Conferência | Por uma Europa Verde – o contributo das empresas portuguesas

Conferência | Por uma Europa Verde – o contributo das empresas portuguesas

Em março de 2020, a Comissão Europeia apresentou um novo plano de ação para a Economia Circular enquadrado no Pacto Ecológico Europeu, que tem por objetivo acelerar a transição da UE para uma Economia Circular, visando reforçar a indústria europeia, ajudar a combater as alterações climáticas e preservar o ambiente natural da EU.

A Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia, que decorre no 1.º semestre de 2021, tem entre as suas prioridades promover uma recuperação europeia alavancada pelas transições climática e digital, assinalando que a Economia Circular é essencial para uma Europa Verde, facilitando a transição para uma economia competitiva e neutra em termos de carbono e impulsionado o crescimento sustentável, assim como a inovação e a segurança do abastecimento energético e de recursos.

A Economia Circular é, não só, uma oportunidade para Portugal, como um requisito da sustentabilidade do seu desenvolvimento económico futuro, tendo em consideração as metas definidas no Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050 e no Acordo de Paris, assim como na Visão Estratégica de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030 e no Plano de Recuperação e Resiliência.

O Projeto E+C – Economia Mais Circular
Reconhecendo que em Portugal ainda existe uma elevada margem de progressão em matéria de Circularidade, a CIP entendeu útil envolver-se de uma forma pró-ativa na promoção de boas práticas de Economia Circular, visando apoiar a identificação de mais ações e medidas que beneficiem as empresas e o país, numa lógica de integração dos objetivos de circularidade na gestão corrente das empresas.

Neste contexto, nasceu o projeto E+C – Economia mais Circular, uma iniciativa da CIP em parceria com a EY Porthenon, que se centra na realização de um diagnóstico atualizado sobre as barreiras e vias de aprofundamento da Economia Circular nas empresas. Terá como base a aplicação da ferramenta Circulytics, da Fundação Ellen MacArthur, a um grupo restrito de empresas interessadas na Economia Circular, visando demonstrar a nível nacional a capacidade da ferramenta na identificação de oportunidades de progressão em matéria de circularidade.

O projeto contempla 4 fases distintas – Sensibilização política e pública; Auscultação das empresas; Programa Circulytics; Comunicação de resultados e de boas práticas – e tem como principais objetivos:
• A identificação de mais ações e medidas que beneficiem as empresas e o país e a sugestão de soluções para eliminar as barreiras à transição para uma Economia mais Circular e para estimular a sua implementação;
• A promoção da adoção de métricas de circularidade, assumindo que a monitorização é essencial para se conseguir identificar oportunidades de melhoria e desenvolvimento, devendo fazer parte do sistema de gestão de qualquer organização no que diz respeito aos aspetos da circularidade;
• A capacitação das empresas e organizações e a disseminação, de boas práticas e metodologias proficientes na identificação de oportunidades de progressão no domínio da Economia Circular, através da sensibilização e demonstração a nível setorial, regional e nacional.

Conferência | Por uma Europa Verde – o contributo das empresas portuguesas
Com o objetivo de apresentar publicamente o Projeto E+C e sensibilizar a opinião pública para a importância que o tema da Economia Circular tem para o tecido empresarial nacional, a CIP promove, no dia 18 de fevereiro, às 09h00, a Conferência online “Por uma Europa Verde – o contributo das empresas portuguesas”, que pode ser acompanhada no website da CIP, em https://cip.org.pt/.

Clique aqui para acessar a programação

Fonte: CIP

Etermar Engenharia, sócia da CBPCE, assina escritura pública de venda e compra da antiga sede da GE (General Electric) em Setúbal

Etermar Engenharia, sócia da CBPCE, assina escritura pública de venda e compra da antiga sede da GE (General Electric) em Setúbal

A Etermar – Engenharia e Construção, S.A. empresa sócia da CBPCE, assinou a escritura pública de venda e compra da antiga sede da GE (General Electric) em Setúbal, Portugal.

O ativo tem uma área de terra de 17 acres com 14 acres adicionais de água navegável privada. A instalação industrial conta com 13 pavilhões operacionais com mais 2 prédios para escritórios.

O local também possui o único terminal portuário privado do país com um comprimento de 100 metros e uma profundidade de 6 metros (CD).

A transação foi autorizada pelo Governo português, por meio do Ministério da Fazenda, com parecer favorável do Ministério da Infraestrutura e Habitação.

Etermar – Engenharia e Construção, S.A.
Estrada da Graça 38 2910-520
Setúbal, Portugal
T. (+351) 265 700 800
F. (+351) 265 232 399
E. mail@etermar.pt

Fonte: Etermar Engenharia

Em recuperação acelerada, indústria do Ceará cresce acima de cinco vezes a alta registrada no Brasil

Em recuperação acelerada, indústria do Ceará cresce acima de cinco vezes a alta registrada no Brasil

O resultado cearense representa uma expansão de 8 meses seguidos de saldo positivo e demonstra uma retomada efetiva do setor de produção industrial após paralisação devido a pandemia de Covid-19

O Ceará encontra-se em retomada da produção industrial após as perdas acumuladas em decorrência da necessidade de se interromper parte das atividades econômicas na pandemia do novo coronavírus. Nos últimos oito meses de 2020, o Estado acumulou uma alta de 120,7% da indústria após queda histórica. Já na passagem de novembro para dezembro, o Ceará cresceu 4,7%, acima de cinco vezes o resultado do Brasil (0,9%).

Já na comparação com dezembro de 2019, na série sem ajuste sazonal, a indústria cearense saltou 17,7%, estando entre 13 dos 15 locais pesquisados com resultados positivos em dezembro.
As informações foram consolidadas pela última Pesquisa Industrial Mensal Regional (PIM-REG) feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e divulgada nesta terça-feira, 9. Os dados expressam um alento para o setor que no segundo trimestre do ano passado apresentou queda de 42% na produção, maior redução do País no período.

Após o recuo expressivo, o retorno ao ritmo produtivo no Ceará se mostrou eficiente e o Estado acumulou, em dezembro, o segundo melhor rendimento do Brasil, com alta de 4,7%, ficando atrás apenas do Espírito Santo, com 5,4%. Para o último mês de dezembro, a média nacional ficou em 0,9%.

Mas mesmo em recuperação, ainda há impactos do fechamento temporário de parte do setor durante as medidas mais restritivas que buscaram desacelerar a disseminação do novo coronavírus. No comparativo entre o acumulado da produção industrial cearense em 2020 e em 2019, o Estado teve uma redução de 6,3%, a segunda maior do País. Queda influenciada principalmente pela diminuição da produção de artefatos de couro, artigos para viagem e calçados e também da confecção.

Os prejuízos, porém, podem ser revertidos ainda neste ano, já que a tendência positiva, segundo estimativas do IBGE, pode se manter pelos próximos meses. A pesquisa classifica o Ceará entre os doze estados brasileiros que apresentaram mais rápida resposta de reversão da série de queda registrada em decorrência da pandemia de Covid-19.

Dentre os setores da indústria que mais influenciaram na retomada estão a fabricação de bens de capital (em especial aqueles voltados para o setor de transporte); de bens intermediários (siderurgia e indústria da construção civil); de bens de consumo duráveis (automóveis e eletrodomésticos); e de bens de consumo semi e não-duráveis (calçados, vestuário, produtos têxteis).

Fonte: Jornal O Povo

Campanha ‘Unidos pela Vacina’ quer imunizar todo o país via SUS até setembro

Campanha ‘Unidos pela Vacina’ quer imunizar todo o país via SUS até setembro

Liderado por Luiza Trajano, grupo quer resolver questões técnicas e logísticas

Um grupo de empresários e entidades, capitaneados por Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza, e seu Grupo Mulheres do Brasil, está lançando o Unidos pela Vacina, movimento que visa facilitar a chegada do imunizante contra a covid-19 a todos os brasileiros até setembro.

Diferentemente do movimento empresarial anunciado em janeiro, que queria comprar vacinas doando ao menos metade das doses ao SUS e retendo a outra parte para seus funcionários, o objetivo desta iniciativa é resolver os entraves da vacinação pública, apoiando o Sistema Único de Saúde.

“O nosso objetivo é vacinar todos os brasileiros até setembro deste ano”, escreveu Luiza Trajano em uma rede social, ao apresentar o logotipo da campanha. “Sim, vacina para todos até setembro deste ano! A gente não discute política, não procura culpado. A gente discute sim, como levar a vacina até todas as pessoas do nosso país”, continuou a empresária.

A campanha foi desenvolvida pelo publicitário Nizan Guanaes.

Fonte: Valor Investe

Energia solar: Ceará passa a marca de 10 mil sistemas fotovoltaicos

Energia solar: Ceará passa a marca de 10 mil sistemas fotovoltaicos

Apenas em 2020, o Estado recebeu mais de 6 mil novos sistemas. É o 9º estado do País em potência instalada

Em 2020, o Ceará ultrapassou a marca de 10 mil sistemas de energia solar instalados em residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos. No ano, o Estado recebeu 6.050 novas conexões de sistemas fotovoltaicos de geração distribuída, o que representou um incremento de 135% em relação ao registrado em 2019 (2.573 novas conexões). Apenas neste ano, de 1° de janeiro até 8 de fevereiro, o Estado recebeu mais 622 novas conexões de sistemas solares.

Com esse incremento, o Ceará tem hoje, 170,9 megawatts (MW) de potência instalada, sendo o nono estado brasileiro com maior potência e o maior do Nordeste. Dos mais de 6 mil sistemas instalados no Estado no ano passado, 4.549 foram em residências, 997 em comércios, 374 no meio rural, 93 em indústrias, 37 em prédios do poder público e 2 em iluminação pública. Ao todo, 181 municípios cearenses contam com pelo menos um sistema fotovoltaico instalado. Os dados são da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Para Jonas Becker, coordenador estadual da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) no Ceará, o estado é atualmente um importante centro de desenvolvimento da energia solar. “A tecnologia fotovoltaica representa um enorme potencial de desenvolvimento sustentável, econômico e social para os cearenses, com geração de emprego e renda, e atração de investimentos privados”, diz.

Enquanto o Ceará apresentou um incremento de 135%, no número de sistemas, no Brasil o crescimento foi de 65%, passando de 122,4 mil em 2019 para 202,3 mil em 2020. Com relação à potência instalada, o Ceará responde por 3,5% de todo o parque brasileiro de energia solar distribuída.

O presidente executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia, destaca que a energia solar fotovoltaica terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento socioeconômico e sustentável em todos os estados brasileiros. “A tecnologia fotovoltaica é essencial para a recuperação da economia após a pandemia, sendo a fonte renovável que mais gera empregos no planeta”, diz Sauaia.

Geração distribuída
Com os sistemas de micro e minigeração distribuídas de energia elétrica, o consumidor brasileiro pode gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis ou cogeração qualificada e inclusive fornecer o excedente para a rede de distribuição de sua localidade.

Na microgeração distribuída é permitido o uso de qualquer fonte renovável com potência instalada até 75 quilowatts (KW) e a minigeração distribuída compreende os sistemas com potência acima de 75 kW e menor ou igual a 5 MW, conectadas na rede de distribuição por instalações de unidades consumidoras.

Clique aqui e assista a entrevista com Armando Abreu, presidente da Qair Brasil sobre os investimentos em energias renováveis.

Fonte: Diário do Nordeste

Soluções inovadoras e sustentáveis são essenciais para assegurar economia do mar

Soluções inovadoras e sustentáveis são essenciais para assegurar economia do mar

Especialistas apontam que o Estado tem grande potencial para fortalecer a Economia do Mar atuando em diversos segmentos, como pescado, turismo e energia. Investir em soluções inovadoras com foco na sustentabilidade é uma das ações

A chamada Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável, que compreende o período de 2021 a 2030, foi instituída em 2017 pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Inclusive, dentro da Agenda 2030, onde foram estabelecidos os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que devem ser alcançados por todos os países até 2030, o uso sustentável de oceanos, mares e recursos marinhos ocupa o Objetivo 14 “Vida na Água”.

Segundo Marcelo Soares, cientista‐chefe da Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e professor do Instituto de Ciências do Mar (Labomar) da Universidade Federal do Ceará (UFC), a Década dos Oceanos foi proposta, “primeiro, para nós conhecermos melhor o que existe debaixo da água. Segundo, para tentarmos resolver os problemas que estão acontecendo, como os resíduos plásticos e a mudança climática.

E, terceiro, também para aproveitarmos a riqueza do mar economicamente, porém, seguindo um planejamento para isso”, avalia.

Riqueza cearense
Dados informados por Marcelo Soares apontam que a Economia do Mar rende, por ano, R$ 2 trilhões ao Brasil, o que equivale a 19% do Produto Interno Bruto (PIB) Nacional.

Um dos setores que detêm boa parcela desse valor é a mineração, com 94,9% do petróleo e 78,9% do gás produzido no País vindos do mar. Já os 17 estados litorâneos brasileiros, incluindo o Ceará, representam 78,36% do PIB nacional.

O titular da Secretaria do Meio Ambiente do Ceará (Sema), Artur Bruno, ressalta que, nos últimos anos, os países, os governos e a sociedade, de uma maneira geral, têm conseguido perceber a importância dos oceanos para o desenvolvimento econômico, social e ambiental.

Leia a matéria completa no site TRENDSCE

EDP é a primeira do setor, na América Latina, a ter sua meta de redução de CO2 aprovada pela iniciativa Science Based Targets

EDP é a primeira do setor, na América Latina, a ter sua meta de redução de CO2 aprovada pela iniciativa Science Based Targets

Companhia deixará de produzir até 8 milhões de toneladas em termos absolutos de gases que geram o efeito estufa, uma queda de 85%

A EDP é a primeira companhia do setor de energia na América Latina e de grande porte no Brasil a ter sua meta de redução de emissões de CO2 aprovada pela iniciativa internacional Science Based Targets (SBTi), entidade que mobiliza empresas a assumirem compromissos de diminuição da liberação e de gases relacionados ao efeito estufa de forma baseada na ciência. A EDP assumiu publicamente o compromisso de, até 2032, reduzir em 85% a intensidade de suas emissões face a 2017, deixando de produzir aproximadamente 8 milhões de toneladas desses gases em termos absolutos até o final do período.

Para atingir esse resultado, a Empresa realizará ações para reduzir emissões diretas, indiretas associadas ao consumo e associadas à sua atividade. Desta forma, a EDP se comprometerá a:

  • Possuir uma matriz de geração energética 100% renovável;
  • Eletrificar toda a sua frota de veículos leves no Brasil;
  • Fomentar a compra e venda de energia renovável em seu portfólio;
  • Reduzir perdas técnicas e comercias na distribuição.

As metas da EDP passaram por um processo de validação pela iniciativa Science Based Targets, composta pelas entidades internacionais Carbon Disclosure Project (CDP), Pacto Global das Nações Unidas, World Resources Institute (WRI) e World Wildlife Fund (WWF). Esses compromissos foram estabelecidos dentro de parâmetros científicos, de forma a efetivamente detalhar quanto e em que velocidade a companhia deve reduzir suas emissões para contribuir para limitar o aumento da temperatura global, de acordo com o compromisso estabelecido no Acordo de Paris.

“O futuro do planeta depende diretamente de um esforço conjunto que envolve toda a sociedade. Por meio das metas assumidas junto ao Science Based Targets, a EDP valida o seu compromisso com a ciência climática e com a missão de liderar a transição energética através de uma agenda verde”, afirma Miguel Setas, presidente da EDP no Brasil.

“O setor de energia desempenha um papel fundamental na descarbonização da economia global e no alcance dos objetivos do Acordo de Paris. Dessa forma, comemoramos com alegria a aprovação da meta Science Based Targets da EDP Brasil e convidamos outros setores a se inspirarem e replicarem esta metodologia para que alcancemos os objetivos do Acordo de Paris”, afirma Carlo Pereira, diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global.

O Grupo EDP também possui, globalmente, uma meta aprovada pela iniciativa Science Based Targets — a de reduzir em 90% a intensidade de emissões. Ao assumir agora o compromisso em nível nacional, a Companhia entende que é importante agir localmente para reduzir os impactos climáticos que ocorrem em escala global.

Ciência e o futuro do planeta
Com mais de 1000 companhias adeptas em todo o mundo, a iniciativa Science Based Targets (SBT) possibilita às empresas um caminho para reduzir suas emissões de gases que geram o efeito estufa, em consonância com os objetivos do Acordo de Paris. As metas definidas para cada corporação estão alinhadas com o que a ciência do clima considera necessário para limitar o aquecimento do planeta a 1.5°C acima dos níveis pré-industriais. Isso requer, globalmente, a redução pela metade das emissões até 2030, além da limitação das emissões líquidas em níveis próximos a zero até 2050. A SBTi realiza revisões periódicas de seus critérios de validação de metas para incorporar o que há de mais moderno na ciência do clima.

A iniciativa reconhece as diferenças entre os diversos setores que compõem a economia e desenvolve caminhos setoriais específicos. A SBTi acredita que o estabelecimento das metas traz ainda benefícios aos negócios, como proteção ao crescimento futuro, economia de recursos, aumento da confiança dos investidores e estímulo à inovação e competitividade.

Compromissos ESG
No início de dezembro, pela 15ª vez consecutiva, a EDP foi incluída na lista das empresas mais sustentáveis da bolsa de valores brasileira, figurando no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE). A Companhia obteve o melhor desempenho de sua história, com notas acima da média em todas as dimensões do questionário e foi considerada benchmark em cinco das sete dimensões (Geral, Social, Ambiental, Econômica e Natureza do Produto).

Em 2020, a EDP também submeteu à Organização das Nações Unidas (ONU) o compromisso de reduzir suas emissões para garantir que o aquecimento global não exceda 1,5°C, aderindo à campanha Business Ambition for 1,5ºC – Our Only Future. A Empresa ainda aderiu ao Recover Better, movimento global que propõe a governos e organizações de todo o mundo alinhar seus esforços de recuperação e ajuda econômica relacionados à crise da Covid-19 com base nos mais recentes estudos climáticos.

No ano de 2020, Miguel Setas, presidente da EDP no Brasil, foi anunciado pela Rede Brasil do Pacto Global, da ONU, como CEO porta-voz do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 11 (ODS 11) – Cidades e Comunidades Sustentáveis, na iniciativa Liderança com ImPacto.

Ainda no âmbito da Rede Brasil do Pacto Global, a EDP assumiu a coordenação da Plataforma Ação Pelo Clima, que desenvolve atividades e projetos voltados à mitigação do aquecimento global, além de ancorar outros programas temáticos e setoriais relacionados ao clima, como projetos em energia e florestas. A plataforma é composta por 98 instituições.

Sobre a EDP no Brasil
Com mais de 20 anos de atuação, a EDP é uma das maiores empresas privadas do setor elétrico a operar em toda a cadeia de valor. A Companhia, que tem mais de 10 mil colaboradores diretos e terceirizados, atua em Transmissão, Comercialização e Serviços de Energia, e possui seis unidades de geração hidrelétrica e uma termelétrica. Em Distribuição, atende cerca de 3,5 milhões de clientes em São Paulo e no Espírito Santo, além de ser a principal acionista da Celesc, em Santa Catarina. No Brasil, é referência em áreas como Inovação, Governança e Sustentabilidade, estando há 15 anos consecutivos no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3.

Fonte: EDP

Ricardo Valente Advogados: O Governo do Estado do Ceará determinou medidas mais rigorosas de funcionamento das empresas na capital cearense

Ricardo Valente Advogados: O Governo do Estado do Ceará determinou medidas mais rigorosas de funcionamento das empresas na capital cearense

Por meio do Decreto 33.918/2021, publicado na data de ontem, o governo do Ceará determinou que a partir do dia 03 (hoje) até o dia 17 de fevereiro de 2021, as atividades econômicas, na cidade de Fortaleza, deverão observar as seguintes medidas:

I – de segunda a domingo, a partir das 20 horas até as 6 horas do dia seguinte, fica suspenso o funcionamento de quaisquer atividades do comércio, da indústria e de serviços não essenciais;

II – aos sábados e domingos, o atendimento presencial em restaurantes e demais estabelecimentos para alimentação fora do lar, inclusive praças de alimentação, barracas de praia e restaurantes de shopping centers, somente poderá ocorrer até as 15 horas.

Não serão impactadas pelas restrições acima as seguintes atividades, onde poderão funcionar normalmente em todo o período do decreto:

  • I – serviços públicos essenciais;
  • II – farmácias;
  • III – hospitais e demais unidades de saúde e de serviços odontológicos de emergência;
  • IV – laboratórios de análises clínicas;
  • V – segurança privada;
  • VI – imprensa, meios de comunicação e telecomunicação em geral;
  • VII – funerárias.

OBS: Em qualquer horário e período de suspensão das atividades, os estabelecimentos poderão funcionar exclusivamente por serviço de
entrega, delivery, inclusive por aplicativo.

Lembramos que as medidas acima se referem apenas para a cidade de FORTALEZA.

Além disso, informamos que o governador do estado divulgou em suas redes sociais que na próxima sexta-feira (5) será publicado um novo Decreto definindo sobre o Carnaval de 2021.

Regulamentando o FUNCIONAMENTO de todas as atividades no estado do Ceará, sem possibilidade de ponto facultativo ou folgas comuns no período carnavalesco.

Fonte: Ricardo Valente Advogados Associados

O Impacto da Pandemia de Covid-19 sobre a Economia Brasileira

O Impacto da Pandemia de Covid-19 sobre a Economia Brasileira

Para prevenir a propagação da pandemia de COVID-19, países em todo o mundo tomaram ao longo de 2020 medidas restritivas (confinamentos e lockdowns), que afetaram negativamente suas economias e, por conseguinte, o comércio internacional de bens e serviços.

Dentre as economias do G-20, o Brasil, mesmo sendo um país emergente, adotou um dos maiores pacotes de medidas anticíclicas equivalente a 12% do PIB acima da média dos mais países avançados.

Por causa disso, a economia brasileira passou por uma recessão bem menor do que em outros países em 2020 (-4,5% segundo dados oficiais e -5,8% segundo previsão do FMI). Além disso, foi um dos poucos a expandir seu volume exportado durante a pandemia (2% segundo o FMI).

Para 2021, o Fundo projeta uma expansão de 2,8% para o PIB do Brasil. Mas analistas de mercado (Pesquisa Focus) apontam um crescimento ainda maior: de 3,5% no PIB brasileiro em 2021.

Os números e projeções do ano corrente indicam que os impactos da crise sobre a economia brasileira têm sido consideráveis, piores mesmo do que os verificados em virtude dos desdobramentos da crise financeira e política de 2014. No entanto, a agilidade e a escala da reação do governo aos efeitos econômicos da crise da pandemia conseguiram minimizar a profundidade da recessão e proteger os segmentos mais vulneráveis da população e as pequenas e micro empresas.

Os indicadores macroeconômicos do Brasil (ver tabela 2 acima) mostram que a economia reagiu razoavelmente ao choque, com um aumento moderado no desemprego, um bom desempenho no comércio exterior e inflação controlada.

O único elemento que deixa cicatrizes mais profundas são as contas fiscais devido à necessidade de adoção de medidas anticíclicas emergenciais que elevaram fortemente o déficit fiscal em 2020, financiado pelo aumento da dívida pública (em mais de 11% do PIB).

A Recuperação Chinesa e a Expansão do Comércio com o Brasil, Como a China é o principal comprador de soja e proteína animal do Brasil, a demanda chinesa ajudou a minimizar os efeitos da recessão econômica. O comércio exterior está, assim, mantendo aquecidos alguns setores da economia brasileira e estimulando a recuperação da renda e do emprego. Em outras palavras, as exportações estão sendo um motor para a retomada do crescimento econômico.

A corrente de comércio Brasil-China ampliou-se de forma marcante entre 2000 e 2020 – passando de meros US$ 2,3 bilhões para US$ 101,7 bilhões, cerca de 44 vezes maior em 20 anos. Desde 2012, a China tornou-se, também, o principal fornecedor de produtos importados pelo Brasil.

Em 2020, as exportações brasileiras totais tiveram queda de -6,9%, mesmo assim abaixo da redução de muitos países do G-20. Esse resultado deveu-se, sobretudo, ao aumento das exportações para China que apresentaram incremento de 6,8% no mesmo período, acumulando US$ 67,6 bilhões (ver tabela 3). Com isso a China passou a responder por 32,3% do total das exportações brasileiras (contra 28,1% em 2019).

Enquanto isso, as exportações para os EUA (o segundo maior parceiro comercial) despencaram em -27,8% em 2020, reduzindo a participação americana para 10,2% do total. Isso significa que a recuperação da economia chinesa e de suas importações de commodities ajudou o Brasil a enfrentar o colapso do comércio internacional neste ano da pandemia (que teria sido de -20% segundo a OMC), contribuindo para manter a renda e o emprego nos setores do agronegócio e da mineração (que foram menos afetados pela crise), o que sustentou o superávit na balança comercial do país, evitando, assim, a emergência de uma crise cambial.

China-Brasil: parceiros estratégicos e pragmatismo na cooperação, Apesar de pressões de grupos minoritários no Brasil contra a China, as boas relações com o país asiático são estratégicas para a economia brasileira. Os setores empresariais do agronegócio e da mineração são um contraponto aos grupos mais radicais e irão atuar para refrear as ações dessa ala ideológica sobre o governo. Além disso, a derrota do populismo de Donald Trump nas recentes eleições americanas e a iminente posse da administração Biden-Harris deverá reduzir a polarização entre China-EUA que alimentava o discurso dessa ala extremista no Brasil.

Como já ocorreu no passado, o pragmatismo responsável vai prevalecer. De fato, cabe lembrar que foi na época do governo militar e ainda durante a Guerra Fria que o então presidente Ernesto Geisel (1974-1979) reatou relações diplomáticas com a República Popular da China. O então chanceler Azeredo da Silveira sabiamente o convenceu de que era o mais sensato a fazer e que nada tinha a ver com simpatia pelo regime político chinês. Desta vez o mesmo deverá acontecer!

Nelson Bessa
(*) Economista, mestre em Economia Internacional e doutor em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (UnB). Ex-secretário de relações internacionais do governo do estado do Ceará. Pesquisador das relações sino-brasileiras.

Governo atribui 128 estatutos de Investidor da Diáspora entre candidaturas de 26 países

Governo atribui 128 estatutos de Investidor da Diáspora entre candidaturas de 26 países

O Governo português emitiu 128 estatutos de Investidor da Diáspora, aceites entre as centenas de pedidos que chegaram de 26 países, foi nesta terça-feira divulgado durante uma sessão online sobre o Programa Nacional de Apoio ao Investimento da Diáspora (PNAID).

No âmbito da sessão “PNAID e o Estatuto de Investidor da Diáspora”, que decorreu para “prestar informação sobre o programa e esclarecer as condições e procedimentos para requerer o estatuto”, a responsável do estatuto do investidor da diáspora no gabinete da secretária de Estado das Comunidades, Catarina Paiva, revelou os dados mais recentes das candidaturas a este estatuto.

Esta responsável referiu que as candidaturas chegaram de 26 países, incluindo Portugal, as quais deram origem a 128 declarações.

“A maioria das candidaturas corretas e declarações tiveram origem na Europa, seguindo-se África e a América do Norte”, adiantou.

A mesma fonte referiu que 77% dos requerentes nasceram em Portugal e que a grande parte dos investidores pretende regressar.

Coordenado pelas secretárias de Estado das Comunidades Portuguesas e da Valorização do Interior, o PNAID é “um programa nacional de valorização das comunidades portuguesas, promovendo o investimento da diáspora, em especial no interior do país, bem como as exportações e a internacionalização das empresas nacionais através da diáspora”.

A sessão online de hoje contou com mais de 100 participações e destinou-se às entidades de apoio ao empreendedorismo e investimento em Portugal, associações empresariais e de desenvolvimento local, empresas de consultoria e outras entidades com responsabilidades na informação e apoio às empresas.

Na sessão de abertura, a secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, convidou as pessoas que vivem no estrangeiro a investir em Portugal e a incentivar outros a fazê-lo.

Por seu lado, a secretária de Estado da Valorização do Interior, Isabel Ferreira, enumerou os vários programas de apoio que o Governo disponibiliza para os empresários na diáspora.

A este propósito, anunciou que já foram aprovadas 20 candidaturas de empresários portugueses na diáspora ao programa +CO3SO (Mais Coeso), o qual vai disponibilizar uma verba de 426 milhões de euros, com um impacto estimado de 665 milhões de euros de investimento e a criação direta de cerca de 4.200 postos de trabalho, segundo o executivo.

Fonte: Mundo Lusíada