Receita da M. Dias Branco alcança R$ 2,7 bilhões no segundo trimestre

Receita da M. Dias Branco alcança R$ 2,7 bilhões no segundo trimestre

Lucro líquido da companhia atingiu R$ 216,4 milhões, representando alta de 14% em relação ao mesmo período de 2024. O trigo, apesar de estável em dólar, foi impactado pelo câmbio

A M. Dias Branco, maior fabricante de massas e biscoitos do Brasil, divulgou os resultados do segundo trimestre de 2025. O lucro líquido alcançou R$ 216,4 milhões, representando alta de 14% em relação ao mesmo período de 2024. A receita líquida somou R$ 2,7 bilhões, 3,6% acima do registrado no ano anterior. “Os excelentes resultados são fruto da estratégia da companhia de crescer de forma sustentável, com rentabilidade”, afirma Gustavo Theodozio, vice-presidente de investimentos e controladoria.

Segundo o executivo, o desempenho reflete ações estratégicas implementadas nos últimos meses, como um plano comercial claro voltado ao crescimento com rentabilidade, aceleração das capacidades comerciais, reestruturação de despesas e custos, aumento da produtividade fabril e logística, além da consolidação de uma cultura ágil.

Na comparação com o segundo trimestre de 2024, houve alta de receita líquida em todos os grupos de categorias: Produtos Principais (massas, biscoitos e margarina) cresceram 3,3%; Moinhos de Trigo e Refino de Óleos Vegetais, 2,7%, impulsionados pelo novo time de food service; e Adjacências (bolos, snacks, misturas, torradas, produtos saudáveis, molhos e temperos) avançaram 10,8%, área em que a empresa vem ampliando oportunidades de mercado. No comparativo trimestre a trimestre, o volume de vendas recuou 9,8%.

“O mercado de biscoito como um todo caiu 3% no período”, explica Theodozio. Ele lembra que no 2T24 houve recomposição de estoques de clientes após a implantação do novo sistema de gestão “projeto SAP”, o que distorce a base de comparação. “Parte das vendas que seriam feitas no primeiro trimestre aconteceram no segundo, distorcendo a base de comparação”, reforça, destacando o aumento de receita mesmo diante da queda no volume.

De acordo com Fábio Cefaly, diretor de Novos Negócios e Relações com Investidores, a estabilização cambial começa a auxiliar no controle dos custos com matérias-primas, embora ainda não tenha impacto direto nos números divulgados. No trimestre, os custos subiram 7% em relação ao 2T24, pressionados pela alta do óleo de palma em dólar (+11,3% na média trimestral) e pela desvalorização do real. O trigo, apesar de estável em dólar, também foi impactado pelo câmbio.

“Fizemos o dever de casa. Olhando para frente, estamos bem construtivos. O último trimestre foi um sinal positivo do que ainda está por vir”, finaliza Cefaly.

Fonte: O Otimista em 09.08.2025

Segunda edição do Encontro do Associativismo Luso-Brasileiro será realizada em Ouro Preto em 2026

Segunda edição do Encontro do Associativismo Luso-Brasileiro será realizada em Ouro Preto em 2026

Após o sucesso da primeira edição, realizada em março deste ano em Fortaleza, o Encontro do Associativismo Luso-Brasileiro já tem data e local confirmados para sua próxima edição. O evento acontecerá entre os dias 15 e 16 de abril de 2026, no Hotel Vila Galé de Ouro Preto, reunindo lideranças e instituições comprometidas com o fortalecimento das relações entre Brasil e Portugal.

A primeira edição, sediada na Sociedade Beneficente Portuguesa Dous de Fevereiro, na Praia do Futuro, foi fruto da iniciativa pioneira das instituições portuguesas no Ceará, que assumiram o protagonismo na concepção e organização do encontro. Entre elas, destacam-se o Vice-Consulado de Portugal em Fortaleza, a Sociedade Beneficente Dous de Fevereiro, Conselho das Comunidades Portuguesas e a Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE).

Com o objetivo de promover integração, cooperação e troca de experiências entre entidades luso-brasileiras, o encontro busca fortalecer laços culturais, sociais e econômicos, além de fomentar novas parcerias e projetos conjuntos.

A expectativa é que a edição de 2026 amplie a participação de instituições e representantes de diversas regiões, consolidando o evento como uma referência no calendário de iniciativas voltadas ao associativismo e à comunidade luso-descendente.

Serviço:
2° Encontro Nacional do Associativismo Luso-brasileiro
Local: Vila Galé Ouro Preto – Minas Gerais
Data: 15 e 16 de abril de 2026
Mais informações: secretaria@camaraportuguesamg.com.br

IA, privacidade e confiança: o que esperam os consumidores das marcas?

IA, privacidade e confiança: o que esperam os consumidores das marcas?

Num mundo em que os avanços em inteligência artificial (IA) fazem parte das notícias do dia a dia, as experiências potenciadas por ela estão a tornar-se cada vez mais intuitivas e omnipresentes. No entanto, à medida que estas tecnologias evoluem, também crescem as preocupações dos consumidores relativamente à forma como os seus dados são recolhidos, utilizados e protegidos.

No centro destas preocupações está uma questão fundamental: a privacidade. Quando as marcas recorrem a dados sem o consentimento claro dos utilizadores, correm o risco de comprometer a confiança e prejudicar relações a longo prazo.

Um novo relatório da equipa Profiles da Kantar, “Connecting with the AI Consumer”, analisa precisamente este equilíbrio delicado entre inovação e invasão. Com base nas respostas de mais de 10.000 consumidores de 10 países, o estudo revela como os cidadãos estão a lidar com os desafios da partilha de dados em contextos potenciados por IA e o que as marcas devem considerar para conquistar (e manter) a sua confiança.

Definição de gerações neste estudo:
Geração Z: 18-27 anos
Millennials: 28-43 anos
Geração X: 44-59 anos
Boomers: 60 anos ou mais

A IA depende de dados e, muitas vezes, trata-se de dados que os consumidores consideram sensíveis.

Quando questionados sobre que tipo de dados pessoais acreditam estar a ser recolhidos por ferramentas de IA, os consumidores globais indicaram:

Dados de localização (60%)
Histórico de navegação (58%)
Pesquisas realizadas (52%)
Hábitos de consumo de media (52%)
Reconhecimento facial (48%)
Gravações de voz (40%)
Acesso ao calendário pessoal (35%)

Esta perceção generalizada varia consoante o país. Por exemplo, na África do Sul, há uma tendência superior para acreditar que todos os tipos de dados estão a ser recolhidos por IA.

Os dados de localização são os mais apontados por todas as faixas etárias, com destaque para os Boomers (67%) e para a Geração X (63%).

Contudo, há uma divergência entre perceção e realidade. Por exemplo, ferramentas como o ChatGPT da OpenAI recolhem apenas:

Conteúdos fornecidos pelo utilizador (como perguntas ou ficheiros carregados)

Dados de registo (como endereço IP e tipo de navegador)

Dados de utilização (como conteúdos visualizados)

Informações sobre dispositivo e localização, além de cookies

Não são recolhidos dados de reconhecimento facial, gravações de voz ou dados de calendário, a menos que o utilizador ative essas funcionalidades de forma explícita.

Para as marcas, esta realidade reforça a importância da transparência. Mesmo que determinados dados não sejam recolhidos, se os consumidores acreditarem que são, isso poderá minar a confiança. A comunicação clara sobre que dados são recolhidos, para que fins e como serão utilizados é essencial para evitar o medo e a desconfiança.

Embora muitos consumidores reconheçam os benefícios da IA, também há preocupações de ordem mais ampla, nomeadamente:

Substituição de postos de trabalho: Esta foi a principal preocupação global (22%), com valores mais elevados na África do Sul (33%), Reino Unido (26%) e França (26%).

Mau uso de dados pessoais: A segunda maior preocupação (20%), com especial destaque no Brasil (24%), Singapura (23%) e China (22%).

Temor de que a IA se torne “demasiado poderosa”: Notório na Alemanha (25%) e Índia (22%).

Estas preocupações revelam que os consumidores querem sentir que têm controlo sobre as ferramentas que utilizam. As marcas devem, portanto, apostar em experiências que aumentem a autonomia dos utilizadores, através de:

Controlo sobre as opções de partilha de dados

Definições personalizáveis

Explicações claras sobre o funcionamento da IA

Outro fator fundamental na construção da confiança é a precisão das respostas geradas por IA. Quando questionados sobre a frequência com que se deparam com informações incorretas:

47% afirmam que raramente (ou nunca) encontram erros. Esta confiança é particularmente alta na China (69%), Brasil (55%) e África do Sul (60%).

30% dizem encontrar erros frequentemente ou quase sempre, com destaque para a Índia (41%), Singapura (35%) e Austrália (33%).

23% não sabem dizer se os outputs estão certos ou errados — um indicador de que muitos consumidores ainda não sabem como avaliar a informação gerada.

Isto reforça a necessidade de tornar a IA não só mais precisa, mas também mais compreensível. Explicar como são geradas as respostas e fornecer contexto pode ser tão importante quanto a tecnologia em si.

Os consumidores estão cada vez mais atentos e exigentes. Estão a usar ferramentas de IA, mas esperam mais transparência, mais controlo e mais responsabilidade.

Para as marcas que pretendem criar experiências potenciadas por IA de forma responsável e eficaz, aqui ficam algumas recomendações práticas:

Comunicar de forma clara e transparente os dados que são recolhidos e porquê
Oferecer controlo ao utilizador, com definições que possam ser personalizadas
Desenhar experiências centradas na transparência, especialmente em processos automáticos
Apoiar o utilizador na avaliação da informação, explicando como são gerados os outputs da IA.

Fonte: Marketeer.sapo em 08.08.2025

Missão técnica entre Ceará e Portugal busca fortalecer cadeias protdutivas do agronegócio

Missão técnica entre Ceará e Portugal busca fortalecer cadeias protdutivas do agronegócio

Com o objetivo de fortalecer laços e promover o intercâmbio de experiências entre Brasil e Portugal, representantes da Câmara Brasil-Portugal no Ceará reuniram-se, na manhã da última segunda-feira, 4 de agosto, com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (FAEC) para discutir iniciativas voltadas ao desenvolvimento sustentável do agronegócio cearense.

O encontro faz parte de um projeto da Câmara Brasil-Portugal que inclui a realização de uma missão técnica e empresarial focada no agronegócio, envolvendo lideranças do setor produtivo cearense em experiências com modelos de excelência em Portugal.

Entre os temas debatidos, destacam-se a cooperação técnica, parcerias comerciais, acesso a tecnologias inovadoras e o fortalecimento de toda a cadeia produtiva agropecuária.

Segundo Patrícia Campos, presidente da CBPCE, a proposta é conectar lideranças empresariais, técnicas e institucionais do Estado a soluções e boas práticas internacionais. “Queremos promover oportunidades de desenvolvimento e inovação para o setor agropecuário cearense e a relação entre o Ceará e o mercado europeu”.

Amilcar Silveira, presidente da Faec destacou a importância do momento econômico para a expansão e exploração de novas oportunidades. “É um momento mais que oportuno para o avanço das negociações dos mercados cearenses e europeu. Missões como esta devem ser estimuladas e gerarão, sem dúvida, o crescimento dos negócios”, relatou.

Participaram também da reunião a diretora executiva, Clivânia Teixeira, e o diretor de agronegócios da CBPCE,  Daniel Furlani.

Fonte: Cenários Comunicação

Diretores e sócios da CBPCE apresentam três perspectivas sobre crescimento empresarial e cooperação Brasil-Portugal

Diretores e sócios da CBPCE apresentam três perspectivas sobre crescimento empresarial e cooperação Brasil-Portugal

Três artigos publicados no jornal O Povo por representantes da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE) trazem reflexões estratégicas sobre temas atuais que impactam as relações entre Brasil e Portugal.

Patricia Campos, presidente da CBPCE destaca Portugal como destino seguro para sucessão empresarial e proteção patrimonial. Cavour Caldas, Diretor de Esportes e Mobilidade da CBPCE, compartilha como impulsionar o intercâmbio esportivo e cultural. Já Edouard Georges Carvalho Cachoux analisa os efeitos da tarifa de 50% imposta pelos EUA às exportações brasileiras e as alternativas para os setores estratégicos.

Confira os artigos na integra:

Portugal é oportunidade para sucessão empresarial

A sucessão empresarial e a proteção patrimonial são questões essenciais para a continuidade e crescimento das empresas, especialmente aquelas de caráter familiar. Em um cenário cada vez mais globalizado, muitos empresários buscam alternativas estratégicas para planejar essa transição de forma segura e eficiente. Portugal surge como uma solução viável, oferecendo um ambiente jurídico e econômico estável e incentivos fiscais que tornam o país uma escolha atraente para aqueles que desejam realizar a sucessão de seus negócios.

Nesse contexto, empresas de diferentes portes podem beneficiar-se da criação de estruturas jurídicas em Portugal, onde a legislação oferece um conjunto de ferramentas para otimização tributária e proteção patrimonial. O país, além de contar com uma política fiscal favorável, possui acordos de não dupla tributação com diversas nações, o que facilita o processo de internacionalização.

Muitos empresários, especialmente os de pequeno e médio porte, evitam se planejar para a sucessão por acreditarem que os custos envolvidos são altos demais. No entanto, é importante desmistificar essa percepção. O investimento necessário para garantir uma aterrisagem suave e segura é proporcional ao tamanho da empresa e pode ser acessível, dependendo das estratégias adotadas.

Os associados da CBPCE, em suas várias áreas de expertise, podem apoiar as empresas no desenvolvimento desse planejamento, dando suporte para a criação de estratégias jurídicas e fiscais, facilitando o acesso aos recursos e benefícios que Portugal pode oferecer. A CBPCE estreita os laços entre empresários cearenses e portugueses, promovendo um intercâmbio de experiências que enriquece o processo de sucessão empresarial.

Este é um momento propício para as empresas que desejam assegurar a continuidade de seus negócios e a proteção de seu patrimônio. A sucessão empresarial, quando planejada com antecedência e de forma estratégica, garante que os desafios da transição sejam superados de maneira eficiente e segura. Aproveitar essa oportunidade é um passo importante para o futuro da sua empresa.

Artigo escrito por Patricia Campos, Presidente da CBPCE e publicado no Jornal O Povo

Esporte e Mobilidade Global

O esporte, em sua essência, é um fenômeno cultural e social que transcende fronteiras, unindo nações e povos em torno da paixão e da competição. Nesse cenário, o futebol se destaca como o mais popular

A criação da Diretoria de Esportes e Mobilidade Global da Câmara Brasil Portugal no Ceará representa um passo significativo para o fortalecimento das relações entre os dois países, promovendo o intercâmbio comercial e as relações culturais, além do desenvolvimento humano e social. Esta iniciativa destaca a importância do esporte como meio de inclusão social e colaborativa, além de ser um propulsor do crescimento econômico sustentável.

Voltada para o estímulo aos esportes e mobilidade global, a diretoria não apenas fomenta a prática esportiva e a criação de oportunidades de negócios, mas também abre portas para a realização de eventos internacionais, como competições e intercâmbios esportivos, que atraem investimentos, impulsionam o turismo e promovem a identidade cultural local.

Por meio de programas de intercâmbios, capacitação e troca de conhecimentos entre instituições de ensino e organizações esportivas, a nova diretoria vai contribuir para a formação de profissionais qualificados, sobretudo nas áreas de gestão esportiva, turismo, tecnologia e inovação. As ações planejadas têm potencial para promover inclusão social, ampliar o acesso a oportunidades e fortalecer o desenvolvimento sustentável de comunidades em diferentes regiões.

O esporte, em sua essência, é um fenômeno cultural e social que transcende fronteiras, unindo nações e povos em torno da paixão e da competição. Nesse cenário, o futebol se destaca como o mais popular, criando um elo efetivo capaz de mobilizar multidões e criar laços profundos. Neste contexto, a relação entre Brasil e Portugal é particularmente rica e histórica.

A troca de jogadores, técnicos e filosofias de jogo tem promovido um intercâmbio cultural significativo. Inúmeros jogadores brasileiros brilharam em clubes portugueses, enquanto técnicos portugueses deixam suas marcas no futebol brasileiro. Essa conexão é um testemunho da influência mútua que ambos os países exercem um sobre o outro.

A diretoria nasce com a consciência de seu papel como geradora de oportunidades sociais, culturais e econômicas e vai trabalhar todo o ecossistema do esporte e do atleta.

Artigo escrito por Cavour Caldas Diretor de Esportes e Mobilidade da CBPCE e publicado no Jornal O Povo

Guerra tarifária EUA-Brasil e os setores estratégicos em alerta

Observa-se uma movimentação intensa das empresas brasileiras para mitigar riscos diante do tarifaço dos Estados Unidos. Há uma corrida por diversificação, focando mercados como China, Índia, União Europeia e blocos do sul global

A decisão dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras a partir de 1º de agosto de 2025 representa um desafio significativo para o comércio exterior do Brasil. Essa medida pressiona setores estratégicos da nossa economia e exige reflexão sobre os próximos passos da política comercial nacional.

Segundo dados do Comexbase da Einship, no primeiro semestre de 2025, o Brasil importou dos EUA cerca de US$ 21,7 bilhões, um crescimento de 11,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Foram registrados 67 mil embarques marítimos e 167 mil TEUs movimentados, mostrando a intensidade da relação comercial.

Se o Brasil optar por medidas de reciprocidade, os fluxos comerciais poderão ser diretamente afetados. A região Sudeste, responsável por mais de 70% das exportações brasileiras para os EUA, será a mais impactada. São Paulo, sozinho, representa 31,9% desse total, enquanto portos como Santos, Rio de Janeiro e Vitória são os mais expostos. Setores como siderurgia, aviação, petróleo e manufatura já revisam suas projeções com apreensão.

Apesar da recente regulamentação da Lei da Reciprocidade permitir resposta proporcional, o governo brasileiro tem privilegiado o diálogo diplomático, evitando retaliações automáticas. Contudo, observa-se uma movimentação intensa das empresas para mitigar riscos. Há uma corrida por diversificação, focando mercados como China, Índia, União Europeia e blocos do sul global.

Diante desse cenário, é fundamental que as empresas revisem estoques, consolidem cargas, invistam em inteligência comercial e avaliem rotas logísticas alternativas. Além disso, estratégias tributárias inteligentes são essenciais para aumentar a competitividade diante das barreiras tarifárias.

A guerra comercial impõe desafios, mas também estimula transformação estratégica que amplia autonomia e resiliência dos exportadores brasileiros. Com planejamento e inovação, nossas empresas estarão preparadas para enfrentar esse novo cenário e aproveitar as oportunidades.

Artigo escrito por Edouard Georges Carvalho Cachoux e publicado no Jornal O Povo

 

 

 

Eugênio Vasques, sócio da CBPCE, será homenageado no Prêmio Frisson 15 Anos

Eugênio Vasques, sócio da CBPCE, será homenageado no Prêmio Frisson 15 Anos

O advogado Eugênio Vasques, sócio da Câmara Brasil-Portugal no Ceará (CBPCE) e do renomado escritório Leandro Vasques & Vasques Advogados Associados, será um dos homenageados na edição especial de 15 anos do Prêmio Frisson. A premiação celebra personalidades cearenses que se destacam por sua autenticidade, protagonismo e contribuição marcante para a sociedade.

Ao lado de sua esposa e também sócia Olga Vasques, Eugênio tem construído uma trajetória pautada por valores sólidos, excelência profissional e impacto social. Juntos, formam uma parceria que alia talento, propósito e dedicação, inspirando aqueles que acompanham sua atuação no meio jurídico e nas causas institucionais.

A homenagem simboliza o reconhecimento público de uma história de comprometimento com a transformação da realidade, tanto por meio do trabalho no escritório quanto pelo engajamento em iniciativas que fortalecem as relações entre Brasil e Portugal através da CBPCE.

O Prêmio Frisson 15 Anos será uma celebração especial, reunindo nomes que fazem a diferença em diversas áreas e que, assim como Eugênio e Olga Vasques, contribuem para uma sociedade mais justa, ética e inspiradora.

Com informações do Portal Frisson 15 anos

Expolog 2025 celebra 20 anos reunindo líderes da cadeia logística em Fortaleza

Expolog 2025 celebra 20 anos reunindo líderes da cadeia logística em Fortaleza

A Expolog – Feira Internacional de Logística – chega à sua 20ª edição consolidada como um dos principais pontos de encontro do setor logístico no Brasil. Nos dias 26 e 27 de novembro, o Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza, será palco do evento que conecta executivos, gestores, empresários e profissionais estratégicos que impulsionam a cadeia logística nacional e internacional.

Reconhecida por fomentar negócios, apresentar soluções inovadoras e promover networking qualificado, a Expolog tem se firmado como ambiente ideal para quem busca crescimento e atualização no setor. A edição comemorativa de 2025 promete uma programação robusta, com painéis, palestras, exposições e rodadas de negócios, reunindo os principais tomadores de decisão da área.

Mais do que uma feira, a Expolog é uma vitrine de tendências e um catalisador de oportunidades, reafirmando seu papel essencial no desenvolvimento da logística brasileira.

Serviço:
Expolog 2025
26 e 27 de novembro
Centro de Eventos do Ceará
https://feiraexpolog.com.br/

Planeje sua próxima viagem com ajuda da Inteligência Artificial, por Travelex Confidence Câmbio

Planeje sua próxima viagem com ajuda da Inteligência Artificial, por Travelex Confidence Câmbio

Organizar uma viagem pode ser empolgante, mas também desafiador. Escolher o destino ideal, comparar preços de passagens, montar um roteiro que equilibre descanso e agitação… tudo isso demanda tempo, energia e uma boa dose de paciência. Felizmente, a Inteligência Artificial (IA) tem transformado também esse processo em algo mais prático e personalizado e se consolidado como recurso quase que facilitador para viajantes iniciantes e até mesmo para os mais experientes.

Com ferramentas cada vez mais acessíveis, é possível utilizar a IA para criar um planejamento de viagem detalhado em minutos, com base nos seus interesses, orçamento e preferências de deslocamento. Plataformas que integram essa tecnologia conseguem sugerir itinerários, simular custos e prever clima; tudo em tempo real.

Se você ainda associa IA a algo distante ou complicado, vale saber: não é preciso ser especialista em tecnologia para se beneficiar dessas ferramentas. A maioria delas funciona de maneira intuitiva, bastando inserir alguns dados básicos para receber sugestões. O segredo está em saber o que perguntar e como filtrar as respostas para criar um roteiro sob medida, e é aí que mora o verdadeiro diferencial dessa tecnologia.

Ferramentas que ajudam a montar roteiros inteligentes
Entre os principais recursos disponíveis hoje, os assistentes virtuais com IA se destacam. Chatbots como ChatGPT, Google Bard ou o Copilot, que conseguem montar itinerários completos com base em perguntas simples, mas é importante saber que quanto mais informações fornecer, melhor a qualidade da resposta desenvolvida pela plataforma. Perguntas muito genéricas podem levar a respostas vagas. Além disso, usuários dessas ferramentas para outros assuntos têm seus “robôs” alimentados de outras informações preliminares e elas também serão levadas em consideração para seus questionamentos a cerca de viagem e turismo.

Outras plataformas, como o Roam Around e o Curiosio, oferecem soluções mais visuais. Com eles, basta indicar a cidade de destino que o sistema gera um roteiro diário, incluindo horários, atrações próximas e tempo estimado de deslocamento. Essas ferramentas são especialmente úteis para quem vai explorar lugares pouco conhecidos ou quer evitar armadilhas turísticas.

Há ainda aplicativos que utilizam IA para otimizar tempo e deslocamento. O Sygic Travel, por exemplo, organiza as atrações por proximidade geográfica, enquanto o TripIt sincroniza e-mails de confirmação de passagens e hotéis para construir automaticamente um cronograma. Tudo isso economiza tempo e reduz imprevistos — dois fatores essenciais para uma viagem tranquila.

IA também ajuda a prever e economizar
Outro diferencial das inteligências artificiais é a capacidade de analisar grandes volumes de dados e identificar padrões. Isso significa que elas podem prever com boa margem de acerto quando passagens tendem a ficar mais baratas, quais regiões têm maior probabilidade de chuva em determinada época e até sugerir datas alternativas para quem tem flexibilidade.

Sites de busca de passagens aéreas já oferecem alertas de preço baseados em algoritmos preditivos. Esses sistemas avaliam históricos de tarifas e mostram o melhor momento para comprar uma passagem, prevendo tendências de preços com até 95% de precisão.

Além disso, há uma questão estratégica: o câmbio. Algumas ferramentas começam a integrar alertas personalizados para variação de moedas, indicando o momento ideal para fazer uma compra ou remessa internacional. Essa funcionalidade pode representar uma economia significativa, especialmente em viagens para países com moedas mais valorizadas ou com alta oscilação em relação ao real.

Limites da IA: onde ainda vale confiar na experiência humana
Apesar de todas as vantagens, a inteligência artificial ainda tem limitações. As ferramentas podem sugerir roteiros e experiências, mas não substituem o olhar humano sobre aspectos subjetivos de uma viagem, como sensações de segurança, clima político local ou nuances culturais que não cabem em um algoritmo.

Outro ponto importante é que a IA responde com base em dados disponíveis e nem sempre eles estão atualizados e contextualizados. A sugestão de um restaurante fechado há meses, por exemplo, pode comprometer uma refeição que era aguardada com expectativa. Por isso, é fundamental cruzar as informações oferecidas com fontes confiáveis, como sites oficiais, blogs especializados ou redes sociais atualizadas.

Além disso, questões como documentação, vacinas obrigatórias, regras alfandegárias e exigências específicas de imigração ainda exigem pesquisa cuidadosa. Esses pontos costumam variar conforme o país de destino, a duração da viagem e até mesmo a época do ano. A IA pode apontar caminhos, mas cabe ao viajante confirmar cada detalhe antes de embarcar.

Tecnologia a seu favor e a Travelex Confidence ao seu lado
A inteligência artificial pode ser uma importante aliada mesmo depois que a viagem começa. Ferramentas baseadas em IA ajudam a lidar com o idioma local, sugerem atrações próximas, organizam roteiros conforme o clima ou o trânsito e até auxiliam na hora de localizar serviços ao redor. Mas quando o assunto envolve dinheiro, segurança e imprevistos, é essencial ter também o suporte de quem entende do assunto.

Na Travelex Confidence, oferecemos mais do que câmbio com cotação competitiva. Com nossa conta global, você pode comprar moeda estrangeira, pagar com cartão internacional e acompanhar seus gastos direto do aplicativo. Além disso, disponibilizamos seguro viagem internacional, essencial para quem valoriza a tranquilidade.

Combinando tecnologia e atendimento especializado, a Travelex Confidence está ao seu lado em todas as etapas da viagem, do planejamento à volta para casa.

Fonte: Travelex Confidence Câmbio

Mais um caso de sucesso de internacionalização de empresas da Atlantic Hub

Mais um caso de sucesso de internacionalização de empresas da Atlantic Hub

Expandir fronteiras não é apenas uma escolha estratégica — é uma mudança de mentalidade. E foi exatamente isso que a Ultracon fez ao se tornar um caso de sucesso da Atlantic Hub em Portugal. Ao participar do programa Scale Out, a empresa brasileira não apenas aterrissou no mercado português com segurança, como construiu conexões sólidas com o ecossistema local, gerando autoridade, visibilidade e novas oportunidades.

Com uma base de dados de mais de 50 mil profissionais de TI, a Ultracon rapidamente se posicionou como uma peça-chave no setor tecnológico português, enfrentando um dos maiores desafios do país: a escassez de talentos. O resultado? Presença em eventos, matérias na mídia, e reconhecimento como parceira estratégica para empresas locais.

Mais do que uma expansão, o movimento da Ultracon foi uma transformação. E você? Está pronto para criar o seu próprio caso de sucesso?

Leia o artigo completo no blog da Atlantic Hub e inspire-se com a trajetória da Ultracon: [Caso Ultracon: Sucesso em internacionalização para Portugal]

Quer entender se o seu produto ou serviço tem demanda em Portugal? Descubra agora com nosso Estudo de Mercado: [Acesse aqui]

Sobre a Atlantic Hub
A Atlantic Hub é uma empresa especializada na internacionalização de negócios brasileiros para Portugal, conectando empresários a oportunidades reais no mercado europeu. Com uma equipe experiente e uma ampla rede de contatos, a Atlantic Hub facilita a entrada de empresas no ecossistema empresarial português, proporcionando suporte estratégico e operacional.

Contatos:
Site: https://atlantichub.com/
info@atlantichub.com
‪+351 910 297 331

Emigrantes portugueses satisfeitos com proposta de nova lei da nacionalidade

Emigrantes portugueses satisfeitos com proposta de nova lei da nacionalidade

Dirigentes das comunidades de emigrantes portugueses saudaram hoje o alargamento da lei da nacionalidade a bisnetos de cidadãos nacionais, admitindo compreender as restrições às entradas de imigrantes em Portugal.

As alterações à lei de estrangeiros já foram aprovadas pelo parlamento e estão no Tribunal Constitucional a pedido do Presidente da República e, em setembro, deverá ser discutida a nova lei da nacionalidade, que prevê o acesso à naturalização por ascendência portuguesa até aos bisnetos, um diploma elogiado por dois dos elementos mais antigos do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP).

Vasco Abreu, residente há 40 anos na África do Sul, e Fernando Campos, emigrante na Venezuela, defendem que as alterações à lei da nacionalidade vão ser um fator de atração para muitos lusodescendentes de segunda geração.

“É mais um passaporte e mais uma opção que está ligada à origem das suas famílias”, afirmou Fernando Campos, recordando que a Venezuela foi, para muitos, “um destino final” de quem emigrava nos anos 1970 e 1980.

“Na Venezuela, já temos uma geração muito envelhecida que, quando emigrou, desligou-se muito de Portugal e agora há a preocupação de dar a nacionalidade aos netos e bisnetos”, porque os filhos nunca pediram os documentos.

“Houve um salto geracional e há muitos cidadãos que não tiveram acesso à cidadania portuguesa”, mas, quando “houve a atual mudança política e social na Venezuela”, numa referência ao regime ‘chavista’, “as pessoas voltaram a sentir necessidade de emigrar”.

E por isso, o acesso mais fácil ao passaporte português “é uma boa notícia”, disse Fernando Campos, que preferiria que os pedidos de nacionalidade tivessem outras motivações.

“Gostava que as pessoas procurassem a nacionalidade não por necessidade [de emigrar], mas por identidade”, disse.

Depois de ter nascido em Moçambique e regressado à metrópole no pós 25 de Abril, Vasco Abreu emigrou há 40 anos para a África do Sul e tem filhas e netas nascidas naquele país.

“A nova lei é bem vinda. Eu não tenho problemas na minha família, porque sempre tratamos dos papéis, mas há muitos que não o fizeram”, explicou à Lusa.

“As minhas filhas e as minhas netas foram educadas na África do Sul, querem cá ficar, mas em casa sempre demos a possibilidade de falarem em português”, uma “língua que é uma mais-valia” na região, devido à proximidade com Moçambique e Angola.

“Eu já estou reformado e tenho a família mais chegada na África do Sul”, pelo que “não ponho um regresso [a Portugal] como uma possibilidade num futuro mais próximo”, reconheceu.

Sobre a alteração à lei de estrangeiros, que exige aos requerentes de autorizações de residência para trabalhar um visto de trabalho passado nos consulados portugueses nos seus países de origem, Vasco Abreu admitiu compreender a decisão do Governo.

“Quando eu fui para a África do Sul também foi um processo longo, já tinha uma oferta de trabalho, tive de apresentar os registos criminais de todos os países onde tinha vivido e tive de esperar”, recordou.

“Acho que faz sentido apertar um bocadinho a malha” porque também “é desumano ir para Portugal e depois não haver condições de trabalho ou para ter uma casa”.

E os “imigrantes ilegais são explorados porque não há condições para os receber”, salientou o dirigente da comunidade portuguesa na África do Sul.

Fernando Campos concorda com a visão do seu homólogo: “quando emigrei para a Venezuela, havia exigências e seleção dos emigrantes”.

A imigração “deve ser controlada conforme as necessidades do país”, mas, apesar de concordar com uma política mais restritiva, Fernando Campos alerta para outros riscos.

“Quando as coisas são muito controladas, abre-se a porta a muita corrupção” e “uma seleção criteriosa” pode ser ultrapassada por “redes ou esquemas ilegais de contratação”.

“Precisamos de mão-de-obra” em Portugal e muitos dos trabalhos menos qualificados são feitos por estrangeiros.

“Nós também fomos para países fazer coisas que os locais não queriam fazer”, recordou.

Fonte: Mundo Lusíada em 26.07.2025