CBPCE entra em recesso institucional a partir de segunda-feira (22)

CBPCE entra em recesso institucional a partir de segunda-feira (22)

A Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE) informa que esta sexta-feira será o último dia de expediente de 2025. A entidade entrará em recesso institucional no período de 22 de dezembro a 2 de janeiro.

As atividades da CBPCE serão retomadas no dia 5 de janeiro, com o início da programação oficial do novo ano, que inclui eventos, projetos de integração empresarial e agendas institucionais.

A Câmara agradece a confiança de associados e parceiros ao longo de 2025 e reforça seu compromisso contínuo com a promoção de conexões estratégicas entre o Ceará, o Brasil e Portugal.

Para dúvidas e informações:
secretariace@cbpce.org.br

Enid Câmara, sócia CBPCE e presidente da Abeoc, destaca o papel das empresas na transformação social

Enid Câmara, sócia CBPCE e presidente da Abeoc, destaca o papel das empresas na transformação social

Em entrevista ao O Otimista, Enid Câmara fala sobre o passado, presente e futuro do setor de eventos no Brasil. Traça metas, expõe gargalos e propões caminhos a seguir

A empresária e palestrante Enid Câmara é uma otimista de carteirinha. À frente de alguns dos principais eventos corporativos do Brasil, como a Expolog – maior feira de logística das regiões Norte e Nordeste do País -, que neste ano foi realizada nos dias 26 e 27 de novembro, ela aprendeu cedo que pensamento positivo, preparo e boas conversas abrem portas e edificam pontes. “Acho que não dá para fazer eventos sem você aprender a se comunicar”, reflete.

Presidente da Associação Brasileira de Empresas de Eventos (Abeoc), Enid também revela preocupações com as complexas questões sociais do Brasil e acredita que o empresariado também precisa contribuir com a diminuição das desigualdades. “A nossa geração tem essa responsabilidade de ajudar. Não devemos apenas esperar pelo poder público. Precisamos ajudar essa juventude, que é o futuro das nossas empresas, é o futuro da economia”, explica.

Em entrevista ao O Otimista, em meio à realização da Expolog, Enid falou sobre o sucesso da feira, além de sua atuação na Abeoc, projetos futuros e soluções para o setor de eventos, que ainda busca se recuperar do impacto causado pela pandemia de covid-19.

O Otimista: Que balanço a senhora faz da edição 2025 da Expolog?

Enid Câmara: A Expolog está na 20ª edição. São 20 anos, duas décadas, de um evento fomentando, discutindo os principais desafios da logística brasileira. Então, grandes temas, grandes políticas públicas que foram construídas ao longo desses 20 anos passaram pelos palcos da Expolog. Isso é muito importante! Grandes especialistas da logística brasileira, da economia, da infraestrutura, passaram pela Expolog ao longo desse período. A Transnordestina, por exemplo, já esteve em várias discussões nossas ao longo desses 20 anos. É um exemplo de uma grande política pública, de uma grande obra que foi discutida aqui. Então, a gente fica muito feliz porque é um evento que vem deixando um legado, tanto na parte técnica, na parte de políticas públicas, na parte de capacitação, principalmente, que é o que mais interessa para o empresário, que é na geração de negócios.

“A cada ano a gente vem buscando novos desafios, mas também mantendo a visão de que o Ceará e o Norte-Nordeste brasileiro precisam ser melhor vistos lá fora”

O Otimista: O evento evoluiu bastante ao longo de duas décadas…

Enid Câmara: Então, milhares de negócios foram realizados ao longo dessas duas décadas da Expolog e, a cada ano, a gente vem aprimorando essa pegada do negócio, das rodadas de negócios cada vez mais profissionais. Estamos aqui com uma grande rodada liderada pela SDE (Secretaria de Desenvolvimento Econômico), para a gente cada vez mais fomentar a geração de negócios. Estamos com a Missão Empresarial do Panamá, com vários empresários na área da logística, do agronegócio, comércio, indústria, também para fazer essa conexão do Brasil com a América Latina, Caribe, através do canal do Panamá e de todos os modais de logística que existem no Panamá. Estamos com a Missão de Portugal, liderada pela Câmara Brasil-Portugal. Então, a cada ano, o evento vem se aprimorando os seus processos de organização e de construção.

O Otimista: Quais os maiores desafios superados para a Expolog ser reconhecida internacionalmente?

Enid Câmara: É um evento que começou dentro de uma sala, em um hotel. Então vem evoluindo paulatinamente e agregando novos atores. Então, o que é mais importante é que o evento começou com a visão portuária e hoje ele é um evento multimodal, discutindo portos, aeroportos, transporte, ferrovias. Então, a gente tem um braço forte de transporte com a parceria com o Setcarce (Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Ceará), temos um braço da internacionalização com a parceria de uma empresa do Panamá e de Portugal. A cada ano, a gente vem buscando novos desafios, mas também mantendo a visão de que o Ceará e o Norte-Nordeste brasileiro precisam ser mais bem vistos lá fora. Quando nós vamos para o Panamá, existe a visão de que o Brasil é Rio de Janeiro e São Paulo. Nós temos feito essa defesa para que o Norte-Nordeste brasileiro também seja visto internacionalmente como um polo de geração de negócios.

O Otimista: O setor de eventos, que sofreu bastante na pandemia de covid-19, já está recuperado do baque sofrido de 2020 a 2022?

Enid Câmara: O setor de eventos é novo, começou no Brasil na década de 1960, com as primeiras grandes feiras. E aí, de repente, ele vem abaixo com a covid. Na pandemia, ficamos praticamente quatro anos sem operar. Quase todas as empresas do setor, 99% – esse dado vem de pesquisa realizada pelo Sebrae – foram fechadas. 100% da sua mão de obra, demitida. Mas é importante olharmos do ponto de vista de recuperação das empresas, porque o setor voltou pujante. Nós temos muito mais eventos acontecendo do que antes da pandemia. Então, nós já voltamos até passando do patamar de 2019, no pré-pandemia.

O Otimista: Mas, economicamente, ainda existem desafios?

Enid Câmara: Quanto à recuperação das empresas do setor, principalmente as organizadoras de eventos, elas não estão recuperadas. Por quê? Nós tivemos um aumento enorme na nossa planilha. Os fornecedores estão hoje com um preço três, quatro, cinco vezes maior. Determinados itens com aumento de mil por cento na minha planilha, por exemplo. E como é que eu me recuperei? Se eu não consigo botar essa margem para o cliente pagar, entende? Então, há aí um gap. As empresas de eventos, em especial, estão sofrendo muito ainda para recuperar, pagar dívidas. Elas estão endividadas por empréstimo feitos na pandemia. Por outro lado, 95% das empresas que fazem eventos são pequenas, fundamentais para manter as atividades de pé.

O Otimista: O que os governos podem fazer do ponto de vista de incentivo, para que essa cadeia realmente se recupere?

Enid Câmara: Nós entendemos que os orçamentos estão cada vez menores dentro dos governos, em geral. A gente também passa por uma crise econômica do ponto de vista do orçamento da União. Então, nós entendemos as dificuldades. Mas, quando eu falo de apoio governamental, eu falo também do Congresso, das leis. A reforma tributária vem aí, é uma incógnita para a gente. Eu acho que os governos estão sempre apoiando os setores na forma que eles podem. O empresário também tem que fazer a sua parte.

O Otimista: O Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) entra nessa equação?

Enid Câmara: A questão é muito mais ampla. O Perse acabou porque acharam que as empresas estavam recuperadas da pandemia, mas elas não estão. O Perse precisava ter continuado, já que, primeira vez na vida, o setor teve uma política de apoio na recuperação. As entidades e representantes do setor continuam trabalhando para buscar uma substituição para o Perse. Por quê? Porque quem está mesmo na liderança sabe que as empresas não estão recuperadas.

O Otimista: A senhora acha que, no Ceará, esse cenário está pior ou melhor em relação ao resto do Brasil?

Enid Câmara: Eu acredito que o Nordeste brasileiro tem um diferencial no povo, que é muito guerreiro, no empreendedorismo. Nisso, a Região se destaca muito. No geral, acredito que nós estamos bem, mas precisamos cada vez mais buscar novas alianças estratégicas para melhorar. Novos fomentos, talvez parceria com bancos, ou seja, a gente precisa encontrar uma forma de sermos ainda mais visto. Devemos subir a régua em relação à visibilidade e à importância estratégica desse setor.

O Otimista: Que visão a senhora tem do cenário econômico no Brasil para os próximos anos?

Enid Câmara: O Brasil tem um potencial enorme de crescimento na relação com a América Latina. E, às vezes, eu acho que a política pública brasileira está muito voltada para a Europa, para os Estados Unidos, e esquece um pouco os seus vizinhos. Eu tenho viajado muito pela América Latina, e vejo que as pessoas são apaixonadas pelo Brasil. E aí eu não vejo campanhas, eu não vejo uma promoção do Brasil na América Latina como a gente vê em outros países.

O Otimista: Qual seria um bom primeiro passo nessa direção?

Enid Câmara: No próximo ano, por exemplo, a Cocal (Confederação de Entidades Organizadoras de Congressos e Afins da América Latina), uma confederação que eu sou aliada juntamente com a Abeoc, será realizada aqui em Fortaleza no próximo ano. Queremos atrair mais latino-americanos para cá. E mostrar que o Brasil tem muita coisa, tanto na área do setor corporativo, como na área do lazer.

O Otimista: Quanto ao Ceará, como a senhora enxerga as políticas públicas na área do turismo?

Enid Câmara: A Secretaria de Turismo vem fazendo um trabalho hercúleo com o secretário Eduardo Bismarck para aumentar essa quantidade de voos. O Ceará tem melhorado muito a sua malha aérea depois da pandemia. Então, eu acho que o setor aéreo está bem representado no Estado. O Arialdo Pinho (ex-secretário do Turismo) construiu todo aquele hub, que foi fortemente afetado com a pandemia. A gente pode dizer que em dois anos dá para recuperar um trabalho que o Arialdo vinha fazendo em uma década? Não dá! A mesma coisa ocorre no setor de eventos. Como é que eu vou me recuperar em dois, três anos? É preciso ter esse comparativo. Mas sou uma pessoa otimista, principalmente em relação ao Norte e Nordeste brasileiro, onde está inserido o Ceará.

“Eu tenho viajado muito pela América Latina, e vejo que as pessoas são apaixonadas pelo Brasil”

O Otimista: Que balanço a senhora faz de sua gestão à frente da Abeoc até agora? Que legado pretende deixar?

Enid Câmara: Eu estou entrando para o meu terceiro ano em janeiro. Na Abeoc Brasil, após ter passado pela Abeoc Ceará, os mandatos são de três anos. Nesses dois primeiros anos, a gente conseguiu ampliar a representatividade da entidade nos Estados. A Abeoc sofreu muito o impacto da pandemia. Os associados saíram, não estavam mais pagando. Hoje, estamos presentes em 20 estados brasileiros e no Distrito Federal. A nossa estratégia é terminar o ano fechando o mapa do Brasil. Ter representatividade novamente em todas as regiões, o que não é fácil. O Brasil é muito grande. Mas já avançamos muito. Um outro ponto que nós avançamos e que foi uma grande conquista é o dimensionamento econômico do setor, que é um grande raio-x da indústria de eventos.

O Otimista: Há quanto tempo esse raio-x não era feito?

Enid Câmara – Havia já 13 anos que não era refeita essa pesquisa, mas conseguimos com o apoio do Sebrae. Estamos terminando esse dimensionamento econômico que começou o ano passado. Nós já realizamos mais de mil entrevistas no Brasil todo. Quem ganhou a licitação desse trabalho foi o Observatório da Indústria, da Fiec (Federação das Indústrias do Estado do Ceará). A gente se sente mais confortável porque estamos perto. Sabemos que é um trabalho muito bem feito.

O Otimista: Imagino que a comunicação seja um braço essencial nesse processo…

Enid Câmara: Criamos uma revista que foi um marco. O setor de eventos não tinha um veículo. Segundo o Nizan Guanaes, a revista impressa está voltando com tudo. Fiquei feliz que o Nizan deu essa entrevista há poucos meses falando sobre a importância do impresso, que volta com tudo. A gente criou a revista O Evento. E já fizemos cinco edições depois que eu entrei. E tem sido uma revista muito bem aceita no Brasil.

O Otimista: Quanto ao seu comando na Prática Eventos, o que a senhora gostaria de destacar?

Enid Câmara: Depois da pandemia, nós reformulamos nossa estratégia e resolvemos focar apenas em fazer dois eventos por ano, Expolog e Seminário de Gestores Públicos, e tentar sobreviver deles. O nosso desafio é sempre melhorar essas feiras, transformando-as em projetos, com entregas melhores para o mercado. Isso não quer dizer que a gente não faça outras coisas. Para quem faz feiras, especialmente no Nordeste, não é fácil. É um grande desafio fazer um evento de grande porte. Eu pretendo ter saúde física e mental para, cada vez mais, fortalecer esses dois eventos que são referência hoje no Brasil.

O Otimista: Seu encontro com o setor de eventos foi bem peculiar, não é? Como a senhora percebeu que tinha vocação para atuar na área?

Enid Câmara: Há 32 anos, eu era funcionária da Pague Menos. Trabalhava com Deusmar Queirós. Foi aí que recebi um convite para estagiar na Prática Empresarial, do então empresário Roberto Matoso, para fazer um estágio na área de eventos. A Prática era uma empresas de consultoria, treinamento e eventos. E eu aceitei. Fui indicada pelo nosso querido amigo Marcos André Borges, que era também amigo do saudoso Roberto. Fui para essa vaga de estágio e lá fiquei. Na época eu fazia sociologia, na Unifor (Universidade de Fortaleza). E eu comecei a fazer conexão das ciências sociais com os eventos. E vi que eventos eram uma atividade econômica que me ensinava muito. Cada dia eu aprendia uma coisa diferente. Fui me apaixonando.

O Otimista: O Roberto Matoso foi seu mentor?

Enid Câmara: Com certeza. O Roberto era um cara muito empreendedor e conseguiu despertar em mim uma visão que eu achava que eu não tinha. Era uma visão mais alargada, de atuar em várias áreas. Passei por todas as áreas da Prática. Passei dez anos estudando, fazendo cursos, pós-graduações, MBAs. Tudo que o Roberto trazia de inovação, eu fazia. Trabalhava aos fins de semana, estudava, fazia palestra…

O Otimista: Quando a senhora decidiu que era o momento de tentar voo solo?

Enid Câmara: Quando o Roberto saiu para o governo, eu comprei a empresa, porque a gente já tinha montado a Prática Eventos. Eu comprei a minha parte e continuei. Mas eu acho que a sociologia me ajudou. Hoje eu enxergo muito mais. Tenho mais clareza de que a sociologia me ajudou também a fazer essa relação de eventos com as questões sociais, com os problemas sociais, com as respostas que você pode dar para a sociedade através dos eventos.

O Otimista: O sonho da sua juventude era fazer jornalismo?

Enid Câmara: Na minha adolescência, na minha juventude, um pouco mais para frente, até fazer a faculdade, eu era muito fã da Fátima Bernardes. A Fátima estava no auge, cobrindo a Copa do Mundo. E eu era apaixonada pelo trabalho dela, me inspirava nela. Eu queria ser jornalista como a Fátima Bernardes. E aí, quando eu fiz vestibular para jornalismo, não passei. Mas eu passei para sociologia. E eu me identifiquei muito. Acho que não dá para fazer eventos sem você aprender a se comunicar. Hoje eu me realizo dentro do setor de eventos porque estou sempre em contato com vocês, da imprensa. Estou sempre conversando.

O Otimista: A senhora acredita que as empresas do setor de eventos têm um papel na proteção da nossa juventude?

Enid Câmara: A grande preocupação das empresas, do mercado, deve ser contribuir para fortalecer as políticas públicas para a juventude e ter nossas próprias iniciativas de responsabilidade social. Nós, como sociedade, podemos cada vez mais, através das nossas atividades, fazer algo pela juventude. Às vezes é algo pequeno. Por exemplo, nós temos um instituto, e por meio dele doamos computadores para uma escola pública que estava precisando. A mensagem final é o que nós podemos incluir nas nossas políticas empresariais esses apoios aos jovens. Eles estão precisando decidir para aonde vão, qual faculdade vão fazer. A nossa geração tem essa responsabilidade de ajudar. Não devemos apenas esperar pelo poder público. Precisamos ajudar essa juventude, que é o futuro das nossas empresas, é o futuro da economia.

Fonte: O Otimista em 15.12.2025

Reforma Tributária e Negociações Coletivas: o que muda e quais medidas adotar agora? por APSV Advogados

Reforma Tributária e Negociações Coletivas: o que muda e quais medidas adotar agora? por APSV Advogados

A Emenda Constitucional nº 132/2023 e a Lei Complementar 214/2025 naturalmente já detém um impacto direto dentro da seara tributária de cada empresa, não apenas pelas mudanças naturais que são inerentes a alteração legislativa, mas também é preciso observar o impacto dessas mudanças em outras frentes da mesma companhia.

É nessa esfera que podemos observar que a reforma tributária vai impactar diretamente os aspectos trabalhistas que são ofertados aos seus colaboradores e até mesmo as negociações coletivas entre a empresa e o respectivo sindicato da categoria em questão. Assim, buscando entender melhor a longevidade dos impactos da reforma, inicialmente é preciso esclarecer a espécie de crédito tributário, o qual se trata de valores que a empresa tem direito de recuperar ou compensar com tributos futuros.

É comum que muitas empresas busquem angariar a maior possibilidade de créditos tributários para que seja feita essa possível compensação em um segundo momento. Com o advento da reforma tributários, as empresas terão uma nova possibilidade de adquirir um crédito tributário.

Isto porque, eventuais benefícios que sejam ofertados pela empresa que estejam formalizados em negociação coletiva, podendo ser Acordo Coletivo ou Convenção Coletiva, vai gerar um novo crédito tributário para respectiva empresa, ou seja, se atualmente a empresa já faz o pagamento de algum benefício de maneira espontânea, mas o pagamento dessa rubrica não se encontra no instrumento coletiva, não há possibilidade de pleitear o crédito tributário.

É notório que a negociação coletiva já ganhou força com a reforma trabalhista de 2017, na qual menciona que aquilo que for negociado deve prevalecer em face da legislação, entretanto a reforma tributária trás um novo espectro para a negociação coletiva e a possibilidade de gerar ainda mais um benefício para a empresa que já adota o pagamento de algum benefício.

Contatos:
Telefone: +55 85 3308 7300
E-mail: relacionamento@apsv.com.br
Site: apsv.com.br

Por APSV Advogados em 17.12.2025

Sócio da CBPCE, Grupo SM assessora operação estratégica entre Hospital Nosso Lar e Instituto do Câncer do Ceará

Sócio da CBPCE, Grupo SM assessora operação estratégica entre Hospital Nosso Lar e Instituto do Câncer do Ceará

A SM Consultoria e a SM Advogados, empresas do Grupo SM sócio da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), atuaram na assessoria jurídica e estratégica da operação firmada entre o Hospital Nosso Lar e o Instituto do Câncer do Ceará (ICC). A transação foi concluída neste mês de dezembro e representa um movimento relevante para o fortalecimento da área da saúde no Estado.

A atuação do Grupo envolveu a condução técnica de um processo de alta complexidade, garantindo segurança jurídica, alinhamento estratégico e suporte especializado em todas as etapas da operação. A assessoria prestada reforça a credibilidade das instituições envolvidas e contribui para a consolidação de iniciativas com impacto direto na melhoria dos serviços de saúde.

A participação na operação reafirma o compromisso com a excelência profissional e com o apoio a projetos que geram valor social. “Seguimos empenhados em fortalecer organizações que promovem desenvolvimento, inovação e benefícios concretos para a sociedade”, destaca.

A conclusão da operação entre o Hospital Nosso Lar e o ICC marca um avanço significativo no cenário da saúde cearense, evidenciando a importância de uma assessoria qualificada em processos estratégicos que envolvem instituições de grande relevância pública.

CONTATO:
Endereço: Av. Santos Dumont, 3060 – Sala 616 – Aldeota,
Fortaleza – CE, 60150-161
Telefone: (85) 3486-2000

Com informações da SM Consultoria

Tendências no mercado cambial: O que esperar do dólar em 2026? por Travelex Confidence Câmbio

Tendências no mercado cambial: O que esperar do dólar em 2026? por Travelex Confidence Câmbio

À medida que 2026 se aproxima, o cenário econômico global começa a ganhar contornos mais definidos, ainda que cheios de nuances. Para quem acompanha o câmbio de perto, este será um ano de transição, marcado por ajustes na política monetária internacional e pelo desafio de equilibrar crescimento, estabilidade e responsabilidade fiscal no Brasil.Esse conjunto de fatores torna o próximo ano especialmente relevante para empresas, investidores e setores expostos ao dólar.

As previsões atuais indicam que o dólar 2026 tende a oscilar dentro de uma faixa relativamente estável, em torno de R$ 5,50. Ainda que fatores domésticos e externos possam gerar ajustes ao longo do período, o mais provável é um cenário de pequenas variações condicionadas às mudanças no humor global e nos indicadores econômicos.

A seguir, apresentamos os fatores que devem influenciar esse comportamento e os cenários que podem se desenhar.

Perspectivas para o dólar em 2026
A leitura atual do ambiente econômico aponta para um câmbio que pode se movimentar dentro de um intervalo moderado, sem tendência definida de forte valorização ou queda. A faixa próxima de R$ 5,40 a R$ 5,60 reflete um cenário de transição: há componentes que podem aliviar a pressão sobre a moeda americana, enquanto outros ainda sugerem cautela.

O foco, portanto, não está em prever um número exato, mas sim em acompanhar como política monetária, ambiente fiscal e fluxo de capitais tendem a interagir ao longo do ano. Esse equilíbrio entre forças contrárias sugere um 2026 com potencial de estabilidade, mas não imune a oscilações provocadas por eventos pontuais.

Fatores que podem influenciar o câmbio ao longo de 2026
1. A trajetória dos juros nos Estados Unidos
O ritmo de cortes ou a manutenção de níveis elevados de juros nos EUA continuará como uma das principais variáveis para o câmbio.

Se o processo de flexibilização ocorrer de forma gradual, a tendência é reduzir parte da pressão sobre o dólar no cenário internacional. Caso o movimento seja mais lento ou interrompido, a moeda pode preservar força adicional.

O mais provável é que o mercado siga reagindo a cada sinalização do Federal Reserve, condicionando o comportamento do câmbio a esse conjunto de expectativas.

2. Condições internas: fiscal, inflação e ambiente institucional
O câmbio também dependerá da percepção sobre as contas públicas, da trajetória da inflação e da capacidade de o país avançar em estabilidade institucional. Um ambiente mais previsível tende a reduzir risco, abrindo espaço para um real relativamente mais resiliente.

Por outro lado, eventuais incertezas fiscais ou ruídos políticos podem provocar movimentos de valorização do dólar, mesmo que temporários. Em 2026, essa sensibilidade pode ser ainda mais evidente.

3. Oscilações no apetite global ao risco
O comportamento dos mercados globais também deve influenciar o dólar. Em momentos de maior busca por ativos de países emergentes, o real tende a se beneficiar. Quando prevalece a aversão ao risco, os fluxos podem migrar para moedas consideradas mais seguras, o que pressiona o câmbio.

Para 2026, a alternância entre esses dois movimentos não pode ser descartada, sobretudo diante de um cenário internacional ainda sujeito a mudanças geopolíticas e variações no ritmo de crescimento das principais economias.

Cenários possíveis para o dólar em 2026
Cenário base: estabilidade com variações moderadas
Considerando o conjunto de indicadores atuais, o cenário mais plausível envolve um dólar operando próximo de R$ 5,50, com oscilações moderadas ao longo do ano. É um ambiente que permite planejamento, desde que com revisões periódicas.

Cenário de pressão adicional sobre o câmbio
Caso os juros nos EUA permaneçam elevados por mais tempo, surjam tensões internas ou ocorram choques externos, o dólar pode apresentar episódios de valorização. Não é um cenário predominante, mas permanece no radar.

Cenário de alívio gradual no câmbio
Combinando estabilidade fiscal, inflação sob controle e ambiente internacional favorável, existe a possibilidade de o dólar operar abaixo da faixa central estimada. Embora ainda seja um cenário menos provável, não deve ser descartado.

Impactos esperados para empresas e investidores
A dinâmica cambial de 2026 tende a exigir acompanhamento frequente e estratégias que considerem diferentes cenários. Empresas expostas ao dólar, seja por importação, exportação ou pagamentos internacionais, podem se beneficiar de uma postura que combine planejamento antecipado com flexibilidade.

Para investidores, a diversificação segue como a melhor estratégia. A exposição equilibrada a ativos locais e internacionais tende a mitigar riscos e aproveitar oportunidades que podem surgir ao longo do ano, independentemente do comportamento do câmbio.

Como o Banco Travelex apoia decisões em um ano que pede cautela
No Banco Travelex, acompanhamos diariamente os movimentos do mercado cambial, avaliando riscos, tendências e possíveis desdobramentos. Essa análise contínua nos permite oferecer soluções que ajudam empresas a proteger margens, estruturar operações internacionais e navegar momentos de maior volatilidade com segurança.

Com produtos de hedge, câmbio comercial, consultoria especializada e atendimento dedicado, estamos aqui para garantir previsibilidade e clareza para decisões financeiras em um cenário que demanda cautela e oferece oportunidades.

Contatos:
Telefone: 85-3264-2465
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E-mail: atendimento@confidencecambio.com.br
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Fonte: Travelex Confidence Câmbio em 16.12.2025

M. Dias Branco iniciará 2026 com nova estratégia de comunicação integrada

M. Dias Branco iniciará 2026 com nova estratégia de comunicação integrada

Líder nacional nos segmentos de massas, biscoitos e granolas, a M. Dias Branco inicia 2026 com um movimento estratégico relevante em sua trajetória de comunicação. Após processo concorrencial que envolveu algumas das marcas mais valiosas do País, a companhia escolheu a CP+B como nova agência de publicidade de algumas de suas principais marcas. A partir de agora, a agência será responsável pela criação, social media, mídia on e off e pela gestão 360° das campanhas de Piraquê, Vitarella, Adria, Isabela, Frontera e Jasmine.

Presente em mais de 90% dos lares brasileiros por meio de marcas nacionais e regionais, a M. Dias Branco detém cerca de 30% de market share no mercado de massas e biscoitos, além de manter a liderança no segmento de granolas. Para Anna Carolina Teixeira, diretora de Marketing da companhia, a decisão reflete um movimento consistente de fortalecimento e expansão. “A contratação da CP+B reforça o posicionamento da companhia na construção de marcas cada vez mais robustas”, destaca.

O escopo do trabalho estratégico envolve marcas de forte presença e reconhecimento junto ao consumidor. Adria, por exemplo, é Top of Mind nacional em massas, segundo o Datafolha 2025. Vitarella ocupa a liderança absoluta em biscoitos, com destaque para seu portfólio de crackers. Já a Piraquê, reconhecida por sua originalidade, receitas exclusivas e embalagens diferenciadas, avança em sua expansão nacional, conquistando novos públicos com produtos emblemáticos como Goiabinha e a linha Leite Maltado.

Atuação em nível nacional

No Sul do Brasil, Isabela consolida-se entre as principais marcas da categoria, com um portfólio amplo que inclui massas, biscoitos e torradas. A aquisição da Jasmine, em 2022, fortaleceu a atuação da M. Dias Branco no mercado de alimentos saudáveis, consolidando a liderança da marca no segmento de granolas – um dos pilares estratégicos de crescimento da companhia. Já a Frontera, incorporada em 2021 e recentemente renovada, integra a estratégia de ampliação de presença no segmento de snacks.

Liderada pelos sócios Vinicius Reis (CEO) e André Kassu (coCEO), a CP+B é uma agência full service integrante do grupo global Stagwell, reconhecida por integrar criatividade, dados, tecnologia e cultura para gerar impacto efetivo nos negócios de seus clientes. “Estamos muito orgulhosos da clareza estratégica que levamos para o portfólio da M. Dias Branco durante todo o processo. Temos um histórico sólido em categorias que exigem profundidade de marca, gestão inteligente de portfólio e campanhas sazonais de grande impacto. É uma parceria que nasce com ambição e com um plano muito claro de crescimento”, afirma Vinicius.

O processo de concorrência, desde a elaboração do briefing até a escolha da agência vencedora, contou com o apoio técnico da consultoria Human Rise. A marca Fortaleza segue sob responsabilidade da Propeg, enquanto Treloso e Richester permanecem atendidas pela Ampla. Com essa nova configuração, a M. Dias Branco reforça sua visão de longo prazo e sua aposta em comunicação estratégica como vetor essencial para sustentar a liderança, ampliar relevância e fortalecer o vínculo emocional de suas marcas com milhões de consumidores em todo o País.

CONTATO:
Telefone: 0800 702 5509
E-mails: sac@mdiasbranco.com.br
Site: www.mdiasbranco.com.br

Fonte: Portal In em 16.12.2025

TikTok planeja guardar equipamentos a 10ºC em câmara fria no Pecém

TikTok planeja guardar equipamentos a 10ºC em câmara fria no Pecém

Foto: Julio Caesar

Representantes da ByteDance e da Ominia já estiveram no terminal refrigerado da Fracht Log avaliando a estrutura e disseram iniciar os envios das cargas em 2026.

O data center do TikTok no Pecém já começa a movimentar os negócios na região do complexo industrial e portuário. O investimento previsto de R$ 200 bilhões deve ser aplicado antes mesmo do início das obras do empreendimento. Isso porque os executivos planejam trazer os equipamentos e abrigá-los a uma temperatura de 10 graus celsius em uma câmara refrigerada até que sejam instalados na Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Ceará. Para isso, negociam com a Fracht Log, segundo revelou a esta coluna o diretor Thiago Abreu.

Ele recebeu representantes da Ominia – braço do Pátria Investimentos no negócio de data center – há cerca de dois meses e, há duas semanas, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também estava no Ceará, dois representantes da ByteDance – proprietária do TikTok – estiveram visitando as instalações da companhia às margens da rodovia estadual CE-155.

A Fracht Log, destaca Abreu, é a única empresa em operação em todo o Nordeste brasileiro capaz de atender a demanda deles. Os investimentos de R$ 105 milhões pelo grupo suíço Fracht AG construíram o maior terminal de cargas frias da Região. “São produtos de alta tecnologia que precisam ficar armazenados a 10ºC. Eles precisam de uma temperatura diferente da negativa e devem optar por um módulo inteiro de mil posições porque não há outra carga de temperatura compatível”, detalha.

Hoje, três meses após a inauguração, a Fracht Log possui três espaços de mil posições nos quais movimenta cargas de pescado, sorvete e polpas, além de outros espaços para cargas secas, como painéis solares, folhas de metal e veículos de carga.

“Eles nos disseram que gostaram muito da estrutura e devem começar a enviar os equipamentos em 2026”, contou. Mas o material não vem de navio e a logística de transporte tem o Pecém como destino final, sem passar pelo porto. Thiago Abreu contou que os planos são de trazer as cargas refrigeradas de avião até Fortaleza – provavelmente vindas da China – e levá-las ao Pecém em caminhões ou contêineres refrigerados.

O negócio ainda não foi fechado, mas é dado como certo, dado o custo baixo para o armazenamento – quando comparado ao custo total do empreendimento -, às condições exclusivas ofertadas pelo terminal refrigerado do Pecém e ainda o andamento adiantado da instalação do data center no Pecém.

Clique aqui e leia a matéria completa

Fonte: Jornal O Povo em 17.12.2025

CBPCE comunica recesso de fim de ano e anuncia retorno das atividades em 5 de janeiro

CBPCE comunica recesso de fim de ano e anuncia retorno das atividades em 5 de janeiro

A Câmara Brasil Portugal no Ceará informa que entrará em recesso institucional entre os dias 22 de dezembro e 02 de janeiro. A pausa anual marca um período dedicado à reorganização interna, planejamento estratégico e preparação para as ações que serão desenvolvidas em 2026.

Segundo a entidade, o recesso também representa um momento importante para garantir que a equipe retorne com energia renovada, mantendo o compromisso de fortalecer as relações bilaterais, ampliar oportunidades de negócios e apoiar cada vez mais os associados.

As atividades serão retomadas no dia 5 de janeiro, quando a CBPCE dará início à programação oficial do novo ano, incluindo eventos, projetos de integração empresarial e agendas institucionais.

A Câmara agradece a confiança dos associados e parceiros ao longo de 2025 e reforça que seguirá empenhada em promover conexões de valor entre Ceará, Brasil e Portugal.

Para dúvida e informações:
secretariace@cbpce.org.br

Ivana Bezerra Rangel é homenageada no Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino

Ivana Bezerra Rangel é homenageada no Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino

No dia 08 de dezembro, durante Sessão Solene realizada na Câmara Municipal de Fortaleza, a presidente da ABIH-CE e sócia da CBPCE, Ivana Bezerra Rangel, foi homenageada na celebração do Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino. A data reforça a visibilidade e o reconhecimento da força das mulheres na economia e no desenvolvimento social do país. A iniciativa, proposta pelos vereadores Pedro Matos e Cláudio Lima, possui relevância simbólica e prática ao destacar a urgência de ampliar o acesso a crédito, capacitação e oportunidades para mulheres empreendedoras em todo o Brasil.

O cenário atual do empreendedorismo feminino no Brasil revela números expressivos. Dados da plataforma MaisMei apontam que 43,7% dos Microempreendedores Individuais (MEIs) são mulheres, demonstrando protagonismo crescente no empreendedorismo formal. Contudo, a equidade de renda ainda é um desafio: apenas 16,3% dessas empreendedoras alcançam faturamento acima de R$ 4.000 mensais, enquanto 33,1% dos homens atingem esse patamar.

Nesse contexto, iniciativas como o programa federal Elas Empreendem têm desempenhado papel relevante ao ampliar acesso a crédito, qualificação e oportunidades para mulheres empreendedoras. Essas ações são fundamentais para reduzir desigualdades estruturais e estimular o desenvolvimento econômico sustentável.

Para a CBPCE, a homenagem concedida a Ivana Bezerra Rangel representa mais do que um reconhecimento individual. Ela evidencia a importância da liderança feminina no ambiente empresarial e inspira outras mulheres a avançar em suas trajetórias empreendedoras. Ivana é um exemplo de competência, visão estratégica e dedicação ao fortalecimento do setor turístico e à promoção do desenvolvimento econômico do Ceará.

A CBPCE parabeniza Ivana Bezerra Rangel pela merecida honraria e manifesta orgulho por tê-la em seu quadro de sócios. Esta celebração reafirma o compromisso da entidade com a promoção da igualdade de oportunidades, o fortalecimento do empreendedorismo feminino e a valorização do papel decisivo das mulheres no desenvolvimento econômico e social do país.

Com informações da ABIH-CE

Fonte: CBPCE em 10.12.2025

Sócia da CBPCE, Fabiola Rocha participa de congresso no Mackenzie e integra obra sobre integridade e sustentabilidade

Sócia da CBPCE, Fabiola Rocha participa de congresso no Mackenzie e integra obra sobre integridade e sustentabilidade

A advogada Fabiola Rocha, sócia da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), participou em São Paulo do Congresso de Direito Tributário e Energia: Reforma Tributária e Desafios da Transição Energética, realizado pela Universidade Mackenzie. O evento reuniu especialistas de renome para discutir a nova realidade econômica e os impactos das mudanças tributárias nos setores de energia e agronegócio.

Durante o congresso, Fabiola Rocha integrou o time de autores da obra “Políticas de Integridade: Sustentabilidade e Contratações Públicas”, lançada durante o encontro. Ela contribuiu com um artigo acadêmico que aborda os aspectos econômicos da integridade ecológica das energias renováveis na ética ambiental, destacando desafios e caminhos para a transição energética sustentável.

Reconhecido como um dos principais fóruns de debate sobre economia, mercado e governança, o evento trouxe reflexões sobre a estrutura do IVA Dual, questões setoriais, compliance, sustentabilidade e os efeitos da reforma tributária para o ambiente de negócios.

A obra lançada reúne análises essenciais para as contratações públicas contemporâneas, destacando boas práticas de integridade, transparência e conformidade em ambientes empresariais. O conteúdo é recomendado para gestores públicos, profissionais de compliance e especialistas que atuam com políticas de integridade.

O livro está disponível na livraria da Editora Lumen Juris (clique aqui)

Com informações de Fabíola Rocha

Fonte: CBPCE em 10.12.2025