LGPD em vigor: empresas devem reforçar atenção, mas focando oportunidades

LGPD em vigor: empresas devem reforçar atenção, mas focando oportunidades

Nova legislação torna imperativa a adequação das gestões públicas e privadas ao correto tratamento de dados pessoais dos consumidores. Cenário, no entanto, pode abrir boas perspectivas

Em 18 de setembro de 2020, passou a vigorar no País a Lei 13.709, de 2018, conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD, assunto que, aos poucos, vai sendo incorporado no ambiente de negócios brasileiro. É que a partir de agora ela passa a regulamentar o uso, a proteção e a transferência de dados de pessoas físicas, o que inevitavelmente vai influenciar no modelo de negócios das organizações, tanto públicas como privadas.

Estas terão, de imediato, que se adequar aos novos fluxos para o correto tratamento desses dados, focando em transparência, governança e constante conscientização interna para evitar judicializações. O cenário, portanto, é de atenção, mas também pode vir a ser de oportunidades.

A regulamentação nacional, que prevê sanções que vão de uma advertência até multa diária de R$ 50 milhões, foi inspirada na Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR), marco regulatório europeu para proteção de dados, que começou a vigorar em 2018. Levantamento do escritório DLA Piper aponta que até o início deste ano, foram contabilizados 160 mil casos de vazamento de dados na União Europeia, com multas acumuladas num valor acima de € 114 milhões (ou cerca de 743 R$ milhões na cotação atualizada)

A discussão, porém não é algo tão recente no mundo. Desde 1995, portanto bem nos primórdios da disseminação da internet, aquele continente tem se debruçado sobre a questão das diretrizes de proteção. Países como Suécia e Alemanha desde então já elaboravam barreiras para evitar o mau uso de informações pessoais, algo que se intensificou nos últimos anos com a utilização de Big Data com intenções comerciais e o desenvolvimento e a popularização das redes sociais.

Voltando à realidade brasileira, Natali Camarão, gerente jurídica do Sistema Fiec, destaca a importância da nova lei para oferecer segurança jurídica às empresas. Implica dizer que quem se adequar de uma forma mais rápida e suave às mudanças, primando pela transparência nesses processos, terá, consequentemente, mais vantagens competitivas.

“Ouvi muito por aí, nos debates e palestras que fizemos, questionamentos do tipo se a LGPD seria mais uma lei para burocratizar a vida do empresário. Mas é preciso começar a desmistificá-la e vê-la pelo ponto positivo. A partir do momento em que o Brasil tem uma legislação de proteção de dados em um cenário de transformação digital, passamos a um patamar de competitividade com outros países num mesmo nível na questão de legislação de segurança da informação”, argumenta ela, acrescentando que as nações que cumprirem seu “dever de casa” de forma mais eficiente, passarão a ser uma espécie de “porto seguro” para relações comerciais com outras que há tempos levam essa questão bem a sério.

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Parcerias Público Privadas em Parques de preservação: solução inteligente e inovadora

Parcerias Público Privadas em Parques de preservação: solução inteligente e inovadora

Análise mostra que pouco se explora do potencial de PPPs em situações mais inovadoras, destacando a preservação do meio ambiente.

A eficiência na alocação de recursos em regimes de desconforto fiscal é discutido em diferentes níveis da federação, incitando a adoção do remédio de parcerias entre o público e privado (PPPs), pois as PPPs constituem instrumento consolidado em vários países para viabilizar projetos de infraestrutura e provimento de bens em diversas áreas: transportes, saneamento, energia elétrica, telecomunicações, escolas, hospitais, presídios e outros.

Sendo também adotada no Brasil desde 1994 quando da concessão de infraestruturas ao nível federal. Entretanto, pouco se explora do potencial de PPPs em situações mais inovadoras, destacando a preservação do meio ambiente.

Tal solução é vastamente explorada na África em parques Moçambicanos, resultando em desenvolvimento e retornos para a sociedade e para os investidores.

As práticas africanas são relatadas como promissoras e com características replicáveis em países em desenvolvimento. No caso cearense, há uma quantidade considerável de unidades de conservação , algumas com potencial para PPPs alinhadas com os atrativos turísticos, particularmente passeios em praias menos exploradas, observação de espécies nativas, mercado de carbono e associação ao compromisso ambiental das empresas já consolidadas na região.

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Corte de juros imobiliários deve impulsionar vendas no Ceará


Corte de juros imobiliários deve impulsionar vendas no Ceará

Avaliação do Sinduscon-CE e do Creci-CE é que a medida da Caixa, anunciada esta semana, deve dar condição financeira a mais cearenses no processo de aquisição do imóvel e estimular competição entre bancos

A redução nas taxas de juros do crédito imobiliário anunciada esta semana pela Caixa Econômica Federal deve impulsionar o mercado de imóveis cearense – já em franca aceleração, apesar da pandemia – e permitir que novas famílias possam buscar a aquisição da casa própria e estimular a competição entre os bancos, que buscarão oferecer as melhores condições na modalidade. A perspectiva otimista foi apresentada pelo Conselho Regional de Imóveis do Ceará (Creci-CE) e pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado (Sinduscon-CE).

Com o corte operado pela Caixa, que passa a valer para novos contratos a partir do dia 22 de outubro, a taxa de juros mínima para o financiamento imobiliário para pessoa física com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo caíram de 6,5% mais a Taxa Referencial (atualmente zerada) para 6,25% + TR. A máxima, antes fixada em 8,5% +TR, será de 8% + TR.

O presidente do Creci-CE, Tibério Benevides, explica que o mercado já vinha aquecido, mesmo diante dos impactos econômicos provocados pela chegada do coronavírus ao Estado, e que os estoques de imóveis novos encontram-se “praticamente zerados”. “Os estoques aqui estão quase zerados, eu diria. A procura por imóveis residenciais está grande e os estoques das construtoras estão acabando”, diz.

Na avaliação dele, com esse movimento, os imóveis usados devem sofrer elevações nos preços em breve, bem como os imóveis que devem chegar ao mercado no início do ano que vem. “A hora de comprar imóveis continua sendo agora, porque no ano que vem nós teremos novos lançamentos e eles não ocorrerão mais com esses preços que estamos vendo”, pontua o presidente do Creci-CE.

Procura
De acordo com Tibério Benevides, os imóveis mais procurados no Estado estão na faixa de preço entre R$ 150 mil e R$ 600 mil. Ele avalia que a busca é bem pulverizada entre os bairros de Fortaleza, com destaque para Aldeota e bairro de Fátima. “Mas vários outros bairros de Fortaleza estão se desenvolvendo. O Eusébio, cidade da região metropolitana, tem crescido bastante com os condomínios de casas e as casas de rua, porque lá é possível comprar um imóvel de 120 metros quadrados pelo preço de um de 70m² a 80m² na Capital”, detalha.

O presidente do Sinduscon-CE, Patriolino Dias, pontua que o anúncio do corte na taxa de juros do crédito imobiliário da Caixa foi muito bem recebido pelo setor da construção civil no Estado. “Isso vem para reforçar a melhora na economia. Quando a Selic (taxa básica de juros) ainda estava em 4% ao ano, a gente já tinha um crescimento do mercado. Agora, com a Selic a 2% ao ano e com os bancos reduzindo suas taxas, a prestação de quem assume um financiamento é bem menor”, diz.

Para ele, isso contribui para tornar possível para várias famílias o sonho da casa própria. “Quando você tem uma redução da taxa de juros, a prestação é menor e você consegue inserir aí várias famílias que nem poderiam realizar o sonho da casa própria, então nós enxergamos com muita positividade”, afirma.

De acordo com dados do Sinduscon-CE, considerando as obras e os lançamentos, o estoque está em 5.827 unidades, sendo 4.754 em obras e 1.073 lançamentos. O presidente da entidade lembra que, há cinco anos, o estoque do setor era de cerca de 12 mil unidades.

Competição
Os bancos que trabalham com crédito imobiliário no País ainda não anunciaram contrapartidas de redução nas suas taxas do crédito imobiliário, mas o presidente do Creci-CE avalia que isso deve ocorrer em breve. “Essa redução é muito boa, saudável para estimular a concorrência e quem ganha somos nós, consumidores”, reforça Benevides.

Ele lembra ainda que os bancos oferecem outras possibilidades de financiamento imobiliário além do atrelado à Taxa Referencial. A própria Caixa Econômica Federal conta, desde o ano passado, com a linha atrelada ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), com taxas a partir de 2,95% ao ano.

“São duas opções que a Caixa oferece ao consumidor, mas sobre a TR o governo está conseguindo ter mais controle e mantê-la zerada. Sobre o IPCA, o governo já não consegue controlar, então, eu, hoje, se fosse comprar um imóvel para pagar em 30 anos, optaria pelo financiamento atrelado à Taxa Referencial, que nos últimos anos tem esse histórico de estar muito próximo ou abaixo da inflação”, diz.

Em setembro deste ano, o Itaú lançou uma linha de crédito imobiliário atrelada ao rendimento da poupança, com taxa de 5,39% ao ano. “A linha tem uma taxa de juros fixa de 3,99% ao ano e utiliza como indexador o rendimento da poupança, que acompanha a taxa básica de juros (Selic), atualmente no menor patamar da história. Com isso, a taxa para os clientes que contratarem financiamentos imobiliários nesta nova linha, com os valores atuais, será de 5,39% (3,99% + 1,4%) ao ano”, explica o banco.

Mercado
Considerando, porém, o crédito imobiliário atrelado à Taxa Referencial no Itaú, os juros estão a partir de 6,9% ao ano. Depois da taxa de 6,25% a. A. Da Caixa, a segunda menor taxa mínima de juros atrelada à TR é ofertada pelo Banco do Brasil, com 6,39% ao ano + TR. Santander e Bradesco contam com taxas mínimas de 6,99% ao ano +TR e 7,10% ao ano + TR, respectivamente.

A Caixa detém a maior participação de mercado em aquisição de imóveis, conforme os dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Em 2020 até agosto, os financiamentos imobiliários junto ao banco somam 93,9 mil unidades, gerando um montante de R$ 19,9 bilhões. Em seguida, aparecem Bradesco, com 37,5 mil unidades e R$ 11,2 bilhões; Itaú, com R$ 10,2 bilhões e 32,6 mil unidades; Santander, com 24,5 mil unidades e R$ 7,1 bilhões e Banco do Brasil, com 6,3 mil unidades e R$ 1,6 bilhão.

Carência
Além do anúncio da redução na taxa de juros do crédito imobiliário, a Caixa também anunciou esta semana que os novos contratos imobiliários firmados até o dia 30 de dezembro terão direito a uma carência de seis meses. Com isso, os compradores poderão esperar até seis meses para começar a pagar o financiamento da casa própria e, nesse período, deverão arcar somente com a taxa de administração do contrato e valores referentes aos seguros.

A Caixa também anunciou a opção de pagamento parcial da prestação para os contratos que já estão em vigor. O consumidor vai poder optar, portanto, pelo pagamento de 50% da mensalidade por três meses, ou de 50% a 75% por até seis meses, com o valor suprimido sendo quitado depois ao longo do contrato.

Fonte: Diário do Nordeste

Indústrias de pequeno e médio porte podem se beneficiar das vantagens competitivas da ZPE Ceará

Indústrias de pequeno e médio porte podem se beneficiar das vantagens competitivas da ZPE Ceará

Estudo aponta potencial para negócios relacionados à transformação de minerais não metálicos, metalurgia, alimentos, máquinas e aparelhos elétricos, equipamentos de informática e eletrônicos. Uma combinação de infraestrutura e condições de negócios vantajosas não só para grandes indústrias, mas também para aquelas de pequeno e médio porte com foco na exportação.

Assim desenha-se uma nova fase para a ZPE Ceará, que, agora, com a implementação do setor 2, expande o leque de oportunidades para plantas industriais de todos os tamanhos, que buscam vantagens competitivas para atuar no mercado internacional.

Todas as atividades industriais exportadoras são bem-vindas, porém estudo de mercado desenvolvido pela subsidiária do Complexo Industrial e Portuário do Pecém revela grande potencial para negócios relacionados à transformação de minerais não metálicos, alimentos, máquinas e aparelhos elétricos, equipamentos de informática e eletrônicos, assim como metalurgia.

Considerando a pauta de exportações cearenses, a indústria de transformação de peixes e crustáceos, frutas, castanha de caju, ceras vegetais e rochas ornamentais (a exemplo de mármores e granitos) também podem, e devem, ter na ZPE Ceará forte aliada na expansão de seus negócios internacionais, ante os benefícios ofertados.

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FIEC sedia reunião do Fórum Permanente das Câmaras de Comércio Estrangeiras no Ceará

FIEC sedia reunião do Fórum Permanente das Câmaras de Comércio Estrangeiras no Ceará

A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) sediou na última quarta-feira (14/10) reunião para formatação do Fórum Permanente das Câmaras de Comércio Estrangeiras no Ceará.

Em 2019, o fórum foi criado através de um protocolo de intenções entre FIEC, Fecomércio e Sebrae, com o objetivo principal de discutir formas de cooperação entre as Câmaras de Comércio e mecanismos de apoio ao processo de internacionalização da economia do Estado do Ceará.

A intenção da reunião foi definir as instituições participantes do Fórum e como se dará o seu funcionamento.

“Diferente das sociedades consulares, que têm uma diretriz mais voltada para a diplomacia, o Fórum é um espaço para pensar as relações comerciais e a geração de negócios”, explicou Karina Frota, gerente do Centro Internacional de Negócios da FIEC.

“O nosso desafio é trazer outras câmaras para o nosso grupo, e ter menos burocracia e mais ação”, disse Marcos Pompeu, Secretário executivo da Câmara dos Conselhos Empresariais do Sistema Fecomércio.

Entre as decisões, ficou definido que a coordenação do Fórum será assumida pela Câmara Brasil Portugal no Ceará.

Participaram do encontro: Karina Frota (CIN/FIEC) Paulo Magnani (Câmara da Itália), Coronel Romero e Clivânia Teixeira (Câmara Brasil Portugal), Isabel Utz e Sven Richard (Câmara da Alemanha), Benjamin Egot (Observatório FranCe), Maria Lédio (Sebrae), Marta Campelo (Sedet) e Marcos Pompeu (Fecomércio).

Fonte: FIEC

Vila Galé inicia obras de resort em Alagoas

Vila Galé inicia obras de resort em Alagoas

O resort all inclusive ficará na praia de Praia de Carro Quebrado, no município de Barra de Santo António, a 40 quilômetros do Aeroporto Internacional de Maceió.

“O Vila Galé Alagoas será o maior hotel da história do estado. Com os nossos esforços, temos cada vez mais quebrado paradigmas e eu tenho certeza que a chegada dele será um sucesso total”, declara Rafael Brito, secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur) em entrevista exclusiva ao Brasilturis Jornal.

Brito ressalta ainda que a escolha de Praia de Carro Quebrado para a implementação do empreendimento partiu do estado, a fim de promover o desenvolvimento econômico na região. “Escolhemos essa região que é linda, mas com poucas oportunidades. A notícia da chegada desse resort é muito positiva e animou a população. Em parceria com a prefeitura, vamos oferecer cursos de capacitação para que quando o Vila Galé estiver funcionando, tenha pessoas qualificadas tecnicamente”, pontua.

O projeto avaliado em 150 milhões de reais será responsável por gerar 400 vagas diretas de emprego. Na estrutura, serão 518 quartos, além de piscina adulto e infantil, incluindo um parque aquático infantil, seis restaurantes, spa Satsanga, oito salas de reunião e salão de eventos para 1.500 pessoas.

“Alagoas ainda é muito carente de resorts. Hoje, nosso maior estabelecimento desse possui 288 acomodações. Rede é conhecida no mundo inteiro e trará para nós, os padrões europeus de qualidade”, enfatiza.

Atualmente, a Vila Galé possui dez unidades no Brasil, das quais cinco são resorts: Vila Galé Marés (Bahia), Cumbuco (Ceará), Touros (Rio Grande do Norte), Eco Resort do Cabo (Pernambuco) e Eco Resort Angra (Rio de Janeiro). Há ainda, um condomínio de aluguel por temporada, VG Sun Cumbuco (Ceará), e quatro são hotéis de cidade em Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo

Fonte: BrasilTuris

Portal Negócios Digitais da dicas de como usar links do WhatsApp da forma correta

Portal Negócios Digitais da dicas de como usar links do WhatsApp da forma correta

A Portal Negócios Digitais preparou algumas dicas para melhorar a forma com que você divulga os links através da plataforma, a primeira coisa que você precisa entender é que há uma diferença grande entre você entrar em contato ou você ser contatado.

Quem recebe o contato, tem sempre a possibilidade de denunciar e bloquear imediatamente o contato, o que pode ser prejudicial para a sua marca.

A sacada é você fazer com que sejam os seus clientes a entrar em contato com você.

E você tem duas formas de fazer isso:

Usando um link simples do WhatsApp para abrir um chamado
Usando um link complexo do WhatsApp com uma mensagem pré-definida

Depois disso, você só precisa usar esses links em suas comunicações.

Estes são alguns dos lugares onde se pode usar estes links:

  • E-mail Marketing
  • Website
  • Landing Pages de venda
  • Cursos Online
  • Messenger
  • Direct do Instagram
  • Telegram
  • Grupos de Facebook

É só copiar o link e enviar para um cliente iniciar uma conversação com você. E isso é super bacana por vários motivos.

Primeiro, porque é o cliente a iniciar a conversa, logo, você não será bloqueado de cara.

Segundo, porque facilita a vida do seu cliente, que com apenas um clique, está conversando com seu atendimento.

Etermar construirá o cais do Porto das Lajes na Ilha das Flores, nos Açores

Etermar construirá o cais do Porto das Lajes na Ilha das Flores, nos Açores

O consórcio liderado pela Etermar em conjunto com a Sacyr Somage e a Tecnovia-Açores venceu o concurso lançado pela Portos dos Açores para a construção do cais portuário

Há um ano, o furacão Lorenzo destruiu o porto mais ocidental da Europa.

Isso representa a primeira fase da reconstrução após os eventos de outubro de 2019.

Essa infraestrutura é fundamental para a economia da Ilha e a Etermar tem o orgulho de contribuir com este projeto.

M. Dias Branco é a Melhor empresa da categoria Alimentos de 2020

M. Dias Branco é a Melhor empresa da categoria Alimentos de 2020

A líder nacional em massas e biscoitos é reconhecida pela 17ª edição do prêmio Melhores da Dinheiro

A M. Dias Branco, líder nacional em massas e biscoitos, é reconhecida como a melhor empresa da categoria Alimentos pelo prêmio Melhores da Dinheiro, da revista IstoÉ Dinheiro. A iniciativa, que está na 17ª edição, reconhece as empresas que refletem o que há de melhor no universo produtivo brasileiro, a partir dos seus resultados e práticas de gestão, sobretudo diante de um cenário econômico ainda mais desafiador em função da pandemia de Covid-19.

A M. Dias Branco foi classificada em primeiro lugar entre as empresas do mercado de alimentos, considerando a avaliação de cinco dimensões de sua gestão: Sustentabilidade Financeira, Recursos Humanos, Inovação e Qualidade, Responsabilidade Social e Governança Corporativa. A pontuação obtida em cada parâmetro é originada a partir das inscrições das empresas, após o cruzamento de dados pelas consultorias Standard & Poor’s Global Market Intelligence e Economatica, que avaliam critérios fundamentais no negócio que vão além do desempenho financeiro.

A M. Dias Branco, que encerrou o ano de 2019 com faturamento líquido de R$ 6,1 bilhões, EBITDA de R$ 772,1 milhões e lucro líquido de R$ 556,9 milhões, implementou no ano passado um grande projeto focado em produtividade, a partir da revisão de praticamente todos os processos da companhia. Dentre as medidas adotadas, pode-se citar a introdução de robôs em plantas industriais, investimentos em inovação, revisão da estrutura logística, entre outros. A intenção do projeto foi capturar grandes oportunidades na redução de custo, a partir da implementação de ações que visam um melhor desempenho operacional e também o aperfeiçoamento de processos.

A iniciativa de produtividade, quando aliada às melhorias previstas na estratégia comercial (que englobam ações relacionadas à preços, embalagens e seus formatos, atendimento comercial por canais e investimentos em marketing), estimulou o crescimento da lucratividade da M. Dias Branco, que nos resultados do 2T20 atingiu o recorde trimestral em Receita Líquida, com crescimento de 22,2% em relação ao mesmo período de 2019, enquanto o lucro líquido subiu 51,5%.

“Do ponto de vista de resultados financeiros, a M. Dias Branco colheu ao longo do primeiro semestre de 2020 os resultados do programa de produtividade e manteve os investimentos previstos no planejamento estratégico de crescimento”, ressalta Gustavo Theodozio, Vice-Presidente de Investimentos e Controladoria da M. Dias Branco. Como resultado desse esforço, ao longo do segundo trimestre, a M. Dias Branco, a partir de suas 19 marcas, consolidou sua liderança em biscoitos, com 34,5% de participação de mercado, 1,2 p.p. superior ao 1T20. O volume total de vendas do segundo trimestre foi 19% superior ao mesmo período do ano passado.

Com os desafios postos pela pandemia de Covid-19, a companhia focou suas energias em manter o abastecimento dos supermercados com os seus produtos alimentícios, com a contratação de novos profissionais e oferta de incentivos financeiros. Os cuidados com os protocolos de higiene e de distanciamento social foram também uma prioridade para manter seu pleno funcionamento.

Ainda em função da pandemia, a companhia fortaleceu a relação com os consumidores e com a comunidade a partir de campanhas de incentivo à doação de sangue, pois os estoques dos hemocentros em todo o País estavam muito baixos. Com o projeto “Você Doa. A Gente Doa”, assinado por cinco marcas do seu portfólio (Fortaleza, Vitarella, Piraquê, Adria e Isabela), a M. Dias Branco destinou R$ 2,4 milhões para apoiar hemocentros, ajudar nas pesquisas em hematologia para o tratamento de pacientes de Covid-19 (coronavírus) e estimular a doação de sangue, respeitando as normas sanitárias e garantindo a segurança dos doadores. Para cada bolsa de sangue arrecadada, foram destinados 500 produtos de suas marcas a entidades de apoio social nos respectivos estados, somando mais R$ 2,6 milhões em massas e biscoitos para dezenas de entidades carentes em todo o País. Ao todo, a campanha totalizou R$ 5 milhões em recursos financeiros, tornando a M. Dias Branco uma das 100 maiores empresas doadoras do país, atingindo a 69ª posição em ranking publicado pela Forbes.

O prêmio Melhores da Dinheiro reconhece as melhores empresas em 30 setores diferentes. A premiação dá origem ao anuário “1000 Maiores da Dinheiro”, que leva em consideração a performance financeira das mil empresas mais bem posicionadas no mercado nacional.

Fonte: M. Dias Branco

Turismo no Ceará: as oportunidades de investimentos no setor

Turismo no Ceará: as oportunidades de investimentos no setor

Os aeroportos do Estado, os portos do Mucuripe e do Pecém e o Centro de Eventos do Ceará, além das belezas naturais, potencializam o Ceará como destino de recursos financeiros.

A conexão do Ceará com o Brasil e o mundo segue em franca expansão. A infraestrutura proporcionada pela ampliação do Aeroporto Internacional de Fortaleza, a atração de um hub aéreo, a implementação de aeroportos regionais, os portos do Mucuripe e do Pecém e as rodovias estaduais reforçam essa ligação.

Juntamente com os atrativos naturais do Estado, esses diferenciais, certamente, tornam o turismo um dos setores econômicos mais beneficiados. Não apenas pela maior circulação de turistas, mas também pelas oportunidades de investimentos que ainda se vislumbram no setor.

Ao lado da hotelaria, mais parques temáticos e o desenvolvimento do turismo náutico surgem, por exemplo, no leque de opções para quem pensa em investir no turismo cearense.

A atividade representa, hoje, quase 11% da economia do Ceará, índice que cresce acima da média nacional (10%).

Segundo Arialdo Pinho, secretário de Turismo do Ceará, embora todos esses segmentos signifiquem grandes oportunidades para os investidores, o turismo náutico é o que detém o maior potencial de expansão. Afinal, os 573 quilômetros de litoral e os fortes ventos sopram a favor do Estado.“E, mesmo assim, ainda exploramos muito pouco o turismo náutico, que vai muito além da prática de esportes como o kitesurfe e o windsurfe, já consolidados no Ceará.

Temos aí também a exploração de atividades turísticas, em toda a costa, envolvendo vários tipos de embarcações, como os barcos a vela. A receita turística seria ainda maior. Portanto, ainda há muito o que avançar”, revela.

Ao mesmo tempo, Pinho também destaca a prática de mergulho. Nesse sentido, a inclusão de Fortaleza no Programa de Recifes Artificiais da Embratur (Instituto Brasileiro do Turismo) só vem a corroborar o potencial dos verdes mares cearenses com indutor do turismo estadual. “Além de Fortaleza, nós temos, no Ceará, outros pontos de águas rasas, como Icapuí, o que facilitaria o afundamento dos equipamentos para a formação desses recifes artificiais, atraindo, assim, mais turistas interessados na atividade”, afirma.

Entre esses equipamentos, o programa da Embratur prevê, por exemplo, o afundamento de barcos e vagões de trens abandonados, dragas em desuso e tanques de guerra, respeitando os critérios e regras ambientais, a fim de que eles se tornem locais de acúmulo de peixes e virem santuários marinhos.

Em contrapartida, o maior fluxo de turistas de mergulho e interessados em atividades náuticas em todo o litoral, aponta o titular da Secretaria de Turismo do Ceará, aumentaria a demanda por outros investimentos no setor. A saber, hotéis, pousadas, restaurantes e uma gama de outros serviços que orbitam em torno da atividade turística, beneficiando diversos municípios. Um potencial e tanto, diante do fato de que o turismo pode movimentar cerca de 54 segmentos da economia, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

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Fonte: TrendsCE