Episódio especial do Empreenda-se! conta com participação de Ricarte Urbano, sócia e conselheira fiscal da CBPCE

Episódio especial do Empreenda-se! conta com participação de Ricarte Urbano, sócia e conselheira fiscal da CBPCE

Amanhã, quinta-feira, 3 de julho, vai ao ar o 6º episódio do programa Empreenda-se!, trazendo à tona um tema urgente para profissionais da contabilidade e do direito tributário: o impacto da Inteligência Artificial (IA) no futuro da profissão.

O episódio contará com a presença de Ricarte Urbano, sócia e conselheira fiscal da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), além de diretora da PUC Angels Ceará e do Comitê de Liderança Feminina. Também participa do debate Glades Chuery, presidente do Comitê de Inteligência Artificial da PUC Angels e autora do livro Mulheres na IA.

No programa, as especialistas abordarão como a IA está se consolidando como uma aliada estratégica na contabilidade, a urgência do letramento tecnológico até 2030 e as competências necessárias para se destacar em um mercado cada vez mais orientado por dados e automação.

O episódio estará disponível no canal do YouTube da PUC Angels, no endereço youtube.com/@pucangels.

Fonte: CBPCE em 02.07.2025

Start! Be Global promove live sobre mudanças na lei da nacionalidade em Portugal

Start! Be Global promove live sobre mudanças na lei da nacionalidade em Portugal

A Start! Be Global, sócia da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE) e referência em consultoria migratória, realiza no próximo dia 15 de julho, às 12h (horário de Brasília), uma live gratuita para esclarecer as recentes propostas de alteração na Lei da Nacionalidade e Residência em Portugal.

Comandado pelos CEOs Flávio Martins Peron e Ema Cristina Oliveira, o evento pretende orientar brasileiros que buscam cidadania, visto ou regularização no país europeu. A proposta surge em meio às discussões do governo português que podem impactar diretamente quem planeja residir legalmente em Portugal.

Durante a transmissão, serão explicadas as principais mudanças previstas na legislação, quem poderá ser afetado e quais medidas devem ser tomadas para se preparar caso as alterações entrem em vigor. A live ainda trará orientações práticas para quem está em processo de cidadania ou visto, além de um espaço para tirar dúvidas ao vivo.

O evento é destinado a brasileiros que têm direito à cidadania portuguesa, pessoas em processo de regularização, famílias que pretendem morar em Portugal e profissionais que buscam segurança jurídica para imigrar.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link oficial: materiais.startbeglobal.com/live-mudanca-lei-2025.

Segundo a Start! Be Global, mais de 10 mil clientes já foram atendidos pela consultoria, que atua há anos orientando brasileiros no processo migratório para Portugal e outros países europeus.

Contatos:
+55 11 2096-1523
Endereço: São Paulo, Brasil
Rua Said Aiach, 302, Paraíso
Lisboa – Portugal
Rua Castilho, nº 39, 9ºG São Mamede
https://www.startbeglobal.com/

Os impactos da reforma tributária do consumo nas operações com Centros de Serviços Compartilhados (“CSCs”), por Igor Frota

Os impactos da reforma tributária do consumo nas operações com Centros de Serviços Compartilhados (“CSCs”), por Igor Frota

A busca por eficiência operacional e redução de custos levou muitas empresas a adotarem o modelo de Centros de Serviços Compartilhados (“CSCs”), estruturas instituídas com o objetivo de concentrar, padronizar e otimizar a execução de atividades administrativas, financeiras, contábeis, fiscais, dentre outras.

Os CSCs podem funcionar de diferentes formas como:
Internos, quando há a centralização e rateio de custos entre empresas do mesmo grupo econômico;
Terceirizados, quando a operação é contratada de um fornecedor externo (caracterizando um serviço usual, com faturamento e emissão de nota fiscal entre as partes envolvidas na prestação); ou
Híbridos, combinando elementos das duas modalidades.
A forma mais comum de planejamento operacional e tributário é a estruturação de CSCs internos, de modo que uma empresa de determinado grupo econômico (“empresa líder”) concentra toda a operação de backoffice em sua estrutura, a qual vai servir às demais empresas do grupo e os custos serão ressarcidos à empresa líder.

De acordo com a legislação tributária, os CSCs internos são estruturas legais e plenamente possíveis, desde que seja firmado um contrato entre as empresas do grupo econômico, de modo que haja a definição prévia das regras de rateio dos custos que serão compartilhados, havendo regras pré-definidas sobre a medição do percentual de cada custo e procedimentos para os reembolsos que serão realizados pelas empresas do grupo à empresa líder.

Esse tipo de contrato bem estruturado (chamado de contrato de compartilhamento de serviços ou cost sharing agreement) não se sujeita ao modelo atual de tributação, de modo que a natureza dos reembolsos feitos pelas empresas do grupo à empresa líder não é caracterizado como serviço remunerado e não sofre a incidência dos tributos federais como IRPJ, CSLL, PIS e COFINS.

A Receita Federal do Brasil (“RFB”) já manifestou seu entendimento nesse sentido, por meio de uma Solução de Consulta (SC Cosit RFB nº 276/2019 – vinculante para toda a Administração Tributária Federal). Entretanto, é importante destacar que, recentemente, a própria RFB se pronunciou por meio da SC Cosit RFB nº 39/2025 em sentido oposto, o que já acende um alerta para as empresas que operam nesse modelo.

Por sua vez, com a também recente regulamentação da reforma tributária pela Lei Complementar nº 214/2025, que unifica os tributos sobre o consumo no novo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e na CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), o funcionamento dos CSCs tende a ser impactado de forma significativa.

A mudança de entendimento da RFB e as regras da regulamentação inicial da reforma tributária põe os operadores de CSCs em alerta – tanto em termos de riscos quanto de oportunidades.

Principais Riscos

Falta de previsão específica
O risco primordial é o fato de que a LC nº 214/2025 não traz um dispositivo específico que trate a respeito de operações na modalidade de CSCs ou de compartilhamento de custos de forma geral. A falta de regulamentação, por si só, já atrai uma discussão prévia se a operação se trata de fornecimento oneroso (fato gerador do IVA Dual) ou não. Esse é o ponto de partida de qualquer discussão.

Para aprofundar no tema, destaca-se que o artigo que mais se alinharia a tal operação seria o art. 12, § 2º, IV, que afirma que não integram a base de cálculo dos novos tributos determinados reembolsos ou ressarcimentos.

Já surge daí o primeiro ponto de grande atenção, pois o mencionado artigo determina que não integram a base dos novos tributos os reembolsos ou ressarcimentos “recebidos por valores pagos relativos a operações por conta e ordem ou em nome de terceiros, desde que a documentação fiscal relativa a essas operações seja emitida em nome do terceiro”.

Tratando de CSCs com a contratação de algum serviço para todas as empresas do grupo (como uma auditoria externa anual), até se poderia utilizar o referido dispositivo, bastaria o terceiro contratado emitir a nota fiscal do serviço prestado para cada empresa do grupo.

Contudo, se estamos tratando de um CSC com gastos internos, como folha de pagamento (principal objeto operacional de uma estrutura nesse sentido), já se iniciam os questionamentos. Pode-se interpretar que um reembolso realizado por uma empresa do grupo à empresa líder (CSC) é um valor pago em nome de terceiro? Ou seja, uma operação entre duas empresas do mesmo grupo pode ser considerada em nome de terceiros? Ou deve haver uma operação triangular com uma empresa externa para se poder interpretar que tais reembolsos não devem sofrer a inocência do IVA Dual?

Qual o documento fiscal que acobertará essa operação? Ainda se pode utilizar nota de débito em um novo regime tributário em que há a promessa de que as obrigações acessórias serão totalmente automatizadas? E se a empresa emitir nota de serviço para acobertar a operação sem o pagamento do IVA Dual (IBS/CBS), seria possível?

As notas técnicas emitidas com relação aos documentos fiscais já vêm sanando esses questionamentos, mas não se permitiu ou proibiu essas operações específicas.

Esses cenários têm impacto ainda maior no período de transição de 2026 (ano teste) a 2032, em que haverá a necessidade de as equipes corporativas conviverem com os dois regimes tributários.

Não cumulatividade plena

O outro ponto de maior atenção é a “sinuca de bico” em que um CSC se veria com relação à possibilidade de creditamento de valores, tendo em vista que a reforma tributária tem como princípio basilar o da neutralidade fiscal, utilizando-se da técnica da não cumulatividade plena.

Suponha-se o cenário em que o CSC interno tem gastos com a folha. Atualmente, há o pagamento da folha, o rateio entre as empresas do grupo de acordo com o cost sharing agreement firmado e o consequente reembolso à empresa líder (considerando que não há a incidência de tributos e não há crédito para qualquer imposto).

Já na regulamentação da reforma tributária, o cenário é diferente. A empresa líder não realiza qualquer contratação, paga a folha do grupo como um todo e não há qualquer creditamento (sem aquisição de bem ou serviço – não se credita sobre gastos com a folha).

Por conseguinte, as demais empresas realizam reembolsos à empresa líder, que podem ser caracterizados como fornecimento de serviço ou não se enquadrar nos requisitos do art. 12, § 2º, IV (atraindo a incidência de IBS/CBS), mas sem a possibilidade de aproveitamento do crédito, pois gastos com a folha de pagamento não são sujeitos a creditamento. É um cenário esdrúxulo (claro), mas, se não houver regras específicas para essa operação, quem poderia destacar uma interpretação dessas?

Nessa hipótese com a interpretação literal da legislação, o que se tem é a completa ausência de neutralidade ou aplicação da não cumulatividade plena, consistindo no segundo alerta aos operadores de CSCs.

Oportunidades

Por outro lado, como a reforma tributária do consumo busca a simplicidade, neutralidade e segurança das operações, obviamente os operadores de CSCs terão também oportunidades a trabalhar nesses cenários de risco.

Aproveitamento de crédito ampliado: agora seguindo um cenário mais otimista com relação à interpretação da neutralidade fiscal, operações bem formalizadas tendem a ter maior previsibilidade na apropriação de créditos, o que pode favorecer CSCs que atuam com alto volume de insumos e tecnologia.

Revisão estratégica da localização: a lógica federativa do novo modelo pode incentivar a reestruturação geográfica dos CSCs, considerando o fim dos incentivos e benefícios fiscais (mas um novo regramento sobre benefícios financeiros e econômicos), infraestrutura e carga tributária efetiva (a depender do cenário de tributação adotado no destino da operação).

Digitalização e conformidade fiscal: a promessa de integração de sistemas no IVA Dual e menor exigência de informações abre espaço para investimentos em automação, governança e integração entre áreas contábil, fiscal e de controladoria.

Adesão a Programas de Conformidade Fiscais: a reforma tributária privilegia aqueles “bons” contribuintes que se enquadram em determinados programas de conformidade fiscal, como o Confia (para grandes contribuintes) e o Sintonia (para todos os contribuintes) no âmbito federal, e o Contribuinte Pai D’Égua, tomando como exemplo o Estado do Ceará. A adesão e regularização de programas que conferem benefícios como restituições aceleradas e uma equipe específica do fisco para discutir operações, antes mesmo de uma fiscalização, pode ser o diferencial na estrutura de um CSC, no cenário de reforma.

Assim, a reforma tributária representa uma virada de chave na forma como os CSCs operam no Brasil. Para que não se tornem centros de passivo tributário, é fundamental que passem por um redesenho estrutural – jurídico, contratual e operacional – à luz das novas regras.

Por: Igor Frota
Advogado do time tributário do APSV desde 2020, atuando na prestação de serviços advocatícios na esfera consultiva, abrangendo pareceres, opiniões legais, planejamento tributário e concessão de benefícios fiscais, e na esfera contenciosa, com foco na elaboração de teses jurídicas, defesas judiciais e administrativas, memoriais e sustentações orais, entre outras atividades.

Transnordestina deve ganhar pelo menos cinco portos secos; veja locais e como funciona

Transnordestina deve ganhar pelo menos cinco portos secos; veja locais e como funciona

Foto: Kid Jr / SVM

A Transnordestina Logística S.A. (TLSA) estuda a construção de terminais para carga e descarga no caminho da Ferrovia Transnordestina nos estados de Piauí, Pernambuco e Ceará. A tendência é de que pelo menos cinco portos secos sejam construídos ao longo da linha férrea.

Esses detalhes foram repassados em entrevista ao Diário do Nordeste por Tufi Daher Filho, presidente da Transnordestina Logística S.A. (TLSA), companhia responsável pela construção da ferrovia. Cinco infraestruturas denominadas de portos secos estão em análise para serem construídas na região.

“Vamos ter um (porto) lá no Piauí em Eliseu Martins. Vamos ter um grande terminal nosso próprio lá. Além do Pecém, vamos ter muito provavelmente em Trindade (PE), por causa do polo gesseiro. Estamos avaliando Missão Velha e Salgueiro (PE), uma delas para se ter um, e provavelmente entre o Porto do Pecém e Iguatu, a gente deve ter mais um, ainda não sabemos em qual será o local. Serão da TLSA.” Tufi Daher Filho, Presidente da TLSA e da FTL.

Um porto seco tem a mesma estrutura existente em portos marítimos (a exemplo do Pecém) e fluviais (como o de Manaus), incluindo operação alfandegária e incentivos fiscais.

Em vez de estar ligado a um modal aquático, como embarcações, está instalado dentro do continente, completamente cercado por terra. Em geral, está associado com modais rodoviários e/ou ferroviários.

Um desses portos secos já foi anunciado. Será em Quixeramobim, no sertão central cearense, com investimento que pode chegar próximo de R$ 1 bilhão e está sendo construído pela Value Global Group, empresa responsável pelo projeto, e que deve ser concluído até 2027.

Conforme informações do Governo do Ceará, o empreendimento deve ocupar uma área de 360 hectares e chegar a R$ 300 milhões de faturamento anual, gerando mais de 1,3 mil empregos diretos e indiretos.

O governo estadual também reforça que está em estudo um segundo porto seco no Estado, em Missão Velha, na mesma cidade onde a TLSA avalia um terminal próprio. Caberá à Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece) entender a viabilidade do empreendimento.

Transnordestina começa a funcionar em 2025, garante presidente da TLSA
Tufi reafirmou o compromisso em colocar a Transnordestina para operar ainda em 2025, no fim do ano, em espécie de operação assistida.

Essa funcionalidade será feita entre estruturas chamadas pela TLSA de terminais intermodais, isto é, que funciona de forma similar a um porto seco, mas em tamanho menor e sem as funções alfandegárias e de incentivos fiscais.

Um desses terminais será da própria empresa, em Bela Vista do Piauí (PI). Já o outro ficará em Iguatu, no Centro-Sul do Ceará, mas segundo Tufi Daher, a estrutura que está sendo construída na cidade cearense “é privada” e não pertence à TLSA.

“Iguatu vai ser, na nossa visão, a primeira estrutura intermodal para o transporte de grãos que vai sair do Piauí. Vai chegar em Iguatu para abastecer toda aquela bacia leiteira, aquelas granjas da região. Estamos com bastante segurança de que, no final deste ano, a gente começa a fazer os primeiros transportes. Não são grandes volumes, não pode se comparar com volume para exportação, mas começa em fase de comissionamento a funcionar a Transnordestina”, explicou.

O presidente da TLSA enfatizou a questão do terminal a ser construído no Porto do Pecém, destino da Transnordestina. A empresa vai começar em 2026 a construir a própria estrutura, com previsão de entrega no segundo semestre de 2027.

“Estamos em conversas quase que semanais com o Porto do Pecém, integrando as nossas estruturas com as existentes. Queremos chegar com a ferrovia e estar com o porto pronto. No Ceará, a gente tem conversas com vários setores: combustíveis, fertilizantes, cimento. Onde tiver uma demanda que faça sentido para um transporte ferroviário de longa ou média distância e de grande volume, pode ter certeza que esses lugares vão ser certamente portos intermodais de transporte”, apontou.

Como está a construção da Transnordestina?
Os trabalhos para a montagem da ferrovia transcorrem a todo vapor no interior do Ceará na chamada fase 1. Ela interliga o São Miguel do Fidalgo (PI) ao Porto do Pecém (CE) passando por Pernambuco.

Nos mapas recém-divulgados pela empresa, três trechos estão concluídos no território cearense. Atualmente, a ferrovia está finalizada entre a divisa do Ceará e Pernambuco, chegando até Acopiara.

Entre Acopiara e Itapiúna, outros quatro trechos estão em obras de execução de infraestrutura (lotes 4, 5, 6 e 7), assim como o lote 11, que interligará Caucaia e o Porto do Pecém, o último da ferrovia em solo cearense. Somados, esses espaços têm 235 quilômetros (km) de linha férrea.

Os últimos três trechos estão com estágios diferentes. O lote 8 (Itapiúna – Baturité), de 46 km, foi contratado no início de junho. No segundo semestre, os lotes 9 (Baturité – Aracoiaba) e 10 (Aracoiaba – Caucaia) serão contratados, finalizando todas as partes de pré-construção da ferrovia.

Leia a matéria completa clicando aqui

Fonte: Diário do Nordeste em 01.07.2025

 

Câmara Brasil Portugal no Ceará empossa nova diretoria no dia 2 de julho e faz história com primeira mulher na presidência

Câmara Brasil Portugal no Ceará empossa nova diretoria no dia 2 de julho e faz história com primeira mulher na presidência

Em um marco histórico para a Câmara Brasil Portugal no Ceará, a instituição prepara-se para dar posse à sua nova diretoria no dia 2 de julho, em um evento reservado a convidados. Pela primeira vez, uma mulher estará à frente da presidência: Patricia Bezerra Campos assumirá o cargo máximo da entidade para o biênio 2025-2027.

A chegada de Patricia representa não apenas uma conquista pessoal, mas um avanço simbólico rumo a uma liderança mais plural, colaborativa e conectada às transformações do mundo dos negócios. Com um perfil que une sensibilidade, visão estratégica e experiência, ela será responsável por conduzir os próximos passos da Câmara no fortalecimento das relações bilaterais entre Brasil e Portugal.

Ao lado da nova presidente, uma equipe multidisciplinar e estratégica assume os diversos setores da instituição, somando forças em áreas como comércio, turismo, investimentos, tecnologia, educação, agronegócio, economia do mar, entre outras.

Confira os nomes que compõem a nova diretoria da Câmara Brasil Portugal no Ceará:

Conselho Administrativo

Presidente: Patricia Bezerra Campos
Tadeu Dote Sá – Indústria e Comércio
Décio Simões Pereira – Serviços e TI
Anya Ribeiro de Carvalho – Turismo e Serviços
José Carlos Escobar Cinelli Júnior – Tesoureiro
André Lima – Jurídico

Diretorias Temáticas
Aline Ponte Lima (Câmara Jovem), Benedito Simões (Comercial e Novos Negócios), Carlos Alberto Nunes Filho (Logística), Cibele Gaspar Fernandes (Projetos para Investimentos), Cláudia Soares (Imagem), Clivânia Alves Teixeira (Executiva), Daniel Furlani (Agronegócios), Delano Vasconcelos (Mercado Financeiro), Érica Arruda Sá (Investimentos), Hermes Monteiro (Aduaneira), Irineu Guimarães Jr. (Desenvolvimento Imobiliário), José Augusto Wahnon (Turismo), José Maria Zanocchi (Mediação e Arbitragem), Mabel Portela (Relações Institucionais), Maria Denise Melo Sales (Educação e Cultura), Michel Araújo (Interiorização), Rodrigo Guilhon (Terceirização e Serviços), Rômulo Soares (Economia do Mar), Tarcísio Porto Jr. (Social) e Teixeira Júnior (Inovação, Tecnologia e Educação).

Com sua nova liderança, a Câmara reafirma seu papel como ponte estratégica entre empresas, culturas e oportunidades, promovendo o desenvolvimento econômico sustentável e a integração entre os dois países.

Fonte: Câmara Brasil Portugal no Ceará

Onnibank reafirma compromisso com desburocratização e inclusão financeira na Febraban Tech

Onnibank reafirma compromisso com desburocratização e inclusão financeira na Febraban Tech

O Onnibank, sócio mantenedor da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), esteve presente na edição 2025 da Febraban Tech, o maior evento de tecnologia e inovação do setor financeiro do país. A participação aconteceu nesta terça-feira, 10 de junho, em São Paulo, durante o painel Ideas to Move, realizado em parceria com a ClearSale.

A presença no evento consolidou o compromisso do Onnibank com a transformação digital e o compartilhamento de experiências que estão redefinindo o cenário bancário nacional. A empresa participou de debates sobre o futuro dos bancos digitais, destacando soluções que vão além do sistema financeiro tradicional e aproximam tecnologia, inclusão e eficiência.

Com mais de 300 empresas atendidas, 120 mil colaboradores beneficiados e R$ 2 milhões em valores transacionados em suas contas digitais, o Onnibank se apresenta como muito mais do que um banco digital: é uma plataforma completa de serviços financeiros e benefícios corporativos, pensada para descomplicar rotinas e valorizar pessoas.

A proposta do Onnibank é clara: tornar a gestão de pagamentos e benefícios mais simples e acessível. Com uma única plataforma e um único cartão, a fintech elimina a burocracia que historicamente dificulta a administração financeira em empresas e órgãos públicos. Além disso, aposta em uma abordagem que incentiva a saúde financeira e o bem-estar dos trabalhadores.

Com 15 anos de atuação, o Onnibank nasceu da inquietação diante de um setor bancário tradicionalmente engessado. Desde então, vem consolidando sua expertise em soluções inovadoras e se posicionando como referência no uso de tecnologia para ampliar o acesso a serviços financeiros no Brasil.

A participação na Febraban Tech reforça o papel estratégico da instituição na construção de um ecossistema financeiro mais ágil, transparente e conectado com as necessidades reais de empresas e pessoas.

Contatos:
www.onnibank.com.br
atendimento@onnibank.com.br

SÃO PAULO
Telefone: (11) 3504-0390

FORTALEZA
Telefone: (85) 3051-1907

Com informações da Onnibank

Grupo Diamantes inaugura nova loja em Santa Rita (PB) e reforça compromisso com o empreendedorismo feminino

Grupo Diamantes inaugura nova loja em Santa Rita (PB) e reforça compromisso com o empreendedorismo feminino

A cidade de Santa Rita, na Paraíba, agora conta com uma unidade da rede de lojas do Grupo Diamantes, empresa mantenedora da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE). A inauguração marca mais um passo na expansão nacional da marca, que já soma quase 50 lojas espalhadas pelo Brasil.

A chegada da Diamantes ao município paraibano representa mais do que uma nova operação comercial: é um incentivo direto ao fortalecimento da economia local e ao protagonismo feminino no empreendedorismo. Com um modelo de negócios que alia propósito, autonomia e geração de renda, a rede tem se destacado por transformar vidas por meio da venda de lingerie e da capacitação de mulheres para atuar como líderes em suas comunidades.

A cerimônia de inauguração contou com a presença do Sócio Presidente da Diamantes, Claudio Junior, do Gerente Comercial Nacional, Arthur Salviano, da Gerente de Marketing Nacional, Thaisy Barbosa, e da Coordenadora de Expansão, Aline Roberta Oliveira. A equipe local é liderada pela gerente Maria Gislhaynne Queiroz, que será responsável por conduzir os trabalhos na nova loja.

A expansão em Santa Rita reforça o compromisso do Grupo Diamantes com o desenvolvimento social e econômico de diferentes regiões do país, sempre com foco na valorização do talento feminino.

Contatos
Telefone: 88 3212-0700
Site: https://diamantesl.com/

Com Informações do Grupo Diamantes

Fortaleza sediará a Feira Nacional do Coco 2025 com foco em tecnologia, inovação e sustentabilidade

Fortaleza sediará a Feira Nacional do Coco 2025 com foco em tecnologia, inovação e sustentabilidade

Nos dias 08, 09 e 10 de outubro de 2025, Fortaleza (CE) será o epicentro do setor do coco no Brasil com a realização da 10ª edição da Fenacoco – Feira Nacional do Coco, no Hotel Praia Centro. O evento, consolidado como um dos mais importantes do país no segmento, reunirá representantes de toda a cadeia produtiva para debater avanços tecnológicos, promover negócios e valorizar a cultura e sustentabilidade no setor.

Com o tema “Tecnologia, Inovação e Cultura”, a Fenacoco 2025 promete ser um espaço privilegiado para o intercâmbio de experiências entre produtores, empresários, pesquisadores, gestores públicos e privados, cooperativas, ambientalistas, artesãos e profissionais de diversas áreas ligadas ao coco. A feira também contará com a presença de autoridades nacionais e internacionais, reforçando seu caráter estratégico e global.

Durante os três dias, os participantes poderão conferir uma programação rica em conteúdos técnicos e culturais. Estão previstas apresentações de pesquisas e inovações tecnológicas, exposição de fornecedores de produtos e serviços, além de atividades culturais como artesanato com derivados do coco e um concurso gastronômico que promete destacar a versatilidade do fruto.

Além de promover o desenvolvimento econômico, a Fenacoco reforça o papel do coco na sustentabilidade ambiental e no fortalecimento da identidade cultural brasileira. A feira também se consolida como uma vitrine para negócios, parcerias e iniciativas que contribuem com o crescimento da cadeia produtiva no Brasil e no exterior.

Mais informações e inscrições estão disponíveis no site oficial: www.fenacoco.com.br

Programação: Clique aqui para acessar

Com informações da Fenacoco

Fonte: CBPCE em 25.06.2025

Conviver Urbanismo revoluciona o Cariri com o primeiro Beach Living da região

Conviver Urbanismo revoluciona o Cariri com o primeiro Beach Living da região

A Conviver Urbanismo, sócia da Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBPCE), avança em ritmo acelerado com as obras do Conviver Riviera, empreendimento que promete revolucionar o conceito de moradia na região do Cariri. Reconhecido como o primeiro e único “Beach Living” da região, o projeto traz para o sertão uma experiência inédita de viver com o conforto e o lazer típicos do litoral.

Um dos destaques da obra é a piscina de praia artificial, que já alcançou 95% de conclusão e está atualmente em processo de enchimento — um marco importante para transformar o sonho de “ter os pés na areia” em realidade para os futuros moradores. Além disso, a estrutura da portaria e da administração está praticamente finalizada, as quadras de beach tennis já começam a ganhar forma, e os lotes da primeira etapa estão prontos para receber seus proprietários.

A infraestrutura do Conviver Riviera segue avançando: a pavimentação está 95% executada e a iluminação pública segue em expansão, preparando o terreno para uma nova rotina de qualidade de vida em um ambiente planejado para aliar lazer, natureza e segurança.

Localizado estrategicamente entre Juazeiro do Norte e Barbalha, o empreendimento reforça a proposta inovadora da Conviver Urbanismo, que leva o conceito de “Beach Living” para o interior, unindo o estilo de vida praiano ao conforto e à praticidade de uma cidade em desenvolvimento.

Em breve, o Conviver Riviera será o novo endereço de quem busca um estilo de vida diferenciado, com qualidade, lazer e o clima do litoral dentro do sertão do Cariri.

Contatos:
Site: www.conviverurbanismo.com.br
Linkedin: https://www.linkedin.com/company/conviver-urbanismo/
Telefone: 85 31989300

Solis Investimentos destaca vantagens dos FIDCs para empresas de todos os portes

Solis Investimentos destaca vantagens dos FIDCs para empresas de todos os portes

No mercado financeiro, a captação via Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) costuma ser associada a grandes cifras e empresas consolidadas. Contudo, a Solis Investimentos, especialista em estruturação de operações financeiras, reforça que essa modalidade de crédito é acessível e vantajosa também para negócios de diferentes tamanhos e estágios de desenvolvimento.

Segundo a Solis Investimentos, apesar de a rede de proteção e segurança oferecida pelos FIDCs demandar uma estrutura operacional robusta — cujo custo tende a ser mais eficiente em fundos com patrimônio elevado — há diversas variáveis que influenciam no custo total do processo.

A orientação da Solis destaca a importância de analisar cada projeto de captação individualmente para que o FIDC seja uma ferramenta estratégica viável, contribuindo para o crescimento e fortalecimento financeiro de empresas além dos grandes players do mercado.

Contatos:
Av. Santos Dumont, 2.828, sala 1.901
60150-162 – Aldeota – Fortaleza/CE
Tel. +55 85 3535 3520
www.solisinvestimentos.com.br
contato@solisinvestimentos.com.br

Com informações da Solis Investimentos