APSV: Os desafios da implantação de startups

APSV: Os desafios da implantação de startups

Nos últimos anos o Brasil vem se tornando referência em todo mundo no mercado de startups, mas mesmo assim ainda existem diversos desafios na implantação desse modelo de negócio.

Tudo começa no desafio de transformar uma ideia em produto, entender a burocracia e conhecer os documentos e autorizações que são necessários para a abertura da empresa. Além disso existe a dificuldade para conseguir investidores e crédito no mercado.

Os desafios para a implantação de startup são muitos, mas com organização é possível superar todos eles.

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Fonte: APSV

Termaco Logística adota tecnologias para monitorar e rastrear entregas

Termaco Logística adota tecnologias para monitorar e rastrear entregas

Empresa fechou 2020 com crescimento de 10% no faturamento em comparação a 2019 e estima crescer até 15% este ano

Neste mês de março entra em operação uma das tecnologias para monitorar e rastrear entregas adotadas pela Termaco Logística: um Transport Management System (TMS). Além disso, um aplicativo para uso de todos os motoristas em rotas de entregas fortalece a estratégia de ter mais controle e visibilidade em tempo real das operações.

TMS – Segundo a empresa, o TMS trata maior controle das informações e rapidez na execução das atividades, aumentado a qualidade e a produtividade da operação, devido ao seu monitoramento completo. A ferramenta disponibilizará dados como: custos de frete; roteiro de viagem; volume de entregas; rastreamento de cargas; documentos fiscais; performance de motoristas e veículos, além de fazer a gestão dos volumes de ponta a ponta da cadeia com uso de código de barras e coletores em 100% das operações, entre outros.

Aplicativo – Com a ferramenta as entregas e coletas serão roteirizadas, com integração ao sistema de gestão da empresa, otimização da frota e agilidade na operação. Pelo app, os motoristas recebem a rota ideal, com possibilidade de análise do tempo de atendimento e correções de rota em tempo real e fazer a confirmação da entrega de forma imediata. Isso permite que os clientes consigam rastrear as entregas realizadas, além de proporcionar redução de custos e ganho de produtividade dos entregadores.

“Para atender as demandas que o setor exige, as transportadoras têm cada vez mais investido em tecnologia e gestão com o objetivo de alcançar lugar de destaque no mercado e garantir entregas cada vez mais seguras e rápidas”. – André Arruda, diretor geral da Termaco.

Vale destacar que a empresa fechou 2020 com um saldo de 10% na receita em comparação a 2019 e estima crescer entre 12 e 15% em 2021.

Modernização de filiais
Paralelo aos investimentos em tecnologia, em 2021, a Termaco Logística pretende R$ 2,5 milhões na modernização de quatro das suas unidades no Nordeste, ampliando a capacidade para atender os diversos segmentos na área de soluções logísticas. Em fevereiro, a empresa entregou as novas unidades de Maceió (AL) e João Pessoa (PB) e até agosto, a previsão é que as filiais de Teresina (PI) e São Luís (MA) estejam prontas.

“Para atender a demanda que vem crescendo, estruturamos espaços mais modernos alinhados a um layout que nos permita produzir mais e, consequentemente, entregar mais para os nossos clientes.”

Fonte: Revista Mundo Logística

Movimentação de cargas no Pecém é a maior para o 1º bimestre em quatro anos

Movimentação de cargas no Pecém é a maior para o 1º bimestre em quatro anos

No acumulado de 2021, o terminal já movimentou mais de 3 milhões de toneladas, o maior volume para os meses de janeiro e fevereiro desde pelo menos 2018

Puxada transporte de cargas entre portos nacionais (cabotagem), a movimentação de mercadorias no Porto do Pecém avançou 7% nos primeiros dois meses deste ano e atingiu um novo marco – o terminal movimentou mais de 3 milhões de toneladas em 2021, o maior volume para o período em pelo menos quatro anos.

Na passagem de janeiro a fevereiro, a movimentação cresceu 21,7%, conforme dados do Complexo do Pecém.

O volume de cargas transportadas passou de 1,36 milhão de toneladas (t) em janeiro a 1,66 milhão de toneladas no mês passado. Mais da metade (53%) foi de granéis sólidos e 25% por contêineres.

Movimentação no 1º bimestre dos últimos quatro anos
2021 – 3.093.868 toneladas
2020 – 2.879.626 toneladas
2019 – 2.584.235 toneladas
2018 – 2.564.097 toneladas

O fluxo observado pelo terminal cearense neste ano também já é levemente superior à média mensal de 2019, de 1,50 milhão de toneladas por mês, ano de maior movimentação na história do Porto do Pecém. Nos primeiros dois meses de 2021, a média chegou a 1,54 milhão de toneladas.

Cabotagem em alta
Mais da metade das cargas transportadas no período foi por cabotagem – 1,69 milhão de toneladas no primeiro bimestre de 2021, um salto de 27% a mais que no do ano passado.

De acordo com Raul Viana, gerente de Negócios Portuários do Complexo do Pecém (CIPP S/A), o aumento reflete o crescimento da busca de empresas nacionais pelo transporte marítimo e à desburocratização desses processos.

“Destaque para as movimentações que vem sendo feitas para desburocratizar ainda mais esse trabalho, esse segmento da navegação e os constantes investimentos que vem sendo feitos na estrutura do terminal portuário ao longo dos anos.

Isso certamente se reflete na colheita desses bons resultados que a gente vem tendo agora nesses últimos meses”, apontou.

Na cabotagem, destacaram-se entre as cargas transportadas o minério de ferro, placas de aço, cereais e sal, além do segmento dos contêineres, que cresceu 19% em comparação ao primeiro bimestre de 2020.

Principais desembarques de cabotagem:
Minérios (722.678 t),
Ferro fundido (76.269 t),
Cereais (59.643 t)
Plásticos (25.371 t).
Principais embarques de cabotagem:
Ferro fundido (269.846 t),
Sal (72.001 t),
Produtos da indústria de moagem (27.803 t),
Alumínio (21.217 t),
Plásticos (16.706 t)
Cereais (11.830 t).

Comércio exterior
Outro fator que explica o incremento da movimentação é o aumento da importação de insumos para a construção civil, acrescenta Carlos Alberto Alves, gerente da Tecer Terminais Portuários, braço operacional do Porto do Pecém.

Ele explica que esse mercado cresceu em meio à pandemia e, após o fechamento ou redução da produção de algumas indústrias no lockdown do ano passado, insumos passaram a ser insuficientes para atender a demanda.

“(A importação) foi para atender essa demanda que não conseguiu ser atendida pela siderúrgicas locais. Algumas empresas locais, há um ano, tomaram decisões de desativar, sendo muito pessimista. Mas o mercado deu uma recuperada nos últimos no final do ano. Então, esse pessoal não conseguiu comprar no mercado interno e f oi obrigado aí nesses primeiros seis meses a imprimir um ritmo intenso de importação”, aponta.

Considerando toda a movimentação do Porto, as operações de desembarque tiveram um aumento de 21% no primeiro bimestre de 2021 comparado ao do ano passado. Entre as cargas que chegaram ao porto cearense de operações de longo curso, ou seja, com escalas em mais de um país, os principais produtos foram combustíveis minerais (1,082.724 t), ferro fundido (97.419 t), adubos (6.373 t) e plásticos (1.855 t).

Já em relação aos embarques de longo curso, os destaques foram para as movimentações de ferro fundido (98.782 t), frutas (51.300 t), sal (7.902 t) e preparações de produtos hortícolas (6.401 t).

“Os números mostram que o Porto do Pecém vem sinalizando um crescimento mesmo em plena pandemia. Esses dois primeiros meses de 2021 foram também positivamente impactados pela excelente safra de frutas que tivemos ao longo de 2020 e que foi encerrada nesse mês de março. Frutas frescas, principalmente melão, que foram embarcadas em contêineres refrigerados para a Europa. Dessa maneira, as nossas expectativas para 2021 são as melhores possíveis”, destaca Viana

Fonte: Diário do Nordeste

Pequenos negócios são mais impactados com lockdown e apoio é necessário, apontam economistas

Pequenos negócios são mais impactados com lockdown e apoio é necessário, apontam economistas

Cenário exige repetição de série de medidas de suporte durante suspensão das atividades, como o auxílio emergencial e facilidades para acesso ao crédito

Passado quase um ano do primeiro lockdown, a segunda suspensão das atividades não-essenciais em Fortaleza e em outras cidades do Estado deve, mais uma vez, atingir em cheio as pequenas empresas, principalmente as informais. Sem capital ou qualquer estrutura para dar suporte suficiente para atravessar o período, e com um auxílio emergencial bem menor, a situação deve ser ainda mais difícil neste ano.

Para o economista Alex Araújo, a tendência é que o impacto de um segundo lockdown para a economia seja ainda mais forte do que no ano passado. “E preocupa muito a perspectiva, porque a gente está entrando agora em lockdown por um período curto, mas há muita possibilidade de ser continuado”, avalia.

O aumento das restrições ocorre em um momento em que empresas e o próprio orçamento familiar já estão consideravelmente comprometidos, aponta Araújo. Ele explica que o período de retomada que se teve no segundo semestre do ano passado não foi suficiente para que os pequenos negócios fizessem caixa para passar por nova temporada de fechamento.

“O próprio auxílio emergencial que vinha mantendo grande parte da economia ativa no ano passado já está há mais de dois meses sem o pagamento desse valor. Isso terminou fazendo com que quem tinha alguma reserva usasse para sobrevivência”, salienta

“Tem outros setores sofrendo, por exemplo, de escolas privadas, academias. São segmentos que normalmente trabalhavam com pouco capital de giro e a maioria de pequeno porte, então a capacidade financeira é limitada. Tem um efeito nessa economia que é responsável pela qualidade de vida de muitas famílias que vai ser muito afetada agora”.

O vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Ceará (Ibef), Raul Santos, endossa a avaliação de que os pequenos serão mais impactados, destacando que muitas empresas de pequeno e médio porte tiveram dificuldades para investir em canais digitais para se adaptar ao período

“Acho que o maior problema vem muito em cima dos informais, pessoal que trabalha em feira, esse tipo de coisa que a dependência da presença física é muito grande. O microempreendedor está extremamente prejudicado, não tem carteira assinada, não vai entrar na ajuda do governo, a não ser o auxílio emergencial, que será menor. E é uma fatia bem interessante da economia. Eles movimentam bastante a nossa economia em termos pulverizados”, aponta.

Na avaliação de Araújo, a tendência é que a situação provoque ainda mais fechamentos. “Dependendo da duração que tenha e olhando para o cenário de vacina, a gente não consegue perceber aqui no Brasil quando vamos voltar à normalidade, então pode se ter um período prolongado que leve à falência de muitos negócios”.

Medidas de suporte
Nesse contexto, Araújo reforça a necessidade de retomar medidas como as de acesso a linhas de créditos. “É muito preocupante o impacto que pode trazer, vai ser necessária a repetição de uma série de medidas que foram adotadas no ano passado, o próprio auxílio emergencial, medidas de apoio às empresas e outras linhas de crédito que possam ser oferecidas para fazer com que os negócios tenham como sobreviver a esse teste de fogo tão forte que é a nova paralisação”, diz.

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) já enviou um ofício ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Issac Sidney, pedindo a prorrogação dos prazos de pagamento de empréstimos do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) (Pronampe).

Já as medidas de incentivo anunciadas pelo Governo Estadual ao setor de eventos e de alimentação fora do lar são consideradas paliativas, afirma o vice-presidente do Ibef, Raul Santos.

“Isso vai servir para ter uma sobrevida, mas não vai ser suficiente para manter o negócio aberto. Esse tipo de ajuda é mais para dar um pouco mais de tempo para as pessoas irem se organizando, mas não tem a menor possibilidade de uma ajuda dessa manter o faturamento. Até porque esse pessoal já vem sofrendo desde março do ano passado”, ressalta.

Para ele, as empresas precisam investir em soluções internas tendo como norte o serviço digital. Mas Santos afirma que o governo poderia oferecer soluções além do dinheiro, como capacitação ou acesso a conteúdos que melhorem a qualidade dos pequenos negócios online.

“Acredito que o grande segredo para frente é o investimento em canais digitais de relacionamento. Isso teria que ser feito de qualquer jeito ao longo dos anos, a pandemia apenas trouxe o desafio de acelerar esse processo”.

“O governo tem um corpo técnico bem capacitado, então poderia estar deslocando algumas pessoas para o desenvolvimento de tecnologias que o pessoal de renda mais baixa, o autônomo, trabalhador informal, microempreendedor pudesse usar esses canais para poder escoar suas vendas”, completa Santos.

Aprendizagem com a pandemia
O presidente do Ibef avalia que, como algumas empresas conseguiram apressar os passos na modernização dos serviços para os meios digitais, a experiência preparou alguns setores para lidar os efeitos de novo endurecimento das regras diante do quadro de emergência sanitária.

“No geral é ruim para todo mundo, é fato. Mas sendo o segundo lockdown, já convivendo com essa pandemia há um ano, vários são os setores que se preparam e aceleraram os canais digitais. Não é uma novidade e desde o fim do ano que vinha essa ameaça de ter ou não o lockdown. Vários negócios se prepararam, quem não tinha canal digital passou a ter”, aponta.

“O lockdown é necessário para conter a pandemia. O impacto vai ser bem menor do que foi no ano passado e afeta diferentemente os segmentos, uma vez que a indústria continua funcionando normalmente e a construção civil”, concorda Silvana Parente, vice-presidente do Conselho Regional de Economia do Ceará (Corecon CE) e diretora de Economia Popular e solidária da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece).

A economista reforça a necessidade de se acelerar o processo de vacinação contra a Covid-19 para se poder avançar no campo econômico. “A economia e a saúde caminham passo a passo. A economia só vai começar a retomar mesmo quando a gente conseguir conter a pandemia e acelerar o processo de vacinação”, frisa Silvana Parente.

Fonte: Diário do Nordeste

Embaixador de Portugal no Brasil recebe representantes da Federação das Câmaras Portuguesas

Embaixador de Portugal no Brasil recebe representantes da Federação das Câmaras Portuguesas

Realizou-se no dia 23 de fevereiro, reunião na Embaixada de Portugal em Brasília com o Embaixador Luís Faro Ramos e representantes da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil: Presidente Armando Abreu, Vice Presidente, Nuno Rebelo de Sousa, e o ex-presidente da FCPCB, Rômulo Alexandre Soares.

Na ocasião foram tratados assuntos de interesse mútuo e reiterada a vontade comum de trabalhar em rede, potenciando o vasto leque de associados das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil e o apoio institucional que a Embaixada pode prestar.

Fonte: CBPCE

 

Mega Imóveis é a mais nova sócia CBPCE

Mega Imóveis é a mais nova sócia CBPCE

Desde 1991, A Mega Imóveis atua no mercado imobiliário cearense. Hoje a sua credibilidade reconhecida em todo o território nacional, por executar com eficiência e transparência a prestação de serviços de intermediação no segmento de imóveis, requisitada por clientes diversos interessados no atendimento personalizado e de credibilidade, tendo como foco a administração, compra e venda de casas, apartamentos, terrenos, salas comerciais, lojas, flats, sítios e demais bens do gênero.

A empresa faz uso dos mais modernos e acessíveis meios de divulgação dos imóveis de sua carteira, disponíveis, tanto para aluguéis como para vendas, através dos jornais de grande circulação local, internet, placas confeccionadas com o melhor padrão de qualidade, colocadas de forma imediata quando do ingresso dos imóveis nos seus setores competentes, e dispõe de acompanhamento jurídico qualificado para a obtenção de visto permanente, abertura de empresa e toda atividade necessária ao suporte do investidor estrangeiro.

“A Mega Imóveis, motivada pelo desejo incessante de estreitar suas relações socioeconômicas entre empreendedores cearenses e estrangeiros, especialmente portugueses e de países de língua portuguesa, associa-se a Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), e agora integra com satisfação a maior rede brasileira de negócios em língua portuguesa. Estando disposta a contribuir para o fortalecimento do relacionamento empresarial da CBPCe.” Em um futuro próximo deseja instalar-se fisicamente na cidade de Lisboa.

Contatos:
MEGA IMÓVEIS
85 3055-1111 – Mega Aldeota
85 98613-1111 – Whatsapp
www.megaimoveis.com

APSV celebra parceria com o Praia, programa de coaceleração de startups

APSV celebra parceria com o Praia, programa de coaceleração de startups

O PRAIA é um programa de coaceleração de startups que visa apoiar boas ideias e ajudá-las a superar os principais desafios, crescer de forma acelerada e ganhar escala, oferecendo uma rede de mentores, conexões com o mercado e potenciais investidores.

Em 2020, a APSV formou a parceria, prestando assessoria para que 3 startups fossem aceleradas com segurança jurídica!

E a colaboração continua este ano. As inscrições já estão abertas e a seleção 2021.1 vai começar.

Se você tem um projeto com a capacidade de impactar o ecossistema local, acesse o site www.vemserpraia.com.br, saiba mais e se inscreva!

Fonte: APSV

Ceará é o estado com maior investimento público do País pelo sexto ano seguido

Ceará é o estado com maior investimento público do País pelo sexto ano seguido

Segundo a secretária da Fazenda, Fernanda Pacobahyba, em 2020 foram investidos R$ 2,48 bilhões, o correspondente a 11,3% da Receita Corrente Líquida (RCL)

Mesmo em meio à crise instaurada pela pandemia, o Governo do Ceará realizou investimentos da ordem de R$ 2,48 bilhões em 2020, o correspondente a 11,3% da Receita Corrente Líquida (RCL) do Estado, que é a soma de todas as receitas tributárias. O percentual foi o maior entre os estados brasileiros pelo sexto ano seguido.

A informação foi divulgada pela secretária da Fazenda do Ceará, Fernanda Pacobahyba, durante apresentação das metas fiscais a deputados estaduais na tarde desta segunda-feira (1º).

Conforme a secretária, o valor chega a superar em 12,33% o montante investimento em 2019, que representou 10,59% da RCL daquele ano e também foi o maior do País.

“Esses 11,3% da RCL que foram para investimento público no ano passado é quase o dobro da média nacional, que ficou em 5,8%. Chegamos ao sexto ano seguido em primeiro lugar do Brasil”, ressalta Pacobahyba.

Em valores absolutos, o Ceará conquistou o terceiro lugar do País, atrás apenas do Paraná (R$ 3,07 bilhões) e de São Paulo (R$ 8,22 bilhões). “Observem, que o Paraná tem uma economia que é quase o triplo da do Ceará”, pontua a titular da Sefaz.

“Investimento público é política focada para transformar a vida das pessoas. Isso movimenta a economia. O Estado tendo essa possibilidade, ele gera uma cadeia positiva, que não é de hoje”, acrescenta.

Gastos com saúde
Os gastos com saúde cresceram 26,42% no ano e ultrapassaram os R$ 4 bilhões, segundo Pacobahyba. Ela aponta que o valor corresponde a 16,54% da Receita Líquida de Impostos e Taxas (RLIT), ultrapassando em 4,54 pontos percentuais o mínimo constitucional de 12% da RLIT.

As despesas com educação também ultrapassaram o piso de 25% da RLIT e chegaram a 27,1% em 2020.

Já os gastos com pessoal, que é referente ao pagamento de rendimento de servidores públicos, do Executivo reduziram levemente para 40,55% da RCL. As despesas com pessoal de todos os poderes soma 49,51% da RCL

Fonte: Diário do Nordeste

Google oferece capacitação profissional gratuita para mulheres

Google oferece capacitação profissional gratuita para mulheres

A gigante de tecnologia Google está oferecendo gratuitamente dois programas de capacitação para mulheres. Os minicursos, que ocorrerão virtualmente no próximo dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, já estão com as inscrições abertas.

O programa Cresça com o Google para Mulheres que Querem Empreender tem como objetivo apresentar conteúdos e dicas práticas sobre liderança feminina, marca pessoal, vendas e finanças. As palestras serão ministradas por Susana Ayarza, Diretora de Marketing no Google; Priscilla de Sá, Especialista em Liderança Feminina; Dany Carvalho, Networker Profissional; Cris Ueda, Consultora de Marca Pessoal; Dilma Campos, CEO da agência Outra Praia; Paula Bazzo, Planejadora Financeira; e Rachel Maia, CEO e Fundadora da RM Consulting.

Já o programa Mulheres que Querem Desenvolver suas Carreiras irá se focar no fortalecimento das habilidades pessoais. Serão abordados temas como comunicação, apresentação pessoal, e autoconhecimento. Entre as palestrantes, estarão Patricia Tucci, Especialista em Treinamento e Desenvolvimento, e Veruska Galvão, mentora de carreiras.

Link para inscrição: https://treinamentoscresca.withgoogle.com/mulheres

Fonte: Agência Brasil

Tecer Terminais, sempre atentos à necessidade do cliente

Tecer Terminais, sempre atentos à necessidade do cliente

Sempre atentos à necessidade do cliente, a Tecer Terminais Portuários, empresa sócia da CBPCE, atua com versatilidade e agilidade em todas as operações, sendo capacitados para elaborar soluções para movimentação de cargas de forma eficaz.

Essa é a Tecer Terminais, especialista em logística no Porto do Pecém!

Na Tecer Terminais, viabiliza soluções logísticas eficientes e personalizadas para qualquer um dos modais que se conectam ao porto.

São operações com altos níveis de segurança das cargas que, somadas ao alto padrão dos nossos profissionais e aos mais modernos equipamentos utilizados, nos permitem concluir todos os processos com excelência.

Sobre a Tecer Terminais
Há mais de uma década, a Tecer Terminais Portuários atua como Prestadora de Serviço Operacional (PSO) no Porto do Pecém (CE, viabilizando soluções para movimentação de diferentes tipos de carga que passam pelo terminal.

A inovação está na essência da empresa desde sua fundação até as práticas diárias nas operações. Atualmente, o nosso perfil é de versatilidade. Desenvolvemos soluções logísticas eficientes e personalizadas para qualquer um dos modais que se conectam ao Porto, seja marítimo, rodoviário, ferroviário ou dutoviário.

O que passa pelo Porto do Pecém quase sempre conta com a participação da Tecer em algumas das fases de logística da operação. Nossa média de operação é de 30 mil toneladas de cargas por mês. Isso por que nossa tradição portuária unida ao alto padrão dos nosso profissionais nos deu expertise e segurança para desenvolver projetos cada vez mais desafiadores. Hoje, possuímos frota própria, além de modernos equipamentos que nos permitem garantir aos nossos clientes toda a versatilidade em logística.