Hozen Consulting, sócia CBPCE, realizará o Workshop Online “Motivação de Equipas de Trabalho”

Hozen Consulting, sócia CBPCE, realizará o Workshop Online “Motivação de Equipas de Trabalho”

Workshop online “Motivação de Equipas de Trabalho” a 12 e 13 de agosto com a Dr.ª Palmira Dias e a HOZEN Academy.

Esta formação está orientada para ajudar a esclarecer os vários estilos de gestão, a importância de motivar com inteligência emocional e a reconhecer as várias barreiras presentes no processo comunicacional de um grupo de trabalho.

No decorrer do workshop, pretende-se que os formandos identifiquem e desenvolvam competências relacionais que lhes permitam focar um grupo de trabalho em objetivos
organizacionais.

Procuraremos também auxiliar os formandos a identificar um plano de melhoria individual.

Mais informações em https://bit.ly/3fmAiTZ ou através do e-mail info@hozenacademy.pt.

Inscrições em https://bit.ly/3r2rZkL ou através do QR Code!

Fonte: Hozen Academy em 03.08.2021

Estreia da Brisanet na Bolsa fortalece presença de empresas do Ceará no mercado de capitais

Estreia da Brisanet na Bolsa fortalece presença de empresas do Ceará no mercado de capitais

A entrada da provedora de internet na B3, ontem, fortalece a atuação do Estado no segmento, que já contava com oito participantes. Lançamento oficial dos ativos movimentou R$ 1,435 bilhão, com as ações fechando o dia em R$ 13,93

Conforme as palavras do fundador CEO da Brisanet (BRIT3), José Roberto Nogueira, a empresa alcançou “mais um estágio propulsor para o nosso foguete, que tem mais de 20 anos de trajetória”, com o IPO (oferta inicial de ações) na B3, ontem. O lançamento oficial dos ativos movimentou a quantia de R$ 1,435 bilhão. Inicialmente, as ações inicialmente foram precificadas em R$ 13,92 e registraram leve alta (0,07%) ao longo do dia, fechando a R$ 13,93. Foram negociadas 89.798.851 ações na oferta-base e 13.469.827 no exercício do lote suplementar. A presença no mercado financeiro e os consequentes aportes que virá a receber podem elevar o valor da companhia ao patamar de R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões, segundo estimativas.

A entrada da Brisanet na Bolsa de Valores fortalece a atuação cearense no segmento, que já contava com oito participantes: Banco do Nordeste, Enel Ceará, Grendene, Hapvida, M. Dias Branco, Pague Menos e Aeris Energy. A Arco Educação tem ações na Nasdaq, dos Estados Unidos.

“É um momento de grande relevância para a empresa. Nós vamos ser a operadora que vai estar em qualquer lugar do Nordeste. É uma empresa que, para as próximas décadas, vai atender qualquer necessidade dentro da nossa área de abrangência. Começamos conectando pequenas cidades, distritos e vilas, e agora temos um novo compromisso, muito maior: continuar conectando, construindo infraestrutura de telecom, em função da a internet ser cada vez mais relevante na vida das pessoas”, observa José Roberto Nogueira.

“Temos o compromisso de fazer pontes, de construir trilhos para levar o futuro dos serviços, centenas deles, que vão precisar de infraestrutura de telecom para chegar às regiões mais remotas. A Brisanet é um exemplo de que qualquer lugar do planeta pode ter uma evolução”, reforça.

Crescimento

Com 22 anos de mercado, a provedora de internet Brisanet tem mais de 14 mil km de infraestrutura de backbones (linhas para distribuir internet às outras redes), 150 data centers e mais de 35 mil km de cabos diretos aos clientes. No total, são 6.300 funcionários e mais de 697 mil clientes, incluindo Pessoa Física e Jurídica, em 251 cidades do Nordeste, por meio de 94 franqueados.

Esses predicados técnicos indicam o destacado estágio de crescimento que a Brisanet alcançou, consolidando a presença das empresas cearenses na B3. “É extremamente importante a evolução do mercado de capitais cearense, mostra que as empresas estão se preparando, organizando e planejando, estruturalmente, e com protocolos contábeis, governança e estruturação de capital para atrair cada vez mais investidores e ampliar as suas operações”, avalia o economista Ricardo Coimbra, presidente do Conselho Regional de Economia do Ceará (Corecon-CE).

Recursos

Para Raul dos Santos, sócio-fundador da Aveiro Consultoria e vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Ceará (Ibef Ceará), a presença dessa empresas na B3 pode projetá-las ainda mais no mercado.
“Para um Estado como o nosso, ter cada vez mais empresas acessando o mercado de renda variável é muito importante, porque é uma das melhores fontes de captação de recursos para que a empresa cresça. Isso não é endividamento bancário: através da abertura de capital, a empresa adquire uma quantidade muito grande de sócios, de forma pulverizada, e isso impulsiona os negócios de uma forma bem interessante”, observa.

Diante do momento de retomada da economia e da valorização geral dos ativos no mercado financeiro, as perspectivas são boas para as empresas do Ceará na B3. “Estamos falando de empresas do setor de alimentos, saúde, energias renováveis, tecnologia. São setores que o mercado gosta, promissores, no sentido de escalabilidade do negócio. São companhias maduras, que têm um nível de gestão bem interessante, capazes de entregar o que o mercado espera”, ressalta Raul dos Santos.

“As empresas cearenses na B3 têm uma tendência muito grande, com o reaquecimento da economia brasileira e no exterior, de que elas também se beneficiem e tenham uma perspectiva de valorização da suas ações”, acrescenta Ricardo Coimbra.

Desempenho das companhias do Estado na B3 supera expectativas
De acordo com a análise de especialistas, o desempenho das ações das companhias do Ceará listadas na B3 está acima das expectativas. Conforme Raul dos Santos, o empresário cearense já internalizou muito bem esse caminho. “A primeira grande referência foi a abertura de capital da M.Dias Branco, uma quebra de paradigma, e depois disso outras empresas passaram a sonhar com esse processo”, diz o vice-presidente do Ibef Ceará. “O Banco do Nordeste é uma empresa pública, mas foi importante ter aberto o capital, pois é a principal instituição do Nordeste a promover o desenvolvimento e o fomento de novos empreendedores”, observa, elogiando o desempenho da Arco Educação.

“A Arco promoveu uma inovação em cima da inovação: além de abrir o capital, o fez na Bolsa de Nova York (Nasdaq). Ela ousou duplamente, e hoje tem um processo de gestão muito avançado, com grande tendência de alta”, afirma Raul dos Santos. “E a Enel é uma grande companhia, com presença nacional, que atua em um setor de investimentos constantes e de grande soma”, reforça o sócio-fundador da Aveiro Consultoria.

Ricardo Coimbra destaca algumas das companhias cearenses na B3, como é o caso da Grendene. “Ela tem uma forte atuação em nosso Estado, para onde transferiu sua matriz, e com o crescimento do mercado consumidor. Tende a manter e fortalecer sua presença no mercado nacional e nas exportações”, explica, citando outro grande player cearense, o Grupo Pague Menos.

“É uma empresa que, ao longo dos últimos anos, fortaleceu o processo de transição da gestão, e atua em um segmento que tende a se expandir. Mesmo com o aumento da concorrência, tem ampliado os negócios”, diz, elogiando também a Aeris Energy. “É outra empresa que se instalou recentemente no Ceará, se fortaleceu e cresceu, dentro de um segmento em expansão, atraindo cada vez mais investimentos”, lembra. “E o Grupo Hapvida, mesmo abrindo recentemente seu capital, teve um crescimento muito grande, ampliando sua participação, adquirindo e desenvolvendo novos produtos”, completa o presidente do Corecon-CE.

Fonte: O Otimista em 30.07.2021

Termaco Logística, sócia CBPCE, conclui ampliação de filial em Teresina

Termaco Logística, sócia CBPCE, conclui ampliação de filial em Teresina

Com um investimento de R$ 650 mil, a empresa cearense dobrou sua capacidade de atendimento na capital piauiense.

A cearense Termaco Logística concluiu a ampliação de sua filial em Teresina. Com um investimento de R$ 650 mil, a empresa inaugurou o espaço com 2,5 mil metros quadrados, o dobro do antigo prédio.

Entre as facilidades da nova filial, estão a maior capacidade para carga e descarga de caminhões com oito docas, um pátio de manobras com mais de 1 mil metros quadrados que permite a movimentação e o estoque de produtos e equipamentos com dimensões variadas.

Fundada no Ceará e com 35 anos de história, a Termaco Logística atende os segmentos de autopeças, material elétrico e de segurança patrimonial, alimentos, ferramentas, energia solar, eletrônicos, utilidades e confecções. Atualmente a empresa tem mais de cinco mil clientes ativos e está presente em todos os estados do Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe), e em São Paulo.

Fonte: Focus.jor em 19.07.2021

Criart Serviços, sócia CBPCE, inicia mais uma parceria de sucesso

Criart Serviços, sócia CBPCE, inicia mais uma parceria de sucesso

Crescer é sempre o objetivo de qualquer negócio. Toda empresa busca sempre novas formas de crescer e ampliar os seus horizontes. A Criart Serviços, sócia CBPCE, não é diferente e vem buscando expandir seus escritórios pelos Estados Brasileiros, focando na qualidade do serviço prestado e fidelização dos seus clientes.

Com forte atuação nos Estados do Norte e Nordeste, no ano de 2019 iniciaram sua expansão para o Centro Oeste e em 2020/2021 iniciam novos contratos no Sul e Sudeste.

Hoje a Criart Serviços atua em 14 estados, sendo eles: Ceará, Acre, Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Paraná e o Distrito Federal.

“Nossa meta é sermos referência de empresa brasileira do segmento de
mão de obra terceirizada.”

Fonte: Criart Serviços

O mar que começa na rua por: Rômulo Alexandre, sócio CBPCE

O mar que começa na rua por: Rômulo Alexandre, sócio CBPCE

Incomoda-me a ideia de se jogar copos plásticos no chão durante as corridas de rua em Fortaleza. Ainda que a organização diga que a prática é comum em outros lugares e que recolhe todo o lixo gerado, o que não é verdade, a atitude reforça a cotidiana ideia do “rebola no mato”. Todo o copo que não é recolhido durante uma corrida tem um destino: o mar, após ser soprado pelo vento, cair em bueiros, seguir para os rios e, finalmente, desaguar na foz do Rio Ceará, Cocó ou Riacho Maceió, para citar alguns. Acredito que esse gesto diz muito sobre como a nossa sociedade quer construir o futuro e tenho confiança de que podemos impulsionar uma geração que se preocupa em saber para onde vão os resíduos que produzimos.

2021 não marca apenas a contagem regressiva de uma década para se alcançar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. É também o início da Década dos Oceanos. Juntos, compreendem os programas mais ambiciosos das Nações Unidas para frear um desastre anunciado.

Se as mudanças climáticas temidas pela comunidade científica mundial trazem num horizonte de pouco mais de 3 décadas um profundo impacto para todos os ambientes costeiros e suas populações, os resíduos provenientes da atual sociedade de consumo produzem números estarrecedores. Os copos plásticos que falei acima são uma pequena parte desse problema.

Embora cada vez mais pessoas estejam cientes de temas ligados à produção e consumo sustentáveis, a geração de resíduos está aumentando a um ritmo alarmante. De acordo com o relatório What a Waste 2.0 do Banco Mundial, 33%O dos 2,01 bilhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos, não são gerenciados de maneira ambientalmente segura.

Segundo esse mesmo estudo, somente em 2016, o mundo gerou 242 milhões de toneladas de resíduos plásticos, o equivalente a cerca de 24 trilhões de garrafas plásticas de 500 milímetros e 10 gramas. O volume de água dessas garrafas poderia encher 2.400 estádios olímpicos, 4,8 milhões de piscinas olímpicas ou 40 bilhões de banheiras. Esse também é o peso de 3,4 milhões de baleias azuis adultas ou 1.376 edifícios Empire State juntos. Se esses números não são suficientes para assustar, adicione o fato de que isso representa apenas 12% do total de resíduos gerados a cada ano no planeta.

Todavia, são os rios os principais vetores de poluição plástica dos oceanos ao redor do mundo. Um estudo da Ocean Clean Up diz que 1% dos rios do mundo são responsáveis por quase 80% do plástico introduzido nos oceanos. Infelizmente, a cidade de Fortaleza conta com dois desses mil rios: O Rio Ceará e o Rio Cocó transportam boa parte do lixo que jogamos nas ruas.

Nesse ritmo, são diluídos na água do mar uma parcela dos R$ 14 bilhões que todo o ano deixam ser gerados no Brasil devidos à falta de reciclagem adequada de plástico, vidro e papelão. Em outras palavras, reciclamos apenas 4% do que poderia ser reutilizado pela indústria.

A gestão de resíduos sólidos diz respeito a todos. Mas garantir a correta destinação do lixo é dever de cada um de nós.

Fonte: APSV Advogados em 20.07.2021

Portos com eólicas offshore são modelos preferidos para hidrogênio verde no Brasil

Portos com eólicas offshore são modelos preferidos para hidrogênio verde no Brasil

Os investimentos anunciados para construção de usinas produtoras de hidrogênio verde (H2V) no Brasil já somam mais de US$ 22 bilhões, todos concentrados em portos — Pecém, no Ceará, Suape, em Pernambuco, e Açu, Rio de Janeiro.

Esses portos combinam uma série de fatores estratégicos para o desenvolvimento da nova cadeia do H2V, como logística para exportação, proximidade de polos industriais e de fontes de energia renovável — utilizada na eletrólise para sintetização do H2V.

Com destaque para os novos parques eólicos offshore que, assim como no caso do hidrogênio verde, estão em fase embrionária no país e aguardam definições regulatórias.

“O Pecém possui localização super estratégica, além de uma ZPE com incentivos tributários diferenciados. E o estado do Ceará um enorme potencial de geração de energias renováveis”, explica Duna Uribe, diretora executiva do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP).

Considerado um dos combustíveis do futuro, o H2V é apontado como uma das soluções para descarbonização da economia mundial, substituindo até mesmo combustíveis fósseis em automóveis e em setores difíceis de descarbonizar, como transportes pesados.

Seu uso como insumo é uma demanda de indústrias de cimento, siderurgia e mineração, e até mesmo como matéria-prima de fertilizantes para o agronegócio.

O Hydrogen Council calcula que, em 2050, o mercado de hidrogênio verde deverá ser de US$ 2,5 trilhões, sendo responsável por cerca de 20% de toda a demanda de energia no mundo.

Hub de Hidrogênio no Pecém

Saindo na frente, o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), no Ceará, já fechou quatro dos sete memorandos de entendimento assinados no país para implantação de unidades produtoras de H2V na sua Zona de Processamento de Exportação (ZPE).

Além dos projetos solares e de eólicas onshore já em operação no estado, há 5.000 MW em parques eólicos offshore sendo licenciados no Ibama, quase o dobro da capacidade em operação (2.394 MW) e outorgada (238 MW) em terra.

São projetos da Neoenergia (Jangada), BI Energia (Camocim e Caucaia) e Eólicas do Brasil (Asa Branca).

Para Duna Uribe, isso revela o potencial natural para a implementação de um hub de hidrogênio verde no Pecém, a princípio com uma capacidade anual de eletrólise de 5 gigawatts e 900 mil toneladas de H2V.

O volume inicial é tímido se comparado às ambições de uma das empresas que já começou estudos para operar no local.

Com investimento de US$ 6 bilhões, a Fortescue Future Industries (FFI), subsidiária da mineradora australiana Fortescue Metals, espera iniciar as operações no porto cearense em 2025 e produzir 15 milhões de toneladas de H2V até 2030.

Além dela, a Qair Brasil também oficializou suas intenções de instalar um planta para produção de H2V e um parque eólico offshore no estado, com investimento total de US$ 6,95 bilhões.

A White Martins e a australiana Enegix também já possuem memorandos de entendimento para investimentos no Hub de Hidrogênio do Pecém.

O governo do Ceará vem se antecipando ao lançamento do Programa Nacional do Hidrogênio, cujas diretrizes estão em fase de definição pelo governo federal, e fechando parcerias para o desenvolvimento de uma cadeia de valor para o hidrogênio verde.

Conexão com Roterdã
Além da grande disponibilidade de energia renovável barata, o Pecém conta com outro trunfo, que é a sua conexão com o Porto de Roterdã, na Holanda – o maior porto marítimo da Europa –, que detém 30% de partição acionária no CIPP. Os outros 70% são do governo do Ceará.

“O porto de Roterdã avaliou vinte portos no mundo com potencial de produção de hidrogênio verde, e o Pecém foi um dos escolhidos, e o único no Brasil”, conta a diretora do CIPP à epbr.

Segundo Duna, a ideia é que haja um corredor logístico entre o Pecém e Roterdã, onde o primeiro seja a porta de saída para o H2V produzido no Brasil e o segundo a porta de entrada na Europa.

A expectativa de especialistas é que 20 milhões de toneladas de hidrogênio verde entrem no noroeste da Europa via Porto de Roterdã até 2050.

“Eles estão na vanguarda da transição energética, e como um grande polo da indústria de combustíveis, precisam de adotar medidas de descarbonização o quanto antes. Para o porto de Roterdã, o hidrogênio verde é uma questão de sobrevivência”, destaca.

O hidrogênio produzido no Brasil será transportado em navios na forma de amônia verde para depois ser reconvertido em H2V no continente europeu.

Para isso, o porto holandês já conta com projetos de implementação de eletrolisadores para produção de hidrogênio verde pelas petroleiras Shell e bp.

França e Alemanha serão, incialmente, os principais mercados consumidores do hidrogênio verde brasileiro.

Dobradinha com hidrogênio azul

No Rio de Janeiro, o Porto do Açu pretende utilizar sua expertise e infraestrutura na indústria de óleo e gás para se tornar um grande player na produção de hidrogênio azul e verde.

Produzido a partir de uma fonte fóssil, em geral o gás natural, o hidrogênio azul tem o carbono que é emitido no processo capturado e armazenado (CCS) para neutralizar as emissões.

E na transição para o verde, deve ocupar um papel estratégico.

“Encontramos a solução de trabalhar em paralelo o hidrogênio verde junto com o hidrogênio azul. Não sabemos qual vai ganhar. Tem empresas apostando firmemente no azul, outras no verde. Poucas estão apostando nos dois”, diz José Firmo, CEO do Porto do Açu.

Por enquanto, a mineradora australiana Fortescue foi a única a anunciar publicamente o interesse na instalação de uma usina produtora de amônia verde, 100% para exportação.

Mas segundo Firmo, outras anúncios devem acontecer em breve.

Até 2023, o porto espera receber R$ 16,5 bilhões em investimentos para implantação de termelétricas, gasodutos, oleodutos, parque de tancagem de óleo e UPGN (unidade de processamento de gás natural), entre outros.

Além disso, o Açu está localizado bem próximo a futuros parques eólicos offshore, nos mares do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.

O Rio de Janeiro concentra quatro dos seis maiores projetos offshore em desenvolvimento no país.

O projeto da Ventos do Atlântico — o segundo maior do país — com 371 aerogeradoes e pouco mais de 5 GW de potência. Em seguida vem o parque Aracatu, da Equinor, com 3,8 GW de capacidade e 320 turbinas.

No Espírito Santo, o parque da Votu Winds prevê 1.440 MW de potência, a partir da instalação de 144 torres com potência de 10 MW cada.

“A logística da eólica offshore é mesma do óleo e gás. Como o Açu hoje já representa a maioria da capacidade logística para óleo e gás da região é natural que seja a melhor e mais eficiente opção para logística da implementação dos parques eólicos também”, explica Firmo.

O CEO acredita que outro diferencial do porto está na sua possibilidade de escala, e que esse foi o fator que atraiu a Fortescue.

“Hoje estamos falando na produção de 200 mil toneladas de amônia verde, o que é muito pouco se comparada a 80 milhões de toneladas de petróleo que transportamos. Temos que imaginar um substituto com a mesma escala, e o Açu tem essa capacidade de escalabilidade nos projetos “, afirma.

Entre as ambições do Açu também está a integração do hidrogênio verde para viabilizar a implantação de um hub de aço verde.

“Casa muito bem (o hidrogênio verde) com a indústria de minério de ferro, que chega via minerioduto de Minas Gerais. Temos um projeto de desvio para industrialização do minério e produção de aço de baixo carbono, que nos permite sonhar com o green steel hub”, explica Firmo.

Suape de olho na indústria nacional

Também de olho no abastecimento das indústrias nacionais, o Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco, vê o hidrogênio verde e o azul com entusiasmo.

O porto abriga uma das principais refinarias do Brasil, a de Abreu e Lima (RNEST).

“A ideia principal é o hidrogênio verde, mas o mercado sinaliza que irá começar a produzir o hidrogênio azul passando para o verde”, conta Carlos André Cavalcanti, diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade do porto.

Diferente dos outros dois portos, a principal fonte de energia dos projetos no Suape seria a solar. Pernambuco possui em 3GW de capacidade solar em outorga, mas apenas 167 MW em operação.

“O objetivo é conseguir até 2022 ter a primeira célula de hidrogênio verde aqui no Suape”, afirma.

Cavalcanti diz que foi feito um mapeamento das mais de 150 indústrias que atualmente ocupam o complexo portuário, incluindo setores petroquímico, alimentício, cimenteiro e siderurgia.

“Queremos nos posicionar como exportador, tanto na parte da amônia como para hidrogênio verde, e também suprir a demanda interna de empresas já instaladas no porto”.

Dois memorandos foram assinados, um com a Qair, que prevê investimentos de quase US$ 4 bi numa planta de H2V, e outro com a Neonergia, para o desenvolvimento de um projeto piloto.

A área escolhida para construção dos projetos está fora da ZPE.

“Outras empresas nacionais de capital estrangeiro, e um pool de empresas europeias, principalmente pela indicação que nós temos do mercado da Alemanha, França e Estados Unidos, estão em negociação”, conta.

O governo de Pernambuco irá realizar um leilão teste para hidrogênio verde ainda este ano, segundo Cavalcanti. O estado foi o primeiro a realizar leilão de energia solar do Brasil.

“Faremos um leilão experimental. Estamos chamando de plataforma propulsora do hidrogênio verde em Pernambuco. Vamos simular dados com validade real para que a gente possa visualizar como seria essa prospecção das empresas, setores, transporte, indústria e agricultura, e entender as demandas, trazendo o futuro para o presente”.

O diretor destaca a vantagem geográfica do Suape na região Nordeste. O porto, segundo ele, está próximo às principais capitais nordestinas, o que facilitaria o escoamento interno da produção H2V, em especial de amônia verde para o agro.

“Estamos a 300 km de Maceió, João Pessoa, Natal, Aracaju, e cerca de 800 km de Fortaleza, e Salvador (…). A amônia produzida pode ser escoada para o mercado de agricultura de baixo carbono, podendo ser utilizada na região de Petrolina, reconhecida pela produção de frutas, e de soja em Matopiba”.

Matopiba é um anagrama referente ao cinturão agrícola, formado pelos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, que se destaca principalmente pela produção de de grãos e fibras, especialmente soja, milho e algodão.

Fonte: EPBR em 16.07.2021

CBPCE lança lives/podcasts semanais, o primeiro está marcado para amanhã as 11h

CBPCE lança lives/podcasts semanais, o primeiro está marcado para amanhã as 11h

A Câmara Brasil Portugal no Ceará vai passar a transmitir lives toda quinta-feira a partir das 11 horas no Brasil e às 15 horas em Portugal, com transmissão simultânea no Facebook, YouTube e estará disponível no Spotify em formato Podcast.

A estreia está marcada para o dia 15 de julho com a presença do presidente Eugênio Vieira e ex-presidentes, que apresentarão relatos sobre os 20 anos da história da Câmara no Ceará.

As lives serão conduzidas pelo Jornalista Marcos Gomide da 2Go Digital(Sócia CBPCE) – agência voltada à criação e à estratégia para internet.

Para acessar os conteúdos, se inscreva no canal da Câmara no YouTube.

Clique no link: https://bit.ly/liveCBPCE, e ative o sininho para receber as notificações das lives.

Atitude no Ecossistema Corporativo e Cooperativo nas Organizações por: Yunare Marinho, sócio CBPCE

Atitude no Ecossistema Corporativo e Cooperativo nas Organizações por: Yunare Marinho, sócio CBPCE

O corporativo é exatamente o que o nome diz: UM ECOSSISTEMA. E por isso mesmo está cheio de oportunidades para quem quer entrar no mercado de trabalho. São tantos os setores de uma organização que às vezes pode ser difícil pensar por onde começar no ecossistema que podem se multiplicar de acordo com o tamanho e a área de atuação da companhia. Complicado? Depois é apostar cada vez mais na qualificação para subir na carreira, afinal, você deve ser sempre o seu melhor investimento.

Representar uma organização muitas vezes não é tarefa fácil, por isso quem acha que entrar nela é difícil, deve se preparar bastante para se manter lá dentro. A retenção de talentos tem sido uma das principais preocupações do corporativismo moderno, mas só para quem tem algo especial para oferecer em troca, um diferencial – ainda que seja a dedicação e a força de vontade, sempre acompanhadas de qualificação. É preciso compreender que a empresa produz um valor que é ofertado ao consumidor, portanto você deve ser capaz de colaborar de forma eficiente na criação desse valor, caso contrário quem não terá valor para a empresa é você.

A melhor atitude é compreender como a empresa funciona como um todo e a melhor forma de se encaixar em uma das partes, criando um valor para a corporação que será refletido na sua carreira. A estratégia é uma das mais importantes para que todos os demais se harmonizem, funcionando como as engrenagens de um relógio que não deixam os ponteiros pararem nem atrasarem. É de lá que parte o planejamento, a organização e o gerenciamento de toda a estrutura empresarial, envolvendo vários aspectos e dando suporte para que outras áreas funcionem perfeitamente.

A orientação sempre será participar e envolver-se ativamente de tarefas e decisões que mantêm a estrutura organizacional – mas estar preparado é imprescindível com a trilha de competências para o seu desempenho (empenho) rumo ao seu propósito profissional e estar atento em pontos essenciais:

1) No mundo corporativo, você conhece milhares de pessoas, mas conta nos dedos aqueles que realmente pode chamar de amigos. Não existe esse negócio de amigos na vida pessoal e amigos no trabalho. Amigos são amigos e ponto final, no trabalho ou fora dele. Tenha colegas, evite inimigos.

2) O ser humano é indissociável, portanto, as emoções da relação pessoal e profissional estão intimamente ligadas. Procure equilibrar os dois lados, pois ambos precisam de você.

3) Mais importante do que a pressão exercida no trabalho, acredite, existe vida fora dele. A família espera em casa de braços abertos, desde que você adote na íntegra o conceito de família; para onde você corre quando perde o emprego? Eu corri para os braços da minha esposa e dos meus filhos quando aconteceu comigo e fui muito bem recebido.

4) Não deixe que a fama lhe suba à cabeça. Quanto maior o cargo, maior o tombo e mais difícil a recuperação. Poucos estão preparados para recomeçar a caminhada depois de perder o crachá, o plano de saúde, o vale-refeição e, principalmente, o sobrenome da empresa; no fim das contas, o que conta mesmo é o sobrenome de nascença.

5) Trate bem as pessoas, independentemente do nível hierárquico, o seu e o delas. Em cargos de liderança, se tiver que demitir alguém, seja direto, gentil e transparente, mas não tripudie, é um momento difícil para ambos, a menos que você seja desprovido de hormônios.

6) O fato de não ser reconhecido não significa que o trabalho não foi feito a contento, portanto, enquanto o reconhecimento não vem, continue trabalhando da melhor maneira possível. A vitória conta, mas a batalha também. A vida é uma experiência e quanto mais experiências você tiver, melhor.

7) Pare de se comparar o tempo todo, a menos que lhe sirva de inspiração. É como ler sites ou livros bestsellers e descobrir que todo mundo está bem, menos você: cada um tem a sua própria história, portanto, olhe para frente e não perca o objetivo de vista.

8) Nunca vi alguém ser promovido nem ganhar aumento por reclamar e conspirar contra o chefe no corredor, aliás, a conspiração serve apenas para reforçar o seu modelo mental negativo em vez de direcioná-lo para um objetivo maior.

9) Haja o que houver, você tem sempre opções: 1) se não estiver contente, procure o chefe, seja direto, abra o coração, questione; tem coragem? 2) pare de reclamar e continue trabalhando.

10) Felizmente, o mundo corporativo sobrevive sem você, portanto, não o carregue nas costas nem se deixe escravizar por uma quantia de dinheiro que nunca será suficiente para compensar o tempo e a saúde que você perde enquanto tenta provar para a família e para o chefe o quanto você é capaz; contudo, lembre-se, quando estiver a serviço de alguém, dê o melhor de si, seja leal e íntegro ou crie vergonha e vá ser feliz em outro lugar.
 
Aja diferente e fortaleça o seu desempenho em acordo com o seu Propósito e construa o seu lugar!

Fonte: yunaretargino.com.br

Prática Eventos promove encontro do comitê técnico da Expolog nesta quarta

Prática Eventos promove encontro do comitê técnico da Expolog nesta quarta

A Prática Eventos e seus parceiros realizarão nesta quarta-feira (14), um encontro online do Comitê Técnico para discutir uma série de ações relativas à realização da edição deste ano da “Expolog – Feira Internacional de Logística e do Seminário Internacional de Logística”.

O evento acontecerá a partir das 14h20 e será restrito à equipe que compõe o comitê. Apesar disso, haverá a participação especial do diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Adalberto Tokarski, que falará sobre o Processo para Arrendamentos Portuários Simplificado e seus benefícios para as cargas regionais e Portos Organizados.

“Decidimos trazer sempre um convidado para cada encontro desses, a fim de torná-lo ainda mais enriquecedor. Na ocasião apresentaremos os resultados da pesquisa aplicada para coleta de sugestões para a 16ª edição do evento, que acontecerá de forma online, nos dias 24 e 25 de novembro deste ano”, afirmou Enid Câmara, organizadora da Expolog.

A Feira Internacional de Logística se posiciona entre os mais renomados eventos de logística do Brasil e é uma importante ferramenta para alavancar a economia do Estado, sendo este o porto para quem procura inovação, incremento de seus negócios e novas tecnologias, ficando por dentro de tudo que acontece no setor.

Fonte: Baladain em 12.07.2021

Qair Brasil calcula investir US$ 6,8 bilhões de olho no hidrogênio verde do Ceará

Qair Brasil calcula investir US$ 6,8 bilhões de olho no hidrogênio verde do Ceará

Até 2030 | Com planta para produção de hidrogênio verde no Pecém e mais eólica offshore em Acaraú, a empresa deve gerar cerca de 2.000 empregos diretos no Estado. Presidente da Qair no País afirma que compromisso é valorizar a mão de obra local

A movimentação de empresas para o hub de hidrogênio verde no Ceará tem sido frequente. Desde o anúncio da assinatura do primeiro memorando de intenção para instalação de planta de produção do combustível no Pecém, em 19 de fevereiro último, mais empresas têm apresentado estudos para o que promete ser o “novo momento” da economia no Estado.

Os planos da Qair Brasil caminham também em direção a esse novo mercado. Detentora já do Complexo Eólico Serrote e com mais o Complexo Eólico Serra do Mato – 22MW de parques eólicos e projeto solar previstos para serem concluídos entre novembro e dezembro deste ano -, ambos em Trairi, a empresa tem previsão de US$ 6,8 bilhões de investimento no Estado até 2030 só para a geração de hidrogênio verde.

Segundo o presidente da Qair Brasil, Armando Abreu, são cerca de US$ 3,8 bilhões para a Planta de Hidrogênio Verde Liberdade, projeto a ser instalado na Zona de Processamento de Exportação do Ceará (ZPE) do Complexo do Pecém, a partir de quatro fases, e mais US$ 3 bilhões para eólica offshore em Acaraú, município já mais a oeste no litoral do Estado. “É um projeto que estamos a desenvolver há dois anos, faz parte de um posicionamento da empresa. A planta offshore, desenvolvida em conjunto com a planta de hidrogênio, terá capacidade para 1,2 GW e vai se chamar Dragão do Mar. Nela teremos ligação com subestação em Acaraú e linha de transmissão dedicada à planta de hidrogênio.”

Para a planta de hidrogênio, as previsões da Qair Brasil, já com protocolos assinados com o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP) e com o Governo do Estado e ainda com estudo de espaço a ser ocupado na ZPE, é de uma capacidade 2.240 MW, a ser implantada em quatro fases, indo de 2023 a 2030.

“O Ceará apresenta uma situação geográfica privilegiada, com sua localização mais perto da Europa e da própria África. E temos também o hub aéreo, o hub marítimo, o hub tecnológico. Existe ainda energia solar e eólica disponíveis. Se ainda ligarmos essas condições naturais com o momento de desenvolvimento do Ceará, temos condições especiais para o Estado e para o País de implantação desses projetos.”

Quanto à geração de emprego para as duas novas plantas, Armando expõe que na eólica offshore Dragão do Mar, o número não será representativo, pois envolve grupo menor de trabalhadores especializados. Já na planta de hidrogênio, 1.200 empregos serão gerados para a fase de construção, que deve durar de 3 a 4 anos, e para a operação, de 400 a 500 empregos diretos. “O Ceará tem capacidade para oferecer a maior parte desses profissionais. Toda a parceria que está sendo feita entre Fiec (Federação das Indústrias do Estado do Ceará), universidades e Governo do Estado deve garantir que esses profissionais sejam encontrados aqui.”

Para Pernambuco, a Qair Brasil também estuda planta de hidrogênio verde no Porto de Suape. Seriam duas grandes bases de inovação ao grupo dentro do Nordeste. Para a economia pernambucana, a empresa calcula injetar US$ 3,8 bilhões. “Acreditamos que existe mercado tanto no Ceará como em Pernambuco”, defende Armando.

Cenário europeu
Armando é bem claro em dizer que parte do interesse da empresa na produção do hidrogênio no Ceará vem da decisão da Europa, a partir de plano de descarbonização até 2030, de implementar cerca de 80 GW de hidrogênio no continente. “Desses (GW), a Comunidade (Europeia) prevê que 40 sejam produzidos internamente e 40 importados. Mas nós sabemos hoje que vai ser muito difícil dentro da comunidade europeia produzir 40 GW. O que significa que a importação vai ser muito maior ”, calcula o presidente da Qair Brasil.

Dentro da França, como explica Armando, uma das empresas escolhidas para desenvolver projetos para a produção de hidrogênio verde está a Qair Internacional. O fato dá mais base ainda para a empresa investir no Ceará mirando na futura exportação para a Europa. Com entrada em operação prevista para 2023, já existe planta do grupo, com capacidade para produzir 400 MW de hidrogênio, em desenvolvimento em Port la Nouvelle, região da Occitania, na França.

Os interessados no hub do Ceará

Em fevereiro deste ano, a empresa a australiana Enegix Energy assinou com o governo do Estado memorando de intenção para planta de hidrogênio no Pecém de US$ 5,4 bilhões. No final de maio, o secretário do Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Maia Júnior, confirmou que a multinacional também australiana Fortescue Metals Group deve assinar, em junho,, um memorando de entendimento para implantação de uma planta de produção de hidrogênio verde no CIPP.

Já em reunião da mesma pasta com a diretoria e técnicos da Fundação Parque Tecnológico de Itaipu (PTI), foi estabelecido interesse da Fundação de gerar uma futura cooperação entre o Ceará e o PTI. O Parque Tecnológico já produz hidrogênio verde há 10 anos e domina a tecnologia e a operação da planta de produção.

Atuação da empresa no Brasil
A Qair Brasil, com sede administrativa em Fortaleza, é a subsidiária do grupo Qair Internacional, de origem francesa, com operações em 16 países e 30 anos de atuação no mercado de energias renováveis. Empreende no País desde o início de 2018, inicialmente com o nome Quadran Brasil e após se unir com a empresa cearense Braselco, em 2017. A Qair Brasil possui sede administrativa em Fortaleza, desenvolvendo vários empreendimentos em diferentes estados da região Nordeste.

A carteira de projetos conta com 8 a 9 GW de projetos de fontes renováveis, dentre os quais 210,6 MW já se encontram em operação comercial e outros 382,4 MW em construção. O que representará, em pouco mais de três anos, investimentos na ordem de R$ 2,7 bilhões.

Fonte: O Povo