Ivana Bezerra Rangel é homenageada no Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino

Ivana Bezerra Rangel é homenageada no Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino

No dia 08 de dezembro, durante Sessão Solene realizada na Câmara Municipal de Fortaleza, a presidente da ABIH-CE e sócia da CBPCE, Ivana Bezerra Rangel, foi homenageada na celebração do Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino. A data reforça a visibilidade e o reconhecimento da força das mulheres na economia e no desenvolvimento social do país. A iniciativa, proposta pelos vereadores Pedro Matos e Cláudio Lima, possui relevância simbólica e prática ao destacar a urgência de ampliar o acesso a crédito, capacitação e oportunidades para mulheres empreendedoras em todo o Brasil.

O cenário atual do empreendedorismo feminino no Brasil revela números expressivos. Dados da plataforma MaisMei apontam que 43,7% dos Microempreendedores Individuais (MEIs) são mulheres, demonstrando protagonismo crescente no empreendedorismo formal. Contudo, a equidade de renda ainda é um desafio: apenas 16,3% dessas empreendedoras alcançam faturamento acima de R$ 4.000 mensais, enquanto 33,1% dos homens atingem esse patamar.

Nesse contexto, iniciativas como o programa federal Elas Empreendem têm desempenhado papel relevante ao ampliar acesso a crédito, qualificação e oportunidades para mulheres empreendedoras. Essas ações são fundamentais para reduzir desigualdades estruturais e estimular o desenvolvimento econômico sustentável.

Para a CBPCE, a homenagem concedida a Ivana Bezerra Rangel representa mais do que um reconhecimento individual. Ela evidencia a importância da liderança feminina no ambiente empresarial e inspira outras mulheres a avançar em suas trajetórias empreendedoras. Ivana é um exemplo de competência, visão estratégica e dedicação ao fortalecimento do setor turístico e à promoção do desenvolvimento econômico do Ceará.

A CBPCE parabeniza Ivana Bezerra Rangel pela merecida honraria e manifesta orgulho por tê-la em seu quadro de sócios. Esta celebração reafirma o compromisso da entidade com a promoção da igualdade de oportunidades, o fortalecimento do empreendedorismo feminino e a valorização do papel decisivo das mulheres no desenvolvimento econômico e social do país.

Com informações da ABIH-CE

Fonte: CBPCE em 10.12.2025

Sócia da CBPCE, Fabiola Rocha participa de congresso no Mackenzie e integra obra sobre integridade e sustentabilidade

Sócia da CBPCE, Fabiola Rocha participa de congresso no Mackenzie e integra obra sobre integridade e sustentabilidade

A advogada Fabiola Rocha, sócia da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), participou em São Paulo do Congresso de Direito Tributário e Energia: Reforma Tributária e Desafios da Transição Energética, realizado pela Universidade Mackenzie. O evento reuniu especialistas de renome para discutir a nova realidade econômica e os impactos das mudanças tributárias nos setores de energia e agronegócio.

Durante o congresso, Fabiola Rocha integrou o time de autores da obra “Políticas de Integridade: Sustentabilidade e Contratações Públicas”, lançada durante o encontro. Ela contribuiu com um artigo acadêmico que aborda os aspectos econômicos da integridade ecológica das energias renováveis na ética ambiental, destacando desafios e caminhos para a transição energética sustentável.

Reconhecido como um dos principais fóruns de debate sobre economia, mercado e governança, o evento trouxe reflexões sobre a estrutura do IVA Dual, questões setoriais, compliance, sustentabilidade e os efeitos da reforma tributária para o ambiente de negócios.

A obra lançada reúne análises essenciais para as contratações públicas contemporâneas, destacando boas práticas de integridade, transparência e conformidade em ambientes empresariais. O conteúdo é recomendado para gestores públicos, profissionais de compliance e especialistas que atuam com políticas de integridade.

O livro está disponível na livraria da Editora Lumen Juris (clique aqui)

Com informações de Fabíola Rocha

Fonte: CBPCE em 10.12.2025

SM Consultoria alerta sobre início da transição da Reforma Tributária em 2026

SM Consultoria alerta sobre início da transição da Reforma Tributária em 2026

O diretor da SM Consultoria, Sérgio Melo, sócio da CBPCE, divulgou um alerta importante aos contribuintes sobre as exigências que entrarão em vigor já no início da fase de transição da Reforma Tributária do consumo, prevista para janeiro de 2026.

Com a proximidade da implementação das novas regras, empresas e profissionais precisam se preparar para adotar os novos modelos de notas fiscais que passarão a contemplar obrigatoriamente informações referentes ao IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e à CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). A Receita Federal já publicou uma série de notas técnicas apresentando os layouts atualizados para notas de mercadorias e de serviços.

A orientação reforça que a Lei Complementar nº 214/2025 dispensa o recolhimento do IBS e da CBS relativos aos fatos geradores ocorridos em 2026, desde que os contribuintes cumpram corretamente as obrigações acessórias, ou seja, emitam os documentos fiscais com os campos referentes aos novos tributos preenchidos. Caso contrário, será obrigatório o recolhimento das alíquotas de 0,9% (CBS) e 0,1% (IBS).

Sérgio Melo destaca que o recolhimento antecipado pode nem ser o maior problema, já que os valores poderão ser compensados com Pis e Cofins no mesmo período. A maior preocupação recai sobre o risco de impossibilidade de emissão de notas fiscais caso os campos de IBS e CBS não estejam devidamente preenchidos. Essa falha pode impedir a conclusão de operações comerciais, afetando diretamente a rotina de empresas de diversos setores.

A SM Consultoria recomenda que as organizações iniciem imediatamente as adequações necessárias para evitar impactos operacionais significativos em 2026.

Contatos SM Consultoria
Endereço: Av. Santos Dumont, 3060 – Sala 616 – Aldeota,
Fortaleza – CE, 60150-161
Telefone: (85) 3486-2000

O futuro do Brasil já começou, mas será que estamos preparados para financiá-lo e escalá-lo à altura do seu potencial e no tempo certo? Por Célio Fernando

O futuro do Brasil já começou, mas será que estamos preparados para financiá-lo e escalá-lo à altura do seu potencial e no tempo certo? Por Célio Fernando

Nos últimos meses, enquanto acompanhava discussões sobre investimentos e novas fronteiras do conhecimento, ficou cada vez mais claro que estamos reorganizando as bases de uma nova economia no Brasil, de muitos caminhos inovadores.

Penso nisso quando vejo o lançamento de novas tecnologias que começam a posicionar o Brasil, por exemplo, na economia espacial, e aqui preciso citar três que devemos acompanhar no desenrolar:

→ o primeiro é o foguete inédito que será lançado no Maranhão, marcando o primeiro lançamento comercial realizado no Brasil e que vai transportar cinco satélites e três experimentos para o espaço;

→ o segundo é o submarino nuclear brasileiro, em desenvolvimento pelo Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), e considerado o projeto mais difícil da história militar;

→ e o terceiro é o data center do TikTok, que será construído no Ceará, com investimento de 200 bilhões e será o maior do Brasil.

Mas como não poderia deixar de falar do mar, nada chamou mais atenção do que o movimento recente do Energia Azul.

O Inpo está estruturando um centro temático dedicado a soluções de energia renovável no mar, que abre uma fronteira que poucos países dominam.

Ondas, correntes de maré, gradiente térmico, hidrogênio verde offshore. Tudo isso parecia distante, mas agora recebe investimento, pesquisa aplicada e uma formação acadêmica dentro de universidades.

Há um padrão aqui, e ele é estratégico: a educação. Estamos aprendendo a converter riqueza natural em ciência e tecnologia e tudo isso em valor econômico.

O Brasil sempre foi grande, continental, no que herdou da natureza e agora está sendo grande no que constrói a partir dela.

O potencial brasileiro em 2026 desponta na sociedade do conhecimento e acho que teremos resultados positivos.

Por Celio Fernando B. Melo
Economist | Partner at BFA Investimentos | M&A Advisor | Corporate Finance | Board Member | Green-Bl

Fortaleza registra R$ 1,17 bilhão em impacto econômico do turismo de eventos e cresce 15% em 2025

Fortaleza registra R$ 1,17 bilhão em impacto econômico do turismo de eventos e cresce 15% em 2025

O turismo de eventos consolidou-se como um dos principais vetores de desenvolvimento econômico de Fortaleza em 2025. O trabalho de captação, promoção e apoio institucional realizado pelo Visite Ceará – Fortaleza Convention & Visitors Bureau resultou em R$ 1,17 bilhão de impacto econômico direto, o que representa crescimento de 15% em relação a 2024, quando o setor movimentou R$ 975 milhões.

Além do impacto direto, os efeitos do segmento se refletiram de forma ampliada na economia local. Em 2025, o impacto na produção totalizou R$ 1,40 bilhão, enquanto o valor adicionado alcançou R$ 677,07 milhões. A massa salarial gerada somou R$ 421,91 milhões, e a arrecadação governamental atingiu R$ 45,47 milhões em impostos, taxas e contribuições. Ao longo do ano, o setor foi responsável pela geração de 39.525 empregos formais e informais. O gasto médio do turista de eventos por período de estadia foi de R$ 4.030,00.

Captação de eventos, promoção e geração de negócios

Em 2025, o destino contabilizou a realização de 89 eventos captados e apoiados institucionalmente, com impacto econômico direto de R$ 694 milhões. Essas agendas reuniram mais de 172 mil participantes.

As ações de promoção do destino incluíram 49 iniciativas realizadas no Brasil e no exterior, além de 26 visitas técnicas e rodadas de negócios, que resultaram em mais de 233 oportunidades comerciais para o trade turístico. No campo da prospecção internacional, foram assegurados eventos de grande porte para os próximos anos, entre eles o 42º Congresso da Confederação de Organizações de Clubes Alcoólicos Latino-Americanos (COCAL), previsto para 2026, e o Fimba Maxibasketball.

“Os números de 2025 demonstram, de forma muito clara, a relevância do turismo de eventos para a economia de Fortaleza. O impacto econômico direto de R$ 1,17 bilhão é resultado de um trabalho técnico, contínuo e integrado com o poder público, o trade turístico e as entidades promotoras de eventos”, destaca Clarisse Linhares, presidente do Visite Ceará.

Ocupação hoteleira e qualificação profissional

Os indicadores de ocupação hoteleira acompanharam a expansão do turismo de eventos em Fortaleza. No período de fevereiro a junho, a taxa de ocupação passou de 60,91% em 2024 para 69,40% em 2025. Entre agosto e novembro, o índice evoluiu de 72,39% para 77,50% no mesmo comparativo anual.

No eixo de gestão e relacionamento institucional, foram realizadas mais de 370 reuniões estratégicas ao longo do ano. A área de qualificação profissional registrou a capacitação de 50 recepcionistas, representando crescimento de 28% no volume de treinamentos em relação ao ano anterior.

Reconhecimento nacional

O desempenho do setor e os resultados do projeto Fortaleza Meetings foram reconhecidos nacionalmente em 2025 com três premiações:

– 1º lugar no Prêmio Unedestinos 2025 – 4ª edição

– 2º lugar no Prêmio Nacional do Turismo 2025;

– 3º lugar no Prêmio Unedestinos 2025, na categoria de captação, pela realização do Congresso Brasileiro do Algodão.

No ambiente digital, as ações institucionais e promocionais alcançaram mais de 735 mil contas no perfil promocional do Instagram e registraram mais de 1,5 milhão de visualizações no perfil institucional.

“Para além dos resultados financeiros, falamos de geração de empregos, fortalecimento da cadeia produtiva e posicionamento estratégico do destino no cenário nacional e internacional. O reconhecimento recebido ao longo do ano reforça que estamos no caminho certo e nos motiva a seguir ampliando a captação de eventos e a promoção de Fortaleza, especialmente neste período em que nos aproximamos dos 30 anos de atuação do Visite Ceará”, reforça Suemy Vasconcelos, diretora-executiva do Visite Ceará.

Perspectivas para 2026

O ano de 2026 marcará a celebração dos 30 anos de atuação do Visite Ceará. A estratégia de prospecção permanece ativa, com 38 eventos atualmente em negociação para os próximos anos, assegurando a manutenção do fluxo turístico, econômico e institucional para Fortaleza.

Fonte: Portal Influxo em 09.12.2025

Revista “The Economist” escolhe Portugal como a “economia do ano”

Revista “The Economist” escolhe Portugal como a “economia do ano”

Foto Rodrigo Sene / Mundo Lusíada

Portugal é a “economia do ano” de 2025 para a revista britânica “The Economist”, que compilou dados económicos dos 36 países mais ricos do mundo, enquanto Espanha, que tinha ganhado no ano passado, cai para a quarta posição.

Pelo quinto ano consecutivo, a revista “The Economist” elaborou um ‘ranking’ dos 36 países mais ricos do mundo para encontrar a economia com melhor desempenho.

Este ano, Portugal aparece na primeira posição, destronando Espanha, a vencedora do ano passado, e que em 2025 está com a mesma pontuação da Colômbia.

Para elaborar esta lista, a revista compilou dados de cinco indicadores económicos – inflação, o desvio da inflação, o Produto Interno Bruto (PIB), o emprego e o desempenho da bolsa de valores.

“Em 2025, [Portugal] conseguiu combinar um forte crescimento do PIB, baixa inflação e um mercado de ações em alta”, escreve a revista.

A puxar pelo PIB e pelo emprego em Portugal, segundo a “The Economist”, está o turismo, numa altura em que “muitos estrangeiros ricos estão a mudar-se para o país para aproveitar as baixas taxas de impostos”.

Em segundo lugar nesta classificação aparece a Irlanda, seguida de Israel.

Nas piores posições, aparecem sobretudo economias mais a norte da Europa: Estónia, Finlândia e Eslováquia são as últimas nesta compilação de indicadores.

Numa publicação na rede X, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou que “a distinção pela revista ‘The Economist’ de que a ‘economia do ano’ foi a portuguesa é uma justa aclamação do mérito e do trabalho dos portugueses e reforça a motivação do Governo em seguir o rumo que nos trouxe até aqui nos últimos meses”.

“É a reformar com coragem e a tornar o país mais competitivo e produtivo que vamos continuar a criar emprego, a aumentar os salários e a reforçar o Estado social. Assim daremos mais bem-estar e mais futuro aos portugueses”, escreveu ainda o primeiro-ministro.

As previsões do Governo apontam para um crescimento da economia este ano de 2% e de 2,3% no próximo.

Fonte: Mundo Lusíada em 08.12.2025

CBPCE realizou sua confraternização de Natal no Hotel Sonata de Iracema

CBPCE realizou sua confraternização de Natal no Hotel Sonata de Iracema

A Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE) realizou ontem, no Hotel Sonata de Iracema, sua aguardada confraternização de Natal. O encontro reuniu associados, parceiros e convidados em uma noite agradável de celebração, integração e fortalecimento dos laços institucionais.

O evento foi embalado pela apresentação da cantora Mel Portela e pelo DJ Felipe Cavagnac, que garantiram uma trilha sonora especial para tornar a ocasião ainda mais marcante.

A confraternização contou com a presença dos sócios e parceiros da CBPCE, reforçando a união entre o setor empresarial e a comunidade luso-brasileira. A celebração teve o apoio institucional de Cenergias Participações, André Lima Advogados, Campos Advocacia, Aveiro Consultoria, Campos Aguiar Consultoria, Mabel de Carvalho & Anna Magalhães Advogados Associados, APSV Advogados e GEO Soluções Ambientais, parceiros fundamentais na promoção das relações econômicas, culturais e sociais entre Brasil e Portugal.

O encontro ficará registrado como um momento de reconhecimento, proximidade e fortalecimento da parceria entre todos os envolvidos na atuação da CBPCE ao longo do ano.

Confira as fotos aqui: https://news.cbpce.org.br/fotos-natal2025

Fonte: CBPCE em 04.12.2025

Grupo Termaco marca presença na programação da Expolog 2025

Grupo Termaco marca presença na programação da Expolog 2025

O Grupo Termaco integrou a programação da Expolog 2025, feira internacional de logística realizada de quarta (26) a sexta-feira (28) no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza. Com estande de negócios e participação em painéis, a empresa foi representada pelo vice-presidente, Carlos Maia, e por executivos das áreas de operações e negócios, que acompanharam os debates técnicos e as atividades voltadas à cadeia logística.

Em sua 20ª edição, a Expolog reuniu empresas, especialistas e representantes do poder público para discutir tendências e soluções relacionadas ao transporte, infraestrutura, tecnologia aplicada à logística, comércio exterior e integração entre modais. A programação contemplou painéis, estudos de caso, rodadas de negócios e exposição de serviços e equipamentos voltados ao setor.

Segundo Maia, a participação permite acompanhar de perto pautas que influenciam o setor. “A Expolog reúne especialistas e operadores que vivem a logística no dia a dia. Estar presente é uma forma de acompanhar análises importantes, entender movimentos do mercado e dialogar com diferentes agentes da cadeia”, afirma

Fonte: Engaja Comunicação em 04.12.2025

HubVirtual na Expolog 2025: metaverso e governança digital no Brasil

HubVirtual na Expolog 2025: metaverso e governança digital no Brasil

HubVirtual na Expolog 2025: democratizando o metaverso e inaugurando uma nova era de governança digital no Brasil

A Expolog 2025, realizada nos dias 26 e 27 de novembro, marcou um avanço importante no uso de tecnologias imersivas no país. Entre outros pontos: soluções de reposicionamento para o metaverso como ferramenta estratégica para governança, logística, comunicação institucional e modernização de serviços públicos.

O espaço ofereceu gratuitamente aos visitantes experiências completas de metaverso, tours virtuais por cidades, visualização de equipamentos públicos em 360 graus, interação com escritórios corporativos simulados e contato direto com avatares inteligentes de atendimento. Tudo desenvolvido para funcionar em dispositivos comuns, inclusive celulares simples, sem necessidade de óculos de realidade virtual ou computadores de alto desempenho, o que coloca a democratização tecnológica no centro da estratégia.

À frente das demonstrações, Luciano Chaves, um dos diretores do HubVirtual, reforçou que o metaverso já não é um conceito futurista. Segundo ele, o Brasil vive um momento em que a tecnologia precisa ser acessível, aplicável e de impacto imediato. A solução do HubVirtual rompe barreiras técnicas e econômicas, permitindo que municípios de diferentes portes, empresas, consórcios e instituições transformem suas rotinas de atendimento e comunicação com eficiência e economia.

O CEO Deoclécio Castro, que durante o evento interagiu com os visitantes a partir de Portugal, dentro da própria plataforma de metaverso e por meio do seu avatar inteligente, destacou o potencial integrador da solução. De acordo com ele, “as soluções digitais aproximam pessoas, empresas e serviços públicos, independente da distância. Os tours virtuais, metaversos e avatares inteligentes de atendimento mostram como a tecnologia pode reduzir distâncias, aprimorar a experiência do usuário e gerar eficiência em toda a cadeia logística, da capacitação de equipes à simulação de operações e ao atendimento remoto a clientes e parceiros. Tudo isso com humanização e segurança.”

A presença do HubVirtual na Expolog evidenciou um novo ambiente político e institucional. Gestores públicos estão buscando soluções escaláveis e inclusivas, capazes de modernizar canais de atendimento, fortalecer a transparência e ampliar o acesso da população aos serviços do Estado. O metaverso, antes visto como entretenimento, assume agora posição estratégica no debate sobre governança digital, planejamento urbano e transformação administrativa.

Agentes Inteligentes: mais uma ferramenta de aproximação entre tecnologia e público

Entre as soluções apresentadas no estande, esteve o Totem Interativo com Agentes Humanóides Inteligentes, exibido por Luciano Chaves como mais um meio moderno de interação entre cidadãos, empresas e ambientes digitais. A cabine inteligente é equipada com um avatar virtual customizável que pode assumir o rosto, a voz e a identidade comunicacional de qualquer instituição, empresa ou personalidade.

Os Agentes Inteligentes operam com base em um banco de dados programado, permitindo que o avatar responda perguntas, ofereça informações, apresente serviços e até atue como guia turístico. A ferramenta pode ser acessada também via internet ou em totens instalados em prefeituras, eventos, empresas, aeroportos, feiras e espaços públicos, ampliando o acesso à informação de forma simples, intuitiva e atraente.

No turismo, o avatar pode apresentar história, cultura, gastronomia e atrativos da cidade. No setor público, pode orientar sobre serviços e programas. Para empresas, pode atuar como um especialista no negócio, ou como uma recepção digital, apresentando a trajetória e os produtos e serviços corporativos com clareza e proximidade.

Em último caso, ainda mais personalizado, pode interagir com sistemas de agendamento de compromissos, sistemas de pagamento e até agir como um negociador de pagamentos.

A solução reforça o propósito da HubVirtual de democratizar tecnologias emergentes e ampliar o acesso da população a experiências digitais que fortalecem a governança e modernizam a prestação de serviços, apoiada em cases concretos com municípios, empresas, conselhos profissionais e entidades de classe em todo o Brasil.

Fonte: Jornal O Povo em 01.12.2025

Métricas de RIG: Você já mede o que realmente importa? por Josbertini Clementino

Métricas de RIG: Você já mede o que realmente importa? por Josbertini Clementino

Com o avanço da profissionalização das Relações Institucionais e Governamentais (RIG) o debate deixou de ser “quantas reuniões foram feitas” para se tornar “quais decisões conseguimos influenciar, e com qual grau de legitimidade, previsibilidade e capacidade de agenda”.

Nesse cenário, medir volume não basta! O que mais importa é maturidade institucional, densidade de influência e qualidade de posicionamento.

Diante disso, como mensurar impacto além de reuniões, relatórios e contatos?
Essa não é uma pergunta com resposta trivial, mas percebo que o caminho é uma abordagem que combina dados, inteligência contextual e capacidade de articulação capaz de orientar decisões e gerar valor estratégico. Nessa perspectiva, o profissional de RIG deixa de ser apenas um articulador para se tornar curador de ambientes políticos, antecipando riscos, modelando debates e construindo convergência.

Mas a grande pergunta permanece: Como medir tudo isso? O desafio das métricas é transformar elementos intangíveis, como influência, credibilidade e legitimidade, em indicadores claros, mensuráveis e acionáveis.

A seguir, apresento um framework de indicadores que vai além do “checklist convencional” e posiciona a área como função estratégica de impacto, levando em conta indicadores para medir influência, capacidade de agenda e maturidade institucional.

1. Indicadores de influência: do acesso à capacidade real de configurar resultados
Aqui vamos buscar medir aquilo que mais importa: influência efetiva.

1.1. Densidade de influência – Não basta ter acesso: é preciso qualificar o tipo de acesso.
Indicadores:
Nível hierárquico médio das agendas realizadas ao longo do trimestre
Percentual de agendas estratégicas (com tomadores de decisão, não apenas técnicos)
Tempo médio de resposta do stakeholder (proxy de relevância)
Grau de aderência entre os temas apresentados e as pautas prioritárias da autoridade

1.2. Conversão política (impacto efetivo) – Mede o quanto o trabalho de RIG resultou em avanços concretos.
Indicadores:
Percentual de pautas que avançaram de fase (da sensibilização à decisão)
Número de entregáveis adotados pelo poder público (dados, estudos, minuta, cenários)
Evidências de influência na redação de políticas, relatórios ou normativas

1.3. Qualidade da narrativa
Avalia se a organização conseguiu criar compreensão e não apenas transmitir informação.

Indicadores:
Índice de clareza de mensagens (medido por pesquisas qualitativas pós-agenda)
Aderência do discurso institucional ao enquadramento utilizado pelo governo
Capacidade de síntese estratégica (policy issues transformados em três mensagens-chave)

2. Indicadores de capacidade de agenda: prioridade, timing e mobilização
Esse bloco exige coordenar movimentos, gerar timing favorável e criar coalizões.

2.1. Prioridade na agenda do stakeholder – Mede a capacidade do tema ganhar relevância diante de outras pressões concorrentes.
Indicadores:
Quantidade de agendas ativas (com follow-up vivo) sobre o tema
Menções públicas e institucionais ao pleito
Grau de disposição do stakeholder em co-construir soluções

2.2. Mobilização estratégica – Nenhuma pauta avança sozinha e mobilização é ativo!
Indicadores:
Número de parceiros engajados por tema (associações, empresas, governo, academia)
Nível de alinhamento entre os parceiros (matriz de convergência)
Capacidade de acionar rapidamente redes para janelas de oportunidade

2.3. Gestão de janelas de oportunidade – Avalia se a instituição sabe operar o “timing político”.
Indicadores:
Velocidade média de resposta a eventos críticos
Percentual de pautas trabalhadas antes de chegar ao ponto crítico
Uso de previsões de agenda legislativa ou regulatória para antecipação estratégica

3. Indicadores de maturidade institucional: governança, inteligência e previsibilidade
Aqui medimos a musculatura interna da organização e sua capacidade de operar RIG como processo, não como esforço isolado.

3.1. Governança e processos
Indicadores:
Existência de um manual de RIG e matriz de responsabilidades
Percentual das ações registradas em sistema de gestão (CRM de RIG)
Rotina de reuniões estratégicas internas (mensal, bimestral)
Índice de cumprimento dos ritos de governança (atas, relatórios, pareceres)

3.2. Qualidade da inteligência
Indicadores:
Base de dados de stakeholders atualizada
Produção de análises e cenários de qualidade (com métodos claros)
Uso de ferramentas de monitoramento legislativo/regulatório com metodologia validada
Índice de previsibilidade: quantos movimentos do governo foram antecipados corretamente?

3.3. Reputação e legitimidade – Uma instituição com baixa reputação não influencia, mesmo com acesso.
Indicadores:
Percepção institucional medida com stakeholders (pesquisa semestral)
Presença da organização em espaços de policy-making (conselhos, câmaras, fóruns)
Menções positivas em mídias especializadas e redes profissionais
Grau de aderência às melhores práticas de compliance e transparência em RIG

4. Da métrica ao valor: como usar os indicadores para decisões estratégicas
Medir não é o fim. A análise deve orientar decisões:

Onde estamos perdendo capacidade de agenda?
Quais temas estão maduros para ganhar prioridade?
Quais stakeholders são realmente estratégicos e quais são apenas rituais?
Quais riscos de reputação podem comprometer entregas futuras?
Quais recortes de pauta estão mais propensos a gerar impacto com menos esforço?

O objetivo final das métricas não é produzir dashboards, mas gerar inteligência acionável que transforme influência em resultados.
Medir influência é medir capacidade de transformar contexto
Essa abordagem exige que o profissional transite entre técnica, estratégia e sensibilidade política. Medir apenas reuniões é permanecer no passado. O futuro já está em curso e pede indicadores de densidade, legitimidade, capacidade de articulação, qualidade narrativa e relevância institucional.

Influência é um ativo que se constrói com tempo e se comprova com dados.

E você já mede o que realmente importa na sua atuação em RIG?

Por Josbertini Clementino
Especialista em Relações Institucionais e Governamentais l Políticas Públicas l Gestão de Projetos e Stakeholders l Conselheiro de Administração IBGC l Regulatório l Advocacy l RIG l RelGov