Faturamento da indústria em agosto supera período pré-pandemia, diz CNI

Faturamento da indústria em agosto supera período pré-pandemia, diz CNI

Os níveis de emprego e de utilização de capacidade instalada também se mantiveram em alta no mês

O faturamento da indústria de transformação ultrapassou em agosto o patamar verificado no início do ano, antes da pandemia, informou nesta terça (6) a CNI (Confederação Nacional da Indústria). Os níveis de emprego e de utilização de capacidade instalada também se mantiveram em alta no mês.

Segundo a entidade, o faturamento real da indústria de transformação cresceu 2,3% entre julho e agosto. Na comparação com abril, considerado o pico da pandemia, a alta é de 37,8%. Para o gerente de análise econômica da CNI, Marcelo Azevedo, os dados confirmam recuperação em V da atividade industrial.

De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a produção industrial cresce há quatro meses consecutivos, depois de atingir o pior desempenho da história em abril. Em agosto, a alta do indicador medido pelo instituto foi de 3,2%.

O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostrou nesta terça que a demanda por bens industriais no país subiu 5,9% em agosto, com destaque para os bens de consumo duráveis (14,2%), como veículos (18,6%), um dos segmentos mais atingidos pela pandemia.

“Importante é que a alta da atividade [industrial] veio acompanhada pelo crescimento do emprego, o que sugere maior confiança do empresário”, disse, em nota, o gerente da CNI.

Consumo de bens industriais cresce 5,9% em agosto, diz Ipea
De acordo com a entidade, o nível de emprego na indústria cresceu 1,9% em agosto, a primeira alta do ano, se aproximando do patamar onde se encontrava antes da crise. O número de horas trabalhadas teve alta de 2,9% no mês.

O rendimento médio real do trabalhador da indústria cresceu 2,8% e ainda está distante do patamar pré-pandemia, já que muitas empresas aderiram a medidas de preservação do emprego, como a redução de jornada ou suspensão de contrato.

O nível de utilização da capacidade instalada chegou a 78,1%, 2,1 pontos percentuais superior ao verificado no mês anterior. Com a evolução, ficou apenas 0,8 ponto percentual do indicador de fevereiro de 2020, antes do início da pandemia.

Na comparação com o mesmo mês anterior, o faturamento da indústria evoluiu 3,6%, mas os outros indicadores permanecem negativos: o nível de emprego é 3,3% menor, o número de horas trabalhadas cai 3,3% e o rendimento médio real recua 2,2%.

Com a elevada demanda, alguns setores têm percebido dificuldades para encontrar matérias-primas, insumos ou mercadorias, com vem detectando o IBGE. A elevada procura e a taxa de câmbio pressionam a inflação de segmentos como a construção civil, por exemplo.

Fonte: Diário do Nordeste em 06/10/2020

Para este executivo, a África será a ponte digital entre o Brasil e a Ásia

Para este executivo, a África será a ponte digital entre o Brasil e a Ásia

Em entrevista à EXAME, Antonio Nunes, presidente da Angola Cables, diz que a empresa de cabos submarinos estuda levar conexão até a Ásia

O continente africano – e mais especificamente os países da região sul, como Angola e África do Sul – poderá se tornar em alguns anos uma espécie de ponte digital para o tráfego da internet entre os países da América do Sul e da Ásia, facilitando a conexão entre a China e o Brasil, por exemplo. Essa é a visão do executivo Antonio Nunes, presidente da Angola Cables, companhia responsável por instalar o primeiro cabo submarino de fibra óptica entre o Brasil e o continente africano.

Desde que foi inaugurado há dois anos, o Sistema de Cabos do Atlântico Sul (SACS, na sigla em inglês) permitiu um ganho significativo nas conexões entre o continente africano e o Brasil, reduzindo pela metade a latência — o tempo necessário para que um pacote de dados seja transmitido de um ponto a outro. O SACS tem ainda uma capacidade de transmissão de 42 terabits por segundo, permitindo uma conexão mais veloz para a troca de dados entre as duas regiões.

Em entrevista exclusiva à EXAME, Nunes afirmou que, depois de conectar Angola à América do Sul, aos Estados Unidos e à Europa com uma rede de cabos submarinos, a empresa está em negociações para estender uma nova conexão de fibra óptica até a Ásia. Dessa forma, o tráfego que hoje segue uma rota pelos Estados Unidos ou pela Europa poderia ter um novo trajeto alternativo passando pela África. “As ligações entre a América do Sul e a Ásia, usando a África como uma plataforma, e não a Europa ou os Estados Unidos, é algo que está nos planos e que pode vir a agregar muito valor com essa infraestrutura”, disse Nunes.

A Angola Cables foi formada em 2009 em um consórcio de cinco operadoras de telefonia angolanas, que se mobilizaram para ampliar a infraestrutura de telecomunicações do país numa época que a economia crescia a taxas acima de 10% ao ano, impulsionada pelos altos preços do petróleo.

À EXAME, Nunes falou também da importância das conexões de fibra óptica para a economia de Angola e da África e de como elas permitem que os países da região possam digitalizar os setores da economia, como a agricultura, e tenham acesso a serviços online, como atendimentos médicos. Nunes também vê a África como um novo polo de mão de obra para empresas de tecnologia, uma vez que o continente tem uma população numerosa, com cerca de 1,3 bilhão de habitantes, e com uma grande quantidade de jovens. “Os próximos programadores do mundo vão ser africanos”, disse ele. A seguir, os principais trechos da entrevista, feita de seu escritório, em Luanda, de onde ele falou por videoconferência:

O que mudou nas telecomunicações entre o Brasil e Angola desde que o cabo submarino entrou em operação?

O primeiro cabo que instalamos no Brasil é um cabo que vem de Miami, nos Estados Unidos, até Fortaleza e São Paulo, no Brasil. Esse cabo realmente foi revolucionário para as comunicações no Brasil, porque na época havia mais de dez anos que não se faziam investimentos em cabos submarinos no Brasil. Foi um projeto que revolucionou sem dúvida as comunicações no Brasil, reduzindo os custos. Depois a Angola Cables, quase dois anos atrás, concluiu também um projeto do cabo do SACS, que é o cabo que liga Fortaleza a Luanda. Esse cabo trouxe também para o Brasil uma maior conectividade internacional. Antes dele, o Brasil dependia totalmente das ligações com os Estados Unidos para se conectar a outros lugares, como a Europa. Hoje o Brasil tem ligações diretas para a África através desse cabo. E tem ligações indiretas para a Europa e para a Ásia sem passar pelos Estados Unidos. Isso foi realmente uma mudança de paradigma nas telecomunicações brasileiras.

O que levou a empresa a fazer esse investimento?

Houve um convênio feito entre o Brasil e Angola, que vem desde os anos 80, que estabeleceu a criação e uma ponte digital entre os dos países. A Angola Cables veio a materializar esse acordo depois da assinatura em 2012. Além disso, quando fizemos o estudo do mercado e da ligação entre Angola e África e com a América Latina, percebemos que havia muita demanda de tráfego de dados da África para os Estados Unidos. E por isso fizemos a complementariedade da infraestrutura, com a ligação entre Fortaleza e Miami. Com isso, nos tornamos um operador a nível do Atlântico. Temos infraestruturas da África para a Europa. Temos infraestrutura da África para a América do Sul. E infraestrutura da América do Sul para a América do Norte. Somos o único operador hoje que consegue oferecer uma ligação a completa no Atlântico. Ligando o Atlântico Norte ao Atlântico Sul.

Qual é a capacidade dos cabos e como está a utilização?

O cabo do SACS, que liga Angola ao Brasil, tem cerca de 42 terabits por segundo de capacidade. É claro que nem 10% dessa capacidade ainda é usada. É um projeto que está numa fase de maturidade. É um paradoxo, mas a internet fundamentalmente foi concebida numa concepção Norte-Norte e Norte-Sul. A internet hoje circula fundamentalmente no Hemisfério Norte. E depois, a Europa alimenta a África, e os Estados Unidos alimentam a América do Sul. O que nós estamos a fazer é algo extremamente inovador, que é uma ligação Sul-Sul.

Essa concepção tem mudado?

O que acontece hoje é que as empresas estão já acostumadas a comprar capacidade de transmissão pensando nessa ligação Norte-Sul. Nosso trabalho é agora apresentar a elas as vantagens estratégicas de utilizar as ligações de outra maneira. Porque nós hoje temos a mesma latência de conectividade entre o ponto mais ao sul da África que é a Cidade do Cabo, na África do Sul, e Londres, no Reino Unido. E da Cidade do Cabo a Miami. Nossa aposta é que as grandes plataformas de conteúdo mundiais, que são americanas, terão mais interesse em alocar o tráfego dos Estados Unidos para o Brasil, que já é um grande consumidor, e a partir do Brasil alimentar a África. Mas é uma questão de tradição. Agora temos que ir escavando para que a tradição mude. É questão de tempo.

Até agora qual foi o principal benefício da ligação?

O grande benefício é a diversificação. No início do ano, tivemos um problema na costa ocidental africana. Houve como se fosse um maremoto. E dois dos cabos alimentam a África Ocidental foram cortados. Portanto, todo nosso tráfego e o tráfego sul-africano foi escoado pelo novo cabo via Brasil. Isso já foi um grande benefício para as comunicações da África Subsaariana. Se não fosse isso, teríamos ficado isolados. Percebemos qual é a importância real de ter uma diversificação de rotas de transmissão.

Houve ganhos de eficiência também?

Sim. Passamos a ter rotas mais eficientes para os Estados Unidos e para o Brasil. Hoje toda a região que está ao sul da Nigéria tem um tráfego muito melhor passando por esse novo cabo. Em eficiência, latência e de quantidade de tráfego.

De quanto foi o ganho?

Entre Miami e Cidade do Cabo temos hoje 130 milissegundos de latência e tínhamos antes 280 ou 300 e poucos. Foi uma melhoria significativa.

Como isso se reflete na prática?

Dou um exemplo. Estamos a desenvolver, com uma empresa do Ceará, um projeto que se chama Respira Brasil. É um software que foi desenvolvido com a ajuda dos nossos engenheiros e foi colocado dentro do nosso data center em Fortaleza. No caso de um paciente que tenha covid-19 ou que vá fazer um teste de radiologia de covid-19, o software consegue interpretar se a pessoa está contaminada ou não através de machine learning. Agora é possível fazemos o mesmo teste, usando essa infraestrutura, com as pessoas em Angola. Um doente que vá em um hospital em Angola e que faz uma radiografia pode ter o resultado analisado praticamente em tempo real. Há também outro exemplo. Nós neste momento estamos a fomentar parcerias na agroindústria digital, o que faz com que por exemplo um pivô de irrigação que esteja instalado em uma fazenda em Angola possa ser controlado por uma pessoa no Brasil. Agora estamos entrando na era do 5G e da internet das coisas e vamos potencializar esses projetos ao maior nível possível.

A Angola Cables chegou a anunciar um investimento de 300 milhões de dólares no Brasil, com o projeto do cabo submarino e do data center em Fortaleza. Esse investimento já foi todo aplicado? Planejam alguma outra expansão?

Esse investimento já foi todo feito. Temos outras intenções de investir. No setor de telecomunicações, só é possível crescer se mantivermos o investimento. Nós temos feito isso. Estamos agora focando os esforços em outras cidades brasileiras para diversificar o tráfego. Abrimos uma operação no Rio de Janeiro, e estamos a ir para a região Sul.

Planejam expandir os cabos submarinos a outras regiões do mundo?

Agora estamos a desenvolver novas oportunidades para que o tráfego de dados Brasil possa também chegar à Ásia de uma forma mais eficiente. Por mais que haja uma disputa entre os Estados Unidos e a China, é inegável que a China é uma potência mundial. As ligações entre o Brasil e a China vão naturalmente ser capitalizadas. Tanto que os próprios chineses já construíram um cabo entre a África e o Brasil, que se chama SAIL. Ele só não está operacional, mas está construído. Eles estão à espera do momento certo. Eles são bem mais pacientes do que nós. Mas a tendência é esta. As ligações entre a América do Sul e a Ásia, usando a África como uma plataforma, e não a Europa ou os Estados Unidos, é algo que está nos planos e que pode vir a agregar muito valor com essa infraestrutura.

Durante a pandemia, houve uma explosão no uso de serviços digitais no mundo. Qual foi o impacto para a Angola Cables?

O tráfego de internet da Angola Cables no Brasil aumentou seis vezes desde dezembro até junho. Foi algo impressionante. No entanto, o aumento da receita não é proporcional. Não é só o aumento do tráfego que traz receitas de sustentabilidade da empresa. Por isso temos que olhar para outros fatores, olhar para outros produtos para criar maior valor e manter a sustentabilidade.

Para Angola, qual é a importância econômica dessas conexões de fibra óptica?

Na minha opinião, elas são vitais. Nós pudemos desenvolver setores econômicos que estão em falta no país. Por exemplo, na agricultura. Neste momento estão se a desenvolver em Angola grandes fazendas agrícolas, muitas delas por investidores brasileiros. Essas fazendas, como já estão a vir com o conhecimento tecnológico do Brasil, estão sendo desenvolvidas de uma forma digitalizada. Os tratores já são robotizados. A informação já é centralizada. Portanto, a digitalização desses setores econômicos irá trazer benefícios muito grandes a economias emergentes como as africanas. E isso ocorre em todas as áreas, incluindo na saúde. Já tivemos demanda de um dos hospitais centrais pediatras de Angola a nos pedir o suporte de hospitais no Brasil. Melhorarmos significativamente a qualidade de vida das pessoas através da infraestrutura digital.

E para a África de modo geral?

A África é o segundo continente mais populoso do mundo e é o lugar onde há a maior proporção de jovens no mundo. Por isso eu costumo dizer nos fóruns internacionais que os próximos programadores do mundo vão ser africanos. Porque é aqui que eles estão. Os jovens estão aqui. Temos a oportunidade de ensinar os novos programadores do futuro, que é tipo de mão de obra que o mundo vai precisar nas próximas duas décadas. Já não vamos precisar mais de tantos mecânicos, de tantos pedreiros. Vamos precisar de alguém que programe os carros, e que programe as casas. Porque depois as impressoras 3D vão construir tudo. É o futuro. Não temos hoje essa mão de obra, mas talvez daqui a 10 anos, daqui a 30 anos.

Fonte: Exame em 29/09/2020

Consulado Geral de Portugal em São Paulo abre concurso para Assistente Técnico

Consulado Geral de Portugal em São Paulo abre concurso para Assistente Técnico

Informa-se os interessados que se encontra aberto um concurso externo com vista ao preenchimento de uma vaga, na categoria e carreira de Assistente Técnico, para exercer funções no Consulado Geral de Portugal em São Paulo.

O prazo para a apresentação de candidaturas termina no dia 16 de outubro de 2020.

Os interessados deverão consultar o edital do concurso, o qual se encontra disponível no sítio de estilo do Consulado Geral de Portugal em São Paulo, bem como no sítio web do Consulado Geral (https://consuladoportugalsp.org.br) e na sua página de Facebook (https://www.facebook.com/consuladodeportugalsp).

Fonte: Mundo Lusíada em 06/10/2020

A2it Tecnologia, sócia da CBPCE é reconhecida pela HPE como Gold Partner

A2it Tecnologia, sócia da CBPCE é reconhecida pela HPE como Gold Partner

A A2it Tecnologia alcança os requisitos colocados pela Hewlett Packard Enterprise (HPE) com o estatuto de GOLD Partner.

A empresa enquanto Gold Partner, é reconhecida pela HPE como um parceiro capaz de oferecer aos seus clientes as melhores soluções tecnológicas e atender aos desafios tecnológicos que as empresas estão a enfrentar.

Contatos:
A2it Tecnologia
Fonte:+55 85 3242 0732
email: comercial@br.a2it.com
Site: https://a2it.com/

Fonte: A2it em 30.09.2020

 

Em live, M. Dias Branco e SENAI apresentam detalhes de projeto que incentivará startups com R$1 milhão

Em live, M. Dias Branco e SENAI apresentam detalhes de projeto que incentivará startups com R$1 milhão

Na última segunda-feira, 28/9, foi realizado o lançamento do novo Germinar, um programa de conexão com startups da empresa M. Dias Branco em parceria com o SENAI Ceará e o SENAI Cimatec.

O lançamento foi transmitido pelo Youtube do SENAI Ceará e contou com a participação do diretor regional do SENAI Ceará, Paulo André Holanda, do gerente do SENAI CIMATEC, Flávio Marinho, do Coordenador de Inovação da M. Dias Branco, Rodrigo Palopoli, e do Gerente de Pesquisa & Desenvolvimento da M. Dias Branco, Marcelo Augusto dos Santos.

O Germinar é uma oportunidade de startups se relacionarem com grandes instituições, para realização de projetos de tecnologia, com o apoio de uma das maiores empresas de alimentos no Brasil.

O programa iniciou em 2018 dentro da M. Dias Branco, tendo uma relação com mais de 300 startups ao longo deste período, trabalhando conceitos como Indústria 4.0, análise de dados, experiência do consumidor em pontos de vendas, ingredientes e embalagens.

Em 2019, a empresa manifestou interesse em impulsionar o Germinar por meio do Edital de Inovação para a Indústria da Confederação Nacional da Indústria. Isso é possível dentro da categoria “Empreendedorismo Industrial” do edital, que viabiliza o compartilhamento de riscos financeiros e tecnológicos, entre grandes empresas e SENAI, para investir em inovação. Uma parcela do recurso é aportada pela empresa e a outra pelo SENAI.

“Nós identificamos com o SENAI uma oportunidade de ir além, avançar um pouco mais do que vínhamos fazendo nos últimos anos”, explicou Rodrigo Palopoli, coordenador de Inovação da M. Dias Branco.

“A nossa expectativa é enorme dentro desse programa. A M. Dias Branco é uma empresa brasileira, com mais de 65 anos de história no mercado nacional, somos líder de mercado de biscoitos e massas no Brasil’, afirmou Marcelo Augusto dos Santos, gerente de Pesquisa & Desenvolvimento da companhia.

“Um ponto fundamental que surgiu no SENAI Cimatec foi perceber a importância das startups no processo de inovação. A M. Dias Branco é um grande exemplo disso, o Germinar já existia há algum tempo. Estamos juntando o que a M. Dias tinha de bom, com as competências do SENAI, para podermos fazer uma grande soma e potencializar isso”, afirmou Flávio Marinho, gerente do SENAI CIMATEC.

O SENAI CIMATEC é o Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia, localizado em Salvador/BA, e é parceiro do SENAI Ceará na execução do Germinar.

O público-alvo do projeto são empreendedoras e empreendedores de todo o território brasileiro, que proponham soluções inovadoras aos temas propostos, sendo aceitos projetos em fase de prototipação.

Os projetos selecionados receberão apoio para o desenvolvimento de uma prova de conceito, passando por processos de validação, prototipação e teste. Cada projeto terá a duração máxima de 12 meses e contará com um investimento de, no mínimo, R$ 250.000,00 e no máximo R$ 500.000,00, cuja distribuição está descrita no item “Financiamento” do edital.
A execução dos projetos será realizada nas instalações do Instituto SENAI de Tecnologia, localizado em Maracanaú/CE, e as startups selecionadas poderão se instalar no Instituto, devendo designar pelo menos um representante local.

Conheça as cinco categorias disponíveis:

1) Eficiência Energética – Redução do consumo de energia elétrica e gás natural
2) Agregação de valor em Resíduos e Subprodutos na Indústria
3) Digitalização do processo / Dados para eficiência do processo produtivo
4) Estabilização do processo de fabricação do biscoito
5) Controle de qualidade de processos

Mais informações AQUI e (85) 3293-5055

Fonte: Sistema FIEC em 28/09/2020

Porto de Fortaleza embarca 3.315 toneladas de frutas para Europa

Porto de Fortaleza embarca 3.315 toneladas de frutas para Europa

O primeiro carregamento da safra de frutas 2020-2021 saiu do Porto de Fortaleza, na madrugada da última segunda-feira (28), com destino à Europa. A previsão é que, até o início de fevereiro de 2021, um total de 63 mil toneladas de frutas deixem o porto com destino a outros países.

Entre os produtos a serem embarcados até fevereiro do ano que vem, 3.315 toneladas – entre melancias de Mossoró, no Rio Grande do Norte, e uva e melão de Petrolina (Pernambuco) – já seguiram para a Europa. Ao longo dos próximos meses, a estimativa da administração do porto é que haja um carregamento por semana, intercalado pelos navios Marfret Guyane e Contship Zoe, em uma operação da BF Forthsip/Progeco.

A primeira viagem desta safra, com 135 contêineres reffers, está sendo realizada pelo navio Marfret Guyane. A previsão é que haja uma escala direta em Point-a-Pitre, que é um porto de transbordo, para então seguir para Europa (Thames, UK / Zeebrugge, Belgium). Do Porto de Fortaleza, no Ceará, até a primeira parada são sete dias ou 168 horas em alto-mar. Além do percurso para a Europa, esse modal marítimo também movimenta uma escala semanal de frutas e outras cargas em geral para o Caribe, tendo como destino seguinte a Europa.

Segundo a diretora-presidente da Companhia Docas do Ceará, engenheira Mayhara Chaves, “o início da safra de frutas é mais um importante momento para o Porto de Fortaleza que, apesar da crise sanitária mundial, vem cumprindo o seu papel na cadeia de logística marítima. Nesse ritmo de movimentação, o Porto de Fortaleza vem conseguindo se superar a cada mês, se consolidando como um importante equipamento para carga geral, granéis sólidos (cereais e não cereais) e granéis líquidos”.

Fonte: O Otimista em 29/09/2020

Fitch afirma rating “AAA(bra)” da M.Dias Branco com “Perspectiva Estável” de negócios

Fitch afirma rating “AAA(bra)” da M.Dias Branco com “Perspectiva Estável” de negócios

A agência de classificação de risco de crédito acredita que a empresa cearense continue apresentando crescentes resultados operacionais, além de recuperação de suas margens

A Fitch Ratings, uma das maiores agências de classificação de risco de crédito do mundo, atribuiu nota “AAA(bra)” à M.Dias Branco com “Perspectiva Estável” de negócios.

Nesse sentido, a expectativa da Fitch é que a companhia continue apresentando crescentes resultados operacionais, além de recuperação de suas margens, apesar de o cenário para o mercado ser bastante desafiador por conta da COVID-19.

“O rating incorpora a robusta capacidade de geração de caixa operacional da M. Dias Branco em cenários econômicos diversos e de forte pressão de custos ao mesmo tempo em que sustenta saldos relevantes de fluxo de caixa livre (FCF) positivo e métricas de crédito conservadoras. A baixa alavancagem, a forte liquidez e a expectativa da Fitch de que a companhia retornará a uma posição de caixa líquido a partir de 2021 também foram incorporadas na análise”, destaca a empresa em comunicado.

Para completar, a agência crê que a M.Dias Branco será beneficiada no futuro com a “eficiência operacional” e de “captura de sinergias” com a Piraquê.

Fonte: Focus.jor em 29/09/2020

 

Exportação de cargas fracionadas abre oportunidade para o Ceará

Exportação de cargas fracionadas abre oportunidade para o Ceará

Por meio das LCL, mais negócios podem surgir para o Ceará no exterior, por meio do Porto do Pecém. Setor alimentício é um dos principais demandantes.

No mercado de exportações via transporte marítimo, o preenchimento de um contêiner completo pode ser um desafio para o produtor local. Por demandar grande volume de produtos para envio, casos em que importadores solicitam apenas amostras dos materiais podem acabar não sendo finalizados, pois o custo final acaba sendo oneroso para ambas as partes.

Uma das estratégias para reduzir custos de envio e ampliar oportunidades de negócio no Ceará seria a implantação do processo de envio de cargas fracionadas, conhecidas como LCL, sigla para Less Container Load, ou seja, quando os produtos preenchem menos que a quantidade total de um contêiner. Atualmente, o processo, no caso de contêineres refrigerados, os chamados reefer, é realizado somente no Porto de Suape, em Pernambuco, e no Porto de Santos, em São Paulo.

Para André Siqueira, presidente do Sindicato das Indústrias da Alimentação e Rações Balanceadas no Estado do Ceará (Sindialimentos), ter a possibilidade de exportar cargas fracionadas pelo Porto do Pecém seria uma facilidade para as indústrias de alimentos e diversos outros setores da economia. “Exportar cargas fracionadas pelo Porto é uma grande necessidade das indústrias alimentícias atualmente, pois nem todos os clientes estrangeiros querem uma quantidade de produtos que permite o preenchimento total do contêiner. Portanto, a carga fracionada facilitaria o frete e baixaria os custos.

Uma logística de extrema importância não só para o setor de alimentos, mas os demais também, já que atualmente os interessados em realizar o envio por meio de cargas fracionadas, precisam buscar outras modalidades de transporte. As microempresas também seriam beneficiadas, pois muitas enviam cargas menores por via aérea, o que gera um alto custo”, relata André Siqueira.

Fellipe Calado, sócio administrador da Expand Brazil, empresa responsável pela terceirização de setores de comércio exterior para empresas, explica que, normalmente, quando se efetiva o envio de um contêiner, todos os produtos inseridos são do mesmo cliente. No caso de exportações fracionadas, diferentes clientes podem dividir o mesmo contêiner, reduzindo o custo final de frente. “Aqui, o Porto do Pecém não possui embarque fracionado para carga refrigerada. Seja ela refrigerada ou congelada, que envolva controle de temperatura. Por exemplo, frutas frescas têm que ir com 5, 6, 8 graus”, explica Calado.

Para envios em contêineres reefer, a logística é mais complexa, pois a temperatura não pode prejudicar nenhuma das cargas dentro do espaço, o que acaba dificultando a implantação do envio de carga fracionada. “É mais complexo ratear um container para vários clientes, porque cada produto vai ser diferente. O responsável vai encher um container inteiro com outras clientes que exportam a menos 8 graus”, relata Fellipe.

Cargas dry
No último dia 1º de setembro, em reunião do Sindialimentos com a Diretoria Comercial do Complexo do Pecém, foi levantado o questionamento acerca da modalidade LCL passar a ser adotada pelo Porto do Pecém.

Em nota, Raul Viana, Gerente de Negócios Portuários do Complexo do Pecém, explicou que há a oferta de frete LCL, mas apenas para “cargas dry”. “Os serviços de ovação dos contêineres ocorrem fora da área do Terminal Portuário e, ao serem entregues em nossa área, podem sofrer as eventuais fiscalizações dos órgãos competentes, para que fiquem devidamente liberados para embarque. Estes são serviços ofertados diretamente por agentes de carga em parceria com os armadores e transitários, que podem desenhar a logística adequada de acordo com a demanda de carga em cada região.” A nota também destaca que serão realizadas análises sobre a possibilidade de adoção do frete LCL.

Durante o ano de 2019, somente em frutas, o Porto do Pecém exportou mais de 151 mil toneladas, com os principais países sendo Estados Unidos (35%), Holanda (26%), Reino Unido (17%), Espanha (13%), Itália (5%) e Alemanha (2%). Até agosto de 2020, o valor foi de 62.768 toneladas. Na nota, Raul destaca que o Porto é referência no envio de contêineres reefer para os mercados citados.

Ampliação de negóciosPara Fellipe Calado, a chance de implantar a exportação fracionada no Porto do Pecém irá facilitar os primeiros contatos dos empresários cearenses com compradores internacionais. “Pequenos e médios empresários do agronegócio, agricultura ou pecuária, às vezes não começam a exportar. Até encontram compradores no exterior que têm interesse, mas eles primeiro pedem amostra, um ou dois pallets pra testar em uma rede de supermercado. Esses pequenos envios não têm saída, precisa de um envio fracionado.

Leia a matéria completa no site do Trends CE clicando aqui.
https://www.trendsce.com.br/negocios/exportacoes-de-cargas-fracionadas-abre-oportunidade-para-o-estado/

Fonte: TrendsCE em 29/09/2020

Novo fundo vai destinar US$ 68 milhões para agricultura sustentável no Brasil

Novo fundo vai destinar US$ 68 milhões para agricultura sustentável no Brasil

O recurso será destinado a agricultores de todos os portes que adotem em pelo menos 5% da área produtiva a chamada estratégia de integração lavoura-pecuária-floresta, ou para financiar a implantação do modelo em igual proporção num período de até três anos

Num momento em que o agronegócio brasileiro passa por duro escrutínio internacional devido aos seus impactos sobre o meio ambiente, um novo fundo pretende destinar US$ 68 milhões (R$ 385 milhões) em 2021 à agricultura sustentável no país.

Segundo os responsáveis pelo fundo, o valor deve ser ampliado ano a ano, podendo chegar a US$ 1,4 bilhão (R$ 7,9 bilhões) em 2026, o que superaria o Fundo Amazônia, que até 2019 havia recebido doações de R$ 3,4 bilhões.

Lançada nesta terça-feira (29), a iniciativa é uma parceria público-privada entre Embrapa, John Deere, Syngenta, Cocamar, Ceptis, Bradesco, Soesp, Iabs (Instituto Brasileiro para o Desenvolvimento e Sustentabilidade) e JPG Asset Management.

“O fundo demonstra que é possível atrair recursos internacionais para o agronegócio brasileiro, desde que nós tenhamos uma nova postura, em que a gente consiga transparecer de forma segura que a produção agropecuária nacional é composta em sua maioria de produtores que estão em conformidade ambiental e social”, diz José Pugas, sócio da Ceptis Agro, empresa que será responsável por monitorar a conformidade das fazendas a uma série de critérios ambientais e sociais.
O recurso será destinado a agricultores de todos os portes que adotem em pelo menos 5% da área produtiva a chamada estratégia de ILPF (integração lavoura-pecuária-floresta) ou para financiar a implantação do modelo em igual proporção num período de até três anos.

A integração lavoura-pecuária-floresta combina diferentes culturas em uma mesma área de produção. Segundo Pugas, isso permite produzir mais em menos espaço, evitando a expansão de fronteiras agrícolas e o desmatamento e reduzindo a emissão de gases do efeito estufa.

Conforme o executivo, o Brasil possui atualmente 17 milhões de hectares que adotam esse sistema -ou 170 mil quilômetros quadrados, equivalente em tamanho ao estado do Acre- e a meta da Rede ILPF, responsável pelo novo fundo, é chegar a 30 milhões de hectares até 2030.


Um projeto-piloto deve ser implantado até julho de 2021, totalizando 90 mil hectares em setes estados -Paraná, São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Gerido pela JPG Asset Management e com o Bradesco como custodiante, o Saff (sigla em inglês para Financiamento Facilitado para Agricultura Sustentável) deve reunir recursos de fontes filantrópicas, concessionais -como bancos internacionais de desenvolvimento e fundos soberanos- e comerciais tradicionais.

“Começaremos o road show para investidores privados a partir de 20 de outubro”, diz Pugas, acrescentando que a primeira rodada de captação de recursos privados será destinada a 60 investidores reunidos no Laboratório de inovação global para finanças climáticas do IFC (Corporação Financeira Internacional), braço do Banco Mundial para o setor privado.
Entre os critérios para que os fazendeiros possam acessar os recursos estão o cumprimento integral do Código Florestal, além de critérios de conformidade social, como não ter o nome inscrito na lista suja do trabalho análogo à escravidão e não ter condenações por trabalho infantil.

Além desse critério mínimo, serão analisadas 140 variáveis através de um sistema de monitoramento chamado TrustScore, e quanto mais pontos o agricultor atingir, menores podem ser os juros do financiamento.

O financiamento pelo Saff deve ter custo de 4,5% a 9,1% ao ano para o produtor, dependendo do prazo de amortização e carência, do uso do crédito e da nota no sistema de monitoramento. Os agricultores também poderão usar créditos de carbono para reduzir o custo do financiamento.

Fonte: Diário do Nordeste em 30/09/2020

Google e Governo de Portugal assinam programa de cooperação

Google e Governo de Portugal assinam programa de cooperação

Nesta terça-feira o governo de Portugal anunciou acordo com a Google Portugal em apoio a transição digital e ferramentas e a formação que irão ajudar nas competências digitais e na empregabilidade, acelerando a recuperação econômica portuguesa.

O programa «Grow Portugal with Google» (g.co/GrowPortugal) está alinhado com as prioridades definidas pelo Governo nas competências digitais, empregabilidade, startups e inteligência artificial. O memorando de entendimento foi assinado pelo Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira e pelo Country Manager da Google Portugal, Bernardo Correia.

Pedro Siza Vieira afirmou, na assinatura deste memorado, que “a necessidade de redefinir estrategicamente competências e atividades a serem desenvolvidas no âmbito Europeu coloca oportunidades e desafios às empresas em Portugal”.

“Temos de pensar coletivamente no que devemos fazer para afirmar Portugal como uma sociedade verdadeiramente desenvolvida assente na inovação, inclusiva e tecnologicamente avançada. Esta colaboração é disso exemplo e estou convicto que será um importante contributo para o reforço da capacitação digital da nossa população, imperativa para que possamos continuar a superar com sucesso os desafios da digitalização”, disse ainda.

Bernardo Correia, Country Manager, Google Portugal, por sua vez, disse que “a tecnologia tem de ajudar todas as pessoas – independentemente de onde moram, ou do seu nível de ensino”.

“Durante muito tempo, a Google tem vindo a investir nas competências digitais de forma a ajudar Portugal na sua viagem de transição digital. Este novo programa será, estou certo, um catalisador nesta retoma econômica e iremos continuar a trabalhar com o Governo, parceiros e associações para ajudar muitos Portugueses e as pequenas e grandes empresas deste país a dar o salto digital de que precisam para terem sucesso no mundo de hoje”, acrescentou.

Para António Valadas da Silva – presidente do IEFP – “num mundo cada vez mais digital, é determinante para o IEFP estar na linha da frente da disponibilização de canais e recursos que permitam responder às necessidades de cada um e garantir o acesso rápido à informação, nomeadamente às ofertas de emprego, e esta parceria com a Google vem ajudar o IEFP neste compromisso com os seus utentes”.

Segundo Valadas, com a experiência de Empregos na Pesquisa, é fácil ter acesso a informação atualizada sobre as ofertas de emprego sem necessidade de entrar no iefponline, só tendo que o fazer caso o utente pretenda candidatar-se à oferta.

“Uma iniciativa que, conforme refere, «insere-se num projeto mais alargado do IEFP que visa a modernização dos serviços e a utilização de ferramentas digitais, como mecanismos de customização dos serviços às necessidades e potencialidades dos nossos utentes.”

Programas previstos no memorando de entendimento

O memorando de entendimento estabelece seis programas para desenvolver uma rápida aceleração da adoção tecnológica, segundo divulgou o governo português:

– Empregos na Pesquisa Google (a partir desta terça-feira):
Em parceria com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), quando as pessoas pesquisarem por empregos no Google terão uma experiência imersiva que lhes permitirá explorar empregos na web e refinar as pesquisas para irem de encontro às suas necessidades. Esta experiência já ligou 10 milhões de pessoas a empregos em todo o mundo.

– Atelier Digital (a partir de 6 de outubro): Desde 2016, mais de 83,000 portugueses foram formados em competências digitais através do Atelier Digital – cursos online e presenciais em colaboração com o Conselho Coordenador dos Politécnicos Portugueses. Agora, a versão presencial do Atelier Digital foi convertido para o online, numa versão webinar com um total de 10 sessões com 10 politécnicos diferentes. Este ano, o nosso objetivo é treinar 32.000 portugueses em competências digitais, ou seja 10.000 mais do que em 2019.

– Android Training Program (a partir de 14 de Outubro):
Em 2019, a Google, em parceria com instituições de educação, lançou o programa para formar os portugueses em programação. Até ao momento, foram realizados 14 eventos com um total de mais de 3.000 programadores formados. Agora, o Android Training Program é alargado para incluir formação em Cloud e machine learning e surgem novas parcerias com Universidades para eventos online com o objetivo de formar mais 3.000 programadores ao longo de 12 eventos.

– AI for Business (brevemente): A Inteligência Artificial tem o potencial para transformar a forma como funcionam os negócios – melhorando a competitividade global. O lançamento desta ferramenta em Portugal irá proporcionar às empresas obterem recomendações personalizadas sobre como podem implementar a IA nos seus negócios.

– A Google juntou-se ainda à Indico Capital Partners para lançar o programa de aceleração Indico Accelerator Program powered by Google for Startups. O programa está atualmente a decorrer com o apoio da StartUp Portugal e será concluído em Junho de 2021. O programa inclui mentoring, formação, masterclasses, apoio na obtenção de financiamento, recrutamento e segmentação de produto e de consumidores da parte da Google e da Indico.

– Em paralelo, a Google lançou com a AICEP três webinars gratuitos com foco na expansão internacional para mostrar como o digital pode ajudar as empresas, e em especial empresas de retalho, da escolha do mercado correto à preparação para ser uma empresa global.

No mês de julho, a Google assumiu um novo compromisso de ajudar 10 milhões de pessoas e negócios na Europa, Médio Oriente e África (EMEA) a encontrar empregos, na digitalização e a crescer.

Fonte: Mundo Lusíada em 29/09/2020