Rodada Internacional de Negócios exclusiva para os segmentos de Confecção, Têxtil e Calçados

Rodada Internacional de Negócios exclusiva para os segmentos de Confecção, Têxtil e Calçados

A Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet), a Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará(Adece), do Governo do Estado do Ceará, em parceria com o Banco Interamericano(BID), UK Prosperity Fund, do Governo Britânico, Apex-Brasil, FIEC, Fecomércio, Sebrae e Unifor promovem a Rodada Internacional de Negócios no período de 13 a 15/04.

Nesse evento os fornecedores da região Nordeste poderão:

– Vender e comprar produtos de confecção, têxtil e calçados
– Estabelecer parcerias e alianças estratégicas
– Participar de um Workshop preparatório

Inscreva a sua empresa até o dia 09 de Abril CLICANDO AQUI

O sucessor do Portugal 2020 tem €24 mil milhões para aplicar no país entre 2021 e 2029

O sucessor do Portugal 2020 tem €24 mil milhões para aplicar no país entre 2021 e 2029

Bem mais do que os €14 mil milhões do Plano de Recuperação e Resiliência 2021-2026. E o governo já prometeu que, pelo menos, €5 mil milhões do Portugal 2030 serão canalizados diretamente para as empresas.

Fartos de números redondos, os investidores querem saber é se podem, como podem e quando podem aceder a estas verbas. E quem melhor do que a própria comissária europeia da coesão e reformas para responder às dúvidas dos empresários nacionais?

Para quem teme perder o acesso aos apoios comunitários por empregar 250 ou mais trabalhadores, Elisa Ferreira explica como as grandes empresas ainda podem aceder aos fundos.

E para quem está com dificuldades em executar o projeto aprovado no atual Portugal 2020, saiba se pode dividir o investimento em duas fases e transitar a segunda fase para o Portugal 2030.

Com as empresas tão descapitalizadas pela pandemia, até poderão surgir novos instrumentos de apoio, inclusive entradas temporárias no capital. Será que o governo vai seguir o apelo de Elisa Ferreira e tirar pleno partido do InvestEU? Este novo programa europeu pode vir a ser um verdadeiro “milagre da multiplicação” dos fundos à disposição de Portugal.

Apesar do atraso das negociações do governo português com Bruxelas quanto ao acordo de parceria Portugal 2030, a verdade é que nada impede o ministro do planeamento de cumprir a sua promessa e abrir os primeiros concursos aos empresários até ao final do ano. “Os países podem acumular, por antecipação, uma lista de projetos que serão depois candidatáveis aos fundos”, tranquiliza Elisa Ferreira.

Enquanto prepara o projeto a candidatar, saiba que a comissária promete tirar o máximo partido das novas tecnologias de inteligência artificial para combater a fraude nos fundos. E desta vez vai querer saber onde o dinheiro vai parar, ou seja, quem é, afinal, o beneficiário último das verbas europeias.

Prioridade ao PRR
Antes do Portugal 2030, a prioridade do governo português é fechar as negociações do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) com a Comissão Europeia.

A lista definitiva de projetos e reformas deve seguir para Bruxelas nas próximas semanas. Mas a polémica prossegue quanto à ambição e ao calendário da chamada “bazuca” para recuperarmos da crise pandémica de forma mais resiliente, verde e digital.

Cerca de metade dos países já ratificaram a chamada Decisão dos Recursos Próprios, mas são preciso 27 assinaturas para a Comissão poder finalmente ir aos mercados financiar o pacote de recuperação europeu. Resta saber se a suspensão ordenada pelo Tribunal Constitucional alemão não será um “balde de água fria” para as expetativas que Portugal tem em receber o primeiro “cheque” ainda este semestre.

Cá dentro, o ministério do planeamento continua a afinar a versão final do PRR. Mas o Banco de Portugal antecipou-se. E já estima que o PIB de 2026 seja 1,1% a 2,0% maior devido ao PRR. Isto no pressuposto de que dois terços dos subsídios serão mesmo canalizados para investimentos públicos.

A guerra instalada no PRR português entre público e privado não podia contrastar mais com a estratégia do país vizinho. Aqui pode ler como o governo espanhol se aliou às maiores empresas para multiplicar o poder de fogo da sua “bazuca”. Incluindo um grande consórcio público-privado com a Volkswagen e a Iberdrola, na ambição de instalar uma das primeiras fábricas de baterias para carros elétricos em Espanha.

Por cá, nem a burocracia se resolve em torno dos fundos europeus. Daí o destaque dado ao desabafo do próprio secretário de Estado do desenvolvimento regional, Carlos Miguel: “A Administração Central tem urdido uma teia de pareceres vinculativos que tudo emperra, trava, demora, chateia, na maior parte das vezes para satisfazer pequenos poderes instituídos”.

No Expresso, continuamos a discutir as prioridades do PRR neste ciclo de debates em parceria com a Deloitte. O próximo será dedicado à emergente fileira da saúde. E o mote para a discussão é se o PRR não terá público e passado a mais. E privado e futuro a menos.

Já o turismo foi o foco do último debate. E a secretária de Estado Rita Marques trouxe novidades a este sector tão fustigado pela pandemia: “Temos vindo a trabalhar para assegurar um conjunto de instrumentos de financiamento, e sobretudo de capitalização, que muito em breve, a muito curto trecho, será conhecido”.

Fonte: Expresso.pt

 

BNB anuncia repasse de R$ 500 milhões para o setor do turismo no Nordeste

BNB anuncia repasse de R$ 500 milhões para o setor do turismo no Nordeste

A expectativa é de que os recursos atendam cerca de 24 mil prestadores de serviços da área de atuação do banco (os nove estados do Nordeste, norte de Minas Gerais e Espírito Santo), dos quais 2,6 mil apenas no Ceará

Em visita a Fortaleza, o ministro do Turismo, Gilson Machado, anunciou na manhã desta segunda-feira, 29, na sede do Banco do Nordeste, o repasse de R$ 500 milhões à instituição para ser disponibilizado em linhas de crédito voltadas a empreendimentos do setor.

A expectativa é de que os recursos atendam cerca de 24 mil prestadores de serviços da área de atuação do banco (os nove estados do Nordeste, norte de Minas Gerais e Espírito Santo), dos quais 2,6 mil apenas no Ceará.

Em seu pronunciamento, Romildo Rolim, presidente do BNB, agradeceu ao ministro pelo volume disponibilizado pela pasta e não descartou solicitar mais recursos no futuro.

“Trazer os R$ 500 milhões ao Banco do Nordeste, incrementar o seu funding, tornar sua operação melhor, isso, para a gente, nos alegra muito”, disse Rolim. “Saiba que o senhor tem o nosso compromisso da boa e ética aplicação desse recurso e, quem sabe, a gente vá bater na sua porta para lhe pedir mais.”

Logo após o discurso do presidente do BNB, o ministro Gilson Machado disse que Rolim “pode usar e abusar do Ministério do Turismo, porque o que precisar para o Nordeste, esse ministério vai fazer (…) Sabemos a importância que o Turismo tem para a economia do Nordeste”.

Os recursos são do Fundo Geral do Turismo (Fungetur). No ano passado, a Medida Provisória (MP) 963/2020 permitiu a abertura de crédito de R$ 5 bilhões ao Fungetur, para ações de apoio do turismo, infraestrutura do turismo básica, geração de emprego e diminuição dos impactos da crise sanitária.

“Essa recuperação teremos no período pós-pandemia e nenhum país terá a recuperação que o nosso país terá”, disse Machado. “O Brasil será a bola da vez do turismo mundial”. E saiba que o presidente (Bolsonaro) acredita no Nordeste”.

Fonte: Focus

APSV Advogados lança o seu primeiro programa em sintonia com Pacto Global

APSV Advogados lança o seu primeiro programa em sintonia com Pacto Global

O escritório APSV Advogados lançou no Dia Mundial da Água, comemorado nesta segunda-feira (22) o APSV Impact, programa de sustentabilidade voltado para uma transformação interna e relacionamento da empresa com clientes e mercado. Admitido recentemente pela ONU como signatário do Pacto Global, esta foi uma de suas primeiras ações de grande impacto.

Segundo a sócia e gestora da área de governança e direito societário, Mariella Rocha, a iniciativa é resultado de uma articulação transversal entre as áreas de prática jurídica, que já lidam no dia a dia com fatores ambientais, sociais e de governança, ESG (sigla em inglês para environment, social and governance). “Esse é um caminho natural para um escritório que possui equipes atuando juntas em Direito ambiental, urbanístico, trabalhista, digital, fiscal, regulatório e societário”, ressaltou.

O Pacto Global, segundo Igor Gonçalves, que integra a área de sustentabilidade do APSV, é uma iniciativa voluntária que fornece diretrizes para a promoção do crescimento sustentável e da cidadania, por meio de lideranças corporativas comprometidas e inovadoras. Segundo ele, no Ceará, também participam do Pacto Global, empresas como a Cimento Apodi, M. Dias Branco, Solar, Framework, entre outras.

Ao aderir ao Pacto Global o APSV Advogados compromete-se no dia a dia de suas atividades com dez princípios, derivados da Declaração Universal de Direitos Humanos, Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho, Meio Ambiente e Desenvolvimento e da Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção. Quem integra a iniciativa assume, também, a responsabilidade de contribuir para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A escolha do dia 22 teve a proposta de registrar um dos recursos naturais mais vitais para a humanidade e caro para o Ceará: a água, tratado no ODS 6. A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social, segundo a Declaração Universal dos Direitos da Água. Quem deseja conhecer o programa deve acessar o site: http://www.apsvimpact.com.br.

Fonte: BaladaIn

Redes, paradiplomacia e negócios internacionais no Ceará

Redes, paradiplomacia e negócios internacionais no Ceará

Reescrevo e atualizo um artigo que preparei em setembro do ano passado para a Trends (veja aqui) e onde abordo um estudo que o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) realizou com o governo federal associado a uma série de reuniões no Brasil para debater a atuação dos governos locais na promoção do comércio exterior e atração de investimento estrangeiro. Tive a oportunidade de participar desse debate e tomar nota de alguns pontos que compartilho neste artigo.

É cada vez mais significativo o papel dos governos subnacionais na atração de investimentos e promoção do comércio exterior. É o que diz, por exemplo, um estudo da Universidade de Columbia. Existem cerca de 8 mil agências subnacionais de promoção de comércio e investimentos no mundo. Ou seja, 50 agências subnacionais para cada agência nacional. No Brasil, não é diferente. Estima-se que 22 Estados e 366 municípios possuem algum tipo de órgão que trata de relações internacionais.

Nada mais natural numa economia globalizada, onde algumas startups nascem para ser globais, o turismo se tornou uma importante fonte de poupança externa e as metrópoles avançam na concentração das populações e da economia. Com pouco mais de 84% da população brasileira vivendo em áreas urbanas, os governos estaduais e das regiões metropolitanas não podem ignorar essa tendência mundial nem subestimar as suas vantagens comparativas na promoção comercial e atração de investimentos.

Além do mais, estados e municípios estão melhor preparados para endereçar questões relevantes para o investidor, tais como licenciamento ambiental, fornecimento de utilities, site location, entre outros. Os governos locais também têm um bom histórico em trabalhar com o setor privado, já que algumas agências locais são diretamente financiadas e apoiadas por empresas a nível municipal.

Um bom exemplo desse fenômeno é a Greater Houston Partnership, organização que trabalha com o governo da cidade para representar as oportunidades econômicas de Houston, e é composta por 1.200 empresas. Trazendo nossa experiencia cearense associada a esse exemplo, saliento a articulação executada pelas Secretarias de Assuntos Internacionais do Estado e da Prefeitura de Fortaleza, bem como pela Câmara Setorial de Comércio Exterior e Investimentos Estrangeiros da ADECE/SEDET e por instituições como a Câmara Brasil Portugal no Ceará, o SEBRAE, FECOMÉRCIO e FIEC, e ainda a rede de consulados estrangeiros em Fortaleza e outras Câmaras de Comércio. Juntas, revelam bem as vantagens da associação público-privada na promoção do comércio exterior e atração de investimentos estrangeiros para o Ceará.

O projeto Ceará Global, criado há quatro anos numa concertação público-privada é melhor mostra disso, pois transcende a ação de governos, porque mantêm vínculos estratégicos e transversais e atua numa lógica de redes, conseguindo resultados onde a diplomacia de Estado, por ser uma instância formal, pode ter dificuldades de alcançar. A recente implementação da governança do Ceará Global permitirá ampliar o esforço de divulgação internacional do nosso ambiente de negócios através do LinkedIn e implementar a rede de ambassadors, formada por cearenses e amigos do Ceará distribuidos pelo mundo, seguindo o mesmo exemplo do que Portugal faz através da sua diáspora para chamar a atenção do capital estrangeiro para o novo Portugal.

Entretanto, o grande desafio é identificar a melhor estrutura e características para performar as melhores entregas. O BID apontou em sua análise sobre o ambiente da paradiplomacia brasileira, uma série de indicadores que podem revelar a melhor forma de exercício dessa atividade por parte de estados e municípios e que está basicamente fundada nos seguintes pressupostos:

  • Competências legais,
  • Existência de estratégias e programas em comércio e atração de investimentos,
  • Capacidade institucional,
  • Capacidade de adoção de mecanismos de promoção,
  • Nível de relacionamento com governos estrangeiros,
  • Disponibilidade de recursos humanos, e Capacidade orçamentária.

Além disso, o BID também aponta que pouco disso adianta se a avaliação da performance não for executada e se não forem medidos o impacto social e ambiental dos investimentos atraídos por estados e municípios.

Trazendo para a nossa realidade, se articulações como a Câmara Setorial de Comércio Exterior e IED e o Projeto Ceará Global são evidências positivas, a ausência de uma coordenação entre os municípios da grande Fortaleza é, sem dúvida, uma das mais visíveis ineficiências do nosso processo de desenvolvimento regional, qualquer que seja a perspectiva, visto que o corredor do desenvolvimento da Grande Fortaleza passa pela vital necessidade de sinergias entre, pelo menos, os municípios vizinhos do Eusébio, Aquiraz, Maracanaú, São Gonçalo do Amarante e Caucaia. A Autarquia da Região Metropolitana de Fortaleza – AUMEF, criada em 1975 e extinta em 1992, faz falta. Essa estrutura seria importante para debater e propor oportunidades para a grande Fortaleza, a principal metrópole de influência regional no norte-nordeste do Brasil, conectada à vida de mais de 20 milhões de brasileiros e estrategicamente situada à margem do Atlântico Sul, equidistante da América do Norte, Europa e África.

Uma última nota, ainda, sobre o que parece ser importante para promover uma melhor inserção internacional do Ceará: a compreensão do nosso ecossistema de negócios internacionais e suas conexões no exterior. Isso é vital para subsidiar uma estratégia de internacionaliza da economia do Ceará. Sobre isso, destaco uma iniciativa da Câmara Brasil Portugal que realiza anualmente sobre ingresso de IED no Ceará. A partir dela, é possível visualizar um cruzamento entre empresas cearenses com capital estrangeiro e empresas engajadas em comércio exterior. Essa coneção entre Comex e IED é estratégica. Numa visão ecossistêmica do nosso ambiente de negócios não basta perceber os elementos, é vitar perceber a relação entre esses elementos.

Mas falta ainda observação mais robusta envolvendo os próprios empreendedores, como sugerida na matriz difundida pelo modelo de Uppsala revisado, que destaca e valoriza as relações bilaterais do entrepreneur, e a interdependência entre empresa, a partir do momento em que o processo de internacionalização é visto como rede. O conhecimento gerado por meio desta conexão em rede causa um acúmulo de conhecimento que envolve desde recursos e capacidade estratégica, e, esta interação fornece a empresa uma fonte de informações comerciais relevantes.

Enfim, é isso. Precisamos avançar em governança e visão ecossistêmica.

Artigo Rômulo Alexandre Soares

Francisco Ivens de Sá Dias Branco Júnior recebe medalha do Mérito Industrial da CNI

Francisco Ivens de Sá Dias Branco Júnior recebe medalha do Mérito Industrial da CNI

O Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Ricardo Cavalcante, indicou o Empresário Francisco Ivens de Sá Dias Branco Júnior (M. Dias Branco) para receber a mais alta comenda da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Medalha do Mérito Industrial. Em reunião realizada nesta terça-feira (23/03), a CNI aprovou a homenagem em referência ao valoroso trabalho prestado pelo Empresário, e à qualidade e competência da M. Dias Branco com relevância no Ceará e em todo o país.

Francisco Ivens de Sá Dias Branco Júnior se junta ao honroso hall de grandes empresários que receberam a comenda, entre eles seu pai, o saudoso Francisco Ivens de Sá Dias Branco.

Fonte: FIEC

Indústria de massas e biscoitos deve crescer de 3% a 5% em 2021

Indústria de massas e biscoitos deve crescer de 3% a 5% em 2021

Em 2020, a indústria faturou 40,5 bilhões de reais, alta de 9% no comparativo anual, e as vendas subiram 5,37% para 3,55 milhões de toneladas, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos

A indústria de produtos feitos com farinha de trigo espera crescer de 3% a 5% em faturamento e 2% em volume de vendas em 2020, mesmo com o aumento do preço do cereal.

Em 2020, a indústria faturou 40,5 bilhões de reais, alta de 9% no comparativo anual, e as vendas subiram 5,37% para 3,55 milhões de toneladas, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi).

De acordo com a entidade, a comercialização do primeiro bimestre de 2021 foi prejudicada, sobretudo, pela falta dos recursos do auxílio emergencial.

Além disso, o setor vem sofrendo com a alta do preço do trigo somado à alta do dólar. O trigo negociado em Nova York acumula alta de 30% nos últimos 12 meses, enquanto o dólar subiu 12% ante o real no mesmo período.

A Abimapi diz que o repasse de despesas já foi iniciado neste ano, com reajuste médio de 2% a 3% sobre o portfólio de produtos do setor, mas que o aumento tende a ser gradual, uma vez que não há espaço para uma elevação abrupta de preços.

As estimativas da entidade devem impactar diretamente empresas cearenses como M. Dias Branco, detentora da marca Fortaleza, e J. Macedo, fabricante dos biscoitos Dona Benta. O trigo representa entre 40 e 45% do custo dos produtos da M Dias Branco, líder nacional em massas e biscoitos.

“Diante de um ano atípico, a matéria-prima atingiu valores históricos em plena colheita (de 2020), os produtores de trigo vêm negociando a safra atual com uma margem de lucro muito acima da média histórica, o que retraiu as negociações no mercado da farinha, em um cenário em que os reajustes nas precificações são imprescindíveis”, disse em nota, Claudio Zanão, presidente da Abimapi.

Fonte: Focus.jor

Portugal e Brasil “empenhados” no Porto de Sines como ‘hub’ para agronegócio

Portugal e Brasil “Empenhados” no Porto de Sines como ‘hub’ para agronegócio

Governantes de Portugal e do Brasil manifestaram-se “empenhados na promoção de Sines”, através do porto existente nesta cidade do litoral alentejano, como “‘hub’ europeu para o agronegócio brasileiro”, disse a administração portuária.

Em comunicado, a Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS) aludiu a um seminário ‘online’ realizado neste dia 12 e que juntou “mais de 100 representantes de cooperativas agrícolas, ‘traders’, associações setoriais e exportadores brasileiros que atuam no setor agroalimentar”.

A abertura do evento foi feita pelo governante português Eurico Brilhante Dias, secretário de Estado para a Internacionalização, e o encerramento esteve a cargo da ministra de Estado, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, Tereza Cristina.

Um envolvimento que “demonstra o comprometimento dos governos dos dois países em potenciar este relacionamento”, baseado no Porto de Sines, no distrito de Setúbal, afirmou a APS.

“Governantes de Portugal e do Brasil empenhados na promoção de Sines como ‘hub’ [centro de distribuição e transferência] europeu para o agronegócio brasileiro”, pode ler-se também no comunicado.

Este seminário virtual, intitulado “Sines – Hub Europeu para o Agronegócio Brasileiro”, contou igualmente com a participação de representantes do complexo portuário, logístico e industrial de Sines.

O presidente da APS, José Luís Cacho, apresentou as valências portuárias oferecidas a este setor, tanto no que respeita à carga a granel (como soja ou milho), como no que respeita à carga contentorizada (incluindo a refrigerada) cuja ligação semanal entre Sines e portos brasileiros já existe, disse a entidade portuária.

Segundo a APS, o presidente executivo da aicep Global Parques, Filipe Costa, entidade que gere a Zona Industrial e Logística de Sines, “reforçou a capacidade disponível para acomodar a instalação de projetos agroalimentares em zonas muito próximas do porto, com o objetivo de acrescentar valor à carga movimentada”.

Já no início deste ano, em 06 de janeiro, a Comunidade Portuária e Logística de Sines (CPLS) disse querer apostar na importação de produtos agrícolas oriundos do Brasil, através do Terminal Multiusos do Porto de Sines, com destino à Península Ibérica.

“O Terminal Multiusos, utilizado para a importação de carvão, deixou de estar ocupado após o encerramento da central termoelétrica de Sines, tendo condições ideais para a importação de produtos agrícolas”, disse à agência Lusa na altura Jorge d’Almeida, presidente da CPLS, que celebrou um protocolo de cooperação com a Câmara de Comércio Brasil Portugal – Centro Oeste (CCBP-CO).

O objetivo do acordo é “estudar e promover uma solução logística eficaz e eficiente para a exportação de produtos agropecuários brasileiros pelos portos brasileiros, preferencialmente os localizados no Arco Norte, com destino à Europa e ao Norte de África, através do Porto de Sines”, explicou então, em comunicado, a comunidade portuária.

Fonte: Mundo Lusíada

Agronegócio: Portugal e Brasil “empenhados” no Porto de Sines

Agronegócio: Portugal e Brasil “empenhados” no Porto de Sines

Governantes de Portugal e do Brasil manifestaram-se na sexta-feira (11/03) “empenhados na promoção de Sines”, através do porto existente nesta cidade do litoral alentejano, como “‘hub’ europeu para o agronegócio brasileiro”, disse a administração portuária.

Em comunicado, a Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS) aludiu a um seminário ‘online’ realizado hoje e que juntou “mais de 100 representantes de cooperativas agrícolas, ‘traders’, associações setoriais e exportadores brasileiros que atuam no setor agroalimentar”.

A abertura do evento foi feita pelo governante português Eurico Brilhante Dias, secretário de Estado para a Internacionalização, e o encerramento esteve a cargo da ministra de Estado, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, Tereza Cristina.

Um envolvimento que “demonstra o comprometimento dos governos dos dois países em potenciar este relacionamento”, baseado no Porto de Sines, no distrito de Setúbal, afirmou a APS.

Leia a matéria completa no site do Notícias ao minuto

Fonte: Notícias ao minuto

Geração distribuída de energia: vantagens para economia e sustentabilidade

Geração distribuída de energia: vantagens para economia e sustentabilidade

A conta de energia pode ter um custo menor para empresas e residências. Tudo por conta da chamada Geração Distribuída (GD), que é quando a energia elétrica é gerada no próprio local de consumo ou próximo a ele.

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), essa distribuição pode ocorrer por diversas fontes renováveis, como a hidrelétrica, a eólica, a fotovoltaica e a termelétrica. Joaquim Rolim, coordenador de Energia da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), diretor técnico e conselheiro deliberativo da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), conta que a GD é uma nova modalidade para consumidores de energia elétrica em geral.

“Temos cerca de 80 milhões de consumidores de energia elétrica no Brasil e a grande maioria é consumidor residencial, industrial e comercial de pequeno porte. Então, esses consumidores têm uma potência instalada de até cinco megawatts, e agora podem optar por instalar sua própria usina, gerando sua própria energia”
Joaquim Rolim, diretor técnico e conselheiro deliberativo da ABGD

Segundo ele, em 2004, já existia uma lei que previa a autorização para uso de Geração Distribuída, mas a modalidade só começou realmente a ser praticada a partir de 2012, sendo mais efetivamente utilizada a partir de 2015.

“São três aspectos principais que fizeram a GD deslanchar no Brasil. Uma revisão nas regras, em 2015, pela Aneel; uma renovação brusca da tarifa em 2015; e também a redução, em termo de preços, dos painéis solares. Além desses três fatores, no Brasil, existe uma irradiação solar muito acessível.

Costumamos dizer que o sol aqui é muito democrático. E mais de 90% da Geração Distribuída vem da energia solar”, pontua.

Leia a matéria completa no site TrendsCE