Lançamento do filme Ceará Francês resgata legado histórico e cultural da presença francesa no Ceará
Lançamento do filme Ceará Francês resgata legado histórico e cultural da presença francesa no Ceará
Em comemoração aos 200 anos das relações diplomáticas entre Brasil e França, será lançado em Fortaleza o longa-metragem “Ceará Francês”, obra documental que resgata a marcante influência francesa na formação cultural, urbana e social do Ceará — uma herança que vai dos primeiros contatos no século XVI até a Belle Époque, quando Fortaleza foi chamada de Paris Nordestina.
O projeto é uma realização do Instituto Qair, braço socioambiental do Grupo Qair, em parceria com a Zoom Digital Produções. Conta ainda com o apoio cultural da Câmara de Comércio França-Brasil, da Câmara Brasil Portugal no Ceará, da Aliança Francesa, do Consulado Geral da França para o Nordeste, além de importantes instituições acadêmicas e culturais como a Academia Cearense de Letras, o Instituto Histórico do Ceará, a Academia Cearense de Literatura e Jornalismo e o Museu Tertuliano de Melo.
Ao iluminar histórias de personagens, lugares e costumes invisibilizados, o Ceará Francês convida o público a refletir sobre como cultura, memória e identidade também são instrumentos de desenvolvimento humano e de sustentabilidade social. Para o Instituto Qair, o projeto traduz seu compromisso de investir em ações que, além da transição energética justa, cuidem de pessoas e fortaleçam o sentimento de pertencimento.
Sobre o projeto
A presença francesa no Ceará é anterior à consolidação da colonização portuguesa: corsários, missionários, comerciantes, educadores e engenheiros vindos da França deixaram marcas profundas na paisagem, na arquitetura e nos costumes locais. Desde os vínculos com povos indígenas na Serra da Ibiapaba, passando pelo legado do médico Pedro Théberge em Icó — que se tornou conhecida como a Paris do Sertão — até a influência urbana que moldou Fortaleza como Paris Nordestina, o filme apresenta uma narrativa sensível que conecta passado, presente e futuro.
Mais do que uma obra audiovisual, o Ceará Francês propõe uma reparação simbólica, valoriza o patrimônio imaterial e reafirma o poder da cultura como ponte de diálogo entre povos e gerações. O longa faz parte da Semana da França 2025, série de eventos que celebram o bicentenário das relações franco-brasileiras em todo o território nacional.
SERVIÇO
Lançamento do filme Ceará Francês
📅 Data: 12 de julho de 2025 (sábado)
⏰ Horário: 19h
📍 Local: Cineteatro São Luiz – Rua Major Facundo, 500 – Centro, Fortaleza (CE)
🎟️ Entrada gratuita: reservas pelo Sympla – clique aqui para garantir seu ingresso
📣 Realização: Instituto Qair, Zoom Digital Produções
Fonte: Qair Brasil e Instituto Qair
A Qair Brasil iniciou processo de energização do complexo eólico Afonso Bezerra. As obras do complexo foram iniciadas em maio de 2020, mas teve seu ritmo afetado por conta da pandemia de covid-19.
A Qair Brasil está correndo para ser a primeira empresa com efetiva operação comercial a fixar projeto de hidrogênio verde no Porto do Pecém, no Ceará. A primeira usina mesmo será a da EDP, mas ainda uma unidade-piloto, com apenas 3 megawatts (MW) de capacidade, que começará a funcionar no fim de 2022.
Os investimentos anunciados para construção de usinas produtoras de hidrogênio verde (H2V) no Brasil já somam mais de US$ 22 bilhões, todos concentrados em portos — Pecém, no Ceará, Suape, em Pernambuco, e Açu, Rio de Janeiro.
Saindo na frente, o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), no Ceará, já fechou quatro dos sete memorandos de entendimento assinados no país para implantação de unidades produtoras de H2V na sua Zona de Processamento de Exportação (ZPE).
No Rio de Janeiro, o Porto do Açu pretende utilizar sua expertise e infraestrutura na indústria de óleo e gás para se tornar um grande player na produção de hidrogênio azul e verde.
Também de olho no abastecimento das indústrias nacionais, o Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco, vê o hidrogênio verde e o azul com entusiasmo.
O empreendimento vai gerar 2.000 empregos durante a construção das plantas e 600 empregos diretos quando da plena operação dos projetos
Até 2030 | Com planta para produção de hidrogênio verde no Pecém e mais eólica offshore em Acaraú, a empresa deve gerar cerca de 2.000 empregos diretos no Estado. Presidente da Qair no País afirma que compromisso é valorizar a mão de obra local
Até 2030 | Com planta para produção de hidrogênio verde no Pecém e mais eólica offshore em Acaraú, a empresa deve gerar cerca de 2.000 empregos diretos no Estado. Presidente da Qair no País afirma que compromisso é valorizar a mão de obra local
A Qair Brasil elaborou um plano de doações na tentativa de ajudar a conter os efeitos da crise provocada pela pandemia.