Transformação digital no comércio exterior: oportunidades para o Ceará

Transformação digital no comércio exterior: oportunidades para o Ceará

Inteligência artificial, computação em nuvem, Big Data, entre outros serviços de automação digital, tendem a se reverterem em um leque de oportunidades na atração de investimentos e novas possibilidades de mercado externo para o Brasil e o Ceará. Atualmente, muito se fala sobre os movimentos de inovação e, quando eles se voltam para o comércio exterior, a transformação digital tem resultado em uma revolução no desempenho e alcance das organizações.

Com um mercado cada vez mais competitivo e conectado, não é à toa que empresas e governos estejam se rendendo às novas tecnologias nas operações que intermediam o comércio internacional. Inteligência artificial, computação em nuvem, Big Data, entre outros serviços de automação digital, tendem a se reverterem em um leque de oportunidades na atração de investimentos e novas possibilidades de mercado externo para o Brasil e o Ceará.

“A transformação digital, que passa pela reestruturação de processos usando a tecnologia, além de ser vital para as empresas alcançarem bons resultados no comércio exterior, é uma realidade cada vez mais presente em todas as etapas, desde a identificação de oportunidades até o fluxo de logística e comércio exterior”, aponta Adalberto Netto, gerente comercial da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Na sua avaliação, a automação, ampliada por novas tecnologias e rotinas de inteligência artificial, é uma tendência a se destacar e que traz uma série de benefícios, “desde a otimização do uso de recursos, agilidade na execução de rotinas e integração com agentes externos, como fornecedores, clientes, instituições financeiras, desembaraço aduaneiro e muitos outros. Todos esses benefícios, refletem em maior competitividade dos produtos e serviços das empresas nos mercados alvo escolhidos”, fala. Além disso, há uma série de outras tecnologias e métodos que podem ampliar o impacto da transformação digital no comércio exterior.

Leia a matéria completa no site TRENDSCE

Ministros europeus fazem carta de apoio ao acordo com Mercosul

Ministros europeus fazem carta de apoio ao acordo com Mercosul

Nove ministros europeus enviaram uma carta para o vice-presidente executivo da Comissão Europeia, Valdis Dombrovskis, para manifestar apoio à assinatura e à ratificação do acordo da União Europeia com o Mercosul.

“Esperamos que em breve possamos concluir, de maneira bem-sucedida, um processo que começou há mais de 20 anos”, afirmam em um trecho da carta que foi assinada pelo chefe da diplomacia portuguesa e pelos ministros da área de Comércio e Negócios Estrangeiros da República Tcheca, Dinamarca, Estônia, Espanha, Finlândia, Itália, Letônia e Suécia.

“Não assinar ou não ratificar o acordo com o Mercosul vai não só afetar a credibilidade da UE enquanto parceira geopolítica e de negociação, mas também fortalecer a posição de outros concorrentes na região”, diz outro trecho do texto, datado de 11 de novembro.

Portugal vai assumir a presidência rotativa do bloco no próximo semestre, função hoje desempenhada pela Alemanha. No mês passado, a ministra do Brasil Tereza Cristina (Agricultura) foi ao país em um gesto de aproximação em favor do acordo.

O governo português manifestou na ocasião apoio ao tratado. Em comunicado, a ministra da Agricultura portuguesa, com quem Tereza Cristina se reuniu, afirmou que “Portugal apoia desde o primeiro momento o acordo União Europeia-Mercosul e aguarda que este seja concluído em breve”.

A carta contrasta com o posicionamento de outros países membros da União, com destaque para Áustria, França e Holanda, que têm afirmado que o acordo não pode ser assinado “como está”.

Problemas em questões ambientais estão entre os principais entraves apontados por esses países para o avanço do acordo. Segundo eles, são necessárias regras mais rígidas para garantir que todas as partes cumpram compromissos ambientais.

“O tratado de livre-comércio traz ganhos, mas esses ganhos não podem ser obtidos a qualquer preço, e certamente não ao preço do desmatamento”, disse o ministro do Comércio da França, Jean-Baptiste Lemoyne, durante audiência no Parlamento Europeu.

Em face desses entraves, foi apresentada no final de outubro uma possível solução: a assinatura de um compromisso formal em questões ambientais.

Segund Dombrovskis, que encampou a ideia, temas como o desmatamento da Amazônia e a adesão dos países do Mercosul ao Acordo de Paris estão entre os que podem ser abordados nesse texto.

“Então, atualmente estamos nos envolvendo com as autoridades do Mercosul, eu diria, especialmente com o Brasil. Bem, informalmente, atualmente, para ver que tipo de compromissos significativos os países do Mercosul podem assumir para garantir uma ratificação bem-sucedida desse acordo”, afirmou Dombrovskis em entrevista ao site jornalístico Politico.

Em outubro, eurodeputados propuseram uma emenda em que diziam que o Parlamento Europeu estava “extremamente preocupado com a política ambiental de Jair Bolsonaro, que vai contra os compromissos do Acordo de Paris, em particular no combate ao aquecimento global e à proteção à biodiversidade”.

“Nessas circunstâncias, o acordo UE-Mercosul não pode ser ratificado como está”, dizia o trecho final da alteração proposta, que acabou aprovado pela maioria dos parlamentares (a citação inicial ao presidente brasileiro foi rejeitada).

O texto do acordo ainda está sob revisão legal na Comissão Europeia. Encerrada essa fase, ele deverá ser traduzido nas 23 línguas oficiais dos dois blocos e só então seguir para a aprovação dos governos e parlamentos locais.

São 27 países envolvidos e, caso um deles rejeite o acordo, o tratado é derrubado.

Relatório final de impacto feito pela LSE (London School of Economics) mostra que a UE teria ganhos significativos com o acordo. Trabalhando com dois cenários (um conservador e um otimista), os pesquisadores projetam um ganho no PIB (Produto Interno Bruto) de 10,9 bilhões de euros (R$ 68,4 bi) para a UE em 2032 no primeiro caso e de 15 bilhões (R$ 94 bi) no segundo, o que equivale a 0,1% do PIB do bloco.

Já o Mercosul teria um incremento de 7,4 bilhões de euros (R$ 46,4 bi) no cenário conservador e 11,5 bilhões de euros (R$ 72 bi) no otimista.

ENTENDA O CASO
O que é o acordo UE-Mercosul?

Um documento que tem um capítulo de livre-comércio entre os blocos e um capítulo político, que inclui áreas como direitos humanos, colaboração científica e imigração

Em que pé está?

As negociações começaram em 1999 e foram concluídas em 2019. No momento, o texto está sob revisão jurídica, na qual se acertam trechos pontuais que possam estar em contradição

O que falta fazer?

Após a revisão jurídica, o texto tem que ser traduzido nas 23 línguas oficiais dos dois blocos, e então segue para ratificação

Quem ratifica?

No Mercosul, o acordo tem que ser aprovado pelos Parlamentos dos quatro membros (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai). Na União Europeia, precisa ser aprovado no mínimo pelo Conselho e pelo Parlamento europeus, mas a tramitação final depende de ele ser ou não fatiado em um acordo comercial e um político

Quando o acordo deve ser votado?

Não há prazo, mas negociadores dos dois lados dizem ser mais provável que fique para o segundo semestre de 2021 ou para 2022

Com matrizes renováveis, CE deve se tornar exportador de energia

Com matrizes renováveis, CE deve se tornar exportador de energia

Potencial de geração de energia por fontes renováveis faz do Estado um celeiro de investimentos na área. Desafios e oportunidades foram discutidos no segundo dia do evento Proenergia 2020, que se encerra hoje

Com enorme potencial eólico em terra (onshore) e no mar (offshore) e geração superior ao consumo interno, o Ceará tem plenas possibilidades de se tornar um exportador de energia, sobretudo com o aumento da participação das fontes renováveis na matriz do Estado. A avaliação é de Joaquim Rolim, coordenador do Núcleo de Energia da Fiec, que enfatizou as oportunidades cearenses neste setor, ontem, no segundo dia do Proenergia, realizado pelo Sindienergia-CE, em parceria com a Fiec e o Sebrae. O evento, que neste ano ocorre de forma híbrida (online e presencial), conta com apoio institucional do Sistema Verdes Mares.

“O Ceará é superavitário de energia. No ano passado, o Estado gerou 22% a mais do que a energia consumida, o que deverá aumentar nos próximos anos”, destaca Rolim.

Ele frisou também o fato de que 97% dos municípios cearenses já contam com sistemas fotovoltaicos para geração distribuída. “O empresariado cearense está muito à frente no segmento de geração distribuída”, ressaltou.

Ambiente de negócios
Participando de forma remota do evento, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, enalteceu os múltiplos esforços no Ceará para promover um ambiente de negócios sólido para a cadeia de energias renováveis.

Rodrigo Limp, secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia (MME), destacou medidas em âmbito federal para ampliar a cobertura da rede de energia do País. “Buscamos ampliar a oferta de energia ao mercado. Para que isso aconteça, é necessário identificar os reais custos relacionados do Sistema Interligado Nacional (SIN), preservando a viabilidade dessa expansão, fornecendo ao setor elétrico uma maior abrangência sem comprometer a qualidade, unindo sustentabilidade e segurança”, disse.

Hidrogênio verde
O secretário do Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Maia Júnior, palestrante do evento, disse ter recebido, ontem, a proposta de uma empresa australiana para a construção de uma usina de hidrogênio verde no Ceará. Ele reiterou que, até o fim do ano, o Governo do Estado deverá assinar o protocolo de intenções para a instalação do equipamento, o qual usará energias renováveis, conforme o Diário do Nordeste já havia informado.

“A empresa australiana está vindo para o Ceará. Recebi hoje o e-mail da empresa para assinar o protocolo de intenção, até o fim do ano, para produzir hidrogênio líquido”, disse o secretário. O combustível é considerado uma das principais alternativas às fontes de energia fósseis. A expectativa é que o empreendimento conte com o financiamento de fundos europeus.

Alguns especialistas projetam que, nos próximos 20 anos, o combustível gere uma revolução no setor energético semelhante à que aconteceu com o petróleo. “Teremos um Ceará antes e depois da produção do hidrogênio verde. Nunca tivemos reservas substantivas de combustível fóssil. Mas as reservas de vento podem fazer do Ceará um dos maiores produtores do Brasil ou da América do Sul de hidrogênio verde”, vaticinou.

Confira a programação
9h às 10h35: Cadeia Produtiva de Energias Renováveis
Moderador: Lauro Fiuza
Palestrantes: Carla Gaspar Primavera – Superintendente da área de Energia do BNDES ; Margaret Lins Teixeira Gomes – Gerente Executiva IEL ; Roseane de Oliveira Medeiros – Secretária Executiva da SEDET
Debatedores: Alceu Mourão Jr – Diretor Administrativo da Avanti ; Jonathan Colombo – Diretor Institucional da Vestas.

10h35 às 10h45: Break/Networking/Visitação ao espaço de exposição

10h45 às 12h15: Geração Distribuída de Energia
Moderador: Ricardo Correia – Diretor de Geração Distribuída do SINDIENERGIA
Palestrantes: Efrain Cruz – Diretor da ANEEL ; Carlos Evangelista – Presidente da ABGD ; Bárbara Rubin – Vice presidente de GD da ABSOLAR
Debatedores: Joaquim Rolim – Coordenador do Núcleo de Energia da FIEC ; Jonas Becker – CEO da Eco Soluções em Energias

12h15 às 14h: Networking/Almoço/Visitação ao espaço de exposição

14h às 15h50: Novas Oportunidades no Setor de Energia
Moderador: Filippo Alberganti – Diretor de Inovação da Enel Brasil
Palestrantes: Hugo Figueiredo – Presidente da Cegás ; Paulo Luciano de Carvalho – Superintendente de pesquisa e desenvolvimento de eficiência energética ; Markus Vlasit (Armazenamento de Energia) – CEO da NewCharge Energy ; Mauricio Moszkowicz (Mobilidade Elétrica) – Pesquisador Sênior da GESEL ; Marcos Aurélio Madureira (Novas Tecnologias aplicadas à Distribuição de Energia Elétrica ) – Presidente da ABRADEE
Debatedor: Paulo Siqueira – CEO da SOMA Energia

15h50 às 16h: Break/Networking/Visitação ao espaço de exposição

16h às 17h20: Programas de Energia nos Estados do Nordeste
Moderador: Adão Muniz
Palestrantes: José Carlos Medeiros – Especialista de Energia no Estado do Pernambuco ; Gustavo Fernandes Rosado Coelho – Secretaria de Infraestrutura do Rio Grande do Norte ; Howzembergson de Brito Lima – Secretário Adjunto de Mineração e Energias Renováveis do Piauí ; Simplício Araújo – Secretário de Indústria e Comércio do Maranhão

17h20 às 17h30: Encerramento com Benildo Aguiar – Presidente do SINDIENERGIA-CE

Fonte: Diário do Nordeste em 19.11.2020

A Câmara Portuguesa de Minas Gerais realiza o Encontro de Negócios Minas Gerais & Portugal 2020

A Câmara Portuguesa de Minas Gerais realiza o Encontro de Negócios Minas Gerais & Portugal 2020

O Encontro de Negócios Minas Gerais & Portugal 2020 consiste em Webinar e Rodada de Negócios entre instituições e empresas do Estado de Minas Gerais e de Portugal, com o objetivo de atrair investimentos e negócios para o Estado.

No primeiro dia do evento (25/11) ocorrerá um Webinar de abertura e apresentação de alto nível das ações e parcerias entre instituições e entidades do Estado de Minas Gerais e de Portugal sobre o tema de investimentos e negócios.

A participação no seminário é gratuita e aberta, por meio do link no Canal do INDI no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=v-8n0w9PnQY

Já no segundo dia do evento (26/11) acontecerão as rodadas de negócios entre empresas e entidades de Minas Gerais e Portugal.

A inscrição para as rodadas já está aberta e ocorrerá por meio deste link:

https://www.sympla.com.br/rodadas-de-negocios-entre-empresas-mineiras-e-portuguesas__973210

Fonte: Câmara Portuguesa de Minas Gerais

A FIN Portugal 2020 terá lugar nos dias 26 e 27 de Novembro de 2020 online.

A FIN Portugal 2020 terá lugar nos dias 26 e 27 de Novembro de 2020 online.

A FIN2020 terá lugar nos dias 26 e 27 de Novembro de 2020 online. Por razões da pandemia, o evento este ano será 100% virtual, abrindo assim a possibilidade a participantes de todo o mundo ara se ligarem e promoverem as suas empresas.

A FIN é um evento de networking à escala global que conta já com 3 edições bem-sucedidas. Faz parte de um projecto maior promovido pela AJEPC – Associação de Jovens Empresários Portugal-China chamado “3 Eventos, 3 Continentes em Português”, um projecto pensado a 10 anos, que pretende estabelecer uma rede forte de cooperação com eventos em 3 continentes, a saber:
Europa (Porto, Portugal em Junho), Ásia (Macau, China em Outubro), América (São Paulo, Brasil em Março).

Este é um evento multissectorial dirigido às empresas que pretendam alargar o seu conhecimento e rede de contactos conseguindo, através de um só evento, chegar ao mundo.

Ao longo do evento, serão promovidas diversas actividades como conferências, seminários, workshops e iniciativas promotoras de networking.

Todas estas actividades têm o objectivo comum de promover a interacção e o estabelecimento de bases que estimulem o crescimento económico das empresas participantes ou as redes institucionais das entidades presentes.

FIN2020

3 Eventos, 3 Continentes em Português
Desde a sua génese que a AJEPC tem feito a abordagem ao mercado da China Continental através do território de Macau ou integrando iniciativas do IPIM – Instituto de Promoção e Investimento de Macau pelo que a proximidade ao território de Macau é muito grande. O crescente interesse da Ásia no mercado dos Países de Língua Portuguesa afigurou-se, para a AJEPC, uma oportunidade não só de agir como interlocutor com os ditos mercados mas também permitindo à lusofonia ter uma posição privilegiada na triangulação de vontades pela ligação histórica a todos estes territórios. Foi assim que nasceu o projecto “3 Eventos, 3 Continentes em Português”.

Fonte: FIN Portugal em 11.11.2020

Fitch afirma rating “AAA(bra)” da M.Dias Branco com “Perspectiva Estável” de negócios

Fitch afirma rating “AAA(bra)” da M.Dias Branco com “Perspectiva Estável” de negócios

A agência de classificação de risco de crédito acredita que a empresa cearense continue apresentando crescentes resultados operacionais, além de recuperação de suas margens

A Fitch Ratings, uma das maiores agências de classificação de risco de crédito do mundo, atribuiu nota “AAA(bra)” à M.Dias Branco com “Perspectiva Estável” de negócios.

Nesse sentido, a expectativa da Fitch é que a companhia continue apresentando crescentes resultados operacionais, além de recuperação de suas margens, apesar de o cenário para o mercado ser bastante desafiador por conta da COVID-19.

“O rating incorpora a robusta capacidade de geração de caixa operacional da M. Dias Branco em cenários econômicos diversos e de forte pressão de custos ao mesmo tempo em que sustenta saldos relevantes de fluxo de caixa livre (FCF) positivo e métricas de crédito conservadoras. A baixa alavancagem, a forte liquidez e a expectativa da Fitch de que a companhia retornará a uma posição de caixa líquido a partir de 2021 também foram incorporadas na análise”, destaca a empresa em comunicado.

Para completar, a agência crê que a M.Dias Branco será beneficiada no futuro com a “eficiência operacional” e de “captura de sinergias” com a Piraquê.

Fonte: Focus.jor em 29/09/2020

 

Metrópole do Ceará Global 2020 ainda está disponível para visitação

Metrópole do Ceará Global 2020 ainda está disponível para visitação

Desembarque numa incrível experiência imersiva em Fortaleza: A Metrópole Virtual do CEARÁ GLOBAL ainda está disponível.

Não deixe de entrar e conhecer todos os estandes virtuais e conhecer o mundo que veio para o Ceará e o Ceará que está ganhando o mundo.

Para acessar, basta colocar o e-mail e celular previamente cadastrados, visite os prédios e conheça a programação do evento dentro de cada um deles.

Acesse já: http://bit.ly/metropoleCG

Fonte: CBPCE em 23/09/2020

Setor de Turismo cria estratégias de adaptação para captar turistas cearenses

Setor de Turismo cria estratégias de adaptação para captar turistas cearenses

Novos conceitos e usos para os hotéis garantem permanência no mercado. Foco agora é atrair o turista que se desloca via terrestre, tanto o visitante cearense como o de estados vizinhos. Enquanto isso, empreendimentos usam espaços para lives

O setor de turismo foi um dos mais afetados pela pandemia. Embora os hotéis não tenham sido impedidos de funcionar, a ausência de viagens de lazer, de realização de eventos e do turismo de negócios impactou diretamente no segmento. De 50 estabelecimentos associados ao Fortaleza Convention & Visitors Bureau, apenas quatro não fecharam entre março e início de junho. Em paralelo, quem reabriu gradualmente criou estratégias de biossegurança, de adaptação a um mercado retraído e de manutenção dos negócios. Entre as soluções estão hospedar profissionais de saúde a criar espaços para gravação de lives nas redes sociais e eventos virtuais.

Segundo a presidente do Fortaleza Convention & Visitors Bureau (CVB Visite Ceará), Ivana Bezerra, vários fatores agravaram a crise no setor, em função da questão sanitária. Isso porque, de imediato, não havia alternativa para hotéis e pousadas funcionarem. Além disso, o setor atua com vendas por antecedência. Como não havia perspectiva de quando a situação se normalizaria ou chegaria perto disso, não havia como fazer reservas. “Foi muito complicado. A hotelaria realmente fechou por causa da falta de hóspede, não por apresentar algum tipo de insegurança”, informa.

O início da pandemia coincidiu com a baixa temporada no turismo de lazer, período em que acontecem feiras e congressos. Mas, com a paralisação dos eventos, o efeito negativo foi generalizado. “O turismo de negócios parou totalmente, é o que sustenta a gente na baixa temporada. O lazer é só uma parte do negócio. Um evento impacta 52 setores da economia, como montadores, decoradores, buffets, receptivo, bar, restaurante”, informa a presidente.

De acordo com ela entre os hotéis que não fecharam está o Meridional, no Centro. O equipamento fechou convênio com a Prefeitura de Fortaleza para receber profissionais de saúde. Um outro, na Praia do Futuro, manteve o trabalho interno por questão de segurança. Outros se mantiveram funcionando porque abrigam flats e alugueis de longa permanência. Uma das saídas encontradas no Sonata de Iracema, localizado na Avenida Beira-Mar, foi reforçar serviços para o hóspede cearense, criar novos produtos e revitalizar o ambiente para a reabertura.

Com o “Saia da Rotina”, que já existia antes da pandemia, é possível fazer check in às 8 horas do sábado e check out, às 18 horas do domingo. Normalmente, isso daria uma diária e meia. Mas, devido ao movimento, está sendo cobrada apenas uma diária e com tarifa reduzida. “O Sonata é essencialmente corporativo. Já fazíamos o Saia da Rotina há muito tempo, mas, como os eventos não estão acontecendo, estamos reforçando esse serviço”, afirma Ivana Bezerra, proprietária do hotel.

Outra alternativa para o hotel que tem 8 salas de eventos foi criar um estúdio para as pessoas fazerem lives. “Os próprios clientes estão alugando para fazer essa comunicação virtual. E preciso sair da mesmice e buscar soluções, já que as pessoas estão viajando muito pouco ainda. Tem gente que quer sair de casa, mas prefere ainda não viajar”, diz, acrescentando que esse hóspede é de Fortaleza, de cidades do interior do estado, especialmente da região do Cariri, e de estados vizinhos.

No período de paralisação das atividades, o hotel foi reformado e agregou novo conceito. “Tudo na decoração é do Ceará. Quadros, adornos, peças decorativas”, informa Ivana Bezerra, acrescentando que as compras foram feitas diretamente com os artesãos. O hotel também disponibiliza informações sobre o artista, material utilizado e contato. “A gente tirou tudo que não era de identidade. Agora é tudo de palha, barro, coco verde. Acho que isso nasceu de um processo de sensibilidade maior que estamos passando. O sentimento pelo simples está mais aflorado, estamos tendo uma outra percepção do espaço, do que é importante”, justifica.

Sobre o retorno do turismo de lazer e de negócios, a presidente do CVB pondera que é uma interrogação, mas projeta que as viagens em lazer serão retomadas primeiro do que os eventos, congressos e feiras. Isso porque são permitidas 1.000 pessoas em um evento somente na quarta etapa do processo de reabertura do setor. Por enquanto, apenas 100 no máximo são permitidas. “Nosso maior concorrente é o Zoom. As reuniões virtuais são mais baratas, funcionam em certa medida. A não ser algumas situações que precisam do presencial. Esse segmento de negócios movimenta muito a nossa demais a nossa economia. Quem vem para um congresso vai também a restaurantes, shoppings, supermercados, bares”, aponta.

Ivana Bezerra acredita que a movimentação em locais turísticos no feriado de 7 de setembro revela um panorama de como deve ser a retomada para o setor. Embora em Fortaleza a ocupação tenha sido de 30% em média, no litoral variou de 70% a 80%, sendo que a maioria era visitante cearense. Em relação à segurança sanitária, a presidente do Visite Ceará informa que só nessa semana o protocolo para o setor foi divulgado. Antes disso, empresários e empreendedores do setor se espelharam em protocolos internacionais já aplicados em cidades turísticas.

“A partir do momento em que começa a fazer, é fácil continuar. Mas deixar o apartamento isolado 24 horas depois do check out é inviável. Isso tira pelo menos 40% da minha oferta. Além disso, a limpeza é feita com todo rigor, mais do que era antes, com tudo que é recomendado. Também não entendemos por que não podemos ter buffet, se os restaurantes podem ter o serviço self service”, diz. Sobre os questionamentos, Visite Ceará, Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) no Ceará e o Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas (Sindepat) articulam posicionamento formal sobre essas e outras questões referentes ao protocolo para o setor.

Retomada das atividades proporciona aumento da contratação de pessoal

Compra de passagem, hospedagem, seguro de viagem, locação de veículos. Aos poucos esses serviços voltam a ser rotina nas empresas. Para atender à demanda, quem atua no setor está voltando a se reestruturar após meses com lojas fechadas. Mesmo com voos e viagens ainda em processo gradual de retomada, é possível perceber melhora no faturamento e na perspectiva do fim do ano e início de 2021.

Especializada em contas corporativas, a A3 Turismo viu o faturamento cair 90% entre março e abril. Foi necessário aderir ao programa federal de suspensão da folha de pagamento para se manter. Com duas unidades localizadas em Fortaleza, o sócio Alberto Moura conta que só foi possível manter as duas porque uma é própria. Além disso, contratos de licenças de software foram suspensos, já que não estavam sendo realizadas operações com os serviços.

“Por incrível que pareça, com esse cenário todo, a empresa não ficou completamente parada. Se não tinha passagem, tinha carro para alugar. Se não tinha passagem área, tinha carro”, pondera. Agora, com as lojas reabertas e as 20 pessoas da equipe voltando ao trabalho presencial, até contratações a empresa já está fazendo. “Contratamos mais quatro funcionários. Desde junho o movimento está aquecendo”, comemora.

Nos primeiros meses de pandemia, o home office foi fundamental para manter contato com clientes. Abril, para Alberto Moura, foi o mês mais crítico. Hoje, segundo ele, a empresa atua com 40% do faturamento anterior à pandemia. “A adaptação do home office não é tão complicada. Tanto que entre as contratações vamos chamar pessoas para ficarem trabalhando em casa. Nossa atividade é muito centrada ou apoiada na tecnologia, não precisa tanto do atendimento presencial. Há pessoas que querem trabalhar assim, pois moram longe, gastam muito com combustível, não perdem tempo de deslocamento. Só precisa de um computador e do software”, reforça.

Para o turismólogo, a ausência de uma vacina ainda continuará impactando nas escolhas de viagens. “As pessoas não querem ir para o exterior. Adoecer em uma viagem, precisar de hospital, isso ainda gera receio. As pessoas não sentem segurança. Ainda tem o câmbio de R$ 5,00, que é alto”, analisa. No caso do turismo corporativo, Moura informa que já há funcionários viajando a trabalho. Ele afirma que, na A3, antes da pandemia 75% do faturamento eram viagens corporativas e 25%, de lazer. Atualmente a estimativa é que a conta seja 95% negócios e apenas 5% lazer. “Não parou total porque ainda vende Jeri, Cumbuco, resorts. Mas cruzeiros e intercâmbio cultural foram a zero. Viagem internacional só a trabalho mesmo”, considera.

Entre as contratações que estão sendo feitas, Alberto Moura destaca para o setor de marketing digital. “A gente está bastante otimista, porque estamos nos preparando. Vamos reforçar a participação no mundo digital e nas redes sociais para gerar negócios. Nossa perspectiva é que a retomada vai ser muito boa, mas a partir de janeiro. Em março acredito que teremos o mesmo faturamento de antes da pandemia”, sinaliza.

Plataforma traz novidade para mercado de eventos

Com as limitações de deslocamento, criar alternativas para realizar eventos em ambiente digital se tornou alternativa de sobrevivência no setor. Com base nisso, após 4 meses pesquisando plataformas digitais no Brasil e em outros países, a Ikone firmou parceria com plataformas brasileiras, canadenses e americanas de funcionalidades para eventos digitais no mundo.

“A plataforma é adaptada ao momento atual e traz soluções inovadoras e personalizadas. Projetamos congressos, feiras e eventos corporativos virtuais ou híbridos. Tudo isso conectando tecnologias e plataformas já maduras e testadas”, adianta Roberta Cavalcante, uma das diretoras do aplicativo Ikone Digital.

A funcionalidade do serviço inclui sincronizar o acesso pelo computador, tablet ou celular e disponibilizar o conteúdo dos eventos na web. A participação não tem limites geográficos e abrange programação ao vivo ou vídeos pré-gravados, apresentação de trabalhos técnico-científicos, sessões de networking, engajamento, rodadas de negócios, feira virtual e gamificação, por exemplo.

Os eventos do calendário de 2020 da Ikone já foram migrados para o digital. Assim, a plataforma promove geração de conteúdo, capacitação, intercâmbio de informações e ambiente para networking e realização de negócios. Segundo a empresária Micheline Camarço, o serviço está “surpreendendo patrocinadores e expositores dos eventos com as possibilidades de interação com o público”. Para ela, “basta ter criatividade e vontade de explorar os recursos”.

Fonte: O Otimista em 14.09.2020

Maciço do Baturité ganhará Centro Internacional do Café de Sombra até 2021

Maciço do Baturité ganhará Centro Internacional do Café de Sombra até 2021

O termo de cooperação para formulação do projeto foi assinado nesta semana e viabiliza o início dos trabalhos

Um conjunto de instituições parceiras assinaram, nesta semana, o termo de cooperação para desenvolvimento conjunto de projetos com enfoque na produção, processamento, pesquisa e comercialização do café de sombra agroecológico, presente em 40 municípios do Maciço do Baturité. Historicamente, o café sombreado, rico em nutrientes, é cultivado na Serra, protegido dos raios solares, e contribui para a preservação ambiental na região.

O convênio para criação do Centro foi assinado por representantes da Prefeitura de Mulungu, do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e de outras entidades educacionais. Além do espaço, o projeto visa realizar a instalação de uma torrefadora e criar o Memorial do Café, buscando fortalecer a gastronomia local. Com o processo de assinatura, será criado o projeto arquitetônico do espaço, que deve começar a funcionar até o primeiro semestre do próximo ano.

“A proposta visa promover a troca de conteúdos científicos, desenvolver programas de cooperação e valorizar a produção tendo”, ressalta Lourival Soares, Diretor-Geral do campus do IFCE Baturité. O Centro Internacional busca, ainda, a possibilidade de gerar novos negócios a partir da cadeia produtiva. “Com a criação nós teremos a reativação da fábrica de Mulungu e, com isso, os agricultores e produtores vão poder beneficiar o café na própria região”.

Entidades conveniadas:

  • Prefeitura de Mulungu;
  • Fundação Cultural Educacional Popular em Defesa do Meio Ambiente (Cepema);
  • Instituto Federal do Ceará (IFCE), Campus de Baturité;
  • Observatório Cearense da Cultura Alimentar (OCCA), da Uece.

O diretor aponta que a iniciativa terá, ainda, a disponibilidade de um centro pesquisador de café, podendo receber referências mundiais na área. “Temos a oportunidade de trazer estudiosos do café do mundo inteiro, novos conhecimentos, novas tecnologias para agregar. Será um ganho significativa na produção de novos processos produtivos, agregando mais valor ao café diferenciado que temos aqui”, destaca Soares.

“Vamos, agora, iniciar a elaboração do projeto arquitetônico. Esperamos que, até o primeiro semestre de 2021, possamos ter o Centro Internacional em Mulungu”.
Acesse o material que mostra a Rota Verde do Café no Ceará.

Impactos
Legalmente, o manejo do produto pode ser feito em Área de Proteção Ambiental (APA) de uso sustentável, onde não é permitida a queima e desmatamento. Hoje, 40 municípios cearenses praticam esta modalidade de cultivo, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o que viabiliza o Centro no Ceará. A produção deve mirar inicialmente o mercado interno de café orgânico e, em seguida, ao mercado exterior.

O produto deve receber certificação no Sistema Participativo de Garantia, da Rede EcoCeará de Agroecologia.

Processo histórico
O consultor Adalberto Alencar explica que a experiência da exportação do café florestal de sombra teve início ainda na década de 1990. O produto chegou a ser considerado um dos melhores do mundo. Somente nos últimos anos, porém, a produção começou a ser retomada, por meio de contato do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com a criação da rota turística do café.

Em 2019, também houve a realização do Ceará Organic Food Festival, uma nova articulação de trabalho envolvendo as instituições tanto do governo, como acadêmicas, empresariais e dos próprios produtores da região. O objetivo da iniciativa é retomar a fábrica torrefadora, já implementada no Município, assim como legalizar seu funcionamento e criar investimentos em laboratório de análises.

Fonte: Diário do Nordeste em 11.09.2020

Turismo no CE reage à reabertura e volta a crescer após quatro meses

Turismo no CE reage à reabertura e volta a crescer após quatro meses

Volume das atividades turísticas no Estado avançou 13,2% na passagem de maio a junho, segundo dados do IBGE. Expectativas de representantes do trade revelam otimismo cauteloso para os próximos meses

A volta ao trabalho após o fim do isolamento no Ceará já resulta em avanços na economia local, a partir do crescimento de 13,2% no volume das atividades turísticas e de 6,4% no de serviços prestados em junho no Estado. O avanço – no caso do turismo, o primeiro após quatro quedas – foi possível a partir da reabertura de estabelecimentos como barracas de praia, restaurantes e salões de beleza, entre outros serviços que, com a devida cautela, sinalizam uma retomada gradual à medida que mais negócios são liberados para reabrir as portas.

Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis no Ceará (ABIH-CE), Régis Medeiros, será uma retomada “degrau a degrau”. “A gente espera um mês de agosto melhor que julho e assim por diante. Gradualmente, os voos internacionais e nacionais vão sendo retomados”, aponta.

Ele explica que os resultados de junho ante maio estão associados ao fato de os estabelecimentos estarem fechados em maio.

“Fortaleza possui uma ocupação média de 57% ao ano. (Agora), temos hotéis com 6%, 7%, 8% de ocupação, então sabemos que é uma retomada degrau por degrau”, pondera. Para potencializar o processo, Medeiros explica que o setor hoteleiro espera poder trabalhar ações de divulgação. “Para que possamos buscar um equilíbrio, porque a normalidade nós só teremos com a vacina”.

O presidente da ABIH-CE também pontua que o turismo doméstico deve ser importante no reaquecimento e lembra que as viagens locais ajudam. “Nesse primeiro momento, o turismo regional vem sendo importante, mas para atingirmos o equilíbrio precisaremos dos turistas do Sudeste também. É um somatório”, pondera.

Com os gargalos impostos pela Covid às viagens mais distantes, as pousadas em cidades litorâneas no Estado puderam sentir, em junho, um certo alívio. A presidente da Associação dos Meios de Hospedagem e Turismo do Ceará (AMHT-CE), Vera Lúcia da Silva, explica que houve certo movimento em junho e em julho, sendo no mês passado de forma mais pulverizada por causa do número um pouco maior de pousadas abertas.

“O próprio fortalezense nos fins de semana já está procurando o litoral”, diz. “Estamos colocando as nossas fichas em setembro e outubro”, ressalta Vera, reforçando que a ocupação abaixo de 10% está muito aquém do que é necessário para que os negócios do setor consigam se manter.

É também com um olhar esperançoso que a presidente da Associação dos Empresários da Praia do Futuro (AEPFuturo), Fátima Queiroz, visualiza os próximos meses de 2020. Ela destaca, porém, que o cenário na Praia do Futuro já superou as expectativas das barracas. “Estamos otimistas. Percebo até que a movimentação, que antes era predominante aos domingos, está mais pulverizada entre os dias da semana”.

Ela frisa que a pulverização também ocorre entre as próprias barracas. “Como a capacidade está limitada a 50% do público, às vezes o consumidor acaba procurando uma outra barraca, menor. Isso é positivo para essas barracas menores. Também estamos percebendo que a abertura à noite começou a dar resposta com a nossa quinta-feira”, ressalta.

‘Melhora aquém’

Já o diretor da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Ceará (Abrasel-CE), Taiene Righetto, explica que não consegue mais ver uma recuperação do setor em 2020.

“Nós estamos faturando 40% na comparação com o que a gente faturava antes da pandemia. Aumentar esse número só vai ser possível quando ampliarmos o horário de funcionamento e aumentarmos a nossa capacidade”, destaca.

De acordo com ele, o fechamento definitivo dos bares e restaurantes já chega a 40%. “Hoje, temos 40% dos empreendimentos do setor que não vão reabrir. A devastação nos bares e restaurantes foi muito grande e não tem milagre”, pontua. O percentual de estabelecimentos que não conseguirá reabrir corresponde a cerca de 2 mil negócios.

O analista de Políticas Públicas do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), Alexsandre Cavalcante, reforça que o crescimento no índice de atividades turísticas e no volume de serviços considera uma base de comparação muito baixa, caso do mês de maio.

“É natural que ocorram essas taxas de crescimento dentro do ano, considerando a baixa base de comparação”, avalia. Conforme a pesquisa do IBGE, na comparação com igual período de 2019, o índice de atividades turísticas em junho caiu 69,3%.

Ele também pontua que o setor é o mais importante na economia de todas as regiões do Ceará. Os serviços correspondem a 76% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado.

“A previsão para os próximos meses é que essas pesquisas sigam apresentando crescimento por causa das bases baixas. Até o fim do ano, vamos conviver com esse crescimento, mas nas comparações com 2019 teremos as quedas pois nunca tivemos algo na nossa história que paralisasse toda a cadeia produtiva”, ressalta o analisa do Ipece.

Fonte: Diário do Nordeste em 13.08.2020