“O Ceará é um paraíso”, diz CEO do maior parque de tecnologia de Portugal

“O Ceará é um paraíso”, diz CEO do maior parque de tecnologia de Portugal

Foto: divulgação

Para Eduardo Correia, CEO do Taguspark, maior parque de tecnologia de Portugal, o Ceará é um paraíso. Já tendo ido ao Estado algumas vezes, ele visitou o Complexo do Pecém neste ano. Das impressões que ficaram, em síntese, ele destaca ser um lugar de desafios e oportunidades.

“Há muitos anos vou ao Ceará, primeira vez que fiz kitesurf foi no Cumbuco. O Ceará é um dos paraísos no mundo e merecia ser mais bem cuidado. Há muito trabalho a ser feito. Nós podemos olhar para a realidade e ver oportunidades ou ameaças. Sou um otimista, um otimista lutador”, diz.

Ele destaca os atrativos locais do Estado, como localização, clima e fontes de energia renovável. Entre as coisas que o impressionaram na visita ao Pecém, ele destaca o número de mulheres em postos de lideranças. Por outro lado, lamenta o volume de lixo no trajeto até Fortaleza.

Eduardo Correia acredita que o Ceará seria um bom lugar para o que chama de cidade do conhecimento, como o Taguspark se identifica, que poderiam se articular em rede. O nascimento dessa estrutura, diz, depende, em primeiro lugar, de vontade política. Depois de um terreno “que permita olhar para o futuro”, visão estratégica, um campo universitário e instituições âncoras. Assim se constituiu o Taguspark, com 16 mil profissionais em 160 empresas, entre elas gigantes como Google, LG e Millenium BCP.

Revitalização

O parque integra um processo de revitalização de Oeiras, município vizinho à Lisboa. Com 1,7% da população de Portugal, ele responde por 17% do PIB, detendo o maior PIB per capita do País. “O que aconteceu em Oeiras nos últimos 40 anos é um benchmarking para sociedades que estão com desequilíbrios sociais e econômicos”, conclui.

“O Tagus é uma inspiração para outras regiões. O Ceará, por exemplo, tem entre os seus clusters prioritários o Polo de Inovação. Empresas de base tecnológica têm despontado nos últimos anos e, junto ao turismo, alavancam a economia do País”, explica o presidente da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), Francisco Rabelo, que visitou o Taguspark nesta terça-feira.

A Adece integra a Missão Web Summit, promovida pela Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil (FCPB), Atlantic Hub e No Gap, com agenda de visitas ao ecossistema de inovação português, em consonância ao Web Summit, maior evento de inovação da Europa, que acontece até sexta-feira. No ano que vem, a convenção será no Rio de Janeiro.

FCPCB
O presidente da FCPC, Armando Abreu, avalia que o Ceará tem todas as condições para sediar uma cidade do conhecimento no modelo do Taguspark. “As administrações (Governo do Ceará) tiveram a inteligência de continuar as políticas de atração de investimentos. Com o resultado das eleições, podemos dizer que os astros estão alinhados”, brinca ele, que também é presidente da Qair Brasil e dono da Braselco.

Para Armando, o primeiro passo foi dado com a visita de Eduardo Correia ao Complexo do Pecém. “Ainda não houve uma conversa direta, mas uma sementinha foi plantada”, ele afirma. O parque cearense, explica, não precisa ter a mesma marca do português. O importante é o conceito, o de cidade do conhecimento, como se posiciona o Tagus.

*A jornalista viajou com apoio da Federação das Câmaras Portuguesas, Apex Brasil e Vila Galé

Fonte: O Otimista

M. Dias Branco compra empresa uruguaia Las Acacias em sua primeira aquisição internacional

M. Dias Branco compra empresa uruguaia Las Acacias em sua primeira aquisição internacional

Foto: divulgação

Valor do negócio não foi divulgado pela companhia; VP afirma apenas que operação ‘não vai consumir caixa’

A M. Dias Branco segue a todo vapor nas compras. Depois de adquirir a empresa brasileira Jasmine (por valor não revelado pela companhia), a dona de marcas como Piraquê e Adria anuncia nesta segunda-feira, 31, a aquisição de 100% da Darcel S/A, que tem como principal empresa a Las Acacias, uma das três principais empresas do Uruguai no mercado de massas. A aquisição foi feita por meio da Latinex, empresa controlada pelo grupo brasileiro. O foco, com a transação — além de fincar os pés em território estrangeiro — é trazer uma oportunidade de diversificação de receita em moeda estrangeira. Hoje, 60% do custo da M. Dias Branco está em dólar (principalmente por causa de commodities) e, a receita, praticamente inteira em reais. Partir para outros países, portanto, traz alguma proteção cambial, num olhar além dos fatores puramente operacionais. Hoje, para dar uma visão geral sobre a presença internacional, a M. Dias Branco já exporta seus produtos para mais de 40 países — com um portfólio pequeno e bastante específico para cada região. No Uruguai, as maiores marcas eram Piraquê e Nikitos.

O valor da compra, mais uma vez, não foi revelado. A M. Dias Branco afirma que a empresa adquirida fatura R$ 120 milhões por ano e tem uma margem Ebitda de 14%. Em relação ao pagamento, a afirmação oficial é de que pagou “múltiplos em linha com os de mercado”, sendo parte à vista e parte a ser pago em 2024. Os recursos, vale destacar, não vieram do caixa da empresa. Gustavo Lopes Theodozio, vice-presidente de Controladoria, Investimentos e RI da M. Dias Branco, explica ao EXAME IN que o dinheiro para a compra veio a partir de uma linha de empréstimos com bancos brasileiros, numa dívida em reais.

Essa linha de endividamento foi contraída durante o terceiro trimestre e deve aparecer nas demonstrações financeiras a serem divulgadas no dia 11 de novembro. A companhia encerrou o segundo trimestre com caixa de R$ 0,7 bilhão e endividamento bruto de R$ 1,7 bilhão, com uma alavancagem, portanto, de 1,3 vez.

O processo de compra não teve nenhum advisor, diferentemente do processo da Jasmine. A oportunidade foi identificada a partir dos contatos que a companhia mantém periodicamente e de um esforço conduzido desde dezembro do ano passado com executivos da M. Dias Branco mapearem o mercado do Cone Sul. “Fizemos um investimento para entender esses mercados, em janeiro falamos com alguns potenciais vendedores e fechamos agora em novembro. Foi um processo conduzido basicamente com as equipes de exportação, em que avaliamos market share e qualidade dos produtos e, depois, entramos em contato com as empresas. Um processo 100% in house”, afirma Theodozio.

Um dos fatores que chamou a atenção da companhia em relação a Las Acacias tem a ver com a solidez da empresa uruguaia. Fundada há setenta anos — uma idade similar à da própria M. Dias Branco — a empresa, que até então era familiar e estava sob o comando da segunda geração, tinha resultados consistentes de faturamento e margem, bem como a falta de um sucessor da terceira geração para comandar os negócios. Unindo estes fatores com o apetite da companhia brasileira por expansão, as conversas começaram e desembocaram na transação anunciada hoje.

A transação guarda um processo curioso em relação ao que se está acostumado a ver em solo brasileiro. Por aqui, há o ‘rito’ comum de anúncio de compra e de submissão ao Cade, processo que pode levar até um mês para ser concluído. Neste caso, a empresa brasileira já anuncia a compra e a tomada do efetivo controle — uma vez que já passou pelo equivalente ao Cade no Uruguai. Tudo isso para dizer que: é ‘já’ o momento em que a M. Dias Branco assume efetivamente a gestão da Las Acacias e os resultados da empresa uruguaia já devem aparecer nas demonstrações financeiras a serem divulgadas em novembro.

Os atuais controladores, com o acordo, ficarão no negócio por um período de até dois anos e depois serão sucedidos por um mix de executivos brasileiros da M. Dias Branco com profissionais que já atuam localmente. A empresa brasileira já tem uma equipe comercial no Uruguai há três anos, uma ‘força’ que deve se juntar à da Jasmine no país para fazer parte da Las Acacias. Por fim, algum executivo da área financeira da empresa brasileira deve se juntar à equipe local.

O que esperar após a aquisição
Hoje, a Las Acacias tem um amplo portfólio de massas secas, composto por cortes longos e curtos com ovos, sêmola de trigo duro, integrais e instantâneos, produzidos em planta própria instalada em Montevidéu, onde também fica o centro de distribuição. A região, aliás, é próxima à do próprio centro de distribuição da própria M. Dias Branco, em Bento Gonçalves.

A ideia, a partir da aquisição, é conseguir repassar à Las Acacias alguma escala na compra de insumos para produção. Fábio Cefaly, diretor de RI e Novos Negócios da M. Dias Branco, e Theodozio, explicam que o Uruguai, hoje, há apenas um único dono de moinhos.

“Se você tem uma empresa de massas, é obrigado a comprar somente daquele fornecedor. Agora, temos a oportunidade tanto de trazer mais escala para a empresa adquirida quanto de sermos mais competitivos em Montevidéu. Se tivermos custos melhores, podemos eventualmente importar farinha, uma vez que, no Mercosul, as vantagens tributárias podem impulsionar a nossa competitividade”, afirmam.

De todo modo, a ideia da M. Dias Branco não é a de seguir um caminho similar ao que foi feito com a Piraquê e com a Jasmine, por exemplo. Leia-se: não vai dobrar o faturamento da nova empresa dentro do grupo. O foco, com a compra, é o de ‘testar mercado’, dar o primeiro passo rumo à expansão internacional da empresa — e, é claro, aproveitar a capacidade de comprar trigo em melhores condições, olhando para a eficiência operacional, do que a empresa uruguaia conseguia fazer antes.

Questionados a respeito de futuras aquisições ainda em 2022, os executivos afirmam que estão permanentemente olhando oportunidades, não só na América Latina. Por enquanto, ainda não há nada que possa ser divulgado. O que a empresa reforça é que as compras seguem o racional de três pilares: saudabilidade e nutrição, indulgência e praticidade. “Eles se somam à expansão internacional e ao valor agregado. Esse é nosso mundo de M&A”, diz Theodozio. Nos últimos 12 meses, a companhia fez três aquisições: a da Latinex, da Jasmine e, agora, da Las Acacias.

Importante entender que o racional das aquisições também está conectado com a estratégia de crescimento da M. Dias Branco, que também se baseia em outros dois pilares: crescimento no Brasil e entrada em novas categorias. A empresa uruguaia traz principalmente o último ponto, com a oportunidade de a M. Dias Branco atuar em uma linha de produtos que não comercializava antes: a de molho para macarrão. Antes, a empresa brasileira tinha no portfólio apenas a Frontera, que vende molhos para comida Tex-Mex. “É uma aquisição com um portfólio bastante ‘premium’ do lado de massas também, como lasanha e o Mac n’ Cheese americano, por exemplo”, diz o executivo.

Isso não quer dizer que a empresa não contribua, ainda que de forma tímida, para o Brasil. Os produtos da Las Acacias são comprados principalmente no sul do país – tendo a rede de supermercados Záffari como o principal exemplo comprador.

Falando em futuro no Brasil, as expectativas dos executivos para o lado de cá também são positivas. Um dia depois da definição da presidência no Brasil, eles explicam que a empresa já tinha projetado cenários para ambos os casos de vitória e que não teve de mudar nenhum plano para o futuro.

“Nos dois casos, havia a promessa de manutenção dos auxílios, que é o que interfere no poder positivo e aquisição de alimentos. Estamos já trabalhando no orçamento do ano que vem e não tivemos de fazer nenhuma mudança nesse sentido. Estamos preparados”, afirmam.

Fonte: Exame.com

José Maria Zanocchi, sócio da CBPCE e membro do CMA participou do programa de associação ao Chartered Institute of Arbitrators

José Maria Zanocchi, sócio da CBPCE e membro do CMA participou do programa de associação ao Chartered Institute of Arbitrators

Foto: arquivo pessoal

José Maria Zanocchi, sócio da CBPCE pela MZG Advogados e membro do Centro de Mediação e Arbitragem da CBPCE, recentemente participou do programa de associação ao Chartered Institute of Arbitrators (CIArb) que aconteceu no Centro de Arbitragem e Mediação da Câmara de Comércio Brasil-Canadá no Brasil (CAM-CCBC), em São Paulo.

“Uma semana intensa em que tivemos a oportunidade de interagir com árbitros de renome como tutores e alguns profissionais destacados sobre técnicas de ponta em arbitragem comercial internacional” falou Zanocchi.

O CIArb é um centro internacional de excelência para a prática e o exercício de resolução alternativa de disputas (ADR). O Instituto oferece educação e treinamento para árbitros, mediadores e juízes. Também atua como um centro global para praticantes, formuladores de políticas, acadêmicos e empresários do mercado, apoiando a promoção, facilitação e desenvolvimento global de todos os métodos de resolução alternativa de disputas. O CIArb tem 38 filiais que apoiam 16,000 membros em 133 países.

Sobre o CMA
O CMA-CE, como órgão institucional de gestão autônoma, tem a finalidade de coordenar os procedimentos de mediação e arbitragem em todos os tipos de controvérsias nas áreas que envolvam direitos patrimoniais disponíveis, conforme determinam as Leis n°. 9.307/96, 13.129/96, tratados e convenções internacionais que tiverem aplicação no território brasileiro, estando agora à disposição de toda a sociedade empresarial.

O Centro de Mediação e Arbitragem da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBP-CE) foi constituído no ano de 2015 e conta com o apoio da Federação de Indústrias do Estado do Ceará (FIEC). Veja mais aqui https://cbpce.org.br/cma/

Expolog 2022 debaterá a Logística Inteligente

Expolog 2022 debaterá a Logística Inteligente

Foto: divulgação

Maior feira de logística do Norte e Nordeste, a Expolog trará, de novo, empresas, investidores e especialistas nacionais e estrangeiros. Ela será realizada na forma presencial no Centro de Eventos.

Vem aí, nos dias 23 e 24 do próximo mês de novembro, a 17ª edição da Expolog, maior feira de logística do Norte e do Nordeste, um evento promovido pelo Diário do Nordeste.

A Expolog 2022, que se realizará de forma presencial, terá como palco o Centro de Eventos do Ceará.

O tema central do evento será “Logística Inteligente”.

Para realizar a Expolog deste ano, uniram-se o Instituto Future de Juventude, Promoção, Turismo, Cultura e Desenvolvimento Sustentável; o Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logística do Estado do Ceará (Setcarce); a Prática Eventos e a Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBP/CE).

Martha Gabriel, consultora e professora especialista nas áreas de negócios, tendências e inovação na América Latina, fará a palestra magna de abertura da Expolog, abordando a Logística Inteligente.

Co a presença de empresas e investidores nacionais e estrangeiros, a Expolog 2022 retomará as rodadas de negócios presenciais da feira, que terá o apoio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Trabalho do governo do Ceará.

A feira promoverá, no dia 25 de novembro, visitas técnicas aos principais players de logística do Estado. A expectativa dos organizadores é que sejam movimentados cerca de R$ 500 milhões em negócios, durante os dois dias da Expolog.

Fonte: Diário do Nordeste

Portugal vai investir 19,5 ME na criação de serviços consulares ‘online’ – MNE

Portugal vai investir 19,5 ME na criação de serviços consulares ‘online’ – MNE

Foto: divulgação

No último dia 31, o ministro dos Negócios Estrangeiros anunciou um investimento de 19,5 milhões de euros em 2023, para que portugueses no estrangeiro possam aceder a serviços consulares através de aplicativos eletrônicos, e um aumento do número de funcionários neste setor.

“Estamos a trabalhar no ‘Consulado Virtual’, que permitirá aos nossos concidadãos nas comunidades acederem a muitos serviços consulares através de aplicações eletrônicas”, explicou João Gomes Cravinho, ouvido no Parlamento no âmbito da apreciação, na especialidade, da proposta de Orçamento do Estado para 2023 (OE2023).

O chefe da diplomacia portuguesa destacou que uma “ambição importante” para 2023 diz respeito à “continuação do trabalho de melhoria do atendimento consular”.

João Gomes Cravinho apresentou três linhas de intervenção, a primeira relativa à disponibilização ‘online’ de serviços consulares.

“Muitos dos serviços que atualmente obrigam a deslocações em pessoa passarão a estar acessíveis através do telemóvel, da mesma forma que hoje em dia temos poucas necessidades de nos deslocarmos fisicamente aos bancos”, sublinhou.

Para isso, haverá em 2023 um investimento de 19,5 milhões de euros através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), adiantou.

O ministro dos Negócios Estrangeiros realçou que, no entanto, nem todos os cidadãos “pelo mundo fora têm facilidade de acesso a serviços digitais” e que “há certos serviços que continuarão a exigir uma presença física nos consulados”.

Para reforçar a capacidade consular local, João Gomes Cravinho anunciou outras duas linhas de ação, a segunda que passa pelo aumento do número de funcionários neste setor.

“Terminaremos o ano de 2023 com mais 249 efetivos do que no final de 2022, sendo a grande maioria deste aumento (nomeadamente 222 efetivos) para os serviços periféricos externos, muito em particular para os consulados”, atirou.

A terceira linha de ação diz respeito à necessidade de serem atualizadas as grelhas salariais quem “em numerosos países estão desajustados face ao custo de vida local”.

João Gomes Cravinho salientou que esta atualização é “essencial para a valorização dos funcionários consulares” para a atração e retenção de funcionários novos, “considerando o custo de vida, os salários e remunerações não podem ser iguais de posto para posto”.

“Nesta lógica iremos também implementar um novo mecanismo de correção cambial para fazer face a situações de inflação acentuada e degradação do câmbio em outros países”, adiantou ainda.

Com este orçamento, a despesa com pessoal aumenta 6,1%, com um reforço suplementar por definir em função das negociações sobre grelha salariais nos diferentes países, explicou também o governante.

Também no Parlamento o ministro dos Negócios Estrangeiros rebateu a ideia de que o ministério que tutela tenha uma redução orçamental para o próximo ano e que tenha perdido força com a transferência dos Assuntos Europeus para a esfera do Primeiro-Ministro.

“Este orçamento garante à nossa rede de embaixadas, e aos serviços do Ministério em Lisboa, condições financeiras para a execução da sua missão, nomeadamente com um acréscimo de dotação de 5,8 milhões de euros, passando de 490,4 milhões para 496,2 milhões de euros”, disse o ministro João Gomes Cravinho na sua intervenção inicial.

Sendo este o valor da dotação orçamental para despesa total consolidada que consta da proposta de Orçamento de Estado (OE) para 2023, o PSD fez a leitura tendo em conta as dotações, e nomeadamente uma redução de 26,1 milhões de euros em Fundos Europeus, o que se traduz globalmente numa redução de 4% do orçamento deste ministério para 2023 comparando com 2022.

A esta leitura, feita pelo deputado Tiago Moreira de Sá, acrescentou Ricardo Sousa, também do PSD, que há que ter em conta ainda a inflação “e, com tudo, a queda real é de 12%”, afirmou, pondo em causa a remuneração dos funcionários e dizendo que assim os lugares são “pouco apelativos”.

João Gomes Cravinho rebateu dizendo que poderá parecer que há um corte em relação a 2022 se for feita “uma leitura superficial do documento” e insistiu numa leitura completa.

“Estamos a falar de projetos que têm um início e um fim, e não de despesas contínuas e permanentes”, pelo que fica evidente que a leitura deve ser positiva e não negativa, porque “esses projetos com financiamento europeu tiveram (estão a ter) um elevado grau de execução em 2022, havendo em 2023 uma parte mais pequena dos projetos para concluir”.

O ministro rebateu também a ideia de que houve uma ”desconsideração política”, como disseram os deputados do PSD, ao ser retirado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros a área de Assuntos Europeus.

“É uma orgânica nova (em Portugal), mas que reflete uma realidade prática resultante do Tratado de Lisboa”, afirmou o ministro, assegurando que o trabalho que o secretário de Estado dos Assuntos Europeus tem a fazer é essencialmente com o primeiro-ministro, mas frisando que há uma articulação “excelente” entre todos.

Ainda sobre o OE2023, Gomes Cravinho sublinhou que é “um orçamento que cria condições para que o Ministério dos Negócios Estrangeiros desempenhe de forma cabal as suas funções em matéria de política externa, quer seja no que diz respeito às funções permanentes, quer seja no âmbito das missões mais pontuais que fazem parte do relacionamento externo” do país.

Será possível, garantiu, “corresponder às prioridades da política externa, aumentar as nossas atividades de cooperação, e continuar a promover a nossa ação cultural externa, melhorar os serviços consulares, e reforçar o apoio à internacionalização da nossa economia”.

Fonte: Mundo Lusíada

CBPCE realiza amanhã seminário sobre oportunidades de investimentos e o Visto Gold em Portugal

CBPCE realiza amanhã seminário sobre oportunidades de investimentos e o Visto Gold em Portugal

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A Câmara Brasil Portugal no Ceará e a Ra Brasil, com o apoio da Federação das Câmaras Portuguesas, convidam para participar do seminário “VISTO GOLD EM PORTUGAL | Cidadania Portuguesa através de Oportunidades de Investimento Imobiliário”, seguido de coquetel.

PROGRAMAÇÃO
16h – Abertura
16h15 – Apresentação RaBrasil
Mariana Monteiro – Business Development
Teresa Archer – Business Development
17h – Apresentação Parceiro IAS (Consultores de imigração para investimento em Portugal para o processo do Visto Gold )
Advogada Diana Ribeiro
17h30 – Q&A e Cocktail
19h30 – Encerramento

Serviço:
“VISTO GOLD EM PORTUGAL | Cidadania Portuguesa através de Oportunidades de Investimento Imobiliário”
Data: 27 de outubro de 2022
Hora: 16h
Local: FIEC – Federação das Indústrias do Estado do Ceará
Inscrições: www.bit.ly/rabrasilbr

Fonte: CBPCE

Expolog 2022: Martha Gabriel aborda Logística Inteligente

Expolog 2022: Martha Gabriel aborda Logística Inteligente

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A Palestra Magna de Abertura, que acontece no dia 23 de novembro, será realizada de forma presencial e terá única transmissão de maneira remota, não estando disponível posteriormente. A entrada é gratuita.

A 17ª edição da Expolog, maior feira de logística do Norte e Nordeste, recebe a palestrante Martha Gabriel no dia 23 de novembro, no Centro de Eventos do Ceará, que abordará a “Logística Inteligente”. Além da participação da consultora e professora de marketing, o primeiro dia do evento trará a abertura oficial do 17º Seminário Internacional de Logística, do 3º Seminário Logística no Agronegócio e do 5º Seminário Oportunidades para o Jovem na Logística.

“Nossa expectativa para a abertura da Expolog 2022 é das melhores possíveis, afinal de contas traremos grandes nomes do meio logístico nacional para discutir a logística inteligente, além de outros como hidrogênio verde e energia. Estamos ansiosos para trocar experiências com especialistas das suas áreas, como a Martha Gabriel, que é um dos ícones das áreas de negócios, tendências e inovação da América Latina”, disse Enid Câmara, diretora geral da Prática Eventos, empresa realizadora do evento.

No primeiro dia da Expolog 2022, outros temas como transporte, cabotagem e energia serão debatidos em diversos painéis ao longo da programação.

A Expolog

É um evento realizado pelo Instituto Future de Juventude, Promoção, Turismo, Cultura e Desenvolvimento Sustentável; pelo Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logística do Estado do Ceará (SETCARCE); Prática Eventos e Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBP/CE). O evento é considerado um dos mais renomados acontecimentos de logística do país. A 17ª edição feira acontece nos dias 23 e 24 de novembro de 2022 e, neste ano, será realizada nos formatos presencial e digital, proporcionando aos participantes do Brasil e do mundo o encontro, interação, além de uma ampla possibilidade de networking, entregando conteúdo de alto nível explorando todo o cenário de tendências e mudanças no trade logístico.

Serviço

Abertura da Feira Expolog 2022.

Palestra Magna com Martha Gabriel – Logística Inteligente. A apresentação será presencial e com única transmissão ao vivo, não ficando disponível após o final.

Horário: 9h.

Local: Centro de Eventos do Ceará.

Inscrições: https://app.virtualieventos.com.br/expolog2022/
Mais informações: https://www.feiraexpolog.com.br/

Fonte: Engaja Comunicação

Seven Coworking fecha parceria com o SINDIMÓVEIS

Seven Coworking fecha parceria com o SINDIMÓVEIS

Foto: divulgação

O Seven Coworking acaba de efetivar junto ao SINDIMÓVEIS – Sindicato de Corretores de Imóveis do Ceará, uma parceria voltada á todos os seus corretores associados, onde estará concedendo 50% de desconto sobre os planos de Escritórios Virtual, Salas de reuniões, e no Coworking (10 dias em estação compartilhada).

O SINDIMOVEIS-CE atua na defesa dos interesses do corretor de imóveis do estado do Ceará, na educação, capacitação, treinamento e aperfeiçoamento dos corretores, bem como captação de benefícios e parcerias para os sindicalizados, visando a profissionalização crescente da categoria.

A parceria vislumbra fomentar cada vez mais a proximidade junto a categoria, bem como levar benefícios e propagar o crescimento da utilização desse formato de trabalho a profissionais autônomos.

Atualmente o Seven Coworking é o maior de Fortaleza na Região da Washington Soares, e conta com 138 estações de trabalho na cobertura do WSTC, ao todo 22 Salas de escritórios e salas de reuniões 100% equipadas.

Contatos:
Tel: 85 9 9719-0555
contato@7coworking.com.br
Av. Washington Soares, 3663 – 15º andar – Fortaleza/CE
www.7coworking.com.br

Fonte: Seven Coworking

Aplicação da lei brasileira no ambiente digital, por Júlio Patrocínio

Aplicação da lei brasileira no ambiente digital, por Júlio Patrocínio

Foto: divulgação

A aplicação da lei e da jurisdição local no ambiente digital é um desafio global.

Ainda que a prestação do serviço ou atividade online seja desenvolvida em determinado país, a plataforma prestadora dos serviços ou os servidores de armazenamento de dados podem estar em um país terceiro que não faz parte da relação comercial.

Aqui temos a determinação do artigo 11 do marco civil da internet e o entendimento do Superior Tribunal de Justiça brasileiro.

Mesmo que o provedor de aplicação e a plataforma estejam em outro país ou mesmo que o foro previsto em contrato de prestação de serviço seja o foro de outro país, cabe a aplicação da lei e da jurisdição brasileira se a atividade foi prestada ou acessada no Brasil.

Na letra da lei 12.965 art. 11

“Em qualquer operação de coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registros de dados pessoais ou de comunicações por provedores de conexão e de aplicações de internet em que pelo menos um desses atos ocorra em território nacional, deverão ser obrigatoriamente respeitados legislação brasileira”.

Como exemplo tomamos a ação da Microsoft Informática LTDA contra a TAM Linhas Aéreas S/A

STJ. Recurso Especial n°1.745.657 – SP (2018/0062504-5)

“É um equívoco imaginar que qualquer aplicação hospedada fora do Brasil não possa ser alcançada pela jurisdição nacional ou que as leis brasileiras não sejam aplicáveis às suas atividades” Min. Nancy Andrighi

Tem dúvidas sore o direito no ambiente digital?

Contatos
+55 (85) 9 9421.2670
info@parentepatrocinio.com

Fonte: Júlio Parente Patrocínio

Jardel Oliveira, sócio da CBPCE, embarca para Portugal para Mestrado em Direito Internacional Público e Europeu

Jardel Oliveira, sócio da CBPCE, embarca para Portugal para Mestrado em Direito Internacional Público e Europeu

Foto: arquivo pessoal

O Sócio Jardel Oliveira, advogado e professor, foi aprovado no Mestrado em Direito Internacional Público e Europeu da Universidade de Coimbra em Portugal, onde desenvolverá sua pesquisa com foco nas relações entre Mercosul e União Europeia.

Com seus 732 anos, a Universidade de Coimbra, uma das mais antigas do mundo, é berço da matriz intelectual do país e ja formou as mais destacadas personalidades da cultura, da ciência e da política nacional.

Além disso, seu patrimônio material e imaterial único é fundamental na história da cultura científica europeia e mundial, sendo desde 2013, Patrimônio Mundial da UNESCO.

Contatos:
jardeloliveira@jardeloliveira.adv.br
+55 85 9 8795-1786

Fonte: Jardel Oliveira