Google e Governo de Portugal assinam programa de cooperação
Google e Governo de Portugal assinam programa de cooperação
Nesta terça-feira o governo de Portugal anunciou acordo com a Google Portugal em apoio a transição digital e ferramentas e a formação que irão ajudar nas competências digitais e na empregabilidade, acelerando a recuperação econômica portuguesa.
O programa «Grow Portugal with Google» (g.co/GrowPortugal) está alinhado com as prioridades definidas pelo Governo nas competências digitais, empregabilidade, startups e inteligência artificial. O memorando de entendimento foi assinado pelo Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira e pelo Country Manager da Google Portugal, Bernardo Correia.
Pedro Siza Vieira afirmou, na assinatura deste memorado, que “a necessidade de redefinir estrategicamente competências e atividades a serem desenvolvidas no âmbito Europeu coloca oportunidades e desafios às empresas em Portugal”.
“Temos de pensar coletivamente no que devemos fazer para afirmar Portugal como uma sociedade verdadeiramente desenvolvida assente na inovação, inclusiva e tecnologicamente avançada. Esta colaboração é disso exemplo e estou convicto que será um importante contributo para o reforço da capacitação digital da nossa população, imperativa para que possamos continuar a superar com sucesso os desafios da digitalização”, disse ainda.
Bernardo Correia, Country Manager, Google Portugal, por sua vez, disse que “a tecnologia tem de ajudar todas as pessoas – independentemente de onde moram, ou do seu nível de ensino”.
“Durante muito tempo, a Google tem vindo a investir nas competências digitais de forma a ajudar Portugal na sua viagem de transição digital. Este novo programa será, estou certo, um catalisador nesta retoma econômica e iremos continuar a trabalhar com o Governo, parceiros e associações para ajudar muitos Portugueses e as pequenas e grandes empresas deste país a dar o salto digital de que precisam para terem sucesso no mundo de hoje”, acrescentou.
Para António Valadas da Silva – presidente do IEFP – “num mundo cada vez mais digital, é determinante para o IEFP estar na linha da frente da disponibilização de canais e recursos que permitam responder às necessidades de cada um e garantir o acesso rápido à informação, nomeadamente às ofertas de emprego, e esta parceria com a Google vem ajudar o IEFP neste compromisso com os seus utentes”.
Segundo Valadas, com a experiência de Empregos na Pesquisa, é fácil ter acesso a informação atualizada sobre as ofertas de emprego sem necessidade de entrar no iefponline, só tendo que o fazer caso o utente pretenda candidatar-se à oferta.
“Uma iniciativa que, conforme refere, «insere-se num projeto mais alargado do IEFP que visa a modernização dos serviços e a utilização de ferramentas digitais, como mecanismos de customização dos serviços às necessidades e potencialidades dos nossos utentes.”
Programas previstos no memorando de entendimento
O memorando de entendimento estabelece seis programas para desenvolver uma rápida aceleração da adoção tecnológica, segundo divulgou o governo português:
– Empregos na Pesquisa Google (a partir desta terça-feira):
Em parceria com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), quando as pessoas pesquisarem por empregos no Google terão uma experiência imersiva que lhes permitirá explorar empregos na web e refinar as pesquisas para irem de encontro às suas necessidades. Esta experiência já ligou 10 milhões de pessoas a empregos em todo o mundo.
– Atelier Digital (a partir de 6 de outubro): Desde 2016, mais de 83,000 portugueses foram formados em competências digitais através do Atelier Digital – cursos online e presenciais em colaboração com o Conselho Coordenador dos Politécnicos Portugueses. Agora, a versão presencial do Atelier Digital foi convertido para o online, numa versão webinar com um total de 10 sessões com 10 politécnicos diferentes. Este ano, o nosso objetivo é treinar 32.000 portugueses em competências digitais, ou seja 10.000 mais do que em 2019.
– Android Training Program (a partir de 14 de Outubro):
Em 2019, a Google, em parceria com instituições de educação, lançou o programa para formar os portugueses em programação. Até ao momento, foram realizados 14 eventos com um total de mais de 3.000 programadores formados. Agora, o Android Training Program é alargado para incluir formação em Cloud e machine learning e surgem novas parcerias com Universidades para eventos online com o objetivo de formar mais 3.000 programadores ao longo de 12 eventos.
– AI for Business (brevemente): A Inteligência Artificial tem o potencial para transformar a forma como funcionam os negócios – melhorando a competitividade global. O lançamento desta ferramenta em Portugal irá proporcionar às empresas obterem recomendações personalizadas sobre como podem implementar a IA nos seus negócios.
– A Google juntou-se ainda à Indico Capital Partners para lançar o programa de aceleração Indico Accelerator Program powered by Google for Startups. O programa está atualmente a decorrer com o apoio da StartUp Portugal e será concluído em Junho de 2021. O programa inclui mentoring, formação, masterclasses, apoio na obtenção de financiamento, recrutamento e segmentação de produto e de consumidores da parte da Google e da Indico.
– Em paralelo, a Google lançou com a AICEP três webinars gratuitos com foco na expansão internacional para mostrar como o digital pode ajudar as empresas, e em especial empresas de retalho, da escolha do mercado correto à preparação para ser uma empresa global.
No mês de julho, a Google assumiu um novo compromisso de ajudar 10 milhões de pessoas e negócios na Europa, Médio Oriente e África (EMEA) a encontrar empregos, na digitalização e a crescer.
Fonte: Mundo Lusíada em 29/09/2020
Com o crescimento da demanda por serviços digitais, startups cearenses se desenvolveram durante o período de pandemia. Em um período no qual o acesso a tecnologias se expandiu com demandas tanto do público quanto de empresas, o segmento de startups, que por tradição já atua com o desenvolvimento de inovações, precisou se atualizar para dar conta de todas as solicitações.
Além de abrigar startups e empresas juniores, complexo também investirá em Inteligência artificial (IA) em parceria com universidade chinesa. Fundo criado irá ajudar no desenvolvimento dos projetos




Ceará conta com uma das maiores comunidades do Nordeste e o apoio de entidades como o Sebrae, o que pode ajudar na captação de investimentos
Membro do Rapadura Valley, Mário Alves, que também é sócio e consultor da Indigital.lab, diz que, atualmente, a comunidade conta com mais de 70 startups cadastradas e mais de 200 empreendedores. Segundo ele, o Ceará certamente possui muito mais gente atuando no ecossistema da inovação, mas que ainda não foi identificada. “É difícil mapear com efetividade, pois a atividade é muito dinâmica, mas temos nos organizado ao longo dos últimos anos e buscado o contato com todas as pessoas ativas. Acredito que temos mais de mil”, opina.
Além de educação, outras áreas que se destacam entre as startups cearenses são: saúde e bem estar, com 10,6% de participação; varejo e atacado, também com 10,6%; e os segmentos de comunicação e marketing, big data (análise de dados) e direito, ambos com 6% de participação. “São formas de pensar diferente, que podem oferecer grandes ganhos às empresas. Ter esse conhecimento de processos e de ferramentas é essencial”, destaca Mário Alves.
Ainda de acordo com a analista do Sebrae-CE, o que pode contar a favor das startups no atual cenário de retomada da economia é a agilidade, uma das características mais marcantes dessas iniciativas. “As startups mudam, agem e aprendem rápido. Elas ‘erram barato’, o que é fundamental num cenário onde é preciso gastar pouco e criar ações com rapidez”, opina Marilia. Para ela, esse modelo de atuação tem muito a oferecer à sociedade e a potenciais investidores. “Creio que elas podem se destacar muito neste momento de reajuste”, completa.
Me chamo Igor. Sou Empreendedor, futurista e arquiteto, fundei minha primeira iniciativa mais inovadora em 2010, um dos primeiros coworkings do Brasil, chamado Elephant, e de lá para cá participei de diversas iniciativas de inovação como aceleradoras de startups, co-fundei mais de 5 hubs de inovação pelo Brasil e mais atualmente um dos principais festivais de tecnologia socioambiental da America Latina, chamado Winds for Future.