Cearense M. Dias Branco compra paranaense Jasmine Alimentos

Cearense M. Dias Branco compra paranaense Jasmine Alimentos

Foto: Divulgação

A cearense M. Dias Branco, líder nacional de massas e biscoitos, foi às compras e adquiriu, por valor não divulgado, a Jasmine Alimentos, empresa do Paraná especializada em alimentos integrais, orgânicos, sem glúten, sem lactose e zero açúcar.

rata-se da segunda aquisição feita em menos de um ano por M. Dias Branco no mercado de alimentos saudáveis.

Em setembro de 2021, a Companhia comprou a Latinex, também do Paraná, incorporando marcas como Fit Food (snacks saudáveis), Smart (temperos) e Frontera (tex mex).

A Jasmine é a marca referência e líder no mercado de granolas, pães sem glúten e cookies integrais.

Na noite da quinta-feira, 9, M. Dias Branco distribuiu um comunicado ao mercado, do qual esta coluna extraiu o trecho a seguir:
Fundada em 1990, a Jasmine já nasceu com foco em produtos voltados para a saudabilidade. Hoje a empresa conta com um portfólio de 140 SKUs, sendo as principais categorias cookies integrais, granolas, pães sem glúten e outros cereais diversos voltados para consumidores com necessidades nutricionais especiais ou que buscam qualidade de vida.

Marca referência e líder no mercado de granolas, pães sem glúten e cookies integrais (fontes: Scanntech e Nielsen), a Jasmine foi adquirida em 2014, dos fundadores, pela multinacional francesa Nutrition et Santé. A operação será submetida à análise do CADE e, caso aprovada, a marca Jasmine passará a integrar o portfólio da M. Dias Branco, ao lado de marcas líderes em suas categorias como Piraquê, Vitarella, Adria, Fortaleza e Isabela.

“A Jasmine é uma empresa que já nasceu com o DNA de oferecer produtos voltados para o bem-estar e um estilo de vida equilibrado. Esta é uma tendência mundial e uma aquisição estratégica para a nossa Companhia”, afirma Ivens Dias Branco Júnior, diretor presidente da M. Dias Branco. O executivo destaca que o segmento de alimentos saudáveis tem uma taxa de crescimento anual composto (CAGR) estimada em 5,3% até 2025, acima da indústria alimentícia em geral (3,6%) e do mercado de indulgência (4,5%).

Com uma fábrica de 15 mil m² inaugurada em 2015 em Campina Grande do Sul, região metropolitana de Curitiba, a Jasmine atinge mais de 26 mil pontos de venda por meio de força de venda direta e indireta, nas cinco regiões do Brasil. Cerca de 50% da receita da empresa hoje é proveniente de São Paulo e região Sul. A planta industrial conta com equipamentos de última geração e segue um modelo de produção sustentável. Além disso, os produtos da marca contam com certificações importantes, como Orgânico Brasil e Vegan.

“Com a capilaridade nacional de distribuição da M. Dias Branco, a marca tem grande potencial de se desenvolver em outras regiões”, explica Gustavo Theodozio, vice-presidente de Investimentos e Controladoria da M. Dias Branco. O executivo destaca que, com os investimentos realizados nos últimos anos, a fábrica conta com uma reserva de capacidade que habilita para uma nova rodada de crescimento junto à M. Dias Branco. “É mais uma demonstração do grande potencial de desenvolvimento da marca e de seu portfólio de produtos”, completa.

Fabio Cefaly, diretor de Relações com Investidores e Novos Negócios da M. Dias Branco, estima que o faturamento da Jasmine deve superar R$ 200 milhões em 2022. “Os produtos têm preços médios e margens atrativas e terão contribuição positiva no portfólio da M. Dias Branco”, finaliza.

Fonte: Diário do Nordeste

TPM – Transformando Pessoas com Maestria, por Yunare Marinho

TPM – Transformando Pessoas com Maestria, por Yunare Marinho

Foto: Freepik

Desde pequenos fomos estimulados a competir e colecionar feitos que são na maioria das vezes os mais celebrados, entretanto a jornada, as pequenas coisas, verdadeiramente são as experiências que nos marcam e fortalecem para alcançar a alta performance. Os japoneses, pais da melhoria contínua, nos ensinam: “treina, treina, assimila, aprende e transformar, que é o propósito tão sonhado e assim os obstáculos são superados!” É isto que estimulamos nos processos ou quando certificamos e reconhecemos os feitos, além de colher os resultados, ver e sentir o efeito transformador e a experiência pessoal que transformou a essência do negócio, como sempre comento: “quem muda de passo são as pessoas e não as máquinas no TPM / WCM”.

E em nossa evolução profissional, o que todos nós buscamos é o crescer…, mas, o que é o crescer? Daí, eu volto ao tema do protagonizar o protagonismo, o propósito que jamais será um trabalho solitário porque precisamos das relações humanas e humanizadas, o tal espírito de time ou equipes. É preciso ter e se já temos, buscar sempre fortalecer a humanidade em nossos valores e naquilo onde empenhamos nossa energia, nossa missão, para alcançar a excelência no que queremos, nossa visão na vida e na profissão.

Nós passamos 1/3 da vida no trabalho, mas se pensarmos de fato, se trata da vida inteira dedicada a empreender aprendendo e tem que valer a pena, é essencial a colheita de frutos pois são assim as estações do tempo e esta colheita somente acontece quando nos importamos com as pessoas e vivenciamos novas experiencias cooperativas e coletivas (transpessoais), porque a alma é o segredo do negócio e não o segredo é alma do negócio. E desta forma amadurecemos profissionalmente estimulando para que maestros surjam para ocupar a sucessão.

Crescer é treinar, treinar, incorporar, transformar e ser maestro na arte em que você atua, o especialista humanizado, ciente de que nesta jornada, não alcançamos nada sozinho, mas olhando para a trajetória, muitas pessoas foram verdadeiramente parceiras e essenciais nesta construção do SER que nos tornamos hoje, sim o hoje que é o alicerce da melhoria contínua para o amanhã, para o novo que está por vir e ao alcance de quem coloca empenho, energia e paixão no que faz.

E esta semana, ouvi de um colega: “É verdade, gente é a chave de tudo, não adiante ter a melhor transformação sistema digital, se o time não estiver na mesma vibração, conexão, engajado e comprometido! Pessoas são a base que começa desde o topo da pirâmide nas organizações pois elas buscam espelhos, direcionamentos e maestria. O líder é o técnico, o elemento que traça a estratégia, colocando os recursos, as pedras do tabuleiro na posição onde elas melhor protagonizarão juntos para alcançar a Gestão Classe Mundial – visão da excelência. Parece até um clichê falar do mesmo, mas persistir é On, TPM é ON, pessoas trazem resultados ON-TIME AND All TIME.

Think about it. Pensez-y toi aussi!

Por Yunare Marinho

A pegada global de Portugal

A pegada global de Portugal

Foto: Divulgação

Portugal é um dos mais antigos países da Europa, a sua afirmação enquanto povo e enquanto nação é distinta dos restantes povos europeus e esse é um dos principais fundamentos da sua identidade e independência.

A partir de meados do século XV os portugueses iniciaram uma aventura marítima de azimute transoceânico, que abriu novas rotas de navegação e permitiu a descoberta e o encontro entre povos e civilizações de diferentes continentes.

Tanto a independência de Portugal como a sua expansão intercontinental foram sobretudo fruto das capacidades diplomáticas do país, por meio de delicadas alianças, mediações, tratados e acordos com outras nações europeias, asiáticas e africanas.

Os portugueses foram capazes de influenciar várias culturas e deixar uma marca que não se desvanece com o passar dos séculos, seja em África, na América ou na Ásia. O caldeamento dessas culturas e a sua disseminação intercontinental deu lugar à gestação de uma “cultura-mundo”, conceito que tem vindo a ser desenvolvido por Gille Lipovetsky1.

Portugal tem no mundo uma pegada global, impressa ao longo de sucessivas vagas de migrações, ocorridas durante os últimos 5 séculos. Ainda hoje a diáspora portuguesa é a que tem maior peso relativo no contexto europeu. Portugal é o primeiro país da União Europeia com mais emigrantes em percentagem da população e o oitavo do mundo2. Em cada 3 portugueses, um vive fora de Portugal. Segundo, o último relatório do Observatório da Emigração, há mais de 2,6 milhões de cidadãos portugueses que nasceram em Portugal a viver no estrangeiro, o valor mais alto desde 1960, para uma população total de 10,3 milhões3. Acresce, que segundo dados oficiais, cerca de 3,3 milhões de pessoas têm cartão de cidadão português, mas residem no estrangeiro. Desses, um milhão e seiscentos mil estão recenseados como eleitores portugueses. Estimativas apontam para a existência de aproximadamente 6 milhões de portugueses e lusodescendentes a viver no estrangeiro.

A diáspora portuguesa, em particular os lusodescendentes de segunda, terceira e até de quarta geração, resultantes das vagas migratórias ocorridas durante o século XX, quer seja para África, para a América ou para a Europa, graças às oportunidades abertas fruto do trabalho árduo e de uma vida construída com grande sacrifício pelas suas famílias, tiveram a possibilidade de estudar e de ascender profissional e socialmente, mas mantendo uma ligação emocional forte a Portugal e tendo orgulho nas suas raízes lusófonas.

Acresce a isso, a vaga de emigração qualificada mais recente, ocorrida durante os anos da crise financeira e da consequente crise das dividas soberanas. Só entre 2011 e 2015 saíram de Portugal mais de meio milhão de portugueses rumo à emigração5.

A confluência destes fatores leva a que o retrato socioprofissional das novas gerações de lusodescendentes e de portugueses a residir no estrangeiro, onde se incluem os expatriados portugueses, que trabalham em empresas e organizações internacionais, seja muito diferente de épocas passadas e permita afirmar que a diáspora portuguesa é hoje a mais qualificada de sempre.

Sinal do upgrade do perfil socioprofissional e socioeconómico das comunidades portuguesas no estrangeiro é, ainda, o aumento das remessas enviadas para Portugal, que de 2017 a 2021, registou os valores mais altos das últimas duas décadas e desde a criação da moeda única: com um valor anual acima dos 3 mil milhões de euros, segundo dados do Banco de Portugal6. Um valor superior à atração de Investimento Direto Estrangeiro, que no seu melhor ano de sempre – 2021 – foi de 2,7 mil milhões de euros7.

Acresce, que as remessas dos imigrantes portugueses, desde 1975 até 2021, perfizeram 133 mil milhões de euros8, o que significa que se equiparam ao financiamento da União Europeia a Portugal9.

A conclusão a retirar é clara: a diáspora portuguesa tem sido uma das maiores fontes de financiamento externo do sistema financeiro e da economia portuguesas. No entanto, tem merecido uma infinitésima parte dos recursos e da atenção por parte dos poderes públicos em Portugal, a começar pelo governo.

Com a massificação das novas tecnologias da informação e comunicação, a digitalização e desmaterialização de serviços, o comércio eletrónico, e as redes sociais, os portugueses a viver no estrangeiro e lusodescendentes estão mais conectados entre si e a Portugal. A intensidade do seu relacionamento com o país tem vindo a aumentar, não só por via do número crescente de viagens a Portugal, da aquisição de bens e serviços portugueses, dos investimentos imobiliários e outros realizados em Portugal, mas também pela participação e apoio em eventos internacionais onde portugueses marcam presença, seja no campo desportivo, artístico e cultural, onde se tem verificado um apoio massivo das comunidades portuguesas e lusodescendentes.

Sendo a diáspora portuguesa um poderoso instrumento de “soft power”, deve passar a constituir uma prioridade da política externa portuguesa, em particular ao nível da diplomacia económica e da estratégia de internacionalização. A diáspora portuguesa, tanto no “network” no mundo dos negócios, como no contexto político de cada país onde se faz representar, onde se contabilizam mais de 600 eleitos para funções públicas em dezenas de países, pode ser um elemento influenciador e facilitador do crescimento da economia portuguesa e da relevância da política externa portuguesa.

Contam-se hoje na diáspora portuguesa e luso-descendente, empresários de grande dimensão, que podem ser aliados estratégicos do Estado português, quer na atração de investimento estrangeiro, quer no incremento das exportações, quer mesmo para o desenvolvimento de parcerias e “joint-ventures”, que concorram para o aumento dos níveis de internacionalização da economia portuguesa.

Leia o artigo completo aqui:
https://www.portugalsoftpower.pt/

Fonte: Portugal Soft Power

Comunidade Portuguesa no Ceará entrega prêmio para celebrar o Dia de Portugal

Comunidade Portuguesa no Ceará entrega prêmio para celebrar o Dia de Portugal

Foto: divulgação

Com o intuito de celebrar o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, data que ocorre anualmente no dia 10 de junho, a Comunidade Portuguesa no Ceará realizará a entrega do Troféu Martim Soares Moreno nesta sexta-feira, às 19h, na na sede da Sociedade Beneficente Portuguesa.

O evento também marca a comemoração dos 150 anos da Sociedade Beneficente Portuguesa Dous de Fevereiro, que será, inclusive, homenageada pela Assembleia Legislativa do Ceará. A entrega do troféu ocorre desde 2009 e, neste ano, vai homenagear o advogado Rômulo Alexandre Soares, atual vice-presidente da Federação Brasileira de Câmaras de Comércio Exterior e a assistente técnica do Vice-Consulado de Portugal em Fortaleza, Sannara Lopes.

De acordo com o advogado, que também já foi presidente da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil; da Câmara Setorial de Comércio Exterior e Investimento Estrangeiro da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece) e do Conselho de Relações Internacionais da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), a importância de celebrar o Dia de Portugal se deve ao reconhecimento de que as comunidades portuguesas que estão em outros lugares do mundo continuam sendo relevantes para o país europeu. “Existe um número de deputados na assembleia que são escolhidos para representar os interesses dessas comunidades. Celebrar o Dia de Portugal é textualmente celebrar o dia das comunidades e estamos falando de todos os portugueses que se congregam em vários lugares do mundo, como é o caso de Fortaleza”, pontua.

Para Rômulo Alexandre, ser homenageado pela comunidade portuguesa é uma grande honra. “Nos últimos 20 e poucos anos, eu tenho tido a oportunidade de colaborar com a presença e com a interação portuguesa no Ceará, tanto na área de negócios, quanto também na área cultural. Acho que hoje a comunidade portuguesa tem uma expressão de interação bastante fortalecida com o Ceará e com Fortaleza em especial”, opina.
O advogado destaca que Sannara Lopes também tem uma contribuição enorme para o serviço consular.

Nos últimos anos, o Ceará foi um dos estados do Brasil em que mais pessoas receberam a cidadania portuguesa. A Sannara testemunhou nos últimos 20 anos o crescimento dessa faceta da relação entre Ceará e Portugal. Recebo esse prêmio bastante envaidecido, mas ciente da responsabilidade que é para o futuro”, declara.

Fonte: Jornal O Estado do Ceará

O Ceará exportou US$ 4,025 Milhões para Portugal entre Janeiro e Abril de 2022

O Ceará exportou US$ 4,025 Milhões para Portugal entre Janeiro e Abril de 2022

O Ceará exportou US$ 4,025 Milhões para Portugal entre Janeiro e Abril de 2022, um aumento de +55,43% em relação ao mesmo período do ano passado.

O gráfico a seguir mostra as taxas de crescimento das exportações cearenses para o país lusitano nos últimos 5 anos, considerando o período entre Janeiro e Abril de cada ano.

Conheça aqui (https://bit.ly/32c3rh6) BI produzido pela Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil em parceria com a Câmara Brasil Portugal no Ceará – CBPCE contendo detalhes das relações comerciais com Portugal, inclusive com dados do comércio exterior de todos os estados brasileiros onde há Câmaras luso-brasileiras.

O Observatório de Negócios Internacionais da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil tem o apoio de APSV Advogados. Curta e compartilhe esta iniciativa com a sua rede no LinkedIn.

Fonte: FCPCB

Missão Governamental e Empresarial, realizada em Portugal, é palco de negociações para novos investimentos no Ceará

Missão Governamental e Empresarial, realizada em Portugal, é palco de negociações para novos investimentos no Ceará

Foto: Divulgação

Entre os dias 30 de maio a 03 de junho de 2022, uma comitiva do Ceará participou da Missão Governamental e Empresarial Ceará 2022, em Lisboa, Portugal. O encontro levou empresários do estado do nordeste brasileiro para visitas técnicas e roadshow para atração de investimentos ao ecossistema em Portugal nos setores de agronegócios, energia verde (hidrogênio verde) e moda (têxtil, confecções e calçados).

O secretário do Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet), Maia Júnior, anunciou que na sexta-feira, 3, terá reunião com a diretoria da EDP (Energias de Portugal), maior empresa lusitana, que tem altos investimentos no Ceará. De acordo com ele, a EDP, controladora da EDP Brasil, quer ampliar seus investimentos no Ceará, focando, principalmente, na área de energias renováveis, podendo investir, também, em projetos de produção de Hidrogênio Verde.

A Missão Governamental e Empresarial é fruto de uma parceria da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil (FCPCB), juntamente com o Governo do Estado do Ceará, a Atlantic Hub, o No Gap Ventures e a Câmara Brasil Portugal no Ceará – Comércio, Indústria e Turismo (CBP-CE).

Estiveram na comitiva: Maia Júnior, Secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho – Sedet; César Ribeiro, Secretário de Relações Internacionais da Casa Civil; Roseane Oliveira de Medeiros, Secretária Executiva da Indústria – Sedet; Júlio Cavalcante Neto, Secretário Executivo de Comércio, Serviços e Inovação – Sedet; Marta Campêlo – Sedet; Joanna Cruz, Assessora de Comunicação – Sedet; Paulo Alexandre de Sousa, Presidente – SindRoupas Fiec; Aluisio Ramalho Filho, Vice-Presidente SindRoupas e Diretor FIEC; Daniel Gomes Soares da Silva, Presidente Sindconfecções – FIEC; Alice Mesquita, Sebrae Ceará; Francisco Terceiro Magalhães, Sebrae Ceará; Solange de Palhano Xavier, Jornal O Estado; Ricardo de Palhano Xavier, Jornal O Estado; Eugênio Vieira, Presidente da Câmara Brasil Portugal Ceará; Clivânia Teixeira, Diretora Executiva da FCPCB; Filipe Rosa – CEO No Gap Venture e Eduardo Migliorelli, CEO – Atlantic Hub.

Fonte: AD2M Engenharia de Comunicação

10 de junho: Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas acontece na próxima sexta-feira

10 de junho: Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas acontece na próxima sexta-feira

No dia 10 de Junho celebra-se o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. O feriado nacional assinala ainda o dia da morte do poeta Luís Vaz de Camões, em 1580, autor d´Os Lusíadas.

Neste ano ocorre também as comemorações dos 150 anos da Sociedade Beneficente Portuguesa Dous de Fevereiro e a Vice-Cônsul de Portugal em Fortaleza, a Sociedade Beneficente Portuguesa Dous de Fevereiro e a Câmara Brasil Portugal no Ceará, têm a honra de convidar para a solenidade do Dia de Portugal, dia de Camões e das Comunidades Portuguesas, ocasião em que será entregue o troféu Martim Soares Moreno à Sra. Sannara Diniz Lopes Gondim Barroso e Sr. Rômulo Alexandre Soares.

O evento acontecerá na Sociedade Beneficente Portuguesa Dous de Fevereiro (Av. Dioguinho. 2493 – Praia do Futuro) na próxima sexta-feira, dia 10 de junho e será por adesão.

Confira a programação:

19h
Momento Cívico

Homenagem aos Ex-presidentes

19h30
Entrega Troféu Martim Soares Moreno
Sannara Diniz Lopes Gondim
Dr. Rômulo Alexandre Soares

20h
Apresentação do Regional e Grupo Folclórico da Sociedade Beneficente Portuguesa

20h30
Jantar da Comunidade Luso-Brasileira
Música ao vivo com Davi Valente

Jantar por adesão
Confirmar presença
Valor da adesão: R$: 100,00
beneficenteportuguesafortaleza@gmail.com

Dados para depósito
Sociedade Beneficente Portuguesa Dous de Fevereiro
PIX: CNPJ 07.829.724/0001-91
Banco do Brasil
Cc. 107700-7 | Ag. 2917-3
CNPJ 07.829.724/0001-91
Enviar comprovante de pagamento para:
85 9 8719 2423 (Lúcia Alves)

Termaco Logística: Tecnologia aliada à segurança

Termaco Logística: Tecnologia aliada à segurança

A tecnologia tem sido grande aliada no desenvolvimento de soluções para a segurança e a mobilidade urbana, principalmente no transporte de cargas. Com o crescimento das operações logísticas após o período da pandemia, as empresas de cargas estão realizando investimentos em equipamentos de segurança que buscam reduzir o número de acidentes e garantir que a carga chegue até o seu destino final sem nenhum tipo de intercorrência.

Isto acontece principalmente porque o transporte rodoviário de cargas é hoje o maior meio de abastecimento do comércio e da indústria, sendo responsável por movimentar cerca de 65% de tudo aquilo que é produzido no País.

Um dos investimentos é a utilização de um equipamento que consiste na instalação de câmeras onboard nos veículos e de sensores que detectam quaisquer anomalias ou ocorrências registradas durante o trajeto. Além disso, o aparelho também verifica o excesso de velocidade, toda movimentação atípica, histórico de uso de freio motor e de marcha lenta por tempo excessivo e o tempo de veículo ligado sem movimentação. Os sensores internos de câmeras detectam a fadiga do motorista e quaisquer desvios de atenção por parte do condutor.

O equipamento é importante para a proteção do patrimônio de clientes e da empresa, mas sobretudo, para a segurança dos condutores. Caso o veículo seja interceptado por tentativas de furto ou roubo, as imagens são registradas e gravadas em banco de dados na nuvem, podendo ser recuperadas a qualquer momento, mesmo se for tentada e efetivada a violação do equipamento por vandalismo.

A tecnologia vem para mitigar os riscos aos quais as empresas de cargas estão sujeitas, como: roubos e acidentes durante o trajeto. São sistemas inteligentes que estão cada vez mais sofisticados e buscam preservar a integridade de motoristas, passageiros e até de quem está fora do veículo. Por meio de sistemas como esses, as empresas têm a oportunidade de contribuírem para a redução de acidentes trabalhando de forma efetiva com operações que fazem toda a diferença.

Fonte: Termaco Logística

Acqua Vero: Seu FGTS pode render mais

Acqua Vero: Seu FGTS pode render mais

Foto: divulgação

O processo de privatização da Eletrobrás tem gerado uma oportunidade de investimento de 50% do saldo disponível no seu FGTS na companhia.

O investimento será feito através do FMP (Fundo Mútuo de Privatização) que, por sua vez, tem como objetivo investir em ações de empresas estatais que passam pelo processo de privatização, que é o caso da Eletrobrás.

É importante entender que o investimento é feito por intermédio de um fundo e não é um investimento direto em ações.

Hoje é o ultimo dia de reserva. Aproveite a única forma de diversificar o seu FGTS através do Fundo Reference FMP FTGS Eletrobrás na plataforma do banco BTG PACTUAL e invista em uma das principais empresas de eletricidade do Brasil – um dos setores mais importantes para a economia brasileira. Em caso de interesse ou dúvidas entre em contato com a Acqua Vero e saiba mais.

Endereço: Av. Desembargador Moreira, 2001 – andar 14 CEP: 60170-001
Telefone: (85) 4042-0577
E-mail: contato@acquavero.com.br
Site: www.acquavero.com.br

Fonte: Acqua Vero

O Oceano em língua portuguesa, por Rômulo Alexandre Soares

O Oceano em língua portuguesa, por Rômulo Alexandre Soares

Foto: divulgação

Hoje celebra-se o dia mundial do Oceano, instituído no Brasil, durante a ECO 92. Coincidentemente, 30 anos depois, a mesma ONU realiza em Lisboa do dia 27 de junho a 1 de julho, a Conferência dos Oceanos.

Durante uma semana, líderes políticos e cientistas de várias partes do mundo, reúnem-se para apontar caminhos que promovam o uso sustentável do mar e estabeleçam regras de governança para conter ameaças como acidificação, lixo marinho e poluição, e outras agendas urgentes associados às mudanças climáticas. O que será discutido na Conferência dos Oceanos interessa ao Ceará e, por isso, a presença do estado nesse momento histórico é legítima e bem-vinda.

Durante o período que presidi o Conselho de Relações Internacionais da FIEC na gestão do presidente Beto Studart, tive o privilégio de contribuir para a aproximação entre o Ceará e Portugal no tema da economia do mar, muito bem articulada, no lado cearense por Célio Fernando e Sampaio Filho e pelo lado português, por Miguel Marques, então na consultoria PwC. O Ceará tem motivos concretos para dialogar com um país europeu que nos últimos 10 anos promoveu uma revolução no que denominou hyperlcuster da economia do mar.

O Fortaleza 2040, o Ceará 2050 e o Rotas Estratégicas foram iniciativas pioneiras. Juntos, traçaram diretrizes que aceleraram o entendimento do Ceará sobre as oportunidades associadas ao mar e permitiram que ele seja considerado atualmente como um dos estados do Brasil que mais avançou em conhecer o mar.

Neste momento, iniciativas como o Planejamento Costeiro e Marinho do Ceará, no âmbito do Programa Cientista Chefe, demonstram a que o Ceará se propõe. O Observatório Costeiro e Marinho, o Atlas Digital e Marinho, o Plano Estadual de Preparação, Contingência e Resposta Rápida às Emergências Ambientais da Zona Costeira, o Plano Estadual de Gerenciamento dos Recursos Marinhos Bióticos e Abióticos da Zona Costeira e Plataforma Continental, o Plano Estadual de Gerenciamento e Monitoramento Contínuo da Linha de Costa e Marinha, para citar apenas algumas iniciativas demostram como a ciência e política estão alinhadas. Da mesma forma, a criação e vitalidade da Câmara Setorial de Economia do Mar da ADECE, presidida por Alberto Gradvohl e os últimos desdobramentos em torno do Zoneamento Ecológico Econômico Costeiro, liderado pelo Secretário Artur Bruno, também apontam que é possível e desejável associar desenvolvimento econômico e responsabilidade socioambiental.

Mas o mar não deve significar apenas uma nova fronteira a ser conservada ou aproveitada de modo sustentável. É essencial entender o Atlântico como um espaço que também conecta o Ceará ao mundo. O Ceará é um território que se lança fisicamente para dentro do Atlântico Sul. Sua geografia favorece o seu protagonismo e os cabos submarinos e a nova rota do hidrogênio verde afirmam essa nova centralidade.

Em comum, Portugal e o Ceará são banhados pelo mesmo Atlântico. Além deles, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe também compartilham o mesmo Oceano e se conectam pela mesma língua. Juntos, esses países permitem projetar o Oceano em língua portuguesa.

Rômulo Alexandre Soares
(artigo publicado pelo jornal OPovo em 03/06/2022)