Qair Brasil: MME aprova incentivos para projeto eólico e solar no Ceará

Qair Brasil: MME aprova incentivos para projeto eólico e solar no Ceará

O projeto da Qair Brasil prevê a construção das centrais fotovoltaicas UFV Serra do Mato III e IV, envolvendo 60 unidades geradoras e um total de 101,3 MW MW de potência, no município de Trairi, na região metropolitana de Fortaleza

As usinas do parque híbrido eólico e solar da Qair Brasil, no município do Trairi, na região metropolitana de Fortaleza, receberam o aval do Ministério de Minas e Energia (MME) para ingressar no Regime Especial de Incentivos ao Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi). Com a decisão, a empresa terá uma economia de aproximadamente R$ 35,6 milhões com os encargos PIS/PASEP e Confins.

As informações são do Canal Energia. De acordo com o documento do MME, o projeto prevê a construção das centrais fotovoltaicas UFV Serra do Mato III e IV, envolvendo 60 unidades geradoras e um total de 101,3 MW MW de potência.

Com o incentivo fiscal, o aporte total planificado do projeto ficará em R$ 381,5 milhões para obras com um ano de duração, a começar em dezembro de 2021.

No último dia 13 de janeiro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) já havia liberado a operação comercial de sete unidades geradoras do complexo EOL Serrote, da Qair Brasil, no município de Trairi. Juntas, as usinas têm capacidade instalada de 25.800 kW.

Com sede administrativa em Fortaleza, a Qair empreende no Brasil desde o início de 2018, inicialmente sob a denominação de Quadran Brasil. Atualmente, desenvolve projetos em diferentes estados da região Nordeste.

Fonte: O Povo

EDP é a primeira do setor, na América Latina, a ter sua meta de redução de CO2 aprovada pela iniciativa Science Based Targets

EDP é a primeira do setor, na América Latina, a ter sua meta de redução de CO2 aprovada pela iniciativa Science Based Targets

Companhia deixará de produzir até 8 milhões de toneladas em termos absolutos de gases que geram o efeito estufa, uma queda de 85%

A EDP é a primeira companhia do setor de energia na América Latina e de grande porte no Brasil a ter sua meta de redução de emissões de CO2 aprovada pela iniciativa internacional Science Based Targets (SBTi), entidade que mobiliza empresas a assumirem compromissos de diminuição da liberação e de gases relacionados ao efeito estufa de forma baseada na ciência. A EDP assumiu publicamente o compromisso de, até 2032, reduzir em 85% a intensidade de suas emissões face a 2017, deixando de produzir aproximadamente 8 milhões de toneladas desses gases em termos absolutos até o final do período.

Para atingir esse resultado, a Empresa realizará ações para reduzir emissões diretas, indiretas associadas ao consumo e associadas à sua atividade. Desta forma, a EDP se comprometerá a:

  • Possuir uma matriz de geração energética 100% renovável;
  • Eletrificar toda a sua frota de veículos leves no Brasil;
  • Fomentar a compra e venda de energia renovável em seu portfólio;
  • Reduzir perdas técnicas e comercias na distribuição.

As metas da EDP passaram por um processo de validação pela iniciativa Science Based Targets, composta pelas entidades internacionais Carbon Disclosure Project (CDP), Pacto Global das Nações Unidas, World Resources Institute (WRI) e World Wildlife Fund (WWF). Esses compromissos foram estabelecidos dentro de parâmetros científicos, de forma a efetivamente detalhar quanto e em que velocidade a companhia deve reduzir suas emissões para contribuir para limitar o aumento da temperatura global, de acordo com o compromisso estabelecido no Acordo de Paris.

“O futuro do planeta depende diretamente de um esforço conjunto que envolve toda a sociedade. Por meio das metas assumidas junto ao Science Based Targets, a EDP valida o seu compromisso com a ciência climática e com a missão de liderar a transição energética através de uma agenda verde”, afirma Miguel Setas, presidente da EDP no Brasil.

“O setor de energia desempenha um papel fundamental na descarbonização da economia global e no alcance dos objetivos do Acordo de Paris. Dessa forma, comemoramos com alegria a aprovação da meta Science Based Targets da EDP Brasil e convidamos outros setores a se inspirarem e replicarem esta metodologia para que alcancemos os objetivos do Acordo de Paris”, afirma Carlo Pereira, diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global.

O Grupo EDP também possui, globalmente, uma meta aprovada pela iniciativa Science Based Targets — a de reduzir em 90% a intensidade de emissões. Ao assumir agora o compromisso em nível nacional, a Companhia entende que é importante agir localmente para reduzir os impactos climáticos que ocorrem em escala global.

Ciência e o futuro do planeta
Com mais de 1000 companhias adeptas em todo o mundo, a iniciativa Science Based Targets (SBT) possibilita às empresas um caminho para reduzir suas emissões de gases que geram o efeito estufa, em consonância com os objetivos do Acordo de Paris. As metas definidas para cada corporação estão alinhadas com o que a ciência do clima considera necessário para limitar o aquecimento do planeta a 1.5°C acima dos níveis pré-industriais. Isso requer, globalmente, a redução pela metade das emissões até 2030, além da limitação das emissões líquidas em níveis próximos a zero até 2050. A SBTi realiza revisões periódicas de seus critérios de validação de metas para incorporar o que há de mais moderno na ciência do clima.

A iniciativa reconhece as diferenças entre os diversos setores que compõem a economia e desenvolve caminhos setoriais específicos. A SBTi acredita que o estabelecimento das metas traz ainda benefícios aos negócios, como proteção ao crescimento futuro, economia de recursos, aumento da confiança dos investidores e estímulo à inovação e competitividade.

Compromissos ESG
No início de dezembro, pela 15ª vez consecutiva, a EDP foi incluída na lista das empresas mais sustentáveis da bolsa de valores brasileira, figurando no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE). A Companhia obteve o melhor desempenho de sua história, com notas acima da média em todas as dimensões do questionário e foi considerada benchmark em cinco das sete dimensões (Geral, Social, Ambiental, Econômica e Natureza do Produto).

Em 2020, a EDP também submeteu à Organização das Nações Unidas (ONU) o compromisso de reduzir suas emissões para garantir que o aquecimento global não exceda 1,5°C, aderindo à campanha Business Ambition for 1,5ºC – Our Only Future. A Empresa ainda aderiu ao Recover Better, movimento global que propõe a governos e organizações de todo o mundo alinhar seus esforços de recuperação e ajuda econômica relacionados à crise da Covid-19 com base nos mais recentes estudos climáticos.

No ano de 2020, Miguel Setas, presidente da EDP no Brasil, foi anunciado pela Rede Brasil do Pacto Global, da ONU, como CEO porta-voz do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 11 (ODS 11) – Cidades e Comunidades Sustentáveis, na iniciativa Liderança com ImPacto.

Ainda no âmbito da Rede Brasil do Pacto Global, a EDP assumiu a coordenação da Plataforma Ação Pelo Clima, que desenvolve atividades e projetos voltados à mitigação do aquecimento global, além de ancorar outros programas temáticos e setoriais relacionados ao clima, como projetos em energia e florestas. A plataforma é composta por 98 instituições.

Sobre a EDP no Brasil
Com mais de 20 anos de atuação, a EDP é uma das maiores empresas privadas do setor elétrico a operar em toda a cadeia de valor. A Companhia, que tem mais de 10 mil colaboradores diretos e terceirizados, atua em Transmissão, Comercialização e Serviços de Energia, e possui seis unidades de geração hidrelétrica e uma termelétrica. Em Distribuição, atende cerca de 3,5 milhões de clientes em São Paulo e no Espírito Santo, além de ser a principal acionista da Celesc, em Santa Catarina. No Brasil, é referência em áreas como Inovação, Governança e Sustentabilidade, estando há 15 anos consecutivos no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3.

Fonte: EDP

Ricardo Valente Advogados: O Governo do Estado do Ceará determinou medidas mais rigorosas de funcionamento das empresas na capital cearense

Ricardo Valente Advogados: O Governo do Estado do Ceará determinou medidas mais rigorosas de funcionamento das empresas na capital cearense

Por meio do Decreto 33.918/2021, publicado na data de ontem, o governo do Ceará determinou que a partir do dia 03 (hoje) até o dia 17 de fevereiro de 2021, as atividades econômicas, na cidade de Fortaleza, deverão observar as seguintes medidas:

I – de segunda a domingo, a partir das 20 horas até as 6 horas do dia seguinte, fica suspenso o funcionamento de quaisquer atividades do comércio, da indústria e de serviços não essenciais;

II – aos sábados e domingos, o atendimento presencial em restaurantes e demais estabelecimentos para alimentação fora do lar, inclusive praças de alimentação, barracas de praia e restaurantes de shopping centers, somente poderá ocorrer até as 15 horas.

Não serão impactadas pelas restrições acima as seguintes atividades, onde poderão funcionar normalmente em todo o período do decreto:

  • I – serviços públicos essenciais;
  • II – farmácias;
  • III – hospitais e demais unidades de saúde e de serviços odontológicos de emergência;
  • IV – laboratórios de análises clínicas;
  • V – segurança privada;
  • VI – imprensa, meios de comunicação e telecomunicação em geral;
  • VII – funerárias.

OBS: Em qualquer horário e período de suspensão das atividades, os estabelecimentos poderão funcionar exclusivamente por serviço de
entrega, delivery, inclusive por aplicativo.

Lembramos que as medidas acima se referem apenas para a cidade de FORTALEZA.

Além disso, informamos que o governador do estado divulgou em suas redes sociais que na próxima sexta-feira (5) será publicado um novo Decreto definindo sobre o Carnaval de 2021.

Regulamentando o FUNCIONAMENTO de todas as atividades no estado do Ceará, sem possibilidade de ponto facultativo ou folgas comuns no período carnavalesco.

Fonte: Ricardo Valente Advogados Associados

Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil, promoveu ontem 26/01, reunião com o Embaixador de Portugal no Brasil, Luis Faro Ramos

Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil, promoveu ontem 26/01, reunião com o Embaixador de Portugal no Brasil, Luis Faro Ramos

Em uma iniciativa de aproximação estratégica e com resultados extremamente positivos, a Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil promoveu, na manhã desta terça-feira, dia 26 de janeiro, uma reunião virtual de apresentação oficial do recém-empossado Embaixador de Portugal no Brasil, Luís Faro Ramos, aos presidentes e representantes das 17 Câmaras de Comércio Portuguesas atuantes no país.

O encontro foi conduzido pelo Presidente da Federação, Armando Abreu, que deu as boas-vindas ao Embaixador, reforçou a disposição da entidade em ser uma parceira firme da diplomacia portuguesa especialmente tendo em vista o fomento aos negócios e passou a palavra a cada um dos representantes regionais, que destacaram aspectos das suas realidades locais.

Em sua fala, o Embaixador Luís Faro agradeceu o empenho e o entusiasmo com os quais as Câmaras têm trabalhado em prol da causa portuguesa e destacou o desejo de atuar firmemente em prol do engajamento das comunidades portuguesas em causas importantes para as relações bilaterais entre os dois países e em temas como o da participação nos processos eleitorais de Portugal. Faro aproveitou para destacar a expressiva participação de cidadãos portugueses que moram no Brasil na votação do último domingo, dia 24.

O novo Embaixador comentou que fará questão de visitar durante sua permanência no cargo todas as Câmaras de Comércio participantes da Federação para conhecer mais de perto a forma de atuação e também para estreitar os laços de relacionamento com as autoridades de cada Estado. Fez questão ainda de confirmar sua presença em Fortaleza (CE) para participar da 9a Reunião Anual das Câmaras Portuguesas no Mundo, a ser realizada nos dias 29 e 30 de março, em formato híbrido (com um número reduzido no evento presencial e com transmissão completa online).

Fonte: Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil

Criart Serviços, empresa sócia da CBPCE, acredita que as pessoas são fundamentais para o seu sucesso

Criart Serviços, empresa sócia da CBPCE, acredita que as pessoas são fundamentais para o seu sucesso

A Criart Serviços, empresa do Grupo Simões Pereira, acredita que as pessoas são fundamentais para o seu sucesso. A qualidade dos serviços que prestamos, nosso diferencial, está nos nossos profissionais.

Portanto, os investimentos no desenvolvimento dos nossos colaboradores é uma constante. Afinal de contas, são mais de 11 mil colaboradores atuando em treze estados diferentes (AC, AM, PA, RR, RO, PI, CE, RN, PE, PB, SE, BA e DF) e desempenhando diversas funções administrativas e operacionais. “Para manter o padrão de excelência que queremos para nossos clientes, é preciso sempre treinar nosso time nos procedimentos e técnicas para a melhor execução do trabalho”, afirma Lúcia Pereira, Diretora Executiva do Grupo Simões Pereira.

A partir deste entendimento, a Criart abraçou a missão de desenvolver seus colaboradores, impulsionando a execução da estratégia da empresa, com ações de capacitação tanto internas quanto externas (Participação em Feiras e Congressos como CONARH e CBTD). Como iniciativas, podemos destacar também o Programa de Desenvolvimento de Líderes (PDL), que teve como objetivo fazer uma transição comportamental, buscando que o líder entendesse e passasse a valorizar seu papel como gestor, bem como proporcionar a integração das demais lideranças. “O programa está embasado no autoconhecimento e na expansão da perspectiva da liderança. O líder será estimulado a explorar melhor o potencial da sua equipe, utilizando o planejamento, a comunicação e os desafios como fatores de mobilização. Valorizaremos os gestores de pessoas”, explica Lúcia Pereira.

Em 2020 com a pandemia o setor de treinamento teve que se reinventar de forma a continuar proporcionando aperfeiçoamento profissional aos seus colaboradores. Buscamos realizar treinamentos online, e nos deparamos com algumas restrições que comprometiam a qualidade do aprendizado. Verificamos que o formato que melhor atendia nossos colaboradores e assertividade do conhecimento apresentado eram vídeos de mircrolearning, onde trabalhávamos conteúdos rápidos e focados, vídeos com no máximo 15 minutos de duração focado na demanda do colaborador. Mesmo com a pandemia foi possível alcançar um número expressivo de mais de 2000 colaboradores treinados.

Acesse o portfólio da empresa clicando aqui.

Fonte: Criart Serviços

APSV Advogados: As parcerias público-privadas durante a pandemia

APSV Advogados: As parcerias público-privadas durante a pandemia

As parcerias público-privadas são alternativas cada vez mais comuns, buscadas pelo Poder Público para atender demandas de direito social do cidadão. Assim, através de contratos administrativos de concessão, o Governo (Federal, Estadual ou Municipal) e empresas do setor privado formam um acordo visando suprir a demanda por um determinado serviço público.

Em tempos de pandemia, a busca por PPPs surge como alternativa que pode aliviar os cofres públicos. Isso porque as empresas parceiras já possuem uma estrutura previamente montada, de forma que são menores os investimentos que Estado deve fazer para a execução de obras ou para a prestação de serviços.

Diante deste cenário, a perspectiva é que ocorra um aumento significativo das PPPs em 2021, haja visto a queda na arrecadação do Estado diante da crise econômica e da necessidade da continuidade de serviços essenciais à população.

Fonte: APSV

M. Dias Branco emite R$ 960 milhões em debêntures

M. Dias Branco emite R$ 960 milhões em debêntures

A cearense M.Dias Branco emitiu a soma de R$ 970 em debêntures. A informação foi divulgada pela companhia em fato relevante no último sábado, 23.

“As debêntures da segunda série terão prazo de vencimento de dez anos, contados da data de emissão, vencendo-se, portanto, em 13 de março de 2031”, completa o texto.

A empresa também justifica o retorno das debêntures. “Os recursos obtidos no âmbito da Operação de Securitização serão destinados exclusivamente à produtores rurais, por meio da aquisição, pela companhia, de produtos agropecuários, que servirão de matéria-prima de atividades relacionadas ao agronegócio, dentre outras, a industrialização e comercialização de produtos alimentícios derivadas do trigo, gorduras hidrogenadas, margarinas e óleos vegetais”, pontua.

Na semana passada, a empresa entrou na carteira do Índice Carbono Eficiente da B3 (ICO2 B3). O modelo é composto por ações de empresas participantes do Índice Brasil 100 (IBrX 100 B3), que decidem assumir práticas transparentes em relação a emissões de gases do efeito estufa (GEE), demonstrando preocupação com o aquecimento global.

O objetivo do ICO2 B3 é ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança climática no Brasil.

Fonte: Focus

SM Consultoria, sócia da CBPCE, alerta para o prazo de entrega da declaração anual de capitais brasileiros no exterior

SM Consultoria, sócia da CBPCE, alerta para o prazo de entrega da declaração anual de capitais brasileiros no exterior

O prazo para entrega da Declaração Anual de Capitais Brasileiros no Exterior (-CBE) se inicia em 15 de fevereiro e se encerra às 18:00 horas do dia 5 de abril de 2021. Alertamos aos nossos clientes que as Declarações que não forem entregues ou que sejam entregues fora do prazo, bem como as que contiverem erros ou vícios, estão sujeitas à multas aplicadas pelo Banco Central (BACEN) que variam de R$ 2.500,00 a R$ 250.000,00, podendo ser aumentada em 50% em alguns casos.

Estão obrigadas a apresentar a Declaração as pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no país, que detenham participação no capital de empresas, títulos de renda fixa, ações, depósitos, imóveis, etc., localizados no exterior e que totalizem:

US$ 1.000.000,00, ou equivalente em outras moedas, em 31 de dezembro de cada ano-base – CBE Anual (o valor anterior de US$100.000,00 foi elevado para US$1.000.000,00 pela Resolução n° 4.841, de 30 de julho de 2020, que entrou em vigor em 01.09.2020);

US$ 100.000.000,00, ou equivalente em outras moedas, em 31 de março, 30 de junho e 30 de setembro de cada ano-base – CBE Trimestral.

A SM Consultoria está à disposição para tirar eventuais dúvidas e assessorar no que for preciso para apresentação da Declaração de forma correta.

Fonte: SM Consultoria

O papel da logística na recuperação da economia mundial

O papel da logística na recuperação da economia mundial

Com os países mais conectados, é possível vislumbrar a recuperação mundial, puxada pelo crescimento econômico entre as nações mais estabilizadas

Os efeitos do distanciamento social causado pela COVID-19, como fronteiras fechadas, proibição de viagens e linhas aéreas suspensas, mudaram completamente o fluxo de mercadorias, pessoas, serviços e informações. Com isso, o contato pessoal foi substituído pelas conexões on-line, aumentando o tráfego internacional de internet, telefonemas e gerou uma explosão no comércio eletrônico, que alcançou R$ 41,92 bilhões de faturamento em agosto/20 no Brasil (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico – ABComm).

Dessa forma, a pesquisa Global Connectedness Index 2020 (GCI), da DHL, indica que, apesar de o índice de conectividade do ano passado ter sido menor que em 2019, ele não chega aos níveis preocupantes da crise econômica global de 2008 e 2009. Na verdade, o estudo aponta que os fluxos de comércio e de capital já começaram a se recuperar e que as conexões internacionais se mantiveram ativas durante os meses de recessão. Isso foi indispensável para a manutenção da economia global, uma vez que as redes logísticas integradas auxiliaram no fortalecimento dos níveis de comércio em todo o mundo e protegeram as fontes de sustento dos cidadãos.

Assim, traçando um paralelo entre os tráfegos de pessoas e mercadorias, notamos que, conforme previsto, houve um colapso no turismo internacional, que provavelmente não retornará ao faturamento do nível pré-pandêmico antes de 2023. No entanto, todos os outros tipos de fluxos e transações se mantiveram surpreendentemente ativos: o comércio internacional se recuperou após uma grande queda e continua a ser a espinha dorsal das economias; já os fluxos de informação digital tiveram um rápido crescimento, uma vez que a pandemia levou o trabalho, o entretenimento e a educação para a esfera on-line.

No Brasil, de acordo com dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior, o comportamento de consumo digital superou as barreiras transfronteiriças e impactou o lucro entre janeiro e abril de 2020. Neste período, a modalidade somou US$ 123,4 bilhões de faturamento, sendo a variação ano a ano mais expressiva entre as 20 principais economias do mundo (G20). Já o tráfego global de internet chegou a crescer dois dígitos, com pessoas e empresas cada vez mais conectadas digitalmente para manter as operações em funcionamento.

Nesse sentido, os fluxos de capital foram atingidos mais intensamente. No entanto, fortes respostas políticas por parte de governos e bancos centrais ajudaram a estabilizar os mercados. Conforme dados divulgados pelo Ministério da Economia, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 3,772 bilhões em novembro de 2020, expansão de 4,7% frente ao alcançado no mesmo mês do ano anterior.

Assim, apesar de ter interferido nos negócios e na ordem social, a pandemia não conseguiu romper as conexões entre os países. Ela, de fato, transformou as relações, pelo menos momentaneamente, e evidenciou os desafios de manter a conectividade global ativa. Contudo, foi possível estabelecer uma rápida adaptação nesse processo, que nos deixou mais fortes e preparados para enfrentar estes e novos desafios.

Ou seja, as cadeias de suprimento e as redes conectadas se tornaram essenciais na manutenção do funcionamento do mundo e na estabilização da globalização, especialmente neste momento de crise que assola o planeta. Além disso, os recentes avanços da produção de vacinas para conter o coronavírus colocaram um holofote na importância sistêmica de uma logística especializada rápida e segura, dependente de uma rede interconectada, que garanta efetivamente a distribuição internacional.

Hoje o Brasil se encontra pouco inserido na conectividade global, ocupando o 60° lugar no ranking feito pela DHL. Porém, olhando apenas para as Américas do Sul, Central e Caribe, apenas o Chile está à frente do Brasil, na posição de número 47, o que indica um avanço nesse processo de transformação. Agora, com os países mais conectados, é possível vislumbrar a recuperação mundial, puxada pelo crescimento econômico entre as nações mais estabilizadas em relação à globalização. Nesse sentido, uma boa cadeia logística é o que nos ajuda a ir mais longe!

Fonte: ABOL

Porto do Pecém termina 2020 com quebra de recorde na movimentação de contêineres

Porto do Pecém termina 2020 com quebra de recorde na movimentação de contêineres

As mercadorias transportadas em contêineres foram o segundo maior volume de movimentação no Porto do Pecém em 2020. O resultado é um recorde nunca alcançado anteriormente no equipamento.

Foram 4.818.581 toneladas no ano passado, ficando atrás somente que movimentou do granel sólido
com 7.761.958 toneladas. O carga conteinerizada representou 30% do volume no decorrer do ano.

A movimentação acumulada foi de 377.726 TEU´s (228.362 unidades), representando 11% de crescimento em relação ao ano de 2019. Outubro registrou um pico de 46.002 TEU´s – o melhor resultado obtido num único mês.

As principais mercadorias transportadas no porto em 2020 foram Cereais; Sal; Enxofre; Terras e pedras; Gesso; Cal; Cimento; Frutas; Alumínio e Plásticos.

“O crescimento no segmento contêiner é animador para todo o nosso time. 2020 foi um ano muito difícil para o setor portuário no mundo inteiro. E mesmo assim conseguimos movimentar aqui no Pecém a maior quantidade de contêineres já registrada num único ano desde que o porto foi inaugurado em 2002. Um recorde que nos motiva a superar a barreira dos 400 mil TEU´s em 2021”, afirma Danilo Serpa – Presidente do Complexo do Pecém (CIPP S/A).

Fonte: O Otimista