Vem ai a 10ª Edição de um dos maiores encontros de negócio realizados em Portugal, Nersant Business 2021

Vem ai a 10ª Edição de um dos maiores encontros de negócio realizados em Portugal, Nersant Business 2021

Realiza-se este ano em formato totalmente inovador e em 2 momentos distintos: junho (on-line) e novembro (presencial)

Vem aí a 10ª Edição de um dos maiores encontros de negócio realizados em Portugal, que será organizado pela NERSANT, este ano num formato totalmente inovador e em 2 momentos distintos:

De 14 a 18 de junho será realizado o primeiro momento do Evento (face ao sucesso da edição 2020) novamente em formato digital, visando permitir aos importadores estrangeiros participantes a oportunidade de usufruir, gratuitamente, de uma agenda de reuniões virtuais previamente organizadas, com empresas portuguesas e de acordo com o perfil e objetivos apresentados;

De 15 a 17 de novembro será realizado o segundo momento do Evento, complementar ao Evento de junho e em formato presencial (caso as condições à data o permitam). Este segundo momento visa permitir às empresas participantes a oportunidade de aprofundar, presencialmente, as oportunidades de negócio identificadas em junho.

Presentemente, estamos a receber as pré-inscrições, as quais serão analisadas posteriormente, sujeitas a validação prévia devido ao número limitado de participações, face ao exposto, agradecemos que caso tenham interesse em participar na presente ação, façam desde já o vosso registo no link abaixo (o registo no evento é gratuito para as empresas estrangeiras):

Inscrições:
https://business.nersant.pt/inscricoes/

Ítalo Bandeira: Como seremos melhores na pós-pandemia?

Ítalo Bandeira: Como seremos melhores na pós-pandemia?

Nossas vidas têm sido, em diversos aspectos, impactadas de forma profunda durante a pandemia da Covid-19. As prioridades são transformadas, sujeitamo-nos ao confronto com receios, medos, perdas, e tudo mais que a atual situação pode trazer. Somos instados a nos manifestar e reagir (ou não). Contudo, o fazemos de formas distintas. Muitos reagem de forma imediata, tomando decisões, apoiando pessoas, buscando oportunidades, se reinventando, e sendo solidários. Outros buscam o conceito trazido pela expressão: “se o pirão é pouco, primeiro o meu”, e mergulhados nesse pensamento individualista, não conseguem erguer a âncora que insiste em conduzi-los ao fundo do poço. Desespero inevitável.

Temos uma oportunidade, talvez única, de pensarmos no coletivo, na sociedade, derrubarmos barreiras sociais, olharmos o mundo, e, principalmente o outro, com uma lente diversa. Momento único também de pormos nossa fé à prova. Como diz o ditado, “primeiro colocamos os pés, e depois Deus vai colocando o chão”. Tradução da certeza de nossas ações somada à contribuição do imponderável. Descobrimos também, finalmente, que o mundo pode ser, em diversos aspectos, digital. Viagens e deslocamentos desnecessários serão evitados no futuro. Novas tecnologias poderão facilitar e dar acesso às soluções não pensadas até então.

O ser humano pode, mais uma vez, demonstrar sua capacidade de criar o novo, inovar o velho, romper paradigmas, e desenvolver sua constante adaptação. Como seremos melhores durante e após a pandemia? Seremos melhores, passando por uma mudança individual que contribuirá com a nova ordem coletiva: a) de inclusão de pessoas; b) de ações que levem ao impacto social positivo. É preciso propagar esperança e ser agente de transformação do todo, a partir do nosso novo olhar sobre nós mesmos e sobre o outro. Se o mundo não será mais o mesmo, como podemos sê-lo? Mas poderá ser melhor, certamente, em vários aspectos. “Como toda mudança deve, forçosamente, começar em alguma parte, será o indivíduo isoladamente que terá que tentar e experimentar levá-la avante. Esta mudança só pode principiar, realmente, em um só indivíduo; poderá ser qualquer um de nós”, Carl Gustav Jung.

*Ítalo Bandeira é sócio da CBPCE, pelo escritório da ABAX Consultoria 

Fonte: Jornal O Povo

Ministério do Turismo fecha parceria com IFB para pesquisa sobre Turismo Gastronômico

Ministério do Turismo fecha parceria com IFB para pesquisa sobre Turismo Gastronômico

O Ministério do Turismo realizou um acordo com o Instituto Federal de Brasília (IFB) para a realização de projeto de pesquisa com vistas a subsidiar e apoiar o Programa Nacional de Turismo Gastronômico, desenvolvido pela Pasta para o desenvolvimento do segmento no país. Relatórios da Organização Mundial do Turismo (OMT) apontam que a gastronomia figura como um dos três motivadores essenciais para a escolha de um destino turístico, atrás apenas de cultura e natureza.

O turismo gastronômico é aquele no qual a gastronomia se converte na motivação principal para os turistas no momento em que estão planejando suas viagens ou assume papel relevante nessa decisão. Ela se nutre dos elementos que formam a cultura alimentar, o patrimônio (material e imaterial), os produtos agroalimentares, os imaginários e a identidade de um destino. Assim, ao conectar todos esses elementos pode contribuir para a Agenda 2030 a partir da geração de emprego e renda, consumo e produção responsáveis, entre outros Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.

Fonte: Vemtambém

Serviços e mercado de capitais impulsionam crescimento de Fortaleza

Serviços e mercado de capitais impulsionam crescimento de Fortaleza

Além disso, a capital cearense é também a cidade da região Nordeste com maior Índice de Governança Municipal, destacando-se em desempenho, finanças e gestão. Para manter a liderança no crescimento econômico, Fortaleza precisa superar desafios. Recentemente, a cidade de Fortaleza mostrou que faz jus ao próprio nome.

Dados de 2018 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados este mês, apontaram a capital cearense com a maior economia da Região Nordeste. Foram R$ 67,02 bilhões gerados em riqueza que a fizeram ultrapassar os números do Produto Interno Bruto (PIB) de Salvador, na Bahia, líder do ranking até então. Com esses valores, Fortaleza também tornou-se a 9ª economia do país.

“Esses resultados foram possíveis com ações da iniciativa privada, destacando a atuação de empresários e empreendedores da cidade, e também com ações do poder público do Estado do Ceará e da Prefeitura de Fortaleza. Eles têm criado um ambiente de excelência na gestão pública, dando mais confiança para os investidores, e ainda mantendo e ampliando os investimentos públicos”
Samuel Dias, secretário de Governo da Prefeitura de Fortaleza

Segundo Nicolino Trompieri Neto, economista e coordenador de Contas Regionais do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Estado do Ceará (Ipece), a liderança desse ranking é um ponto-chave para novos investimentos em Fortaleza. “Isso tem um impacto significativo porque mostra que a cidade tem uma economia dinâmica, que existem condições atrativas para as empresas se localizarem em um mercado como esse, chamando novos negócios para a região”, ele esclarece.

“Somamos a isso também o fato de Fortaleza ser hoje a capital que possui um hub internacional que permite o deslocamento mais próximo possível tanto para a Europa, quanto para os Estados Unidos. Esse cenário é atrativo, em termos de negócio, para qualquer investidor de fora do Ceará”
Nicolino Trompieri Neto, economista e coordenador de Contas Regionais do Ipece

Leia a matéria completa no site TrendsCE

Fonte: trendsCE

Economia verde e digital no primeiro ato oficial da presidência portuguesa na UE

Economia verde e digital no primeiro ato oficial da presidência portuguesa na UE

“Temos seis meses de intenso trabalho para reforçar a União Europeia e termos uma recuperação econômica que seja justa, verde e digital”, disse o Primeiro-Ministro António Costa em conferência de imprensa com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, após uma reunião de trabalho que foi o primeiro ato oficial da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia.

O Primeiro-Ministro referiu que «com a visita do presidente do Conselho Europeu Charles Michel começa a presidência portuguesa da União Europeia. Esta é a quarta presidência, mas é a primeira sob a vigência do tratado de Lisboa e, por isso, diferente das outras».

Nesta presidência «queremos trabalhar de forma muito estreita com todas as instituições, mas muito em especial com o presidente do Conselho Europeu», com qual António Costa tem «o gosto de trabalhar há cinco anos».

Economia e proteção social
Na reunião que precedeu a conferência de imprensa, «delineámos o calendário dos temas até junho e reafirmámos as três grandes prioridades da presidência portuguesa», disse ainda.
A primeira prioridade é a recuperação econômica: “Depois do extraordinário trabalho da presidência alemã, agora é tempo de agir para assegurar a recuperação justa, verde e digital, sendo fundamental garantir que os Parlamentos nacionais aprovem o aumento do teto dos recursos próprios da União Europeia, que o Parlamento Europeu aprove o regulamento do Fundo de Recuperação, e a aprovação dos 27 planos nacionais de recuperação”.

António Costa disse que «a recuperação assentará em dois pilares: a transição climática e a transição digital, que não devem ser vistas como obstáculos, mas como oportunidades ao desenvolvimento das economias europeias. A aprovação da lei do clima e o avanço no pacote dos serviços digitais que a Comissão Europeia apresentou», são dois passos importantes.

A segunda prioridade «é desenvolver o pilar social da União Europeia: Precisamos de uma base sólida para dar confiança a todos, para enfrentarmos os desafios da transição climática e da transição digital, o que significa investir nas qualificações, na inovação, garantir proteção social para que estas transições sejam uma oportunidade para todos e ninguém fique para trás», sublinhou.

Europa no mundo
A terceira prioridade «é aumentar a autonomia estratégica de uma Europa aberta ao mundo, uma Europa que se afirma como ator global, que pode estar mais presente nas diferentes cadeias de valor, mas que recusa o protecionismo e continua aberta ao mundo», disse.

“Essa abertura ao mundo, deve fazê-la de uma forma plural, desenvolvendo as parceiras oriental e sul, a parceira estratégica com o continente africano, estreitando os laços transatlânticos, com a eleição do novo presidente dos EUA, reforçando as relações transatlânticas com a América Latina, e abrindo-se também ao Oriente, desde logo com a cimeira com a Índia, mas também avançando na negociação de acordos comercias com outra atores fundamentais da região indo-pacífica, como a Austrália e a Nova Zelândia”, acrescentou.

O Primeiro-Ministro afirmou que «a União Europeia é uma maratona que se desenvolve em forma de estafeta e em que, de seis em seis meses, recebemos o testemunho, conduzimos esse testemunho durante seis meses e passamos à presidência seguinte».

“É, para nós, uma enorme honra ter recebido este testemunho da Chanceler Angela Merkel e será uma enorme honra entregá-lo à presidência eslovena daqui a seis meses”, referiu.

Crise reforçou União Europeia
O presidente do Conselho Europeu (a reunião dos Chefes de Estado ou de Governo dos 27 países), Charles Michel, afirmou-se «otimista, à imagem do emblema da presidência, o Sol».

Charles Michel referiu, contudo, que «ainda não saímos da crise da Covid-19, que será abordada numa conferência dos Chefes de Estado e de Governo para coordenar as políticas a aplicação de todos os instrumentos que à disposição para combater a pandemia».

Todavia, «a crise que nos atingiu e abalou foi também a ocasião de afirmar a União através da unidade», referindo a forma como a União está a assumir o combate à pandemia e os meios para a recuperação.

O presidente do Conselho Europeu referiu que os objetivos da presidência portuguesa se conjugam perfeitamente com os objetivos de longo prazo da União Europeia, apontando o que foi conseguido em termos de meios para a recuperação das economias e a ambição de neutralidade climática em 2030, que faz da UE um líder mundial, bem como a transformação no digital, no qual Portugal tem muita experiência e muita ambição que serão úteis à União.

Projeto de bem-estar para os europeus
Charles Michel lembrou que o início do projeto europeu foi por, em primeiro lugar, o bem-estar e a qualidade de vida, pois a Europa é mais do que um projeto financeiro, é um projeto fundado sobre princípios, sendo este um momento para dar esse sinal muito concretamente, demonstrando o valor acrescentado do projeto europeu para a dignidade e o modelo de vida os 450 milhões de cidadãos europeus.

Isto traduz-se nos direitos sociais, na educação, na não discriminação, na luta contra as desigualdades, defendeu, acrescentando que este será um momento importante para o projeto europeu.

A Europa deve tomar o seu destino em mãos, disse, apontando que dispõe de um mercado de 450 milhões de cidadãos, de força econômica, comercial, de pesquisa, de capacidade de inovação, e de capacidade de expressar posições no plano internacional e trabalhar para tentar garantir mais segurança, sendo um parceiro comprometido no multilateralismo, com a convicção de que a cooperação permite enfrentar melhor os problemas, disse ainda.

Após a conferência de imprensa, o Primeiro-Ministro acompanhou Charles Michel ao Mosteiro dos Jerónimos, onde teve lugar a assinatura do acordo de adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia. Ao final da tarde realiza-se o concerto inaugural da presidência portuguesa da União Europeia.

Fonte: Mundo Lusíada

Tecnologia e inovação redesenham economia cearense

Tecnologia e inovação redesenham economia cearense

O Ceará tem desenvolvido uma ambiência digital diferenciada em relação aos outros estados brasileiros, elevando a competitividade na atração de investimentos. Já são mais de 500 provedores de acesso à internet, empregando mais de quatro mil pessoas

O maior investimento em tecnologia e inovação desenha um cenário novo e promissor para a economia do Ceará. A estratégia de tornar o Estado um hub de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), somada à posição geográfica privilegiada, tem atraído não só o olhar, mas também aportes significativos por parte de investidores.

Fortaleza, por exemplo, virou um polo de concentração de cabos submarinos. Já são 15 deles conectando a cidade ao mundo. Ao mesmo tempo, empresas de serviços digitais colocam a capital cearense no radar dos grandes data centers internacionais. Soma-se a isso, os milhares de quilômetros de fibra ótica cruzando o estado, formando o chamado Cinturão Digital. Uma teia de conexões capaz de gerar capilaridade e um leque enorme de oportunidades de negócios.

“A tecnologia da informação e comunicação é uma área meio. Necessária para a grande maioria das atividades econômicas. Nesse sentido, o Estado se coloca com um diferencial competitivo exatamente por possuir essa infraestrutura digital”
Adalberto Pessoa, presidente da Empresa de Tecnologia da Informação do Ceará (Etice)

De acordo com ele, nos últimos dez anos, o Estado investiu de forma maciça na construção de uma ambiência digital totalmente diferenciada em relação aos outros estados brasileiros, elevando a competitividade na atração de investimentos. “Hoje, temos o Cinturão Digital, que já é composto por mais de 14 mil quilômetros de fibra ótica, chegando aos 184 municípios do Estado, atendendo a diversas demandas de serviços públicos como escolas, hospitais, postos de saúde, segurança pública, entre outros, assim como da iniciativa privada”, ressalta.Segundo Pessoa, isso refletiu no número de empreendedores e na geração de mais emprego e renda. “De 2015 para cá surgiram mais de 500 provedores de acesso à internet espalhados pelo Estado, empregando mais de quatro mil pessoas, girando, só no ano passado, cerca de R$ 1 bilhão na economia cearense”, destaca.

“Além do que, parte desses provedores, principalmente os de médio e grande porte, que conseguiram concessão de pares de fibra ótica do Cinturão Digital, acabaram se tornando provedores de âmbito regional, pois construíram, a partir daí, suas próprias redes. Para se ter uma ideia, o Governo do Ceará investiu, inicialmente, em oito mil quilômetros de cabos de fibra ótica no Cinturão Digital. Porém, os três maiores provedores instalados no Ceará têm hoje mais de 25 mil quilômetros de cabos de fibra ótica, ou seja, três vezes mais”
Júlio Cavalcante, secretário executivo de Comércio, Serviços e Inovação da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho do Estado do Ceará (Sedet)

Atualmente, além do Ceará, esses provedores de acesso à internet cobrem outros estados do Nordeste, como Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Maranhão e até estados do Norte e Centro-Oeste. “Tudo interligado a partir do Ceará, tornando o Estado um grande centro de internet de alta velocidade e hub de comunicação de dados que conecta o país a diversos continentes”, afirma. Segundo Cavalcante, nos últimos cinco anos, o Governo do Ceará investiu R$ 70 milhões só no Cinturão digital. Soma-se a isso mais R$ 3 milhões nos corredores digitais.

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Investimentos em energias renováveis no Ceará são esperados pelo setor em 2021

Investimentos em energias renováveis no Ceará são esperados pelo setor em 2021

Os investimentos e fomentos mais esperados para 2021 estão relacionados às energias limpas. Para isso, é necessária ambiência favorável aos negócios, com estratégias assertivas para atração de capital e geração de emprego e renda

Após estagnação imposta pelas dificuldades da pandemia, o setor elétrico no Ceará espera volta do crescimento já em 2021. Assim como outros segmentos industriais, reinvenção e adaptações foram imperativas às empresas.
O Sindicato das Indústrias de Energia e de Serviços do Setor Elétrico do Estado do Ceará (Sindienergia) destaca que foram agregados investimentos em ações de prevenção e, principalmente, adotados protocolos de saúde e segurança para que a energia pudesse ser fornecida sem interrupções de qualquer ordem.
“Sentimos o impacto da pandemia, como todos os segmentos e toda a sociedade. Tivemos retração de novos negócios e investimentos. Porém, como um todo, conseguimos manter nossas atividades por sermos essenciais, independente da situação”, analisa o presidente do Sindienergia, Luís Carlos Queiroz.
Ele acrescenta que as empresas de infraestrutura de redes buscaram melhoria da produtividade para manter o atendimento, principalmente aos consumidores residenciais, cujo consumo cresceu e demandou mais estrutura de atendimento. O consumo anual de energia elétrica no Brasil em 2019 foi de cerca de 482 TWh. Se o crescimento médio próximo a 1% ao ano for mantido em 2020, o número deve chegar a impressionantes 487 TWh.

Projetos
Além dos investimentos contínuos do setor em energias renováveis, são esperados projetos de infraestrutura de redes de interligação e aumento na demanda de energia em 2021. “Estamos confiantes na retomada da atividade produtiva e com isso voltamos a expectativa para novos investimentos e melhoria no crescimento. A perspectiva para os próximos anos é, portanto, positiva”, completa Luis Carlos.

Ele mira ainda a ampliação da entidade, atraindo novos associados para somar aos atuais 60 empresários. “Acredito que o papel de auxiliar na condução desse processo no Ceará será bastante desafiador, estratégico e nos provoca a apoiar esse crescimento com celeridade, utilizando as muitas ferramentas já existentes em favor do trabalho das empresas”, finaliza.

Avanços
Com o controle da pandemia e a consequente retomada da confiança do mercado, devem ser restabelecidos os investimentos, as atividades das cadeias produtivas, o ritmo industrial e o crescimento tão almejado. Os investimentos e fomentos mais esperados para 2021 estão relacionados às energias limpas, ou seja, as fontes renováveis. Para isso, é necessária ambiência favorável aos negócios, com estratégias assertivas para atração de capital e geração de emprego e renda.

O Brasil usa três vezes mais energia limpa do que a média mundial. A energia solar cresceu 92% em 2019 no país e deve quadruplicar nos próximos 10 anos. Só em outubro de 2020, o setor de energia solar no país alcançou 305 mil empreendimentos de energia solar fotovoltaica em operação, beneficiando pelo menos 400 mil unidades operadoras.

No Ceará, o cenário de ascensão do setor não é diferente: 13,3% da potência eólica instalada no Brasil, com 2,054 GW; 8,8% da potência solar fotovoltaica instalada, com 218 MW, já considerando as usinas em Aquiraz (Região Metropolitana de Fortaleza); e por 5,2% da potência termelétrica instalada no país, com 2,158 GW. Os números são da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Entre eólicas e solares, a promessa é que o estado adicione 1,368 GW à matriz energética nos próximos anos.

Fonte: O Otimista

Ivens Jr, presidente do Conselho da M.Dias Branco, sobre 2021: “Desafiador”

Ivens Jr, presidente do Conselho da M.Dias Branco, sobre 2021: “Desafiador”

Pode até parecer desanimador, mas o empresário pondera sobre o futuro: “Tempos desafiadores impõem cautela e prudência, mas nada de desânimo. Oportunidades vão surgir e é preciso estar preparado para saber aproveitá-las”.

Quem conversa com Ivens Dias Branco Jr. acerca do que virá em 2021 ouve uma avaliação repleta de precaução: “Estamos acompanhando todos os acontecimentos e procurando nos preparar para o próximo ano. Acredito que será um ano muito desafiador”.

Por “desafiador” entenda-se que o cabeça da empresa que lidera o competitivo mercado nacional de massas e biscoitos fincou os pés no chão diante de tempos que vão continuar difíceis, mas pondera: “Tempos desafiadores impõem cautela e prudência, mas nada de desânimo e nem pânico. Oportunidades, com certeza, irão surgir. É preciso estar preparado para saber aproveitá-las.”

O setor que tem o trigo importando como matéria prima trabalha com uma variável que as empresas não controlam: o câmbio. A desvalorização do Real diante do Dólar foi o maior obstáculo da M.Dias Branco durante 2020.

Fonte: Focus

Confiança da indústria no País alcança maior ponto em dez anos

Confiança da indústria no País alcança maior ponto em dez anos

O Índice de Confiança da Indústria (ICI), divulgado ontem (28) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), registrou em dezembro o maior valor desde maio de 2010, quando ficou em 116,1 pontos. Com o avanço de 1,8 ponto este mês, o ICI atingiu 114,9 pontos e fechou o quarto trimestre de 2020 com média de 113,1 pontos, 14,7 pontos a mais do que a média do terceiro trimestre, que ficou em 98,4.

De acordo com a economista da FGV Ibre Renata de Mello Franco, o Índice de Confiança da Indústria de Transformação encerra o ano com um desempenho surpreendente, após “atingir o fundo do poço” em abril. “A recuperação da confiança, impulsionada pelos bens intermediários, indica que o setor está em uma conjuntura favorável, com aceleração da demanda e estoques ainda em nível considerado baixo. Além disso, o Nuci [Nível de Utilização da Capacidade Instalada] mostrou aumento relevante, voltando, após mais de cinco anos, a patamar próximo à sua média histórica”.

Apesar da queda de 0,4 ponto percentual no Nível de Utilização da Capacidade Instalada, para 79,3%, o segundo mês seguido com resultado negativo, a média do Nuci do quarto trimestre ficou em 79,6%, 4,3 pontos percentuais acima da média do terceiro trimestre. Por outro lado, Renata destaca que o resultado do mês confirma a tendência de desaceleração das taxas de crescimento dos indicadores, tanto de momento atual quanto das perspectivas futuras. “Apesar das expectativas em geral indicarem otimismo, a incerteza elevada, a falta de matérias primas, a elevação de preços e a cautela dos consumidores têm deixado os empresários cautelosos em relação ao segundo trimestre”.

O aumento da confiança foi verificado em 12 dos 19 segmentos industriais pesquisados em dezembro, sendo que 17 deles ficaram acima do nível registrado em fevereiro, antes da pandemia de covid-19 se instalar no Brasil. O Índice de Situação Atual (ISA) avançou 1,7 ponto, chegando a 119,9 pontos, o maior valor da série.

O indicador do nível dos estoques aumentou 3,1 pontos, chegando ao novo recorde de 129,3 pontos. Apresentaram queda a parcela de empresas que consideram os estoques insuficientes, passando de 15,7% para 14,6%, e também as que avaliam os estoques como excessivos, de 8,0% para 6,5%. (Agência Brasil)

Mármores e granitos podem render US$ 100 mi anuais em exportações ao Ceará

Mármores e granitos podem render US$ 100 mi anuais em exportações ao Ceará

Terceiro maior exportador de mármores e granitos do Brasil, com uma participação de 3%, depois do Espírito Santo e Minas Gerais, o Ceará deverá atrair 10 novas empresas para o Estado nos próximos cinco anos.

Com isso, poderá ampliar as exportações dos atuais US$ 23,3 milhões (até novembro) para US$ 100 milhões, o que lhe dará a segunda colocação no ranking nacional do setor. No mercado interno, a expectativa também é favorável sinalizando um 2021 bastante próspero.

O presidente do Sindicato das Indústrias de Mármores e Granitos do Estado do Ceará (Simagran), Carlos Rubens Alencar, considera que o avanço se deve à grande visibilidade que o setor vem tendo dentro e fora do País. Mais da metade (56%) do volume total exportado é de blocos, notadamente quartzitos in natura, mas ele acredita que é possível ampliar o beneficiamento local no próximo ano, com agregação de valor, já que vem sendo aumentada a capacidade de desdobramento das rochas.

Os municípios cearenses que mais exportam são Caucaia, Santa Quitéria e Uruoca.“Além de deter, em suas minas, dentre outras, a Taj Mahal, a mais desejada rocha que se tornou grife internacional, o Estado tem disponibilidade de espaço, na segunda fase da Zona de Processamento de Exportações (ZPE), para abrigar novos empreendimentos do setor de minerais. As maiores empresas extratoras e de transformação de pedras já estão aqui e outras tantas estão a caminho”Carlos Rubens Alencar, presidente do Simagran

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