para os Balcãs e sudeste da Europa e se torne um centro de transporte combinado para a região mais ampla.

Fonte: Linkedin Etermar 14/09/2020

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Setor de Turismo cria estratégias de adaptação para captar turistas cearenses

Setor de Turismo cria estratégias de adaptação para captar turistas cearenses

Novos conceitos e usos para os hotéis garantem permanência no mercado. Foco agora é atrair o turista que se desloca via terrestre, tanto o visitante cearense como o de estados vizinhos. Enquanto isso, empreendimentos usam espaços para lives

O setor de turismo foi um dos mais afetados pela pandemia. Embora os hotéis não tenham sido impedidos de funcionar, a ausência de viagens de lazer, de realização de eventos e do turismo de negócios impactou diretamente no segmento. De 50 estabelecimentos associados ao Fortaleza Convention & Visitors Bureau, apenas quatro não fecharam entre março e início de junho. Em paralelo, quem reabriu gradualmente criou estratégias de biossegurança, de adaptação a um mercado retraído e de manutenção dos negócios. Entre as soluções estão hospedar profissionais de saúde a criar espaços para gravação de lives nas redes sociais e eventos virtuais.

Segundo a presidente do Fortaleza Convention & Visitors Bureau (CVB Visite Ceará), Ivana Bezerra, vários fatores agravaram a crise no setor, em função da questão sanitária. Isso porque, de imediato, não havia alternativa para hotéis e pousadas funcionarem. Além disso, o setor atua com vendas por antecedência. Como não havia perspectiva de quando a situação se normalizaria ou chegaria perto disso, não havia como fazer reservas. “Foi muito complicado. A hotelaria realmente fechou por causa da falta de hóspede, não por apresentar algum tipo de insegurança”, informa.

O início da pandemia coincidiu com a baixa temporada no turismo de lazer, período em que acontecem feiras e congressos. Mas, com a paralisação dos eventos, o efeito negativo foi generalizado. “O turismo de negócios parou totalmente, é o que sustenta a gente na baixa temporada. O lazer é só uma parte do negócio. Um evento impacta 52 setores da economia, como montadores, decoradores, buffets, receptivo, bar, restaurante”, informa a presidente.

De acordo com ela entre os hotéis que não fecharam está o Meridional, no Centro. O equipamento fechou convênio com a Prefeitura de Fortaleza para receber profissionais de saúde. Um outro, na Praia do Futuro, manteve o trabalho interno por questão de segurança. Outros se mantiveram funcionando porque abrigam flats e alugueis de longa permanência. Uma das saídas encontradas no Sonata de Iracema, localizado na Avenida Beira-Mar, foi reforçar serviços para o hóspede cearense, criar novos produtos e revitalizar o ambiente para a reabertura.

Com o “Saia da Rotina”, que já existia antes da pandemia, é possível fazer check in às 8 horas do sábado e check out, às 18 horas do domingo. Normalmente, isso daria uma diária e meia. Mas, devido ao movimento, está sendo cobrada apenas uma diária e com tarifa reduzida. “O Sonata é essencialmente corporativo. Já fazíamos o Saia da Rotina há muito tempo, mas, como os eventos não estão acontecendo, estamos reforçando esse serviço”, afirma Ivana Bezerra, proprietária do hotel.

Outra alternativa para o hotel que tem 8 salas de eventos foi criar um estúdio para as pessoas fazerem lives. “Os próprios clientes estão alugando para fazer essa comunicação virtual. E preciso sair da mesmice e buscar soluções, já que as pessoas estão viajando muito pouco ainda. Tem gente que quer sair de casa, mas prefere ainda não viajar”, diz, acrescentando que esse hóspede é de Fortaleza, de cidades do interior do estado, especialmente da região do Cariri, e de estados vizinhos.

No período de paralisação das atividades, o hotel foi reformado e agregou novo conceito. “Tudo na decoração é do Ceará. Quadros, adornos, peças decorativas”, informa Ivana Bezerra, acrescentando que as compras foram feitas diretamente com os artesãos. O hotel também disponibiliza informações sobre o artista, material utilizado e contato. “A gente tirou tudo que não era de identidade. Agora é tudo de palha, barro, coco verde. Acho que isso nasceu de um processo de sensibilidade maior que estamos passando. O sentimento pelo simples está mais aflorado, estamos tendo uma outra percepção do espaço, do que é importante”, justifica.

Sobre o retorno do turismo de lazer e de negócios, a presidente do CVB pondera que é uma interrogação, mas projeta que as viagens em lazer serão retomadas primeiro do que os eventos, congressos e feiras. Isso porque são permitidas 1.000 pessoas em um evento somente na quarta etapa do processo de reabertura do setor. Por enquanto, apenas 100 no máximo são permitidas. “Nosso maior concorrente é o Zoom. As reuniões virtuais são mais baratas, funcionam em certa medida. A não ser algumas situações que precisam do presencial. Esse segmento de negócios movimenta muito a nossa demais a nossa economia. Quem vem para um congresso vai também a restaurantes, shoppings, supermercados, bares”, aponta.

Ivana Bezerra acredita que a movimentação em locais turísticos no feriado de 7 de setembro revela um panorama de como deve ser a retomada para o setor. Embora em Fortaleza a ocupação tenha sido de 30% em média, no litoral variou de 70% a 80%, sendo que a maioria era visitante cearense. Em relação à segurança sanitária, a presidente do Visite Ceará informa que só nessa semana o protocolo para o setor foi divulgado. Antes disso, empresários e empreendedores do setor se espelharam em protocolos internacionais já aplicados em cidades turísticas.

“A partir do momento em que começa a fazer, é fácil continuar. Mas deixar o apartamento isolado 24 horas depois do check out é inviável. Isso tira pelo menos 40% da minha oferta. Além disso, a limpeza é feita com todo rigor, mais do que era antes, com tudo que é recomendado. Também não entendemos por que não podemos ter buffet, se os restaurantes podem ter o serviço self service”, diz. Sobre os questionamentos, Visite Ceará, Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) no Ceará e o Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas (Sindepat) articulam posicionamento formal sobre essas e outras questões referentes ao protocolo para o setor.

Retomada das atividades proporciona aumento da contratação de pessoal

Compra de passagem, hospedagem, seguro de viagem, locação de veículos. Aos poucos esses serviços voltam a ser rotina nas empresas. Para atender à demanda, quem atua no setor está voltando a se reestruturar após meses com lojas fechadas. Mesmo com voos e viagens ainda em processo gradual de retomada, é possível perceber melhora no faturamento e na perspectiva do fim do ano e início de 2021.

Especializada em contas corporativas, a A3 Turismo viu o faturamento cair 90% entre março e abril. Foi necessário aderir ao programa federal de suspensão da folha de pagamento para se manter. Com duas unidades localizadas em Fortaleza, o sócio Alberto Moura conta que só foi possível manter as duas porque uma é própria. Além disso, contratos de licenças de software foram suspensos, já que não estavam sendo realizadas operações com os serviços.

“Por incrível que pareça, com esse cenário todo, a empresa não ficou completamente parada. Se não tinha passagem, tinha carro para alugar. Se não tinha passagem área, tinha carro”, pondera. Agora, com as lojas reabertas e as 20 pessoas da equipe voltando ao trabalho presencial, até contratações a empresa já está fazendo. “Contratamos mais quatro funcionários. Desde junho o movimento está aquecendo”, comemora.

Nos primeiros meses de pandemia, o home office foi fundamental para manter contato com clientes. Abril, para Alberto Moura, foi o mês mais crítico. Hoje, segundo ele, a empresa atua com 40% do faturamento anterior à pandemia. “A adaptação do home office não é tão complicada. Tanto que entre as contratações vamos chamar pessoas para ficarem trabalhando em casa. Nossa atividade é muito centrada ou apoiada na tecnologia, não precisa tanto do atendimento presencial. Há pessoas que querem trabalhar assim, pois moram longe, gastam muito com combustível, não perdem tempo de deslocamento. Só precisa de um computador e do software”, reforça.

Para o turismólogo, a ausência de uma vacina ainda continuará impactando nas escolhas de viagens. “As pessoas não querem ir para o exterior. Adoecer em uma viagem, precisar de hospital, isso ainda gera receio. As pessoas não sentem segurança. Ainda tem o câmbio de R$ 5,00, que é alto”, analisa. No caso do turismo corporativo, Moura informa que já há funcionários viajando a trabalho. Ele afirma que, na A3, antes da pandemia 75% do faturamento eram viagens corporativas e 25%, de lazer. Atualmente a estimativa é que a conta seja 95% negócios e apenas 5% lazer. “Não parou total porque ainda vende Jeri, Cumbuco, resorts. Mas cruzeiros e intercâmbio cultural foram a zero. Viagem internacional só a trabalho mesmo”, considera.

Entre as contratações que estão sendo feitas, Alberto Moura destaca para o setor de marketing digital. “A gente está bastante otimista, porque estamos nos preparando. Vamos reforçar a participação no mundo digital e nas redes sociais para gerar negócios. Nossa perspectiva é que a retomada vai ser muito boa, mas a partir de janeiro. Em março acredito que teremos o mesmo faturamento de antes da pandemia”, sinaliza.

Plataforma traz novidade para mercado de eventos

Com as limitações de deslocamento, criar alternativas para realizar eventos em ambiente digital se tornou alternativa de sobrevivência no setor. Com base nisso, após 4 meses pesquisando plataformas digitais no Brasil e em outros países, a Ikone firmou parceria com plataformas brasileiras, canadenses e americanas de funcionalidades para eventos digitais no mundo.

“A plataforma é adaptada ao momento atual e traz soluções inovadoras e personalizadas. Projetamos congressos, feiras e eventos corporativos virtuais ou híbridos. Tudo isso conectando tecnologias e plataformas já maduras e testadas”, adianta Roberta Cavalcante, uma das diretoras do aplicativo Ikone Digital.

A funcionalidade do serviço inclui sincronizar o acesso pelo computador, tablet ou celular e disponibilizar o conteúdo dos eventos na web. A participação não tem limites geográficos e abrange programação ao vivo ou vídeos pré-gravados, apresentação de trabalhos técnico-científicos, sessões de networking, engajamento, rodadas de negócios, feira virtual e gamificação, por exemplo.

Os eventos do calendário de 2020 da Ikone já foram migrados para o digital. Assim, a plataforma promove geração de conteúdo, capacitação, intercâmbio de informações e ambiente para networking e realização de negócios. Segundo a empresária Micheline Camarço, o serviço está “surpreendendo patrocinadores e expositores dos eventos com as possibilidades de interação com o público”. Para ela, “basta ter criatividade e vontade de explorar os recursos”.

Fonte: O Otimista em 14.09.2020

Ricardo Ferreira Valente: A situação de impostos aduaneiros na crise

Ricardo Ferreira Valente: A situação de impostos aduaneiros na crise

A crise desencadeada pela pandemia teve impacto em empresas, inclusive as do setor de comércio exterior que, além de sofrerem com as paralisações das atividades, precisaram lidar com as variações do câmbio, amargando prejuízos exponenciais. Este período de isolamento e contenção tem óbvia repercussão na economia. O aumento dos custos, a queda no faturamento e a proximidade dos prazos para recolhimento de tributos podem representar extinção de trabalhos e até da própria atividade empresarial.

Diante desse atípico cená rio, a exigência do pagamento de tributos vinculado à liberação de mercadorias, como é o caso do despacho aduaneiro de importação, entra em discussão para que as dificuldades financeiras do momento não sejam ainda mais agravadas. Faz-se necessária a adoção de medidas mais efetivas para minimizar os efeitos da crise para o empresariado.

O artigo 145 da Constituição Federal determina que a tributação deve acompanhar a capacidade econômica do contribuinte. Com o estrago nas receitas, da qual é importante dizer que não possui culpa, o importador não dispõe de meios para cumprir com as obrigações tributárias e dar continuidade ao despacho da mercadoria. Neste cenário, qualquer entendimento contrário, iria contra a Carta Magna e ao direito à livre iniciativa.

Diante disso, os desafios continuam mesmo com o governo isentando/reduzindo impostos de importação para mais de 300 produtos essenciais ao combate à pandemia. As quatro primeiras e importantes reduções foram implementadas pelas resoluções Gecex nº 17/2020, nº 22/2020, nº 28/2020 e nº 31/2020. Contudo, para as demais mercadorias permanece a exigência de tributos.

É válido ressaltar que, se por ventura o produto for confiscado por falta de pagamento de tributos, haverá desobediência à Súmula 323 do STF (Supremo Tribunal Federal), que diz ser inadmissível a apreensão de mercadorias como meio coercitivo. Portanto, medida coerente é permitir que os pagamentos possam ser realizados após a comercialização da mercadoria, o que permitirá a continuidade das empresas e dos postos de trabalhos meio ao cenário desolador da pandemia.

Fonte: Jornal O Povo em 07.08.2020

Reforma Tributária: Fernanda Cabral comenta o novo modelo de tributação de bens e serviços

Reforma Tributária: Fernanda Cabral comenta o novo modelo de tributação de bens e serviços

A primeira parte da proposta de reforma tributária, entregue pelo Ministro da Economia Paulo Guedes ao Congresso Nacional em 21.7.2020, trata da unificação de impostos federais (PIS/PASEP e COFINS) na forma do que chamou de CBS – Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços, com uma alíquota única de 12% e base de cálculo a receita bruta das empresas.

Fernanda Cabral, sócia de Cabral e Gaya Advogados, afirma se tratar do início da tão esperada reforma tributária brasileira, com o intuito de unificar impostos e legislações esparsas.

A proposta é que a CBS seja um imposto não-cumulativo, incidindo somente sobre o valor agregado de cada etapa de produção ou comercialização, ao contrário da sistemática atual do PIS/Pasep e da Cofins, por meio da qual a incidência é sobre receita e faturamento, e na maioria dos casos, são cumulativos (incidem sobre o valor total em todas as etapas).

O problema é que a proposta veio fracionada, segundo a sócia especialista na área. A segunda parte da proposta da reforma, ainda não apresentada, discutiria a desoneração da folha de salários com a criação de um novo tributo sobre transações financeiras, além de possíveis mudanças no IR – Imposto de Renda, no IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados, e na tributação de dividendos.

Fernanda Cabral afirma ainda que a reforma tributária “fatiada” não resolve os entraves atuais por completo, podendo significar um aumento da carga tributária, principalmente para os prestadores de serviços, já que neste setor não há muito aproveitamento de crédito, pois seus maiores gastos são com mão de obra e não com insumos.

Em uma análise inicial, a sócia de Cabral e Gaya pondera que a aprovação da primeira parte da reforma, sem a concretização das medidas de desoneração, representaria um aumento de carga tributária, sobretudo para o setor de serviços, sem garantia de compensações imediatas.

Fonte: Cabral e Gaya Advogados em 27.07.2020

Com nova estratégia comercial, M.Dias volta a devorar mercado em que é líder no Brasil

Com nova estratégia comercial, M.Dias volta a devorar mercado em que é líder no Brasil

Empresa vinha patinando no desempenho. Sob o comando de Ivens Jr, deu mais liberdade aos novos executivos e o resultado chegou a galope: “a ação subiu 2,3% num dia em que o Ibovespa caiu 1,5%”.

Há dois dias, Focus já havia mostrado que o lucro da cearense M.Dias Branco no primeiro trimestre de 2020 cresceu 140,8% – de R$ 56 milhões para R$ 137 milhões (Veja aqui). “Informações ao mercado divulgadas pela Companhia, mostrou que a receita líquida cresceu 24,3%, totalizando R$ 1,6 bilhão. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos e depreciação e amortização), bateu R$ 228,5 milhões, ante os R$ 112,1 milhões do 1º tri de 2019. A alta foi de 103,8%”. A liderança das mudanças se deu sob a égide do presidente da companhia, Ivens Jr.

Agora, baseado nos números, uma reportagem do Brazil Jornal, assinada pelos jornalistas Geraldo Samor e Pedro Arbex, mostra como a empresa “virou o jogo após patinar dois anos em seu desempenho”.

Para o Brazil Journal, o desempenho da companhia no primeiro trimestre de 2020 “foi um divisor de águas”. “A dona das marcas Adria, Piraquê e Vitarella cresceu volume dando menos descontos e aumentou suas vendas em todos os canais e todas regiões do País”.

Segundo a reportagem, “por trás dos resultados: um novo modelo de precificação desenvolvido ao longo de seis meses com a ajuda de uma consultoria externa e que dá à companhia uma visão granular do mercado: o menor e o maior preço que ela pode praticar, canal por canal, região por região, para cada um de seus mais de mil SKUs.

O novo painel de controle permite monitorar o estoque nos clientes, a relação entre o sell-in e o sell-out, bem como conceder descontos de forma mais inteligente e cirúrgica, relata. “Como parte da nova estratégia, a companhia dividiu seu esforço comercial em duas grandes áreas: a ‘defesa’ são as regiões Norte e Nordeste, onde a companhia tem 60% de market share. O ‘ataque’ é o resto do Brasil, onde a M Dias Branco tem apenas 25% do mercado e aumentou suas ambições depois da compra da Piraquê”.

O Brazil Journal ainda que para ampliar sua presença no Sul e Sudeste, a M.Dias Branco está explorando um novo canal — distribuidores — antes usados apenas na venda de farinha de trigo. “A companhia começou a trabalhar com 50 distribuidores, uma estratégia mais rápida e eficiente do que tentar criar uma força de vendas própria. A ação subiu 2,3% num dia em que o Ibovespa caiu 1,5%”.

Para a M Dias Branco, este provável ‘turning point’ vem três anos e meio depois da morte de seu fundador, Francisco Ivens de Sá Dias Branco, que transformou a padaria de seu pai numa companhia de R$ 11 bilhões em valor de mercado. “O seu Ivens tinha o talento e fazia as coisas na intuição; os filhos estão adotando tecnologia de gestão,” diz um gestor que acompanha a empresa. Nos últimos anos, a companhia contratou e deu mais liberdade a executivos de mercado.

O resultado de hoje vem sobre uma base de comparação deprimida. Em 2019, a M Dias Branco teve a pior margem e o pior EBITDA da sua história recente, enfrentando problemas no atacarejo e acumulação de estoques no cliente final. Seu valor de mercado hoje é igual ao que era na morte de seu fundador.

Como parte do reboot comercial, a companhia também afiou sua estratégia de marcas, definindo qual delas funciona melhor em cada canal e região. “A Piraquê é a nossa marca nacional: ela tem um preço médio alto, forte no Rio de Janeiro e com potencial de volume em todo o País,” o diretor de relações com investidores, Fabio Cefaly, disse ao Brazil Journal.

Com suas outras quatro grandes marcas — Fortaleza, Vitarella, Adria, e Isabela — além de um arsenal de marcas de combate, a M Dias Branco cobre 90% das possibilidades de preço de massas e biscoito. “Se o consumidor faz tradedown ou tradeup, nós conseguimos atingi-lo,” disse Cefaly.

Apesar do novo momentum, a M Dias Branco continua à mercê de nosso inimigo comum: a desvalorização cambial, que comprime as margens quando a empresa não consegue repassar o aumento de custo. Entre o final de 2019 e começo de 2020 a companhia conseguiu fazer compras boas na Argentina, em termos de quantidade, qualidade e preço, o que reduziu seu preço médio significativamente em relação ao mercado spot.

A companhia trabalha com quatro meses de estoque de trigo, um insumo comprado em dólar, “mas uma hora o câmbio chega,” disse Cefaly.

Fonte: Focus em 11.05.20

M. Dias Branco faz parceria com aplicativo Rappi para atender consumidor e apoiar varejistas

Para tornar suas marcas ainda mais acessíveis aos brasileiros neste momento de reclusão por conta da pandemia de Covid-19 e reforçar o apoio aos varejistas, a M. Dias Branco, líder em massas e biscoitos no país, fechou parceria com o aplicativo Rappi. O objetivo é disponibilizar a entrega dos produtos de forma rápida e segura, diretamente na casa do consumidor, com algumas categorias a preços promocionais.

A ação tem abrangência nacional e envolve neste primeiro momento produtos das marcas Vitarella, Piraquê e Adria, além de biscoitos recheados Richester e o chocolate D-Tone. Os produtos selecionados pela M. Dias Branco são oferecidos com descontos por unidade ou combos promocionais. Para comprar, basta acessar o aplicativo Rappi, pesquisar pelas marcas participantes e escolher a loja virtual de sua preferência.

“Reconhecemos a importância de nossos produtos na composição de cesta básica da população e no faturamento de nossos parceiros. Essa medida faz parte do compromisso social da M. Dias Branco como forma de enfrentarmos juntos um momento de dificuldades para todos, facilitando a acessibilidade de nosso portfólio”, destaca Adriana Sampaio, head de marketing digital da M. Dias Branco.

“O isolamento social está acelerando o processo de transformação digital do mercado, alterando o hábito de consumo e muitos negócios não estavam preparados para o varejo online. Devido à representatividade de nossa empresa para o segmento, estamos operacionalizando planos e ações com o objetivo de minimizar os impactos e auxiliar os varejistas na sustentabilidade de seus negócios”, acrescenta a executiva.

A M. Dias Branco também aderiu a uma outra ação, desenvolvida pelo Rappi, com parceiros de diferentes segmentos. Seguindo os requisitos da promoção, na primeira compra do usuário por meio do aplicativo, com pelo menos dois produtos da M. Dias Branco, considerando as marcas Vitarella, Piraquê, Adria, Isabela, Richester, Finna, Fortaleza e Treloso, no valor mínimo de R$ 30, o consumidor ganhará um desconto promocional de R$ 15 no total do seu pedido.

Fonte: Newtrade em 29.04.2020

A Quimera Invest anuncia a conclusão de apartamentos para vendas em Lisboa

São imóveis prontos para serem adquiridos para morar ou alugar com as seguintes características: T2+1 ( uma suíte master mais um quarto com banheiro independente). Distinto e com materiais de alta qualidade e personalidade. Garagem própria (raridade em Lisboa)
Área: 144,20 m2
Pé direito máximo: 3,42m
Localizado numa das principais áreas centrais da cidade junto à Praça do Martim Moniz e à Avenida Almirante Reis. Este imóvel está distribuído por 2 pisos.
Com sistema de automação: controle da casa, experiência de iluminação e verificação de segurança.
Os acabamentos são luxuosos e requintados, estando equipado com materiais de alto padrão , desde pedras naturais até aos equipamentos selecionados:

– Combinado (Frigorifico e Arca congeladora)
– Garrafeira climatizada para vinhos brancos – Garrafeira climatizada para vinhos tintos
– Forno e Microondas
– Placa de indução e exaustor
– Máquina de Lavar Louça
– Máquina de Lavar e Secar Roupa
– Pré-instalação para TV e Wi-fi
– Kit Porteiro
– Ar Condicionado em todas as divisões -Sistema de Automação.

Valor € 640.000,00

O investidor pode optar com o imóvel em se credenciar junto ao Programa de Cidadania Portuguesa- Golden Visa. Estamos a postos para qualquer dúvida e negociação.

Contatos:
Telefone: +351 21 135 5631
Endereço: R. Nova de São Mamede 7 5 Esq, 1250-172 Lisboa, Portugal

Fonte: Quimera Invest em 27.04.2020