Termaco Logística, sócia CBPCE, é reconhecida com Prêmio de Melhoria da Qualidade do Ar e selo Empresa 100%

Termaco Logística, sócia CBPCE, é reconhecida com Prêmio de Melhoria da Qualidade do Ar e selo Empresa 100%

A Termaco Logística conquistou o troféu na categoria prata na 22ª edição do Prêmio Melhoria da Qualidade do Ar (PMQA), promovido pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e SEST SENAT, e realizado no Ceará pela Federação dos Transportes (Fetrans). A cerimônia de premiação foi realizada na última quarta-feira (09), em Fortaleza, e reuniu empresários, profissionais do setor, representantes de sindicatos e autoridades.

O PMQA tem como objetivo valorizar iniciativas que contribuem para a redução de impactos socioambientais no setor de transporte, incentivando práticas sustentáveis nas empresas. O prêmio faz parte do programa Despoluir, o maior programa ambiental da iniciativa privada do Brasil, o qual incentiva transportadores a adotarem práticas sustentáveis.

Além do reconhecimento pelo compromisso com a sustentabilidade, a Termaco Logística também recebeu o selo “Empresa 100%”, concedido às organizações que comprovaram 100% de aprovação em sua frota operante e que não apresentaram multas ambientais.

“Esse reconhecimento reforça nosso compromisso com a sustentabilidade e com a busca constante por soluções que minimizem os impactos socioambientais das nossas operações. É uma conquista que compartilhamos com toda a nossa equipe”, destaca Breno Monteiro, gerente de Qualidade da Termaco.

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Fonte: Termaco Logistica

Expolog e a importância do associativismo na logística cearense, por Ana Carolina Bocci

Expolog e a importância do associativismo na logística cearense, por Ana Carolina Bocci

A Expolog, maior evento de logística e comércio exterior do Nordeste, destaca anualmente a importância da colaboração entre os diversos setores da cadeia logística. Nesse contexto, o Fórum de Logística da AECIPP (Associação das Empresas do Complexo Industrial e Portuário do Pecém), liderado pelo diretor comercial da TECER Terminais, Carlos Alberto Nunes, desempenha um papel vital na integração e no fortalecimento da infraestrutura logística do Ceará.

O Fórum de Logística da AECIPP foi criado com o objetivo de unir todas as empresas do setor, incluindo concorrentes, em um esforço conjunto para o desenvolvimento da logística no estado. Através do associativismo, as empresas compartilham desafios, discutem soluções e promovem iniciativas colaborativas, beneficiando todo o ecossistema logístico cearense. Esse modelo de cooperação é essencial para a evolução contínua do setor, fortalecendo a base da infraestrutura e ampliando a competitividade regional.

Durante a última edição da Intermodal, importantes avanços e perspectivas foram debatidos com foco no Porto do Pecém e suas operações estratégicas. Um dos destaques foi a descarga de petcoke (coque de petróleo) via Pecém, com a proposta de distribuição para todo o Norte e Nordeste, ampliando a atuação do porto como plataforma logística inter-regional.

Outro ponto relevante foi a ativação de uma nova rota de cabotagem para o transporte de blocos de granito entre Pecém e Vitória (ES), iniciativa que representa um importante passo na integração dos modais marítimos e na valorização da cabotagem como solução logística competitiva e sustentável.

A retomada da exportação do lingote de alumínio, com embarques realizados de Pecém com destino ao Porto de Roterdã, também foi celebrada como um indicativo claro da capacidade de recuperação e expansão do terminal cearense em operações de comércio exterior de alto valor agregado.

Com foco na modernização dos modais de transporte, o Fórum de Logística da AECIPP busca aprimorar a logística cearense nos setores marítimo, rodoviário, ferroviário e dutoviário. A integração entre esses modais é fundamental para posicionar o Ceará como um hub logístico de destaque nacional e internacional.

Além de fomentar melhorias operacionais, o Fórum facilita a comunicação entre os diversos agentes da cadeia logística. A troca de informações entre empresas, operadores portuários, transportadoras e órgãos reguladores proporciona maior previsibilidade e eficiência, resultando em redução de custos e otimização no escoamento da produção industrial.

A atuação conjunta das empresas e entidades do setor é essencial para eliminar gargalos e promover um fluxo operacional mais ágil. O associativismo se consolida, assim, como um facilitador do crescimento sustentável da logística cearense, contribuindo diretamente para o fortalecimento da competitividade regional.

A Expolog, como principal palco de discussão sobre os avanços logísticos no Nordeste, é uma oportunidade estratégica para reforçar o valor do associativismo e promover a colaboração entre os diversos players do setor. A participação ativa da TECER Terminais reflete seu compromisso com a inovação e com o desenvolvimento logístico do Ceará, consolidando o estado como um centro estratégico para o comércio exterior.

Ao ampliar a visibilidade do setor e impulsionar novas parcerias, a Expolog fortalece a cadeia produtiva local e destaca o papel da colaboração e da troca de boas práticas como fatores essenciais para garantir o crescimento sustentável do setor logístico e a consolidação do Ceará como polo logístico de referência no Brasil e no mundo.

Ana Carolina Bocci é gerente comercial da Tecer Terminais

Fonte: https://tecerterminais.com.br/

A logística em 2023 por André Arruda – Diretor Geral da Termaco Logística, Sócia CBPCE

A logística em 2023 por André Arruda – Diretor Geral da Termaco Logística, Sócia CBPCE

O ano de 2023 para o setor de logística deverá ser muito promissor. Segundo a pesquisa da Transparency Market Research, o mercado de logística valerá R$ 15,5 trilhões com a movimentação de mais de 92 bilhões de toneladas de mercadorias. Ao mesmo tempo, a área segue no processo de transformação digital, principalmente nas empresas que precisaram adotar novas tecnologias para ter um maior controle sobre a gestão de frota para alcançarem melhor produtividade. Para 2023, podemos destacar três principais tendências: o investimento nas empresas de logística e infraestrutura, a tecnologia como melhoria da produtividade e confiabilidade nos processos e as práticas de sustentabilidade no setor através do ESG.

A tecnologia tem sido grande aliada no desenvolvimento de soluções para a segurança e a mobilidade urbana, principalmente no transporte de cargas, já que este é o responsável por movimentar cerca de 65% de tudo aquilo que é produzido no País.

Com o crescimento das operações logísticas, as empresas de cargas precisam ficar atentas às novidades referentes à tecnologia para o mercado logístico. Já temos ferramentas que permitem a instalação de câmeras onboard nos veículos e de sensores que detectam quaisquer anomalias ou ocorrências registradas durante o trajeto. São investimentos que irão garantir que a carga chegue até o seu destino final sem nenhum tipo de intercorrência.

A terceira tendência está ligada aos cuidados com o meio ambiente, de modo a assegurar não só a sustentabilidade, mas também o bem-estar dos colaboradores e o compliance empresarial, representado pela sigla ESG – “Environmental, Social & Governance”. Apesar dos desafios da logística com a larga utilização de combustíveis fósseis, as empresas precisam mostrar que é possível implantar ações e programas neste campo, buscando alternativas que preservem o meio ambiente a longo prazo e que, de maneira, direta e indireta diz respeito às pessoas e ao mercado como um todo. ESG significa mais que ações pontuais, para ser um engajamento no desenvolvimento de um “ecossistema” empresarial saudável e que se relaciona com tudo à sua volta.

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Fonte: André Arruda – Diretor Geral da Termaco Logística

Fetranslog-Ne, sócia CBPCE, Participou da 1ª Reunião do Conselho de Relacionamento com o Contribuinte (Condecon)

Fetranslog-Ne, sócia CBPCE, Participou da 1ª Reunião do Conselho de Relacionamento com o Contribuinte (Condecon)

Foi realizado no dia (20), em um dos prédios históricos do Centro, o Palácio do Comércio (sede da Facic), a primeira reunião do ano do Conselho de Relacionamento com o Contribuinte (Condecon), onde a FETRANSLOG-NE tem assento, e o Dr Roberio e o Diretor Marcelo Maranhão estiveram presentes representando a Federação. A primeira reunião do ano teve como propósito manter o diálogo com toda a sociedade, levando em conta os pleitos das instituições representativas do setor produtivo e de categorias profissionais do Estado.

Durante o encontro o novo titular da Secretaria da Fazenda do Ceará (Sefaz Ceará), Fabrízio Gomes, se apresentou aos integrantes do colegiado e ressaltou o propósito de manter o diálogo com toda a sociedade.

“Queremos começar os trabalhos com esse intuito de conversa, de união, para que a gente possa fazer o Ceará cada vez melhor e mais forte”. afirma Fabrízio Gomes
O secretário traçou ainda um panorama da economia brasileira e internacional. “O ano de 2023 será difícil. A gente tem mudanças de gestão no país todo e um cenário econômico mundial com taxa de juros elevadas e inflação ainda em alta. Alguns economistas já falam em uma possível recessão. No âmbito estadual, temos uma perda de arrecadação de ICMS. O orçamento deste ano nasceu com R$ 2 bilhões a menos. Isso impacta as políticas públicas, mas vamos trabalhar para que a economia cresça e, crescendo a economia, cresça também a arrecadação, de forma justa.”

O presidente do Contencioso Administrativo Tributário (Conat) da Sefaz, Vítor Morais, explicou a estrutura e a competência do órgão para os conselheiros, destacando as inovações ocorridas com a criação da lei n° 18.185/2022, que simplificou e tornou mais ágil os julgamentos. “A gente tentou trazer uma visão geral da nova legislação processual tributária do estado do Ceará, aprovada em 2022. Houve um diálogo nosso com os contribuintes para a aprovação dessa lei. Ela traz uma modernização do processo.”

Morais citou mudanças relacionadas à composição da Câmara Superior do Contencioso, aos prazos processuais e às atividades de perícia e diligências. “Temos um problema de estoque no Conat e é um problema de todos os contenciosos do Brasil. A gente tem trazido uma preocupação de fazer com que esse julgamento seja mais célere e essa lei reflete isso em muitos momentos, como na apresentação do recurso e na possibilidade de mandar os processos para a perícia, agora com quesitos objetivos.”

O presidente do Codecon e diretor jurídico da Federação do Comércio, Indústria, Serviços e da Agropecuária do Ceará (Facic), José Damasceno, reforçou a importância de reunir os conselheiros. “Foi uma reunião muito frutífera, muito produtiva, de orientação ao setor produtivo do estado do Ceará. Esse encontro teve a finalidade de esclarecer, de tirar dúvidas e fazer com que todos possam desempenhar suas funções com mais tranquilidade, mais segurança jurídica.”

Estiveram presentes no encontro a vice-presidente do Conselho e secretária executiva da Receita da Sefaz, Liana Machado; além dos representantes da Associação dos Auditores e Fiscais do Estado do Ceará (Auditece), do Conselho Regional de Contabilidade do Ceará (CRCCE), da Facic, da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (Faec), a Federação da Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), da Ordem dos Advogados do Ceará (OAB-CE), e da Secretaria da Fazenda e do Sindicato dos Fazendário do Ceará (Sintaf).

O que é a CONDECON:
Instalado em 2019, o Conselho de Relacionamento com o Contribuinte conta com representantes do Fisco Estadual, de entidades do setor produtivo e de categorias profissionais.

Entre as atribuições do grupo estão planejar, elaborar, coordenar e executar a política estadual de proteção ao contribuinte; analisar as sugestões encaminhadas ao colegiado; orientar sobre os direitos, garantias e deveres dos contribuintes e conscientizar sobre os tributos e sua função social.

Fonte: Festranslog NE em 19.01.23

Logística: Desafios, por André Arruda diretor da Termaco Logística

Logística: Desafios, por André Arruda diretor da Termaco Logística

O ano de 2021, ainda conturbado pelos reflexos da pandemia, apresentou inúmeros desafios para o país nos mais diferentes âmbitos de atuação. Em contrapartida, o setor de transportes segue em crescimento. De acordo com o Radar CNT do transporte, divulgado pela Confederação Nacional do Transporte no último mês de dezembro, o PIB de transportes cresceu 1,2% em relação ao segundo trimestre de 2021 e aumentou 13,1% quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior.

Nos últimos dois anos, presenciamos a mudança de comportamento do consumidor. O novo cenário acarretou uma aceleração dos serviços, da tecnologia e do crescimento no setor de transporte de cargas e logística. As empresas precisaram se adaptar rapidamente com o fluxo dos mercados nacional e internacional para continuar oferecendo o mesmo padrão de qualidade aos clientes e parceiros, mesmo diante da interferência dos aumentos do frete e do combustível, por exemplo.

O setor de comércio eletrônico que já vinha em constante crescimento, tornou-se mais estratégico. Um relatório da EBIT aponta que o e-commerce no Brasil atingiu R$ 53,4 bilhões somente no primeiro semestre de 2021, um crescimento de 31% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Tal transformação impactou positiva e diretamente o setor logístico, que precisou atender a alta de manda no número de pedidos.

O transporte rodoviário de cargas é hoje o principal meio de abastecimento do comércio e da indústria brasileiros, sendo responsável por movimentar cerca de 65% de tudo aquilo que é produzido no País. Pera conseguir velocidade e minimizar erros, as empresas estão investindo em uma cadeia logística inteligente. Ter controle, rastreabilidade e visibilidade de es toque em todos os pontos da cadeia garante custos menores de carregamento de estoque, além de proporcionar uma experiência agradável para o cliente, cada vez mais exigente.

Por André Arruda diretor da Termaco Logística

Fonte: Diário do Nordeste

Aumento do frete e falta de contêineres geram cenário de preocupação para setor de logística no CE

Aumento do frete e falta de contêineres geram cenário de preocupação para setor de logística no CE

Avaliação é que o custo do frete marítimo se normalize somente em até dois anos

Apesar das boas projeções para o encerramento de 2021 em movimentação de cargas no Porto do Pecém – deve superar 20 milhões de toneladas, quebrando o recorde de 2019 -, o desenho que se tem para o transporte marítimo no próximo ano ainda não é tão nítido, já que problemas como o alto custo do frete e a falta de contêineres não devem se dissipar tão facilmente.

O tema foi um dos pontos abordados durante a 16ª da Feira Internacional de Logística – Expolog 2021, realizada em formato híbrido com transmissão online diretamente do Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza.

De acordo com a avaliação do gerente comercial da Tecer Terminais Portuários, Carlos Alberto Nunes, o alto custo do frete e a falta de contêineres – problemáticas mundiais que estão entre os principais gargalos para o restabelecimento pleno do transporte marítimo após o início da pandemia – são questões que podem levar de um ano e meio a dois anos até uma normalização.

“É provável. É uma lei de mercado, oferta e demanda. O transportador marítimo acaba tendo que fazer escolhas e isso é regido pelas leis de mercado. Com a oferta diminuta e a demanda grande, há uma tendência que isso perdure”
Carlos Alberto Nunes | Gerente Comercial da Tecer Terminais Portuários

A diretora institucional do Complexo do Pecém, Rebeca Oliveira, reforça que esses complicadores da cadeia logística não se restringem ao cenário local, mas se tratam de problemas observados em todo o mundo.

“Não tem a ver com os portos, mas com as linhas de navegação, porque a demanda por determinados produtos para determinados países aumentou. São países que não tinham o costume de receber contêineres e eles acabam ficando presos nesses países por não terem a tradição de exportadores”, detalha Rebeca.

De acordo com ela, o Complexo, juntamente com os armadores, buscam soluções para amenizar a situação.

“Investimentos em novos equipamentos para o ano que vem, busca de novas parcerias com granéis sólidos”, pontua, destacando o impacto positivo da retomada do transbordo de combustíveis no Pecém para a movimentação de 2021. “Nós estamos buscando novas parcerias, novos clientes para continuar nesse crescimento”.

PEQUENOS SÃO MAIS PREJUDICADOS

Ela avalia que a falta de disponibilidade de contêineres e aumento do frete geram preocupação porque atrapalham o mercado e prejudicam principalmente os pequenos importadores e exportadores.

“Isso prejudica principalmente quem é pequeno, quem precisava daquele contêiner por semana para se manter no mercado. E a gente está tentando solucionar da melhor forma, vendo com os clientes os contratos operacionais, prazos. É uma coisa mundial, mas o que pode ser feito localmente nós estamos fazendo”, diz.

MOVIMENTAÇÃO RECORDE

O ano de 2021 será de movimentação recorde no Porto do Pecém, superando a marca de 18 milhões de toneladas movimentadas pelo equipamento em 2019. Rebeca cita que felizmente muitos processos não pararam em 2021 e ressaltou a movimentação de equipamentos eólicos, além da importância do trabalho de mostrar o Porto do Pecém aos clientes.

“O importante é que a gente não parou e quando o mundo voltou a girar, estávamos lá aguardando”, diz Rebeca.

Carlos Alberto Nunes, da Tecer Terminais Portuários, também frisou que o porto tem conseguido atender vários segmentos da indústria, ampliando sua área de abrangência.

“Para o Pecém, a pandemia trouxe uma janela de oportunidades para atender mercados que antes ele não alcançava, como intensificar a participação nos granitos e entrar mais no mercado de fertilizantes”.

Fonte: Diário do Nordeste

 

Hozen Consulting: Logística – o caminho para a excelência

Hozen Consulting: Logística – o caminho para a excelência

A Gestão da informação é um desafio transversal e global (a nível mundial), na Logística e não só, levando as empresas a investir fortemente em IT e sistemas de gestão de informação, de forma a poder reportar informação útil ao cliente.

A logística do transporte está a transformar-se, sendo que há menos transporte, o mesmo é mais caro e há mais necessidade de aprovisionar produto (nomeadamente através de oriente). Há três ou quatro locais no mundo profundamente manufatores, nomeadamente a China, Índia e Turquia (país emergente), que são muito competitivos em preços. É preciso que as empresas percebam que a questão do sourcing (sobretudo do dual sourcing), tem de ser cada vez mais uma profissionalização dentro da empresa. Cada empresa deve também focar-se no cliente, procurando parcerias e inovar para satisfazer o cliente.

Os operadores, fabricantes, produtores, em termos globais quem trabalha com trading de produtos vindos de oriente, deve procurar outras soluções sendo que os “portos secos”, suportados por infraestruturas logísticas que deem suporte à parte do armazenamento podem ser uma solução, desde que integrados e cuidadosamente planeados.

Para se atingir um nível de excelência na logística, é necessário aprimorar o fluxo de gestão documental para evitar redundâncias, lacunas e tornar os processos digitais quase à prova de erro. A normalização de processo e protocolos de comunicação digital é igualmente importante a nível mundial, uma vez que nos permite trocar informações de forma muito eficiente e rápida. Podemos ter muita informação, mas precisamos também de ter capacidade de leitura dessa informação, de forma massiva e para todos. Se não falarmos todos a mesma língua, apenas estamos a criar níveis de informação, que depois não são lidas pelos parceiros e acabam por não trazer valor. Tal é um processo longo e que envolve todos os players logísticos.

Fonte: Hozen Consulting

Porto Seco entre Iguatu e Quixadá é solução para “gargalo logístico” no Ceará, avalia Sudene

Porto Seco entre Iguatu e Quixadá é solução para “gargalo logístico” no Ceará, avalia Sudene

Para entidade, obra irá desafogar o congestionamento logístico registrado no polo industrial de Maracanaú e impulsionar o hub logístico no Estado

Com intuito de interligar o Porto do Pecém, em São Gonçalo do Amarante, com o começo da ferrovia Transnordestina no Ceará, a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) estuda a construção de um porto seco na Região Centro-Sul do Ceará.

O polo de cargas é um dos projetos de infraestrutura que está sendo viabilizado pela Sudene como forma de impulsionar a consolidação do hub logístico de cargas no Estado, com objetivo de impulsionar o setor em toda a região Nordeste.

A estrutura ainda não tem previsão de lançamento, mas conforme o diretor de planejamento da entidade, Raimundo Gomes de Matos, o projeto encontra-se em fase de “estudos técnicos”. O representante da entidade pontuou ainda que o porto seco será construído entre os municípios cearenses de Iguatu e Quixadá.

Durante apresentação em evento realizado pela Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil) nesta terça-feira, 21, Raimundo destacou que o levantamento inicial para implementação da obra está sendo feito pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

“Precisamos ver os tipos de cargas que poderiam fazer com que a iniciativa privada manifeste interesse positivo em alocar investimentos. O estudo nos dará isso, qual tipo de carga é necessária, qual tipo de regulamentação alfandegária é preciso para então implementar o projeto”, pontua Raimundo.

O intuito da obra de infraestrutura é atuar como um terminal modal de suporte capaz de ligar o fluxo de cargas entre os estados do Nordeste, com destino regional e ainda as cargas para exportação, com saída pelo Porto do Pecém. A obra, após concluída, também servirá como central de despacho das importações recebidas pelo Pecém com destino a todo o Brasil.

Além do suporte logístico no fluxo de cargas, a área do Porto Seco também pode funcionar como um modal alfandegário, com condições especiais de fiscalização com intuito de acelerar o processo de liberação de produtos para o comércio.

Em um investimento complementar, Raimundo pontua prospecções da Sudene de impulsionar a malha área de aeroportos regionais como forma de interligar a região Centro-Sul do Estado aos demais polos de desenvolvimento econômico.

“Precisamos também de um suporte aéreo, para gestão complementar de cargas e que seja capaz de interligar o Porto Seco rapidamente com centros comerciais de gestão no Estado”, complementa.

Hub aéreo que passa por Russas

O município até então cotado como provável futura sede de um afluente do hub aéreo é a cidade de Russas. “Nós já temos uma pista no município e de lá podemos criar essas pontes áreas fundamentais para dinamizar nossa economia”, destaca.

Em um futuro de médio e longo prazo, o representante da Sudene afirma que a infraestrutura poderia se consolidar como “referência no transporte de cargas por via área”. Tal potencial integra o estudo geral de consolidação do Porto Seco.

Outro intuito das obras é desafogar o congestionamento logístico registrado no polo industrial de Maracanaú, definido pelo representante da Sudene como um “gargalo ao desenvolvimento”. Ele estima que por meio do Porto Seco, parte das empresas que atualmente concentram todas as atividades em Maracanaú terão interesse em abrir unidades na região de Iguatu.

“É fundamental para o impulsionamento do hub logístico no Estado, do potencial de exportação do Nordeste e aumentará a concorrência também, já que outras empresas podem vir a se instalar na região”, finaliza.

Fonte: Jornal O Povo

 

“Ceará Global Clusters” destaca potenciais para o Comex e investimentos estrangeiros

“Ceará Global Clusters” destaca potenciais para o Comex e investimentos estrangeiros

O Ceará Global, maior evento voltado para a internacionalização do Estado, será realizado nos dias 14 e 15 de outubro com o tema “Clusters”. Assim como ocorreu em 2020, as palestras e apresentações desta edição serão em formato online, com transmissão ao vivo.

O Ceará Global Clusters irá focar no desenvolvimento dos setores de tecnologia, geração de energia, logística e turismo. O objetivo é mostrar o “mundo” que existe no Ceará e a presença de produtos e empresas cearenses no mercado internacional.

O evento irá destacar os principais segmentos de negócios em atividade no Ceará, além das oportunidades para o comércio exterior do estado e de investimentos na região do Complexo Industrial e Portuário do Pecém, como na produção de hidrogênio verde, tecnologia que pode colocar o Ceará entre os principais hubs deste setor no mundo.

O evento mostrará ainda como empresas, especialmente MPEs, poderão utilizar as novas tecnologias para iniciar a retomada dos negócios internacionais no período pós-pandemia, fortalecendo a conexão entre empresas locais, nacionais e internacionais.

Esta é a quinta edição do Ceará Global. A iniciativa, promovida pela Câmara Setorial de Comércio Exterior e Câmara Brasil-Portugal no Ceará, reúne empreendedores, investidores, entidades de classe e representantes do poder público.

Política de Investimentos: Ceará Global 2021 busca atrair negócios ao Estado

Sobre o Ceará Global

O projeto Ceará Global foi criado em 2016 pela Câmara Setorial de Comércio Exterior e Investimento da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (ADECE) em associação com Câmara Brasil-Portugal no Ceará, FECOMERCIO-CE, FIEC, SEBRAE-CE e UNIFOR. O evento anual se consolida como um espaço para tratar sobre comércio internacional, atração de investimentos estrangeiros e cooperação internacional.

Fonte: Portal Cearensidade

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Fetranslog-NE: Setor de transportes está numa crescente positiva

Fetranslog-NE: Setor de transportes está numa crescente positiva

O transporte é o único segmento transversal, pois atinge a todos os outros, desde a indústria até o turismo, passando pelo comércio, prestação de serviços, todas as cadeias produtivas.

O Diretor da FETRANSLOG-NE Marcelo Maranhão, afirmou que o mercado de transporte rodoviário de cargas tem crescido tal qual a economia, dentro dos padrões que estão se expandindo a indústria e o comércio. Com relação à agricultura, afirmou que é um item à parte, pois depende da safra, não sofrendo tanto os impactos da pandemia. Com tudo isso, ressalta que está numa vertical positiva.

“O setor de insumos para a construção civil teve um crescimento maior. Mas o industrial e do comércio não cresceram com a mesma velocidade, principalmente no Norte e Nordeste. O transporte é o único segmento transversal, pois atinge a todos os outros, desde a indústria até o turismo, passando pelo comércio, prestação de serviços, todas as cadeias produtivas. É o elo de ligação entre todos os setores econômicos, pois tanto atua no transporte de mercadorias quanto de pessoas”, disse.

Ele lembrou que o setor tem alguns gargalos, como o reajuste dos insumos do transporte, principalmente combustíveis e pneus, pois nos últimos 12 meses o preço óleo diesel subiu 51%, enquanto os pneus aumentaram 53%. “E com um agravante: no caso dos pneus há restrição de produtos, devido à queda na produção por falta de matéria prima, alta do dólar está inviabilizando a importação, aliado ao frete marítimo”, destacou.

Fetranslog é a nova sócia da CBPCE

Apesar de não apontar de quem é a culpa pelo aumento dos combustíveis, Maranhão disse que alguma coisa precisa ser feita. “Não sei se é do Governo Federal, dos estaduais, da Petrobras, mas o consumidor está pagando essa conta, que está elevada. Os transportadores autônomos estão se mobilizando, junto com o pessoal da agricultura, para fazer grandes manifestações no dia 7 de setembro”, salientou.

Ele afirmou não acreditar em greve nos próximos dias, mas que as manifestações devem ser significativas em todo o território nacional, principalmente em Brasília. “Apesar de todos estes entraves, sempre o segundo semestre é melhor que o primeiro. E com o avanço da vacinação e outras medidas que estão sendo tomadas, temos uma expectativa positiva para os quatro últimos meses deste ano”, comentou Marcelo Maranhão.

Fonte: Baladain-negócios

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