Irineu Guimarães, diretor da CBPCE, participa de Missão Técnica Empresarial na Argentina

Irineu Guimarães, diretor da CBPCE, participa de Missão Técnica Empresarial na Argentina

Foto: divulgação

Irineu é CEO da DLB Urbanismo e diretor de desenvolvimento imobiliário da CBPCE, e está participando de uma Missão Técnica Empresarial na Argentina. Irineu relatou suas impressões sobre o país vizinho.

Estou atendendo mais uma Missão Técnica Empresarial e desta vez na Argentina, país que vem se destacando negativamente na mídia por conta dos inúmeros problemas sociais e econômico, com inflação anual que supera os 100%.

Diante desse cenário, revisitei um projeto no qual estive a 12 anos atrás – Nordelta, que já de cara impressionou, pela explosão de casas e projetos e adesão em massa da sociedade mais abastada.

Pude ouvir dos desenvolvedores que o principal ponto de atração foi a questão da segurança, que se sobrepõe ao urbanismo e a natureza abundante com seus lagos e canais que certamente tornam o empreendimento único e exclusivo com pouquíssimos no mundo.

Na sequência estivemos com a principal incorporadora do país com planos de lançar mais um projeto de requalificação urbana de sucesso – Costa Urbana (na esteira do bem sucedido Puerto Madero), onde aqueles que buscam uma vida mais urbana aliada a um estilo de vida caminhável e com espaços públicos de qualidade preferem habitar.

O que me chamou a atenção diante das perspectivas e do cenário é que, ainda que os desafios sejam gigantes, ainda que o país esteja num momento pré-eleitoral e dividido em 3 linhas de pensamento político, e ainda que os fundamentos econômicos estejam abalados, as pessoas encontram maneira de buscar driblar tais dificuldades e seguir a vida cotidiana de alguma forma.

No que tange a questão patrimonial, restou claro que a grande maioria encontrou no dólar e nos imóveis um porto seguro para alocar seus recursos e seus ativos patrimoniais.

Outra curiosidade é que não existe modelo hipotecário vigente e que todos os projetos são viabilizados com autofinanciamento e prazos que chegam no máximo a 30 meses e que dependem claramente das pré-vendas e fundamentalmente da credibilidade do empreendedor.

Irineu Guimarães é CEO da BLD Urbanismo

Yunare Marinho abordará Desenvolvimento Sustentável na Indústria na Semana Nacional de Negócios

Yunare Marinho abordará Desenvolvimento Sustentável na Indústria na Semana Nacional de Negócios

Foto: divulgação

Hoje, quarta-feira(18), Yunare Marinho, sócio da CBPCE, ministrará uma palestra durante a Semana Nacional de Negócios, que teve como foco a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O tema de sua apresentação é “Navegando no Mundo dos Processos Industriais e a Agenda 2030”.

O evento tem início às 19 horas, no auditório do primeiro andar do Campus Bezerra de Menezes da UNIFANOR.

Yunare Marinho é um profissional altamente qualificado, com mestrado em concepção, mecânica e meio ambiente, e mais de 25 anos de experiência na liderança de organizações multinacionais tanto no Brasil quanto na Europa. Atualmente, ele ocupa o cargo de gerente corporativo de processos industriais na M. Dias Branco.

Essa palestra trará uma perspectiva valiosa sobre a importância do desenvolvimento sustentável na indústria e como a Agenda 2030 pode ser um guia para alcançar esse objetivo. Será ima oportunidade única para os participantes aprenderem com a vasta experiência e conhecimento de Yunare Marinho.

Fonte: CBPCE

 

Rota Sines-Brasil reduz viagem até 22 dias de olhos postos no hidrogénio verde e Mercosul

Rota Sines-Brasil reduz viagem até 22 dias de olhos postos no hidrogénio verde e Mercosul

Foto: divulgação

O Porto de Sines iniciou uma rota direta para o nordeste do Brasil que reduz até 22 dias a distância dos continentes favorecendo o hidrogénio verde brasileiro e o acordo comercial UE-Mercosul.

Porto de Sines iniciou uma rota direta para o nordeste do Brasil que reduz até 22 dias a distância dos continentes e ambiciona ser um percurso importante no hidrogénio verde brasileiro e no acordo comercial UE-Mercosul.

“Ao estabelecer-se esta linha marítima regular direta entre Sines e Pecém, sem fazer escala, reduz muito o tempo que as mercadorias levam a chegar e vai potenciar o incremento das trocas”, disse à Lusa o cônsul de Portugal em Fortaleza, Rui Almeida, detalhando que, dada a situação geográfica, “Sines é o porto europeu mais próximo da América do Sul e Fortaleza é a cidade brasileira mais próxima de Portugal e da Europa”.

À Lusa, o diretor comercial do Complexo do Pecém, em Fortaleza, capital do estado do Ceará, no Nordeste brasileiro, explicou que esta rota, ainda em fase de teste, uma vez por semana, vem diretamente de Sines para o porto do Pecém “descarregando aqui a carga que pertence ao nordeste do Brasil, principalmente ao Ceará”.

“Alivia a carga aqui, alivia o peso e vai para Santos”, no estado de São Paulo, o maior complexo portuário da América Latina e um dos maiores do mundo, detalhou André Magalhães.

Esta rota, que está em negociações para ser alargada, ‘aproxima’ não só o Brasil à Europa, mas também a todo o continente asiático.

Agora, um dos grandes objetivos do Complexo do Pecém, alinhado com as ambições energéticas do Governo brasileiro, é capacitar as instalações para a exportação de hidrogénio verde, produzido através do processo de eletrólise da água (separação do oxigénio e do hidrogénio) e utilizado, principalmente, para a produção de fertilizantes para a atividade agrícola, mas que poderá ser usado como combustível e matéria-prima industrial para produtos farmacêuticos.

“Diminuir a dependência da Rússia, a gente vai ajudar nisso”, garantiu, referindo-se à invasão russa na Ucrânia.

Em maio, o Porto do Pecém anunciou um acordo com os Países Baixos para o transporte de hidrogénio verde entre os portos de Pecém e Roterdão, que terá a participação da empresa portuguesa EDP.

A acrescentar, no início do mês, o Ministério do Desenvolvimento e Comércio Exterior do Brasil anunciou que financiará, com recursos do Banco Mundial, em 90 milhões de dólares (cerca de 84 milhões de euros), projetos de infraestrutura necessários para a implementação de um polo de hidrogénio verde no porto marítimo de Pecém.

Em dezembro de 2022, a empresa portuguesa EDP gerou em São Gonçalo do Amarante, no estado brasileiro do Ceará, a primeira molécula de hidrogénio verde até agora criada no país e a primeira na América Latina.

Em julho último, após uma reunião bilateral no Palácio do Planalto com o Presidente brasileiro, Lula da Silva, o presidente executivo do grupo EDP, Miguel Stilwell d’Andrade, numa resposta por escrito à Lusa, frisou que “o hidrogénio verde será um dos protagonistas na transição energética mundial nos próximos anos e integrar operações na vertente desse gás e de seus derivados é estar à frente no mercado de energia“.

André Magalhães adiantou que o objetivo é começar a exportar a partir de 2027.

“O porto de Roterdão [funcionará] como um hub na subida do hidrogénio verde e ele vai distribuir por todo o noroeste europeu e a Bélgica, (…) via Alemanha, através de pipelines. Esse é o início”, disse.

“Eu não duvido que daqui a pouco Portugal também esteja nessa conexão”, apostou, advertindo, contudo, que o porto de Sines terá de construir a infraestrutura necessária.

Outra das vantagens desta conexão Sines-Pecém é a possibilidade de o transporte de mercadorias ser intensificado após a assinatura do acordo comercial entre a Europa e o bloco do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai), que se espera que seja concluído no final do ano.

“Sines está extraordinariamente bem colocado do ponto de vista geográfico para ser a porta de entrada do Brasil na Europa”, enfatizou o cônsul de Portugal em Fortaleza, relembrando que “não bastam os portos, terá de haver também estrutura ferroviária”.

Ainda assim, Rui Almeida considerou que “os portos são fundamentais para que o agronegócio brasileiro consiga chegar à Europa o mais rapidamente possível e com menores custos”.

O Brasil ocupa atualmente a presidência semestral do Mercosul, que debate uma resposta conjunta às novas exigências europeias, para que o acordo que abrange 25% da economia global e 780 milhões de pessoas, quase 10% da população do mundo, seja concluído.

Fonte: Sapo.pt

EXPOLOG 2023: O Futuro da Logística e do Agronegócio foi lançado

EXPOLOG 2023: O Futuro da Logística e do Agronegócio foi lançado

Foto: Rogério Lima

Na última quinta-feira, dia 5 de outubro, aconteceu o lançamento da EXPOLOG 2023, feira internacional voltada para logística e agronegócio.

O evento de apresentação teve a presença de políticos, empresários e jornalistas do Ceará e aconteceu na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), marcando o início das atividades programadas para os dias 22 e 23 de novembro, quando o Centro de Eventos do Ceará (CEC) será o palco desse importante evento.

Nesta 18ª edição, a EXPOLOG 2023 abordará o tema “Governança e logística para a transição energética”. A programação já está 85% definida e inclui também o XVIII Seminário Internacional de Logística e o IV Seminário Logística no Agronegócio, promovidos pela Prática Eventos e o Setcarce.

SERVIÇO:
18ª edição da EXPOLOG – Feira Internacional de Logística
Data: 22 e 23 de novembro
Local: Centro de Eventos do Ceará
Inscrições Clique aqui

Fonte: CBPCE

A economia fortalece a identidade cultural de um destino e impulsiona a economia local, por Anya Ribeiro

A economia fortalece a identidade cultural de um destino e impulsiona a economia local, por Anya Ribeiro

Foto: acervo pessoal

O desenvolvimento socioeconômico institucional sustentável fortalece a identidade cultural de um território-destino turístico impulsionando a economia local de forma inclusiva e distribuída! Cultura e Economia são aliados inseparáveis:

Promoção da Cultura Local: A economia valoriza tradições, artesanato e gastronomia únicos de uma região, incentivando sua preservação e celebração.

Criação de Empregos: Setores culturais e criativos como arte, música, dança, literatura de cordel, pintura e turismo, entre outros geram empregos locais, impulsionando o crescimento econômico sustentável.

Atração de Turistas: A cultura raiz autêntica é um imã para atração turistas, vivencias e experiências, aumentando visitas e receitas.

Crescimento do Comércio Local: Empresas locais se beneficiam da demanda de turistas, fortalecendo a economia da comunidade.

Desenvolvimento Sustentável: O turismo cultural contribui na promoção de práticas sustentáveis e preservação do patrimônio natural, histórico, e cultural.

A economia e a cultura andam de mãos dadas, criando destinos únicos que celebram suas raízes enquanto impulsionam o crescimento local.

Por Anya Ribeiro
Sócia e diretora de Turismo da CBPCE

M. Dias Branco é a companhia mais lembrada pelos cearenses, de acordo com Anuário Datafolha Top of Mind

M. Dias Branco é a companhia mais lembrada pelos cearenses, de acordo com Anuário Datafolha Top of Mind

Foto: divulgação

Pelo terceiro ano consecutivo, a companhia alcança o 1º lugar no ranking “Marca que Representa o Ceará”

Fundada em 13 de maio de 1953, no Ceará, a M. Dias Branco chega aos seus 70 anos consolidando-se como líder nacional de massas e biscoitos. Evidenciando sua posição no país, a companhia foi eleita pelo terceiro ano consecutivo como a “Marca que representa o Ceará”, segundo o Anuário Datafolha Top of Mind 2023.

Desde 1991, a pesquisa anual Top of Mind traz as marcas mais lembradas pelos brasileiros em diversas categorias de produtos e serviços. Na atual edição, ao perguntar para os conterrâneos “Qual a marca que vem à sua cabeça quando se fala em a marca que representa o Ceará?”, 13,5% responderam “M. Dias Branco”. Já no recorte das classes A e B, o percentual aumenta para 14,9%. O estudo feito com os cearenses contemplou nove setores e 25 categorias.

Com um portfólio amplo de massas, biscoitos, torradas, farinhas e margarinas, a companhia possui 20 marcas de produtos que mantêm uma relação de confiança com os consumidores de diversas regiões do Brasil. A gerente de marketing da marca Fortaleza, Mariana Chiappetta, acredita que o resultado é fruto de uma jornada. “A M. Dias Branco nasceu no Ceará com a sua primeira marca, Fortaleza, que carrega o nome da capital cearense. Desde então, buscamos estar presentes nos mais diversos momentos do dia, fazendo parte da memória afetiva dos consumidores cearenses”, comenta a executiva.

História

A M. Dias Branco e sua primeira marca, Fortaleza, nasceram para mudar a história da capital do Ceará. Completando 70 anos em 2023, ambas seguem transformando as vidas de milhares de colaboradores e consumidores.

Tudo começou com a Padaria Imperial, fundada pelo imigrante português Manuel Dias Branco, que contou com o apoio de seu filho Ivens, na época com apenas 17 anos, para iniciar a produção de biscoitos. Em pouco tempo foi necessário ampliar a produção, e a nova padaria ganhou o nome de Fortaleza para homenagear a cidade que havia acolhido a família com tanto carinho.

Hoje, a M. Dias Branco conta com mais de 17 mil colaboradores, distribuídos em 16 unidades industriais no Brasil e uma no Uruguai, obtendo um lucro de R$ 217,9 milhões somente no segundo trimestre de 2023.

Expandindo seu portfólio, a companhia adquiriu, no ano passado, a Jasmine, especializada em alimentos integrais, orgânicos, sem glúten, sem lactose e zero açúcar, e Las Acacias, marcando sua entrada no segmento de massas super premium e em outras categorias, como conservas e molhos.

Sobre a M. Dias Branco

Fundada em 1953, a M. Dias Branco é uma multinacional brasileira do setor de alimentos, signatária do pacto global da ONU e com ações negociadas no segmento do Novo Mercado na B3. Sua história começou na década de 40, com a Padaria Imperial, uma iniciativa de Manuel Dias Branco em Fortaleza (CE). Hoje, as suas operações geram mais de 17 mil empregos diretos em diferentes regiões, refletindo o seu compromisso com o desenvolvimento econômico e social do país. A Companhia possui 17 indústrias ou complexos industriais, sendo que sete deles possuem estruturas de moinho de trigo, além de 30 filiais comerciais, que favorecem a distribuição de seus produtos em todo o Brasil e para mais de 40 países

Sediada em Eusébio (CE), a M. Dias Branco é líder brasileira em biscoitos e massas. A partir da aquisição da Jasmine Alimentos, concluída em agosto de 2022, assumiu a liderança também em cookies integrais, granolas e pães sem glúten. É referência em produtos orgânicos, funcionais, integrais, sem glúten, sem lactose e zero açúcar. Em outubro de 2022, anunciou sua primeira aquisição internacional, a LasAcacias, do Uruguai, focada no segmento de massas, mas que também tem no portfólio misturas para bolos e molhos.

A Companhia detém marcas líderes, como Vitarella, Piraquê, Adria, Fortaleza, Richester e Isabela, produzindo biscoitos, massas, farinhas, margarinas, snacks e torradas. Em novembro de 2021, foi feita a aquisição da marca FIT FOOD, a primeira iniciativa da Companhia no mercado de healthy food, com produtos como biscoitos de arroz, pasta de amendoim, chocolates e massas feitas de milho. Destacam-se ainda as marcas Frontera, de snacks, e Smart, de temperos e condimentos.

Fonte: M. Dias Branco

A2it Cloud Backup, a solução integrada da A2IT Tecnologia

A2it Cloud Backup, a solução integrada da A2IT Tecnologia

Foto: divulgação

É a forma mais fácil e segura de garantir que não corre o risco de perder a informação vital da sua empresa. O serviço possibilita efetuar cópias de segurança automáticas dos dados gravados nos servidores para uma infraestrutura remota gerida pela A2it. Assim em caso de desastre existe um backup fiável sempre disponível.

Os DataCenters da A2it Tecnologia tem todas as normas de segurança e cumprem normas como a ISO/27001.

O Backup é um dos recursos mais efetivos para assegurar a continuidade do negócio.

Backup as a Service (BaaS) é uma abordagem para fazer backup de dados de Servidores físicos/virtuais e aplicações, que envolve serviços de backup e recuperação. Em vez de realizar o backup com o departamento de TI local e centralizado, o A2it Cloud Backup interliga os sistemas de backup a uma “Cloud” privada, pública ou híbrida gerida pela A2it Tecnologia.
O A2it Cloud Backup proporciona Cópia e Restauro de forma segura.

Fonte: O A2it Tecnologia

XI Encontro de Escritores de Língua Portuguesa na cidade da Praia

XI Encontro de Escritores de Língua Portuguesa na cidade da Praia

Foto: divulgação

A “Língua Portuguesa, Expressão de Liberdade, Democracia e Desenvolvimento Municipal” é o tema que irá assinalar a XI edição do Encontro de Escritores de Língua Portuguesa que decorrerá na cidade da Praia, de 19 a 22 de outubro.

O Encontro de Escritores de Língua Portuguesa (EELP) é uma iniciativa da UCCLA e da Câmara Municipal da Praia (CMP), em parceria com a Empresa de Mobilidade e Estacionamento da Praia (EMEP).

Nesta edição haverá uma homenagem a Amílcar Cabral, com uma mesa redonda alusiva ao centenário do seu nascimento sobre o tema “Atualidade do pensamento de Amílcar Cabral e a Defesa da Identidade e da Cultura Nacional”.

Esta edição contará com a presença dos seguintes escritores:
– Angola: Jacques dos Santos;
– Brasil: André Bazzoni Bueno (vencedor ex aequo da 8.ª edição do Prémio de Revelação Literária UCCLA-CMLisboa – Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa) e Domício Proença Filho;
– Cabo Verde: António Baptista, Fátima Fernandes, Felisberto Vieira, José António dos Reis, José Maria Semedo, Lúcia Cardoso, Madalena Neves, Odair Varela, Vera Duarte e Vlademiro Furtado;
– Galiza: Pedro Casteleiro;
– Guiné-Bissau: Amadú Dafé;
– Moçambique: Sheila Khan;
– Portugal: José Pedro Castanheira, José Pires Laranjeira e Leonel Barbosa (vencedor ex aequo da 8.ª edição do Prémio de Revelação Literária UCCLA-CMLisboa – Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa);
– São Tome e Príncipe: Olinda Beja.

No âmbito do programa do encontro haverá, também, visita a escolas, visita ao Tarrafal e à Cidade Velha.

Clique aqui e acesse o Programa completo

Fonte: UCCLA

Economia do mar vai representar 7% do PIB até 2030

Economia do mar vai representar 7% do PIB até 2030

Foto Lusa

O mar representa atualmente a terceira maior área econômica em Portugal, cerca de 5% do produto interno bruto (PIB) e das exportações, número que deverá subir 40% no peso da economia nacional até 2030, segundo o Governo.

“A Economia do Mar é, hoje, a terceira maior área econômica em Portugal, ultrapassada apenas pela saúde e pela educação. Este tecido econômico, que compreende quer as indústrias tradicionais quer os novos setores como a biotecnologia ou a aquacultura, já representa cerca de 5% do PIB e das exportações, bem como 4% do emprego nacional, ultrapassando, ao contrário do que muitos pensam, produtos como o vinho, a cortiça ou a agropecuária”, revelou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho.

Estes números, são “mais do triplo do que no continente europeu [1,5% do PIB]” e objetivo será que a economia do mar “contribua em cerca de 7% do PIB e 5% do emprego nacional até 2030”, adiantou o governante, que falava na sessão de encerramento do II Sustainable Blue Economy Investment Fórum (SBEIF), no Estoril.

O encontro reuniu mais de 30 oradores de todo o mundo, mais de 460 empresas e investidores e um universo de mais de 500 participantes inscritos, de quase 60 países.

Na sua intervenção, o chefe da diplomacia portuguesa defendeu que uma “economia azul, sustentável e inclusiva” só pode ser alcançada com base em três pilares: financiamento, governança e cooperação.

Quanto ao financiamento, Gomes Cravinho deu o exemplo do acordo com Cabo Verde, que permitiu redirecionar a dívida daquele país africano para um fundo climático a ser criado pelo governo cabo-verdiano, uma iniciativa que o executivo português está disposto a alargar a outros parceiros, nomeadamente outros membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Sobre a governação, destacou o Tratado do Alto Mar, recentemente assinado, “um instrumento crítico e juridicamente vinculativo”, e que mostra que “a comunidade internacional pode unir-se e encontrar novos modelos de governação que coloquem o oceano e o planeta no centro de forma abrangente e inclusiva”.

O ministro disse que Portugal vai aprovar rapidamente o tratado, a nível interno, e apelou aos parceiros “para que também o façam”.

Gomes Cravinho defendeu “um elevado nível de cooperação”, dando o exemplo do Grupo de Estratégia África-Europa sobre Governação dos Oceanos e Economia Azul.

“Este esforço conjunto África-Europa é um excelente modelo do que podemos e devemos fazer juntos em todos os continentes”, comentou.

Entre África e União Europeia, a economia azul gerou, por ano, nos últimos anos, cerca de mais de um bilião de euros, empregando cerca de 50 milhões de pessoas.

Fonte: Mundo Lusíada com Lusa

CBPCE e Federação das Câmaras recepciona Missão da Região de Tâmega e Sousa

CBPCE e Federação das Câmaras recepciona Missão da Região de Tâmega e Sousa

Foto: divulgação

A Rede Global da Diáspora Portuguesa, a Fundação AEP e a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, com o apoio da AICEP – Portugal Global, do Vice-Consulado de Portugal em Fortaleza, das Comunidades Portuguesas, da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil e Câmara Brasil Portugal no Ceará, realizaram na última segunda-feira(02) o evento de apresentação da Região Douro, Tâmega e Sousa.

Apresentação da Região Douro, Tâmega e Sousa
O evento contou com a apresentação da Região Douro, Tâmega e Sousa. Esta área geográfica é uma sub-região integrante da região Norte de Portugal. Ela é delimitada ao norte pelas sub-regiões do Ave e do Alto Tâmega, ao sul por Viseu Dão Lafões, a leste pelo Douro e a oeste pela Área Metropolitana do Porto. A região compreende os municípios de Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Penafiel e Resende.

Com uma extensa área de 1.831 km², correspondendo a 8,6% da região Norte, o Tâmega e Sousa é composto por 11 municípios. No entanto, o que realmente se destaca nesta região é a sua vibrante comunidade, com uma população de cerca de 410.000 habitantes. Essa densidade populacional de 223 habitantes por quilômetro quadrado representa 4% da população residente em Portugal e 11,4% da região Norte. Isso faz do Tâmega e Sousa uma das regiões mais jovens e dinâmicas do país.

Oportunidades de Investimento e Facilidades Empresariais
Durante o evento, a comitiva do Douro, Tâmega e Sousa compartilhou informações importantes sobre as oportunidades de investimento na região e as facilidades disponíveis para empresários que desejam se estabelecer lá. Essa apresentação detalhada ressaltou o ambiente propício para negócios e o potencial de crescimento econômico que a região oferece.

Empreendedores e investidores presentes puderam explorar as diversas áreas em que o Tâmega e Sousa se destaca, desde setores tradicionais até inovações tecnológicas. Com um ambiente favorável aos negócios, incentivos fiscais e mão de obra qualificada, a região é um destino atraente para empresas nacionais e internacionais.

A Comitiva segue para mais duas capitais brasileiras, São Paulo, hoje e amanhã e Rio de Janeiro nos dias 06 e 07 de outubro apresentando as oportunidades do Douro, Tâmega e Sousa.

Acesse agora para saber mais sobre essa região em crescimento:
https://www.cimtamegaesousa.pt/

Acesse as fotos do evento clicando aqui

Fonte: FCPCB