Quinto hotel cabo-verdiano do grupo Oásis abre em 2021

Quinto hotel cabo-verdiano do grupo Oásis abre em 2021

Investimento de 1,5 milhões de euros na reconversão do antigo edifício da Alfândega do Tarrafal na ilha de Santiago.

O grupo hoteleiro português Oásis vai investir 1,5 milhões de euros na reconversão do antigo edifício da Alfândega na localidade cabo-verdiana do Tarrafal, ilha de Santiago. Será o quinto empreendimento da empresa em Cabo Verde, e tem abertura prevista para 2021.
À agência Lusa, Alexandre Abade, diretor-executivo do grupo Oásis, explicou que a obra de reconversão do antigo edifício da Alfândega, para “fins hoteleiros”, já arrancou, com o futuro Tarrafal Alfândega Suite a disponibilizar 20 quartos, restaurante e bar.

“Espera-se o início da operação durante o primeiro semestre de 2021. É a primeira etapa do investimento do grupo no Tarrafal, onde projetamos também um ecoresort”, explicou.

O Governo cabo-verdiano atribuiu ao Tarrafal Alfândega Suite o estatuto de utilidade turística, segundo despacho conjunto dos ministros do Turismo e das Finanças, publicado em Boletim Oficial em Cabo Verde na quarta-feira.

De acordo com o despacho, trata-se de um investimento de 165.397.500 escudos (1,5 milhões de euros) do grupo privado português, que permitirá criar 30 postos de trabalho diretos.

O projeto “aposta na dinamização da oferta turística de qualidade e pretende impulsionar os números de quartos e serviço diferenciado no município de Tarrafal e em toda a ilha de Santiago”, que aposta na “economia local, valorizando as potencialidades existentes”.

Além disso, recorda o documento publicado em Boletim Oficial, trata-se de um empreendimento que é “parte integrante do projeto Oásis Ecoresort”, o qual terá um edifício ecologicamente sustentável, que “apostará na redução dos efeitos negativos no ambiente, aposta na valorização dos aspetos históricos da localidade do Tarrafal”.

“Um projeto que se preocupa com os aspetos da sustentabilidade ambiental capaz de proporcionar um equilibro entre o negócio, a sociedade e o ambiente envolvente com enfoque na redução dos impactos negativos sobre o ambiente e promover o crescimento económico, com coesão social e equilíbrio ambiental”, lê-se ainda no despacho conjunto.

O grupo hoteleiro português Oásis, um dos maiores a operar em Cabo Verde, reabriu na terça-feira o hotel Praiamar, o primeiro dos quatro que detém no arquipélago, cinco meses após o encerramento devido à pandemia de covid-19.

A retoma do funcionamento segue-se à reabertura dos hotéis da marca em Marrocos e no Ceará (Brasil), igualmente encerrados para travar a progressão da pandemia.

“A reabertura do hotel Praiamar, feita com todas as condições de segurança sanitária, marca a retoma da operação do grupo em Cabo Verde, no contexto de forte alteração da envolvente turística internacional”, explicou anteriormente à Lusa Alexandre Abade.

O arquipélago recebeu em 2019 um recorde histórico de quase 820 mil turistas, setor que garante 25% do Produto Interno Bruto (PIB), mas desde 19 de março que está encerrado a voos internacionais, ainda sem data oficial para reabertura.

Em Cabo Verde, o encerramento dos hotéis aconteceu na segunda quinzena de março e o primeiro a reabrir foi o Hotel Oásis Atlântico Praiamar, situado na Prainha, sobre a falésia, com 123 quartos, sendo um dos principais da capital.

“Pretendemos com esta reabertura transmitir a nossa confiança aos agentes económicos, nacionais e internacionais, permitindo um progressivo aumento da atividade turística, de pequenos eventos e de negócios na cidade da Praia e na ilha de Santiago”, acrescentou o diretor-executivo do grupo, que em Cabo Verde emprega cerca de 800 trabalhadores.

O grupo Oásis Atlântico opera com quatro hotéis em Cabo Verde, casos do Oásis Belorizonte e Oásis Salinas Sea (ilha do Sal), Oásis Porto Grande (São Vicente) e Praiamar (Santiago). Além destes, também detém os hotéis Oásis Fortaleza e Oásis Imperial, no Brasil, e o Oásis Saidia Palace e Oásis Blue Pearl, em Marrocos.

BR do mar: A mudança da logística brasileira para a rota marítima

BR do mar: A mudança da logística brasileira para a rota marítima

Cabotagem está em foco no projeto BR do Mar, que avança no Congresso e pode ser aprovado no início de 2021. Mercado espera que a nova legislação possa corrigir problemas e estimular rotas pelo mar

Aprovado na Câmara dos Deputados e em discussão no Senado, o projeto que estimula o transporte marítimo de cargas entre portos nacionais, o BR do Mar, significaria mudança de perspectivas na logística nacional. Há um grande potencial não desenvolvido no Brasil, que, devido à falta de segurança jurídica e estrutura de política portuária, desestimulava investimentos. A proposta do Governo projeta mudar isso.

E a iniciativa é para transformar a costa brasileira num verdadeiro ponto de transporte por cabotagem. De acordo com o Projeto de Lei (PL 4.199/2020), as empresas poderão alugar um navio vazio para navegação entre portos do País, a partir da liberação progressiva do uso de embarcações estrangeiras, o que dará um reforço à oferta nacional.

A partir de quatro anos de aprovação da PL, não haverá limites para o afretamento, desde que observadas as condições de segurança definidas. Outro progresso a ser implementado será o uso de bandeira do país de origem destes navios. Isso permitiria uma flexibilização, ao vincular obrigações legais, desde comerciais, fiscais e trabalhistas ao país da bandeira do navio, desde que os tripulantes tenham a garantia mínima de 13º salário, adicional de um terço de férias, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e licença-maternidade. E mais, a tripulação dos navios deve ter 2/3 de brasileiros.

Dentre as metas do Ministério da Infraestrutura, está a ampliação da carga anual de contêineres transportados, de 1,2 milhão de TEUs (unidade de medida para cargas) obtidos no ano passado, para 2 milhões de TEUs, em 2022. Também prevê incrementar em 40% a capacidade da frota marítima dedicada à cabotagem nos próximos três anos.

Para o diretor do Centro de Estudos em Transporte da Fundação Getúlio Vargas (FGV Transportes), Marcus Quintella, os benefícios do incentivo ao transporte de cargas entre portos nacionais vão desde ao aumento de competitividade, desburocratização do setor portuário – que até então afastava usuários -, até a qualificação de empresas atuantes na operação e de novos negócios no setor.

“Na matriz de transporte nacional, a cabotagem representa 11%, e se restringe praticamente (aproximadamente 80%) à movimentação de líquidos e gasosos. Precisamos avançar muito ainda no transporte de contêineres, cargas gerais.”

O diretor do FGV Transportes ainda aponta que o projeto vai ajudar no desenvolvimento do conceito de multimodalidade logística, diminuindo custos aos empresários e reduzindo as emissões de gases. “Teoricamente, vai tirar os caminhões das rodovias. Logicamente, o BR do Mar vem mudar esse perfil do Brasil – que transporta 60% das suas cargas nas estradas – ao retirar as grandes distâncias dos caminhões”, completa Quintela.

Pedro Moreira, presidente da Associação Brasileira de Logística (Abralog), parceria da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD) no Comitê Logística, destaca que o BR do Mar proporcionará a entrada de mais empresas neste mercado, que tem atualmente três prestadoras de serviço.

Segundo dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), 160 milhões de toneladas de cargas foram transportadas por cabotagem de janeiro a outubro deste ano. Pedro afirma que ainda é pouco e há grande potencial de exploração. “Os custos elevados inibem a utilização da cabotagem. Esse é um dos motivos que o Agro e outros setores da economia, como o Atacadista-Distribuidor, ainda utilizam pouco esse modal”.

Carlos Alberto Nunes Filho, gerente comercial da Tecer Terminais Portuários Ceará e diretor da Câmara Brasil-Portugal na área de Logística, diz que a aprovação da PL estabeleceria uma política de longo prazo positiva para a logística nacional, com potencial positivo para os portos cearenses.

O projeto de cabotagem consolida o Estado como hub portuário, opina Carlos Alberto, servindo para entrada e saída de cargas do Ceará e de estados vizinhos. Ele cita o caso de percurso de mercadorias em longas distâncias, como automóveis, que saem em caminhões-cegonha desde São Paulo numa operação custosa e arriscada, vide o aumento do roubo de cargas. Lembra que um caminhão abasteceria uma concessionária, já o navio renderia todo o Estado.

“A operacionalização deve ser mais rápida do que esperamos. Existe uma expectativa de curto prazo por novas rotas – como a que foi confirmada no Porto do Pecém para o Espírito Santo na semana passada, de cargas que estão na rodovia indo para o (modal) marítimo”, analisa.

PROJETO BR DO MAR
A medida legislativa tem como objetivos:
– Aumentar a oferta da cabotagem, incentivar a concorrência.

– Criar novas rotas e reduzir custos.

– Entre outras metas, o Ministério da Infraestrutura pretende ampliar o volume de contêineres transportados, por ano, de 1,2 milhão de TEUs (unidade equivalente a 20 pés), em 2019, para 2 milhões de TEUs, em 2022.

– Além de ampliar em 40% a capacidade da frota marítima dedicada à cabotagem nos próximos três anos, excluindo as embarcações dedicadas ao transporte de petróleo e derivados.

+ Para a formulação do programa foram realizadas reuniões com autoridades do governo, usuários, armadores, representantes da construção naval e sindicatos de marítimos.

O QUE É CABOTAGEM?
A cabotagem é a navegação entre portos ou pontos do território brasileiro utilizando via marítima ou fluvial. É um modo de transporte seguro, eficiente e que tem crescido mais de 10% ao ano no Brasil, quando considerada a carga transportada em contêineres.

EIXOS DO PROGRAMA: foca em quatro eixos temáticos – frota, indústria naval, custos e porto.

FROTA – O programa estimula a frota em operação do País para que as Empresas Brasileiras de Navegação (EBNs) tenham maior controle e segurança na operação de suas linhas. Desta maneira, propõe que a empresa que detém frota nacional poderá se beneficiar de afretamentos a tempo (quando o navio é afretado com a bandeira estrangeira, o que permite que ela tenha menores custos operacionais).

EXPECTATIVAS
+ Empregos

O PL traz a obrigatoriedade de tripulação composta por, no mínimo, 2/3 de brasileiros, nos afretamentos a tempo, viabilizada com a estratégia da subsidiária estrangeira.

+ Segurança Jurídica

O regime de admissão temporária para embarcações afretadas, sem registro de declaração de importação, com suspensão total do pagamento dos tributos federais, já é previsto em Instrução Normativa da Receita Federal, e passa a constar em Lei.

+ Novos investidores

Criação da Empresa Brasileira de Investimento na Navegação (EBN-i), que irá constituir frota e fretar as embarcações para EBN’s operarem, dispensando a necessidade de estas investirem em frota própria.

– Burocracia

Determinação para que os processos realizados nos portos sejam mais simples para a cabotagem do que para o comércio exterior. Possibilidade de usar meio digital como comprovante de entrega e recebimento de mercadoria. Não será mais necessário guardar o “canhoto” da nota.

Fonte: Ministério da Infraestrutura

Revista VemTambém apresenta nova paisagem urbana de Fortaleza

Revista VemTambém apresenta nova paisagem urbana de Fortaleza

A Revista VemTambém já desembarcou sua 17ª edição e leva a nova Beira-Mar de Fortaleza para o Brasil e o Mundo. A edição segue 100% digital, interativa e acessível* para os mais diferentes públicos, levando em consideração a sustentabilidade e informação de qualidade.

Além da nova paisagem urbana da capital cearense, o periódico chega com dicas incríveis para quem não abre mão de esportes radicais e náuticos em meio no paraíso tropical do Ceará. Aproveitamos também e conversamos com o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, que encerra sua gestão a frente do município e nos dá o parâmetro das melhorias culturais e turísticas para quem visita o destino.

Para conhecer a culinária brasileira, nós selecionamos alguns restaurantes de São Paulo (capital) que são perfeitos para levar toda a família e que a criançada aprova. Também neste eixo, falamos sobre Paris para crianças. Lembramos que todos os roteiros são para planejar a próxima viagem, a serem realizadas assim que houver segurança sanitária e uma vacina para a Covid-19.

Além disso, temos informações culturais sobre o Brasil que ganhou as telas de filmes e suas locações pelo território verde-amarelo. Por lá, listamos os destinos para visitar, principalmente a quem é apaixonado por conhecer os lugares que viraram obras de arte.

Nesta edição, nosso colunista Dudu Rodrigues conta que esteve a um passo de voar e realizou seu sonho de conhecer algumas aeronaves. Imperdível!

Todo o conteúdo segue traduzido para o inglês e o espanhol, com uma transversalidade midiática de linkagens com os anunciantes, encaixe de vídeos e redes sociais. A revista pode ser acessada pelo site www.vemtambem.com de forma gratuita pelo smartphone, tablet ou computador.

Preparados para esta nova viagem? VemTambém!

* A Revista VemTambém agora tem uma versão para pessoas cegas e/ou com deficiência visual. Todas as matérias são audiodescritivas.

Fonte: VemTambém

Privatização da transposição: Não sem consulta, artigo escrito por Rômulo Alexandre Soares, sócio e 3º vice-presidente da CBPCE

Privatização da transposição: Não sem consulta, artigo escrito por Rômulo Alexandre Soares, sócio e 3º vice-presidente da CBPCE

A questão oportuna ali é exatamente o mecanismo para ouvir a sociedade em projetos de significativo impacto, ou seja, a consulta popular. Não me deterei na forma, mas na característica que lhe empresta a essência, a intenção de escutar, colher contribuições e permitir a opção por projetos e empreendimentos públicos ou privados mais consistentes a partir do escrutínio público.

Certa vez no condado de Orange, Estados Unidos, tive o privilégio de acompanhar os debates públicos sobre a mudança proposta por um empreendedor imobiliário para o zoneamento de um bairro, admissível por lá, mas não sem previa consulta e deliberação da comunidade atingida e, também, acompanhar em Portugal a execução do orçamento de estado mediante consulta e decisão popular. Por aqui, participei como membro do Conselho Estadual de Meio ambiente – COEMA, advogado ou cidadão, de várias audiências públicas de projetos de significativo impacto.

fracassar na participação popular é um resultado frustrante que se percebe em muitas audiências públicas. É preciso comunicar para engajar. É isso que gera pertencimento e faz com que as pessoas cuidem do que é de todos.
É vital assegurar, em complemento ao sistema representativo, uma democracia participativa que dê voz ao cidadão. Em essência, as audiências e consultas públicas são instrumentos de diálogo em temas como meio ambiente, compras públicas, parcerias público-privadas e questões regulatórias. Todavia, atender aspectos formais e fracassar na participação popular é um resultado frustrante que se percebe em muitas audiências públicas. É preciso comunicar para engajar. É isso que gera pertencimento e faz com que as pessoas cuidem do que é de todos. Há algo grave quando uma obra que afetará a vida de milhares de pessoas é desconhecida da maioria dos que serão diretamente impactadas. É preciso mudar isso.

Neste sentido, é uma boa notícia a alteração aprovada no Ceará recentemente pelo COEMA, que passou a admitir audiências públicas semipresenciais em projetos de significativo impacto ambiental, conforme diretrizes estabelecidas na Resolução nº 5. Apesar das audiências públicas já serem previstas no processo de licenciamento ambiental desde 1996, a nova regra não somente permitiu o acesso remoto de pessoas sem suprimir uma experiência presencial mínima, como inovou solicitando que empreendedores utilizem os meios de comunicação que dispõem, inclusive redes sociais, para publicitar estudos sobre o meio físico, socioeconômico e biótico atingidos, atrair pessoas para as audiências públicas e permitir que se acompanhem os debates durante todas as fases do licenciamento ambiental.

Com isto, espera-se que o processo de oitiva pública facilite de fato a integração da vontade comunitária nos projetos aprovados e o acompanhamento dos impactos e das medidas compensatórias e mitigadoras implementadas pelo empreendedor.

A consulta popular é uma forma de assegurar o domínio social dos interesses públicos, uma vez que o público não é, essencialmente, estatal e se fragiliza quando é apartado da experiência comunitária e as pessoas são silenciadas.

Por: Rômulo Alexandre Soares, sócio do escritório Albuquerque Pinto Advogados 

Ivana Bezerra, diretora do Hotel Sonata e sócia da CBPCE foi eleita personalidade do ano pelo Instituto Prêmio Caio

Ivana Bezerra, diretora do Hotel Sonata e sócia da CBPCE foi eleita personalidade do ano pelo Instituto Prêmio Caio

Ivana Bezerra de Menezes Rangel, diretora do Hotel Sonata de Iracema e sócia da CBPCE foi eleita personalidade do ano pelo Instituto Prêmio Caio, que foi criado há 21 anos com o intuito de identificar e reconhecer o trabalho de empresas e profissionais de Eventos e Turismo.

Ivana ainda concorre ao Prêmio Grand Prix na categoria Marketing de Destino.

“Essa é uma vitória de todos que compõem o Hotel Sonata e nos inspira cada vez mais a fazer com que nossos hospedes se sintam em casa” destacou.

Fonte: Hotel Sonata de Iracema

Nacionalidade portuguesa: O que acontece depois da conservatória

Nacionalidade portuguesa: O que acontece depois da conservatória

Quem está na busca da nacionalidade portuguesa pelo sefarditas já ouviu falar que o processo consiste de três etapas: o estudo genealógico, a certificação por uma Comunidade Israelita (de Lisboa – CIL ou do Porto – CIP) e a análise da Conservatória dos Registos Centrais.

Depois que a Conservatória faz a análise e aprova as informações do solicitante, envia os dados para o Ministério da Justiça, que emite o assento de nascimento por naturalização. Você se torna português a partir da assinatura deste documento, e não do seu nascimento.

Com o assento de naturalização na mão
Parabéns! Agora você é um português naturalizado. Mas para exercer plenamente sua cidadania, é necessário que você solicite alguns documentos fundamentais:

Cartão do cidadão
É o documento de identificação do cidadão português. Possui um chip onde é possível armazenar todas as informações pessoais do cidadão (título de eleitor, o cartão do contribuinte, o cartão da Segurança Social e o cartão do Serviço Nacional de Saúde).

Número de Identificação Fiscal – NIF
É um número sequencial destinado exclusivamente ao tratamento de informação de índole fiscal e aduaneira. Seria o equivalente europeu ao Cadastro de Pessoa Física – CPF brasileiro.

Número de Identificação de Segurança Social – NISS
O NISS tem como objetivo assegurar os direitos básicos dos cidadãos que desenvolvam alguma atividade profissional em Portugal. Há um desconto mensal do salário dos trabalhadores registrados para o fundo da Segurança Social, usados para a aposentadoria, licença parentalidade, afastamento por doença, desemprego etc.

Passaporte português
Por fim, o não menos importante e tão sonhado passaporte português, que permite a mobilidade de seu portador por todos os países membros da União Europeia.

Fique atento! O processo de naturalização por via sefardita é tramitado exclusivamente em Portugal, mas após a aprovação, alguns documentos portugueses podem ser retirados via consulado.

Fonte: Martins Castro Consultoria

Webinário ‘Cenários do Turismo’ acontece entre os dias 10 e 18 de agosto

Webinário ‘Cenários do Turismo’ acontece entre os dias 10 e 18 de agosto

A cadeia produtiva do Turismo começa a dar sinais de movimentação em diversos destinos, principalmente, na Europa, após as medidas de maior flexibilização do distanciamento social em decorrência da pandemia do coronavírus como a abertura de pontos turísticos, comércio, hotéis, bares e restaurantes. No Brasil, esses momentos também começam a ser percebidos em Estados onde o número de casos da doença começa a ficar estabilizado.

Para debater o pós-pandemia no segmento turístico, o BTM – Brazil Travel Market, Sebrae e o Grupo VC vão promover uma série especial de Webinários intitulada “Cenários do Turismo”, no período de 10 a 18 de agosto. Os debates serão divididos em duas etapas. A primeira, de 10 a 14 de agosto, e a segunda nos dias 17 e 18 de agosto. Elas serão transmitidas no canal do YouTube do BTM a partir das 19h.

O “Cenários do Turismo” contará com personalidades de peso do trade turístico do Brasil e do exterior, entre executivos e secretários de Turismo. No debate que abre a série – no dia 10 de agosto -, já estão confirmadas as participações dos secretários de Turismo do Ceará, Arialdo Pinho, e do Turismo, Indústria, Comércio e Projetos Estratégicos de Foz do Iguaçu, Gilmar Piolla. As discussões serão em torno do tema “Estratégias e desafios dos destinos nacionais na retomada”.

No dia 11 de agosto, a série de Webinários vai reunir Fernanda Longobardo, responsável pela ENIT – Agência Nacional Italiana de Turismo – sede Brasil -, e Jeff Santos, representante da América do Sul do Tourism Authority of Thailand. O debate vai girar em cima do ‘que podemos aprender com ações e protocolos de destinos mundiais’. Já no dia 12, o tema será o ‘retorno da aviação, protocolos e desafios pós-pandemia’ e contará com Gonzalo Romero, executivo da Air Europa, e Renata Pedretti Pestana, gerente nacional de Vendas da Gol Linhas Aéreas.

O “Novo normal e cuidados redobrados durante as viagens” será o tema do debate do dia 13 de agosto, com a participação de Celso Guelfi, presidente da GTA – Global Travel Assistance, e Luiz Gustavo Costa, CEO da April Brasil Seguro Viagem. No dia seguinte – 14 de agosto -, Maurício Viana, da Turks e Caicos, fundador da Net Hospitality, e Renata Vuono, gerente de marketing do Ministério do Turismo de Israel, vão debater o tema “Marketing e as ações promocionais de duas referências do turismo internacional”.

No dia 17 de agosto, a série de Webinários vai reunir a representante da Secretaria de Turismo de Ushuaia/Argentina, Cristiane Cavalli, e o secretário de Turismo daquela cidade, José Luiz Recchia, tendo como mediadores os publishers da Revista VemTambém, Valdir e Samara Fernandes. Fechando a série, no dia 18 de agosto, Gervásio Tanabe, presidente executivo da Abracorp, e Rebeca Ferreira, gerente Norte/Nordeste da Trend Operadora, e Fabiano Portela, gerente Norte/Nordes da RexturAdvance, vão discutir o tema “Qual seu próximo destino? Ele está seguro?”.

Fonte: Revista Vem Também em 10.08.2020

Saúde emocional e bem-estar: porque é tão urgente falar sobre isso? assista hoje na live da Flow Desenvolvimento, sócia da CBPCE

Saúde emocional e bem-estar: porque é tão urgente falar sobre isso? assista hoje na live da Flow Desenvolvimento, sócia da CBPCE

Na 1a live dessa série, as fundadoras da Flow Desenvolvimento Integral, Adriana Bezerra e Keyla Monteiro irão falar sobre a importância do cuidado com a saúde emocional e o bem-estar nos tempos atuais serão abordados assuntos como: O que é saúde emocional? E a saúde mental, o que é? Onde a saúde emocional e a saúde mental se encontram? A saúde emocional e o bem-estar nas áreas da vida: pessoal, profissional, Como você cuida da sua saúde emocional e do seu bem-estar? O que as empresas precisam saber sobre esse tema?

Gostou das perguntas? Essas e outras reflexões serão discutidas juntamente com você nessa live que promete ser super interativa.

A live acontece hoje 05/08 a partir das 20 horas no perfil do Instagram da Flow (@flowdesenvolvimento). E aproveita pra convidar quem você acha que vai gostar de ouvir sobre esse tema.

Fonte: Flow Desenvolvimento

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Jório da Escóssia inaugura nova clínica em área privilegiada do BS Design neste semestre

Jório da Escóssia inaugura nova clínica em área privilegiada do BS Design neste semestre

Atuando no estado do Ceará há mais de 50 anos, o Hospital Jório da Escóssia terá uma nova sede, que deve ser inaugurada até o fim deste ano, em uma das salas comerciais do BS Design. De acordo com o diretor clínico do hospital, Dr. Jório da Escóssia Júnior, a clínica está localizada em uma área privilegiada de aproximadamente 700 m² e reunirá múltiplas especialidades, seguindo os padrões do hospital. “Estamos investindo ainda mais com a inovação de procedimentos e equipamentos. Tudo de forma digital, para maior segurança, rapidez e qualidade“, adianta.

O projeto do novo ambiente, conta, foi assinado pela arquiteta Consuelo Nóbrega e teve execução de Silvana Fialho. Alguns consultórios, diz Jório da Escóssia Júnior, permanecerão nas instalações atuais, como sendo uma outra opção aos pacientes, bem como o centro cirúrgico com leitos para pós-operatório e central de esterilização. “Ampliaremos a área medica para a realização de procedimentos de maior complexidade”.

Múltiplas especialidades
Ele explica que filosofia da marca é proporcionar conforto e comodidade aos pacientes, realizando o que for necessário em um mesmo lugar. Dessa forma, na nova clínica odontológica, também serão encontradas múltiplas especialidades, prezando o padrão do hospital.

“Importante ressaltar que em nossas instalações proporcionamos várias facilidades aos nossos pacientes como laboratório digital, impressora 3D, centro de imagens, com radiografias odontológicas, tomografia e central de esterilização para manter todos nossos equipamentos seguindo rigorosos protocolos de segurança“, garante Jório da Escóssia Júnior.

Fonte: Marcia Travessoni

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Forte demanda trará bons resultados para M.Dias Branco no 2º tri, diz BB Investimentos

Forte demanda trará bons resultados para M.Dias Branco no 2º tri, diz BB Investimentos

Projeção do BB para o Ebitda da empresa ficou em R$ 209 milhões, uma alta de 1%

A expectativa do BB Investimentos para os resultados do segundo trimestre da M.Dias Branco, fabricante de massas e biscoitos, é positiva. Segundo o banco, mesmo diante de uma base de comparação mais difícil, dólar mais forte e maiores custos com trigo, os bons resultados serão reflexo da melhoria de execução e crescente demanda.

“Estimamos um aumento de 6% no segundo trimestre, na comparação com 2019, nos volumes e alta de 7% nos preços, sendo parcialmente compensados pelos maiores custos e despesas relacionadas às ações adotadas na prevenção contra a covid-19”, diz o relatório.

Como resultado, a projeção do BB para o Ebitda ficou em R$ 209 milhões, uma alta de 1%, com margem de 12%, marginalmente maior que os 11,8% do segundo trimestre do ano passado. A previsão para receita líquida da empresa é de crescimento de 13%, a R$ 1,740 bilhão.

A empresa vai divulgar os resultados na tarde do dia 7 de agosto. O BB Investimentos dá recomendação de compra para as ações e mantém preço-alvo em R$ 37. Os papéis da empresa cearense estão sendo negociados na B3 a R$ 40,13, alta de 1%.

Fonte: Valor Invest em 27/07/20

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