Nova Embaixadora de Portugal no Brasil apresenta Cartas Credenciais ao Presidente Lula no Palácio do Planalto

Nova Embaixadora de Portugal no Brasil apresenta Cartas Credenciais ao Presidente Lula no Palácio do Planalto

Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República

A nova Embaixadora de Portugal no Brasil, Isabel Brilhante Pedrosa, apresentou oficialmente, nesta terça-feira, 3 de fevereiro de 2026, as suas Cartas Credenciais ao Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, em cerimónia realizada no Palácio do Planalto, em Brasília.

O ato protocolar, que marca o início formal da missão diplomática da representante portuguesa em território brasileiro, foi também um momento simbólico de reafirmação da solidez histórica das relações entre Portugal e Brasil, pautadas por laços culturais, econômicos, institucionais e humanos que atravessam séculos.

Durante a ocasião, foi destacado o dinamismo das relações bilaterais entre os dois países, bem como o compromisso mútuo no aprofundamento da cooperação em áreas estratégicas de interesse comum, como comércio, inovação, educação, cultura e mobilidade acadêmica e empresarial.

A chegada de Isabel Brilhante Pedrosa à chefia da missão diplomática portuguesa no Brasil ocorre em um contexto de intensificação das agendas luso-brasileiras, refletindo a prioridade atribuída por ambos os governos ao fortalecimento contínuo da parceria estratégica.

Para a comunidade luso-brasileira, instituições como a Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE) e demais entidades que atuam na promoção do intercâmbio entre os dois países, o momento representa uma oportunidade renovada de diálogo institucional e de ampliação de iniciativas que conectam Portugal e Brasil em diferentes frentes de desenvolvimento e cooperação.

Fonte: Embaixada de Portugal em Braslília em 03.02.2026

Tap amplia rota Fortaleza-Lisboa a partir de outubro e impulsiona o turismo

Tap amplia rota Fortaleza-Lisboa a partir de outubro e impulsiona o turismo

A TAP Air Portugal vai reforçar a rota entre Fortaleza e Lisboa a partir de outubro, com a inclusão de duas novas frequências semanais. Com a ampliação, a companhia passará a operar nove voos regulares por semana entre as duas capitais.

Somadas às três frequências da Latam, o Ceará contará com 12 voos semanais diretos para Portugal, consolidando Fortaleza como um dos principais pontos de conexão do Brasil com a Europa.

O secretário do Turismo, Eduardo Bismarck, destacou que a expansão fortalece o turismo, amplia a circulação de visitantes e impulsiona a economia local. Segundo ele, Portugal é hoje um dos principais mercados emissores de turistas para o Estado, tendência que deve crescer com a nova oferta de voos.

As novas frequências fazem parte da operação Lisboa–São Luís, com escala em Fortaleza, e serão realizadas com aeronaves Airbus A321LR. O voo tradicional direto, operado com Airbus A330, seguirá sem alterações.

Fonte: Frisson Online em 03.02.2026

Missão Portugal 2026 leva o agro e logística cearense ao centro das oportunidades europeias

Missão Portugal 2026 leva o agro e logística cearense ao centro das oportunidades europeias

A Missão Técnica e Empresarial de Agronegócios e Logística Portugal 2026, realizada pela Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), é uma oportunidade estratégica para empresários e lideranças que desejam internacionalizar seus negócios, acessar inovação de ponta e gerar conexões reais com o mercado europeu.

Com agenda concentrada no Alentejo, referência em sustentabilidade, tecnologia e eficiência produtiva, a missão promove visitas técnicas, encontros com cooperativas, centros de pesquisa, universidades e grandes players do setor agroalimentar, além de uma programação dedicada à logística e infraestrutura, incluindo o Porto de Sines, a ZILS e o Porto de Lisboa.

O foco é claro: negócios, tecnologia, parcerias e competitividade internacional. A missão estimula joint ventures, acordos comerciais, cooperação institucional e o planejamento de uma missão reversa, aproximando ainda mais Brasil e Portugal.

Voltada a empresários, produtores, agroindústrias, cooperativas, instituições e agentes públicos, a Missão Portugal 2026 posiciona o Ceará no radar global do agronegócio sustentável e inovador.

A Missão Técnica e Empresarial de Agronegócios e Logística Portugal 2026 reafirma o agronegócio e logística como pontes entre territórios, inovação e prosperidade, posicionando o Ceará de forma estratégica no diálogo internacional sobre desenvolvimento sustentável e competitividade global.

A Missão Portugal 2026 conta com o patrocínio do Grupo ABANCA e do SINDIALIMENTOS e tem o apoio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Estado do Ceará (SDE), da AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, da ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo e do Sistema FAEC – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará, fortalecendo a cooperação bilateral e o ambiente institucional da iniciativa.

Serviço:
Missão Técnica e Empresarial de Agronegócios e Logística Portugal 2026
Data: 03 a 08 de maio de 2026
Mais informações: https://news.cbpce.org.br/interesse-MTEA

Governança e sustentabilidade nos portos, por Carlos Maia

Governança e sustentabilidade nos portos, por Carlos Maia

A atividade portuária ocupa posição estratégica no desenvolvimento econômico, mas carrega o desafio permanente de conciliar eficiência logística com responsabilidade ambiental, social e institucional. Em um cenário cada vez mais atento às agendas ESG, cresce a compreensão de que competitividade e governança não são caminhos opostos, mas complementares, sobretudo em setores ligados à infraestrutura e ao comércio exterior.

No Ceará, a evolução do setor portuário tem sido acompanhada por uma gestão mais estruturada, que incorpora critérios ambientais, sociais e de governança à tomada de decisões. O controle de impactos operacionais, a busca por maior eficiência nos processos, o fortalecimento de políticas de integridade e a transparência nas relações institucionais passaram a integrar o cotidiano das empresas que atuam no segmento.

Esse movimento reflete uma mudança de mentalidade: práticas sustentáveis deixam de ser apenas respostas a exigências regulatórias e passam a orientar estratégias de longo prazo. A governança corporativa ganha protagonismo ao estabelecer diretrizes claras, mitigar riscos e promover uma cultura organizacional baseada em ética, responsabilidade e previsibilidade.

Adotamos iniciativas voltadas à gestão ambiental responsável, à organização de processos internos e ao fortalecimento de mecanismos de compliance e governança. São ações que contribuem para uma operação mais segura, eficiente e alinhada às expectativas de clientes, parceiros e da sociedade.

A valorização das equipes, o relacionamento responsável com fornecedores e o cuidado com o entorno reforçam o papel das empresas como agentes de desenvolvimento regional. Sustentabilidade, nesse sentido, não se limita ao meio ambiente, mas envolve a forma como as organizações se posicionam e interagem com o território onde estão inseridas.

A consolidação dessas práticas evidencia um amadurecimento do ambiente industrial cearense. Ao integrar sustentabilidade e governança à estratégia, o setor portuário fortalece sua capacidade de crescer de forma equilibrada, gerar valor e responder aos desafios de um mercado cada vez mais exigente e conectado às cadeias globais.

Carlos Maia
Diretor Acionista da Tecer Terminais
c.maia@tecerterminais.com.br

Braselco se consolida como referência nacional em medição para projetos de energia limpa

Braselco se consolida como referência nacional em medição para projetos de energia limpa

A medição de recursos naturais é considerada uma etapa decisiva para a viabilidade de projetos de energia renovável no Brasil. Nesse cenário, a Braselco, sócia da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), vem se destacando nacionalmente pela excelência técnica e pela confiabilidade de suas soluções em medição eólica e solar.

Atuando no mercado desde 1997, a Braselco acumula quase três décadas de experiência no desenvolvimento de projetos completos de medição, que incluem análise de viabilidade, montagem e comissionamento de torres, instalação de sensores e dataloggers, além de operação, manutenção e calibração certificada dos equipamentos.

Um dos diferenciais da empresa é a fabricação própria de torres, com estruturas que podem chegar a até 170 metros de altura. A Braselco também mantém parceria tecnológica com a empresa alemã Ammonit, referência internacional em sistemas de medição, o que assegura altos padrões de precisão e confiabilidade em todas as etapas dos projetos.

Somente em 2024, mais de 70 torres foram comissionadas pela empresa em diferentes regiões do país, reforçando a robustez de sua atuação e a confiança do mercado em suas soluções.

Com foco estratégico na base técnica que sustenta a transição energética, a Braselco reafirma seu posicionamento: projetos renováveis começam pela medição e, nesse campo, a empresa segue como um dos principais nomes do setor no Brasil.

“Oferecemos uma solução completa de ponta a ponta para o setor de energias renováveis, atuando desde o projeto e a fabricação das estruturas até a montagem, instrumentação, comissionamento e gestão dos dados. Contamos com equipes próprias e integradas, o que garante agilidade, confiabilidade e conformidade em todas as etapas, além de parcerias com empresas de alta tecnologia, como a Ammonit, para levar ao mercado o que há de mais avançado internacionalmente. Cada projeto é único, e nosso propósito é apoiar o crescimento da energia renovável no Brasil e no mundo com qualidade, inovação e confiança”, afirma Henrique Silva, diretor executivo da Braselco.

Com informações da Braselco

Colaboradores em Outsourcing: talento que gera impacto real no negócio, por Hozen Consulting

Colaboradores em Outsourcing: talento que gera impacto real no negócio, por Hozen Consulting

Os colaboradores em regime de outsourcing são hoje muito mais do que um apoio operacional — são um contributo estratégico para o crescimento e a inovação das organizações.

No tecido empresarial nacional, muitas PME portuguesas recorrem ao outsourcing para aceder a competências específicas sem comprometer a estrutura interna, permitindo-lhes crescer de forma sustentável. Quando bem integrados, os colaboradores em outsourcing trazem novas perspectivas, conhecimento especializado e capacidade de adaptação, complementando as equipas internas e potenciando resultados.

Talento alinhado com objetivos gera impacto, inovação e crescimento.

A HOZEN Consulting oferece soluções de Outsourcing que vão além da simples alocação de profissionais: garantimos talento especializado, alinhado com a cultura e os objetivos estratégicos de cada organização. Cada recurso é selecionado com rigor técnico e experiência comprovada, assegurando impacto imediato e resultados consistentes.​

O nosso serviço de Interim Management assegura liderança experiente em momentos de transição, expansão ou transformação. Mais do que preencher posições, entregamos soluções que aceleram decisões, fortalecem operações e impulsionam a competitividade.

Porque o verdadeiro valor de um negócio está nas pessoas — independentemente do vínculo.

Contatos:
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Como incorporar hedge cambial à governança em meio a juros altos, por Travelex Câmbio

Como incorporar hedge cambial à governança em meio a juros altos, por Travelex Câmbio

Nos últimos dias, o dólar voltou a oscilar em resposta a anúncios do governo dos Estados Unidos sobre política fiscal, limite da dívida e sinais do Federal Reserve. Em janelas curtas, a volatilidade cambial pode apertar a margem de uma operação ou ampliar lucros além do previsto no plano original. É nesse contexto que o câmbio deixa de ser um ruído operacional da tesouraria e começa a ocupar um lugar na agenda da diretoria e do conselho.

O importante não é prever o próximo movimento da moeda, mas entender que a taxa de câmbio é uma variável a ser gerida. Ela impacta diretamente a margem, a geração de caixa e até como a empresa se comunica com investidores e credores. Em períodos de juros altos e o dólar em patamar elevado, a decisão de proteger ou não fluxos em moeda forte passa a ser lida como um indicativo de governança.

A discussão sai da cotação do dia e entra no terreno da disciplina: critérios claros, política definida e capacidade de operar a incerteza com consistência. A partir desse ponto, o hedge deixa de ser uma ação pontual e passa a sustentar o plano financeiro como um todo.

Por que hedge cambial se tornou assunto de governança
Em um cenário de juros altos e câmbio elevado, o custo de errar ou de adiar decisões aumenta. A empresa fica exposta à variação da moeda e, muitas vezes, só reage quando o mercado já entrou em estresse, com liquidez menor e condições menos favoráveis.

Pense em uma empresa importadora que traz, aproximadamente, US$ 3 milhões por mês. Uma variação de R$ 0,20 entre a taxa prevista e a taxa real ao longo do ano pode representar milhões de reais de impacto direto na margem. Em diversos setores, esse valor não é incorporado ao preço final, seja devido à concorrência, seja em razão de contratos com pouca flexibilidade. Quando o orçamento é construído com uma única taxa de câmbio, em vez de faixas e regras de proteção, a divergência deixa de ser uma questão estatística pontual e se torna um problema estrutural. Isso porque a execução do negócio começa a operar fora do intervalo que sustentava aquela margem.

Há também um componente interno pouco discutido: governança é, em parte, a capacidade de sustentar decisões. Em contextos de maior nível de cobrança, conselhos e comitês de auditoria costumam perguntar quais ferramentas estavam disponíveis e qual racional orientou as escolhas. Quando a resposta sugere que não havia critérios, e que o câmbio foi tratado caso a caso, a discussão passa a envolver reputação financeira e disciplina em gestão de risco.

Nesse cenário, o hedge não é mais uma aposta pontual, mas sim uma forma de sinalizar quais limites de risco cambial a empresa aceita, em que horizonte, e como essas escolhas se conectam ao plano de negócios.

Como converter câmbio em política em vez de aposta
O primeiro passo é visualizar o mapa de exposição. Em vez de se concentrar apenas na próxima fatura ou no contrato mais delicado do mês, a empresa deve consolidar as linhas importantes em moeda estrangeira. Compras recorrentes, receitas em moeda forte, débitos, dividendos, investimentos, contratos indexados ou cláusulas de reajuste estão todos no mesmo contexto.

A partir desse ponto, a lógica muda: a tesouraria passa a atuar por regra, e não por urgência. Isso implica definir faixas de câmbio que preservem a viabilidade do orçamento, mapear a partir de que ponto a margem começa a comprimir e estabelecer percentuais de cobertura por horizonte (curto, médio, longo).

Exemplo concreto de importação
Uma empresa que importa componentes de maneira previsível pode proteger parte do fluxo com NDF ou trava de câmbio em janelas trimestrais, sempre fundamentada no planejamento orçamentário anual e ao cronograma de pagamentos.

O ganho de maturidade aparece quando a tesouraria opera com faixas pré-estabelecidas e com o compromisso de proteger uma parcela do volume ao se aproximar de determinados níveis, com previsibilidade à margem.

Exemplo concreto de receitas em moeda forte
Uma empresa com receitas em dólar ou euro pode mesclar uma Conta Corrente em Moeda Estrangeira com uma estratégia de conversão e hedge. Enquanto uma parte do fluxo permanece na moeda original para cobrir custos ou dívidas no exterior, a outra parte é convertida com proteção, conforme as metas de caixa em reais e compromissos do período. Dessa forma, é possível definir quanto manter em cada moeda, por quanto tempo e com quais critérios de conversão.

Nesse desenho, os instrumentos — NDF, travas e contratos futuros — são escolhidos conforme objetivo e prazo. Afinal, o que torna o processo mais maduro não é o produto em si, mas o cumprimento de regras pré-estabelecidas, documentadas e alinhadas com o orçamento, aos covenants e ao apetite de risco em cada contratação.

Da política ao cotidiano da tesouraria
Uma política de hedge bem elaborada não se sustenta sem execução. É preciso definir alçadas, limites e responsabilidades: quem tem a autoridade para aprovar uma estrutura de proteção, quais são os parâmetros e as condições, qual é o prazo, como as decisões são documentadas, quem é a contraparte e qual é a cadência de revisão.

Em operações internacionais, o risco mais elevado geralmente não se encontra no gráfico cambial, mas na solidez da instituição que realiza a liquidação, nos padrões de compliance, na habilidade de manter linhas em períodos de estresse e na qualidade da documentação. Contratos transparentes, trilha de auditoria, processos de cadastro organizados e visão unificada de risco fazem parte da proteção tanto quanto o instrumento em si.

Cada ciclo de hedge, a cada trimestre, traz evidências sobre a eficácia das faixas, a adequação dos percentuais de cobertura e a compatibilidade entre o custo da proteção e o benefício proporcionado. Na prática, a decisão passa a ser recorrente, auditável e comparável ao longo do tempo.

Hedge cambial como indicador de maturidade financeira
Em um cenário no qual as taxas de juros continuam altas e o câmbio exige disciplina, o que passa a ser relevante é a capacidade de explicar de forma clara como a empresa lidou com o risco cambial.

Quando o hedge é incorporado ao orçamento, à governança e à seleção de contrapartes, o câmbio deixa de gerar surpresas e passa a ser administrado dentro de um conjunto de regras. Isso reduz ruídos, melhora a qualidade das conversas com credores e investidores e, ainda, proporciona à liderança mais tempo para debater estratégias, em vez de apenas resolver problemas urgentes.

Antecipar essa discussão, antes da próxima janela de volatilidade, costuma ser o que separa uma operação reativa de uma condução mais metódica. Nesse cenário, o Banco Travelex pode apoiar sua equipe financeira no mapeamento de exposições, na construção de cenários e na estruturação de instrumentos, desde o planejamento até a liquidação, em linha com o padrão de governança que sua empresa precisa sustentar perante a diretoria e o conselho.

Contatos:
Telefone: 85-3264-2465
Whatsapp: 85-99815-0133
E-mail: atendimento@confidencecambio.com.br
Site: http://confidencecambio.com.br

Fonte: Travelex Câmbio

 

Empresas têm até 31 de janeiro de 2026 para regularizar pendências e retornar ao Simples Nacional

Empresas têm até 31 de janeiro de 2026 para regularizar pendências e retornar ao Simples Nacional

Empresas que não regularizaram suas pendências tributárias foram excluídas do Simples Nacional e têm até o dia 31 de janeiro de 2026 para se regularizarem e solicitarem o retorno ao regime tributário. O prazo é considerado decisivo para micro e pequenas empresas, incluindo os Microempreendedores Individuais (MEIs), que dependem do regime para manter uma carga tributária mais equilibrada.

O Simples Nacional exerce impacto direto nos resultados financeiros desses negócios, reunindo impostos e reduzindo a burocracia. Por esse motivo, especialistas alertam que a regularização dentro do prazo é fundamental para evitar prejuízos operacionais e financeiros ao longo do ano.

Segundo informações da Receita Federal, enquanto o prazo de opção estiver vigente, o contribuinte poderá sanar as pendências que impedem o ingresso no regime. Os débitos podem ser quitados à vista, com possibilidade de compensação por meio de créditos tributários, ou parcelados em até cinco anos, com a incidência de juros e multas previstas em lei.

Caso o pedido de retorno seja aprovado, a empresa será readmitida no Simples Nacional com efeitos retroativos a 1º de janeiro, o que pode representar um alívio significativo na apuração dos tributos.

A Ricarte Urbano Contabilidade orienta que os empresários procurem apoio contábil especializado para analisar a situação fiscal, verificar pendências e realizar o processo de regularização de forma segura. Em caso de dúvidas, a empresa está à disposição para prestar esclarecimentos e suporte técnico.

Contatos:
E-mail: ricarte.urbano@gmail.com
Telefones: +55 85 3458.2073 / 8830.0583 / 8156.3835 / 9622.4065
Site: ricarteurbano.com.br

Informações de Ricarte Urbano Contabilidade

Setor de rochas do CE mais que dobra exportações e aumenta destinos em 93%

Setor de rochas do CE mais que dobra exportações e aumenta destinos em 93%

Foto: Fco Fontelene

Números confirmam projeção noticiada em primeira mão pelo O POVO em dezembro passado, de o ano de 2025 representar o décimo seguido de expansão do setor

A exportação de rochas ornamentais no Ceará em 2025 fez com que o setor mais que dobrasse de tamanho e ampliasse em 93% o número de países para os quais envia as cargas, segundo atesta a publicação Setorial em Comex – Rochas Ornamentais, elaborada pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (CIN/Fiec) com base em dados da plataforma Comex Stats.

O envio de minerais explorados em território cearense para fora do País somou US$ 108,83 milhões no ano passado, o que representou uma expansão de 145,6% sobre os US$ 48 milhões contabilizados um ano antes. A expectativa foi adiantada pelo O POVO em dezembro passado, quando se projetava o décimo ano seguido de crescimento do setor no Estado.

No cenário promissor confirmado, ainda corroboram para alcançar marcas históricas o número de destinos para os quais as rochas cearenses foram enviadas, que saltaram de 15 para 29, conforme os números observados ao término de dezembro.

“Foi um ano espetacular, mas não surgiu do nada. Essa é a evolução de um processo que, no caso da mineração, começa com as pesquisas, evolui para a caracterização tecnológica dos materiais, depois começa a fazer o trabalho comercial, participar de eventos, visitar clientes e aí se vê o crescimento”, observa Carlos Rubens Alencar, presidente do Sindicato da Indústria Mármores Granitos do Estado do Ceará (Simagran-CE).

Com pedras desejadas pelo mundo todo, o Estado tem se destacado em missões internacionais a partir da atividade empresarial. A última, da qual o presidente do Simagran participou e O POVO também trouxe em primeira mão, foi nos Emirados Árabes e teve como foco a formação de um hub para comercialização das rochas brasileiras no Oriente Médio.

Karina Frota, gerente do CIN e colunista do O POVO, concorda com o empresário e avalia que “os resultados confirmam um movimento consistente de fortalecimento da base exportadora do setor mineral cearense”. No comunicado publicado pela Fiec, ela diz que “o avanço está associado à combinação entre maior valor agregado, diversificação da pauta e ampliação dos mercados de destino, fatores que elevam a competitividade do Ceará no comércio internacional.”

Quartzitos em destaque
As elevações no montante exportado e nos destinos contaram ainda com a ampliação da pauta exportadora, que cresceu 25% em número de produtos – de 8 para 10, segundo comparativo entre 2024 e 2025 feito no estudo do CIN/Fiec. Mas o principal destaque foram os quartzitos.

Dos US$ 108 milhões em rochas ornamentais vendidas ao exterior, US$ 77,51 milhões corresponderam a este tipo de pedra, demonstrando o tamanho do interesse dos estrangeiros nos produtos extraídos do solo cearense. A cifra corresponde a um aumento de 178,1% sobre os US$ 27,87 milhões comercializados em 2024.

Na segunda colocação estiveram “outras pedras de cantaria”, com US$ 22,31 milhões. Em seguida, tiveram mais peso nas exportações do setor os granitos, que nas três categorias de itens embarcados, somaram US$ 8,23 milhões.

“E 2026 deverá ser um ano em que as exportações irão crescer mais, porque tem muitos materiais novos entrando no mercado que já passaram por essa fase do desenvolvimento. As pesquisas já avançaram. Já foram feitos os testes de mercado e as empresas estão começando a ter mais demanda”, projetou Carlos Rubens.

Quem tem interesse nas rochas cearenses?
Quando se observa os destinos para os quais as cargas partem do Porto do Pecém, não houve uma mudança drásticas nos principais interessados nas rochas ornamentais cearenses, de acordo com os números levantados pelo CIN/Fiec.

A Itália continua liderando o ranking de principais compradores e fechou 2025 como compradora de mais da metade (51%) da exportação de rochas cearenses. De janeiro a dezembro do ano passado, foram US$ 55,40 milhões desembolsados pelos italianos, o que representou uma alta de 119,6% sobre os US$ 25,23 milhões do ano anterior.

Mas quem mais aumentou o interesse pelas cargas cearenses foram os chineses, cujo aumento das compras foi quatro vezes maior (305,1%). No fim das contas, a China ampliou as compras de mineradores cearenses de US$ 6,14 milhões para US$ 24,90 milhões nos dois últimos anos.

Já os Estados Unidos, onde estão os principais parceiros comerciais dos cearenses, subiu as exportações de rochas em 24% em 2025, encerrando o período desembolsando um total de US$ 22,38 milhões. Turquia (US$ 1,74 milhão) e Índia (US$ 901,67 mil) fecham a lista dos cinco maiores importadores de rochas ornamentais do Ceará.

Fonte: Jornal O Povo em 14.01.2026

Missão Portugal 2026 fortalece internacionalização do agronegócio cearense e aproxima empresas do mercado europeu

Missão Portugal 2026 fortalece internacionalização do agronegócio cearense e aproxima empresas do mercado europeu

A Missão Técnica e Empresarial de Agronegócios e Logística Portugal 2026 consolida-se como uma iniciativa estratégica voltada à internacionalização das empresas cearenses do agronegócio, com foco na cooperação técnica, geração de negócios e transferência de tecnologia entre Brasil e Portugal. Idealizada pela Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), a missão tem como objetivo conectar lideranças empresariais, técnicas e institucionais do Ceará a modelos de excelência do setor agroalimentar português, especialmente na região do Alentejo, referência europeia em inovação, sustentabilidade e eficiência produtiva.

Segundo a presidente da CBPCE, Patrícia Campos, a iniciativa busca ampliar o posicionamento do Ceará no cenário internacional. “Queremos que o Ceará seja reconhecido não apenas como produtor, mas como referência em inovação, sustentabilidade e cooperação internacional no agronegócio”, afirma. A missão pretende aproximar mercados, gerar conexões sólidas e abrir caminhos para novas parcerias comerciais e tecnológicas.

Entre os objetivos específicos estão a identificação de tecnologias aplicáveis ao semiárido nordestino, o fortalecimento de laços com cooperativas portuguesas, a prospecção de fornecedores de insumos e soluções inovadoras, além da promoção de boas práticas em rastreabilidade, sustentabilidade e cadeias curtas de produção. A agenda também contempla o estímulo à formação de joint ventures, parcerias acadêmicas e o fortalecimento da cooperação institucional e o planejamento de uma missão reversa.

Além do eixo produtivo e tecnológico, a Missão Portugal 2026 contará com uma programação dedicada à logística e infraestrutura, considerada fundamental para a competitividade do agronegócio no comércio internacional. Estão previstas visitas técnicas ao Polo Logístico Noites, referência em logística industrial integrada, ao Porto de Sines, um dos principais portos de águas profundas da Europa, à ZILS – Zona Industrial e Logística de Sines, e ao Porto de Lisboa, que permitirá uma visão comparativa entre modelos logísticos portuários.

A programação também inclui visitas a instituições acadêmicas, centros de pesquisa, cooperativas e grandes players do setor agroalimentar, como a Universidade de Évora, a cooperativa vinícola CARMIM, a Herdade do Esporão e a EDIA, gestora do empreendimento de fins múltiplos de Alqueva, responsável por uma profunda transformação econômica da região.

Voltada a empresários, produtores rurais, cooperativas, agroindústrias, universidades, centros de pesquisa, instituições de fomento, consultores técnicos e representantes governamentais, a missão contará com a participação de diversas instituições portuguesas e cearenses. Do lado brasileiro, destacam-se entidades como SDE, SEBRAE, FAEC, FIEC, ADECE e SINDIALIMENTOS, entre outras, reforçando o caráter institucional e multissetorial da iniciativa.

A Missão Portugal 2026 conta com o patrocínio do Grupo ABANCA e do SINDIALIMENTOS e tem o apoio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Estado do Ceará (SDE), da AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, da ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo e do Sistema FAEC – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará, fortalecendo a cooperação bilateral e o ambiente institucional da iniciativa.

A CBPCE destaca que a programação da Missão Técnica e Empresarial de Agronegócios e Logística Portugal 2026 ainda está em fase de consolidação e permanece sujeita a alterações, de acordo com agendas institucionais e oportunidades estratégicas que possam surgir ao longo do processo de articulação internacional.

Como resultados esperados, estão o mapeamento de potenciais parceiros comerciais e técnicos, a formulação de termos de cooperação e planos tecnológicos adaptados à realidade do Ceará, o estímulo a trocas comerciais sustentáveis e a identificação de boas práticas replicáveis no estado. Também está previsto o planejamento de uma missão inversa, com a vinda de empresários portugueses ao Ceará, fortalecendo o intercâmbio bilateral e ampliando as oportunidades de investimento e cooperação.

A Missão Técnica e Empresarial de Agronegócios e Logística Portugal 2026 reafirma o agronegócio e logística como pontes entre territórios, inovação e prosperidade, posicionando o Ceará de forma estratégica no diálogo internacional sobre desenvolvimento sustentável e competitividade global.

Serviço:
Missão Técnica e Empresarial de Agronegócios e Logística Portugal 2026
Data: 03 a 08 de maio de 2026
Mais informações: https://news.cbpce.org.br/interesse-MTEA