Termaco Logística adota tecnologias para monitorar e rastrear entregas

Termaco Logística adota tecnologias para monitorar e rastrear entregas

Empresa fechou 2020 com crescimento de 10% no faturamento em comparação a 2019 e estima crescer até 15% este ano

Neste mês de março entra em operação uma das tecnologias para monitorar e rastrear entregas adotadas pela Termaco Logística: um Transport Management System (TMS). Além disso, um aplicativo para uso de todos os motoristas em rotas de entregas fortalece a estratégia de ter mais controle e visibilidade em tempo real das operações.

TMS – Segundo a empresa, o TMS trata maior controle das informações e rapidez na execução das atividades, aumentado a qualidade e a produtividade da operação, devido ao seu monitoramento completo. A ferramenta disponibilizará dados como: custos de frete; roteiro de viagem; volume de entregas; rastreamento de cargas; documentos fiscais; performance de motoristas e veículos, além de fazer a gestão dos volumes de ponta a ponta da cadeia com uso de código de barras e coletores em 100% das operações, entre outros.

Aplicativo – Com a ferramenta as entregas e coletas serão roteirizadas, com integração ao sistema de gestão da empresa, otimização da frota e agilidade na operação. Pelo app, os motoristas recebem a rota ideal, com possibilidade de análise do tempo de atendimento e correções de rota em tempo real e fazer a confirmação da entrega de forma imediata. Isso permite que os clientes consigam rastrear as entregas realizadas, além de proporcionar redução de custos e ganho de produtividade dos entregadores.

“Para atender as demandas que o setor exige, as transportadoras têm cada vez mais investido em tecnologia e gestão com o objetivo de alcançar lugar de destaque no mercado e garantir entregas cada vez mais seguras e rápidas”. – André Arruda, diretor geral da Termaco.

Vale destacar que a empresa fechou 2020 com um saldo de 10% na receita em comparação a 2019 e estima crescer entre 12 e 15% em 2021.

Modernização de filiais
Paralelo aos investimentos em tecnologia, em 2021, a Termaco Logística pretende R$ 2,5 milhões na modernização de quatro das suas unidades no Nordeste, ampliando a capacidade para atender os diversos segmentos na área de soluções logísticas. Em fevereiro, a empresa entregou as novas unidades de Maceió (AL) e João Pessoa (PB) e até agosto, a previsão é que as filiais de Teresina (PI) e São Luís (MA) estejam prontas.

“Para atender a demanda que vem crescendo, estruturamos espaços mais modernos alinhados a um layout que nos permita produzir mais e, consequentemente, entregar mais para os nossos clientes.”

Fonte: Revista Mundo Logística

Pequenos negócios são mais impactados com lockdown e apoio é necessário, apontam economistas

Pequenos negócios são mais impactados com lockdown e apoio é necessário, apontam economistas

Cenário exige repetição de série de medidas de suporte durante suspensão das atividades, como o auxílio emergencial e facilidades para acesso ao crédito

Passado quase um ano do primeiro lockdown, a segunda suspensão das atividades não-essenciais em Fortaleza e em outras cidades do Estado deve, mais uma vez, atingir em cheio as pequenas empresas, principalmente as informais. Sem capital ou qualquer estrutura para dar suporte suficiente para atravessar o período, e com um auxílio emergencial bem menor, a situação deve ser ainda mais difícil neste ano.

Para o economista Alex Araújo, a tendência é que o impacto de um segundo lockdown para a economia seja ainda mais forte do que no ano passado. “E preocupa muito a perspectiva, porque a gente está entrando agora em lockdown por um período curto, mas há muita possibilidade de ser continuado”, avalia.

O aumento das restrições ocorre em um momento em que empresas e o próprio orçamento familiar já estão consideravelmente comprometidos, aponta Araújo. Ele explica que o período de retomada que se teve no segundo semestre do ano passado não foi suficiente para que os pequenos negócios fizessem caixa para passar por nova temporada de fechamento.

“O próprio auxílio emergencial que vinha mantendo grande parte da economia ativa no ano passado já está há mais de dois meses sem o pagamento desse valor. Isso terminou fazendo com que quem tinha alguma reserva usasse para sobrevivência”, salienta

“Tem outros setores sofrendo, por exemplo, de escolas privadas, academias. São segmentos que normalmente trabalhavam com pouco capital de giro e a maioria de pequeno porte, então a capacidade financeira é limitada. Tem um efeito nessa economia que é responsável pela qualidade de vida de muitas famílias que vai ser muito afetada agora”.

O vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Ceará (Ibef), Raul Santos, endossa a avaliação de que os pequenos serão mais impactados, destacando que muitas empresas de pequeno e médio porte tiveram dificuldades para investir em canais digitais para se adaptar ao período

“Acho que o maior problema vem muito em cima dos informais, pessoal que trabalha em feira, esse tipo de coisa que a dependência da presença física é muito grande. O microempreendedor está extremamente prejudicado, não tem carteira assinada, não vai entrar na ajuda do governo, a não ser o auxílio emergencial, que será menor. E é uma fatia bem interessante da economia. Eles movimentam bastante a nossa economia em termos pulverizados”, aponta.

Na avaliação de Araújo, a tendência é que a situação provoque ainda mais fechamentos. “Dependendo da duração que tenha e olhando para o cenário de vacina, a gente não consegue perceber aqui no Brasil quando vamos voltar à normalidade, então pode se ter um período prolongado que leve à falência de muitos negócios”.

Medidas de suporte
Nesse contexto, Araújo reforça a necessidade de retomar medidas como as de acesso a linhas de créditos. “É muito preocupante o impacto que pode trazer, vai ser necessária a repetição de uma série de medidas que foram adotadas no ano passado, o próprio auxílio emergencial, medidas de apoio às empresas e outras linhas de crédito que possam ser oferecidas para fazer com que os negócios tenham como sobreviver a esse teste de fogo tão forte que é a nova paralisação”, diz.

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) já enviou um ofício ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Issac Sidney, pedindo a prorrogação dos prazos de pagamento de empréstimos do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) (Pronampe).

Já as medidas de incentivo anunciadas pelo Governo Estadual ao setor de eventos e de alimentação fora do lar são consideradas paliativas, afirma o vice-presidente do Ibef, Raul Santos.

“Isso vai servir para ter uma sobrevida, mas não vai ser suficiente para manter o negócio aberto. Esse tipo de ajuda é mais para dar um pouco mais de tempo para as pessoas irem se organizando, mas não tem a menor possibilidade de uma ajuda dessa manter o faturamento. Até porque esse pessoal já vem sofrendo desde março do ano passado”, ressalta.

Para ele, as empresas precisam investir em soluções internas tendo como norte o serviço digital. Mas Santos afirma que o governo poderia oferecer soluções além do dinheiro, como capacitação ou acesso a conteúdos que melhorem a qualidade dos pequenos negócios online.

“Acredito que o grande segredo para frente é o investimento em canais digitais de relacionamento. Isso teria que ser feito de qualquer jeito ao longo dos anos, a pandemia apenas trouxe o desafio de acelerar esse processo”.

“O governo tem um corpo técnico bem capacitado, então poderia estar deslocando algumas pessoas para o desenvolvimento de tecnologias que o pessoal de renda mais baixa, o autônomo, trabalhador informal, microempreendedor pudesse usar esses canais para poder escoar suas vendas”, completa Santos.

Aprendizagem com a pandemia
O presidente do Ibef avalia que, como algumas empresas conseguiram apressar os passos na modernização dos serviços para os meios digitais, a experiência preparou alguns setores para lidar os efeitos de novo endurecimento das regras diante do quadro de emergência sanitária.

“No geral é ruim para todo mundo, é fato. Mas sendo o segundo lockdown, já convivendo com essa pandemia há um ano, vários são os setores que se preparam e aceleraram os canais digitais. Não é uma novidade e desde o fim do ano que vinha essa ameaça de ter ou não o lockdown. Vários negócios se prepararam, quem não tinha canal digital passou a ter”, aponta.

“O lockdown é necessário para conter a pandemia. O impacto vai ser bem menor do que foi no ano passado e afeta diferentemente os segmentos, uma vez que a indústria continua funcionando normalmente e a construção civil”, concorda Silvana Parente, vice-presidente do Conselho Regional de Economia do Ceará (Corecon CE) e diretora de Economia Popular e solidária da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece).

A economista reforça a necessidade de se acelerar o processo de vacinação contra a Covid-19 para se poder avançar no campo econômico. “A economia e a saúde caminham passo a passo. A economia só vai começar a retomar mesmo quando a gente conseguir conter a pandemia e acelerar o processo de vacinação”, frisa Silvana Parente.

Fonte: Diário do Nordeste

Embaixador de Portugal no Brasil recebe representantes da Federação das Câmaras Portuguesas

Embaixador de Portugal no Brasil recebe representantes da Federação das Câmaras Portuguesas

Realizou-se no dia 23 de fevereiro, reunião na Embaixada de Portugal em Brasília com o Embaixador Luís Faro Ramos e representantes da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil: Presidente Armando Abreu, Vice Presidente, Nuno Rebelo de Sousa, e o ex-presidente da FCPCB, Rômulo Alexandre Soares.

Na ocasião foram tratados assuntos de interesse mútuo e reiterada a vontade comum de trabalhar em rede, potenciando o vasto leque de associados das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil e o apoio institucional que a Embaixada pode prestar.

Fonte: CBPCE

 

Qair Brasil investe R$ 750 milhões em complexo eólico no RN

Qair Brasil investe R$ 750 milhões em complexo eólico no RN

Empresa concretou a primeira base do empreendimento na semana passada e prevê comissionar os aerogeradores no segundo semestre deste ano

A Qair Brasil, subsidiária do grupo Qair International, está investindo cerca de R$ 750 milhões na implantação do complexo eólico Afonso Bezerra, no Rio Grande do Norte. Na última sexta-feira (26/02), foi realizada a concretagem da primeira base, formada por cerca de 58 toneladas de aço, que darão suporte a aerogeradores de 125 metros de altura, com 150 metros de diâmetro.

Localizado nos municípios de Afonso Bezerra e Macau, o complexo eólico será formado por 38 aerogeradores modelo V150, da fabricante dinamarquesa Vestas, sendo distribuídos em seis parques eólicos com capacidade total instalada de 159,6 MW. A energia que será produzida no empreendimento está contratada no mercado livre, informou ao EnergiaHoje a Qair Brasil.
Do início das escavações até a conclusão da concretagem de uma base são aproximadamente 15 dias de trabalho, envolvendo cerca de 60 trabalhadores, de acordo com a Qair Brasil.

As próximas etapas da obra incluem a montagem das demais torres; a energização da subestação do complexo e o comissionamento dos aerogeradores, previsto para o segundo semestre de 2021.

Atuando no Brasil desde o início de 2018, a companhia operava inicialmente com o nome de Quadran Brasil. A empresa possui sede administrativa em Fortaleza (CE) e desenvolve projetos em diferentes estados da região Nordeste.

Fonte: Editora Brasil Energia

Portugal dará “imediatamente sequência” a proposta da Comissão sobre UE-Mercosul

Portugal dará “imediatamente sequência” a proposta da Comissão sobre UE-Mercosul

Portugal dará “imediatamente sequência” à proposta de clarificação adicional ao acordo UE-Mercosul que a Comissão Europeia apresentar, assegurou nesta segunda-feira o ministro dos Negócios Estrangeiros, reiterando esperar “vivamente” avanços nesta matéria durante o semestre português.

Augusto Santos Silva, que falava à Lusa a propósito da reunião informal de terça-feira do Conselho de Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE), na dimensão Comércio, na qual os 27 vão “proceder a um primeiro debate sobre a revisão da política comercial”, explicou que o atual impasse na conclusão do acordo político com o Mercosul está dependente de uma “clarificação política”.

“Está em curso um diálogo sobre o reforço da cooperação quanto à dimensão do acordo relativa ao desenvolvimento sustentável, considerando a implementação do acordo de Paris e a questão da desflorestação”, afirmou o ministro, citando a comunicação da Comissão Europeia e frisando que “Portugal se revê [nela], palavra por palavra”, dado tratar-se de “questões legítimas” que” podem ser ultrapassadas”.

Avanços no processo estão “dependentes de um primeiro passo da Comissão Europeia, porque é à Comissão Europeia que compete propor esta clarificação”, explicou.

“O que posso dizer como presidência do Conselho é que daremos imediatamente sequência a essa proposta de clarificação e esperamos vivamente que haja avanços durante a presidência portuguesa”, afirmou Augusto Santos Silva.

O ministro apontou que “avançar na presidência portuguesa é justamente clarificar” a questão de que “o acordo comercial com o Mercosul é um acordo entre partes comprometidas ambas no acordo de Paris e na preservação da biodiversidade, o que passa necessariamente pelo combate à desflorestação”.

O acordo comercial alcançado em junho de 2019 entre a UE e os países do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai), após duas décadas de negociações, está atualmente em fase de tradução e revisão jurídica, finda a qual, com um acordo político dos 27, os países de ambos os blocos deverão ratificá-lo.

No entanto, vários Estados-membros, eurodeputados e organizações da sociedade civil têm manifestado fortes reservas relativamente à ratificação do acordo, por preocupações relativas à sua compatibilidade com o cumprimento do Acordo de Paris e com o impacto que terá para o aquecimento global, apontando, entre vários problemas, a desflorestação da Amazônia.

França, por exemplo, recusou em fevereiro assinar o acordo tal como está, afirmando “esperar garantias” dos países sul-americanos em matéria de ambiente e normas sanitárias, sob a forma de uma declaração política, mas rejeitando ao mesmo tempo uma reabertura das negociações.

Uma tal declaração política, que Santos Silva prefere designar “clarificação adicional”, compete à Comissão Europeia, que até agora não apresentou qualquer proposta.

Em entrevista à Lusa em janeiro, o vice-presidente executivo da Comissão Europeia com a pasta do Comércio, Valdis Dombrovskis, admitiu que a UE olhará para Portugal “por exemplo, no acordo com o Mercosul, referindo a necessidade de ”um apoio e um ’empurrão’ da presidência portuguesa para avançar com o acordo”.

Há uma semana, durante a apresentação da proposta de revisão da política comercial da UE, Dombrovskis afirmou também que a Comissão trabalha “em estreita cooperação com a atual presidência portuguesa da UE, que está a ser bastante ativa em apoiar e avançar com este acordo”.

“Estamos já a cooperar com as autoridades do Mercosul, nomeadamente do Brasil, para discutir que compromissos adicionais estes países podem adotar relativamente ao combate às alterações climáticas e à desflorestação da Amazônia para que possa haver uma implementação bem-sucedida do acordo”, disse o vice-presidente da Comissão.

Questionado sobre se espera que o acordo seja referido no Conselho de terça-feira, Augusto Santos Silva frisou que a reunião tem um “foco mais genérico”, a revisão da política comercial, mas admitiu como provável que alguns Estados-membros o façam.

“Até porque é um caso particular de aplicação de uma regra geral – o reforço do nosso empenhamento na implementação dos acordos que nós próprios concluímos”, disse.

Fonte: Mundo Lusíada

Representantes da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil se reuniu com Governador do DF

Representantes da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil se reuniu com Governador do DF

No último dia 22 de fevereiro, a comitiva da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil representada por, Armando Abreu (Presidente) e Nuno Rebelo de Sousa (Vice-presidente), foi recebida pelo Governador Ibaneis Rocha, a reunião teve como objetivo, tratar sobre a parceria do Governo do Distrito Federal e Portugal, para a previsão de investimentos em projetos nas áreas de energia, saneamento e agronegócio, pois, o potencial de desenvolvimento econômico do DF, encontra-se num cenário promissor.

Contatos
Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil
Endereço: Av. Barão de Studart, 1980 – 4º andar – Aldeota, Fortaleza – CE, 60120-001
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Qair Brasil: Eólica inicia ano liderando expansão do setor elétrico

Qair Brasil: Eólica inicia ano liderando expansão do setor elétrico

A geração de energia por meio dos ventos soma 155 MW de um total de 191 MW no acumulado dos primeiros 45 dias de 2021, segundo o Canal Energia.

Isso significa que o setor eólico começou o ano liderando e a Qair, sócia da CBPCE, faz parte desse marco!

Os primeiros 45 dias do ano registraram a entrada em operação comercial de 191,41 MW em nova potência instalada. Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica, nesse período foram autorizadas 15 novas usinas, a maior parte delas da fonte eólica, com 155,20 MW espalhados em 9 parques. Os demais 36,21 MW estão divididos em três PCHs com 27,60 MW e outras três térmicas com 8,61 MW restantes.

Somente em janeiro o Sistema Interligado Nacional registrou o incremento de 135 MW em potência instalada. Na primeira metade de fevereiro são mais 57 MW. Em termos de potência, a maior parte, ou 134,18 MW no âmbito do mercado regulado e outros 57,23 MW fora do ACR.

Segundo a agência reguladora, ainda são esperados mais 4.977 MW de potência instalada a entrarem em operação no país este ano. A maior parte da fonte eólica com 1.738 MW, seguido pela térmica com 1.693 MW e a solar com 1.101 MW, biomassa aparece com 395 MW. Da fonte hídrica há apenas 48,88 MW.

É em 2022 que o país poderá ver o maior volume histórico em termos de expansão desde 1997, quando começa a série. Atualmente a Aneel projeta pouco mais de 14 mil MW em novas usinas, volume mais elevado que toda a UHE Itaipu. A fonte solar será a responsável por mais da metade, com 7.544 MW e a eólica por 4.842 MW.

Sobre a Qair
A Qair é um Produtor Independente de Energia (IPP), operando 220 MW de ativos de geração de energia exclusivamente a partir de fontes renováveis. O grupo está na fase de construção e financiamento de 780 MW e também está desenvolvendo 3 GW de ativos para implantação futura no coração dos 12 territórios em que opera.

Há mais de 30 anos, a empresa conta com o know-how histórico de seus especialistas e a visão de seu acionista de referência, Jean-Marc Bouchet. Essa longa experiência baseia-se no desenvolvimento e operação de mais de 600 MW de capacidades renováveis na França, representando mais de um bilhão de euros em investimentos.

Graças à sua rede internacional de proximidade na África, Sudeste Asiático, América do Sul e Europa, a Qair continua seu desenvolvimento global, fundamentado e “multi-local”. Essa abordagem flexível permite apontar para o comissionamento de 1 GW de ativos até 2022.

João Marques da Cruz é o novo CEO da EDP no Brasil

João Marques da Cruz é o novo CEO da EDP no Brasil

O executivo João Marques da Cruz, que acumula nove anos de trajetória como membro do Conselho de Administração Executivo da EDP global, com atuação nos segmentos de Distribuição, Transmissão, Comercialização, Energias Renováveis e Mercado Livre, teve seu nome confirmado em reunião do Conselho de Administração da EDP Brasil realizada na sexta-feira (19).

Marques da Cruz assume a Companhia após a nomeação de Miguel Setas como responsável pela plataforma mundial de redes de Transmissão e Distribuição do Grupo. Setas também ficará na presidência do Conselho de Administração da EDP Brasil, que ainda ganhou a participação de Rui Teixeira, Vera Pinto Pereira e Ana Paula Marques, após Assembleia de Acionistas realizada no mesmo dia.

Assim, essa instância administrativa, que já contava com Juliana Rozenbaum, passa a ter 33% de representação feminina, o triplo da média nacional.

Também foi aprovada a criação de uma vice-presidência executiva de ESG, que será ocupada por Fernanda Pires atual codiretora de Pessoas, Digital e Sociedade.

João Marques da Cruz divulgou em uma rede empresarial que pretende dar continuidade da gestão do seu colega Miguel Setas.

“É com muita satisfação que hoje assumo a presidência da EDP no Brasil, uma geografia prioritária na estratégia do grupo EDP. Nesta posição, espero fazer um mandato de continuidade da gestão de Miguel Setas, mas com especial atenção aos investimentos relacionados à transição energética. Temos um grande potencial a explorar, principalmente na frente da geração solar distribuída e da chamada utility scale. Quero fazer um agradecimento especial à equipe da EDP Brasil, que tão bem tem me recebido, e com quem tenho a certeza de contar nesta nova etapa. Espero agregar conhecimentos para seguirmos alcançando resultados exitosos e cumprindo com o propósito de fazer da EDP uma empresa líder na transição energética no País.”

Por sua vez, Miguel Setas também comentou sobre seus 13 anos na direção e destacou que no seu período o valor de mercado da companhia quadruplicou.

“Tenho muita gratidão ao Brasil e à equipe da EDP Brasil. Juntos, ao longo desses 13 anos no País, sendo 7 de presidência executiva, ajudamos a construir uma Empresa cada vez mais respeitada no setor, destaque em inovação, sustentabilidade, governança corporativa, responsabilidade social e competência técnica. Entramos nos segmentos de Transmissão e Geração Distribuída. Ingressamos em Santa Catarina com a Celesc, no Mato Grosso, no Pará, no Amapá, no Maranhão, em Minas Gerais e Rio Grande do Sul, com hidrelétricas e empreendimentos de transmissão. A EDP Brasil cresceu e vale hoje quatro vezes mais do que quando abriu seu capital na Bolsa (2005), tendo dobrado seu valor de mercado entre 2016 e 2020 [de R$ 5,7 bilhões para R$ 12 bilhões]. Não tenho dúvida que seu futuro será de grande sucesso. Muito obrigado!”

Miguel Setas será agora responsável pela plataforma global de redes (Distribuição e Transmissão), com operações em Portugal, Espanha, no Brasil e em Macau, além da presidência do Conselho da subsidiária brasileira.

Fonte: Mundo Lusíada

Vila Galé adota energia limpa em seus hotéis brasileiros

Vila Galé adota energia limpa em seus hotéis brasileiros

A rede Vila Galé de hotelaria passou a usar fontes de energia limpa em seus hotéis do Brasil. Todos eles estão certificados pela Delta Energia, utilizando energia proveniente dos ventos (eólica), solar, pequenas centrais hidrelétricas e por biomassa.

Vila Galé Cumbuco (CE), Touros (RN), Marés (BA), os Eco Resorts Vila Galé Angra dos Reis (RJ) e Cabo de Santo Agostinho (PE), e os hotéis de cidade – Vila Galé Salvador, Fortaleza e Rio de Janeiro já adotaram a medida. O único que está em processo de certificação é o Vila Galé Paulista, inaugurado há cerca de seis meses em São Paulo.

Fonte: Revista Vemtambém

CE deve se tornar hub de hidrogênio verde; lançamento será em breve

CE deve se tornar hub de hidrogênio verde; lançamento será em breve

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Maia Júnior, programa já foi negociado e está pronto para ser lançado. Empresa australiana quer construir usina do combustível no Estado

Um programa que inclui a construção de uma usina de hidrogênio verde no Ceará está pronto e deve ser lançado em breve, afirmou nesta segunda-feira (15) o secretário do Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Maia Júnior. “Essa semana, estamos aguardando o governador agendar o lançamento do programa do hub do hidrogênio. Tá pronto, negociado, pronto pra ser lançado”, assegurou. Com investimento da Austrália, o projeto é uma das principais apostas do governo para impulsionar a economia do Estado.

“Dois países da América do Sul estão anunciando programas semelhantes: Brasil e Chile. E no Brasil, quem está anunciando é o Ceará. Isso são boas condições que a gente está ofertando. O Ceará tem os insumos: tem água e tem energia. Vem investidor lá da Austrália, vamos assinar um protocolo com ele, estamos aguardando só o evento ser marcado pelo governador. É assim que se dá desenvolvimento”, completa.

O hidrogênio verde é apontado com a nova energia do futuro, e pode ser utilizado como combustível limpo, “O investimento em hidrogênio verde é energia elétrica limpa mais água, isso pode produzir no Estado uma usina de hidrogênio verde, que é um gás para movimentar indústria, geração de energia, transporte”, indica Maia Júnior.

Investimentos
Em reunião com o secretariado nesta segunda, o governador Camilo Santana elegeu entre as prioridades para este ano o fortalecimento da economia, com mais investimentos e a geração de novos empregos. Ao ser perguntado sobre os próximos passos da Sedet para permitir essas condições, Maia Júnior ressaltou as medidas estão previstas no plano Ceará Veloz, apresentado em 2019.

O programa também inclui a unificação dos órgãos de desenvolvimento econômico em um único espaço físico e digital, a continuidade de investimentos públicos em educação; melhoria em equipamentos estruturais, como a expansão do Porto do Pecém e a duplicação de rodovias estaduais para melhorar o fluxo de viajantes internos.

“Está praticamente todo implantado, falta a mudança para uma única plataforma física de trabalho, onde vão ficar todos os ambientes da secretaria e suas vinculadas, no mesmo prédio. E também a digitalização da secretaria que deve ser concluída até essa mudança. A gente trabalha diariamente no sentido de aprimorar a transparência, as garantias para os investidores, desburocratizar e simplificar, melhorar os licenciamentos ambientais, o acesso e o relacionamento com as entidades de crédito”, acrescenta.

Economia
Para o secretário, o cenário econômico do Ceará e do País para 2021 ainda estão incertos, principalmente, devido ao atraso na vacinação contra a Covid-19.

“A vacina é diretamente importante para poder se manter uma economia com prosperidade. Se tivesse vacinando intensamente, teria uma perspectiva de economia melhor. Não sei o que pode haver com a economia do Ceará por conta da programação de vacinação atrasada, e a Covid-19 se mostrando forte novamente”, pondera

Há uma perspectiva de crescimento de 3,5%, de acordo com Maia. “Para isso acontecer, a economia tem que estar ativa, tem que ter investimento público, privado. O governador tá segurando os investimentos públicos. No caso do Ceará, estamos tendo investimentos privados, senão não estava gerando emprego e a economia estava um desastre.”, ressaltou.

“Estamos trabalhando para ser melhor do que o ano passado, mas o Ceará não é uma bolha, não tá fora do circuito de desenvolvimento econômico do País. Se o País não vai bem, o Ceará também não vai.”

Fonte: Diário do Nordeste