Ivens Dias Branco Júnior recebe Troféu Carnaúba

Ivens Dias Branco Júnior recebe Troféu Carnaúba

Foto: Divulgação/M.Dias Branco

Presidente da M. Dias Branco foi homenageado pela Associação Comercial do Ceará durante solenidade que também celebrou os 160 anos da entidade

O presidente da M. Dias Branco, Ivens Dias Branco Júnior, recebeu o Troféu Carnaúba 2026, principal honraria concedida pela Associação Comercial do Ceará (ACC). A cerimônia foi realizada em 22 de abril, no Iate Clube de Fortaleza, reunindo empresários, lideranças institucionais, familiares e convidados em uma noite dedicada ao reconhecimento do empreendedorismo cearense.

Segundo comunicado da M. Dias Branco, a escolha do executivo foi aprovada por unanimidade pela diretoria da ACC. A homenagem reconhece sua trajetória empresarial, sua atuação à frente de uma das maiores companhias do setor alimentício do Brasil e sua contribuição para o fortalecimento da cadeia produtiva nacional, com forte ligação histórica com o Ceará.

À frente da M. Dias Branco desde 2014, Ivens Dias Branco Júnior tem liderado um ciclo de consolidação da companhia no mercado brasileiro de massas e biscoitos. De acordo com informações publicadas pela empresa, sua gestão tem sido marcada por expansão nacional, fortalecimento de marcas, investimentos em inovação, eficiência industrial e sustentabilidade.

A relação do executivo com o grupo começou ainda na juventude. Conforme informou a companhia, Ivens Júnior ingressou na empresa aos 16 anos e passou por diferentes áreas até assumir posições estratégicas, trajetória destacada durante a solenidade como exemplo de liderança construída com base em conhecimento técnico, valorização das pessoas e respeito ao legado familiar.

Criado em 1998, o Troféu Carnaúba é entregue a empresários e gestores que se destacam pela contribuição ao desenvolvimento econômico sustentável. A escultura da honraria foi concebida pelo artista plástico Sérvulo Esmeraldo e representa três carnaúbas sobre uma base sólida, em referência à resistência, à adaptação e à força do empreendedor cearense.

A homenagem também possui significado simbólico para a família Dias Branco. Ivens Dias Branco, que fundou o grupo ao lado de Manuel Dias Branco, esteve entre os primeiros agraciados com o Troféu Carnaúba, reforçando a continuidade de um legado empresarial que atravessa gerações.

A solenidade foi conduzida pelo presidente da ACC, João Guimarães, que ressaltou a importância histórica da Associação Comercial do Ceará para o desenvolvimento econômico do Estado. O evento também contou com a presença de lideranças como o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Ricardo Cavalcante, além de empresários de diferentes setores e representantes da sociedade civil.

Em seu discurso de agradecimento, Ivens Dias Branco Júnior afirmou que recebia a homenagem não como uma conquista individual, mas como resultado de uma construção coletiva, compartilhada com familiares, gestores e colaboradores da M. Dias Branco em todo o Brasil. A mensagem reforçou valores como resiliência, compromisso e capacidade de adaptação.

A entrega do Troféu Carnaúba 2026 a Ivens Dias Branco Júnior destaca a relevância da M. Dias Branco no cenário econômico nacional e reafirma o papel do setor produtivo cearense na geração de desenvolvimento, inovação e oportunidades.

Fonte: M. Dias Branco, 24 de abril de 2026.

“Esta newsletter realiza curadoria de conteúdos publicados por terceiros. Os resumos apresentados são elaborados pela equipe e direcionam o leitor às fontes originais, responsáveis pelo conteúdo integral e pelas imagens eventualmente associadas às matérias.”

Incentivo fiscal faz de Portugal centro de atração de talentos e inovação para startups brasileiras

Incentivo fiscal faz de Portugal centro de atração de talentos e inovação para startups brasileiras

Imagem gerada por IA.

Para empresas que buscam estruturar sua internacionalização, Portugal passa a ser vista como uma porta de entrada para o mercado europeu, principalmente com o acordo Mercosul – União Europeia. O cenário se consolida ainda mais com o Incentivo Fiscal à Investigação Científica e Inovação (IFICI), aprovado em 2024 e que, junto ao acordo, surge como um instrumento que pode tornar mais eficiente a entrada de talentos qualificados e projetos com valor econômico real no país, sobretudo para áreas como tecnologia, engenharia, saúde, gestão especializada, finanças e consultoria técnica.

Conforme o advogado especialista em negócios internacionais, Bruno Albuquerque, na prática, o IFICI pode significar uma tributação mais competitiva para quem se torna residente fiscal em Portugal e exerce funções enquadráveis no regime.

“Em linhas gerais, o Incentivo Fiscal pode tornar a tributação mais leve por até 10 anos para empresas estrangeiras que estejam se fixando no país. Para rendimentos de trabalhos que se enquadrem nas categorias e condições previstas no regime, a taxa de imposto sobre pessoas regulares (IRS) pode ficar fixa em 20%. E, em alguns casos, rendimentos que venham do exterior também podem ficar isentos de imposto em Portugal, mas isso depende de cumprir requisitos específicos e de estar com toda a parte legal corretamente atendida”, explica.

Mais do que um benefício fiscal isolado, o IFICI vem sendo visto como ferramenta de atração de talentos, estruturação internacional e reforço de competitividade, sobretudo quando Portugal é pensado como base qualificada de operação e expansão europeia por empresas, startups e investidores.

startups brasileiras
Embora o benefício seja aplicado à pessoa física, na visão de Albuquerque, o papel da empresa costuma ser decisivo para viabilizar o enquadramento, porque a elegibilidade depende, com frequência, do tipo de atividade econômica exercida em Portugal e do posto de trabalho ocupado pelo fundador, administrador, executivo ou profissional qualificado que está se cadastrando.

Para empresas e startups brasileiras, isso abre uma possibilidade prática de combinar três dimensões numa mesma estratégia: presença societária ou operacional em Portugal, atração e fixação de profissionais com cargos qualificados e posicionamento europeu com substância econômica real. O objetivo deixa de ser “ter apenas uma estrutura em outro” país e passa a ser estabelecer um centro efetivo de decisão, inovação, coordenação regional e acesso regulatório ao mercado europeu.

Em muitos casos, segundo o especialista, o Incentivo Fiscal à Investigação Científica e Inovação pode ser uma das formas mais inteligentes de estruturar a entrada de uma empresa no mercado europeu. “O verdadeiro diferencial está em fazer uma análise séria de viabilidade, para perceber se o projeto, a empresa, o cargo e a atividade reúnem os requisitos necessários para transformar essa oportunidade numa estrutura sólida, segura e fiscalmente eficiente em Portugal”, afirma o especialista.

Clique no link e acesse a noticia completa: https://www.mundolusiada.com.br/incentivo-fiscal-faz-de-portugal-centro-de-atracao-de-talentos-e-inovacao-para-startups-brasileiras/

Fonte: Jornal Mundo Lusíada em 28.04.2026

“Esta newsletter realiza curadoria de conteúdos publicados por terceiros. Os resumos apresentados são elaborados pela equipe e direcionam o leitor às fontes originais, responsáveis pelo conteúdo integral e pelas imagens eventualmente associadas às matérias.”

Revolução dos Cravos: 52 anos de um Portugal reconfigurado, por Fabíola Rocha

Revolução dos Cravos: 52 anos de um Portugal reconfigurado, por Fabíola Rocha

Em 25 de abril de 1974, Portugal acordou diferente. O movimento começou na madrugada, com militares ocupando pontos estratégicos de Lisboa. A população saiu às ruas em apoio, colocando cravos vermelhos nos canos das armas dos soldados, simbolizando o caráter pacífico da ação.A Revolução dos Cravos encerrou quase meio século de ditadura salazarista e marcou, sob o prisma jurídico, uma das mais profundas rupturas constitucionais do século XX europeu. A queda do Estado Novo instaurou, em seu lugar, o Estado de Direito Democrático, consolidado na Constituição da República Portuguesa de 1976 – texto que, até hoje, é referência no constitucionalismo progressista mundial.

O Movimento das Forças Armadas (MFA) adotou o lema “Democratizar, Descolonizar e Desenvolver”. O cravo tornou-se o símbolo principal da revolução quando o movimento começou. Portugal vivencia uma herança revolucionária sob novos horizontes entre a memória da libertação e os desafios do presente, inclusive em como 25 de Abril reverbera no ordenamento jurídico, ambiental e energético português com melhoria nos índices socioeconômicos e consolidação de um estado de bem-estar social.

A Revolução produziu avanços. A liberdade de expressão, o sufrágio universal, a autonomia dos trabalhadores, a descolonização (ainda que traumática) e o reconhecimento de direitos sociais fundamentais foram inscritos como cláusulas pétreas. O artigo 66º da Constituição Portuguesa é um dos mais avançados do mundo em tutela ambiental: reconhece o direito a um ambiente sadio como direito fundamental, impondo ao Estado o dever de proteção ativa.

Portugal, em 2026, colhe dessa herança normativa ao ser um dos países da União Europeia com maior integração entre metas climáticas, legislação energética e proteção constitucional do meio ambiente. Atualmente, Portugal é referência europeia em geração de energia renovável – eólica, solar e hídrica – alcançando, em 2024, meses inteiros de abastecimento 100% por fontes limpas.

Em 2026, Portugal ocupa posição singular na Europa. Politicamente, experimenta um novo cenário. Economicamente, a transição energética representa hoje a maior aposta estratégica do país: o Plano Nacional de Energia e Clima e os fundos europeus do NextGenerationEU financiam projetos de hidrogênio verde e digitalização que projetam Portugal como hub energético atlântico.

Do ponto de vista constitucional, o desafio é garantir que o espírito de 1976 não seja erodido por pressões mercadológicas ou pelo autoritarismo brando que assombra democracias ao redor do mundo. Cabe à geração atual honrá-la com a única arma que os juristas têm: a força normativa da Constituição e a vigília permanente sobre o Estado de Direito.

Fabíola Rocha
Sócia CBPCE

Quando a música ensaiou a liberdade, por Joel Rodrigues

Quando a música ensaiou a liberdade, por Joel Rodrigues

Na madrugada de 25 de abril de 1974, uma canção percorreu o país, “Grândola, Vila Morena” tocou na Emissora Nacional, naquele instante suspenso entre a escuridão e a esperança. A música de Zeca Afonso, escolhida pelo Movimento das Forças Armadas, sussurrada nas tertúlias, cantada nos corredores das universidades, tornou-se o código que desencadeou um dos momentos mais luminosos da história contemporânea.

Cresci ouvindo histórias de homens e mulheres que, durante décadas, testaram os limites do silêncio obrigatório através da cultura. A geração de Adriano Correia de Oliveira, de José Mário Branco, de tanta gente que usava a arte como forma de dizer o indizível, ensinava a seu povo que a liberdade era não apenas um direito político, mas um direito de expressão, de pensamento, de imaginação.

Na Universidade de Coimbra, que respirei como estudante a irreverência académica e na Tuna FAN-Farra Académica, compreendi a profundidade desta lição. Aqueles claustros não eram apenas espaços de aprendizagem académica; eram centros de incubação intelectual onde o inconformismo florescia. Os estudantes de Coimbra cantavam porque sabiam que cantar era pensar em voz alta num país onde pensar em voz alta era perigoso.

Nenhuma revolução é improvisada. Elas são construídas culturalmente, tijolo por tijolo, verso por verso, ao longo de anos. A música educa emocionalmente um povo; prepara-o, sem que ele o saiba completamente, para o momento em que será necessário ser corajoso.

Sou filho desta revolução. Vi Portugal emergir do silêncio para a democracia, testemunhei o país crescer através da adesão à então Comunidade Económica Europeia em 1986 sob a liderança de Mário Soares — um momento em que a ciência, a tecnologia e o conhecimento começaram a fluir de forma mais estruturada e com mais investimentos.

Observei a construção de infraestruturas, a consolidação económica, o fortalecimento do sistema de ensino e investigação, e a construção do Serviço Nacional de Saúde como promessas cumpridas de um país que havia escolhido a liberdade. Novas universidades, centros de investigação e uma nova geração de cientistas e engenheiros passaram a contribuir para este mundo cada vez mais digital e tecnológico.

Cinquenta anos depois, Portugal desenvolveu-se de forma notável como um país moderno e seguro para investir. Temos instituições democráticas robustas, uma economia mais diversificada e aberta, um sistema de saúde, educação e ciência que, apesar dos desafios, enraizou-se na vida de milhões. Possuímos uma vasta zona marítima inexplorada, potencial de comércio internacional e uma geração de cientistas, inovadores e líderes que herdaram aquilo que a revolução plantou: a liberdade de questionar, de criar, de imaginar futuros diferentes.

Joel Rodrigues
Sócio da CBPCE, Cientista e Consultor em Tecnologias Emergentes, Líder do Centro de Inteligência da Fecomércio-CE

joeljr@ieee.org

ESPECIAL REVOLUÇÃO DOS CRAVOS, Artigo de Rogério Lopes, Cônsul de Portugal em Fortaleza

Breves considerações sobre o 25 de abril em Portugal, por Rogério Lopes, Cônsul de Portugal em Fortaleza

O 25 de abril de 1974 rompeu, naquela madrugada de liberdade, a longa noite da ditadura que Portugal viveu. Fora do tempo e da história, o regime do Estado Novo calcou o povo português, condicionando-o a um fatídico destino de atraso, desigualdades e pobreza.

Esse destino não foi a Providência que deu, foi a ditadura que nos impôs. O movimento de capitães que fez romper a nossa aurora, constitui o grupo de bravos que gritou bem alto, que um povo pode estar muito tempo silenciado, mas que a sua alma não pode ser esmagada. E é a alma do nosso povo, que todos os anos comemoramos neste dia.

O 25 de abril representou um dos mais importantes momentos de coragem do nosso Povo, por isso este dia é seu. E por isso o invocamos. E por isso o celebramos. O 25 de abril não é de nenhuma força política, nem é de movimento algum. Se um grupo de jovens oficiais lançou o renascimento da nossa liberdade, rapidamente o povo assumiu como seu o que é seu: o seu destino! E esse grupo de oficiais em bom tempo prescindiu, deixou a democracia fluir. E muitas foram as vicissitudes do processo revolucionário até à estabilização democrática.

Foi o povo que nas ruas e nas eleições foi construindo o seu futuro. Futuro que se faz todos os dias, porque a democracia é um processo sempre carente de salvaguardas e aprofundamento. A defesa da democracia requer a mobilização permanente e cidadãos cada vez mais conscientes dos seus direitos.

Nenhuma noite é eterna!

Como disse Sophia de Mello Breyner Andresen, escritora e poetisa portuguesa:

“Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo”.

No princípio foi o sonho. E a esperança ainda que misturada dos medos que meio século de cruel opressão fez pairar na cabeça de um povo pobre, oprimido, inculto e submisso. O povo saiu à rua e uma manhã bastou para que o que restava de um regime obsoleto e decrépito se convencesse estar ganha a causa da revolução.

Sim, foi o povo quem a agarrou escoltado na coragem e audácia dos militares que tomaram o poder enquanto o regime dormia. De cravo ao peito disse ao que vinha e ditou a regra de querer uma revolução sem sangue, de que deu sinal claro apondo cravos no cano das espingardas, e que depressa se transformou mundo fora na imagem da talvez única revolução pacífica até hoje levada a cabo à escala planetária.

O povo saiu à rua e acreditou que unido jamais seria vencido.

Aqui chegados é oportuno perguntar. Valeu a pena o 25 de Abril?

Sim, valeu a pena.

Celebrar abril é e será sempre resistir e sonhar de novo.

Por: Rogério Lopes Cônsul de Portugal em Fortaleza

Heróis Portugueses do Brasil levam Expedição Portugal 2026 às origens da história

Heróis Portugueses do Brasil levam Expedição Portugal 2026 às origens da história

Foto: reprodução redes sociais

O começo foi a junção de paixões: por viagens, por descobridores e desbravadores históricos, pela história, pelo Brasil e por Portugal, pela juventude e pela educação.

A primeira expedição foi tão bem-sucedida, que inaugurou um projeto, o Projeto Heróis Portugueses do Brasil, cujo propósito é resgatar a memória de portugueses que foram importantes para a formação do estado brasileiro, e seus limites, como se encontram hoje.

Expedição e Livro 1 (2014/2015) – “Pedro Teixeira o conquistador da Amazônia”: responsável por expandir as fronteiras da Amazônia , em nome da coroa portuguesa.

Expedição e Livro 2 (2019) – “Martim Soares Moreno: o guerreiro e fundador do Ceará: militar português responsável por expulsar os holandeses e franceses do nordeste do Brasil, e fundador do estado do Ceará.

Expedição e Livro 3(2023) – “200 Anos – Os caminhos da independência do Brasil”: expedição pelos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo a destacar a jornada do Príncipe Regente D. Pedro até a proclamação da Independência do Brasil em 07 de setembro de 1822.

Expedição e Livro 4(2024) – “José da Silva Paes: nas fronteiras do sul para expandir o Brasil”: militar português responsável pelo alargamento das divisas do Brasil, mais ao sul. Fundou a cidade do Rio Grande, foi governador do estado de Santa Catarina.

Foram percorridos mais de 10 mil quilômetros nas quatro expedições, visitaram mais de 100 cidades e lugarejos, palestraram para milhares de jovens estudantes, distribuíram gratuitamente mais de 10 mil livros didáticos alusivos às expedições.

Em 2025 o projeto produziu um vídeo-documentário, realizaram uma exposição de fotos na Embaixada de Portugal no Brasil, e editaram o livro PARA ALÉM DOS LIMITES: heróis portugueses nas fronteiras do Brasil.

Em 2026 os expedicionários do projeto Heróis Portugueses do Brasil vão às origens, do outro lado do Atlântico, nas cidades em que os nossos quatro heróis nasceram em Portugal:

Pedro Teixeira – Cantanhede, no dia 08/05;
Martim Soares Moreno – Santiago do Cacém, no dia 06/05;
D. Pedro I – Queluz, no dia 05/05;
José da Silva Paes – Lisboa, no dia 04/05(eventos na Sociedade de Geografia de Lisboa, pela manhã, e Câmara Municipal de Lisboa a tarde).

As visitas acontecerão nos mesmos moldes das expedições realizadas no Brasil com visita às Câmaras Municipais, visita e palestras em escolas, distribuição de livros didáticos, visita a entidades apoiadoras do projeto, etc.

Para mais informações entrem em contato com:

1) Antonio Bacelar Carrelhas
email: carrelhas@gmail.com

2) Vittorio Lanari Junior
e-mail: projheroisportuguesesdobrasil@gmail.com

Fonte: Comissão Organizadora do Evento em 22.04.2026

“Esta newsletter realiza curadoria de conteúdos publicados por terceiros. Os resumos apresentados são elaborados pela equipe e direcionam o leitor às fontes originais, responsáveis pelo conteúdo integral e pelas imagens eventualmente associadas às matérias.”

Qair Brasil, sócia patrocinadora da CBPCE, inaugura complexo solar em Icó e reforça transição energética no Ceará

Qair Brasil, sócia patrocinadora da CBPCE, inaugura complexo solar em Icó e reforça transição energética no Ceará

Foto: Tiago Stile/Ascom Ceará

Empreendimento com investimento superior a R$ 1 bilhão amplia a geração de energia limpa e fortalece o protagonismo do Ceará no setor renovável.

O Ceará avançou na transição energética com a inauguração da primeira fase do Complexo Solar Fotovoltaico Bom Jardim, em Icó, no Centro-Sul do estado. O empreendimento da Qair Brasil, com investimento superior a R$ 1 bilhão, amplia a oferta de energia limpa, gera empregos e reforça o protagonismo cearense no setor de energias renováveis.

De acordo com informações publicadas pelo Governo do Estado do Ceará, a Usina Bom Jardim entrou em operação em janeiro deste ano e tem potencial para abastecer aproximadamente 250 mil residências. A produção anual estimada do complexo é de 539 mil MWh, contribuindo para o fortalecimento da matriz energética renovável do estado.

Durante a solenidade de inauguração, o governador Elmano de Freitas destacou a importância do empreendimento para a expansão da energia solar no Ceará e reforçou o compromisso do Estado em criar condições para a continuidade de novos investimentos no setor.

A iniciativa também evidencia a presença estratégica da Qair no desenvolvimento sustentável da região. Além de sua atuação no segmento de energia renovável, a empresa também é sócia patrocinadora da Câmara Brasil-Portugal no Ceará (CBPCE), reforçando sua conexão com iniciativas voltadas ao desenvolvimento econômico, institucional e sustentável no estado.

Segundo dados divulgados na matéria oficial, o Ceará conta atualmente com 74 empreendimentos solares em operação, que somam capacidade instalada de aproximadamente 2,1 GW. Nesse contexto, o novo complexo em Icó amplia a capacidade de geração de energia limpa e fortalece a posição do estado como referência nacional na transição energética.

Com presença internacional e atuação em 21 países, a Qair International mantém no Brasil uma estratégia voltada à expansão da energia renovável, aliando investimento, geração de emprego e compromisso social. Conforme informado pelo Governo do Estado, o projeto resultou em 1.197 empregos diretos, 1.397 indiretos e 73 postos permanentes.

A prefeita de Icó, Aurineide Amaro, destacou o impacto positivo do empreendimento para o município, especialmente na geração de oportunidades e na atração de novos investimentos. Representantes institucionais e parceiros do projeto também ressaltaram a relevância da cooperação entre setor público, iniciativa privada e instituições de fomento para impulsionar o desenvolvimento sustentável no Nordeste.

Leia a matéria completa no link: https://www.ce.gov.br/2026/04/16/ceara-avanca-na-transicao-energetica-com-novo-complexo-fotovoltaico-de-r-1-bilhao-em-ico/

Fonte: Governo do Estado do Ceará, 16.04.2026.

“Esta newsletter realiza curadoria de conteúdos publicados por terceiros. Os resumos apresentados são elaborados pela equipe e direcionam o leitor às fontes originais, responsáveis pelo conteúdo integral e pelas imagens eventualmente associadas às matérias.”

ALECE homenageia Joel Rodrigues, sócio da CBPCE, com Título de Cidadão Cearense

ALECE homenageia Joel Rodrigues, sócio da CBPCE, com Título de Cidadão Cearense

Foto: Reprodução do convite

Sessão solene na Assembleia Legislativa entregará o Título de Cidadão Cearense a Joel José Puga Coelho Rodrigues no dia 30 de abril

Joel José Puga Coelho Rodrigues será homenageado com o Título de Cidadão Cearense em sessão solene promovida pela Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), no dia 30 de abril de 2026, às 17h, no Plenário 13 de Maio. A cerimônia, convidada pelo presidente da Casa, deputado Romeu Aldigueri, também incluirá a celebração do Encontro de Grão-Mestres do Norte e Nordeste do Grande Oriente do Brasil.

De acordo com o convite oficial, a solenidade foi convocada pelo presidente da Alece, deputado Romeu Aldigueri, e ocorrerá às 17h, no Plenário 13 de Maio. O ato reforça a importância da homenagem concedida a Joel Rodrigues, em um momento que deverá reunir convidados, autoridades e participantes ligados à ocasião.

A homenagem representa um reconhecimento público à trajetória de Joel Rodrigues e marca uma ocasião especial para aqueles que acompanham sua caminhada. A expectativa é de que o evento reúna presenças para prestigiar um momento de relevância pessoal e institucional.

Sobre Prof. Joel Rodrigues
Joel é cientista e consultor em Tecnologias Emergentes. Professor universitário e líder empreendedor reconhecido por sua contribuição transformadora à engenharia e à inovação científica e tecnológica. Português que escolheu o Ceará para residir, tendo recebido a nacionalidade Brasileira em 2019.

Com uma carreira que abrange instituições de renome no Brasil, Portugal, Espanha, Emirados Árabes Unidos e China, ele combina excelência acadêmica e visão estratégica, atuando como consultor especialista e líder do Centro de Inteligência do sistema Fecomércio Ceará.

Doutor em Engenharia Informática, com duas livre-docências e mestrado em Gestão, Joel acumula mais de 1400 publicações científicas, que somam mais de 63000 citações e um H-index de 128, refletindo sua relevância global e impacto no avanço do conhecimento.

Reconhecido como o cientista Nº 1 em computação no Brasil (Research.com), pesquisador PQ-1 do CNPq e entre os 1% mais influentes do mundo, ele é também editor-chefe do International Journal on E-Health and Medical Communications e membro ativo de organizações como o IEEE, IARIA e AAIA, onde é FELLOW.

Ao longo de sua trajetória, Joel tem se destacado por sua liderança humanizada, capacidade de desenvolver pessoas e compromisso com a inovação. Imortal da Academia Cearense de Matemática, Vice Presidente da Câmara de Tecnologia e Inovação da Fecomércio CE e da Federação ASSESPRO Ceará, Associado da Câmara Brasil Portugal no Ceará e sócio de empresas de base tecnológica ele inspira equipes e instituições a explorar novos horizontes, sempre guiado pela paixão por transformar ideias em soluções que promovam progresso e impacto positivo na sociedade.

A transmissão também poderá ser acompanhada pelo canal oficial do Plenário da Alece no YouTube, conforme informado no convite da cerimônia.

Fonte: CBPCE em 22.04.2026

“Esta newsletter realiza curadoria de conteúdos publicados por terceiros. Os resumos apresentados são elaborados pela equipe e direcionam o leitor às fontes originais, responsáveis pelo conteúdo integral e pelas imagens eventualmente associadas às matérias.”

Yunare Marinho, sócio CBPCE, lança livro sobre liderança adaptativa na era digital

Yunare Marinho, sócio CBPCE, lança livro sobre liderança adaptativa na era digital

Foto: Arquivo pessoal

Sócio da CBPCE, Yunare Marinho assina obra em coautoria internacional que já está disponível na Amazon em versão digital

O sócio da Câmara Brasil-Portugal no Ceará (CBPCE), Yunare Marinho, acaba de lançar o livro Liderança Adaptativa – O novo código da liderança na era digital, obra desenvolvida em coautoria com especialistas portugueses, alemães e brasileiros. Disponível na plataforma Amazon em versão digital, o livro tem a Coordenacao da Bianca Peixoto e lancamento atraves da editora Lisboa o lançamento já passou por São Paulo e também integra agendas em cidades da Espanha e de Portugal, com previsão de chegada a Fortaleza, no Ceará.

A nova publicação coloca em pauta os desafios da liderança adaptativa em um cenário marcado por transformação digital, mudanças aceleradas e novas exigências no ambiente profissional. De acordo com as informações divulgadas, a proposta do livro é refletir sobre a necessidade de um modelo de liderança mais flexível, humano e alinhado às demandas contemporâneas.

Assinada por Yunare Marinho em parceria com especialistas de diferentes nacionalidades, a obra reúne visões complementares de autores portugueses, alemães e brasileiros, ampliando o debate sobre gestão, comportamento e tomada de decisão em tempos de transição. A presença de coautores com diferentes experiências reforça o caráter internacional da publicação.

Segundo informado, o livro já foi lançado em São Paulo, em evento realizado na Livraria Drummond, na Avenida Paulista. A agenda de divulgação também contempla lançamentos em Barcelona, na Espanha, e nas cidades portuguesas de Braga e Cascais.

A expectativa agora é pela realização de um lançamento em Fortaleza, ampliando a conexão da obra com o público cearense e com os associados da CBPCE. A iniciativa também evidencia a atuação de Yunare Marinho no campo do pensamento estratégico e da formação de lideranças em um contexto cada vez mais digital.

A mensagem central da publicação parte da ideia de que liderar, atualmente, exige mais do que comando formal. Exige capacidade de adaptação, leitura de cenário e, sobretudo, um novo estado de ser diante das transformações que impactam organizações, equipes e mercados.

Fonte: CBPCE em 22 de abril de 2026

“Esta newsletter realiza curadoria de conteúdos publicados por terceiros. Os resumos apresentados são elaborados pela equipe e direcionam o leitor às fontes originais, responsáveis pelo conteúdo integral e pelas imagens eventualmente associadas às matérias.”

 

Bancos públicos: a base do crédito imobiliário e do desenvolvimento no Brasil, Carlos Luna, sócio CBPCE

Bancos públicos: a base do crédito imobiliário e do desenvolvimento no Brasil, Carlos Luna, sócio CBPCE

Foto: divulgação

Os dados do crédito imobiliário deixam claro: os bancos públicos lideram as menores taxas do mercado e, com isso, definem o “piso” do crédito no Brasil. Enquanto instituições privadas operam acima de 11% a 12% ao ano, bancos públicos e programas habitacionais oferecem taxas entre 4% e 8,16% ao ano, especialmente no Minha Casa, Minha Vida, ampliando o acesso à moradia.

Esse protagonismo é determinante. Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Banco do Nordeste não apenas ofertam crédito — eles operacionalizam a maior parte dos recursos públicos da habitação, especialmente via FGTS e Orçamento Geral da União.

Entre 2019 e 2022, houve redução do protagonismo dessas políticas, com retração das contratações e perda de escala da habitação de interesse social, em um contexto de crédito mais restritivo.

A partir de 2023, observa-se uma retomada consistente. O Minha Casa, Minha Vida voltou a ganhar escala: em 2024 foram cerca de 698 mil contratos, e em 2025 mais de 661 mil unidades financiadas, com forte ampliação dos recursos.

O orçamento também cresceu: o FGTS destinou R$ 144,5 bilhões para habitação em 2026, mais que o dobro de 2022, com execução majoritária pelos bancos públicos.

Esse volume de recursos, quando operado por instituições públicas, não se limita à habitação de interesse social. Ele estrutura o mercado como um todo, ao ampliar liquidez, reduzir o custo médio do crédito e dar previsibilidade ao financiamento de longo prazo — fatores essenciais para o planejamento de incorporadoras, construtoras e investidores.

Na prática, isso significa mais lançamentos, maior geração de empregos na construção civil e dinamização de cadeias produtivas locais. Ou seja, políticas públicas bem direcionadas, aliadas à atuação dos bancos públicos, não apenas ampliam o acesso à moradia, mas sustentam o crescimento do mercado imobiliário em sua totalidade.

Defender bancos públicos é defender um sistema de crédito mais eficiente, com juros mais baixos, maior escala de investimento e impacto direto no desenvolvimento econômico do Brasil.

Por Carlos Luna, sócio CBPCE

“Esta newsletter realiza curadoria de conteúdos publicados por terceiros. Os resumos apresentados são elaborados pela equipe e direcionam o leitor às fontes originais, responsáveis pelo conteúdo integral e pelas imagens eventualmente associadas às matérias.”