O que esperar da economia para 2023, com Raul Santos, sócio fundador da Aveiro Consultoria

O que esperar da economia para 2023, com Raul Santos, sócio fundador da Aveiro Consultoria

Foto: Instagram Aveiro Consultoria

O sócio fundador da Aveiro Consultoria, Raul Santos, fez uma análise do que se pode esperar para a economia em 2023. Confira abaixo!

“Para 2023 devemos esperar um Governo que tenha uma postura de incentivo aos programas sociais, o que trará um peso muito forte de gasto público. As obras também ganharão destaque, mesmo forçando o orçamento, teremos um nível de endividamento de dívida pública x PIB, talvez, nunca visto antes”, destaca Raul.

Para o especialista em finanças, no primeiro momento vai haver uma certa sensação de bem-estar da população em geral. “O presidente que assume vai querer “jogar” dinheiro na economia, incentivar o consumo e uma série de outras coisas. Vejo uma dificuldade muito grande de baixar o juros, talvez até com a possibilidade de subir”, afirma.

“As incertezas a nível mundial provavelmente vão deixar o dólar ainda pressionado com viés de alta. Para mercado financeiro como um todo, em relação à inflação, acredito que, até pelo incentivo ao consumo, que normalmente os Governos do PT realizam, vá continuar pressionada a inflação também”, diz.

Raul finaliza afirmando que o ambiente será bem desafiador, mas ao mesmo tempo se mantém otimista. “Vamos pensar que vai dar certo, independente de questões partidárias. O setor privado brasileiro é muito forte, está bem diversificado. A nível de Ceará estou bem otimista também porque o Estado tem se colocado numa posição bem diferenciada, está saneado, está muito forte na pauta energias renováveis, turismo e infraestrutura”, finalizou.

Sobre a Aveiro Consultoria

Aveiro Consultoria é uma empresa que oferece soluções financeiras e empresariais customizadas, preservando e agregando valor ao patrimônio, buscando ser referência em consultoria especializada para fundos de investimentos e inovações corporativas que promovam equilíbrio nas relações família e negócio.

Contato:
Telefone: (85) 3101-1289
E-mail: comercial@sgsinvestimentos.com.br
Endereço: Av. Santos Dumont, 2828 – Sala 1604

Fonte: Aveiro Consultoria

Como morar em Portugal em 2023? Um guia com tudo o que é preciso saber

Como morar em Portugal em 2023? Um guia com tudo o que é preciso saber

Foto: iStock-506393758

Mudar-se para outro continente é sempre uma decisão difícil, mesmo que se fale em algo tão comum para brasileiros, que é o tópico: como morar em Portugal?

As dúvidas que surgem são várias e começam com algumas perguntas. Será que consigo me adaptar? Mas para qual cidade devo ir? Existe alguma opção de visto que se aplique ao meu caso?

Foi para isso que preparamos esse guia completo do que é preciso para morar em Portugal: para aplacar as suas incertezas e responder às suas dúvidas.

Com as informações contidas neste texto, qualquer pessoa que esteja considerando morar em Portugal não se sentirá mais no escuro.

Por isso, abra um bom vinho (português, é claro!), relaxe e boa leitura!

Como morar em Portugal: quais são as opções?

Não faltam maneiras para conseguir morar em Portugal. Isto pode ocorrer por meio da aquisição de Cidadania Portuguesa ou de Vistos de Residência.

Estes são os caminhos possíveis mas que abrem um leque com várias opções. Portanto, selecionamos alguns passos para morar em Portugal, a depender de casos específicos.

Você pode morar em Portugal com filhos ou sozinho, com nacionalidade portuguesa caso tenha direito ou através de uma autorização de residência através do visto solicitado.

Morar em Portugal através da Cidadania Portuguesa

De início, cabe ressaltar: qualquer pessoa que tenha a nacionalidade portuguesa pode viver em Portugal. Na verdade, esse documento abre a possibilidade de morar em qualquer país da União Europeia, a partir do momento que você quiser: basta se mudar e avisar as autoridades locais a respeito da sua nova residência.

Vamos conferir agora, quais as possibilidade de morar em Portugal como cidadão português.

Nacionalidade portuguesa para filhos, netos e bisnetos
Uma das vias válidas para quem quer morar em Portugal é obter a nacionalidade portuguesa que pode ser passada para filhos, netos e até bisnetos de portugueses em alguns casos.

Nova Lei da Nacionalidade Portuguesa
Agora ficou ainda mais fácil morar em Portugal com a aquisição da nacionalidade portuguesa, sobretudo para os casos em que não é necessário mais comprovar vínculos com a comunidade portuguesa.

A nova Lei da Nacionalidade Portuguesa entrou em vigor em dezembro de 2020.

Nacionalidade portuguesa por casamento
É possível garantir a dupla cidadania para viver em Portugal caso você preencha um desses dois critérios: ser uma mulher que tenha se casado com um cidadão português antes de 03/10/1981; estar casado (a) ou em união estável com um cidadão português há mais de 3 anos.

Em ambos os casos, será necessário atualizar o estado civil do cônjuge português junto às autoridades portuguesas, através da transcrição da Certidão de Casamento. Assim, o seu casamento passa a valer também para o estado português.

Morar em Portugal com Nacionalidade Portuguesa sendo descendente de Judeu Sefardita
Além das opções citadas acima, de ter direito como filho, neto ou bisneto de português, ou então através do casamento ou união estável, o brasileiro pode morar em Portugal também se for descendente de Judeus Sefarditas.

Como morar em Portugal com Visto de Residência?
Existem outras opções para morar em Portugal, que não seja através da nacionalidade portuguesa, que são os vistos de residência.

De acordo com muitos brasileiros que já residem em terras lusitanas, morar em Portugal é bom e seguro, principalmente em razão da qualidade de vida e dos baixos custos em vários serviços gerais.

Por isso, observe os procedimentos para a aquisição de diferentes vistos e verifique se essas informações se adequam ao seu perfil.

Leia mais aqui

Fonte: Portal Nacionalidade Portuguesa

3 destinos internacionais para sua família, por La Moneta Câmbio

3 destinos internacionais para sua família, por La Moneta Câmbio

Foto: Instagram La Moneta

Listamos 3 opções para que você possa escolher o local ideal para criar novas e deliciosas lembranças com os pequenos.⠀

Cancun (México): as praias paradisíacas podem ser o cenário ideal para quem gosta de curtir as férias aproveitando o mar e tomando um sol, enquanto as crianças brincam na areia.⠀

Bariloche (Argentina): os parques nacionais e mirantes da região fazem parte do pacote de passeios inesquecíveis. Vale a pena a experiência.⠀

Orlando (Estados Unidos): considerada a capital mundial da diversão, está repleta de parques de diversão para fazer a sua alegria e a da criançada.⠀
⠀⠀
O que achou das nossas dicas?

Ficou com vontade de se programar para visitar?⠀

Nossos serviços:​⠀⠀
Compra e venda de moeda estrangeira | Cartão de viagem pré-pago | Transferências internacionais | Seguro viagem

Sobre a La Moneta
A La Moneta Câmbio foi fundada em 2016, trabalhando com a parceria da Conecta Corretora de Câmbio Ltda.

Se destacam no mercado de Câmbio pela excelência na prestação de serviços nas áreas de câmbio turismo (compra e venda de moedas estrangeiras, cartões pré-pagos , seguro viagem e chip internacional) e Remessas Internacionais (do e para o exterior).

Possuem o SELO ABRACAM de Conformidade e nossos profissionais também possuem o Certificado ABT1 (para profissionais que trabalham em Instituições autorizadas pelo BCB).”

Contatos:
85 3224-6296
85 3224-7992

Fonte: La Moneta

Pablo Ribeiro, CFO do Grupo Fornecedora, sócio CBPCE, se torna Delegado do setor VI da ABRAFORTE

Pablo Ribeiro, CFO do Grupo Fornecedora, sócio CBPCE, se torna Delegado do setor VI da ABRAFORTE

Foto: Instagram Grupo Fornecedora

Pablo Ribeiro, CFO do Grupo Fornecedora, e sócio da CBPCE, é o novo Delegado Setor VI da ABRAFORTE Associação Brasileira Dos Distribuidores New Holland.

“Estamos felizes por fazer parte dessa família e levar a expertise do Grupo Fornecedora e trabalhar temas estratégicos e operacionais para o desenvolvimento e aprimoramento de soluções.” completou Pablo.

O objetivo é impactar no crescimento dos negócios e no valor da marca para clientes, parceiros e colaboradores.

Sobre o Grupo Fornecedora
Cada vez mais forte, a Fornecedora consolidou-se ao longo de 60 anos como referência no setor, repleta de conquistas, crescimentos e realizações.

Oferecendo produtos e serviços para a construção pesada e indústria, a empresa é representante exclusiva no Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí e Paraíba das marcas Atlas Copco, Case, Dynapac, Manitou, Metso Minerals, Ticel e Yale Empilhadeiras. Com alta produtividade, qualidade e tecnologia de ponta, as marcas representadas são líderes mundiais nos mais diversos segmentos.

CONTATO:
Endereço: Rodovia BR 116 Km 6.5 , nº 2524 — Cajazeiras
Telefone: +55 85 3366-1222
E-mail: contato@fornecedoramaquinas.com.br
Site: www.fornecedoramaquinas.com.br

Fonte: Grupo Fornecedora

Pecém e a diversificação de cargas em 2022

Pecém e a diversificação de cargas em 2022

Foto: divulgação

Fim do ano chegou e mesmo com os desafios para o mercado da logística que vem enfrentando os contratempos do mundo pós-pandemia, de um ano com uma eleição presidencial super concorrida e polarizada e da copa do mundo, consideramos que 2022 foi um ano positivo dentro das expectativas das nossas operações, pois ampliamos os contratos com o hub da China, tivemos um aumento na diversificação de cargas no Porto do Pecém que, bateu recordes de exportação de rochas e assim atingiu a marca histórica de mais de 60 mil toneladas exportadas pelo Ceará em 2022.

Esse extraordinário crescimento foi possível, porque investimos em importação, instalação e operação de equipamentos modernos, qualificação da mão de obra e em inovação de transporte e da movimentação dessa carga. E também pela ousadia dos empresários da mineração, que, há quatro anos, investem na pesquisa, na extração e no beneficiamento das rochas ornamentais. Ressalto que a capacidade do Porto do Pecém hoje, deve ser um incentivo para que mineradores inclusive de outros estados utilizem o canal para escoar a produção para outros países.

O Porto do Pecém já se consolidou como hub de produtos siderúrgicos e destaco que diariamente são realizadas movimentações de cargas, como: bobinas e placas de aço, peças de pneus OTR (off the road), granéis de exportação e importação com produtividade e respeito ao meio ambiente, peças para renovar a tecnologia dos materiais eólicos, como: torres eólicas onshore, composta com pás, torres, geradores e outros componentes, fertilizantes em big bags.

E logo no primeiro trimestre de 2023, a expectativa é que o Ceará inicie a exportação de mármores e granitos para a China, ampliando ainda mais os negócios com o mercado dos chineses. Acreditamos que a logística do nosso Ceará neste novo ano, se mantenha neste ritmo de crescimento, batendo recordes e que continue avançando em passos acelerados com a instalação do hub de Hidrogênio Verde no Complexo Portuário do Pecém, em um regime diferenciado da Zona de Processamento de Exportação do Ceará (ZPE) que já conta com 22 memorandos de entendimento assinados, dois desses já evoluíram para pré-contratos, sendo o último deles assinado com a multinacional norte-americana AES. Pois sabemos que o nosso estado ganhará ainda mais destaque por sua superpotência em viabilizar a transição energética mundial.

Carlos Alberto Nunes é gerente Comercial Tecer Terminais

Sobre a Tecer Termianais

Operador Portuário especializado na criação e execução de planos operacionais viabilizando as movimentações de cargas. Atuando nas movimentações de carga geral, carga de projetos e graneis sólidos.

Contatos:
Telefone: +55 85 3315-1415
Email: comercial@tecerterminais.com.br
Site: www.tecerterminais.com.br

Fonte: Diário do Nordeste

Brasil entre os países com o maior número de participantes no PNAID 2022

Brasil entre os países com o maior número de participantes no PNAID 2022

Foto: divulgação

Centenas de participantes estiveram em Fátima, entre os dias 15 e 17 de dezembro, durante a edição 2022 dos Encontros do Programa Nacional de Apoio ao Investimento da Diáspora (PNAID), uma iniciativa promovida de forma conjunta pela Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas e pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional de Portugal. O evento foi coorganizado pela Câmara Municipal de Ourém e pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, em parceria com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.

Segundo os organizadores do certame, que ficou marcado pela presença de diversas autoridades nacionais e internacionais, houve cerca de 750 participantes. Ao todo, 182 inscritos eram provenientes do estrangeiro, incluindo empresários, associações e jovens lusodescendentes. Trinta e cinco países fizeram-se representar. A maioria dos participantes veio de países como França, Brasil, Suíça, EUA, Angola, Luxemburgo, Moçambique, Alemanha, Cabo Verde e Reino Unido. 52% dos inscritos eram empresas e/ou empreendedores e 10%, entidades do apoio ao empreendedorismo e/ou apoio ao Investimento. Os painéis reuniram 151 intervenientes ativos, oradores.

Durante o seu discurso, e na presença do ministro das Comunidades de Cabo Verde, Jorge Santos, e da Comissária Europeia para a Coesão e Reformas, Elisa Ferreira, o Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Paulo Cafôfo, sublinhou a importância desta iniciativa.

“(…) é com enorme satisfação que aqui vejo empreendedores empenhados em apostar em Portugal, onde não residem, mas onde o seu coração mora. Esta iniciativa agregou, durante estes dias, as comunidades empreendedoras da nossa diáspora, em partilha próxima com empreendedores locais, associações empresariais, autarquias e muitos membros do governo”, disse Cafôfo, que reiterou que “o PNAID congrega 15 áreas governativas sobre o desígnio comum de atrair investimento da diáspora e fazer das nossas comunidades um fator de promoção e afirmação de Portugal, apoiando as exportações e a internacionalização das empresas, enquanto contribuímos para a coesão territorial e fixação de pessoas e negócios nos territórios do Interior”.

Este governante destacou que o governo de Portugal atribuiu mais de 240 estatutos de investidor da diáspora e lançou programas de incentivo ao investimento e criação de emprego com discriminação positiva para a diáspora. Foram apoiados mais de 118 projetos, que correspondem a um potencial superior a 111 milhões de euros de investimento em Portugal, sobretudo no Interior do país. Fortaleceu-se os mecanismos de apoio ao Investidor da Diáspora em conjunto com as Comunidades Intermunicipais, Áreas Metropolitanas, Municípios e associações, reforçou-se o Gabinete de Apoio ao Investidor da Diáspora (GAID) e foi criada a Rede de Apoio ao Investidor da Diáspora envolvendo mais de 300 entidades.

O Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas revelou ainda que pretende, já no próximo ano, desenvolver um Fórum Empresarial da Diáspora na África do Sul, reunindo a comunidade portuguesa de empresários bastante extensa e influente que ali reside e investe”.

Por seu turno, a Secretária de Estado do Desenvolvimento Regional de Portugal, Isabel Ferreira, mencionou que os Encontros PNAID 2022 ajudaram a “fortalecer a aproximação de Portugal à Diáspora e da Diáspora a Portugal, caminhando para almejar o duplo objetivo do Programa Nacional de Apoio ao Investimento da Diáspora (PNAID), que consiste em fomentar o regresso e fixação de pessoas e empresas, e em reforçar a internacionalização da economia, produtos e serviços portugueses através da diáspora”.

“Acreditamos que os Encontros permitiram dar mais um importante passo rumo à alavancagem do potencial de talentos da diáspora em prol do desenvolvimento sustentável e equilibrado de Portugal e para uma maior coesão territorial”, sugeriu Isabel Ferreira.

Diáspora lusa no Brasil marcou presença

Diversos nomes do cenário associativo português, empresarial e político do Brasil participaram no PNAID em Fátima. A nossa reportagem conversou com alguns destes responsáveis para perceber a imagem que os Encontros deixaram e que resultados foram alcançados.

Flávio Martins, presidente do Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CP-CCP) e conselheiro das comunidades portuguesas eleito pelo Rio de Janeiro explicou a presença no evento por parte da entidade que preside.

“Estivemos no PNAID como observadores e foi possível acompanhar os projetos que existem para a Diáspora e para a valorização do Interior de Portugal, além de trocarmos experiências com empresários portugueses que atuam dentro e fora do país. Talvez no Brasil e na América do Sul este projeto não tenha muito efeito, mas percebo que o público da Europa e da América do Norte tem um grande interesse. Muitos empresários portugueses que vivem nesses países querem investir em Portugal, que tem, hoje, até mesmo por conta do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), uma dotação orçamentária vinda da União Europeia expressiva e que poderá ser utilizada dentro do PNAID. Há ainda a possibilidade de haver um subsídio por parte do Estado português para que esses empresários possam investir no país, especialmente no Interior, região de onde partiu a maior parte dos imigrantes que foram para o Brasil. Acredito que seja uma oportunidade. Muitas vezes a informação não é capilarizada e não chega a todos da maneira devida”, afirmou Flávio Martins.

Alexandre Mendes, presidente da Associação de Portugueses do Espírito Santo, reiterou que “existe interesse em trazer cada vez mais investimentos para Portugal e de ajudar a auxiliar a economia do país e a geração de renda e de emprego, o que é muito importante”.

“Há, hoje, muito investimento de empresários do Espírito Santo em Portugal. O PNAID é um projeto brilhante”, disse Alexandre Mendes.

Já Paulo Porto Fernandes, ex-deputado na Assembleia da República portuguesa, eleito pelo círculo de fora da Europa, avaliou que “o PNAID foi um grande projeto do governo de Portugal que trouxe a possibilidade de investimento no país”.

“Atualmente, temos um grande benefício que é a questão tributária que possibilita, por exemplo, através do PNAID, que o cidadão pague 50 por cento de imposto nos primeiros anos. A nossa diáspora tem um grande potencial. Vivi na diáspora e mantive contato com as nossas comunidades pelo mundo. Tenho a certeza de que este projeto vai ser um grande diferencial para a nossa comunidade”, comentou Paulo Porto Fernandes.

Na condição de presidente da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro, António Fiúza aproveitou o evento para atualizar as informações empresariais entre Brasil e Portugal.

“Estarmos neste encontro da diáspora, e por sermos uma entidade com associados brasileiros e portugueses, é um momento marcante e importante, sobretudo, para estreitar laços entre Portugal e Brasil. Há um fluxo crescente e contínuo de brasileiros e lusodescendentes em Portugal, país que é muito atrativo para os investidores, até porque serve como porta de entrada para a Europa e para o mercado da CPLP e PALOP. Acredito que esse fluxo continuará a crescer”, afiançou Fiúza.

Carlos Lopes, presidente da Câmara Portuguesa de Minas Gerais, disse reconhecer a importância do tema e recordou ter participado nas últimas três edições do evento.

“São importantes e interessantes os instrumentos colocados à disposição da Diáspora no sentido de incentivar a investir no seu país de origem. Percebo a razão pela qual o PNAID ocorre em Portugal em dezembro, contudo, parece-nos que estamos muito longe de alcançar uma parte considerável de potenciais investidores da Diáspora, para o qual as Câmaras de Comércio poderão ser parceiras estratégicos para ações locais”, disse Carlos Lopes, que, apesar dos apontamentos positivos, contestou o “pouco protagonismo” que a comunidade portuguesa no Brasil recebeu por parte do evento.

“O Brasil esteve presente através das Câmaras de Minas Gerais, do Rio de Janeiro e da APES do Espírito Santo. E, tendo presente um número considerável de pessoas da Diáspora, não percebi um registo, uma nota relevante em relação ao Brasil por nenhum dos interlocutores. Talvez, o facto de o Brasil não ter um representante “próprio” na Assembleia da República seja a razão para tal omissão, algo a que todos os partidos com presença no parlamento português devem prestar atenção. Afinal, o Brasil representa, atualmente, sob vários pontos de vista, o principal ‘banco’ português de pessoas e importantes e estratégicos investimentos com origem no nosso território. O PSD e o PS têm particular responsabilidade neste quesito, haja vista o histórico das suas votações e assumem particular importância quando analisamos os nomes que escolhem para as posições em questão. O Paulo Porto Fernandes vinha a desenvolver um trabalho notável e deveria ter sido cabeça de lista”, defendeu Carlos Lopes.

Também proveniente de Minas Gerais, Marco Borges, conselheiro das comunidades portuguesas eleito por esse estado brasileiro e procurador no Brasil, avançou que investir em Portugal é algo que já acontece há algum tempo por parte dos empresários luso-brasileiros e que é preciso apostar ainda mais nesse público.

Na visão da equipa da Sociedade de Advogados Pinto Machado, com sede no Brasil e em Portugal, “existem hoje muitas oportunidades de investimento em Portugal para a diáspora portuguesa que está no Brasil. Temos auxiliado empresários que estão a investir em Portugal em várias áreas. Um dos nossos focos é garantir que todas as etapas são tratadas dentro da legalidade e que a documentação pertinente está a ser cuidada”.

Adriano Machado e Ana Sofia Pinto, sócios no escritório Pinto Machado, sublinham que, “atualmente, muitos empresários luso-brasileiros procuram os nossos serviços para investirem em Portugal nas áreas das energias renováveis, tecnologia, entre outros ramos. Esperamos que Brasil e Portugal possam ser cada vez mais bons exemplos de integração das suas comunidades”.

Apostar em quem “escolhe” Portugal

O número de brasileiros que tem procurado Portugal como um novo país para estudar, trabalhar e estabelecer residência cresceu nos últimos anos. Segundo dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) do país, entre janeiro e junho deste ano, foram emitidas 47,6 mil novas autorizações de residência para cidadãos do Brasil, o que representa um aumento superior a 23% nestes seis meses, quando comparado ao final de 2021.

Mais de 250 mil pessoas já tomaram essa decisão e esse número pode ser ainda maior, uma vez que os que possuem dupla cidadania, portuguesa e brasileira, ou encontram-se em situação irregular não fazem parte desta estatística. Levantamentos indicam que mais de 10% da população brasileira, cerca de 25 milhões de cidadãos, têm origem portuguesa e podem ter direito à nacionalidade lusa.

Nessa dinâmica de investimentos em Portugal, além das linhas de apoio já anunciadas pelo governo português, existe o Programa Regressar, que oferece auxílio, em vários níveis, para os portugueses que querem voltar à casa.

“Sendo uma iniciativa de valorização das comunidades portuguesas, que promove o investimento da diáspora, em especial no Interior do país, bem como as exportações e a internacionalização das empresas nacionais através da diáspora, conseguiu-se, no mesmo espaço físico, reunir sinergias para que o Programa Regressar, que faz parte da agenda Nacional e se constitui como uma Prioridade do Governo para apoiar o regresso dos nossos emigrantes portugueses, otimizar algumas parcerias junto dos diferentes parceiros e investidores”, mencionou José Albano, diretor-executivo do Ponto de Contacto para o Regresso do Emigrante – Programa Regressar.

Este responsável frisou também que os Encontros PNAID “permitiram uma enorme interação social, bem como uma diversificação de sessões temáticas, onde foi possível apresentar a natureza, objetivo, medidas e benefícios do Programa Regressar aos diferentes parceiros presentes. Houve uma excelente organização, que deve, no futuro, alargar o seu âmbito de intervenção a outros ministérios, nomeadamente ao do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, aproveitando as dinâmicas nacionais e as políticas de apoio existentes para a Criação de Empresas, aproveitando igualmente o Regime Fiscal aplicável a ex-residentes, com a tributação de apenas 50% dos rendimentos com duração de cinco anos (1º ano e 4 seguintes)”.

A nossa reportagem acompanhou algumas conversações entre a equipa do Regressar e as direções regionais das Comunidades dos Açores e da Madeira, no sentido de viabilizar o funcionamento do programa nas regiões autónomas. Uma decisão já tomada a nível governamental, mas que depende ainda de definições do ponto de vista prático e de ações. Sabemos também que o Brasil é hoje prioridade na promoção do Regressar no mundo.

E se os arquipélagos portugueses estão disponíveis para receber investimentos da diáspora, a mão de obra estrangeira e a migração legal são também avaliadas positivamente pelos governos reginais.

José Andrade, diretor regional da Comunidades no governo dos Açores, reitera que o arquipélago e os seus governantes “dedicam uma atenção muito especial à essa relação institucional, social, cultural e econômica com o Brasil” e que “há muitas pessoas a contribuir para que isso seja possível”.

Por fim, Paulo Diniz, diretor executivo da Fundação (AEP) – Associação Empresarial de Portugal, entidade promotora da Rede Global da Diáspora, afirmou que “um dos objetivos do PNAID e da própria Rede Global, é convidar os portugueses que estão no exterior a investirem em Portugal.

“E esse investimento é facilitado através do Programa Nacional de Apoio ao Investimento da Diáspora. Caminhamos ao lado dessa política pública”, finalizou Paulo Diniz.

Fonte: Mundo Lusíada

CBPCE participou de webinar sobre a internacionalização de empresas brasileiras para Portugal

CBPCE participou de webinar sobre a internacionalização de empresas brasileiras para Portugal

Foto: divulgação

Dia 13 de dezembro, a Federação das Câmaras Portuguesas apresentou o Global TEXsummit, projeto executivo, que tem a frente o empresário Manuel Azevedo, presidente da Global Trading Company, para mostrar a viabilidade e passos de Internacionalização de negócios entre Brasil e Portugal.

Na ocasião estiveram presentes 10 estados, AM, CE, GO, MT, MS, MG, RS, SC, SP, SE.

O projeto tem o objetivo de estabelecer as diretrizes estruturais para criação de um ambiente comercial positivo de marcas e produtos do setor têxtil, confecções e calçados no trade internacional.

Para mais informações sobre o Global TEXsummit os interessados devem enviar e-mail para contato@fcpcb.com.br

Fonte: FCPCB

Asfaltos Nordeste é a nova sócia mantenedora da CBPCE

Asfaltos Nordeste é a nova sócia mantenedora da CBPCE

Foto: divulgação

A Asfaltos Nordeste Ltda foi Fundada em 01/05/1997, situada no Município de Maracanaú no Estado do Ceará, vem atuando com excelência desde sua fundação no segmento petroquímico de produção e distribuição de produtos asfálticos, sendo uma das principais clientes da LUBNOR, na Região Nordeste.

A Asfaltos Nordeste produz e distribui os seguintes produtos: Cimento Asfáltico de Petróleo CAP 50/70; Asfalto Diluído de Petróleo CM-30; emulsões asfálticas convencionais; emulsões asfálticas modificadas por Polímero Elastomérico e Cimento Asfáltico de Petróleo Modificado por Polímero Elastomérico.

A empresa possui laboratório modernizado e equipado para testes e análises de sua produção, garantindo a qualidade de seus produtos, a satisfação de seus clientes e também por meio de assistência técnica na aplicação e uso.

Além disso possui uma frota própria de 37 caminhões, atendendo toda a Região Nordeste e parte da Região Norte.

Contatos:
Telefone: 85 3311-2844
Email: comercial@asfaltosnordeste.com.br
Site: www.asfaltosnordeste.com.br

Fonte: Asfaltos Nordeste

José Clerton de Oliveira Martins é o novo sócio da CBPCE

José Clerton de Oliveira Martins é o novo sócio da CBPCE

Foto: arquivo pessoal

Psicólogo, mestre e doutor em Psicologia pela Universitat de Barcelona (Espanha). Realizou estágio Pós-doutoral na Universidad de Deusto – Espanha (2005/06) com bolsa CAPES, onde estudou a potência do ócio para o Desenvolvimento Humano no Trabalho e na Universidade de Aveiro- Portugal (2018/19) onde desenvolveu estudos sobre Cartografia dos Estudos Culturais.

É especialista em Gestão de Recursos Humanos, Gerência do Marketing e Cultura Folclórica. Atua como psicólogo clínico e professor Universitário. Integra, atualmente o colegiado do Programa de Pós-graduação em psicologia da Universidade de Fortaleza, onde é professor titular na linha de investigação sobre Processos de trabalho e saúde.

Entre 2012/2013 foi professor catedrático da Universidade de Aveiro, no seu Doutorado em Estudos Culturais. Atua nas temáticas: Ócio e desenvolvimento Humano, Estudos sobre dignidade no trabalho, estudos sobre cultura, clínica psicológica.

Contatos:
jclertonmartins@gmail.com

EDP produz a primeira molécula de hidrogênio verde no Brasil

EDP produz a primeira molécula de hidrogênio verde no Brasil

Foto: divulgação

A iniciativa aconteceu esta quinta-feira no Estado do Ceará, marca um importante passo na transição energética do Brasil e também do grupo EDP. Projeto de hidrogénio verde contribuirá para uma economia de baixo carbono.

A EDP Brasil produziu a primeira molécula de hidrogénio verde (H2V) na sua nova unidade de geração em São Gonçalo do Amarante, no Ceará, esta quinta-feira, 15 de dezembro. O desenvolvimento deste projeto é um importante marco para a produção de energia limpa no país e faz parte dos compromissos de transição energética da EDP a uma escala global.

A produção da molécula é a primeira etapa estratégica no desenvolvimento do projeto-piloto de hidrogénio no Complexo Termoelétrico do Pecém, cujo lançamento oficial decorrerá em janeiro de 2023. Envolvendo um investimento de 7,5 milhões de euros (42 milhões de reais), esta unidade de hidrogénio verde é a primeira do Estado brasileiro e também a primeira do grupo EDP.

Esta central de hidrogénio verde da EDP é um projeto de Pesquisa & Desenvolvimento da UTE Pecém que deve gerar combustível limpo com garantia de origem renovável, além de desenvolver um roadmap com análises de cenários de escalabilidade, considerando todos os elos da cadeia de produção do hidrogénio. Contempla ainda uma central solar com capacidade de 3 MW e um módulo eletrolisador de última geração para produção do combustível com garantia de origem renovável, com capacidade para produzir 250 Nm3/h do gás.

A iniciativa bem-sucedida contou com importantes parcerias, como a da Hytron, fornecedora da eletrólise, e, como executoras do projeto, além da EDP, o grupo GESEL (que avaliou cenários da escalabilidade da produção de H2, identificando a viabilidade económica, setorial e de mercado do projeto), a IATI, com o estudo de viabilidade técnica, e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

“Escolhemos o complexo de Pecém para abrigar a nossa primeira planta de hidrogénio verde no Brasil, porque reconhecemos que o Ceará reúne características estratégicas para protagonizar o processo de introdução do hidrogénio verde no país, seja pelo seu excecional potencial solar e eólico – fundamental para a produção do gás –, seja pela sua localização e excelente oferta de infraestrutura para o escoamento desse produto no mercado internacional”, afirma João Marques da Cruz, presidente executivo da EDP Brasil.

Com este projeto, a EDP Brasil insere-se de forma pioneira na geração de conhecimento sobre a área do hidrogénio renovável, no centro de uma vasta cadeia produtiva e de aplicação desse combustível – isso porque também é objetivo do projeto analisar a cadeia produtiva do gás, modelos de negócios, parcerias estratégicas com indústrias e adaptações em mobilidade utilizando o hidrogénio.

Fonte: EDP