Aquiraz Riviera celebra 10 anos e lança projeto Riviera Beach Club

Aquiraz Riviera celebra 10 anos e lança projeto Riviera Beach Club

O complexo turístico-imobiliário Aquiraz Riviera completou seus primeiros 10 anos e celebrou, na última sexta-feira (10), com o lançamento de um novo projeto que irá trazer novidades para condôminos, turistas e visitantes. Contando com um dos melhores campos de golfe do Brasil, com o Hotel Dom Pedro Laguna, resort cinco estrelas premiado nacional e internacionalmente, e com condomínios de alto padrão (casas e apartamentos à beira-mar), o Aquiraz Riviera apresentou à sociedade o Riviera Beach Club, um espaço de lazer e entretenimento para oferecer diversão e conforto, com acesso livre para moradores e visitantes.

Ocupando uma área de 22 mil m2 e localizado à beira-mar, o espaço terá infraestrutura de lazer e facilidades como restaurante praia, bar molhado com água aquecida e equipamentos de lazer e entretenimento, com piscinas e brinquedos temáticos para todas as idades. As principais atrações serão a Ilha Encantada, com uma série de pedras temáticas; o Rio Lento; e a Piscina de Ondas.

Por todo o empreendimento, haverá quiosques com serviços e produtos de conveniência, bares com drinks especiais, snacks e lanches rápidos. O empreendimento contará com espaços exclusivos para reuniões, festas, eventos e exposições, além de toda a infraestrutura para a prática de esportes náuticos.

O Riviera Beach Club terá ainda uma delicatessen minimercado, com padaria e pizza point, localizada na área frontal, com o objetivo de atender as necessidades básicas de compras para os moradores ou para quem estiver em período de estadia em algum dos condomínios.

O investimento no Riviera Beach Club é de R$ 40 milhões e o projeto e o paisagismo são de Thiago Borges.

Fonte: Marcia Travessoni

Aumento do frete e falta de contêineres geram cenário de preocupação para setor de logística no CE

Aumento do frete e falta de contêineres geram cenário de preocupação para setor de logística no CE

Avaliação é que o custo do frete marítimo se normalize somente em até dois anos

Apesar das boas projeções para o encerramento de 2021 em movimentação de cargas no Porto do Pecém – deve superar 20 milhões de toneladas, quebrando o recorde de 2019 -, o desenho que se tem para o transporte marítimo no próximo ano ainda não é tão nítido, já que problemas como o alto custo do frete e a falta de contêineres não devem se dissipar tão facilmente.

O tema foi um dos pontos abordados durante a 16ª da Feira Internacional de Logística – Expolog 2021, realizada em formato híbrido com transmissão online diretamente do Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza.

De acordo com a avaliação do gerente comercial da Tecer Terminais Portuários, Carlos Alberto Nunes, o alto custo do frete e a falta de contêineres – problemáticas mundiais que estão entre os principais gargalos para o restabelecimento pleno do transporte marítimo após o início da pandemia – são questões que podem levar de um ano e meio a dois anos até uma normalização.

“É provável. É uma lei de mercado, oferta e demanda. O transportador marítimo acaba tendo que fazer escolhas e isso é regido pelas leis de mercado. Com a oferta diminuta e a demanda grande, há uma tendência que isso perdure”
Carlos Alberto Nunes | Gerente Comercial da Tecer Terminais Portuários

A diretora institucional do Complexo do Pecém, Rebeca Oliveira, reforça que esses complicadores da cadeia logística não se restringem ao cenário local, mas se tratam de problemas observados em todo o mundo.

“Não tem a ver com os portos, mas com as linhas de navegação, porque a demanda por determinados produtos para determinados países aumentou. São países que não tinham o costume de receber contêineres e eles acabam ficando presos nesses países por não terem a tradição de exportadores”, detalha Rebeca.

De acordo com ela, o Complexo, juntamente com os armadores, buscam soluções para amenizar a situação.

“Investimentos em novos equipamentos para o ano que vem, busca de novas parcerias com granéis sólidos”, pontua, destacando o impacto positivo da retomada do transbordo de combustíveis no Pecém para a movimentação de 2021. “Nós estamos buscando novas parcerias, novos clientes para continuar nesse crescimento”.

PEQUENOS SÃO MAIS PREJUDICADOS

Ela avalia que a falta de disponibilidade de contêineres e aumento do frete geram preocupação porque atrapalham o mercado e prejudicam principalmente os pequenos importadores e exportadores.

“Isso prejudica principalmente quem é pequeno, quem precisava daquele contêiner por semana para se manter no mercado. E a gente está tentando solucionar da melhor forma, vendo com os clientes os contratos operacionais, prazos. É uma coisa mundial, mas o que pode ser feito localmente nós estamos fazendo”, diz.

MOVIMENTAÇÃO RECORDE

O ano de 2021 será de movimentação recorde no Porto do Pecém, superando a marca de 18 milhões de toneladas movimentadas pelo equipamento em 2019. Rebeca cita que felizmente muitos processos não pararam em 2021 e ressaltou a movimentação de equipamentos eólicos, além da importância do trabalho de mostrar o Porto do Pecém aos clientes.

“O importante é que a gente não parou e quando o mundo voltou a girar, estávamos lá aguardando”, diz Rebeca.

Carlos Alberto Nunes, da Tecer Terminais Portuários, também frisou que o porto tem conseguido atender vários segmentos da indústria, ampliando sua área de abrangência.

“Para o Pecém, a pandemia trouxe uma janela de oportunidades para atender mercados que antes ele não alcançava, como intensificar a participação nos granitos e entrar mais no mercado de fertilizantes”.

Fonte: Diário do Nordeste

 

Economia portuguesa mais competitiva e mais exportadora do que antes da pandemia

Economia portuguesa mais competitiva e mais exportadora do que antes da pandemia

O ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, afirmou neste dia 10 que a economia portuguesa está “mais competitiva e a exportar mais” do que antes da pandemia, vincando ainda a redução do défice comercial.

Em Vila Nova de Famalicão, durante uma visita à fábrica de estofos para automóveis Coindu, Siza Vieira lembrou que, este ano, as exportações portuguesas cresceram quase 18% a 2020 e 4,3% relativamente a 2019.

Além disso, acrescentou, entre janeiro e outubro deste ano, comparando com o que passou no período homólogo de 2019, registou-se um “desagravamento” do défice comercial.

“Temos de olhar para o conjunto do ano”, referiu o ministro.

Siza Vieira reagia, assim, às estatísticas do comércio internacional, hoje divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), segundo as quais as exportações e as importações portuguesas cresceram 3% e 17,5%, respetivamente, em outubro, face ao mesmo mês do ano passado.

No mês em análise, o défice da balança comercial de bens aumentou 971 milhões de euros, face ao mesmo mês de 2020, atingindo 1.985 milhões de euros.

Excluindo combustíveis e lubrificantes, o défice da balança comercial atingiu 1.242 milhões de euros (um aumento de 525 milhões de euros face a 2020 e de 45 milhões de euros em relação a 2019), apontou o INE.

Para Siza Vieira, não se deve olhar apenas para um mês mas para o conjunto do ano.

“A nossa economia está mais competitiva, a exportar mais do que antes da pandemia [de covid-19] e a reduzir o nosso défice comercial”, reiterou.

Crescimento

Siza Vieira sublinhou que o mais recente relatório da OCDE mostra que Portugal é o país membro desta organização que “mais vai crescer nos próximos anos”.

O ministro disse ainda que o relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), hoje divulgado, destaca também o crescimento “grande e forte” das exportações portuguesas.

“O relatório da OCDE com as projeções econômicas mostra que Portugal é o país da OCDE que mais vai crescer nos próximos anos. Entre 2021 e 2023, vamos crescer quase 14% e, portanto, (…) vamos estar acima dos níveis de 2019 já no próximo ano”, apontou.

Aludindo a “um cenário muito positivo”, o ministro disse que o relatório “confirma um crescimento forte da economia” portuguesa.

“A OCDE acentuou o crescimento grande e forte das exportações, ainda hoje confirmamos que entre janeiro e outubro deste ano as nossas exportações já cresceram acima dos níveis que tínhamos em 2019 e, portanto, confirma um crescimento forte da economia”, vincou.

Num estudo sobre Portugal, hoje divulgado, a OCDE considera que a pandemia desencadeou uma recessão profunda em Portugal, como noutros países, mas que a economia tem vindo a recuperar, com o apoio das políticas públicas, embora a incerteza quanto às perspetivas permaneça elevada.

Siza Vieira disse que tem de haver “uma atenção particular” aos setores de atividade mais afetados pela pandemia, mas enfatizou que o relatório da OCDE reconhece o “impacto muito positivo” das medidas entretanto tomadas pelo Governo.

Fonte: Mundo Lusíada

Observatório de Negócios Internacionais da FCPCB: O Brasil exportou US$ 14,18 Bilhões em Carnes e miudezas comestíveis em 2021

Observatório de Negócios Internacionais da FCPCB: O Brasil exportou US$ 14,18 Bilhões em Carnes e miudezas comestíveis em 2021

Liderando as vendas nacionais estão Santa Catarina (US$ 2,34 Bi), Paraná (US$ 2,33 Bi), Rio Grande do Sul (US$ 1,6 Bi) e Mato Grosso (US$ 1,5 Bi).

Especificamente para Portugal, o valor em exportações chegou a US$ 3,83 Milhões. Mato Grosso (US$ 1,7 Mi), Paraná (US$ 573 Mil) e Mato Grosso do Sul (US$ 514 Mil) são os principais exportadores de Carne e miudezas para o mercado lusitano.

Destaque para o aumento em vendas dos estados do Mato Grosso (+19,54%), Mato Grosso do Sul (+46,87%), São Paulo (+43,30%) e Rio de Janeiro (+91,86%) na relação Brasil-Portugal.

Em sentido inverso, o Brasil importou US$ 414,21 Mil em Carnes e miudezas comestíveis portuguesas. São Paulo (US$ 411,61 Mil) é o maior estado comprador.

Conheça aqui (https://bityli.com/P02ER) BI produzido pela Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil em parceria com a Câmara Brasil Portugal no Ceará – CBPCE contendo detalhes das relações comerciais com Portugal, inclusive com dados do comércio exterior de todos os estados brasileiros onde há Câmaras luso-brasileiras.

O Observatório de Negócios Internacionais da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil tem o apoio de APSV Advogados, empresa sócia da CBPCE.

Fonte: FCPCB

Qair Brasil prevê operação de hidrogênio verde a partir de 2025

Qair Brasil prevê operação de hidrogênio verde a partir de 2025

A Qair Brasil está correndo para ser a primeira empresa com efetiva operação comercial a fixar projeto de hidrogênio verde no Porto do Pecém, no Ceará. A primeira usina mesmo será a da EDP, mas ainda uma unidade-piloto, com apenas 3 megawatts (MW) de capacidade, que começará a funcionar no fim de 2022.

Já a Qair projeta uma planta de 2.240 MW implantada em quatro etapas de 560 MW cada. Serão investidos quase US$ 7 bilhões nesta usina para produção de aproximadamente 296 mil toneladas de hidrogênio verde por ano.

A previsão é de que o pré-contrato de uso da área no Pecém seja assinado entre este mês e o início de 2022. A informação foi repassada, com exclusividade ao O POVO, pelo Gustavo Silva, diretor de Operações da Qair Brasil.

Segundo ele, o planejamento da operação comercial prevê uma primeira fase em 2025, a segunda em 2027, a terceira em 2029 e a quarta e última em 2031.

Além do Pecém, a empresa planeja também desenvolver o projeto Complexo Eólico Offshore Dragão do Mar para gerar energia elétrica para a planta de eletrólise com capacidade instalada de 1.216 GW, localizada na plataforma continental da costa de Acaraú.

“Hoje estamos com dois projetos de hidrogênio verde. Um aqui no Porto do Pecém e outro no Porto de Suape (Pernambuco). Muito da vinda para o Ceará é por conta da sinergia que está se criando no Estado por meio do hub de hidrogênio verde”, afirmou Gustavo, durante o evento sobre marco regulatório de sistemas híbridos na Federação das Indústrias do Ceará (Fiec).

Sobre a regulamentação, ele vê como uma grande oportunidade. “Temos vários projetos eólicos e solares que trabalhavam um ou outro na mesma área, mas em plantas diferentes, não era híbrido. Esse marco regulatório agora é importante porque a gente consegue dar outro viés, em que a gente aproveita a mesma área para fontes diferentes”. Da carteira de projetos de aproximadamente 6 GW da Qair Brasil, uma parte é para o Ceará. Em operação são 300 MW no Estado. Desde 2020, a empresa, investiu R$ 2 bilhões no desenvolvimento em planta que já vem em construção no Trairi. É o Complexo Eólico Serra do Mato que será formado por 29 torres V150 Vestas, de aproximadamente 58 toneladas de aço e 125 metros de altura cada, distribuídas em seis parques com capacidade total instalada de 121,8 MW. O empreendimento contará também com a instalação de outros 101 MW em projeto solar. Já o Complexo Eólico Serra do Mato é uma expansão do Complexo Eólico Serrote (205 MW). “No último leilão ganhamos um projeto solar de 450 MW em lcó, que deve entrar em operação parte em 2023 e parte em 2024”.

Por outro lado, o projeto piloto da EDP preve investimentos de R$ 41.9 milhões no Ceará em uma usina de H₂V com capacidade de 3 MW. A previsão para início das ope rações é em dezembro de 2022. (Beatriz Cavalcante)

Fonte: O Povo

Por um retorno com segurança e planejado, por Enid Câmara

Por um retorno com segurança e planejado, por Enid Câmara

O setor de eventos foi sem dúvidas uma das áreas da economia mais atingidas pela pandemia. O segmento vinha com expectativa de crescimento expressivo até o início de 2020. A previsão para o ano passado era de um salto de 20% de acordo com os dados da Associação Brasileira das Empresas de Eventos (ABEOC Brasil). Mas infelizmente a Covid-19 freou bruscamente esse panorama favorável.

Para se ter uma ideia do impacto, em maio de 2020, o Serviço brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) com apoio da Abeoc Brasil e da União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE), realizou uma pesquisa e identificou que 90% das empresas de eventos demitiram em média 90% dos seus funcionários.

Um ano e meio depois, felizmente, estamos na retomada gradual dos eventos. Porém, é preciso muita cautela e planejamento das empresas para não voltarmos alguns degraus. A situação hoje da pandemia ainda inspira muitos cuidados, e as empresas do setor estão cientes e engajadas para garantir uma retomada gradativa dos eventos de forma segura para todas as pessoas envolvidas. Mais do que nunca, devemos agir com o bom senso para que possamos superar esse momento difícil para todos.

Apesar da retomada das atividades econômicas, a área de turismo e eventos precisa ser protagonista de um planejamento pós crise, para a plena recuperação da categoria, mediante um plano de ações de curto, médio e longo prazo, com a participação de entidades do setor, poder público e privado.

Não podemos deixar morrer todo este legado que construímos na pandemia onde várias lideranças mostraram ao país (parlamentares e gestores públicos) a importância e relevância da atividade de eventos dentro do contexto geral do turismo brasileiro. As novas lideranças precisam ter este olhar para o pós crise.

De forma bastante segura, queremos deixar claro que o setor tem se preparado de forma a retomar as atividades levando o máximo de segurança possível, seguindo as orientações e protocolos das autoridades de saúde. Com um planejamento responsável, é necessário todo o apoio da esfera pública e privada para o setor de eventos voltar a crescer.

Enid Câmara
Presidente da Abeoc CE, diretora da Prática Eventos e Vice-presidente da CBPCE.

 

Jardel Oliveira, sócio da CBPCE participa de live sobre a crise humanitária e a quarta onda de covid-19

Jardel Oliveira, sócio da CBPCE participa de live sobre a crise humanitária e a quarta onda de covid-19

Hoje, o advogado e sócio da CBPCE, Jardel Oliveira, conversará ao vivo sobre alguns assuntos envolvendo a crise humanitária na Fronteira da Bielorrússia, as políticas públicas da União Europeia para conter a quarta onda de Covid-19 e outros assuntos correlatos ao Direito Internacional e Lei Humanitária.

Sobre Jardel
Jardel Oliveira é um advogado cearense, formado em Direito pela Universidade de Fortaleza e Pós-graduando em Direito, Processo e Planejamento Tributário pela mesma instituição. Pesquisador do Núcleo de Estudos Internacionais da Universidade de Fortaleza – UNIFOR.

Como grande entusiasta da relação Brasil-Portugal, desenvolve pesquisa sobre os blocos econômicos Mercosul e União Europeia e busca em sua associação à Câmara contribuir na relação entre pessoas e negócios envolvendo ambos os países.

Sobre a live
Data: 08/12
Hora: 19:30
Onde: no Instagram @jardeoliveiraadv
https://www.instagram.com/jardeloliveiraadv/

 

Aquiraz Riviera prepara lançamento para comemorar 10 anos

Aquiraz Riviera prepara lançamento para comemorar 10 anos

O Complexo Aquiraz Riviera prepara um grande lançamento guardado a sete chaves para o mês de dezembro. A informação foi obtida pela TV Otimista junto ao diretor-geral do Complexo, Coronel Romero. Outro empreendimento esperado para este mês é um LeClub.

Todos os fatores que culminaram no sucesso do Aquiraz Riviera estarão presentes no novo empreendimento. “O Complexo tem uma série de fatores que fizeram com que se tornasse sucesso nesses dez anos. O primeiro deles é por ele está localizado na Terra da Luz. O segundo grande fator é a própria credibilidade investidores. Em terceiro, eu diria que o Governo do Ceará, em 2002 e 2003, atendeu prontamente em trabalhar aquela região proporcionando uma infraestrutura necessária para que o empreendimento ali se instalasse. A própria duplicação da CE-040 faz parte das ações de apoio ao Complexo Aquiraz Riviera”, aponta Romero.

O Aquiraz Riviera é o maior empreendimento turístico de padrão internacional do Brasil, com valor total estimado em US$ 350 milhões. O projeto é desenvolvido pelo Consórcio Luso-Brasileiro Aquiraz Investimentos SA, composto pelo empresário cearense Ivens Dias Branco e pelos portugueses Ceará Investment Fund – Fundo Turístico Imobiliário, Grupo Hoteleiro Dom Pedro e Solverde (divisão de turismo do grupo Industrial Violas com a concessão dos Cassinos do Algarve).

Fonte: O Otimista

Fundo Europeu de Defesa – PME chamadas para apresentação de propostas

Fundo Europeu de Defesa – PME chamadas para apresentação de propostas

Encontram-se abertas, até dia 9 de dezembro, duas chamadas de propostas do Fundo de Defesa Europeu (EDF – EUROPEAN DEFENSE FUND) exclusivamente dedicadas às PME.

Estas calls partem do reconhecimento do papel crucial que a capacidade de inovação das pequenas e médias empresas pode ter nas questões ligadas à defesa.

As propostas devem incidir sobre tecnologias e soluções de defesa inovadoras, incluindo as que demonstrem melhorar a rapidez de resposta, capacidade de mobilização e sustentabilidade das forças militares da UE em todo o seu espectro de tarefas e missões – tais como operações, equipamentos, bases, soluções energéticas e novos sistemas de vigilância. As propostas poderão abranger qualquer aspeto de interesse para a defesa.

O âmbito da primeira call é a investigação sobre soluções, produtos e tecnologias de defesa que sejam inovadores e orientados para o futuro (EDF-2021-OPEN-R-SME: Research on innovative and future-oriented defence solutions). Especificamente, foca-se na progressão tecnológica ou na adaptação de tecnologias do uso civil para a defesa, na perspetiva de transformar resultados de pesquisa em produtos.
Quanto à segunda call, o enfoque está no desenvolvimento de soluções inovadoras e orientadas para o futuro da defesa (EDF-2021-OPEN-D-SME: Development of innovative and future-oriented defence solutions).

Em particular, pretende-se a adaptação de tecnologias do uso civil para a defesa, e a transformação de resultados de pesquisa e das tecnologias em produtos, de forma rápida e eficiente em termos de custos.

Com estas duas chamadas de propostas, pretende-se o desenvolvimento de:

– Soluções inovadoras e eficientes em termos de custos para aplicações de defesa;
– Conceitos ou abordagens pioneiros, melhorias tecnológicas promissoras, ou a aplicação de tecnologias ou conceitos que não tenham previamente sido usados no sector da defesa;
– Melhoria da capacidade de inovação europeia, através do envolvimento das PME que possam marcar a diferença no futuro;
– Potencial para criação de mercados futuros para as PME, especificamente facilitando o seu acesso aos mercados de defesa e redes de abastecimento.
– Contribuição para o desenvolvimento dos ecossistemas europeus de investigação e tecnologia, bem como para o fortalecimento das redes de abastecimento europeias.

Fonte: Iapmei.pt

Web Summit 2021: As novidades do regresso (físico) a Lisboa. O que reserva o futuro para a cimeira?

Web Summit 2021: As novidades do regresso (físico) a Lisboa. O que reserva o futuro para a cimeira?

Paddy Cosgrave e Pedro Siza Vieira, Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital deram a conhecer algumas das novidades que vão marcar o Web Summit 2021, onde se esperam cerca de 40 mil participantes, numa edição marcada por muitas mudanças.

Depois de uma edição em formato online em 2020, o Web Summit está de regresso em modo presencial, decorrendo entre 1 e 4 de novembro em Lisboa. Com o arranque daquela que é vista como uma das maiores conferências de tecnologia e empreendedorismo a aproximar-se a largos passos, Paddy Cosgrave revela agora mais detalhes e novidades acerca do Web Summit 2021, numa conferência de imprensa que conta também com a participação de Pedro Siza Vieira, Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital.

Paddy Cosgrave começa por afirmar que, à medida que outros grandes eventos tecnológicos regressaram aos moldes físicos, a organização acabou por levar avante a edição física da conferência e as expetativas são crescentes, relembrando que a segurança será certamente uma prioridade. Anteriormente, o responsável já tinha confirmado que vai ser obrigatório ter certificado de vacinação ou teste PCR negativo, para aceder ao espaço da conferência.

No que toca a mudanças em relação às edições físicas anteriores, o responsável salienta as alterações que serão feitas ao Night Summit, que passa a decorrer em mais do que um espaço para evitar a concentração de um número demasiado elevado de pessoas. O próprio espaço físico da conferência vê-se também alterado por motivos de segurança, algo que se reflete no número mais baixo de oradores. “Esperamos voltar ao normal em 2022”, sublinha Paddy Cosgrave.

Ainda a propósito de alterações, Paddy Cosgrave indica que uma das críticas que se poderá fazer, por exemplo, à edição de 2019 foi a de demasiados oradores terem sido “CEOs do ontem”. “As pessoas que vão ao Web Summit querem ver o futuro, querem conhecer os empreendedores e fundadores que ainda não conhecem bem, mas que vão passar a fazê-lo ao longo dos próximos cinco anos”.

Assim, a edição deste ano quer destacar-se pelo número de CEOs e fundadores que ainda não são caras bem conhecidas do público, numa tentativa de fazer jus aquilo que se passou nas primeiras edições do Web Summit. Em destaque estarão também as startups portuguesas que vão marcar presença na conferência.

Já Pedro Siza Vieira realça que se esperam 40 mil participantes na edição deste ano do Web Summit, sublinhando a importância da cimeira para o desenvolvimento económico do país. “É muito com perceber que a aposta que fizemos há alguns anos de fixar em Portugal o Web Summit vai dar um contributo essencial para a recuperação da nossa atividade”, enfatiza.

Em linha com as palavras de Paddy Cosgrave, que relembrou a forma como a pandemia de COVID-19 acelerou a transição digital e permitiu a muitas empresas, em particular startups do setor tecnológico, crescer muito significativamente, o ministro reforça ainda o papel da conferência no ecossistema de empreendedorismo nacional.

Câmaras de Comércio portuguesas preparam presença do Brasil na missão Web Summit

No Web Summit será possível “conhecer os dinamizadores do futuro”, sublinha Pedro Siza Vieira. O ministro revela que, a nível de promoção do ecossistema de empreendedorismo nacional serão tomadas duas medidas importantes.

“Esperamos ter condições para realizar fisicamente a primeira assembleia geral da European Startup Nation Alliance” durante o Web Summit, detalha o ministro. “Será também uma oportunidade de apresentarmos o nosso novo pacote de apoio ao empreendedorismo e à inovação, o que coincidirá com a dinamização acrescida que pretendemos fazer chegar num contexto em que a transição digital se acelera”.

O que reserva o futuro para a cimeira tecnológica?
Quando questionado se a saída de Fernando Medina da presidência da Câmara Municipal de Lisboa poderá trazer alguma alteração à organização do Web Summit, Paddy Cosgrave afirma que “ainda é cedo” para comentar, uma vez que a eleição teve lugar há tão pouco tempo, no entanto, para já, não espera algum tipo de mudança.

As startups são um dos grandes pontos de destaque do Web Summit e a edição de 2021 não é uma exceção à regra, em especial, aquelas que se desenvolveram durante a pandemia de COVID-19. Paddy Cosgrave relembra que o Web Summit 2021 será provavelmente a primeira vez que muitos empreeendedores e investidores se verão presencialmente.

Além das startups e do ecossistema fervilhante do empreendedorismo em Portugal, o 5G é também um dos assuntos na ordem do dia. Quando questionado se os atrasos no leilão e na implementação de redes que quinta geração móvel em Portugal poderão vir a causar algum problema no futuro da conferência, Pedro Siza Vieira começa por afirmar que Portugal é reconhecido pela qualidade das suas infraestruturas de telecomunicações, sem esquecer a conectividade com outros países via, por exemplo, cabos submarinos.

“O que nos estamos a concentrar é em garantir que há cobertura de fibra ótica e ligações móveis em todo o país e esperamos fazer isto no contexto da implementação do 5G”, afirma o ministro. “Estamos a trabalhar arduamente para assegurar as metas propostas. “É bom relembrar que um dos motivos pelos quais o Web Summit veio para Portugal foi precisamente por podemos oferecer aos participantes uma excelente cobertura de Wi-Fi” em comparação com outros países, relembra o ministro.

Paddy cosgrave sublinha que o compromisso entre a organização do web summit e portugal se mantém, afastando rumores de mudança da cimeira para outros países. No que toca à possível expansão do evento já em 2022, o responsável afirma que “a expetativa e a procura estão lá” e organização tem interesse em “usar mais” da cidade de lisboa, que poderá ser palco para mais eventos “satélite”.

Recorde-se que, neste ano, Brad Smith, presidente da Microsoft, Tim-Berners Lee, pai da World Wide Web, Siyabulela Mandela, neto de Nelson Mandela, jornalista e ativista dos direitos humanos , assim como a comediante Amy Poehler vão juntar-se aos mais de 1.000 oradores, 1.250 startups, 1.500 jornalistas e mais de 700 investidores que participarão na cimeira, cuja agenda já pode ser vista online.

Fonte: Sapo.pt